Dr. Egmond Alves

Neurocirurgião · Mais sobre as especializações

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Número de registro: CRM SP 118026 RQE Nº: 62917

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Experiência

Sou formado em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe (1999-2004) e realizei minha residência médica no Conjunto Hospitalar do Mandaqui, em São Paulo (2005-2008), com especialização reconhecida pelo Ministério da Educação. Obtive o título de especialista pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e pela Associação Médica Brasileira em 2010.

Concluí meu mestrado em Ciências da Saúde no IAMSPE, São Paulo, entre 2009 e 2011. Além disso, me especializei em técnicas cirúrgicas menos invasivas para o cérebro na Alemanha, em 2010, e em cirurgia endoscópica da base do crânio nos Estados Unidos, em 2011. Essas abordagens permitem tratamentos mais precisos e com recuperação mais rápida para os pacientes.

Desde 2010, sou responsável pela Divisão de Neurocirurgia Pediátrica do Conjunto Hospitalar do Mandaqui. Também atendo em consultório particular e em diversos hospitais na cidade de São Paulo e região metropolitana desde 2009.

Tenho um compromisso profundo com o cuidado humanizado e a atenção dedicada a cada paciente, buscando sempre oferecer tratamentos eficazes e personalizados, especialmente na área da neurocirurgia pediátrica. Valorizo o diálogo aberto e o acompanhamento próximo para garantir o melhor suporte às crianças e suas famílias.

Além da prática clínica, contribuo para o avanço da neurocirurgia por meio de publicações científicas e livros, sempre com o objetivo de compartilhar conhecimento e melhorar o atendimento aos pacientes e suas famílias.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Derivação ventrículo-peritoneal
  • Neurocirurgia pediátrica
  • Cirurgia para tumor cerebral
  • Deformidade pediátrica

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

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Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

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Destaques

Serviços e preços

  • Consulta neurocirurgia

    R$ 400

  • Primeira consulta neurocirurgia


  • Retorno de consultas Neurocirurgia


  • Correção de cranioestenose

    R$ 400

  • Derivação Ventrículo - Peritoneal (DVP)


Artigos

Craniossinostose

A craniossinostose é uma condição em que uma ou mais suturas do crânio do bebê se fecham antes do tempo esperado, afetando o formato da cabeça e, em alguns casos, o desenvolvimento cerebral. O tratamento é cirúrgico e visa corrigir a forma do crânio e aliviar qualquer possível pressão sobre o cérebro. O diagnóstico precoce é fundamental, pois a cirurgia costuma ter melhores resultados quando realizada nos primeiros meses de vida. O acompanhamento com neurocirurgião pediátrico é essencial para garantir o crescimento saudável da criança.


Craniofaringioma

O craniofaringioma é um tumor benigno que se forma perto da hipófise, região do cérebro responsável pela produção de hormônios. Apesar de não ser cancerígeno, pode causar sintomas como dor de cabeça, alterações visuais e distúrbios hormonais. O tratamento geralmente envolve cirurgia para remover o tumor, podendo ser associada à radioterapia em alguns casos. Como está localizado em uma área delicada, o acompanhamento com equipe especializada é essencial para preservar as funções neurológicas e hormonais do paciente.


Cistos Aracnóides

Os cistos aracnóides são bolsas de líquido que se formam entre as membranas que envolvem o cérebro ou a medula espinhal. Na maioria das vezes, são congênitos e não causam sintomas. Porém, quando crescem ou pressionam estruturas importantes, podem provocar dores de cabeça, náuseas, desequilíbrios ou até convulsões. O tratamento depende dos sintomas e do tamanho do cisto. Em casos selecionados, pode ser indicada a cirurgia para drenagem ou remoção. O acompanhamento com exames e avaliação neurológica é fundamental.


Craniotomia Para Cistos Encefalicos

A craniotomia para cistos encefálicos é uma cirurgia indicada quando o cisto causa sintomas como dores de cabeça, convulsões, aumento da pressão no crânio ou alterações neurológicas. O procedimento consiste em abrir cuidadosamente o crânio para drenar ou remover o cisto, aliviando a compressão sobre o cérebro. Cada caso é avaliado com base em exames de imagem e no quadro clínico do paciente. Quando bem indicada, a cirurgia pode trazer alívio dos sintomas e prevenir complicações futuras.


Tratamento Cirurgico Da Epilepsia

O tratamento cirúrgico da epilepsia é indicado quando os medicamentos não controlam as crises, especialmente em casos de epilepsia focal, onde é possível identificar com precisão a região do cérebro onde as crises se iniciam. A cirurgia tem como objetivo remover essa área ou interromper sua atividade elétrica, buscando a redução ou eliminação das crises. É um procedimento seguro e planejado com exames avançados, como ressonância e vídeo-EEG. Quando bem indicado, pode transformar a vida do paciente, permitindo mais autonomia e qualidade de vida.


Tratamento da epilepsia

O tratamento da epilepsia tem como objetivo controlar as crises e melhorar a qualidade de vida do paciente. Na maioria dos casos, isso é feito com o uso de medicamentos antiepilépticos, escolhidos de acordo com o tipo de crise e o perfil de cada pessoa. Quando as crises não respondem bem aos remédios, pode-se considerar a cirurgia, principalmente em casos de epilepsia focal. Outros tratamentos, como dieta cetogênica ou estimulação cerebral, também podem ser indicados. Um bom acompanhamento neurológico é essencial para o controle eficaz da doença.

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Consultórios (2)

Egmond Alves
Sorocaba

Rua Coronel José Pedro de Oliveira, 62, Torre Black, Sala 45, Jardim Faculdade, Sorocaba 18030-220

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Unimed
  • Bradesco Saúde
  • Sul América Saúde
  • Amil
  • Associação Policial de Assistência à Saúde - Apas Sorocaba/Votorantim
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923 opiniões

Mais mencionado pelos pacientes

  • Atencioso durante a consulta
  • Explicações detalhadas
  • Ótimo consultório
Todas as opiniões são importantes, por isso os especialistas não podem pagar para alterar ou excluir uma opinião. Saiba mais. Saber mais sobre pareceres

Destaque

  • C

    Cintia

    Agradeço primeiramente a Deus, depois esse ser humano maravilhoso que Deus colocou em nossos caminhos chamado Dr. Egmond.
    Super atencioso, demonstra amor pela profissão e pelo próximo. Que Deus continue abençoando grandemente suas mãos, sua vida e sua família. Super recomendo

     • Sorocaba •  • 

  • F

    Fabio Nishida

    Doutor com excelência em diagnóstico de craniostenose, nos deixou extremamente tranquilos quanto a condição de minha filha.

     • Sorocaba •  • 

  • Y

    Y. M. A.

    Profissional com excelente formação, competente, receptivo, atendimento humanizado e com muita atenção. Confio muito no Dr. Egmond e o recomendaria para quem precisar.

     • São Paulo •  • 

    Dr. Egmond Alves

    Muito obrigado pelas palavras! É com muita alegria que recebemos sua opinião!


  • J

    JMMN

    Excelente profissional, nós fomos porque existia uma suspeita da cabeça do meu neném de 5 meses estar com as suturas fechando antecipadamente. Graças à Deus ele está bem.

     • Sorocaba • Consulta neurocirurgia  • 

  • E

    EFSJ

    Atendimento excelente. Foi muito atencioso, ouviu todo meu histórico e analisou os exames disponíveis no App da Unimed.

     • Sorocaba • Consulta neurocirurgia  • 

  • C

    Clarivaldo

    Atendimento nota 10, consultório muito bem organizado. Parabéns.

     • Sorocaba • Consulta neurocirurgia  • 

  • A

    AP

    O doutor me explicou tudo certinho porque meu filho não precisaria usar órtese (capacete) e foi bem direto ao ponto. Gostei e recomendo

     • Sorocaba • Consulta neurocirurgia  • 

  • L

    LM

    Médico calmo, atencioso. Ainda preciso fazer o exame e retornar, mas foi esclarecedor.

     • Sorocaba • Consulta neurocirurgia  • 

  • R

    Roberta Santos

    Fomos por indicação. O Doutor nos orientou sobre os próximos passos do nosso caso.
    Muito gentil e atencioso.

     • Sorocaba • Consulta neurocirurgia  • 

  • D

    Daiana Robis

    Um ótimo médico explica tudo com muita clareza explica todos os detalhes tranquilizando paciente com bebês
    Parabéns Doutor por mais médicos assim

     • Sorocaba • Consulta neurocirurgia  • 

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Dúvidas respondidas

321 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Boa noite. meu filho, agora com 1 ano e 2 meses, foi diagnosticado com escafocefalia, devido sagital

Boa noite. meu filho, agora com 1 ano e 2 meses, foi diagnosticado com escafocefalia, devido sagital quase totalmente fechada, visto por tomografia. O perímetro da cabeça dele cresceu acompanhando a curva de crescimento, porém levemente acima da linha máxima. Tem aprendizagem normal, está praticamente andando, balbucia, interage, come muito bem e 80% do tempo está de bem com a vida (rindo e brincando). Mesmo assim, o neurocirurgião indicou cirurgia.
1- Será mesmo necessário cirurgia nesse caso? ou posso esperar e monitorar o desenvolvimento dele?
2 - Existem alguma técnica confiável para acompanharmos regularmente a pressão intracraniana de forma não invasiva?

muito obrigado

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Egmond Alves

A escafocefalia ocorre quando a sutura sagital do crânio se fecha precocemente, o que altera o formato da cabeça — que tende a se tornar alongada e estreita. Nos casos mais evidentes, essa condição pode restringir o crescimento normal do cérebro, aumentar a pressão intracraniana e provocar alterações cognitivas, visuais ou comportamentais a médio e longo prazo.

No caso do seu filho, que apresenta um bom desenvolvimento neuropsicomotor, interação social adequada, apetite, e curva de crescimento do perímetro cefálico acompanhando (ainda que levemente acima da linha máxima), é compreensível que a família questione a real necessidade de cirurgia.

1. É mesmo necessário operar? Posso apenas acompanhar?
Essa é uma das decisões mais delicadas em neurocirurgia pediátrica. Em linhas gerais:

Se o diagnóstico de sinostose sagital está confirmado por tomografia, o fechamento precoce da sutura está presente — e isso não se reabre espontaneamente.

A cirurgia não tem como objetivo apenas estético: ela visa garantir espaço adequado para o crescimento cerebral ao longo dos primeiros anos de vida, quando o cérebro mais se desenvolve.

Mesmo em crianças com desenvolvimento aparentemente normal agora, algumas podem desenvolver hipertensão intracraniana crônica, alterações de aprendizado, cefaleias e distúrbios de comportamento mais tarde, caso a sinostose não seja tratada.

Por outro lado, em casos muito leves, com crescimento cefálico satisfatório, morfologia craniana aceitável e nenhum sinal clínico de hipertensão intracraniana, alguns médicos optam por apenas monitorar, com exames e acompanhamento regular.

O ideal é ter uma segunda avaliação com neurocirurgião pediátrico experiente, que analise não apenas a tomografia, mas também fotos do crânio, curva de crescimento, desenvolvimento global e histórico familiar.

2. Existe alguma forma não invasiva de acompanhar a pressão intracraniana?
Infelizmente, não existe um método 100% confiável e contínuo não invasivo para medir a pressão intracraniana (PIC) em crianças de forma objetiva. No entanto, alguns exames e sinais clínicos ajudam a acompanhar indiretamente:

Ultrassom transfontanelar com Doppler, enquanto a moleira ainda está aberta — pode sugerir aumento da pressão pela avaliação do fluxo nos vasos cerebrais;

Exames de fundo de olho (pelo oftalmologista), que podem identificar sinais de papiledema (edema do nervo óptico), um marcador de hipertensão intracraniana;

Ressonância magnética com técnicas avançadas (como volumetria cerebral), que pode sugerir alterações relacionadas a pressão aumentada crônica;

Avaliação neuropsicológica, conforme a idade avança, pode mostrar se há atraso sutil no desenvolvimento;

Monitoramento clínico de sintomas: irritabilidade inexplicada, vômitos matinais, lentidão, alterações de comportamento, recusa alimentar ou perda de habilidades são sinais de alerta.

Resumo final para você:

A cirurgia em casos de escafocefalia confirmada é geralmente indicada para prevenir complicações futuras, mesmo que o desenvolvimento atual esteja bom.

No entanto, cada caso deve ser analisado individualmente: alguns casos muito leves podem ser acompanhados de forma segura, com monitoramento cuidadoso.

A pressão intracraniana pode ser acompanhada de forma indireta, mas não existe um marcador 100% preciso não invasivo. Por isso, o julgamento clínico do especialista é fundamental.

Se quiser, posso te ajudar a revisar os exames e discutir os prós e contras da cirurgia com base no caso do seu filho. Ter mais de uma opinião médica pode ajudar muito nesse momento.

Fico à disposição para qualquer orientação. Você está fazendo exatamente o que todo pai amoroso faria: buscar a melhor decisão, com responsabilidade e serenidade.


o aparelho auditivo pode interferir no funcionamento da válvula?

o aparelho auditivo pode interferir no funcionamento da válvula?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Egmond Alves

Normalmente, um aparelho auditivo não interfere diretamente no funcionamento de uma válvula de derivação para hidrocefalia, pois operam em mecanismos diferentes. No entanto, algumas considerações devem ser feitas:

1. **Interferência Magnética** – Algumas válvulas possuem ajuste por sistema magnético (como as válvulas programáveis). Em raros casos, campos magnéticos muito próximos à válvula podem alterar sua regulagem. Aparelhos auditivos convencionais geralmente não geram um campo magnético forte o suficiente para isso, mas dispositivos que utilizam ímãs mais potentes, como implantes cocleares, devem ser avaliados com mais cautela.

2. **Pressão Externa e Posicionamento** – Se o aparelho auditivo exercer pressão na região onde a válvula ou o cateter estão localizados (especialmente atrás da orelha), pode causar desconforto ou, em casos extremos, afetar o funcionamento do sistema de drenagem.

3. **Ressonância Magnética (RM)** – Caso o paciente precise realizar uma ressonância magnética, tanto a válvula quanto o aparelho auditivo (ou implante coclear) devem ser avaliados previamente para garantir segurança e evitar alterações indesejadas.

Se houver alguma dúvida específica sobre o modelo da válvula e do aparelho auditivo, é recomendável discutir com o neurocirurgião e o otorrinolaringologista para garantir que não há riscos de interferência.


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