Gilvanda de Oliveira Rodrigues

Psicólogo · Mais sobre as especializações

São Bernardo do Campo 1 endereço

Número de registro: CRP SC 29567

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Experiência

Sou psicóloga clínica e trabalho com a Gestalt-terapia, uma abordagem que valoriza o aqui e agora e a forma como você se relaciona consigo mesmo e com o mundo. Vejo a terapia como um processo feito em conjunto, em um ambiente seguro, ético e acolhedor.

Atendo adultos e idosos que buscam autoconhecimento, fortalecimento emocional ou apoio em momentos de transição e em conflitos nas relações. Acompanho ansiedade, depressão, baixa autoestima, estresse, TOC, TDAH, fobias e medos, luto e perdas, o luto por uma separação, a dificuldade de regular as emoções, a procrastinação, o sofrimento ligado ao trabalho e as mudanças de carreira.

No meu trabalho, busco ampliar a sua consciência sobre o que você sente e como age, para que você possa fazer escolhas mais alinhadas ao que é importante para a sua vida.

Se você está buscando um espaço para ser ouvido sem julgamentos e dar o próximo passo no seu tempo, será um prazer acompanhar você. Os atendimentos são online e individuais.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Gestalt
Psicoterapia do idoso

Experiência em:

  • Psicologia clínica
  • Psicoterapia do adulto

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Gilvanda de Oliveira Rodrigues

Teleconsulta

ATENDIMENTO SOMENTE ONLINE

18/10/2026

Serviços e preços

  • Teleconsulta

    R$ 200

  • Acompanhamento a pacientes com ansiedade

    R$ 90

  • Acompanhamento a pacientes com: ansiedade,depressão, fobias e traumas psicológicos

    R$ 90

  • Acompanhamento de transtorno de TDAH

    R$ 90

  • Agorafobia

    R$ 90

Consultórios (2)

Psicoabc

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Dúvidas respondidas

69 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

é normal uma imagem ficar fixa e se repetindo o tempo todo na cabeça após um trauma?

é normal uma imagem ficar fixa e se repetindo o tempo todo na cabeça após um trauma?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Gilvanda de Oliveira Rodrigues

Olá, tudo bem? O que você descreveu sobre a caminhada até o restaurante e a volta conversando é um retrato perfeito de como a nossa atenção opera quando estamos sob o efeito da ansiedade. Quando o Transtorno de Ansiedade Generalizada está ativo, o cérebro entra em um estado de hipervigilância, monitorando cada mínimo sinal físico como se fosse um perigo iminente. Nessa dinâmica, o ato de caminhar deixa de ser um simples movimento do corpo e se transforma em um espelho onde você fica obcecado em vigiar os batimentos, a respiração e o cansaço, o que acaba drenando a sua energia de forma impressionante. No entanto, na hora da volta, ao se envolver em uma conversa, a sua mente direcionou o foco para o mundo externo, desligando temporariamente aquele alarme interno e permitindo que o corpo fluísse com naturalidade. Afinal, o que será que a sua mente tenta antecipar ou proteger quando você se vê sozinho caminhando e prestando tanta atenção nos próprios sintomas? Como seria se, em vez de lutar contra essas sensações físicas, você conseguisse tratar o cansaço apenas como um ruído de fundo passageiro? Vale a pena conversar com um médico para descartar qualquer questão física, mas explorar esses gatilhos mentais em um espaço terapêutico pode devolver a leveza aos seus passos. Caso precise, estou à disposição.


Doutores(as), tenho 25 anos e, ultimamente (já há uns 6 meses), tenho me sentindo muito desanimada c

Doutores(as), tenho 25 anos e, ultimamente (já há uns 6 meses), tenho me sentindo muito desanimada com o meu trabalho. Sinto uma exaustão mental, às vezes até física, muita falta de interesse, meu rendimento caiu bastante, já não tenho vontade de participar de nada que reúna todos (sejam lanches simples do dia a dia, ou até mesmo festas), me sinto angustiada em estar trabalhando presencialmente, entre outras coisas que também tenho passado, como por exemplo, apesar de tentar deitar cedo para dormir, durante a noite acordo muito e não durmo bem.
Fico me perguntando se isso poderia ser uma possível síndrome de bournout.
Porque às vezes penso ser exagero meu e me julgo, pois sou nova, trabalho só 6 horas por dias e fico nesse impasse para buscar um profissional.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Gilvanda de Oliveira Rodrigues

Olá, tudo bem? Carregar esse peso todo aos vinte e cinco anos, trabalhando apenas seis horas e ainda se culpando por achar que é exagero, é um ciclo exaustivo que drena qualquer energia vital. Quando a mente e o corpo chegam a esse ponto de apatia, insônia recorrente e aversão a qualquer convívio social, não estamos falando de falta de esforço ou de drama, mas de sinais claros de que o seu sistema de alerta e regulação emocional atingiu o limite da exaustão. Muitas vezes, a autocrítica severa funciona como uma tentativa desesperada de nos forçar a render, ignorando o fato de que a exaustão crônica altera profundamente a nossa capacidade de concentração e prazer. Vale a pena refletir: em que medida esse julgamento rigoroso que você faz de si mesma tem ajudado a resolver o problema, ou será que ele só aumenta o peso que você já carrega? O que aconteceria se você começasse a tratar esses sintomas não como fraqueza, mas como mensagens urgentes de que o seu ritmo atual é insustentável? Como seria dar o primeiro passo para organizar esse sofrimento em um espaço seguro, onde você não precise provar o seu valor o tempo todo? Se fizer sentido, podemos conversar mais sobre isso e investigar essas vivências com o cuidado que você merece. Caso precise, estou à disposição.


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