Perguntas do paciente (21)
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Como parar de duvidar de mim mesmo na vida adulta quando recebi descrédito em momentos muito delicad
Como parar de duvidar de mim mesmo na vida adulta quando recebi descrédito em momentos muito delicados nas fases iniciais da minha vida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como vai?
A dúvida de si na vida adulta muitas vezes é o eco de um descrédito que chegou cedo. Quando, em momentos delicados, o que a pessoa sentia ou percebia foi desmentido ou minimizado, ela aprende a desconfiar da própria experiência.
Isso não se resolve por decisão nem com frases de autoestima. Na psicoterapia, o trabalho é compreender como essa voz antiga ainda fala hoje, e ir reconstruindo o direito de sentir, decidir e errar sem precisar de validação o tempo todo.
Se essa insegurança tem limitado escolhas e relações, vale olhar isso em acompanhamento psicológico.
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Olá, eu comecei a fazer terapia recentemente (hoje foi a minha terceira sessão e eu nunca tinha ido
Olá, eu comecei a fazer terapia recentemente (hoje foi a minha terceira sessão e eu nunca tinha ido a nenhuma outra), mas eu sempre tenho a sensação que estou falando coisas muito confusas nas minhas consultas, que eu nem sempre falo o que eu estou sentindo de verdade ou que eu não exponho o que eu realmente deveria, mesmo que sem querer. Ás vezes parece que eu não sei responder a nenhuma pergunta dirigida a mim ou que eu fico tão nervosa para responder que eu acabo respondendo qualquer coisa sem analisar bem. Eu gostaria saber se é comum sentir isso durante as primeiras sessões e como eu posso melhorar isso ou conseguir externalizar os problemas que eu quero trabalhar na terapia.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai?
Sim, é comum. Nas primeiras sessões, sobretudo quando a pessoa nunca fez terapia, isso aparece com frequência.
Você não está “falando errado”. Está tentando falar de si pela primeira vez diante de alguém que escuta de outro jeito, e isso desorganiza. A cabeça quer acertar, selecionar o que importa, não parecer confusa, não omitir o essencial. Essa exigência já é parte do que está acontecendo.
O nervoso, a resposta qualquer, a sensação de não dizer o que sente “de verdade” não são um defeito da terapia. São o começo dela. Muita gente chega achando que precisa entregar um relato claro, cronológico, honesto na medida certa. A clínica não funciona assim. O que aparece bagunçado, incompleto ou “qualquer coisa” já é material. Às vezes é justamente o que a pessoa não consegue organizar que precisa ser ouvido.
Sobre “o que eu realmente deveria expor”: esse “deveria” merece atenção. Quase sempre ele vem de uma ideia de paciente ideal, alguém que sabe o problema, nomeia o sentimento e entrega o que a terapeuta espera. Essa figura não existe. Você não precisa melhorar para merecer a sessão. A sessão existe para caber o que ainda não sai direito.
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Olá É normal um psicólogo durante a consulta interromper o paciente pra falar da vida pessoal?
Olá
É normal um psicólogo durante a consulta interromper o paciente pra falar da vida pessoal?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Não. Em geral, isso não faz parte do setting terapêutico.
A consulta é o espaço do paciente. O psicólogo pode falar pouco de si em situações pontuais, se isso servir ao tratamento. Interromper para falar da própria vida pessoal, porém, desloca o foco e costuma indicar um desvio do enquadre.
Se isso tem acontecido e gera estranhamento, vale colocar a questão na própria sessão. Caso o mal-estar permaneça, é legítimo buscar outro profissional e um espaço em que a escuta esteja no centro.
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Tenho dificuldade de me priorizar metas pessoais e fazer o que gosto. Sou de família que me deixou u
Tenho dificuldade de me priorizar metas pessoais e fazer o que gosto. Sou de família que me deixou um pouco de lado emocionalmente e acredito que isso me bloqueia de me priorizar mais, sinto que tenho que tirar força negativa de dentro de mim pra tentar me priorizar e tenho uma crença de que acho que seria muito egoísta da minha parte ao me colocar em primeiro lugar. Como se trabalha isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai?
Isso se trabalha a partir desse conflito: o desejo de se priorizar e a crença de que isso seria egoísmo.
Dificuldade de se priorizar costuma ter relação com a forma como a pessoa aprendeu a ocupar espaço afetivo.
Quando, na família, o cuidado emocional fica em segundo plano, é comum surgir uma crença silenciosa: cuidar de si seria egoísmo. O próprio desejo passa a parecer excesso. Por isso priorizar metas pessoais ou fazer o que se gosta não chega como algo simples, chega com culpa, bloqueio ou a sensação de precisar “forçar” algo contra si mesma.
Isso não se resolve só com força de vontade. Também não se trabalha “decidindo ser egoísta”. Na psicoterapia, o caminho é compreender de onde vem essa lealdade de não pesar, não exigir e não ocupar lugar, e o que acontece internamente quando a pessoa tenta se colocar em primeiro plano.
O trabalho clínico ajuda a distinguir egoísmo de autocuidado. Egoísmo é desconsiderar o outro. Priorizar-se é não desaparecer para caber. Com o tempo, metas pessoais e o que se gosta deixam de ser vividos como traição.
Se essa dificuldade tem aparecido com frequência e já causa sofrimento ou paralisia, vale olhar isso em acompanhamento psicológico. Cada história pede um tempo e um espaço próprios.
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Tenho 35 anos e perdi minha mãe de forma repentina há quase um ano. No começo, achei que a tristeza
Tenho 35 anos e perdi minha mãe de forma repentina há quase um ano. No começo, achei que a tristeza fosse diminuindo, mas sinto que estou cada vez mais 'travada'. Não sinto prazer nas coisas que amava, sinto uma culpa constante por não ter feito mais por ela e um vazio que parece não ter fim. Choro todos os dias e me sinto exausta, sem ânimo para trabalhar ou sair com amigos. Como saber se o que estou vivendo ainda é o processo natural do luto ou se isso já se transformou em uma depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Sinto muito pela sua perda. A morte repentina de alguém tão importante como a mãe costuma ser uma experiência profundamente impactante, e o luto pode se manifestar de formas muito intensas e, por vezes, prolongadas.
O que você descreve como a sensação de estar “travada”, a perda de prazer nas coisas que antes gostava, a culpa constante, o choro frequente e a falta de energia, são sinais que merecem atenção cuidadosa. Embora o luto não tenha um prazo definido e cada pessoa o vivencie de maneira única, quando o sofrimento se intensifica com o tempo ou começa a comprometer significativamente a rotina, o trabalho e os vínculos, é importante avaliar se esse processo pode estar se associando a um quadro depressivo.
Mais do que diferenciar “luto normal” de depressão de forma rígida, o mais importante é olhar para o quanto você está sofrendo e o quanto isso tem impactado sua vida. Você não precisa atravessar isso sozinha.
Um acompanhamento psicológico pode oferecer um espaço seguro para elaborar essa perda, trabalhar os sentimentos de culpa e, aos poucos, ajudar você a retomar o contato com a vida de uma forma possível e respeitosa ao seu tempo.
Se fizer sentido para você, buscar ajuda neste momento pode ser um passo importante de autocuidado.
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Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?
Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai?
Sim, há possibilidade de melhora, mesmo após dois anos.
A desrealização associada à ansiedade é uma resposta do organismo ao estresse e não indica algo permanente. Com o tratamento adequado, como psicoterapia e, se necessário, acompanhamento psiquiátrico, é possível reduzir significativamente os sintomas.
A recuperação tende a ser gradual, mas você não precisa passar por isso sozinho. Buscar ajuda pode ser um passo importante para se sentir melhor.
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Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesm
Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesmo tendo inúmeras brigas diárias
O pior, sou eu quem procuro e ainda ele me humilha por isso, mas eu não sei como agir e nem como sair desse ciclo que já se repetiu por várias vezes, ele também sempre volta
Eu reconheço, que estou errado, que isso não pode continuar, mas não consigo sair disso
É muito dolorido e vergonhoso, muitas vezes eu acho que nunca vou sair disso e que parece o novo jeito de estar neste relacionamento
Ninguém nem imagina que vivemos issoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem?
O que você descreve é um sofrimento muito significativo, e é importante reconhecer a coragem que existe em conseguir nomear isso com tanta clareza.
Mais do que pensar apenas em “fase de negação”, o que aparece no seu relato é um ciclo relacional que se repete, mesmo trazendo dor, humilhação e desgaste emocional. Esse tipo de dinâmica pode gerar uma sensação de aprisionamento, como se, ao mesmo tempo em que você reconhece que não faz bem, também não consegue se afastar.
Isso não significa fraqueza ou falta de vontade, muitas vezes envolve aspectos emocionais profundos, como vínculo afetivo, dependência emocional, esperança de mudança ou até dificuldade de lidar com a ruptura e o vazio que ela pode trazer.
O fato de você perceber que essa situação não pode continuar já é um passo muito importante. Ao mesmo tempo, sair desse ciclo costuma exigir mais do que apenas decisão racional, é um processo que envolve compreender o que te mantém nesse lugar e fortalecer recursos internos para sustentar uma mudança.
Um ponto de atenção importante é que relações marcadas por humilhação frequente podem ser emocionalmente adoecedoras.
Buscar acompanhamento psicológico pode ser fundamental nesse momento, oferecendo um espaço seguro para entender essa dinâmica, trabalhar sua autoestima e construir, gradualmente, caminhos para sair desse ciclo de maneira mais consistente e cuidadosa com você.
Você não está sozinho, e é possível, sim, transformar essa situação com apoio adequado.
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A ansiedade social me deixa muito irritada na rua, e em meio de pessoas, como enfrentar com calma?
A ansiedade social me deixa muito irritada na rua, e em meio de pessoas, como enfrentar com calma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade social pode, sim, se manifestar como irritação, isso acontece porque o corpo fica em estado de alerta, como se estivesse sob ameaça, o que gera tensão e impaciência.
Algumas estratégias podem ajudar: focar na respiração (mais lenta e profunda), direcionar a atenção para o ambiente ao redor (como sons e objetos) e fazer pequenas exposições graduais a situações sociais, respeitando o seu ritmo.
Também é importante não se cobrar tanto nesses momentos, reconhecer que é uma reação da ansiedade já ajuda a diminuir a intensidade.
Com acompanhamento psicológico, é possível entender melhor esses gatilhos e desenvolver formas mais tranquilas de lidar com essas situações. Você não está sozinha, e isso pode melhorar com o tempo e cuidado adequado.
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Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo u
Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo um quadro de que como se o mundo não fosse real e nem eu. Não é como minhas crises anteriores onde eu tinha sintomas físicos muito fortes como: falta de ar, visão escurecendo, palpitações fortes e tontura, hoje eu não sinto nada disso apenas uma leve sensação de que o corpo está pesado e dormente mas não chega a estar. Eu tenho medo da morte súbita e isso vem afetando minha percepção das coisas, eu tento me confortar com meus exames que estão normais e minha idade que não se adequa a maioria dos casos de morte súbita, mas mesmo minha mente sossegando um pouco ainda fico com a impressão no fundo de que vou morrer amanhã ou daqui a pouco. Estou me cuidando apesar de tudo, comendo, dormindo, andando mesmo que pareça estranho fazer tudo isso e passando no psicólogo e logo no psiquiatra para fazer acompanhamento com medicação.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai?
O que você descreve é compatível com quadros de ansiedade, especialmente quando há sintomas como desrealização (essa sensação de que o mundo ou você não são reais). Embora seja muito desconfortável, isso não significa que você esteja em risco imediato ou que vá acontecer algo grave.
A ansiedade pode mudar de forma ao longo do tempo, nem sempre vem acompanhada de sintomas físicos intensos, e pode aparecer mais como esse estado de estranhamento e medo constante.
É muito positivo que você já esteja se cuidando, fazendo acompanhamento psicológico e buscando avaliação psiquiátrica. Esse é o caminho mais indicado, e tende a ajudar bastante na redução desses sintomas.
Com o tratamento adequado, é possível recuperar a sensação de segurança e bem-estar. Você não está sozinha, e o que você está sentindo tem explicação e tratamento.
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Olá! Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei
Olá!
Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei me expressar e quando eu fico sobre pressão geralmente começo a chorar sem para, meu parceiro acha que prefiro ignorar ele ou que eu não tem o que dizer, mas na verdade minha mente fica a mil, mas não consigo tira da mente e passa pra ele e isso me mata por dentro. Como que faço para não ter dificuldade em querer conversar, nem fugir, nem ignorar a situação e não ficar na defensiva? tenho muito a falar mas sinto um bloqueio na hora principalmente quando sou pressionada a ter uma conversa seria.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia!
O que você sente é mais comum do que parece. Em momentos de pressão, o excesso de emoções pode causar esse “bloqueio”, e o choro acaba sendo uma forma do corpo reagir.
Você pode começar respeitando seu tempo, dizendo ao seu parceiro que precisa de um momento para organizar o que sente antes de conversar. Escrever também pode ajudar a colocar em palavras o que está difícil de falar.
Com apoio psicológico, é possível trabalhar essa dificuldade e se expressar com mais segurança. Você não está sozinha.
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Como sair mais rápido da fase de negação do luto do divórcio?
Como sair mais rápido da fase de negação do luto do divórcio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai?
O divórcio, assim como outras perdas importantes, pode desencadear um processo de luto, e a negação costuma ser uma das formas iniciais de lidar com a dor, uma espécie de proteção psíquica diante de algo difícil de assimilar.
É compreensível querer “sair mais rápido” dessa fase, mas o luto não costuma seguir um ritmo linear ou apressado. Tentar acelerar esse processo, muitas vezes, pode gerar ainda mais sofrimento. Em vez disso, o caminho mais saudável tende a ser o de reconhecer, aos poucos, a realidade da perda e permitir-se entrar em contato com os sentimentos que surgem, mesmo que sejam desconfortáveis.
Algumas atitudes podem ajudar nesse processo: falar sobre o que aconteceu com alguém de confiança, evitar manter expectativas de reconciliação quando o vínculo já se encerrou, e retomar gradualmente a própria rotina e interesses individuais. Pequenos movimentos de reconexão consigo mesma(o) já são passos importantes.
Se a sensação de negação persiste por muito tempo ou impede você de seguir com a vida, o acompanhamento psicológico pode oferecer um espaço seguro para elaborar essa ruptura, compreender os significados dessa relação e construir novos caminhos com mais consciência e cuidado.
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Como o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) afeta amigos e família de uma pessoa border?
Como o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) afeta amigos e família de uma pessoa border?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode ter um impacto significativo nas relações interpessoais, incluindo amigos e familiares. Isso ocorre porque o TPB afeta intensamente a maneira como a pessoa border regula suas emoções, se relaciona com os outros e percebe a si mesma.
Aqui estão algumas formas de como o TPB pode afetar amigos e familiares:
1. Oscilação entre proximidade e afastamento
Idealização e desvalorização: Pessoas com TPB podem alternar entre considerar alguém como "perfeito" e, repentinamente, vê-lo como "ruim" ou ameaçador. Isso pode gerar confusão e mágoas nos amigos e familiares.
Busca intensa por afeto: A pessoa pode exigir atenção e suporte de forma constante, causando sobrecarga emocional nos entes queridos.
2. Dificuldade em lidar com conflitos
Reações emocionais intensas: Discussões ou conflitos podem ser percebidos como rejeição ou abandono, levando a explosões emocionais ou tentativas desesperadas de evitar a perda do vínculo.
Comportamentos impulsivos: Episódios de impulsividade (como automutilação ou abuso de substâncias) podem deixar familiares e amigos em alerta constante, temendo pelo bem-estar da pessoa.
3. Impacto na saúde mental dos entes queridos
Ansiedade e estresse: Cuidar de alguém com TPB pode ser emocionalmente exaustivo. Amigos e familiares podem sentir que estão "andando em ovos", tentando evitar gatilhos.
Sentimentos de culpa ou frustração: Os entes queridos podem se sentir responsáveis por "consertar" ou ajudar a pessoa com TPB, o que pode levar a frustrações quando os esforços não resultam em mudanças.
Como ajudar e se proteger?
É essencial que amigos e familiares busquem estratégias para lidar com as complexidades do TPB:
Informar-se sobre o TPB: Compreender o transtorno pode ajudar a reduzir julgamentos e aumentar a empatia.
Definição de limites claros: Estabelecer limites é fundamental para proteger o bem-estar emocional dos envolvidos.
Apoio profissional: Participar de grupos de apoio ou terapia familiar pode ajudar a lidar com os desafios.
Cuidar de si mesmo: Praticar autocuidado é crucial para evitar exaustão emocional.
Quando amigos e familiares entendem que o comportamento não é intencional, mas fruto de uma dificuldade emocional profunda, isso pode ajudar a manter relações mais saudáveis e solidárias.
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Qual profissional para diagnosticar tdah em adulto?
Qual profissional para diagnosticar tdah em adulto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
O diagnóstico do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) geralmente envolve uma avaliação abrangente realizada por profissionais de saúde, como médicos psiquiatras, psicólogos ou neurologistas especializados no transtorno. Não há um teste específico que possa diagnosticar o TDAH de forma conclusiva. Em vez disso, o processo de diagnóstico geralmente inclui:
Entrevistas clínicas: O profissional de saúde realizará entrevistas com o paciente e com os pais (no caso de crianças) para obter informações detalhadas sobre os sintomas apresentados, a história do desenvolvimento e o funcionamento geral.
Avaliação comportamental: É comum que o profissional solicite relatórios de professores ou outros cuidadores para observar os sintomas e o comportamento em diferentes ambientes.
Exclusão de outras condições médicas: O profissional deve descartar outras possíveis causas para os sintomas, como problemas de visão ou audição, distúrbios do sono, distúrbios de aprendizagem ou condições médicas subjacentes.
História médica e familiar: É importante analisar a história médica do paciente e da família em busca de fatores genéticos ou ambientais que possam contribuir para o TDAH.
O diagnóstico do TDAH é baseado em critérios específicos estabelecidos por manuais de classificação, como o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5ª edição) ou a CID-10 (Classificação Internacional de Doenças, 10ª edição). Os critérios incluem a presença de sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade que persistem em diferentes contextos e causam prejuízo significativo no funcionamento diário.
É importante ressaltar que o diagnóstico do TDAH deve ser realizado por profissionais de saúde qualificados, levando em consideração a avaliação de múltiplos aspectos do indivíduo.
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Uma pessoa narcisista consegue gostar de alguém de verdade, tipo uma mãe narcisista ela consegue rea
Uma pessoa narcisista consegue gostar de alguém de verdade, tipo uma mãe narcisista ela consegue realmente amar um filho, ou não, ela sempre o fará sofrer ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As pessoas com transtorno de personalidade narcisista podem ter dificuldade em desenvolver relacionamentos saudáveis e amorosos, incluindo relações com familiares. Eles tendem a ver as outras pessoas como objetos para satisfazer suas necessidades e desejos, em vez de como indivíduos com suas próprias necessidades e desejos.
No caso de uma mãe narcisista, ela pode sentir amor pelo filho, mas esse amor pode ser condicional e baseado na capacidade do filho de atender às suas necessidades e reforçar sua autoestima. Ela pode se sentir desapontada ou frustrada se o filho não atende a essas expectativas e isso pode levar a comportamentos abusivos e manipuladores.
É importante notar que cada pessoa é única e pode ter diferentes graus de transtorno de personalidade narcisista e diferentes formas de expressá-lo, então não é possível generalizar. No entanto, é importante buscar ajuda profissional se você estiver lidando com comportamentos abusivos ou danosos de uma pessoa narcisista em sua vida.
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Olá! Meu Nome é Chris.. Vivo uma Vida imaginária desde a minha adolescência, meu sonho era casar co
Olá! Meu Nome é Chris..
Vivo uma Vida imaginária desde a minha adolescência, meu sonho era casar com certa idade, ter filhas gêmeas e mora em certa cidade, nada disso aconteceu na realidade, mais eu vivo essa vida como fosse real em pensamento..Tenho duas famílias, a real e a imaginária, gosto mais da imaginária... O que vcs acham?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá Chris, como vai?
Primeiramente, é importante ressaltar que a psicanálise não julga ou rotula comportamentos como certos ou errados, mas busca compreender os processos psíquicos que levam a esses comportamentos.
A partir dessa perspectiva, é possível considerar que a criação de uma vida imaginária pode ser vista como uma forma de defesa psíquica contra as frustrações da vida real. A construção dessa vida imaginária pode ser uma maneira de lidar com os desafios da realidade e de encontrar uma forma de satisfação que pode não estar disponível na vida cotidiana. Busque por terapia para poder entender seus processos psíquicos. Caso decida por isso, estou à disposição. Abraços.
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Olá, Bom dia. Preciso de uma ajuda com um especialista qualificado para me orientar sobre às minh
Olá, Bom dia.
Preciso de uma ajuda com um especialista qualificado para me orientar sobre às minhas questões, tenho 25 anos e até o momento não consegui iniciar à minha carreira profissional, me sinto incapaz, insegura ,não sei ao certo o que eu realmente quero aprender e exercer. Não consigo me focar em nada, sempre estou pensando em muitas coisas, menos prestando atenção no momento.
Preciso de Ajuda.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicanálise pode ajudá-lo (a) a compreender e trabalhar suas inseguranças e dificuldades em encontrar e seguir uma carreira. Ela pode ajudá-lo (a) a identificar questões inconscientes que podem estar impedindo seu progresso e dar apoio para desenvolver novas formas de pensar e agir. Além disso, a psicanálise pode auxiliar a entender como eventos do passado podem estar afetando sua capacidade de tomar decisões e encontrar um caminho profissional. É importante encontrar um psicanalista qualificado e com quem você se sinta confortável para obter o melhor resultado. Caso seja sua vontade, estou à disposição.
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Na hipnose, houveram casos de gatilhos serem ativados no tratamento e que o terapeuta não conseguiu
Na hipnose, houveram casos de gatilhos serem ativados no tratamento e que o terapeuta não conseguiu desativa-lo ou elimina-lo? Isso é comum e qual a periculosidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A hipnose é um estado alterado de consciência que pode ser usado para ajudar as pessoas a alcançar objetivos como o controle da dor, o tratamento de fobias e a perda de peso. Em alguns casos, os gatilhos hipnóticos podem ser ativados durante o tratamento e podem ser difíceis de desativar ou eliminar. Isso é relativamente raro, mas pode acontecer se a hipnose for mal conduzida ou se o indivíduo tiver alguma condição de saúde subjacente que afete a resposta à hipnose. A periculosidade desse evento é baixa, mas se acontecer, é importante buscar ajuda de um profissional qualificado para lidar com o gatilho.
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O que e depressão afinal? Vocês poderiam me explicar melhor?
O que e depressão afinal? Vocês poderiam me explicar melhor?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A depressão é um distúrbio emocional comum que afeta a maneira como uma pessoa se sente, pensa e se comporta. Ela é caracterizada por sentimentos de tristeza, desesperança e falta de interesse nas coisas que costumavam ser divertidas. Algumas outras características comuns da depressão incluem: alterações no apetite e no peso, alterações no sono, dificuldade para se concentrar ou tomar decisões, fadiga ou perda de energia, sensação de culpa ou baixa autoestima, pensamentos de morte ou ideação suicida.
A depressão pode ser causada por uma combinação de fatores, incluindo fatores biológicos, genéticos, ambientais e psicológicos. Pode ser tratada com terapia, medicamentos ou uma combinação dos dois. A terapia como a psicanálise, pode ajudar a identificar e lidar com os pensamentos e sentimentos que contribuem para a depressão, enquanto os medicamentos podem ajudar a aliviar os sintomas. É importante lembrar que a depressão é uma condição comum e tratável, por isso, é importante que você busque ajuda de profissionais capacitados para te auxiliar. Caso seja sua vontade na busca pelo cuidado, estou à disposição.
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Quando estou ansioso não consigo engolir a comida fico com tosse também é normal
Quando estou ansioso não consigo engolir a comida fico com tosse também é normal
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é normal não conseguir engolir quando está ansioso. A ansiedade pode causar muitos sintomas físicos, como a sensação de não conseguir engolir. Se você está se sentindo ansioso, é importante que procure ajuda de um profissional de saúde mental para que possa encontrar formas de lidar com a ansiedade.
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Psicanálise não tem competência para curar o Transtorno Afetivo Bipolar?
Psicanálise tem competência para curar o Transtorno Afetivo Bipolar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno bipolar é uma condição que não tem cura completa, mas as pessoas com esta condição podem ter uma vida funcional com a ajuda da psicanálise e também com o acompanhamento do psiquiatra. Isso porque, às vezes, as pessoas com transtorno bipolar podem querer desistir do tratamento durante períodos de melancolia. A psicanálise pode ajudar a lidar e dar um novo significado para muitas das angústias que as pessoas com transtorno bipolar sentem. Mas lembre-se é importante ter o acompanhamento de profissionais qualificados e que você sinta segurança para tal.
Perguntas frequentes
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Olá, o clinico geral solicitou uma ultravaginal, mas ainda possuo o hímem intacto. Ele disse que não
O ultrassom transvaginal oferece imagens detalhadas do útero e ovários, mas…