Como sair mais rápido da fase de negação do luto do divórcio?

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Como sair mais rápido da fase de negação do luto do divórcio?
O luto sempre precisa ser vivido, sentido. As vezes entramos em fase de negação para não experienciar o desconforto e a dor desse momento. Entender o que é importante para você, qual vida tem sentido, suas necessidades, pode ajudar bastante. Se tiver dificuldade, a terapia possui muitas ferramentas para te ajudar.

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O divórcio é uma experiência que costuma trazer um luto muito particular. A fase de negação, nesse processo, funciona como uma defesa psíquica: ela tenta, de forma inconsciente, proteger a pessoa do impacto da perda, evitando o contato imediato com a dor. No entanto, quando essa fase se prolonga, pode gerar sofrimento ainda maior, dificultando a reorganização da vida e a possibilidade de abrir espaço para novos projetos e vínculos. Sair mais rápido da negação não significa apressar a dor, mas sim permitir-se olhar para ela com cuidado e acolhimento. Reconhecer os próprios sentimentos, falar sobre eles e buscar apoio em um espaço seguro são movimentos importantes nesse caminho. A psicoterapia pode auxiliar justamente nesse ponto: ao oferecer escuta qualificada e acolhedora, ajuda a elaborar a perda, a compreender o que se passa internamente e a construir, pouco a pouco, novas formas de se relacionar consigo e com o futuro. Se você sente que a negação tem dificultado o seu processo de recomeço, iniciar uma terapia pode ser um passo transformador.
A fase de negação no luto do divórcio costuma ser um dos momentos mais dolorosos após o fim de um casamento ou relacionamento longo. É como se a mente criasse um “amortecedor” para não encarar a separação de imediato. O problema é que, quando a negação se prolonga, a pessoa fica presa no passado e tem dificuldade de reorganizar a vida.

Para atravessar essa etapa mais rápido, é importante:

se permitir olhar para a realidade da separação conjugal;

falar sobre o que aconteceu, ao invés de guardar tudo em silêncio;

reconhecer tanto os momentos bons quanto os motivos que levaram ao fim;

criar novos hábitos e rotinas, sinalizando ao corpo e à mente que a vida está em movimento.

Esse processo nem sempre é fácil de viver sozinha. A terapia para superar o divórcio oferece um espaço de acolhimento e elaboração emocional que ajuda a transformar a dor em recomeço. Trabalhar o luto do divórcio em análise é o que permite não apenas aceitar a separação, mas também abrir espaço para uma vida mais autêntica e saudável.
 Rafael Magalhães
Psicólogo
Belo Horizonte
A fase de negação no luto do divórcio é uma forma de proteção: é como se a mente tentasse ganhar tempo para lidar com a dor. Forçar-se a sair dela rapidamente pode gerar mais sofrimento. O que ajuda é reconhecer os sentimentos aos poucos, dar espaço para falar sobre o que está acontecendo e, gradualmente, aceitar que a vida mudou. Cada pessoa tem seu ritmo nesse processo — o importante é transformar a dor em oportunidade de reconstrução e não ficar preso apenas na perda. Conversar sobre isso pode trazer mais clareza e acolhimento nesse momento.
 Lucia Bianchini
Psicólogo
Rio de Janeiro
A fase de negação após o divórcio é uma forma psíquica de se proteger de uma dor que ainda não pode ser elaborada. Querer “sair rápido” dela é compreensível, mas o processo de luto não segue um tempo exato e depende da história e do vínculo de cada pessoa. Forçar a superação costuma gerar ainda mais sofrimento. O mais importante é permitir-se sentir e compreender o que essa separação representa. A psicoterapia oferece um espaço de escuta que ajuda a dar sentido à perda e a transformar o sofrimento em possibilidade de recomeço. Cada pessoa vive o luto de um modo singular, e o cuidado precisa respeitar esse tempo.
 Jennifer Reis
Psicólogo
Rio de Janeiro
Bom dia! O luto é um processo muito complexo e muito particular de cada pessoa. Com isso, não é possível dizer "faça tal coisa que você vai passar por isso de forma rápida". O caminho mais indicado é fazer acompanhamento com algum profissional de saúde mental para se obtenha ajuda nesse processo de luto e seja possível atravessá-lo da melhor forma possível.
 Priscila Yamashita Silva
Psicólogo
Vitória da Conquista
Não existe uma resposta certa pra essa pergunta. Todas as fases do luto são difíceis de serem processadas, mas pra gente conseguir aceitar o luto é importante sentir. Como você se sente ao se separar? Se vier a dor, se vier a tristeza, deixe que ela entre e se manifeste. Com o tempo, esses sentimentos vão diminuir de intensidade naturalmente.
Não tem como superar algo se a gente não se permite sentir!
Espero que você fique bem! E caso precisar fico à disposição
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá. Penso que a forma mais rápida de avançar é conseguindo parar de negar. Entretanto, isso é um processo, nem sempre simples, e nem sempre claro sobre o que fazer. Validar seus sentimentos e falar sobre eles, na minha experiência clínica, costuma trazer alívio e clareza. A psicoterapia pode ser uma opção de lugar seguro e acolhedor para entrar em contato com suas emoções.
Abraço.
O luto após o divórcio é um processo emocional complexo, que envolve a reconstrução de vínculos internos e externos.

A fase de negação costuma surgir como um mecanismo de defesa, uma tentativa da mente de adiar o contato com a dor até que o psiquismo esteja pronto para elaborá-la.

Não há um tempo certo para “sair” dessa fase, mas há caminhos que ajudam a atravessá-la com mais consciência: permitir-se sentir, falar sobre o que aconteceu, e buscar apoio psicológico. A psicoterapia auxilia na elaboração da perda, na ressignificação da relação e na reconexão com a própria identidade.

O processo de luto não é sobre pressa, mas sobre presença.
Cuidar de si, com gentileza, é o primeiro passo para reconstruir-se e abrir espaço para novos começos.
 Alice Weber
Psicólogo
São Paulo
A negação é uma forma de proteção diante da dor do fim. Para sair dessa fase, é importante permitir-se sentir, falar sobre o que aconteceu e olhar para a realidade com cuidado, sem pressa.
A terapia pode te ajudar nesse processo, oferecendo acolhimento e clareza para seguir com mais leveza sem se sentir só. Se tiver interesse podemos agendar uma consulta para falar mais sobre esse momento.
Dra. Emiliane Antunes
Psicanalista, Psicólogo
Muriaé
Não há um modo “rápido” de sair da fase de negação, porque o luto não é um processo linear nem igual para todos. A separação mobiliza algo profundo — a perda de um vínculo que fazia parte da própria forma de o sujeito se reconhecer. Por isso, o tempo do luto é também o tempo de reconstruir algo de si mesmo.

A negação é uma defesa: ela protege o sujeito do impacto da perda até que ele possa se confrontar com o que realmente foi perdido. Tentar apressar essa passagem pode fazer com que o sofrimento apenas se desloque, reaparecendo de outras formas — no corpo, em novas relações ou em sintomas.

O tratamento psicanalítico pode ajudar justamente a dar lugar àquilo que foi perdido, permitindo que o sujeito possa falar, simbolizar e elaborar o sentido dessa ruptura.
 Martha May Ribeiro
Psicólogo
Salvador
Compreendo sua pressa. O luto do divórcio é doloroso, e a negação é uma proteção natural, não um erro.
Para sair da negação, o segredo não é acelerar a mente, mas sim sentir o corpo. A negação é a mente dizendo "isso não é real". Tente focar na sensação em vez de no pensamento.
--Atenção ao Corpo: Pare e perceba onde a dor ou o choque estão no seu corpo (um aperto, um vazio, uma dormência). Sinta isso sem julgar. Isso é o que chamamos de conscientização.
-- Foque no Presente: Sinta seus pés no chão. Respirar fundo ajuda a enviar sinais de segurança ao seu corpo.
--Permita a Realidade: A negação se quebra quando você reconhece a dor no seu corpo. É o primeiro passo para a assimilação.
Não lute contra o processo; sinta-o em pequenas doses. Se a sensação de não aceitar persistir e atrapalhar sua vida, convido você a buscar a psicoterapia para ter um acompanhamento e suporte seguro para atravessar esse processo.
Dr. Paulo Ricardo Fortunato
Psicólogo, Psicanalista, Terapeuta complementar
Campinas
Caro paciente, as fases do luto não tem um tempo certo para sair do sofrimento e avançar sem dor. Cada um vive sua fase dentro da sua subjetividade e apenas o autoconhecimento poderá te ajudar a superar cada uma dessas fases. O contato com suas experiências, o entendimento, assimilação e compreensão de fatores da sua vida que irão te ajudar. Precisa separar mais razão da emoção. Sua porcentagem racional tem que crescer a pelo menos 70%, 30% emoções e no contrabalanço amor próprio incondicional. Estou a disposição para ajudar nesse momento de evolução!
 Larissa Zani
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?
Essa fase da negação costuma ser uma das mais silenciosas e traiçoeiras do luto, porque o cérebro tenta te proteger da dor transformando a realidade em algo “temporário”, como se o fim ainda pudesse ser revertido. É uma forma de defesa — uma tentativa do organismo de ganhar tempo para que as emoções não cheguem todas de uma vez. Então, antes de pensar em “sair rápido” dessa fase, talvez o primeiro passo seja reconhecer o que ela está tentando te ensinar.

Muitas vezes, a negação não é sobre o ex-parceiro, mas sobre a dificuldade de aceitar que uma parte da sua identidade estava entrelaçada àquela relação. O luto não é apenas pela pessoa, mas pela rotina, pelos planos e até pela versão de você que existia ali. E o cérebro leva um tempo para reorganizar tudo isso, para entender que é possível seguir em frente sem apagar o que foi vivido.

Talvez ajude se perguntar: o que em mim ainda resiste em aceitar esse fim? É a saudade do outro ou o medo de não saber quem sou sem essa história? O que tem sido mais difícil — o silêncio externo ou o barulho interno das lembranças? Quando começamos a responder a essas perguntas com honestidade, o processo de aceitação deixa de ser uma corrida e passa a ser um reencontro.

O luto não precisa ser acelerado; ele precisa ser atravessado com consciência. E é nesse atravessar que, pouco a pouco, você volta a sentir vida dentro de si — sem precisar negar o que perdeu. Caso precise, estou à disposição.
 Luciana Kotaka
Psicólogo
Curitiba
Olá, esse é um assunto muito delicado, o luto tem diversas fases e todas elas são atemporais, isso é, não temos controle sobre o processo. Seria interessante buscar ajuda da terapia para que possa olhar para todos os aspectos que envolve o divórcio, os seus sentimentos, mágoas, e tudo mais. Quanto mais puder trabalhar isso internamente, mais tranquilo será o processo de luto, e consequentemente, mais fácil será lidar com suas dores e tudo mais.
Olá

Sua pergunta me deixa com várias reflexões aqui, vou compartilhar com você...

Primeiro, pela pergunta parece que você identifica a fase de negação, o que já é algo notável. Quem está em negação intensa muitas vezes não assume ou identifica que está. Uma hipótese é que essa negação já não esteja tão forte assim.

Outro ponto é um questionamento que fica: para que sair mais rápido dessa negação? Digo isso pois o luto tem suas fases, cada uma e cada pessoa vive isso de diferentes formas. Com algumas podem durar mais, outras menos, é um movimento muito individual. Viver cada fase faz parte do processo e é algo necessário até pra não pular etapas e viver tudo de forma saudável na medida do possível. Qual a finalidade de sair dessa negação? Se for acelerar o processo pro luto passar logo, eu entendo sua angústia, mas não sei o quanto pode ser frutífero, é algo pra se refletir.

Por fim, tenho um ponto que talvez possa te ajudar. Uma forma que pode te ajudar em qualquer fase do processo de luto é realmente entrar em contato com suas emoções e necessidades a cada momento do jeito que for possível. Entrar em contato, destrinchar esses sentimentos, falar sobre eles, dar nome, viver isso. Claro que com ajuda profissional pode ser menos doloroso e você pode ter mais suporte pra lidar com tanta coisa e viver os processos naturais com mais consciência.

De forma geral, olhar e aprofundar nas fases do seu processo e nas suas decisões é o mais recomendado!

Desejo que você viva isso da melhor forma possível e possa construir novos capítulos da sua história. Tudo de bom pra você!
Olá. O processo de luto após a separação é muito peculiar e individual, não somente devido ao seu funcionamento psicológico, mas também devido a intensidade desta relação, tempo de relacionamento e tudo que esteve em jogo neste processo. Não existe uma fórmula mágica para acelerar o processo, a não ser paciência e cuidado de si mesmo. Procure ajuda psicológica.
 Fiamma  Sena
Psicólogo
Anápolis
Se permita sentir, viva os processos!
 Tatiana Machado
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Como você está?
Algumas estratégias em psicoterapia podem ajudar a atravessar essa etapa de forma mais saudável e gradual, favorecendo a transição para outras fases do luto, como a raiva, a barganha, a depressão e, eventualmente, a aceitação.
Não é recomendável tentar “acelerar” o processo, pois, por mais doloroso que seja, o luto precisa ser vivido para que possa, de fato, ser superado. Forçar essa passagem pode tornar a experiência ainda mais difícil.
Procure reconhecer e aceitar a negação como parte natural do processo. Foque no autocuidado, mantenha uma rotina que lhe traga estabilidade e, se possível, busque apoio profissional.
Concentre-se no momento presente e nas coisas que estão sob seu controle agora.
Espero ter ajudado. Estou à disposição caso queira conversar mais sobre isso.
A fase de negação no luto do divórcio é uma reação natural da mente diante de uma mudança dolorosa. Ela surge como uma forma de proteção emocional, para que você consiga assimilar aos poucos a nova realidade. Por isso, “sair rápido” dessa fase nem sempre é possível e, muitas vezes, tentar apressar o processo só aumenta a ansiedade e a culpa.

O que você pode fazer é tornar essa fase mais consciente e menos paralisante, permitindo que a aceitação chegue de forma gradual. Alguns passos ajudam:

Permitir-se sentir: reconhecer a dor, a confusão e até a esperança de reconciliação como parte do processo.
Evitar idealizar o passado: lembrar-se também das razões que levaram ao divórcio.
Falar sobre o que está vivendo: dividir sentimentos diminui o peso emocional.
Retomar rotinas e pequenos cuidados pessoais, fortalecendo sua autonomia.
Criar novos significados: entender que o fim não invalida sua história, apenas abre espaço para um novo capítulo.

O acompanhamento psicológico pode acelerar esse processo de forma saudável, ajudando você a compreender seus sentimentos, trabalhar a aceitação e reconstruir sua identidade após o divórcio. A terapia acompanha seu ritmo, sem julgamento, e te oferece ferramentas para seguir adiante com mais clareza e força emocional.
 Junior Noronha da Fonseca
Psicólogo, Psicanalista
Taubaté
Olá, como vai? Não existe uma fórmula mágica ou receita que se possa seguir, mas o essencial é de manifestar, falar daquilo que dói. A fase de negação é a primeira de outras que compõem o luto, logo, ela levará um tempo para ser superada. Mas, se perceber que a negação está se prolongando por meses ou que seu sofrimento está muito intenso, procure ajuda psicológica.
O luto é uma fase muito dolorida, porém não existe fórmula mágica para acelerar. Você precisará passar por todas as fase, o ideal e que utilizo muito no consultório é manter a rotina ( isso na consulta a gente consegue ir mais detalhadamente) mesmo que sem vontade, sofrendo, mas não parar. O mais importante é o não parar.
Dra. Fabiéle De Campos Machado
Psicólogo
Rio de Janeiro
A fase de negação no luto do divórcio é uma forma de proteção do psiquismo diante de uma perda profunda. Não é algo que se “pula”, mas que se atravessa com consciência e acolhimento.

A forma mais saudável e mais rápida de sair dela não é evitar a dor, mas permitir-se sentir, elaborar o que foi vivido e ressignificar a própria identidade fora dessa relação. O divórcio não é apenas uma separação externa, mas um convite a se reconectar com quem você é além do vínculo.

Buscar apoio psicológico pode ser essencial nesse processo, ajudando você a transformar a dor em amadurecimento emocional e reconexão consigo mesmo.
 Iago Cotta Couto
Psicólogo
Belo Horizonte
Mesmo que possa ser contraintuitivo, é importante se permitir sentir a dor e sofrimento do luto. Muitas pessoas, pelo desconforto, tentam se afastar dos sentimentos, mas é justamente através dele que é possível superar essa fase. Não controlamos os sentimentos e eles existem por uma razão, permitir-se sentir traz alívio e ajuda a elaborar a confusão e a dor causada pelo fim da relação. A negação é a primeira fase do luto e é normal ter essa sensação. Com o tempo e proximidade dos sentimentos eles costumam evoluir para as fases seguintes, como, por exemplo, raiva, barganha e aceitação.
Não existe uma receita ou um modo para sair mais rápido e ou elaborar o luto. Este momento deve ser sentido e vivido. É importante ter o acompanhamento de um terapeuta para te auxiliar nesta elaboração do luto referente ao divorcio.
A fase de negação no luto do divórcio costuma surgir como uma proteção emocional. Para atravessar esse momento com mais consciência e menos sofrimento, é importante ter um espaço seguro para falar sobre a perda, os sentimentos e as mudanças que ela trouxe.
Na terapia, esse processo acontece no seu tempo, sem pressa e sem julgamento, ajudando a integrar a realidade do fim, reorganizar a vida e cuidar das emoções que surgem ao longo do caminho. Você não precisa passar por isso sozinho(a).
Olá! A fase de negação no luto do divórcio é uma forma de proteção emocional e não tem um “tempo certo” para acabar. Em vez de tentar sair dela rapidamente, o mais importante é permitir-se reconhecer a realidade da perda aos poucos, sem se julgar. Algumas atitudes podem ajudar nesse processo, como falar sobre o que aconteceu, nomear as emoções que surgem, evitar idealizar excessivamente o relacionamento e retomar gradualmente a rotina e os projetos pessoais. O acompanhamento com um psicólogo pode ajudar a atravessar essa fase com mais consciência, reduzindo o sofrimento e prevenindo que a negação se prolongue.
Ah! Quem dera se houvesse fórmula mágica para superar o luto de forma rápida ;(
Se existe negação, existe uma explicação! Talvez você precise entender o que essa negação está querendo dizer!
O luto é vivido de várias formas e tem um simbolismo importante de se olhar!
Quem era a pessoa na qual se divorciou?
O que você era com ela?
Muitas vezes tem a perca de si, do que era com aquela pessoa!
Ou como está sendo não ter mais essa pessoa na sua vida? Como está pós divórcio? Como está seu cuidado com o luto? Tem apoio? Ou está sendo um pesar, guardado só para você?
Tem muito aprofundamento que muitas vezes pode levar tempos para ir “cicatrizando” de um por um!
Sinto muito por isso!

 Crislaine Adelino
Psicólogo
Rio de Janeiro
O que você está vivendo faz sentido e merece cuidado. A negação é uma tentativa legítima de se proteger da dor do divórcio, e na terapia esse é um espaço seguro para reconhecer a perda no seu tempo, nomear o que foi quebrado, sentir o que ficou suspenso e, pouco a pouco, transformar o vínculo que existia em algo que possa ser elaborado, sem pressa e sem julgamento, você não precisa dar conta disso sozinho. Se cuide, abraços!
Dr. Ivan Lucas de Almeida Paiva
Psicólogo
São Paulo
Não existe uma forma de “acelerar” o luto, inclusive o do divórcio. A fase de negação costuma funcionar como uma proteção emocional temporária. É como se a mente precisasse de um tempo para assimilar uma ruptura que foi muito significativa.

Tentar forçar o fim da negação pode, paradoxalmente, prolongar o sofrimento. O que ajuda não é acelerar, mas atravessar o processo com mais consciência.

Alguns pontos que podem favorecer esse movimento:

Reconhecer a realidade aos poucos, evitando alimentar fantasias constantes de reconciliação quando não há sinais concretos disso.

Permitir-se sentir tristeza, raiva, frustração ou medo sem se julgar por isso.

Reduzir estímulos que reforcem a negação, como acompanhar excessivamente a vida do ex-parceiro.

Buscar apoio emocional, seja em amigos, família ou psicoterapia, para elaborar o que foi perdido e também o que precisa ser reconstruído.

O divórcio não representa apenas o fim de uma relação, mas o fim de planos, expectativas e de uma identidade construída a dois. É natural que o cérebro resista a isso no início.

Se a sensação for de que você está “parado(a)” na negação há muito tempo, ou que isso está prejudicando sua rotina, pode ser importante buscar ajuda profissional. O luto precisa ser vivido, mas não precisa ser vivido sozinho(a).
A terapia cognitiva comportamental pode ser uma ferramenta terapeutica muito útil para o tratamento do luto prolongado.
 Joana Donati
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá!
Para superar a separação é preciso trabalhar os sentimentos de culpa, injustiça, arrependimento. É preciso passar por um processo de despedida dessa relação. Deixando que aquela pessoa se vá e deixe de ocupar o lugar que ocupava na sua vida. E que você vá se reconectando com as coisas importantes na sua vida, pessoas, atividades, o que era importante para você antes da separação.

O luto ele tem 5 fases. A fase 1 da negação é quando ainda não acreditamos que aquilo aconteceu de verdade. Nos questionamos será que é isso mesmo? Normalmente essa é a fase mais rápida.
Imagino que, na verdade, você esteja passando pela fase 2 da raiva ou a fase 3 da negociação. Na fase 2 da raiva é quando a pessoa se revoltar com a injustiça da situação. Procura culpados. Por que? Por que agora? Envolve uma raiva em relação aos outros. Na fase 3 é quando a pessoa pensa que poderia ter feito diferente para mudar aquela situação. Se pergunta “e se..” "E se eu tivesse agido de outra forma?" "E se não tivesse acontecido tal coisa?". Nessa fase a pessoa começa a se questionar sobre a sua responsabilidade nisso tudo. Como você gostaria de ter voltado atrás e ter feito alguma coisa para que aquilo não acontecesse. Além dessas fases, existe ainda a fase 4 da depressão e a fase 5 da Aceitação. Para chegar na aceitação é preciso passar por todas as fases anteriores para elaborar a perda daquela pessoa na sua vida, a perda daquela relação. Na negação, na raiva e na negociação ainda estamos tentando brigar com a situação, na fase da depressão é quando começamos a lidar com a verdade nua e crua, a lidar com os fatos, essa fase dói e é difícil, mas é ela que nos ajuda a chegar no momento da aceitação, quando paramos de brigar com a realidade e lembramos da pessoa sem querer mudar a realidade.
 Valdaisa Ap. Kuhl Scaduto
Psicólogo, Psicanalista
Araraquara
Olá, como vai?

O divórcio, assim como outras perdas importantes, pode desencadear um processo de luto, e a negação costuma ser uma das formas iniciais de lidar com a dor, uma espécie de proteção psíquica diante de algo difícil de assimilar.

É compreensível querer “sair mais rápido” dessa fase, mas o luto não costuma seguir um ritmo linear ou apressado. Tentar acelerar esse processo, muitas vezes, pode gerar ainda mais sofrimento. Em vez disso, o caminho mais saudável tende a ser o de reconhecer, aos poucos, a realidade da perda e permitir-se entrar em contato com os sentimentos que surgem, mesmo que sejam desconfortáveis.

Algumas atitudes podem ajudar nesse processo: falar sobre o que aconteceu com alguém de confiança, evitar manter expectativas de reconciliação quando o vínculo já se encerrou, e retomar gradualmente a própria rotina e interesses individuais. Pequenos movimentos de reconexão consigo mesma(o) já são passos importantes.

Se a sensação de negação persiste por muito tempo ou impede você de seguir com a vida, o acompanhamento psicológico pode oferecer um espaço seguro para elaborar essa ruptura, compreender os significados dessa relação e construir novos caminhos com mais consciência e cuidado.
 Genildo Andrade
Psicólogo
Jaboatão Dos Guararapes
Por se tratar de um processo subjetivo, cada indivíduo possui seu próprio tempo para elaborar o luto de uma perda, como o divórcio. Não há um caminho rápido para sair da fase de negação, mas sim um processo que precisa ser vivido e compreendido. Estratégias superficiais, voltadas apenas para aliviar ou evitar a dor, podem dificultar a elaboração do luto e trazer consequências emocionais futuras. O mais indicado é buscar um espaço de escuta e reflexão, que favoreça a compreensão da experiência e a integração desse momento.

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