Bom dia. É possível ter o diagnóstico de Trantorno de Personalidade Esquizóide e do Espectro Autista

26 respostas
Bom dia. É possível ter o diagnóstico de Trantorno de Personalidade Esquizóide e do Espectro Autista?

Pois, alguns dizem haver essa possibilidade e outros de que não é possível na prática.
Qualquer diagnóstico só é possivel através de uma avaliação médica, acompanhamento de no mínimo 6 meses e avaliação de equipe multidisciplinar. A avaliação neuropsicológica é um instrumento auxiliar em diagnósticos feito por psicólogos com essa especialização, onde avalia-se Personalidade, Cognição e Comportamento e pode ajudar nesse raciocinio clinico. É possivel em alguns quadros com comorbidades, ou seja, um diagnóstico associado a outro. Um deles vai ter um peso maior, onde será mais observado os prejuízos do paciente mas não diminui a gravidade do outro. Deve-se ter cuidado, paciencia e um bom acompanhamento médico. Inclusive a avaliação vai ajudar no planejamento do tratamento. Em relação ao transtorno de personalidade esquizóide tem que fazer esse diferencial pq é um distúrbio que começa na fase adulta enquanto o autismo na primeira infância (relacionado ao neurodesenvolvimento). Por isso tem que ser bem avaliado por especialistas. Espero ter ajudado, abraço

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Olá, como a colega mencionou a cima o processo de diagnostico deve ser feito mediante uma avaliação cuidadosa, buscando sempre diferenciar os diagnósticos, mesmo que possam estar associados. Isso deve ser feito com cuidado e um bom profissional, para inclusive guiar de forma mais assertiva a intervenção.
 Roberta Ocana
Psicólogo
São Paulo
Assim como os diagnósticos de doenças físicas são sempre pautados em exames e dados clínicos dos pacientes, os diagnósticos de transtornos mentais também devem ser realizados a partir de critérios e instrumentos como a avaliação neuropsicológica e acompanhamento com profissional especializado, muitas vezes com envolvimento de uma equipe multidisciplinar.
Independente de estarem associados ou não, o importante é o acompanhamento com um profissional que entenda do assunto para que te auxilie no manejo, intervenções e encaminhamentos necessários para uma melhora na qualidade de vida.
 Stephanie Von Wurmb Helrighel
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Concordo inteiramente com os colegas. Mas é importante que compreendas por qual razão esse diagnóstico fica reservado ao especialista.
Um diagnóstico, seja ele qual for, para o profissional que é responsável pelo seu tratamento terá a função de norteá-lo sobre o rumo do seu tratamento, isso inclui as técnicas que serão usadas, qual o seu prognóstico, quais as possíveis limitações do tratamento, quais os possíveis desafios, etc.
Já para alguém que não terá essa função específica na sua vida, rotular só servirá como um grande limitador... Limitador no qual suas angustias e comportamentos ficarão reservados ao rótulo: "fulano é assim porque é tal coisa". Percebes a lógica reducionista? Se puderes evitar isso, melhor ok? Confio no profissional que está te acompanhando e de o melhor de si no seu tratamento. Isso sim vai te ajudar e fortalecer. Espero ter ajudado. Grande abraço e fica a disposição.
Te convidamos para uma consulta: Primeira consulta psicanálise - R$ 200
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
 Jaqueline Clementino
Psicólogo, Psicanalista
Taubaté
Olá!
É preciso um acompanhamento profissional para que essa avaliação possa ser feita e o que o tratamento adequado seja direcionado.
 Elen Sabrina Oliveira de Sousa Yasin
Psicólogo, Psicanalista
São Miguel do Oeste
Olá, como vai? Então, delicado essa situação de diagnóstico... É imprescindível uma boa avaliação por parte de profissionais especialistas, de uma equipe multidisciplinar, assim como foi descrito acima pelos colegas. Essa avaliação e cuidado por parte dos profissionais, é que definirá a condução do tratamento para cada caso. Mas todo cuidado com a disseminação de diagnósticos precisa ser feita, pois existe um fenômeno de consequências psico-social, em que o indivíduo ao receber um diagnóstico pode a partir disso definir sua identidade, encontrando inclusive um lugar de pertença num grupo, assim gerando certo conformismo ou até se limitar para algumas áreas da vida, podendo aumentar o sofrimento. O diagnóstico serve somente para o profissional definir o tratamento a ser realizado. No entanto, ao me referir o quão é delicado este assunto, cito a explosão de diagnósticos que nos deparamos, especialmente no campo da saúde mental, que tem surgido de forma desenfreada há alguns anos. Esse é um fenômeno social a considerar. O que estaria por trás deste aumento exacerbado? Espero ter auxiliado,
 Rosiane Camelo
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
O diagnóstico de um transtorno é feito por profissionais especializados em saúde mental: psicólogos, psiquiatras,ou seja, uma equipe multidisciplinar. O processo de diagnostico deve ser feito mediante uma avaliação cuidadosa e minuciosa.É preciso entender como o diagnóstico de um transtorno funciona para o desenho do melhor plano de tratamento. Espero ter ajudado!
Te convidamos para uma consulta: Consulta psicologia - R$ 160
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
 Rosemar Prota
Psicólogo
São Paulo
Olá! Esta é uma pergunta bastante técnica. Recomendo fazer essa pergunta para seu psiquiatra e caso sinta necessidade procure outros psiquiatras, mas sempre com consultas de modo que o seu caso possa ser analisado em sua especificidade.
 Luciana Pacheco
Psicólogo
Bauru
Possível é, porém é necessário uma avaliação criteriosa de um profissional, para que o tratamento seja direcionado aos pontos que mais causam sofrimentos clinicamente significativo no paciente.
Qualquer diagnóstico só é possível através de uma avaliação médica, feito por profissionais especializados em saúde mental, por psicólogos e psiquiatras. Será feito uma avaliação minuciosa para que se chegue a um tratamento adequado!
Dra. Gabriela Gomes
Psicólogo
São Paulo
Bom dia! Sim é possível. Para te explicar melhor a respeito devemos relembrar do que se trata o transtorno de personalidade esquizoide. Nesse transtorno o padrão de seu comportamento é o distanciamento, onde o indivíduo não preza relações íntimas e opta por relações mais solitárias. Por essas razões é necessário uma avaliação bem aprofundada do caso para que não haja confusões com o quadro de síndrome de asperger. Os dois casos podem coexistir em um indivíduo, mas para cada caso, existe um tratamento específico, pois não adianta tratar uma esfera e deixar a outra como está. Então recomendo que procure auxílio psicológico para solucionar mais detalhadamente suas dúvidas em relação ao histórico do sujeito para assim traçar um plano terapêutico adequado para ambas ou uma das problemáticas. Qualquer coisa estou por aqui ok? Fique bem
 Vanessa M. Bifano
Psicólogo, Psicanalista
Sorocaba
Olá, boa noite, como você está?

Prazer, aqui quem fala é a psicóloga Vanessa Bifano.

Respondendo sua dúvida: sim, é possível e inclusive importante realizar uma análise, avaliação do caso e se chegar a uma conclusão diagnóstica. Através de avaliação com profissional da área.

Mais alguma dúvida?

Vamos agendar uma avaliação?

Aguardo,

Qualquer dúvida estou a disposição!

Att,

Psicóloga
Vanessa C. M. Bifano
CRP 06/124299
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), Psicanálise, Psicologia Positiva, Hipnose (Hipnoterapia Clássica), Mindfulness (Atenção Plena, foco e concentração) e Programação Neurolinguística (PNL)


 José Antonio Reis
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
É fundamental o acompanhamento médico por profissionais como psiquiatra, psicólogo (entre outros), para se chegar a esses diagnóstico e ao melhor tratamento em cada caso. Até por que os critérios e as nomenclaturas em si mudam com o tempo também.
 Danilo Serpico
Psicólogo, Terapeuta complementar
João Pessoa
Boa tarde. Devemos encarar os diagnósticos mais como uma referência teórica, uma linguagem comum entre profissionais da área da saúde, do que algo que de fato se propõe a explicar ou resumir o que alguém é ou como está. Cada ser humano é um universo em termos de suas individualidades e peculiaridades. Só é possível chegar próximo a algum tipo de classificação de uma parte desse todo através de extensa avaliação psicológica e psiquiátrica.
 Bernardo Schiapati
Psicólogo
Ribeirão Preto
Olá! A personalidade Esquizóide e o Espectro Autista muitas vezes possuem manifestações "parecidas", o que pode resultar em confusão no momento do diagnóstico. Entretanto, é importante ressaltar que em qualquer um dos casos, o diagnóstico por si só não implica em uma resposta terapêutica ou mesmo farmacológica específica. Sendo assim, o tratamento em ambos os casos é multiprofissional e pressupões uma análise específica de cada caso. Uma sugestão é buscar profissionais que possam acolher e auxiliar na elaboração do sofrimento do sujeito em questão para além dos diagnósticos. Assim, na medida que o tratamento vá se desenvolvendo, a natureza do "transtorno" ficará mais clara, o que favorece os processos terapêuticos e, consequentemente, permite ao sujeito desenvolver mais recursos para lidar com suas angústias e sofrimentos.
Dra. Clara Chachamovits Castro
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Diagnosticos com rotulos como transtorno de personalidade Esquizoide e Autismo podem ser feitos com avaliacoes psiquiatricas e psicologicas , incluindo testes de personalidade .Hoje em dia há testes sobre espectrum autista, mostrando que há varios niveis de autismo . Sao importantes no que se refere a uso de tratamento medicamentoso e o tipo de abordagem que se pode fazer com um paciente com este diagnostico. Em Psicanalise prefirimos nao usar rotulos e trabalhar nas condiçoes emocionais que sao possiveis para o paciente, num nivel em que ele pode se expressar e que podemos escutar. O rotulo diagnostico fecha muitos caminhos e possibilidades. Todos tem uma parte de nossa mente mais fechada em si mesmo, esquizoide, e uma parte um pouco autista.
 Renata Franco
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Boa tarde, cada ser humano é único e tem uma história pessoal com características próprias. A compreensão, empatia e a construção de uma relação de confiança na terapia são a chave para cura das questões emocionais que podem afligir ou, impedir o desenvolvimento pessoal. Nesta relação, e somente a partir dela, é que podemos pensar em diagnóstico. As questões são múltiplas e se entremeiam, de acordo com a história de cada um. Mas, quando podemos contar com alguém confiável, muita coisa pode se transformar. Espero que encontre a ajuda que necessita!
Olá. Sim é possível ter mais de um diagnóstico, Chamamos de comorbidades mais de um diagnóstico. O importante é que durante o acompanhamento o profissional se atente aquilo que o paciente apresenta e possa solicitar uma avaliação psicológica para verificar por meio de testagem questões relacionadas a personalidade e outros transtornos. Desta forma pode oferecer um melhor tratamento.
Dra. Rosemary da Silva Reis
Psicólogo
São João de Meriti
Sim, e possível ter o diagnostico de transtorno de personalidade esquizoide e estar no aspecto do autismo. Embora sejam diagnósticos distintos, e importante lembrar que os transtornos mentais são complexos e muitas vezes coexistem em uma mesma pessoa.
O transtorno de personalidade esquizoide e caracterizado por um padrão de distanciamento social, dificuldades em expressar emoções e insensibilidade aos contextos sociais.
Por outro lado, o autismo e um transtorno do desenvolvimento que afeta a comunicação, interação social, comportamentos repetitivos.
E importante ressaltar que o diagnostico deve ser feito por profissionais capacitados e a partir de uma avaliação criteriosa do paciente. Cada diagnostico requer uma abordagem terapêuticas especifica e um acompanhamento personalizado.
 Bruno Dal Pasquale
Psicólogo, Psicanalista
Curitiba
Olá, embora haja sobreposição em alguns sintomas (por exemplo, dificuldades na interação social), o diagnóstico de TPE se concentra em padrões duradouros de comportamento e funcionamento, enquanto o TEA abrange um espectro mais amplo de características neurodesenvolvimentais. É possível que uma pessoa seja diagnosticada com ambos os transtornos se ela atender aos critérios diagnósticos estabelecidos para cada um deles. Isso pode ocorrer quando os sintomas de ambos os transtornos são distintos o suficiente para serem diagnosticados separadamente. Portanto, a avaliação deve ser realizada por profissionais qualificados, como psiquiatras e psicólogos especializados em autismo, que consideram cuidadosamente o histórico médico, comportamental e social da pessoa para fazer um diagnóstico preciso. Cada indivíduo é único e pode apresentar uma combinação única de características que requer uma abordagem personalizada.
É possível, mas o mais importante é estar sendo bem cuidado, independente dos rótulos técnicos.
 Ana Paula Vitari
Psicólogo
São Caetano do Sul
O mais importante não é o nome do seu diagnostico mas sim como vc lida com suas dificuldades.
Vc está fazendo psicoterapia?
Estou disponibilizando breve consulta gratuitamente
 Alice Ferreira Coutinho
Psicólogo
Rio de Janeiro
Bom dia! Embora Transtorno de Personalidade Esquizóide (TPE) e Transtorno do Espectro Autista (TEA) compartilhem algumas características, como isolamento social e dificuldades na expressão emocional, são condições distintas. O diagnóstico simultâneo pode ser controverso, pois o TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento, enquanto o TPE é um transtorno de personalidade. Em alguns casos, pode haver confusão diagnóstica, mas um profissional especializado pode diferenciar as condições com base na história clínica e no funcionamento do indivíduo.
 Cristiane Verdan
Psicólogo
Colombo
É possível que uma pessoa tenha tanto o Transtorno de Personalidade Esquizóide quanto o Transtorno do Espectro Autista. Embora esses diagnósticos sejam diferentes, eles podem ocorrer juntos, pois ambos envolvem desafios nas interações sociais. É fundamental que um profissional de saúde mental faça uma avaliação cuidadosa para fornecer um diagnóstico preciso e orientações adequadas.
Sim, é possível que uma pessoa receba tanto o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Esquizóide quanto de Transtorno do Espectro Autista (TEA) — mas é raro e requer uma avaliação muito criteriosa, pois os dois quadros compartilham várias características, como:

Isolamento social
Pouca expressão emocional
Dificuldade de se vincular
Preferência por atividades solitárias

Por isso, há risco de confusão diagnóstica, especialmente nos casos leves do espectro autista (nível 1), que podem ser interpretados como traços esquizóides.

A diferença central está na origem e na estrutura do funcionamento:

O TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento, presente desde a infância, com impacto na comunicação social, cognição e comportamentos repetitivos.

O Transtorno de Personalidade Esquizóide é uma estrutura de personalidade que se consolida ao longo do tempo, geralmente na adolescência/vida adulta, e envolve um estilo interpessoal cronicamente distante e indiferente.

Em alguns casos, o TEA pode ser confundido com traços esquizóides — e vice-versa. Por isso, o mais importante é que o diagnóstico seja feito por profissionais experientes, com base em história de vida detalhada, avaliações clínicas e testes psicológicos, se necessário.
Logo, sim é possível haver os dois diagnósticos juntos, mas é raro. Mais comum é haver sobreposição de traços ou erro diagnóstico. Avaliação cuidadosa é essencial para diferenciar.
De fato há sobreposição de características entre o Transtorno de Personalidade Esquizóide (TPE) e os Transtornos do Espectro Autista (TEA), especialmente no que se refere à dificuldade de estabelecer vínculos sociais e à preferência por atividades solitárias; contudo, embora exista uma área de interseção, são quadros distintos em termos de origem, curso e critérios diagnósticos, sendo possível, sim, que uma mesma pessoa apresente ambos os diagnósticos, desde que atendidos todos os critérios específicos para cada condição, conforme orientações do DSM-5-TR e CID-11. A atuação do psicólogo, nesse contexto, é fundamental para realizar uma avaliação cuidadosa e contextualizada, diferenciando traços de personalidade de manifestações neurodesenvolvimentais, evitando diagnósticos precipitados e garantindo intervenções mais adequadas, acolhedoras e alinhadas às necessidades singulares de cada pessoa.

Especialistas

Fernanda Fonseca Rocha

Fernanda Fonseca Rocha

Psicólogo

Gravataí

Jenifer Angélica Carneiro

Jenifer Angélica Carneiro

Psicólogo

São José dos Campos

Marcia Santos Velloso de Carvalho

Marcia Santos Velloso de Carvalho

Psicólogo

Rio de Janeiro

Simone Padilha

Simone Padilha

Psicólogo

Blumenau

Irene Teresa Vieira Fabretti

Irene Teresa Vieira Fabretti

Psicólogo, Psicanalista

Belo Horizonte

Renata Camargo

Renata Camargo

Psicólogo

Camaquã

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 72 perguntas sobre Transtorno Da Personalidade Esquizóide
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.