Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?
34
respostas
Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?
Apoie seu filho ouvindo sem julgar, validando o que sente e incentivando alternativas como psicoterapia, rotina estruturada e atividades que aliviem o estresse. Evite pressionar; ofereça acompanhamento em consultas e mostre que buscar ajuda é seguro e não o torna fraco.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Oi, tudo bem? Imagino o quanto pode ser angustiante observar alguém que você ama sofrendo e, ao mesmo tempo, perceber que ele resiste a um caminho que poderia ajudar. Nessas horas, parece até que o próprio sofrimento deixa a mente mais rígida, como se dissesse “não quero mais nada que mexa comigo”. Isso acontece com muita gente em quadro depressivo e não significa falta de vontade, mas sim um cérebro sobrecarregado tentando se proteger como dá.
Uma coisa importante é lembrar que a recusa à medicação não invalida o cuidado. Às vezes, o que a pessoa rejeita não é o remédio em si, mas a sensação de perder controle, de admitir que algo realmente está difícil, ou até experiências ruins anteriores. Você já conseguiu entender o que exatamente incomoda ele quando o assunto é tratamento? Como ele reage quando você tenta conversar de forma mais curiosa do que persuasiva? E o que você percebe que o assusta mais: o diagnóstico, a mudança ou a ideia de “depender” de algo?
Mesmo que a medicação seja indicada em muitos casos — especialmente quando o sofrimento começa a limitar a vida diária — ainda assim existe espaço para acolhimento, diálogo e psicoterapia. A combinação costuma trazer resultados mais sólidos, mas cada passo só funciona quando a pessoa sente que não está sendo levada pela mão, e sim caminhando com você ao lado. Às vezes o que abre a porta do cuidado é justamente uma conversa menos sobre “você precisa fazer isso” e mais sobre “como tem sido carregar tudo isso sozinho na sua cabeça”.
Se ele for menor de idade, é essencial que vocês, pais ou responsáveis, estejam próximos, mantendo um espaço onde ele possa falar sem ter medo de decepcionar ninguém. Se for adulto, vocês ainda podem desempenhar um papel importante, mas com mais respeito ao espaço dele, oferecendo suporte emocional e encorajando, com delicadeza, que ele aceite ao menos uma avaliação profissional. Caso a situação pareça muito intensa, valeria considerar uma avaliação psiquiátrica, mesmo que ele ainda esteja resistente, para que vocês tenham clareza sobre a gravidade e as melhores possibilidades de cuidado.
Se sentir que é o momento certo, posso te ajudar a pensar juntos nessas nuances e em como abrir caminhos de diálogo com ele. Caso precise, estou à disposição.
Uma coisa importante é lembrar que a recusa à medicação não invalida o cuidado. Às vezes, o que a pessoa rejeita não é o remédio em si, mas a sensação de perder controle, de admitir que algo realmente está difícil, ou até experiências ruins anteriores. Você já conseguiu entender o que exatamente incomoda ele quando o assunto é tratamento? Como ele reage quando você tenta conversar de forma mais curiosa do que persuasiva? E o que você percebe que o assusta mais: o diagnóstico, a mudança ou a ideia de “depender” de algo?
Mesmo que a medicação seja indicada em muitos casos — especialmente quando o sofrimento começa a limitar a vida diária — ainda assim existe espaço para acolhimento, diálogo e psicoterapia. A combinação costuma trazer resultados mais sólidos, mas cada passo só funciona quando a pessoa sente que não está sendo levada pela mão, e sim caminhando com você ao lado. Às vezes o que abre a porta do cuidado é justamente uma conversa menos sobre “você precisa fazer isso” e mais sobre “como tem sido carregar tudo isso sozinho na sua cabeça”.
Se ele for menor de idade, é essencial que vocês, pais ou responsáveis, estejam próximos, mantendo um espaço onde ele possa falar sem ter medo de decepcionar ninguém. Se for adulto, vocês ainda podem desempenhar um papel importante, mas com mais respeito ao espaço dele, oferecendo suporte emocional e encorajando, com delicadeza, que ele aceite ao menos uma avaliação profissional. Caso a situação pareça muito intensa, valeria considerar uma avaliação psiquiátrica, mesmo que ele ainda esteja resistente, para que vocês tenham clareza sobre a gravidade e as melhores possibilidades de cuidado.
Se sentir que é o momento certo, posso te ajudar a pensar juntos nessas nuances e em como abrir caminhos de diálogo com ele. Caso precise, estou à disposição.
Você pode ajudar seu filho oferecendo apoio sem confronto, validando o que ele sente e abrindo espaço para diálogo. Algumas orientações importantes:
Valide o sofrimento dele.
Mostre que você percebe que ele não está bem e que está disponível para ajudar, sem minimizar ou julgar.
Evite pressionar pela medicação.
Explique que existem diferentes formas de tratamento e que a medicação é apenas uma possibilidade, não a única.
Incentive a psicoterapia como primeiro passo.
Muitas pessoas aceitam melhor a terapia do que remédios inicialmente. O acompanhamento psicológico pode ajudá-lo a entender e, com o tempo, reconsiderar a medicação se necessário.
Explique que depressão não é “frescura”.
Mostre que é uma condição que exige cuidado, assim como qualquer outra questão de saúde.
Procure orientação profissional você mesma.
A psicoterapia para familiares ajuda a entender como agir sem reforçar isolamento ou resistência.
Valide o sofrimento dele.
Mostre que você percebe que ele não está bem e que está disponível para ajudar, sem minimizar ou julgar.
Evite pressionar pela medicação.
Explique que existem diferentes formas de tratamento e que a medicação é apenas uma possibilidade, não a única.
Incentive a psicoterapia como primeiro passo.
Muitas pessoas aceitam melhor a terapia do que remédios inicialmente. O acompanhamento psicológico pode ajudá-lo a entender e, com o tempo, reconsiderar a medicação se necessário.
Explique que depressão não é “frescura”.
Mostre que é uma condição que exige cuidado, assim como qualquer outra questão de saúde.
Procure orientação profissional você mesma.
A psicoterapia para familiares ajuda a entender como agir sem reforçar isolamento ou resistência.
Essa é uma situação muito delicada, e é compreensível a sua preocupação ,ver um filho sofrendo e recusando ajuda é algo que dói profundamente.
Antes de tudo, é importante saber que nem todo tratamento para depressão depende de medicação. Embora os antidepressivos são fundamentais em casos moderados ou graves, há muitas outras formas de cuidado que podem ajudar a aliviar os sintomas e, com o tempo, até favorecer a abertura dele para o tratamento completo.
Aqui vão algumas orientações:
Evite pressionar ou discutir sobre “tomar remédio” diretamente.
Isso pode gerar mais resistência. Em vez disso, demonstre empatia e interesse genuíno pelo que ele sente, com frases como:
“Eu percebo que você não está bem e imagino que deve ser muito difícil passar por isso.”
“Você não precisa enfrentar isso sozinho. Podemos procurar juntos algo que te ajude a se sentir um pouco melhor.”
Incentive o início da psicoterapia.
Muitos jovens e adultos aceitam mais facilmente a ideia de “conversar com alguém” do que de usar medicamentos. A terapia (especialmente a cognitivo-comportamental) pode ajudar muito e, se o psicólogo perceber a necessidade de medicação, isso costuma ser introduzido de forma mais natural.
Mostre acolhimento, não cobrança.
Evite frases como “você precisa reagir” ou “pense positivo”. Isso pode reforçar a culpa. Em vez disso, valide o que ele sente:
“Eu entendo que está difícil agora, e está tudo bem se você não tiver forças no momento.”
Ajude a manter pequenas rotinas.
Sono, alimentação, luz solar e pequenas atividades diárias (como caminhar ou tomar banho no mesmo horário) ajudam o corpo a regular neurotransmissores , o que contribui, aos poucos, para a melhora do humor.
Cuide também de você.
Apoiar alguém com depressão pode ser emocionalmente exaustivo. Buscar orientação com um psicólogo para você mesma pode te dar suporte e estratégias mais eficazes para lidar com ele sem se sobrecarregar.
Se, em algum momento, ele apresentar falas como “não vejo mais sentido” ou “queria desaparecer”, procure ajuda imediata, leve-o ao pronto atendimento ou ligue 188 (CVV). Mesmo que ele resista, nesses casos a prioridade é a segurança. Espero ter ajudado! Grande Abraço
Antes de tudo, é importante saber que nem todo tratamento para depressão depende de medicação. Embora os antidepressivos são fundamentais em casos moderados ou graves, há muitas outras formas de cuidado que podem ajudar a aliviar os sintomas e, com o tempo, até favorecer a abertura dele para o tratamento completo.
Aqui vão algumas orientações:
Evite pressionar ou discutir sobre “tomar remédio” diretamente.
Isso pode gerar mais resistência. Em vez disso, demonstre empatia e interesse genuíno pelo que ele sente, com frases como:
“Eu percebo que você não está bem e imagino que deve ser muito difícil passar por isso.”
“Você não precisa enfrentar isso sozinho. Podemos procurar juntos algo que te ajude a se sentir um pouco melhor.”
Incentive o início da psicoterapia.
Muitos jovens e adultos aceitam mais facilmente a ideia de “conversar com alguém” do que de usar medicamentos. A terapia (especialmente a cognitivo-comportamental) pode ajudar muito e, se o psicólogo perceber a necessidade de medicação, isso costuma ser introduzido de forma mais natural.
Mostre acolhimento, não cobrança.
Evite frases como “você precisa reagir” ou “pense positivo”. Isso pode reforçar a culpa. Em vez disso, valide o que ele sente:
“Eu entendo que está difícil agora, e está tudo bem se você não tiver forças no momento.”
Ajude a manter pequenas rotinas.
Sono, alimentação, luz solar e pequenas atividades diárias (como caminhar ou tomar banho no mesmo horário) ajudam o corpo a regular neurotransmissores , o que contribui, aos poucos, para a melhora do humor.
Cuide também de você.
Apoiar alguém com depressão pode ser emocionalmente exaustivo. Buscar orientação com um psicólogo para você mesma pode te dar suporte e estratégias mais eficazes para lidar com ele sem se sobrecarregar.
Se, em algum momento, ele apresentar falas como “não vejo mais sentido” ou “queria desaparecer”, procure ajuda imediata, leve-o ao pronto atendimento ou ligue 188 (CVV). Mesmo que ele resista, nesses casos a prioridade é a segurança. Espero ter ajudado! Grande Abraço
É importante considerar o encaminhamento para psicoterapia. O manejo de resistências não é simples de ser realizado e, em geral, os familiares desgastam a relação ao tenta-lo sem obter sucesso.
Ver alguém que a gente ama enfrentando sintomas de depressão e recusando a medicação é muito difícil. E é comum que, nesse quadro, apareça uma resistência — na psicanálise, entendemos como uma defesa: a pessoa sabe que precisa de ajuda, mas o medo de “mexer” na própria dor acaba travando qualquer tentativa de mudança.
A primeira forma de ajudar é criando um espaço seguro para conversar. Sem pressão, sem cobranças. Às vezes, a pessoa precisa sentir que não será julgada para começar a falar sobre o que está vivendo. Esse acolhimento já diminui muito a sensação de isolamento que a depressão costuma provocar.
E é importante lembrar: tratamento para depressão não é só medicação. Mesmo quando a pessoa rejeita o remédio, outras formas de cuidado podem ajudar bastante — como um acompanhamento psicológico, que abre espaço para compreender o que está causando esse sofrimento, fortalecer o ego e diminuir a sensação de paralisia interna.
Com o tempo, quando a pessoa se sente mais segura e entendida, muitas vezes volta a considerar a medicação de outra forma. O importante é não carregar tudo sozinho(a/e). Um profissional pode orientar, apoiar e ajudar a pensar caminhos possíveis para que essa resistência diminua e o tratamento se torne menos assustador.
Se você está passando por isso, saiba que existe saída — e que pedir ajuda é um movimento de cuidado tanto com a pessoa que está sofrendo quanto com você.
A primeira forma de ajudar é criando um espaço seguro para conversar. Sem pressão, sem cobranças. Às vezes, a pessoa precisa sentir que não será julgada para começar a falar sobre o que está vivendo. Esse acolhimento já diminui muito a sensação de isolamento que a depressão costuma provocar.
E é importante lembrar: tratamento para depressão não é só medicação. Mesmo quando a pessoa rejeita o remédio, outras formas de cuidado podem ajudar bastante — como um acompanhamento psicológico, que abre espaço para compreender o que está causando esse sofrimento, fortalecer o ego e diminuir a sensação de paralisia interna.
Com o tempo, quando a pessoa se sente mais segura e entendida, muitas vezes volta a considerar a medicação de outra forma. O importante é não carregar tudo sozinho(a/e). Um profissional pode orientar, apoiar e ajudar a pensar caminhos possíveis para que essa resistência diminua e o tratamento se torne menos assustador.
Se você está passando por isso, saiba que existe saída — e que pedir ajuda é um movimento de cuidado tanto com a pessoa que está sofrendo quanto com você.
Olá, boa tarde.
Creio eu que com muita informação sobre o que são medicamentos que tratam depressão. Há muito estigma nessa área. Para muitos, tomar antidepressivos é o equivalente a ser como um doido que fala sozinho. A informação é sempre a nossa maior aliada contra o estigma.
Caso seu filho saiba já sobre o que exatamente é a medicação e para que ela serve, tente conversar com ele sobre esse assunto, mas sem muita insistência. Muitas vezes alguém que insiste muito numa ideia mais afasta as pessoas do que as aproxima.
Outra opção é vocês "comerem pelas beiradas", ou seja, conversar com o terapeuta dele (caso possua um) para ir lentamente trazendo ele para essa ideia de que medicações estão aqui para ajudar nossa vida. Caso ele não tenha um terapeuta (psicólogo), recomendo que busquem um. Parte de nosso trabalho é lidar com o estigma da medicação.
Espero ter ajudado, grande abraço.
Creio eu que com muita informação sobre o que são medicamentos que tratam depressão. Há muito estigma nessa área. Para muitos, tomar antidepressivos é o equivalente a ser como um doido que fala sozinho. A informação é sempre a nossa maior aliada contra o estigma.
Caso seu filho saiba já sobre o que exatamente é a medicação e para que ela serve, tente conversar com ele sobre esse assunto, mas sem muita insistência. Muitas vezes alguém que insiste muito numa ideia mais afasta as pessoas do que as aproxima.
Outra opção é vocês "comerem pelas beiradas", ou seja, conversar com o terapeuta dele (caso possua um) para ir lentamente trazendo ele para essa ideia de que medicações estão aqui para ajudar nossa vida. Caso ele não tenha um terapeuta (psicólogo), recomendo que busquem um. Parte de nosso trabalho é lidar com o estigma da medicação.
Espero ter ajudado, grande abraço.
Para entender como ajudar, seria importante saber mais sobre vocês: a idade do seu filho, o que ele diz sobre a medicação e como você tem lidado com tudo isso. Cuidar de alguém com depressão é difícil, e a família também pode precisar de apoio. Quando há resistência ao remédio, o melhor caminho costuma ser abrir espaço para conversar e entender os medos dele. Um psicólogo (ou psicanalista) pode ajudar tanto seu filho quanto você a construir um cuidado possível.
Olá, como vai?
Essa é uma situação difícil e complexa. A recusa ao tratamento pode indicar, em alguns casos, um desejo inconsciente de permanecer na mesma posição, já que ao aceitar o uso do remédio ele precisaria abrir mão dos ganhos secundários que a doença traz. Esses ganhos podem envolver concessões, dinheiro, maior flexibilidade nas regras, a permissão de não ir à escola, receber objetos, ou até o afeto e a atenção da família — tudo aquilo que, de algum modo, reforça a manutenção do sintoma. Uma boa estratégia é mapear esses ganhos e, aos poucos, negociar com seu filho, da forma que considerar mais adequada.
Outra sugestão é que você inicie sua própria psicoterapia. Quando alguém da família começa um processo terapêutico, é comum que isso provoque uma reação em cadeia, transformando o funcionamento familiar como um todo. Ao se tornar mais consciente de si, de suas ações e de suas consequências, você também oferece um modelo de mudança, o que pode inspirar seu filho a aderir ao tratamento, seja ele medicamentoso ou psicoterápico.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Essa é uma situação difícil e complexa. A recusa ao tratamento pode indicar, em alguns casos, um desejo inconsciente de permanecer na mesma posição, já que ao aceitar o uso do remédio ele precisaria abrir mão dos ganhos secundários que a doença traz. Esses ganhos podem envolver concessões, dinheiro, maior flexibilidade nas regras, a permissão de não ir à escola, receber objetos, ou até o afeto e a atenção da família — tudo aquilo que, de algum modo, reforça a manutenção do sintoma. Uma boa estratégia é mapear esses ganhos e, aos poucos, negociar com seu filho, da forma que considerar mais adequada.
Outra sugestão é que você inicie sua própria psicoterapia. Quando alguém da família começa um processo terapêutico, é comum que isso provoque uma reação em cadeia, transformando o funcionamento familiar como um todo. Ao se tornar mais consciente de si, de suas ações e de suas consequências, você também oferece um modelo de mudança, o que pode inspirar seu filho a aderir ao tratamento, seja ele medicamentoso ou psicoterápico.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Nem sempre o único ou melhor caminho será o tratamento medicamentoso. Um caminho possível, é acolher o modo como ele vive e compreende a própria experiência. Antes de pensar em convencer ou propor soluções, é importante escutá-lo, buscando compreender o sentido que a depressão e a recusa do tratamento medicamentoso têm para ele.
Assim, ao invés de focar diretamente na medicação, pode ser mais interessante abrir espaço para o diálogo, ajudando-o a expressar o que sente, o que teme e o que entende por “tratamento” ou “ajuda”. Também pode ser muito potente buscar uma escuta profissional que ele aceite, talvez não um psiquiatra de imediato, mas um psicólogo, alguém com quem ele se sinta à vontade para falar.
Assim, ao invés de focar diretamente na medicação, pode ser mais interessante abrir espaço para o diálogo, ajudando-o a expressar o que sente, o que teme e o que entende por “tratamento” ou “ajuda”. Também pode ser muito potente buscar uma escuta profissional que ele aceite, talvez não um psiquiatra de imediato, mas um psicólogo, alguém com quem ele se sinta à vontade para falar.
Olá! Ele está aceitando a psicoterapia? Sugiro tentar agendar uma sessão, costuma falar que é um bate-papo, daí ele fica livre pra decidir se quer continuar depois.
Infelizmente, se ele não aceitar tratamento e correr o risco de suicídio, terá que ser internado.
Outra sugestão é tentar falar que a depressão não é culpa de ninguém, que ele é amado e perdoado, que a depressão é uma doença física, como diabetes e pressão alta: que não sara sem medicação e tratamento prolongado.
Fico à disposição se puder orientar mais.
Infelizmente, se ele não aceitar tratamento e correr o risco de suicídio, terá que ser internado.
Outra sugestão é tentar falar que a depressão não é culpa de ninguém, que ele é amado e perdoado, que a depressão é uma doença física, como diabetes e pressão alta: que não sara sem medicação e tratamento prolongado.
Fico à disposição se puder orientar mais.
Quando um filho está com depressão e rejeita medicação, isso costuma vir de medo, resistência ou sensação de perda de controle. O caminho é não insistir, mas criar um ambiente onde ele se sinta seguro para falar. Mostre que você entende que está difícil e que está disponível, sem julgamentos. Cada pessoa tem seu tempo. Uma conversa leve sobre um possível tratamento costuma abrir mais portas do que insistência. Sono, alimentação e pequenas atividades podem ajudar, de preferência acompanhando, não cobrando. Ofereça a terapia: Quando ele se sente acolhido na terapia, muitas vezes passa a considerar a medicação com menos resistência.
lembre-se de cuidar de você também. Seu equilíbrio emocional ajuda diretamente no processo dele. Se houver risco, isolamento extremo ou perda de funcionalidade, a avaliação psiquiátrica é urgente. O mais importante é estar presente e oferecer apoio sem invadir. A abertura para o tratamento costuma surgir quando ele percebe que não precisa enfrentar tudo sozinho.
Espero ter ajudado!
lembre-se de cuidar de você também. Seu equilíbrio emocional ajuda diretamente no processo dele. Se houver risco, isolamento extremo ou perda de funcionalidade, a avaliação psiquiátrica é urgente. O mais importante é estar presente e oferecer apoio sem invadir. A abertura para o tratamento costuma surgir quando ele percebe que não precisa enfrentar tudo sozinho.
Espero ter ajudado!
Quando um filho está com depressão e recusa medicação, o mais importante é oferecer acolhimento sem pressão. Procure ouvir com calma, validar o sofrimento dele e mostrar que você está disponível para entender o que ele sente. Em vez de insistir diretamente no remédio, apresente alternativas menos ameaçadoras, como psicoterapia ou pequenas mudanças na rotina, para que ele perceba que há caminhos possíveis sem ser forçado. Muitas vezes, ao se sentir compreendido e respeitado, ele passa a considerar outras formas de tratamento no próprio tempo. Lembre-se também de cuidar de si, pois apoiar alguém em depressão é desafiador.
ele precisa fazer acompanhamento conjunto com um psicólogo além do psiquiatra e a psicóloga que acompanhar ele lhe ajudará na adesão ao tratamento por completo
Olá, o tratamento de depressão não se faz apenas com medicamentos apesar de ser um grande aliado. Mas como sabe que ele está com depressão? ele foi diagnosticado? O máximo que você consegue fazer com alguém que está deprimido é oferecer acolhimento e disponibilidade para ajudar caso ele procure. Um deles é indicando os tipos de tratamentos, como um processo terapêutico e esperar a reação dele.
Você pode ajudar seu filho de algumas formas mesmo que ele não queira tomar medicação.
Comece ouvindo de verdade o que ele sente. Mostre que você está ali, sem julgamento.
Tente conversar em momentos calmos, deixando claro que ele não está sozinho.
Incentive pequenas rotinas: banho, alimentação, sono e uma atividade leve. Isso já faz diferença.
Busque uma terapia, mesmo que ele resista no começo. Muitas vezes eles aceitam quando percebem que não é pressão.
E cuide de você também, porque apoiar alguém com depressão exige força.
Medicação ajuda, mas não é a única coisa. O mais importante é ele sentir que tem apoio e que existe saída.
Comece ouvindo de verdade o que ele sente. Mostre que você está ali, sem julgamento.
Tente conversar em momentos calmos, deixando claro que ele não está sozinho.
Incentive pequenas rotinas: banho, alimentação, sono e uma atividade leve. Isso já faz diferença.
Busque uma terapia, mesmo que ele resista no começo. Muitas vezes eles aceitam quando percebem que não é pressão.
E cuide de você também, porque apoiar alguém com depressão exige força.
Medicação ajuda, mas não é a única coisa. O mais importante é ele sentir que tem apoio e que existe saída.
É muito difícil ver um filho sofrendo e ao mesmo tempo encontrar resistência para o tratamento, e sua preocupação mostra o quanto você está tentando fazer o melhor por ele. Quando a medicação não é aceita, pode ser útil começar por caminhos menos ameaçadores, como uma conversa aberta, sem cobrança, tentando entender o que ele teme ou rejeita. Muitas vezes o jovem aceita melhor iniciar uma psicoterapia antes de considerar remédios, e isso já pode trazer alívio e abrir espaço para outras possibilidades no futuro. Mostrar que você está ao lado dele, respeitando o tempo dele, mas sem deixar de oferecer apoio, costuma fazer diferença. E caso haja sinais mais intensos de risco, buscar ajuda profissional mesmo sem a adesão inicial dele é essencial para garantir segurança.
Sim, é possível ajudar, mesmo quando a pessoa com depressão resiste ao uso de medicação. O mais importante agora é que ele possa iniciar psicoterapia. Um psicólogo qualificado consegue avaliar a gravidade do quadro, entender a origem da resistência e, quando necessário, orientar o momento certo de encaminhar para um psiquiatra.
Em muitos casos, o paciente aceita melhor a medicação depois que cria uma relação de confiança com o psicólogo e entende o que está sentindo. A depressão não melhora com pressão, confronto ou discussões - melhora com vínculo, escuta e acompanhamento profissional consistente.
Em vez de tentar “convencê-lo” sozinho, procure um psicólogo para começar o processo. A partir daí, psicólogo e psiquiatra podem trabalhar juntos, caso seja necessário, garantindo um tratamento seguro e eficaz.
Isadora Klamt – Psicóloga Clínica
Nem sempre é necessário o uso de medicação para a depressão, é importante a avaliação de um profissional competente. Por outro lado, os medicamentos são bons para ajudar a restabelecer o equilíbrio químico do cérebro, mas não resolvem problemas que envolvem relacionamentos, baixa autoestima, conflitos internos, etc., que muitas vezes são a origem da depressão. Um psicólogo, com quem ele se sinta bem e tenha confiança, pode ajudar.
Entendo. Essa é uma situação que gera imensa preocupação e angústia. É muito doloroso ver um filho sofrendo e, ao mesmo tempo, sentir-se diante de uma barreira quando tenta oferecer a ajuda que acredita ser necessária.
A sua pergunta é "Como posso ajudar?", e talvez esse seja o ponto mais importante para refletirmos.
Quando você percebe que ele "não aceita" o tratamento com medicação, o que você já pôde observar ou ouvir dele sobre essa recusa?
Ele chega a expressar os motivos por trás dessa decisão?
O que você imagina que ele sente em relação a isso?
Essa resistência que você percebe é focada especificamente na medicação, ou ela se estende a outras formas de ajuda, como, por exemplo, a psicoterapia ou uma conversa com um profissional?
Às vezes, é difícil entender o que a recusa está tentando comunicar. O que será que ela significa para ele nesse momento?
E olhando para você, como pai ou mãe: como você tem se sentido ao lidar com essa situação?
Como é, para você, tentar oferecer ajuda e encontrar essa resistência?
Você tem tido algum espaço para processar o seu próprio desgaste e preocupação diante disso?
Essas não são perguntas com respostas fáceis ou imediatas. Elas tocam em dinâmicas muito profundas e delicadas da depressão e das relações familiares.
Justamente por ser um cenário tão complexo, que envolve tanto o sofrimento do seu filho quanto o seu desgaste como cuidador(a), a busca por uma orientação profissional é muito indicada.
Um profissional qualificado, talvez num primeiro momento até mesmo em sessões de orientação para você ou para a família, pode ser fundamental. Esse pode ser um caminho para ajudar a entender melhor essa dinâmica, a encontrar formas de comunicação que funcionem para vocês e a explorar o que é possível fazer diante desse cenário.
At., Ivani B. Irineu
Psicólogo
A sua pergunta é "Como posso ajudar?", e talvez esse seja o ponto mais importante para refletirmos.
Quando você percebe que ele "não aceita" o tratamento com medicação, o que você já pôde observar ou ouvir dele sobre essa recusa?
Ele chega a expressar os motivos por trás dessa decisão?
O que você imagina que ele sente em relação a isso?
Essa resistência que você percebe é focada especificamente na medicação, ou ela se estende a outras formas de ajuda, como, por exemplo, a psicoterapia ou uma conversa com um profissional?
Às vezes, é difícil entender o que a recusa está tentando comunicar. O que será que ela significa para ele nesse momento?
E olhando para você, como pai ou mãe: como você tem se sentido ao lidar com essa situação?
Como é, para você, tentar oferecer ajuda e encontrar essa resistência?
Você tem tido algum espaço para processar o seu próprio desgaste e preocupação diante disso?
Essas não são perguntas com respostas fáceis ou imediatas. Elas tocam em dinâmicas muito profundas e delicadas da depressão e das relações familiares.
Justamente por ser um cenário tão complexo, que envolve tanto o sofrimento do seu filho quanto o seu desgaste como cuidador(a), a busca por uma orientação profissional é muito indicada.
Um profissional qualificado, talvez num primeiro momento até mesmo em sessões de orientação para você ou para a família, pode ser fundamental. Esse pode ser um caminho para ajudar a entender melhor essa dinâmica, a encontrar formas de comunicação que funcionem para vocês e a explorar o que é possível fazer diante desse cenário.
At., Ivani B. Irineu
Psicólogo
É importante tentar entender com ele o que realmente o preocupa em relação à medicação, se é o risco de causar dependência (o que não ocorre na classe dos medicamentos antidepressivos), medo dos efeitos colaterais (que geralmente é mais comum no início do tratamento). Sugerir que ele vá ao psiquiatra e tire todas as dúvidas em consulta e assim avaliar o custo benefício do uso. Também é essencial que ele esteja em acompanhamento de Psicólogo. Em alguns casos mais leves é possível obter ótimos resultados, mesmo sem o uso da medicação.
Olá, como vai? Infelizmente é bem comum a resistência a medicação, seja por preconceito ou dela acreditar que "dá conta sozinha". Em todo caso o que eu costumo fazer é responsabilizar a pessoa pela dor que sente, pois acredito que seu filho não queira mais sofrer. Converse com ele, mostre a ele como era antes e como está agora, que tudo isso pode mudar se aceitar travar essa batalha da forma correta.
É realmente uma situação muito delicada. Que tal começar a terapia com uma psicóloga (o).
Podendo ter uma escuta ativa e sem preconceitos, pode ser que aceite o tratamento.
Podendo ter uma escuta ativa e sem preconceitos, pode ser que aceite o tratamento.
Primeiramente, quero dizer que sinto muito que seu filho esteja passando por isso. A depressão é realmente um transtorno difícil, tanto para quem vive quanto para quem acompanha.
Não sei se ele já está em acompanhamento psicológico, mas esse tipo de suporte pode ajudar bastante, tanto no processo dele quanto no de vocês. Um psicólogo pode orientar, esclarecer dúvidas e explicar que a depressão é uma doença como qualquer outra, que precisa de cuidado e tratamento, assim como uma pessoa com diabetes muitas vezes precisa de insulina.
Vocês não estão sozinhos nisso, e buscar ajuda já é um passo muito importante.
Não sei se ele já está em acompanhamento psicológico, mas esse tipo de suporte pode ajudar bastante, tanto no processo dele quanto no de vocês. Um psicólogo pode orientar, esclarecer dúvidas e explicar que a depressão é uma doença como qualquer outra, que precisa de cuidado e tratamento, assim como uma pessoa com diabetes muitas vezes precisa de insulina.
Vocês não estão sozinhos nisso, e buscar ajuda já é um passo muito importante.
Olá, tudo bem? Falar de um filho em sofrimento sempre mexe fundo, porque é como se a dor dele encostasse diretamente no nosso peito. Quando aparece a depressão e, junto dela, a recusa em usar medicação, muitos pais ficam entre o medo de piorar a situação e o receio de pressionar demais. É um terreno delicado, e você já demonstra muito cuidado ao buscar um caminho mais sensível para ajudar.
A recusa ao tratamento medicamentoso é comum, especialmente entre adolescentes e jovens, porque a medicação pode representar para eles a ideia de “fraqueza”, perda de controle ou medo de efeitos colaterais. Às vezes não é a medicação em si que eles rejeitam, mas o que simboliza. Pode ser importante abrir espaço para conversar com ele sem tentar convencê-lo de imediato, perguntando o que exatamente ele teme, o que imagina que pode acontecer se aceitar o tratamento e como ele percebe a própria depressão no dia a dia. Quando o diálogo não vem de um lugar de “você precisa”, mas sim de “quero entender seu mundo”, a defensividade costuma diminuir.
Outra coisa que pode ajudar é considerar que a depressão altera a forma como a pessoa interpreta a realidade. A motivação para buscar ajuda fica baixa não porque ela não quer melhorar, mas porque a doença distorce o próprio senso de possibilidade. Talvez seja útil explorar com ele o que, apesar da resistência à medicação, ainda parece fazer algum sentido para cuidar de si. Seria psicoterapia um caminho possível para ele agora? Em quais momentos do dia você percebe que ele parece mais acessível para conversar? E o que ele diz — ou demonstra — quando tenta explicar por que não aceita o tratamento?
Claro que, dependendo da intensidade dos sintomas, pode haver um momento em que a avaliação psiquiátrica seja essencial para garantir segurança, mas isso pode ser construído aos poucos, sem imposição, e sempre levando em conta sua idade e maturidade emocional. Para menores, vale também que essas conversas aconteçam com você presente, oferecendo apoio e ajudando a organizar as informações de um jeito menos assustador para ele.
Caso precise, estou à disposição.
A recusa ao tratamento medicamentoso é comum, especialmente entre adolescentes e jovens, porque a medicação pode representar para eles a ideia de “fraqueza”, perda de controle ou medo de efeitos colaterais. Às vezes não é a medicação em si que eles rejeitam, mas o que simboliza. Pode ser importante abrir espaço para conversar com ele sem tentar convencê-lo de imediato, perguntando o que exatamente ele teme, o que imagina que pode acontecer se aceitar o tratamento e como ele percebe a própria depressão no dia a dia. Quando o diálogo não vem de um lugar de “você precisa”, mas sim de “quero entender seu mundo”, a defensividade costuma diminuir.
Outra coisa que pode ajudar é considerar que a depressão altera a forma como a pessoa interpreta a realidade. A motivação para buscar ajuda fica baixa não porque ela não quer melhorar, mas porque a doença distorce o próprio senso de possibilidade. Talvez seja útil explorar com ele o que, apesar da resistência à medicação, ainda parece fazer algum sentido para cuidar de si. Seria psicoterapia um caminho possível para ele agora? Em quais momentos do dia você percebe que ele parece mais acessível para conversar? E o que ele diz — ou demonstra — quando tenta explicar por que não aceita o tratamento?
Claro que, dependendo da intensidade dos sintomas, pode haver um momento em que a avaliação psiquiátrica seja essencial para garantir segurança, mas isso pode ser construído aos poucos, sem imposição, e sempre levando em conta sua idade e maturidade emocional. Para menores, vale também que essas conversas aconteçam com você presente, oferecendo apoio e ajudando a organizar as informações de um jeito menos assustador para ele.
Caso precise, estou à disposição.
Boa tarde, tudo bem? Entendo que, para a família, pode ser muito difícil lidar com alguém que está em um quadro depressivo. Muitas vezes, mesmo com boas intenções, não sabemos como agir da melhor forma.
Caso seu filho ainda não esteja sendo atendido por um psicólogo, o indicado seria buscar esse suporte, pois esse profissional possui o preparo necessário para trabalhar os aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais, auxiliando na redução dos sintomas. Além disso, também pode contribuir com a motivação para o tratamento e, se necessário, com a adesão à medicação.
Caso seu filho ainda não esteja sendo atendido por um psicólogo, o indicado seria buscar esse suporte, pois esse profissional possui o preparo necessário para trabalhar os aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais, auxiliando na redução dos sintomas. Além disso, também pode contribuir com a motivação para o tratamento e, se necessário, com a adesão à medicação.
Compreendo. É fundamental que sua resposta seja clara, empática e, ao mesmo tempo, transparente sobre a modalidade de trabalho que você oferece.
Aqui está a sugestão, adaptada para o seu contexto profissional:
Entendo sua preocupação profunda. É muito difícil ver um filho sofrendo com depressão, e a recusa à medicação é um obstáculo comum. No entanto, é crucial reforçar que o tratamento mais importante, a Psicoterapia, deve ser mantido. O terapeuta dele é a peça-chave para criar uma aliança e, no futuro, abordar a questão da medicação, caso necessário.
Enquanto a medicação não é uma opção, o foco deve estar em estratégias não-farmacológicas e no apoio incondicional:
Validação e Apoio: Evite frases de pressão. Diga: "Eu vejo o quanto você está sofrendo, e estou aqui para te apoiar no seu tempo." Valide a dor dele.
Ativação Comportamental Leve: Incentive pequenas conquistas diárias (tomar banho, caminhar 10 minutos). A depressão se alimenta da inatividade, e essas pequenas ações ajudam a quebrar a inércia.
Foco nos Hábitos Essenciais: Garanta que ele mantenha uma rotina mínima de sono e alimentação, pois a base biológica é fundamental para qualquer melhora.
Neste cenário de recusa à medicação, a hipnoterapia pode ser um valioso suporte por ser uma abordagem não-invasiva e sem químicos. O tratamento com hipnose clínica pode ajudar a:
Quebrar Padrões de Inércia: Através do transe, a hipnose pode focar em sugestões para reintroduzir a motivação e a energia para as atividades diárias, combatendo a anedonia (perda de prazer).
Reestruturar Pensamentos Negativos: A hipnose atua no subconsciente para desafiar e substituir crenças depressivas (como sentimentos de inutilidade ou culpa), fortalecendo a autoestima.
Para que ele se sinta mais seguro em relação a essa abordagem, eu trabalho com uma modalidade especial de primeira sessão. É um bate-papo sem compromisso com a hipnose em si, onde ele pode conhecer minha metodologia de trabalho, entender como a hipnoterapia funciona e tirar todas as suas dúvidas. Isso permite que ele experimente um primeiro contato e decida, sem pressão, se essa abordagem faz sentido para ele ou não. Este primeiro contato é fundamental para construir a confiança necessária para o processo terapêutico.
Aqui está a sugestão, adaptada para o seu contexto profissional:
Entendo sua preocupação profunda. É muito difícil ver um filho sofrendo com depressão, e a recusa à medicação é um obstáculo comum. No entanto, é crucial reforçar que o tratamento mais importante, a Psicoterapia, deve ser mantido. O terapeuta dele é a peça-chave para criar uma aliança e, no futuro, abordar a questão da medicação, caso necessário.
Enquanto a medicação não é uma opção, o foco deve estar em estratégias não-farmacológicas e no apoio incondicional:
Validação e Apoio: Evite frases de pressão. Diga: "Eu vejo o quanto você está sofrendo, e estou aqui para te apoiar no seu tempo." Valide a dor dele.
Ativação Comportamental Leve: Incentive pequenas conquistas diárias (tomar banho, caminhar 10 minutos). A depressão se alimenta da inatividade, e essas pequenas ações ajudam a quebrar a inércia.
Foco nos Hábitos Essenciais: Garanta que ele mantenha uma rotina mínima de sono e alimentação, pois a base biológica é fundamental para qualquer melhora.
Neste cenário de recusa à medicação, a hipnoterapia pode ser um valioso suporte por ser uma abordagem não-invasiva e sem químicos. O tratamento com hipnose clínica pode ajudar a:
Quebrar Padrões de Inércia: Através do transe, a hipnose pode focar em sugestões para reintroduzir a motivação e a energia para as atividades diárias, combatendo a anedonia (perda de prazer).
Reestruturar Pensamentos Negativos: A hipnose atua no subconsciente para desafiar e substituir crenças depressivas (como sentimentos de inutilidade ou culpa), fortalecendo a autoestima.
Para que ele se sinta mais seguro em relação a essa abordagem, eu trabalho com uma modalidade especial de primeira sessão. É um bate-papo sem compromisso com a hipnose em si, onde ele pode conhecer minha metodologia de trabalho, entender como a hipnoterapia funciona e tirar todas as suas dúvidas. Isso permite que ele experimente um primeiro contato e decida, sem pressão, se essa abordagem faz sentido para ele ou não. Este primeiro contato é fundamental para construir a confiança necessária para o processo terapêutico.
A depressão é muito difícil tanto para quem sente quanto para quem tenta ajudar.
Mesmo quando a pessoa não aceita medicação, ainda existem várias formas de apoio que fazem diferença:
Escutar sem julgar. Só o fato dele sentir que pode falar sem ser pressionado já diminui a resistência ao tratamento.
Sugerir passos pequenos. Às vezes a pessoa nega medicação, mas aceita terapia, conversas com psicólogo, rotina estruturada, caminhada curta, hábitos de sono.
Oferecer ajuda prática. Acompanhar numa consulta, marcar um horário, facilitar a rotina.
Cuidar de você também. A família fica sobrecarregada, e quanto mais equilibrado você estiver, melhor conseguirá apoiá-lo.
Mesmo quando a pessoa não aceita medicação, ainda existem várias formas de apoio que fazem diferença:
Escutar sem julgar. Só o fato dele sentir que pode falar sem ser pressionado já diminui a resistência ao tratamento.
Sugerir passos pequenos. Às vezes a pessoa nega medicação, mas aceita terapia, conversas com psicólogo, rotina estruturada, caminhada curta, hábitos de sono.
Oferecer ajuda prática. Acompanhar numa consulta, marcar um horário, facilitar a rotina.
Cuidar de você também. A família fica sobrecarregada, e quanto mais equilibrado você estiver, melhor conseguirá apoiá-lo.
Além da medicação, a psicoterapia também é um tratamento para casos depressivos. Você pode indicar que seu filho busque acompanhamento com um profissional de Psicologia. Abraço!
A situação que você descreve é delicada e requer paciência, empatia e estratégias cuidadosas. Escute sem julgamentos, evitando confrontos. Ofereça vídeos e depoimentos de pessoas que se beneficiaram do tratamento, mas sem pressionar. Compare a depressão a condições físicas como diabetes ou hipertensão, onde o medicamento ajuda a equilibrar quimicamente o cérebro. Incentive-o a tentar terapia, onde o profissional terá habilidade de educá-lo sobre o assunto. Espero ter ajudado.
Ele precisa iniciar um processo terapêutico, para entender a funçaõ do medicamento na sua melhoraa. Ele provavelmente esta medo de não ser a mesma pessoa depois que começar a tomar o remedio, varios clientes meus ja passaram por isso.
Você pode ajudar oferecendo escuta sem julgamento, mantendo presença, validando o sofrimento e incentivando tratamentos não medicamentosos, como psicoterapia e rotina com apoio emocional. Medicação é uma opção, não a única. O mais importante é ele não enfrentar isso sozinho.
Se quiser, estou a disposição para ajuda-los.
Se quiser, estou a disposição para ajuda-los.
Olá. Obrigada por compartilhar sua preocupação; é muito difícil para uma mãe ou um pai ver um filho em sofrimento e sentir que as mãos estão atadas diante da recusa dele.
É compreensível que, no desejo de ajudar, a medicação surja como um recurso, mas cabe refletir: o que vocês estão identificando como depressão é um diagnóstico médico ou uma percepção do isolamento e das mudanças de humor dele? Na adolescência, a linha entre as oscilações típicas da idade e o sofrimento patológico é sutil. Vale se perguntar: como está o suporte emocional em casa e de que forma ele se sente escutado por vocês sem que o foco seja apenas "curá-lo"?
Muitas vezes, a resistência do filho é um convite para que o sistema familiar olhe para si. Antes de insistir no remédio, talvez o caminho seja vocês, pais, buscarem terapia para compreenderem como podem se fortalecer e encontrar novas formas de apoiar esse jovem. Explorar essas dinâmicas em um espaço seguro pode ajudar a entender o que esse comportamento comunica sobre o momento que ele vive. Considere buscar esse apoio profissional para guiar sua família nesse processo.
É compreensível que, no desejo de ajudar, a medicação surja como um recurso, mas cabe refletir: o que vocês estão identificando como depressão é um diagnóstico médico ou uma percepção do isolamento e das mudanças de humor dele? Na adolescência, a linha entre as oscilações típicas da idade e o sofrimento patológico é sutil. Vale se perguntar: como está o suporte emocional em casa e de que forma ele se sente escutado por vocês sem que o foco seja apenas "curá-lo"?
Muitas vezes, a resistência do filho é um convite para que o sistema familiar olhe para si. Antes de insistir no remédio, talvez o caminho seja vocês, pais, buscarem terapia para compreenderem como podem se fortalecer e encontrar novas formas de apoiar esse jovem. Explorar essas dinâmicas em um espaço seguro pode ajudar a entender o que esse comportamento comunica sobre o momento que ele vive. Considere buscar esse apoio profissional para guiar sua família nesse processo.
Olá!
A decisão de tomar a medicação precisa ser voluntária e, mesmo que seja dificil de aceitar, precisa ser respeitada.
A melhor forma de ajudar nessa situação é mostrar os pros e contras de tomar a medicação em comparação de não tomar. Pode trazer opiniões de especialistas de confiança, fazer uma sessão de terapia com ele para entender se há uma resistência mental sobre a medicação. Deixe ele se sentir a vontade pra expressar suas preocupações, medos, pensamentos.
Se ainda assim após tudo isso, a decisão ainda será dele. Qualquer decisão precisará ser respeitada.
Porém, se houver um risco iminente a vida, ligue para o SAMU.
A decisão de tomar a medicação precisa ser voluntária e, mesmo que seja dificil de aceitar, precisa ser respeitada.
A melhor forma de ajudar nessa situação é mostrar os pros e contras de tomar a medicação em comparação de não tomar. Pode trazer opiniões de especialistas de confiança, fazer uma sessão de terapia com ele para entender se há uma resistência mental sobre a medicação. Deixe ele se sentir a vontade pra expressar suas preocupações, medos, pensamentos.
Se ainda assim após tudo isso, a decisão ainda será dele. Qualquer decisão precisará ser respeitada.
Porém, se houver um risco iminente a vida, ligue para o SAMU.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Tive h pylori e gastrite, ainda nao realizei uma segunda endoscopia, tomei os antibioticos ano passado 3, e 2 no começo desse ano. Sinto enjoos e dores as vezes por todo lado da barriga, seria ainda a gastrite?faço uso de clonazepam todo dia, e tentarei voltar com a fluoxetina mas preocupada com estomago..
- Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especializado?
- Eu tomo a bastante tempo amitriptilina 25 mg e clonazepam de 2 mg pra depressão.Tive uma recaída e o médico aumentou a dose da amitriptilina pra $50 mg.Demora pra fazer efeito se já tomo de 25 á anos?
- Estou usando escitalopram 20mg há 11 dias comecei com dose de 1 gt e a cada dia aumentando 1 gota para chegar a dose de 20 GTS porém tenho sentindo muito mal estar no estômago queimação aumento das crises de pânico falta de disposição meu retorno ao psiquiatra será no próximo mês dia 06 ele tbm me receitou…
- Uma paqciente toma 2 quetiapinas LP ao Como este medicamento está esgotado e ela tem em seu poder a quetiapina 50 normal e o stock só será reposto dentro de dias, pergunta-se;- Pode tomar em simultaneo ao deitar um comprimido normal conjuntamente com um de libertação prolomgada ?
- boa tarde estou tomando desvelafaxina a 23 dias e normal sentir ainda tristeza?
- Eu tinha uma vida feliz, mas do nada tudo deu errado; eu ja não tenho mais ânimo pra nada e não tenho expectativas para o meu futuro; eu estou completamente perdida e preciso de ajuda.
- Tomo escitalopram 15 mg a 12 anos e estava bem. Nao sentia nada. Meus hormonios desregularam e entrei em uma crise de ansidade e depressao. A medica aumentou a dose para 20 mg, fui melhorando mas ainda com muita ansiedade. Na 4 semana estou com muito tremor e ansiedade. Ainda seria a adaptacao a nova…
- Meu médico trocou a paroxetina que eu tomava a 9 anos, por a desvenlafaxina. Estou na medicação nova a 20 dias, mas estou com vários efeitos colaterais físicos como náuseas,dores de cabeça e tontura. Além de crises de choro e ansiedade. Quanto tempo leva pro corpo se adaptar a nova medicação? E melhorar…
- Tive início de depressão e tontura fui ao neuro fiz ressonância e eletro não deu nada. O mesmo informou que tenho TAG. Tive uma dor de cabeça e aumento de pressão momentâneo e desde então não pego mais no sono. O psiquiatra passou desvalexina e quetiopin. Tenho 5 dias usando. O que aconteceu para que…
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 1245 perguntas sobre Depressão
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.