Faz um tempo q sinto que preciso deixar certas coisas de um jeito, como, vou dormir e tenho que deix
49
respostas
Faz um tempo q sinto que preciso deixar certas coisas de um jeito, como, vou dormir e tenho que deixar a porta fechada de um certo modo se não aquilo vai me incomodar, ou antes de dormir tenho q ficar limpando a tela do meu celular até algo em mim falar "ok, pode guardar ele" se não fico com o sentimento que vai acontecer algo de ruim com alguém da minha família... Antes era só com a porta, agora é com literalmente tudo em que eu toco e eu não sei do pq.
Olá! Provavelmente você está apresentando comportamentos compulsivos e que lhe causam sofrimento emocional. Recomendo que busque apoio profissional qualificado, psicológico ou psiquiátrico, para compreender as causas de tais comportamentos e manejá-los assertivamente. Espero ter ajudado. Se cuide.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Oi, como está se sentindo? Realmente, a pandemia gerou uma mudança muito grande na vida de todos. Questões antes menores são intensificadas e rotinas simples tornaram-se complexas e geradoras de sofrimento. Acredito que seria importante tu ter um espaço e momento para trabalhar estás questões e buscar entender o que te leva a ter esses pensamentos e comportamento. Buscar ajuda médica e psicológica seria algo importante para você. Se tiveres quaisquer dúvidas fico a disposição.
É possível que seja Toc - Transtorno Compulsivo Obsessivo. Aconselho uma ajuda Psicológica.
São sintomas iniciais de obsessões e as repetições, compulsões. A tendência é aumentar, devido a ansiedade. Procure um psicólogo cognitivo-comportamental especialista em transtornos de ansiedade
Olá,
Sugiro inicialmente que procure um profissional na área da saude: Psicólogo e Psiquiatra.
Nota-se que está apresentando/ desenvolvendo alguns comportamentos que DEVEM OBRIGATORIAMENTE ser praticados diariamente. Eles vem tornando-se parte da sua rotina; vem tomando espaço e tempo na sua vida. E vem acompanhados de pensamentos e crenças, que reforçam ou ditam a necessidade de fazê-los/ refazê-los e conferi-los. Seriam rituais que não podem ser quebrados, e caso seja quebrado, há o risco de algo ruim acontecer. Com isso, você vem perdendo sua liversade perante eses rituais e alem disso, vem criando novos.
Na pandemia, com a reclusão das pessoas em casa e com a adoção de varias medidas para preservar a vida, muitas adoeceram psicologicamente. Às vezes nao pegaram COVID.19, mas "desenvolveram ou passaram por outros problemas como: Alcoolismo, Ansiedade, Depressão, Estresse, Perda do Emprego, Problemas Financeiros, Divórcio, Brigas Familiares, e também, perda de um ente querido ou amigos.
Tais rituais que você vem desenvolvendo na essência, seria uma tentativa sua de controle e preservação da VIDA; de ter segurança/ garantia/ certezas.
Sugiro inicialmente que procure um profissional na área da saude: Psicólogo e Psiquiatra.
Nota-se que está apresentando/ desenvolvendo alguns comportamentos que DEVEM OBRIGATORIAMENTE ser praticados diariamente. Eles vem tornando-se parte da sua rotina; vem tomando espaço e tempo na sua vida. E vem acompanhados de pensamentos e crenças, que reforçam ou ditam a necessidade de fazê-los/ refazê-los e conferi-los. Seriam rituais que não podem ser quebrados, e caso seja quebrado, há o risco de algo ruim acontecer. Com isso, você vem perdendo sua liversade perante eses rituais e alem disso, vem criando novos.
Na pandemia, com a reclusão das pessoas em casa e com a adoção de varias medidas para preservar a vida, muitas adoeceram psicologicamente. Às vezes nao pegaram COVID.19, mas "desenvolveram ou passaram por outros problemas como: Alcoolismo, Ansiedade, Depressão, Estresse, Perda do Emprego, Problemas Financeiros, Divórcio, Brigas Familiares, e também, perda de um ente querido ou amigos.
Tais rituais que você vem desenvolvendo na essência, seria uma tentativa sua de controle e preservação da VIDA; de ter segurança/ garantia/ certezas.
Bom dia! De acordo com o que relatou é provável que vc tem transtorno obsessivo compulsivo. Procure uma psicóloga da Terapia Cognitiva Comportamental para fechar o diagnóstico e começar a fazer o tratamento com exercícios , essa abordagem tem grande sucesso com esse diagnóstico. caso a psicóloga ache necessário ela te encaminhará para um psiquiatra para que tome medicação. Mas apenas se for necessário, o que será avaliado de acordo com seu progresso no tratamento. Vc se sentirá muito melhor. Espero ter ajudado
Olá! Embora não seja possível traçar um diagnóstico apenas com seu relato, os sintomas que descreve parecem ter relação com TOC - Transtorno Obsessivo Compulsivo. De qualquer forma, independentemente de um diagnóstico específico, é importante que você busque ajuda psicológica. Um bom profissional pode fazer uma avaliação e indicar um acompanhamento adequado. Espero ter ajudado. Fico à disposição!
Olá! Através de seu relato podemos perceber que estão ocorrendo alguns comportamentos compulsivos, repetitivos e isso está lhe causando sofrimento emocional. Seria importante buscar apoio profissional de um psicológico especializado, para um diagnostico adequado, compreendendo assim as causas de tais comportamentos e como pode aprender manejá-los adequadamente. Cuide-se. Abraço.
Olá! Você tem percebido que um pequeno desconforto antes de dormir evoluiu para uma angústia mais persistente. Acredito que uma psicoterapia possa te ajudar a entender e a lidar com esta situação.
Olá!
Sugiro a você, que procure um psicólogo pois estes comportamentos podem estar associados ao transtorno obsessivo compulsivo.
Um abraço!
Sugiro a você, que procure um psicólogo pois estes comportamentos podem estar associados ao transtorno obsessivo compulsivo.
Um abraço!
Olá! Pode se tratar de transtorno obsessivo compulsivo. Busque um Psicólogo e um Psiquiatra para um diagnóstico correto e tratamento adequado. Um abraço!
Olá. Parecem ser sintomas de um quadro de TOC, como foi apontado pelos colegas. O indicado é buscar ajuda profissional para um diagnóstico preciso e um encaminhamento adequado do seu tratamento.
Seria interessante você procurar um profissional da psicologia para identificar essas ações ou pensamentos. pode ser que esteja desenvolvendo um TOC e com isso precisa de acompanhamento ou está com um momento de ansiedade ou temor com alguma situação da vida que está te trazendo insegurança onde precisa se certificar com tudo, talvez um estresse pós traumático. Por isso importante procurar auxilio profissional e entender certinho e se necessário ser encaminhada para outros tratamentos
Olá, sua descrição é muito clara de sintomas clássicos de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), com rituais que parecem estar aumentando pelo que escreveu. É bastante exaustivo para quem sofre de toc com diversos rituais. Te oriento procurar o quanto antes um médico e uma terapira para tratar e ter sua qualidade de vida logo sem essa exaustão mental que ele causa.
Espero ter ajudado.
Abraço.
Espero ter ajudado.
Abraço.
Olá, pela sua descrição pode estar falando de um comportamento compulsivo, que pode estar associada a um Transtorno de Ansiedade chamado Transtorno Obsessivo Compulsivo. Por isso, seria importante procurar ajuda psicológica, para ver se realmente se trata disso, ou se são episódios mais pontuais.
Muitas vezes essas rituais vem como uma forma de aliviar a ansiedade e os pensamentos obsessivos, ou seja, eu faço o ritual, e logo depois os pensamento de que algo de ruim vai acontecer diminui. Porém, muitas vezes esses rituais começam a atrapalhar o dia a dia do paciente, e intensificam-se, se está sentindo isso piorar, procure por ajuda, fico a disposição. Abraço
Muitas vezes essas rituais vem como uma forma de aliviar a ansiedade e os pensamentos obsessivos, ou seja, eu faço o ritual, e logo depois os pensamento de que algo de ruim vai acontecer diminui. Porém, muitas vezes esses rituais começam a atrapalhar o dia a dia do paciente, e intensificam-se, se está sentindo isso piorar, procure por ajuda, fico a disposição. Abraço
Atualmente há milhares de pessoas nas mais diversas condições de dificuldades psicológicas sem qualquer tipo de orientação.
Eu me pergunto por quanto tempo ainda você vai permanecer sem solucionar o seu caso.
Enquanto fica no aprisionamento de dúvidas, incertezas, sintomas a vida vai se escoando entre os dedos por falta de decisão de mudar o estado de coisas pelas quais está passando.
São diversas as formas e modos de tratar do seu caso e com isso alcançar a liberdade que merece, pode e consegue.
Agora é o momento de agir e resolver.
Eu me pergunto por quanto tempo ainda você vai permanecer sem solucionar o seu caso.
Enquanto fica no aprisionamento de dúvidas, incertezas, sintomas a vida vai se escoando entre os dedos por falta de decisão de mudar o estado de coisas pelas quais está passando.
São diversas as formas e modos de tratar do seu caso e com isso alcançar a liberdade que merece, pode e consegue.
Agora é o momento de agir e resolver.
Oiii...
Olha só pelo seu breve relato, me parece os sintomas iniciais de obsessões e as repetições, compulsões.
Esse comportamento pode é aumentar, devido a ansiedade. Busque por um psicólogo cognitivo-comportamental.
Abraço e se cuide,
Olha só pelo seu breve relato, me parece os sintomas iniciais de obsessões e as repetições, compulsões.
Esse comportamento pode é aumentar, devido a ansiedade. Busque por um psicólogo cognitivo-comportamental.
Abraço e se cuide,
Estes podem ser sintomas comumente associados a quadro de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Recomendo que busque auxílio de um psicólogo ou psicanalista para que seja possível entender a origem destas questões.
Olá, como ja dito por outros colegas, são sintomas compulsivos, mas o importante é entender quando isso iniciou na sua vida e como foi se desenvolvendo ao longo do tempo.
É importante que procure a ajuda de um profissional psicólogo ou psicanalista.
Espero ter ajudado.
É importante que procure a ajuda de um profissional psicólogo ou psicanalista.
Espero ter ajudado.
Olá!
Precisamos entender o motivo do seu comportamento compulsivo. Qual a relação dos emparelhamento de pensamento e comportamento.
Há indícios de TOC, porém só através da psicoterapia, elucidar a hipótese diagnóstica e encaminhamento ao psiquiatra.
Precisamos entender o motivo do seu comportamento compulsivo. Qual a relação dos emparelhamento de pensamento e comportamento.
Há indícios de TOC, porém só através da psicoterapia, elucidar a hipótese diagnóstica e encaminhamento ao psiquiatra.
Olá, tudo bem? Os comportamentos relatados aparentam ser comportamentos compulsivos associados a pensamentos obsessivos. É importante avaliar o quanto esses comportamentos tem interferido na sua qualidade de vida e, assim que possível, procure auxílio psicológico e psiquiátrico para identificar a origem de tais comportamentos e qual é a melhor forma de manejá-los.
Abraço.
Abraço.
Boa tarde, aparentemente pela descrição me parece um pouco um leve episódio de mania ou toque que sempre está associado a comportamento ansioso, o ideal seria se conseguisse um encontro com um Psiquiatra em conjunto com um Psicólogo para que mais exemplos possam ser dados a fim de entender com mais clareza o que está acontecendo assim como também elaborar propostas terapêuticas.
Olá! O que você descreve indica um possível transtorno obsessivo compulsivo. Sugiro que procure um psicólogo para melhor avaliação dos sintomas e o quanto estão prejudicando a sua rotina e bem-estar.
A terapia cognitivo comportamental é uma das abordagens mais indicadas para tratamento de transtornos de ansiedade e transtorno obsessivo compulsivo.
A terapia cognitivo comportamental é uma das abordagens mais indicadas para tratamento de transtornos de ansiedade e transtorno obsessivo compulsivo.
Olá, pela sua descrição me parece que é um sintoma de ansiedade, onde existe uma necessidade de verificação constante, como uma "forma" de evitar que algo ruim aconteça. Se possível, busque uma avaliação profissional com Psicólogo ou Psiquiatra.
boa sorte :)
boa sorte :)
O que você caracterizou são comportamentos compulsivos (o que não significa que você tenha TOC), e sim que você tem regulado emoções aversivas, desagradáveis, com ações supersticiosas (ou seja, o seu medo não tem necessariamente uma ligação com o "ritual").
Já que esse quadro te traz sofrimento e você percebe que ele vem se agravando, pode se fazer necessária a avaliação psicológica e possível avaliação com médico psiquiatra.
Já que esse quadro te traz sofrimento e você percebe que ele vem se agravando, pode se fazer necessária a avaliação psicológica e possível avaliação com médico psiquiatra.
Olá! Procure um profissional da psicologia para te auxiliar a entender a origem do seu comportamento. Um abraço.
Olá. Pela sua descrição, imagino que esses comportamentos interferem consideravelmente na sua rotina. Uma ajuda profissional pode contribuir na compreensão e construção do sentido desses sintomas no seu mundo psíquico, e na busca caminhos possíveis de menos sofrimento.
Olá, boa tarde, tudo bem?
Pela sua descrição dos sintomas, como preocupação com organização específica de objetos, pensamentos obsessivos ou comportamentos de limpeza excessiva, pode ser pensado na presença do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Esse transtorno se caracteriza como a presença de pensamentos obsessivos, ideias de que algo ruim irá acontecer se não fizer algo determinado. É importante que você busque auxílio profissional, um Psiquiatra, para um possível diagnóstico, assim como apoio emocional e psicológico.
Espero ter esclarecido sua dúvida.
Estou à disposição!
Pela sua descrição dos sintomas, como preocupação com organização específica de objetos, pensamentos obsessivos ou comportamentos de limpeza excessiva, pode ser pensado na presença do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Esse transtorno se caracteriza como a presença de pensamentos obsessivos, ideias de que algo ruim irá acontecer se não fizer algo determinado. É importante que você busque auxílio profissional, um Psiquiatra, para um possível diagnóstico, assim como apoio emocional e psicológico.
Espero ter esclarecido sua dúvida.
Estou à disposição!
Olá! Sugiro que procure um psicólogo para avaliação. Pelo seu relato é algo que tem atrapalhado consideravelmente sua qualidade de vida. Pensamentos intrusivos e indesejados ligados a si ou as outras pessoas são muito ruins. Mas a terapia pode ajudar! Fique bem!
O que você descreve parece ser um comportamento obsessivo-compulsivo (TOC). Esse transtorno se caracteriza por pensamentos repetitivos e intrusivos, que geram ansiedade, e comportamentos repetitivos (compulsões), que visam reduzir essa ansiedade.
É importante lembrar que o TOC é um transtorno de ansiedade que pode ser tratado com sucesso. A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem terapêutica que se mostra eficaz no tratamento do TOC. É possível também que o médico psiquiatra prescreva medicamentos para ajudar a controlar os sintomas.
Portanto, é importante que você procure ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra para avaliação e tratamento adequado. O tratamento pode ajudá-lo a retomar o controle sobre seus pensamentos e comportamentos e melhorar sua qualidade de vida.
É importante lembrar que o TOC é um transtorno de ansiedade que pode ser tratado com sucesso. A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem terapêutica que se mostra eficaz no tratamento do TOC. É possível também que o médico psiquiatra prescreva medicamentos para ajudar a controlar os sintomas.
Portanto, é importante que você procure ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra para avaliação e tratamento adequado. O tratamento pode ajudá-lo a retomar o controle sobre seus pensamentos e comportamentos e melhorar sua qualidade de vida.
Te convidamos para uma consulta: Psicoterapia online - R$ 150
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
oI!
Como voce está? Espero que bem na medida do possível.
Seus sintomas parecem ser, como os colegas comentaram, de TOC, que são atos compulsivos e causados por forte ansiedade. u posso imaginar que o momento que está vivenciando não seja nada fácil, e lidar com essa situação sozinha pode deixar tudo ainda mais difícil. Com um profissional que se sinta segura, vc pode trabalhar essas questões e encontrar estratégias para enfrentar tuas dificuldades. Oriento que entre em contato com alguns profissionais, faça avaliações, conheça o trabalho de cada um e entenda o que melhor poderá lhe atender e te auxiliar a passar por esse momento.
Aconselho voce a buscar um profissional que voce se identifique, sinta confiança e se sinta acolhido.
Espero ter ajudado. Sou a Letícia, sou psicóloga. Me coloco a disposição, caso queira conversar é só entrar em meu perfil e será um prazer. Te convido conhecer meu trabalho. E lembre-se: Cuide de voce! Abraço afetuoso e melhoras.
***e caso sinta vontade e confortável, esse é meu instagram profissional, e lá eu posto conteúdos relacionados a saude mental: @psi.leticiaaa***
Como voce está? Espero que bem na medida do possível.
Seus sintomas parecem ser, como os colegas comentaram, de TOC, que são atos compulsivos e causados por forte ansiedade. u posso imaginar que o momento que está vivenciando não seja nada fácil, e lidar com essa situação sozinha pode deixar tudo ainda mais difícil. Com um profissional que se sinta segura, vc pode trabalhar essas questões e encontrar estratégias para enfrentar tuas dificuldades. Oriento que entre em contato com alguns profissionais, faça avaliações, conheça o trabalho de cada um e entenda o que melhor poderá lhe atender e te auxiliar a passar por esse momento.
Aconselho voce a buscar um profissional que voce se identifique, sinta confiança e se sinta acolhido.
Espero ter ajudado. Sou a Letícia, sou psicóloga. Me coloco a disposição, caso queira conversar é só entrar em meu perfil e será um prazer. Te convido conhecer meu trabalho. E lembre-se: Cuide de voce! Abraço afetuoso e melhoras.
***e caso sinta vontade e confortável, esse é meu instagram profissional, e lá eu posto conteúdos relacionados a saude mental: @psi.leticiaaa***
Olá. Como apontado por muitos colegas, o que você relatou pode ser relacionado a TOC, porém para entender o porquê e como lidar com isso é essencial fazer acompanhamento com um profissional qualificado. Abraço
Ola, boa tarde, imagino como deve estar sendo desafiador e até mesmo angustiante o que tem passado. Pelo seu relato indica um quadro relacionado ao TOC, e para evitar mais prejuizos e sofrimento para sua vida, indico que procure uma psicoterapia que que possa lidar com este quadro e ter uma vida mais leve. Um abraço
Olá
"Sensação que precisa deixar tudo do seu jeito"... esse é um tipo de pensamento que pode ser classificado como obsessão, idéia fixa que causa desconforto. E você relata que apresenta um padrão compulsivo, como a necessidade de ficar limpando a tela do celular até algo ou alguém lhe dizer "já deu". Essas compulsões surgem como uma tentativa de reduzir a ansiedade causada por esses pensamentos. A curto prazo esses comportamentos podem trazer alivio, mas a longo prazo reforçam o ciclo.
A primeira recomendação que lhe dou é procurar ajuda psicológica para uma avaliação e tratamento. Você não está sózinha em sentir essa necessidade crescente de controle e isso não significa que há algo de errado com você como pessoa. Essa experiência pode estar ligada à sua tentativa de gerenciar a ansiedade, e isso é algo que pode ser trabalhado de maneira eficaz e apoio adequado. O mais importante é que você já percebeu o desconforto que esses padrões estão trazendo para sua vida, e esse é o primeiro passo para encontrar o alívio.Busque apoio especializado, pois quanto mais cedo você começar a tratar esses sintomas, mais fácil será interromper o ciclo.
"Sensação que precisa deixar tudo do seu jeito"... esse é um tipo de pensamento que pode ser classificado como obsessão, idéia fixa que causa desconforto. E você relata que apresenta um padrão compulsivo, como a necessidade de ficar limpando a tela do celular até algo ou alguém lhe dizer "já deu". Essas compulsões surgem como uma tentativa de reduzir a ansiedade causada por esses pensamentos. A curto prazo esses comportamentos podem trazer alivio, mas a longo prazo reforçam o ciclo.
A primeira recomendação que lhe dou é procurar ajuda psicológica para uma avaliação e tratamento. Você não está sózinha em sentir essa necessidade crescente de controle e isso não significa que há algo de errado com você como pessoa. Essa experiência pode estar ligada à sua tentativa de gerenciar a ansiedade, e isso é algo que pode ser trabalhado de maneira eficaz e apoio adequado. O mais importante é que você já percebeu o desconforto que esses padrões estão trazendo para sua vida, e esse é o primeiro passo para encontrar o alívio.Busque apoio especializado, pois quanto mais cedo você começar a tratar esses sintomas, mais fácil será interromper o ciclo.
Olá, é preciso buscar ajuda de um profissional, o processo terapêutico iria lhe ajudar muito a entender de onde vem esses sentimentos.
Fico á disposição.
Fico á disposição.
O que você descreve pode ser entendido, na psicanálise, como manifestações de um conflito inconsciente que encontra expressão em rituais específicos ou mesmo pensamentos obsessivos. Essas ações repetitivas podem ser tentativas de lidar com uma angústia que não encontrou outra forma de expressão. O sentimento de que algo ruim pode acontecer pode estar ligado a uma culpa inconsciente ou a uma necessidade de controle frente a algo vivido como imprevisível.
Esses comportamentos, embora pareçam oferecer alívio momentâneo, tendem a intensificar o ciclo de angústia. Buscar a ajuda de um psicanalista ou psicólogo pode ser um caminho importante para explorar as raízes desses sintomas e entender o que eles comunicam sobre sua história e seus desejos. Falar sobre isso, em um espaço de escuta, pode ajudar a transformar esses sentimentos e liberar você desse peso. Espero ter ajudado, qualquer coisa estou à disposição.
Esses comportamentos, embora pareçam oferecer alívio momentâneo, tendem a intensificar o ciclo de angústia. Buscar a ajuda de um psicanalista ou psicólogo pode ser um caminho importante para explorar as raízes desses sintomas e entender o que eles comunicam sobre sua história e seus desejos. Falar sobre isso, em um espaço de escuta, pode ajudar a transformar esses sentimentos e liberar você desse peso. Espero ter ajudado, qualquer coisa estou à disposição.
Olá! Quando algum costume ganha proporções de repetições (rituais) e são acompanhados de crenças que imaginariamente, ameacam o bem estar de outras pessoas, estamos diante de um sintoma de extrema necessidade de controle, medo e culpa. O melhor é iniciar um tratamento psicanalítico para falar das situações que te ameaçam.
Os comportamentos que você descreve, como a necessidade de deixar a porta fechada de um jeito específico ou limpar a tela do celular repetidamente até sentir que "está tudo bem", e a preocupação de que algo ruim aconteça à sua família caso não o faça, podem ser indicativos de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC).
O TOC é um transtorno mental caracterizado por obsessões, compulsões ou ambos. As obsessões são pensamentos, imagens ou impulsos recorrentes e persistentes que invadem a consciência, causando grande angústia e ansiedade. Esses pensamentos são indesejados e intrusivos, surgindo mesmo quando a pessoa está tentando pensar ou fazer outras coisas. Temas comuns incluem medo de contaminação, dúvidas excessivas, necessidade de ordem e simetria, e pensamentos agressivos ou sexuais.
As compulsões são comportamentos repetitivos ou atos mentais que a pessoa se sente compelida a realizar em resposta a uma obsessão. O objetivo é reduzir a ansiedade ou prevenir algum evento temido. As compulsões mais comuns incluem lavar as mãos excessivamente, verificar repetidamente se portas estão trancadas ou aparelhos desligados, contar, organizar objetos de maneira específica e seguir rotinas rígidas.
No seu caso, a necessidade de fechar a porta de um jeito específico e limpar a tela do celular até sentir que está "ok" são exemplos de compulsões. O medo de que algo ruim aconteça à sua família caso não realize esses rituais está ligado às obsessões, que geram ansiedade e levam à necessidade de realizar as compulsões para aliviar essa angústia.
Além disso, outros sintomas de TOC podem incluir medo de contaminação por germes ou sujeira, dúvidas excessivas sobre se trancou a porta ou desligou o fogão, necessidade de que as coisas estejam perfeitamente alinhadas ou simétricas, pensamentos agressivos ou perturbadores, e medo de perder ou descartar algo importante.
É importante procurar um profissional para obter um diagnóstico adequado e um plano de tratamento. A psicanálise pode ser uma abordagem eficaz para entender as causas subjacentes do TOC, explorando conflitos internos e experiências passadas que podem estar contribuindo para os seus sintomas. A terapia oferece um espaço seguro para trabalhar essas questões emocionais.
Lembre-se de que o TOC é uma condição tratável e que, com o apoio adequado, é possível controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Não hesite em buscar ajuda profissional para lidar com essa situação.
O TOC é um transtorno mental caracterizado por obsessões, compulsões ou ambos. As obsessões são pensamentos, imagens ou impulsos recorrentes e persistentes que invadem a consciência, causando grande angústia e ansiedade. Esses pensamentos são indesejados e intrusivos, surgindo mesmo quando a pessoa está tentando pensar ou fazer outras coisas. Temas comuns incluem medo de contaminação, dúvidas excessivas, necessidade de ordem e simetria, e pensamentos agressivos ou sexuais.
As compulsões são comportamentos repetitivos ou atos mentais que a pessoa se sente compelida a realizar em resposta a uma obsessão. O objetivo é reduzir a ansiedade ou prevenir algum evento temido. As compulsões mais comuns incluem lavar as mãos excessivamente, verificar repetidamente se portas estão trancadas ou aparelhos desligados, contar, organizar objetos de maneira específica e seguir rotinas rígidas.
No seu caso, a necessidade de fechar a porta de um jeito específico e limpar a tela do celular até sentir que está "ok" são exemplos de compulsões. O medo de que algo ruim aconteça à sua família caso não realize esses rituais está ligado às obsessões, que geram ansiedade e levam à necessidade de realizar as compulsões para aliviar essa angústia.
Além disso, outros sintomas de TOC podem incluir medo de contaminação por germes ou sujeira, dúvidas excessivas sobre se trancou a porta ou desligou o fogão, necessidade de que as coisas estejam perfeitamente alinhadas ou simétricas, pensamentos agressivos ou perturbadores, e medo de perder ou descartar algo importante.
É importante procurar um profissional para obter um diagnóstico adequado e um plano de tratamento. A psicanálise pode ser uma abordagem eficaz para entender as causas subjacentes do TOC, explorando conflitos internos e experiências passadas que podem estar contribuindo para os seus sintomas. A terapia oferece um espaço seguro para trabalhar essas questões emocionais.
Lembre-se de que o TOC é uma condição tratável e que, com o apoio adequado, é possível controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Não hesite em buscar ajuda profissional para lidar com essa situação.
Olá! É arriscado dar um diagnóstico por aqui. Então, recomendo procurar uma psicóloga e psiquiatra para fazer avaliação e possível tratamento. Espero que tenha ajudado!
O que você descreve parece muito com sintomas do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Nesse quadro, surgem pensamentos repetitivos e angustiantes (como o medo de que algo ruim aconteça) acompanhados de rituais ou manias (fechar a porta de um jeito específico, limpar o celular até sentir “ok”). Esses comportamentos dão um alívio momentâneo, mas logo a ansiedade volta, e o ciclo se repete.
Isso não significa que você “está ficando maluco”, mas sim que sua mente encontrou uma forma rígida de lidar com a ansiedade. O tratamento mais indicado é a psicoterapia, que ajuda a compreender esses padrões e encontrar formas mais saudáveis de lidar com o medo. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico também pode ser necessário para auxiliar na redução dos sintomas.
Buscar ajuda agora é muito importante para que esses rituais não se ampliem ainda mais e para que você possa recuperar sua tranquilidade.
Isso não significa que você “está ficando maluco”, mas sim que sua mente encontrou uma forma rígida de lidar com a ansiedade. O tratamento mais indicado é a psicoterapia, que ajuda a compreender esses padrões e encontrar formas mais saudáveis de lidar com o medo. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico também pode ser necessário para auxiliar na redução dos sintomas.
Buscar ajuda agora é muito importante para que esses rituais não se ampliem ainda mais e para que você possa recuperar sua tranquilidade.
O que você descreve parece estar relacionado a comportamentos de compulsão ou ritualísticos, que podem surgir em transtornos de ansiedade, como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Esses comportamentos costumam ser uma tentativa de reduzir a ansiedade ou evitar que algo ruim aconteça. É possível trabalhar essas questões com estratégias da análise do comportamento para reduzir a frequência e o impacto desses rituais no dia a dia.
Posso ajudá-lo(a) a compreender melhor esses padrões e encontrar maneiras de lidar com eles. Entre em contato e agende um horário.
Posso ajudá-lo(a) a compreender melhor esses padrões e encontrar maneiras de lidar com eles. Entre em contato e agende um horário.
O que você descreve ,precisar realizar ações repetitivas (como fechar a porta de um jeito específico ou limpar algo várias vezes) para aliviar a sensação de que algo ruim pode acontecer ,apresenta sintomas de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Esses comportamentos são compulsões. Eles surgem para reduzir a ansiedade causada por pensamentos obsessivos.
O problema tende a se expandir, como você já notou.
Não é “mania” ou frescura, é um transtorno de ansiedade que precisa de tratamento psicológico (principalmente terapia cognitivo-comportamental).
O tratamento funciona bem: a terapia ajuda você a entender e enfraquecer esses pensamentos, reduzindo as compulsões.
Esses comportamentos são compulsões. Eles surgem para reduzir a ansiedade causada por pensamentos obsessivos.
O problema tende a se expandir, como você já notou.
Não é “mania” ou frescura, é um transtorno de ansiedade que precisa de tratamento psicológico (principalmente terapia cognitivo-comportamental).
O tratamento funciona bem: a terapia ajuda você a entender e enfraquecer esses pensamentos, reduzindo as compulsões.
O que você descreve é compatível com sintomas obsessivo-compulsivos. Pensamentos de que algo ruim pode acontecer e a necessidade de realizar rituais (arrumar, limpar, conferir) para aliviar a ansiedade são comuns nesse quadro. O alívio é momentâneo, e por isso os rituais tendem a se expandir para outras áreas.
Isso tem tratamento. A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com técnicas específicas, ajuda a reduzir os rituais e o medo associado. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico também é indicado. Procurar ajuda cedo evita que o padrão se intensifique.
Isso tem tratamento. A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com técnicas específicas, ajuda a reduzir os rituais e o medo associado. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico também é indicado. Procurar ajuda cedo evita que o padrão se intensifique.
Olá, tudo bem?
O que você descreve costuma ser muito angustiante, especialmente porque vem acompanhado dessa sensação interna de “se eu não fizer, algo ruim pode acontecer”, mesmo sem uma explicação lógica clara. Esse tipo de experiência geralmente não tem a ver com a porta, o celular ou os objetos em si, mas com um estado de ansiedade que busca alívio através de pequenos rituais. A mente tenta criar uma sensação de controle para reduzir o desconforto, e por alguns segundos até parece funcionar, mas logo a dúvida volta e o ciclo se amplia, passando de um objeto para vários outros.
É importante entender que isso não surge por fraqueza, falta de fé ou algo parecido. Quando a ansiedade aumenta e o cérebro entra em modo de alerta, ele começa a associar pensamentos a possíveis ameaças, mesmo que elas não sejam reais. Aos poucos, o medo deixa de ser “e se acontecer algo?” e passa a ser “e se eu não fizer direito?”. É aí que o comportamento vai se expandindo, como você percebeu, saindo de algo pontual para praticamente tudo o que toca.
Esse tipo de funcionamento tem tratamento e costuma responder muito bem quando abordado da forma adequada. O trabalho terapêutico ajuda a compreender o que está por trás desse medo, a enfraquecer a ligação entre pensamento e catástrofe e a reduzir a necessidade desses rituais, respeitando o seu tempo e sem forçar mudanças bruscas. Em alguns casos, dependendo da intensidade e do impacto na rotina, uma avaliação psiquiátrica pode ser considerada de forma complementar, mas isso só é definido após uma escuta cuidadosa.
Quando você tenta não fazer esses rituais, o que exatamente sente no corpo e nos pensamentos? Esse medo está mais ligado à ideia de culpa, de responsabilidade ou de perda de controle? Houve algum período da sua vida em que a ansiedade aumentou antes desses comportamentos começarem? E o quanto isso tem interferido no seu dia a dia e no seu descanso?
Caso precise, estou à disposição.
O que você descreve costuma ser muito angustiante, especialmente porque vem acompanhado dessa sensação interna de “se eu não fizer, algo ruim pode acontecer”, mesmo sem uma explicação lógica clara. Esse tipo de experiência geralmente não tem a ver com a porta, o celular ou os objetos em si, mas com um estado de ansiedade que busca alívio através de pequenos rituais. A mente tenta criar uma sensação de controle para reduzir o desconforto, e por alguns segundos até parece funcionar, mas logo a dúvida volta e o ciclo se amplia, passando de um objeto para vários outros.
É importante entender que isso não surge por fraqueza, falta de fé ou algo parecido. Quando a ansiedade aumenta e o cérebro entra em modo de alerta, ele começa a associar pensamentos a possíveis ameaças, mesmo que elas não sejam reais. Aos poucos, o medo deixa de ser “e se acontecer algo?” e passa a ser “e se eu não fizer direito?”. É aí que o comportamento vai se expandindo, como você percebeu, saindo de algo pontual para praticamente tudo o que toca.
Esse tipo de funcionamento tem tratamento e costuma responder muito bem quando abordado da forma adequada. O trabalho terapêutico ajuda a compreender o que está por trás desse medo, a enfraquecer a ligação entre pensamento e catástrofe e a reduzir a necessidade desses rituais, respeitando o seu tempo e sem forçar mudanças bruscas. Em alguns casos, dependendo da intensidade e do impacto na rotina, uma avaliação psiquiátrica pode ser considerada de forma complementar, mas isso só é definido após uma escuta cuidadosa.
Quando você tenta não fazer esses rituais, o que exatamente sente no corpo e nos pensamentos? Esse medo está mais ligado à ideia de culpa, de responsabilidade ou de perda de controle? Houve algum período da sua vida em que a ansiedade aumentou antes desses comportamentos começarem? E o quanto isso tem interferido no seu dia a dia e no seu descanso?
Caso precise, estou à disposição.
Olá! Pelo seu relato, você está apresentando sintomas característicos de um quadro de TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). De toda forma, para você receber uma avaliação pormenorizada e o tratamento adequado, o melhor caminho é buscar por um psiquiatra e um psicólogo especializados nesse quadro.
Olá!
Parece que você relata alguns pensamentos repetitivos, que podemos chamar também de obsessivos, que desencadeiam comportamentos, no sentido de precisar realiza-los para diminuir a angustia. Mas, saber disso, no fundo não deve diminuir o que você sente. Seria importante que você buscasse um processo de psicoterapia para analisar melhor esses pensamentos, inclusive a associação que você faz: "o sentimento que vai acontecer algo de ruim com alguém da minha família".
Parece que você relata alguns pensamentos repetitivos, que podemos chamar também de obsessivos, que desencadeiam comportamentos, no sentido de precisar realiza-los para diminuir a angustia. Mas, saber disso, no fundo não deve diminuir o que você sente. Seria importante que você buscasse um processo de psicoterapia para analisar melhor esses pensamentos, inclusive a associação que você faz: "o sentimento que vai acontecer algo de ruim com alguém da minha família".
O que você está descrevendo é um relato muito clássico de um ciclo que chamamos de pensamento mágico e rituais de verificação. Embora eu não possa fazer um diagnóstico, esse padrão de precisar fazer algo (limpar o celular, fechar a porta de um jeito específico) para evitar que algo ruim aconteça (com sua família) é a característica central do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC).
Aqui está o que está acontecendo dentro da sua mente e por que isso parece estar "espalhando" para tudo o que você toca:
Como esse ciclo funciona?
O TOC funciona como uma "falha" no sistema de alarme do cérebro. Ele segue três etapas:
A Obsessão (O Medo): Um pensamento invasivo surge do nada: "E se algo ruim acontecer com a minha mãe?". É um pensamento que gera uma ansiedade insuportável.
O Pensamento Mágico (A Conexão): O cérebro cria uma conexão sem lógica entre o medo e uma ação: "Se eu não limpar a tela do celular perfeitamente, o acidente vai acontecer". No fundo, você sabe que uma coisa não tem a ver com a outra, mas o sentimento de dúvida é tão forte que você não consegue ignorar.
A Compulsão (O Ritual): Você limpa o celular ou fecha a porta. Quando você termina e sente aquele "ok" interno, a ansiedade baixa. É aqui que mora o perigo: esse alívio momentâneo ensina ao seu cérebro que o ritual "funcionou", e ele vai pedir cada vez mais rituais para te manter "seguro".
Por que está piorando agora?
Você mencionou que antes era só com a porta e agora é com tudo. Isso acontece por um processo chamado generalização.
A ansiedade é como um músculo que, se alimentado, cresce. Como você está cedendo aos rituais para se acalmar, seu cérebro entende que o mundo é um lugar perigoso e que você precisa estar "no controle" de tudo o tempo todo. Por isso, ele começa a criar regras para o celular, para os objetos que você toca, para o modo como você caminha, etc.
O que você pode fazer?
A boa notícia é que esse quadro é muito bem estudado e tem tratamentos altamente eficazes.
Terapia de Exposição e Prevenção de Resposta (EPR): É o padrão-ouro. O terapeuta te ajuda a enfrentar o pensamento ruim sem fazer o ritual. Você aprende que, mesmo sem limpar o celular, o "algo ruim" não acontece, e seu cérebro para de enviar esses alarmes falsos.
Não tente "parar de pensar": Quanto mais você tenta não pensar na sua família, mais o pensamento volta. O segredo é aprender a olhar para o pensamento e dizer: "Isso é só um pensamento de TOC, não é um aviso real" — e seguir com sua vida sem fazer o ritual.
Ajuda Profissional: Um psicólogo (da linha TCC) e um psiquiatra podem ajudar muito. Em muitos casos, medicações ajudam a "baixar o volume" desses pensamentos para que você consiga fazer a terapia.
Um pequeno desafio para hoje:
Da próxima vez que você for limpar o celular, tente fazer isso uma vez a menos do que o costume ou deixe uma marca de dedo proposital e veja o que acontece com a sua ansiedade depois de 10 minutos. Ela vai subir, mas depois ela tem que descer sozinha, sem o ritual.
Aqui está o que está acontecendo dentro da sua mente e por que isso parece estar "espalhando" para tudo o que você toca:
Como esse ciclo funciona?
O TOC funciona como uma "falha" no sistema de alarme do cérebro. Ele segue três etapas:
A Obsessão (O Medo): Um pensamento invasivo surge do nada: "E se algo ruim acontecer com a minha mãe?". É um pensamento que gera uma ansiedade insuportável.
O Pensamento Mágico (A Conexão): O cérebro cria uma conexão sem lógica entre o medo e uma ação: "Se eu não limpar a tela do celular perfeitamente, o acidente vai acontecer". No fundo, você sabe que uma coisa não tem a ver com a outra, mas o sentimento de dúvida é tão forte que você não consegue ignorar.
A Compulsão (O Ritual): Você limpa o celular ou fecha a porta. Quando você termina e sente aquele "ok" interno, a ansiedade baixa. É aqui que mora o perigo: esse alívio momentâneo ensina ao seu cérebro que o ritual "funcionou", e ele vai pedir cada vez mais rituais para te manter "seguro".
Por que está piorando agora?
Você mencionou que antes era só com a porta e agora é com tudo. Isso acontece por um processo chamado generalização.
A ansiedade é como um músculo que, se alimentado, cresce. Como você está cedendo aos rituais para se acalmar, seu cérebro entende que o mundo é um lugar perigoso e que você precisa estar "no controle" de tudo o tempo todo. Por isso, ele começa a criar regras para o celular, para os objetos que você toca, para o modo como você caminha, etc.
O que você pode fazer?
A boa notícia é que esse quadro é muito bem estudado e tem tratamentos altamente eficazes.
Terapia de Exposição e Prevenção de Resposta (EPR): É o padrão-ouro. O terapeuta te ajuda a enfrentar o pensamento ruim sem fazer o ritual. Você aprende que, mesmo sem limpar o celular, o "algo ruim" não acontece, e seu cérebro para de enviar esses alarmes falsos.
Não tente "parar de pensar": Quanto mais você tenta não pensar na sua família, mais o pensamento volta. O segredo é aprender a olhar para o pensamento e dizer: "Isso é só um pensamento de TOC, não é um aviso real" — e seguir com sua vida sem fazer o ritual.
Ajuda Profissional: Um psicólogo (da linha TCC) e um psiquiatra podem ajudar muito. Em muitos casos, medicações ajudam a "baixar o volume" desses pensamentos para que você consiga fazer a terapia.
Um pequeno desafio para hoje:
Da próxima vez que você for limpar o celular, tente fazer isso uma vez a menos do que o costume ou deixe uma marca de dedo proposital e veja o que acontece com a sua ansiedade depois de 10 minutos. Ela vai subir, mas depois ela tem que descer sozinha, sem o ritual.
Olá, tudo bem?
O que você está descrevendo chama bastante atenção para um padrão que costuma aparecer quando a ansiedade começa a se organizar em forma de rituais. Não é que você “queira” fazer isso, é como se uma parte da sua mente dissesse: “se não fizer desse jeito, algo ruim pode acontecer”. E aí, para aliviar essa tensão, você realiza o comportamento, como ajustar a porta ou limpar o celular, até sentir um certo alívio.
O ponto importante aqui é entender que esse alívio funciona como um reforço para o cérebro. Ele aprende que, ao fazer o ritual, a sensação ruim diminui, então passa a pedir isso cada vez mais. Por isso você percebe que antes era só com a porta e agora começou a se expandir para outras coisas. Não é falta de controle, é um mecanismo de aprendizagem do próprio sistema emocional, que está tentando te proteger, mas acaba te prendendo nesse ciclo.
Existe um nome técnico para isso, que envolve pensamentos intrusivos e comportamentos repetitivos para neutralizar a ansiedade. Mas mais importante do que o nome é entender o funcionamento: não é sobre a porta ou o celular, é sobre o medo que vem junto e a tentativa de evitar que algo ruim aconteça. E, quanto mais você obedece esse “acordo” com a ansiedade, mais ela cresce.
Talvez valha a pena você observar com calma: o que você sente no corpo quando tenta não fazer o ritual? Qual é exatamente o medo que aparece, mesmo que pareça irracional? E esse “algo ruim” que sua mente ameaça, ele é específico ou mais uma sensação difusa de perigo?
Esse tipo de padrão costuma responder muito bem à terapia, principalmente quando a gente trabalha tanto a relação com esses pensamentos quanto a forma de lidar com os rituais, de maneira gradual e segura. Não é sobre forçar parar de uma vez, mas aprender a enfraquecer esse ciclo.
Caso precise, estou à disposição.
O que você está descrevendo chama bastante atenção para um padrão que costuma aparecer quando a ansiedade começa a se organizar em forma de rituais. Não é que você “queira” fazer isso, é como se uma parte da sua mente dissesse: “se não fizer desse jeito, algo ruim pode acontecer”. E aí, para aliviar essa tensão, você realiza o comportamento, como ajustar a porta ou limpar o celular, até sentir um certo alívio.
O ponto importante aqui é entender que esse alívio funciona como um reforço para o cérebro. Ele aprende que, ao fazer o ritual, a sensação ruim diminui, então passa a pedir isso cada vez mais. Por isso você percebe que antes era só com a porta e agora começou a se expandir para outras coisas. Não é falta de controle, é um mecanismo de aprendizagem do próprio sistema emocional, que está tentando te proteger, mas acaba te prendendo nesse ciclo.
Existe um nome técnico para isso, que envolve pensamentos intrusivos e comportamentos repetitivos para neutralizar a ansiedade. Mas mais importante do que o nome é entender o funcionamento: não é sobre a porta ou o celular, é sobre o medo que vem junto e a tentativa de evitar que algo ruim aconteça. E, quanto mais você obedece esse “acordo” com a ansiedade, mais ela cresce.
Talvez valha a pena você observar com calma: o que você sente no corpo quando tenta não fazer o ritual? Qual é exatamente o medo que aparece, mesmo que pareça irracional? E esse “algo ruim” que sua mente ameaça, ele é específico ou mais uma sensação difusa de perigo?
Esse tipo de padrão costuma responder muito bem à terapia, principalmente quando a gente trabalha tanto a relação com esses pensamentos quanto a forma de lidar com os rituais, de maneira gradual e segura. Não é sobre forçar parar de uma vez, mas aprender a enfraquecer esse ciclo.
Caso precise, estou à disposição.
Olá tudo bem ? É importante você fazer uma consulta com um psicólogo ou psiquiatra para entender melhor esses sintomas que você vem tendo, o profissional vai entender melhor toda a sua historia de vida e vai poder te dizer com mais precisão o que está acontecendo e como pode melhorar. São sintomas importantes que podem ou não necessitar de um tratamento focado.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Toda vez que eu tomo café eu fico com um mal estar uma tontura forte, o que deve ser?
- Toda vez que vou aferir a pressão em consultório ou com pessoas estranhas , minha pressão é alterada para bem mais que o normal. Já fiz dois exames MAPA e deu tudo normal. Faço monitoramento em casa tbm e está sempre normal. Qual tratamento devo fazer para curar esse problema?
- Tomei durante 1 mês o escitalopram 20 mg do laboratório biossíntese e agora estou usando da Geolab há 7 dias porém percebi que estou mais agitada e tive crise de choro e estou desanimada isso é comum? Devo me preocupar
- Tomo 6 gotas de rivotril para ansiedade, mas estou tratando. por quanto tempo posso tomar Rivotril?
- Tomo escitalopram de 15 mg a 1 mês, meu médico aumentou a dose para 20mg recentemente, porém ele acrescentou bupropiona de 150mg sendo que tenho ansiedade generalizada, tô na dúvida por qual motivo ele fez esse acréscimo de bupropiona, já que bupropiona é uma vilã da ansiedade. Qual seria o sentido?
- Fui receitado para ansiedade generalizada e insônia 75mg dorene manhã e noite e prisma 3mg a noite. Gostaria de saber os riscos e se está de acordo com o tratamento?
- Tenho ansiedade e tenho desvio de septo . Toda vez q meu nariz entope da gatilho para minha ansiedade e sinto falta de ar .. É comum ?
- É normal ficar tenso? Ficar estressado todo tempo? Ficar preocupada? Fica ansioso
- posso ter ansiedade sem ter a crise de ansiedade? ou só sei que tenho se tiver a crise?
- Estou tomando fluoxetina desde o dia 24 de fevereiro. Uma gota ao dia. Estou com 12 gotas a 10 dias . Muita ansiedade taquicardia palpitação tremor agitação insônia. Quando isso melhora??.?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 1143 perguntas sobre Ansiedade
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.