Minha filha vivenciou uma cena de violência no bairro onde moro a 1 ano atrás, ela tem 11 anos, depo
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Minha filha vivenciou uma cena de violência no bairro onde moro a 1 ano atrás, ela tem 11 anos, depois disso ela tem muito medo de ir na esquina sozinha, qual especialista devo consultar, porque ela chega a passar mal quando eu mando ela ir, fica pálida e chora muito.
Ola boa tarde.
Seria bom buscar um profissional de Psicologia, que vai ajuda la a entender melhor a cena que vivenciou e como este fato veio a acarretar em sintomas como descreve. Assim irá contribuir para uma possivel melhora e uma investigação mais precisa do que pode esta acontecendo com ela.
A disposição para demais dúvidas.
Seria bom buscar um profissional de Psicologia, que vai ajuda la a entender melhor a cena que vivenciou e como este fato veio a acarretar em sintomas como descreve. Assim irá contribuir para uma possivel melhora e uma investigação mais precisa do que pode esta acontecendo com ela.
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Boa tarde querida!
O ideal é que ela faça um acompanhamento psicológico...
O ideal é que ela faça um acompanhamento psicológico...
Aeron Beck teorizou que não importa o fato que ocorreu. O importante é como vc o interpreta e o vivencia. Existe técnicas que podem ajudar sua filhinha a superar este Trauma. Quanto sua pergunta é um profissional de psicologia. Procure ajuda em um de nós. Vale a pena investir em qualidade de vida. Boa sorte!
Com certeza essa jovem necessita de acompanhamento psicológico para trabalhar esse trauma.
Olá!
Leve-a a um psicólogo. Eles possuem ferramentas para trabalhar as questões relacionadas a traumas. Qualquer dúvida estou a disposição.
Leve-a a um psicólogo. Eles possuem ferramentas para trabalhar as questões relacionadas a traumas. Qualquer dúvida estou a disposição.
O que você descreve são claros sinais de transtorno de estresse pós traumático. O padrão ouro de tratamento chama-se Terapia EMDR.
Boa noite, sua filha sofreu um trauma, isso causa muita angústia, e mais ainda devido a sua idade, ao ser tão jovem não tem maturidade emocional para absorver sozinha essa experiência. Um psicanalista especializado em crianças poderá ajudá-la a transpor essa experiência. Um abraço
Assistir cenas de violência, podem trazer inúmeros efeitos negativos para aquele que assistiu, estejamos falando de adultos ou crianças. No segundo caso, em particular, às reações podem ser mais evidentes em razão da própria sensibilidade da criança. Nestes casos, é aconselhável que a ela possa ter a possibilidade de poder falar sobre aquilo, num espaço de tratamento de modo que, possa elaborar tal cena - aquilo que vem lhe provando medo (no caso do medo de ir à rua). O importante é que isto possa ser encaminhado para um psicólogo que trabalhe com crianças e adolescentes, pois somente assim será possível tratar essas reações.
Consulte um psicólogo o mais breve possível. Ele saberá direcionar o caso e se necessário orientará vc a procurar outros profissionais. O importante é fazer isto rapidamente para ajudar sua filha a superar esta situação.
Indico uma técnica chamada EMDR, que trata traumas geralmente alguns psicólogos e médicos de uma forma mais rápida, mas é importante procurar um Psicólogo para uma terapia mais longa e para ressignificar esse trauma. O medo paralisa as pessoas e provocar surtos que venham a prejudicar a vida social e passar para uma Síndrome do pânico.
Agora é momento ideal para procura de um tratamento psicológico.
Estou a disposição.
Agora é momento ideal para procura de um tratamento psicológico.
Estou a disposição.
Ola. Possivelmente sua filha está sofrendo de stress pós traumático. É muito importante a ajuda de um profissional da psicologia para que ela elabore esse trauma. procure por ajuda, vale a pena!
Qual pessoa que vivenciando uma situação de violência não ficará assustada e com medo, não é verdade? Quanto mais uma criança!
O que posso sugerir é que converse com sua filha e deixe que ela expresse sem julgamentos ou interrupções o sofrimento pelo qual ela está passando, o que pode ajudar bastante na redução dos sintomas. Caso não haja melhoras, sugiro acompanhamento pelo profissional de psicologia que utiliza de habilidade e técnicas para o manejo de eventos traumáticos.
O que posso sugerir é que converse com sua filha e deixe que ela expresse sem julgamentos ou interrupções o sofrimento pelo qual ela está passando, o que pode ajudar bastante na redução dos sintomas. Caso não haja melhoras, sugiro acompanhamento pelo profissional de psicologia que utiliza de habilidade e técnicas para o manejo de eventos traumáticos.
Olá!
Uma situação assim traz a realidade de forma crua e que dificulta a acomodação do fato internamente!
Expressar as emoções a respeito da situação ajudam muito a, aos poucos, retomar a naturalidade com os locais que lembram o fato, bem como, buscar recursos internos para se proteger do choque, culpa, raiva ou outras emoções que estejam associadas. Importante recorrer a psicólog@ psicanalista para apoiar este processo!
Uma situação assim traz a realidade de forma crua e que dificulta a acomodação do fato internamente!
Expressar as emoções a respeito da situação ajudam muito a, aos poucos, retomar a naturalidade com os locais que lembram o fato, bem como, buscar recursos internos para se proteger do choque, culpa, raiva ou outras emoções que estejam associadas. Importante recorrer a psicólog@ psicanalista para apoiar este processo!
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Olá! É importante você procurar um psicólogo (a) que tem especialização em atendimento com criança. Há profissionais na abordagem do Psicodrama que são excelentes para trabalhar com crianças.
Olá! Sua filha precisa de auxílio psicológico, pois a cena que presenciou deixou nela algumas marcas, e isso se chama trauma, ou seja, mesmo depois de um ano do ocorrido ela parece reviver a cena toda vez que você pede para passar pelo local. Isso está com certeza atrapalhando muito ela. Procure ajuda o quanto antes para que ela tenha uma vida saudável e livre desses sentimentos.
Espero que ela fique bem!
Espero que ela fique bem!
Sua filha presenciou uma cena violenta, como você relata.
Os olhos são o órgão dos sentidos por onde recebemos o maior volume de informações.
Embora ela não tenha participado da violência, mas apenas presenciado, isso afeta grandemente o sistema de autorregulação, provocando um trauma cujos sintomas se mostram presentes, apesar de ter transcorrido um ano do fato.
A melhor e mais rápida forma de resolver é que ela seja atendida por psicólogo que atue com reprocessamento de memórias, como SE, Brainspotting ou EMDR. Na idade dela, provavelmente uma única sessão será suficiente.
Os olhos são o órgão dos sentidos por onde recebemos o maior volume de informações.
Embora ela não tenha participado da violência, mas apenas presenciado, isso afeta grandemente o sistema de autorregulação, provocando um trauma cujos sintomas se mostram presentes, apesar de ter transcorrido um ano do fato.
A melhor e mais rápida forma de resolver é que ela seja atendida por psicólogo que atue com reprocessamento de memórias, como SE, Brainspotting ou EMDR. Na idade dela, provavelmente uma única sessão será suficiente.
Olá! Seria interessante você procurar um psicólogo infantil para investigar melhor essa questão. Boa sorte.
Boa tarde. É recomendável buscar um profissional de psicologia para uma análise mais completa e dar início ao tratamento adequado. Pelo contexto aversivo do evento citado é natural que possa ter ocorrido um trauma. Com isto a paciente pode sentir uma ansiedade antecipatória intensa apenas ao pensamento de sair de casa. Graças a linguagem nós temos a capacidade de relacionar um medo de um evento especifico com muitos outros eventos, o que pode acabar ampliando o número e categoria de eventos evitados.
Boa tarde! O ideal seria procurar um psicoterapeuta para ajuda-la a entender e a lidar com o possível trauma decorrente do ocorrido.
Olá! Primeiro é importante entender que os adultos e as crianças têm formas diferentes de assimilar e lidar com eventos traumáticos como esse, o ideal é buscar a ajuda de um psicólogo infantil para que ela consiga lidar de uma forma mais saudável com o ocorrido. Tenha paciência e procure entender a dificuldade que sua filha está passando, com a ajuda de um especialista as coisas poderão melhorar.
Olá
É natural que sua filha fique receosa e insegura. Assistir uma cena de violência impacta adultos, quanto mais crianças.
Procure um psicólogo/a antes que esses medos aumentem e se transformem em sintomas que impactarão na qualidade de vida dela.
Boa sorte
É natural que sua filha fique receosa e insegura. Assistir uma cena de violência impacta adultos, quanto mais crianças.
Procure um psicólogo/a antes que esses medos aumentem e se transformem em sintomas que impactarão na qualidade de vida dela.
Boa sorte
A vivência de situações de violência pode acarretar algum prejuízo na qualidade da saúde mental das pessoas (inclusive as crianças), é comum que após experiência pessoal, testemunho ou conhecimento de eventos que põem em risco à vida ou integridade física (própria ou de terceiros) que haja surgimento de alguns sintomas que podem causar medo intenso, sentimentos de impotência ou terror, enfim.
Assim, seria interessante que sua filha pudesse iniciar acompanhamento psicológico para elaborar essa questão.
Espero tê-la auxiliado.
Abraço,
Assim, seria interessante que sua filha pudesse iniciar acompanhamento psicológico para elaborar essa questão.
Espero tê-la auxiliado.
Abraço,
Ola. É necessário buscar ajuda de um(a) psicólogo(a) para que ela possa lidar com esse trauma. Possivelmente sua filha está passando por um estresse pós traumático e a psicoterapia possui ferramentas apropriadas que auxiliam o tratamento.
Olá! Procure um psicólogo infantil, sua filha precisa trabalhar o trauma que essa situação gerou. Um abraço
Procure um Psicólogo, ao que tudo indica é um caso de estresse pós traumático e se não tratado pode evoluir para casos mais importantes de ansiedade. A Psicoterapia poderá contribuir para resultados efetivos.
Olá! Existe indícios de transtorno de estresse pós traumático. A terapia certamente ajudará e nesse caso, acredito que a TCC (Terapia Cognitiva Comportamental) é a mais indicada para um resultado efetivo.
Olá! Boa noite! É uma situação bem delicada e o mais adequado é buscar uma ajuda de um psicólogo. Independente de abordagem o importante é que ela se sinta acolhida e segura para trazer suas queixas pessoais.
Bom dia, lamento pelo ocorrido e entendo que ela esteja com medo, contudo um Psicólogo poderia ajudar a entender esse medo e pensar junto com ela como podem desenvolver propostas para melhorar.
Olá! Sinto muito que sua filha tenha presenciado tal violência e esteja passando por momentos difíceis em decorrência disso.
É importante entender e respeitar as emoções dela - não forçando ela a sair a todo custo e nem brigando com ela por se comportar dessa maneira. Procurar ajuda psicológica é imprescindível para que ela possa aprender a lidar com o trauma e stress - assim ela não desenvolverá padrões disfuncionais a partir do evento traumático.
É importante entender e respeitar as emoções dela - não forçando ela a sair a todo custo e nem brigando com ela por se comportar dessa maneira. Procurar ajuda psicológica é imprescindível para que ela possa aprender a lidar com o trauma e stress - assim ela não desenvolverá padrões disfuncionais a partir do evento traumático.
Olá, boa tarde, tudo bem?
Pela idade de sua filha, ela ainda não desenvolveu meios de lidar com cenas violentas, e é normal que nessa fase, sendo ela uma pré-adolescente, sinta-se abalada pelo ocorrido, gerando traumas e ansiedade diante de uma situação que possa ser propícia a um ato de violência.
Porém, é importante que você tente conversar com ela, demonstrando que entende o momento que está passando, e que está ao lado dela. Dê total apoio, mas também, procure compreender e perguntar, conversar e descobrir quais são os pensamentos que ela têm ao sair de casa...
Mais importante ainda, é buscar auxílio profissional na área da saúde mental (psicólogo e psiquiatra), que irão ajudá-la a lidar com o medos, os receios e traumas diante da situação, treinando-a com a dessenssibilização sistemática, técnica que ajuda o paciente a lidar com estímulos e gatilhos que causam o medo e a ansiedade.
Espero ter esclarecido,
Estou à disposição!
Abraço.
Pela idade de sua filha, ela ainda não desenvolveu meios de lidar com cenas violentas, e é normal que nessa fase, sendo ela uma pré-adolescente, sinta-se abalada pelo ocorrido, gerando traumas e ansiedade diante de uma situação que possa ser propícia a um ato de violência.
Porém, é importante que você tente conversar com ela, demonstrando que entende o momento que está passando, e que está ao lado dela. Dê total apoio, mas também, procure compreender e perguntar, conversar e descobrir quais são os pensamentos que ela têm ao sair de casa...
Mais importante ainda, é buscar auxílio profissional na área da saúde mental (psicólogo e psiquiatra), que irão ajudá-la a lidar com o medos, os receios e traumas diante da situação, treinando-a com a dessenssibilização sistemática, técnica que ajuda o paciente a lidar com estímulos e gatilhos que causam o medo e a ansiedade.
Espero ter esclarecido,
Estou à disposição!
Abraço.
Possivelmente a sua filho pode estar sofrendo o estresse pós traumático, procure um profissional de psicologia para dar início ao tratamento.
O melhor profissional no caso da sua filha seria um psicólogo para que ele investigue, ouça ela e assim com suas ferramentas possa ajuda-la da melhor forma possível.
Esse tipo de evento pode causar traumas, fobias, ansiedade na pessoa, quer ela seja uma criança ou não. Possivelmente pode ser que ela esteja com Transtorno pós traumático em que através da psicoterapia ela pode ser tratada e caso necessário um psiquiatra em conjunto. Essa questão do psiquiatra o psicólogo é apto a avaliar a necessidade
Esse tipo de evento pode causar traumas, fobias, ansiedade na pessoa, quer ela seja uma criança ou não. Possivelmente pode ser que ela esteja com Transtorno pós traumático em que através da psicoterapia ela pode ser tratada e caso necessário um psiquiatra em conjunto. Essa questão do psiquiatra o psicólogo é apto a avaliar a necessidade
Quando vivenciamos ou presenciamos uma situação traumática tal como estupro, assalto, eventos violentos ou atentados, podemos desenvolver o Transtorno de Estresse Pós-Traumático(TEPT). Uma sensação, cheiro, lugar pode ser gatilho e desencadear as lembranças do episódio vivido. É importante tratar a questão em terapia, com um psicólogo com o qual a pessoa sinta um laço de confiança. Estou à disposição para ajuda-lo(a)
oI!
Primeiramente: que bom que vc está buscando ajuda para sua filha, isso é extremamente importante nesse momento. Ela passou por uma cena impactante de violencia, então é esperado que ela esteja tentando elaborar a situação e lidar com essa dor. Recomendo que busque ajuda profissional para ela o quanto antes, para ela poder expressar suas emoções e suas dores emocionais com um profissional que realmente consiga ajuda-la. Espero ter ajudado, vc parece uma mãe preocupada e que quer o melhor para sua filha. Me coloco à dispisição para conversar, sou a letícia e sou psicóloga.
Primeiramente: que bom que vc está buscando ajuda para sua filha, isso é extremamente importante nesse momento. Ela passou por uma cena impactante de violencia, então é esperado que ela esteja tentando elaborar a situação e lidar com essa dor. Recomendo que busque ajuda profissional para ela o quanto antes, para ela poder expressar suas emoções e suas dores emocionais com um profissional que realmente consiga ajuda-la. Espero ter ajudado, vc parece uma mãe preocupada e que quer o melhor para sua filha. Me coloco à dispisição para conversar, sou a letícia e sou psicóloga.
Olá, como apontado pelos colegas, o profissional indicado é o psicólogo, para que sua filha possa processar essa situação com segurança. Abraço
É recomendável que você a leve para um acompanhamento Psicológico, para que ela possa tratar desse trauma.
Olá, bom dia. Devido ao comportamento dela depois do que ela vivenciou é importante que você procure uma psicóloga que a ajude a elaborar o que ela presenciou e dessa forma com o tempo ela pode ter um alívio. Espero ter ajuda. Estou à disposição para qualquer dúvida, @psimariajube.
Olá, como vai? Sinto muito pelo que a sua filha vivenciou. Acho importante ela ter um espaço psicoterapêutico para elaborar esse trauma que foi vivido. A psicoterapia vai proporcionar um espaço seguro e sem julgamentos para ela.
Acredito que num primeiro momento buscar um acompanhamento psicológico seria recomendado... havendo necessidade buscaria outros atendimentos.
Procura uma psicóloga com abordagem em Terapia Cognitiva Comportamental ou EMDR.
Olá, como tem passado?
O que sua filha viveu parece ter deixado marcas significativas em sua experiência subjetiva. Uma cena de violência pode, especialmente na infância, ser vivida como algo confuso, invasivo e difícil de simbolizar. Quando o medo persiste por tanto tempo e se manifesta de forma tão intensa, como no choro, na palidez e no mal-estar corporal, é um sinal de que algo não foi ainda escutado, falado e elaborado com profundidade.
Na escuta psicanalítica, compreende-se que o trauma não está apenas no evento em si, mas na forma como ele é inscrito na vida psíquica do sujeito. Para uma criança, aquilo que não se consegue nomear pode retornar como angústia, como fobia ou como um corpo que adoece diante daquilo que remete à cena temida.
Talvez seja possível se perguntar: o que essa experiência ainda representa para ela? O que dentro dela se organiza em torno da ideia de perigo e desamparo? Como esse medo passou a ocupar o lugar da ação e do desejo de explorar o mundo?
O mais indicado é procurar um psicólogo que atenda crianças, preferencialmente com orientação psicanalítica, para que ela possa ser escutada com cuidado, no seu tempo, e construir meios mais simbólicos de lidar com o que a traumatizou. A escuta certa pode fazer com que o medo deixe de aprisioná-la e abra espaço para um novo movimento de vida.
Espero ter ajudado em algo, até a próxima.
O que sua filha viveu parece ter deixado marcas significativas em sua experiência subjetiva. Uma cena de violência pode, especialmente na infância, ser vivida como algo confuso, invasivo e difícil de simbolizar. Quando o medo persiste por tanto tempo e se manifesta de forma tão intensa, como no choro, na palidez e no mal-estar corporal, é um sinal de que algo não foi ainda escutado, falado e elaborado com profundidade.
Na escuta psicanalítica, compreende-se que o trauma não está apenas no evento em si, mas na forma como ele é inscrito na vida psíquica do sujeito. Para uma criança, aquilo que não se consegue nomear pode retornar como angústia, como fobia ou como um corpo que adoece diante daquilo que remete à cena temida.
Talvez seja possível se perguntar: o que essa experiência ainda representa para ela? O que dentro dela se organiza em torno da ideia de perigo e desamparo? Como esse medo passou a ocupar o lugar da ação e do desejo de explorar o mundo?
O mais indicado é procurar um psicólogo que atenda crianças, preferencialmente com orientação psicanalítica, para que ela possa ser escutada com cuidado, no seu tempo, e construir meios mais simbólicos de lidar com o que a traumatizou. A escuta certa pode fazer com que o medo deixe de aprisioná-la e abra espaço para um novo movimento de vida.
Espero ter ajudado em algo, até a próxima.
Pessoas que presenciaram uma situação de violência podem desenvolver traumas que dificultem a realização das atividades diárias. Nesse caso, a resistência para permanecer em casa apresenta-se como um mecanismo de defesa, uma proteção contra a ansiedade e desconforto disparados pelo trauma. Uma consulta com uma psicóloga é necessário para trabalhar as raízes do medo e ajudar para que ela possa reorganizar seu padrão de funcionamento e retomar suas atividades de forma mais saudável.
O medo intenso que sua filha está sentindo depois de vivenciar uma cena de violência pode ser um sinal de trauma emocional, que precisa ser tratado com cuidado e atenção.
O ideal é procurar um psicólogo com experiência em trauma e ansiedade, que possa acolher sua filha, ajudar a entender o que ela está sentindo e trabalhar estratégias para que ela se sinta mais segura e confiante.
Em alguns casos, o acompanhamento pode incluir também um psiquiatra infantil, se houver sintomas muito intensos ou se for indicado pelo psicólogo.
O importante é não deixar esse medo sem cuidado, pois ele pode interferir no desenvolvimento e no emocional dela.
Se precisar, posso ajudar a orientar sobre como buscar esse atendimento.
O ideal é procurar um psicólogo com experiência em trauma e ansiedade, que possa acolher sua filha, ajudar a entender o que ela está sentindo e trabalhar estratégias para que ela se sinta mais segura e confiante.
Em alguns casos, o acompanhamento pode incluir também um psiquiatra infantil, se houver sintomas muito intensos ou se for indicado pelo psicólogo.
O importante é não deixar esse medo sem cuidado, pois ele pode interferir no desenvolvimento e no emocional dela.
Se precisar, posso ajudar a orientar sobre como buscar esse atendimento.
Olá! Vivenciar uma cena de violência pode ser muito assustador para uma criança e deixar marcas que permanecem mesmo depois de um tempo. O medo intenso, o choro e até os sintomas físicos que você descreveu mostram que sua filha ainda está sofrendo com essa experiência.
O acompanhamento com um(a) psicólogo(a) infantil é o mais indicado, pois vai ajudá-la a elaborar o que aconteceu, a lidar melhor com o medo e a recuperar a sensação de segurança. Em alguns casos, quando os sintomas são muito fortes, pode ser importante também uma avaliação com um(a) psiquiatra infantil.
O mais importante agora é oferecer acolhimento e não forçá-la a enfrentar sozinha situações que geram tanto sofrimento. Com apoio profissional e paciência, ela pode voltar a se sentir confiante e tranquila no dia a dia.
O acompanhamento com um(a) psicólogo(a) infantil é o mais indicado, pois vai ajudá-la a elaborar o que aconteceu, a lidar melhor com o medo e a recuperar a sensação de segurança. Em alguns casos, quando os sintomas são muito fortes, pode ser importante também uma avaliação com um(a) psiquiatra infantil.
O mais importante agora é oferecer acolhimento e não forçá-la a enfrentar sozinha situações que geram tanto sofrimento. Com apoio profissional e paciência, ela pode voltar a se sentir confiante e tranquila no dia a dia.
Um psicólogo é indicado para estes casos, pois com as técnicas certas ele irá ajuda-la a lidar com essas questões.
O que sua filha apresenta parece uma reação traumática após ter presenciado a cena de violência. Situações assim podem gerar medo intenso, crises de choro, evitação de lugares e sintomas físicos, mesmo muito tempo depois do ocorrido — algo comum em casos de ansiedade ou estresse pós-traumático infantil.
O profissional mais indicado é um psicólogo infantil, preferencialmente com experiência em trauma e ansiedade em crianças. Ele poderá ajudá-la a elaborar o medo, recuperar a sensação de segurança e aprender formas de lidar com o que aconteceu.
Em alguns casos, o acompanhamento com um psiquiatra infantil também pode ser recomendado, especialmente se os sintomas forem muito intensos ou persistentes.
Com o tratamento certo e o apoio familiar, é possível restabelecer a confiança e o bem-estar da criança.
O profissional mais indicado é um psicólogo infantil, preferencialmente com experiência em trauma e ansiedade em crianças. Ele poderá ajudá-la a elaborar o medo, recuperar a sensação de segurança e aprender formas de lidar com o que aconteceu.
Em alguns casos, o acompanhamento com um psiquiatra infantil também pode ser recomendado, especialmente se os sintomas forem muito intensos ou persistentes.
Com o tratamento certo e o apoio familiar, é possível restabelecer a confiança e o bem-estar da criança.
Olá, como vai?
Sugiro que você a leve à Unidade Básica de Saúde da sua comunidade e solicitar uma avaliação de saúde mental. A partir disso, a UBS pode iniciar o tratamento com ela ou encaminhá-la ao CAPSi da região. No CAPSi ela será avaliada novamente pela equipe especializada que poderá iniciar o tratamento com ela, a partir dos recursos disponíveis. Nesses casos de ansiedade, o tratamento no CAPSi é bastante efetivo. Caso não seja uma opção, procurar por psiquiatra e psicólogo é essêncial no tratamento. Espero ter ajudado, fico à disposição.
Sugiro que você a leve à Unidade Básica de Saúde da sua comunidade e solicitar uma avaliação de saúde mental. A partir disso, a UBS pode iniciar o tratamento com ela ou encaminhá-la ao CAPSi da região. No CAPSi ela será avaliada novamente pela equipe especializada que poderá iniciar o tratamento com ela, a partir dos recursos disponíveis. Nesses casos de ansiedade, o tratamento no CAPSi é bastante efetivo. Caso não seja uma opção, procurar por psiquiatra e psicólogo é essêncial no tratamento. Espero ter ajudado, fico à disposição.
Boa tarde!
Foi muito angustiante o que a sua filha viveu, parece que ela precisa ser acompanhada para elaborar os traumas que estão fazendo ela ainda vivenciar.
Foi muito angustiante o que a sua filha viveu, parece que ela precisa ser acompanhada para elaborar os traumas que estão fazendo ela ainda vivenciar.
Olá, tudo bem?
Pelo que você descreve, sua filha viveu uma experiência que deixou uma marca profunda — e é importante reconhecer o quanto isso é legítimo. O que parece estar acontecendo é uma reação de medo intenso associada a uma memória traumática. O corpo dela aprendeu a associar aquele local ou situação ao perigo real que presenciou, e por isso ativa o mesmo sistema de defesa, mesmo quando hoje o risco não está mais presente. Quando ela fica pálida, chora e sente mal-estar, é o sistema nervoso reagindo como se o trauma estivesse acontecendo novamente.
Nesses casos, o ideal é procurar um psicólogo infantil, especialmente um profissional com experiência em trauma e ansiedade infantil. Esse tipo de acompanhamento ajuda a criança a compreender e ressignificar a experiência, ensinando o corpo e o cérebro a perceberem novamente que o ambiente está seguro. Dependendo da intensidade dos sintomas, o psicólogo pode avaliar junto com você a necessidade de um encaminhamento complementar ao psiquiatra infantil, principalmente se o medo estiver comprometendo a rotina ou provocando sintomas físicos intensos.
Talvez valha observar também: quando ela fala sobre o episódio, como o corpo dela reage? Ela tenta mudar de assunto, se cala ou revive a cena com detalhes? Esses sinais ajudam o profissional a entender se há sintomas de estresse pós-traumático. Enquanto isso, é importante não forçá-la a enfrentar a situação sozinha — o cérebro infantil precisa primeiro sentir segurança emocional antes de conseguir se reaproximar daquilo que gerou o medo.
Com o tratamento adequado, a tendência é que ela volte a se sentir segura pouco a pouco. Esse tipo de medo não significa fraqueza — é apenas o corpo tentando protegê-la de algo que foi, um dia, assustador demais. Caso precise, estou à disposição.
Pelo que você descreve, sua filha viveu uma experiência que deixou uma marca profunda — e é importante reconhecer o quanto isso é legítimo. O que parece estar acontecendo é uma reação de medo intenso associada a uma memória traumática. O corpo dela aprendeu a associar aquele local ou situação ao perigo real que presenciou, e por isso ativa o mesmo sistema de defesa, mesmo quando hoje o risco não está mais presente. Quando ela fica pálida, chora e sente mal-estar, é o sistema nervoso reagindo como se o trauma estivesse acontecendo novamente.
Nesses casos, o ideal é procurar um psicólogo infantil, especialmente um profissional com experiência em trauma e ansiedade infantil. Esse tipo de acompanhamento ajuda a criança a compreender e ressignificar a experiência, ensinando o corpo e o cérebro a perceberem novamente que o ambiente está seguro. Dependendo da intensidade dos sintomas, o psicólogo pode avaliar junto com você a necessidade de um encaminhamento complementar ao psiquiatra infantil, principalmente se o medo estiver comprometendo a rotina ou provocando sintomas físicos intensos.
Talvez valha observar também: quando ela fala sobre o episódio, como o corpo dela reage? Ela tenta mudar de assunto, se cala ou revive a cena com detalhes? Esses sinais ajudam o profissional a entender se há sintomas de estresse pós-traumático. Enquanto isso, é importante não forçá-la a enfrentar a situação sozinha — o cérebro infantil precisa primeiro sentir segurança emocional antes de conseguir se reaproximar daquilo que gerou o medo.
Com o tratamento adequado, a tendência é que ela volte a se sentir segura pouco a pouco. Esse tipo de medo não significa fraqueza — é apenas o corpo tentando protegê-la de algo que foi, um dia, assustador demais. Caso precise, estou à disposição.
O que sua filha está sentindo é uma reação compreensível diante de uma situação traumática. É importante procurar um psicólogo infantil, profissional preparado para lidar com os efeitos emocionais e físicos do medo após experiências de violência. O psicólogo ajuda a criança a falar sobre o que sentiu, compreender o medo e reconstruir a sensação de segurança. Quanto antes iniciar o acompanhamento, maiores as chances de ela retomar aos poucos a confiança e o bem-estar no dia a dia.
Olá!
Sinto muito que sua filha tenha passado por essa experiência. Acredito que uma psicoterapia seria muito bom para ela, para ela possa trabalhar as emoções em volta desta experiência traumática. Entender como se sentiu, como interpretou a cena de violência e quais são os medos relacionados à essa experiência. Infelizmente não é possível garantir que ela não vá passar por uma experiência como essa, mas é importante que ela entenda os sentimentos dela, para que possa lidar com o trauma e organizar a rotina em cima disso, não se sentir constantemente presa pelo medo e pelo passado! Espero que ela fique bem!
Sinto muito que sua filha tenha passado por essa experiência. Acredito que uma psicoterapia seria muito bom para ela, para ela possa trabalhar as emoções em volta desta experiência traumática. Entender como se sentiu, como interpretou a cena de violência e quais são os medos relacionados à essa experiência. Infelizmente não é possível garantir que ela não vá passar por uma experiência como essa, mas é importante que ela entenda os sentimentos dela, para que possa lidar com o trauma e organizar a rotina em cima disso, não se sentir constantemente presa pelo medo e pelo passado! Espero que ela fique bem!
Pode sim estar relacionado a um Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), já que ela passou por uma situação de medo intenso. É importante buscar ajuda de um psicólogo, que vai ajudá-la a elaborar o trauma e a lidar com esse medo. Em alguns casos, o acompanhamento com psiquiatra infantil também pode ser indicado, se os sintomas forem muito fortes. Procurar ajuda agora pode fazer uma grande diferença na recuperação dela.
Essa reação da sua filha é comum após vivenciar um evento traumático. Quando algo muito assustador acontece, o cérebro passa a interpretar situações parecidas como ameaça, mesmo que estejam seguras. Isso pode gerar medo intenso, pânico, palidez, choro e evitação.
O profissional indicado é o psicólogo especializado em ansiedade, traumas ou Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Esse acompanhamento ajuda a criança a trabalhar o medo, entender as sensações do corpo e recuperar a confiança para voltar às atividades normais.
Em alguns casos, pode ser útil também consultar um psiquiatra infantil, principalmente se os sintomas estiverem muito intensos ou limitando o dia a dia.
O profissional indicado é o psicólogo especializado em ansiedade, traumas ou Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Esse acompanhamento ajuda a criança a trabalhar o medo, entender as sensações do corpo e recuperar a confiança para voltar às atividades normais.
Em alguns casos, pode ser útil também consultar um psiquiatra infantil, principalmente se os sintomas estiverem muito intensos ou limitando o dia a dia.
Olá! O que sua filha está enfrentando é bastante difícil e parece configurar um quadro de Estresse Pós-Traumático. Nesse caso, é importante procurar pela avaliação e tratamento de um psiquiatra e psicólogo especializados nesse quadro.
indicam uma resposta de medo condicionada, muito comum após vivenciar cenas de violência. O corpo dela reage como se o perigo ainda estivesse acontecendo, mesmo um ano depois.
Alguns pontos importantes:
Não force a exposição agora. Mandar ela ir sozinha, mesmo com boa intenção, pode reforçar o medo.
O tratamento costuma trabalhar segurança, regulação emocional e exposição gradual, sempre respeitando o ritmo da criança.
Quanto mais cedo tratar, menor a chance desse medo se cristalizar na adolescência.
Se, além disso, ela tiver:
pesadelos frequentes
irritabilidade constante
queda no rendimento escolar
evitação cada vez maior de sair
a avaliação psicológica se torna ainda mais importante.
O psiquiatra infantil só costuma ser necessário se o psicólogo identificar necessidade de medicação, o que nem sempre é o caso. Na maioria das vezes, a psicoterapia resolve muito bem.
Em resumo: procure um psicólogo infantil especializado em trauma. O medo dela faz sentido diante do que viveu — agora ela precisa de ajuda para ensinar o cérebro que o perigo passou.
Alguns pontos importantes:
Não force a exposição agora. Mandar ela ir sozinha, mesmo com boa intenção, pode reforçar o medo.
O tratamento costuma trabalhar segurança, regulação emocional e exposição gradual, sempre respeitando o ritmo da criança.
Quanto mais cedo tratar, menor a chance desse medo se cristalizar na adolescência.
Se, além disso, ela tiver:
pesadelos frequentes
irritabilidade constante
queda no rendimento escolar
evitação cada vez maior de sair
a avaliação psicológica se torna ainda mais importante.
O psiquiatra infantil só costuma ser necessário se o psicólogo identificar necessidade de medicação, o que nem sempre é o caso. Na maioria das vezes, a psicoterapia resolve muito bem.
Em resumo: procure um psicólogo infantil especializado em trauma. O medo dela faz sentido diante do que viveu — agora ela precisa de ajuda para ensinar o cérebro que o perigo passou.
O que sua filha apresenta pode ser uma reação de medo intenso relacionado à experiência de violência que ela vivenciou.
O profissional indicado é o psicólogo infantil, que pode trabalhar com ela estratégias de enfrentamento, dessensibilização gradual e manejo da ansiedade, ajudando-a a retomar segurança em situações do dia a dia.
Quanto antes iniciar a psicoterapia, mais rápido ela poderá recuperar confiança e reduzir os sintomas físicos e emocionais.
O profissional indicado é o psicólogo infantil, que pode trabalhar com ela estratégias de enfrentamento, dessensibilização gradual e manejo da ansiedade, ajudando-a a retomar segurança em situações do dia a dia.
Quanto antes iniciar a psicoterapia, mais rápido ela poderá recuperar confiança e reduzir os sintomas físicos e emocionais.
De forma breve:
Os sintomas que você descreve indicam um sofrimento psíquico importante após uma vivência traumática. É fundamental que sua filha seja acompanhada por um psicólogo o quanto antes. Dependendo da intensidade e da persistência dos sintomas, também pode ser indicada uma avaliação com um médico psiquiatra, para um cuidado adequado e integrado.
Os sintomas que você descreve indicam um sofrimento psíquico importante após uma vivência traumática. É fundamental que sua filha seja acompanhada por um psicólogo o quanto antes. Dependendo da intensidade e da persistência dos sintomas, também pode ser indicada uma avaliação com um médico psiquiatra, para um cuidado adequado e integrado.
Uma situação de violência pode ser vivenciada como traumática para uma criança. Pelo que você relata sua filha pode estar apresentando uma reação de ansiedade ligada ao ocorrido.
O mais indicado é procurar um profissional com experiência em crianças. Se os sintomas forem muito intensos, também pode ser importante avaliação com psiquiatra infantil.
É importante que ela tenha um espaço acolhedor para elaborar essa experiência, sem ser forçada, para que possa recuperar gradualmente a sensação de segurança.
O mais indicado é procurar um profissional com experiência em crianças. Se os sintomas forem muito intensos, também pode ser importante avaliação com psiquiatra infantil.
É importante que ela tenha um espaço acolhedor para elaborar essa experiência, sem ser forçada, para que possa recuperar gradualmente a sensação de segurança.
Pelo que você relata sua filha pode estar apresentando uma reação emocional ao evento traumático que presenciou. Situações de violência podem gerar medo intenso e sensação de insegurança principalmente em crianças que ainda estão desenvolvendo recursos emocionais para lidar com experiências difíceis.
Essas reações, como choro, palidez e mal-estar diante de situações que lembram o ocorrido, podem estar associadas a um quadro de ansiedade ou resposta ao trauma. Nesse caso o mais indicado é buscar a avaliação de um psicólogo infantil, profissional especializado em compreender e trabalhar as emoções e os medos da criança de forma adequada à sua idade.
A psicoterapia pode ajudá-la a elaborar essa experiência, recuperar a sensação de segurança e desenvolver recursos emocionais para lidar melhor com o medo. Também é importante que a família acolha os sentimentos dela, evitando forçá-la a enfrentar a situação sozinha antes que esteja emocionalmente preparada.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
Essas reações, como choro, palidez e mal-estar diante de situações que lembram o ocorrido, podem estar associadas a um quadro de ansiedade ou resposta ao trauma. Nesse caso o mais indicado é buscar a avaliação de um psicólogo infantil, profissional especializado em compreender e trabalhar as emoções e os medos da criança de forma adequada à sua idade.
A psicoterapia pode ajudá-la a elaborar essa experiência, recuperar a sensação de segurança e desenvolver recursos emocionais para lidar melhor com o medo. Também é importante que a família acolha os sentimentos dela, evitando forçá-la a enfrentar a situação sozinha antes que esteja emocionalmente preparada.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
Sobre qual especialista consultar, o mais indicado é buscar um psicólogo clínico, preferencialmente com experiência em psicologia infantil e adolescente e formação em Terapia Cognitivo-Comportamental. Se possível, procure alguém com experiência em trauma ou que trabalhe com a abordagem TF-CBT, que é a Terapia Cognitivo-Comportamental Focada no Trauma, desenvolvida especificamente para crianças e adolescentes que vivenciaram eventos traumáticos.
O que você está descrevendo, o medo intenso, ficar pálida, chorar muito e passar mal ao se aproximar da esquina, são sinais clássicos de uma resposta de ansiedade intensa, possivelmente associada a um Transtorno de Estresse Pós-Traumático ou a uma fobia específica situacional desencadeada pelo episódio de violência. O corpo dela está reagindo como se o perigo ainda estivesse presente, mesmo que racionalmente a situação seja segura.
Um ponto muito importante é evitar forçar sua filha a ir até a esquina como forma de acostumar. Sem o suporte terapêutico adequado, a exposição forçada pode piorar a resposta de medo e aumentar a evitação. Essa exposição precisa ser feita de forma gradual e controlada, dentro de um processo terapêutico conduzido por um profissional.
Enquanto isso, algumas coisas podem ajudar no dia a dia. Procure validar o medo dela, dizendo que entende que é difícil e que o medo faz sentido depois do que ela vivenciou. Evite minimizar com frases como "não tem nada de mais" ou "já passou", pois isso pode fazer ela se sentir incompreendida. Tente manter a rotina o quanto possível, com segurança e previsibilidade em casa, e observe se há outros sinais como pesadelos, dificuldade de concentração na escola, irritabilidade ou isolamento, pois essas informações serão muito úteis para o profissional que for atendê-la.
Um ano de sintomas persistentes em uma criança de 11 anos já é tempo suficiente para justificar uma avaliação clínica com certa urgência. Quanto antes ela começar o acompanhamento, melhor tende a ser o prognóstico.
O que você está descrevendo, o medo intenso, ficar pálida, chorar muito e passar mal ao se aproximar da esquina, são sinais clássicos de uma resposta de ansiedade intensa, possivelmente associada a um Transtorno de Estresse Pós-Traumático ou a uma fobia específica situacional desencadeada pelo episódio de violência. O corpo dela está reagindo como se o perigo ainda estivesse presente, mesmo que racionalmente a situação seja segura.
Um ponto muito importante é evitar forçar sua filha a ir até a esquina como forma de acostumar. Sem o suporte terapêutico adequado, a exposição forçada pode piorar a resposta de medo e aumentar a evitação. Essa exposição precisa ser feita de forma gradual e controlada, dentro de um processo terapêutico conduzido por um profissional.
Enquanto isso, algumas coisas podem ajudar no dia a dia. Procure validar o medo dela, dizendo que entende que é difícil e que o medo faz sentido depois do que ela vivenciou. Evite minimizar com frases como "não tem nada de mais" ou "já passou", pois isso pode fazer ela se sentir incompreendida. Tente manter a rotina o quanto possível, com segurança e previsibilidade em casa, e observe se há outros sinais como pesadelos, dificuldade de concentração na escola, irritabilidade ou isolamento, pois essas informações serão muito úteis para o profissional que for atendê-la.
Um ano de sintomas persistentes em uma criança de 11 anos já é tempo suficiente para justificar uma avaliação clínica com certa urgência. Quanto antes ela começar o acompanhamento, melhor tende a ser o prognóstico.
Olá tudo bem ? É importante você levá-la para fazer um traamento com psicólogo e não forçar situações em que ela não fica bem, se ela tem medo é importante acolhe-la.
Sinto muito que sua filha tenha passado por uma situação assim. Experiências de violência podem marcar bastante, principalmente em crianças. O medo intenso que ela sente ao se aproximar da esquina e as reações físicas, como ficar pálida ou chorar muito, podem ser sinais de que aquela lembrança ainda está muito ativa para ela.
Em alguns casos, quando uma pessoa vivencia ou presencia algo assustador e continua reagindo com muito medo mesmo depois de um tempo, isso pode estar relacionado a um trauma. Isso não é incomum em crianças e é algo que pode ser cuidado com ajuda profissional.
O mais indicado é procurar um psicólogo infantil ou um psicólogo que tenha experiência com trauma em crianças e adolescentes. Abordagens terapêuticas baseadas em evidências, como a TCC e o EMDR, costumam ser utilizadas nesses casos porque ajudam a criança a processar a experiência difícil de forma mais segura e a reduzir o medo aos poucos.
Enquanto vocês buscam ajuda, também é importante evitar forçá-la a enfrentar sozinha algo que ainda está sendo muito difícil para ela. Com acompanhamento adequado, muitas crianças conseguem melhorar bastante e voltar a se sentir mais seguras.
Em alguns casos, quando uma pessoa vivencia ou presencia algo assustador e continua reagindo com muito medo mesmo depois de um tempo, isso pode estar relacionado a um trauma. Isso não é incomum em crianças e é algo que pode ser cuidado com ajuda profissional.
O mais indicado é procurar um psicólogo infantil ou um psicólogo que tenha experiência com trauma em crianças e adolescentes. Abordagens terapêuticas baseadas em evidências, como a TCC e o EMDR, costumam ser utilizadas nesses casos porque ajudam a criança a processar a experiência difícil de forma mais segura e a reduzir o medo aos poucos.
Enquanto vocês buscam ajuda, também é importante evitar forçá-la a enfrentar sozinha algo que ainda está sendo muito difícil para ela. Com acompanhamento adequado, muitas crianças conseguem melhorar bastante e voltar a se sentir mais seguras.
O que ela está sentindo é uma reação ao que viveu.
Para uma criança, esse tipo de experiência pode marcar bastante e gerar medo intenso mesmo.
O ideal é procurar um psicólogo infantil, que vai saber trabalhar isso de forma adequada para a idade dela.
E, em casa, o mais importante é acolher — não forçar, não minimizar, mas ajudar ela a se sentir segura novamente.
Para uma criança, esse tipo de experiência pode marcar bastante e gerar medo intenso mesmo.
O ideal é procurar um psicólogo infantil, que vai saber trabalhar isso de forma adequada para a idade dela.
E, em casa, o mais importante é acolher — não forçar, não minimizar, mas ajudar ela a se sentir segura novamente.
Olá.
O que sua filha apresenta pode estar relacionado ao impacto emocional da situação de violência que ela vivenciou. Medo intenso, choro, palidez e mal-estar ao se aproximar de locais que lembram o ocorrido são reações possíveis após experiências assustadoras.
O profissional mais indicado é um psicólogo, de preferência com experiência no atendimento de crianças. A psicoterapia pode ajudar sua filha a elaborar o que aconteceu, reduzir o medo e recuperar a sensação de segurança.
É importante também não forçá-la a enfrentar a situação de forma abrupta, pois isso pode aumentar a ansiedade. O ideal é que esse processo seja feito de forma gradual e acompanhada.
Se os sintomas forem muito intensos ou persistentes, pode ser avaliada também a necessidade de acompanhamento psiquiátrico, mas o primeiro passo é o psicólogo.
Buscar ajuda agora é importante para evitar que esse medo se intensifique e interfira no desenvolvimento dela.
O que sua filha apresenta pode estar relacionado ao impacto emocional da situação de violência que ela vivenciou. Medo intenso, choro, palidez e mal-estar ao se aproximar de locais que lembram o ocorrido são reações possíveis após experiências assustadoras.
O profissional mais indicado é um psicólogo, de preferência com experiência no atendimento de crianças. A psicoterapia pode ajudar sua filha a elaborar o que aconteceu, reduzir o medo e recuperar a sensação de segurança.
É importante também não forçá-la a enfrentar a situação de forma abrupta, pois isso pode aumentar a ansiedade. O ideal é que esse processo seja feito de forma gradual e acompanhada.
Se os sintomas forem muito intensos ou persistentes, pode ser avaliada também a necessidade de acompanhamento psiquiátrico, mas o primeiro passo é o psicólogo.
Buscar ajuda agora é importante para evitar que esse medo se intensifique e interfira no desenvolvimento dela.
Sinto muito que sua filha e você estejam passando por isso. O que você descreveu — a palidez, o choro intenso e o mal-estar físico — não é "manha" ou apenas medo comum; são sinais claros de uma resposta traumática do corpo dela.
Quando uma criança presencia violência, o cérebro dela pode entrar em um estado de "alerta máximo" constante. Para ela, a esquina não é apenas um lugar geográfico, é o cenário de um perigo real que o corpo dela registrou e tenta evitar a todo custo para sobreviver.
Qual especialista procurar?
Para este caso específico, o ideal é buscar uma combinação de profissionais:
Psicólogo(a) Infantil ou de Adolescentes: Este é o passo principal. Procure preferencialmente alguém que trabalhe com a abordagem TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) ou que tenha especialização em Trauma. Eles ajudarão sua filha a processar o que viu e a dessensibilizar o medo de forma segura.
Psiquiatra Infantil: Como ela está tendo sintomas físicos graves (palidez, passar mal), uma avaliação psiquiátrica é importante para verificar se o nível de ansiedade dela está tão alto que precisa de um suporte medicamentoso temporário para que ela consiga sequer começar a terapia.
Pediatra: É sempre bom informar o médico que já a acompanha, para descartar qualquer outra questão física que o estresse possa estar agravando.
O que pode estar acontecendo?
O quadro dela tem características muito fortes de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) ou de um Transtorno de Ansiedade de Separação/Fobia Específica engatilhado pelo evento.
Flashbacks Biológicos: Mesmo que ela não esteja "lembrando" da cena racionalmente, o corpo dela "lembra". Quando ela chega perto do local, o sistema nervoso dispara uma descarga de adrenalina e cortisol, causando a palidez (o sangue foge das extremidades para os órgãos vitais) e o pânico.
Sensação de Desproteção: Aos 11 anos, o mundo começa a se expandir, mas o trauma "encolheu" o mundo dela de volta para dentro de casa, onde ela se sente segura.
O que você pode fazer agora (enquanto busca ajuda):
Não force a ida à esquina: Se ela passa mal fisicamente, forçá-la agora só reforça o trauma e a sensação de que você não é um "porto seguro" que entende o medo dela. O cérebro dela interpreta a ordem de ir à esquina como uma ordem de "ir em direção ao perigo".
Valide o medo dela: Em vez de dizer "não tem nada lá", tente: "Eu sei que seu corpo está sentindo muito medo por causa do que aconteceu, e eu entendo que é difícil para você."
Não a deixe sozinha no pânico: Se ela precisar ir a algum lugar, vá com ela ou mude a dinâmica até que ela comece o tratamento. O objetivo agora é reduzir o nível de cortisol no organismo dela.
Quando uma criança presencia violência, o cérebro dela pode entrar em um estado de "alerta máximo" constante. Para ela, a esquina não é apenas um lugar geográfico, é o cenário de um perigo real que o corpo dela registrou e tenta evitar a todo custo para sobreviver.
Qual especialista procurar?
Para este caso específico, o ideal é buscar uma combinação de profissionais:
Psicólogo(a) Infantil ou de Adolescentes: Este é o passo principal. Procure preferencialmente alguém que trabalhe com a abordagem TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) ou que tenha especialização em Trauma. Eles ajudarão sua filha a processar o que viu e a dessensibilizar o medo de forma segura.
Psiquiatra Infantil: Como ela está tendo sintomas físicos graves (palidez, passar mal), uma avaliação psiquiátrica é importante para verificar se o nível de ansiedade dela está tão alto que precisa de um suporte medicamentoso temporário para que ela consiga sequer começar a terapia.
Pediatra: É sempre bom informar o médico que já a acompanha, para descartar qualquer outra questão física que o estresse possa estar agravando.
O que pode estar acontecendo?
O quadro dela tem características muito fortes de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) ou de um Transtorno de Ansiedade de Separação/Fobia Específica engatilhado pelo evento.
Flashbacks Biológicos: Mesmo que ela não esteja "lembrando" da cena racionalmente, o corpo dela "lembra". Quando ela chega perto do local, o sistema nervoso dispara uma descarga de adrenalina e cortisol, causando a palidez (o sangue foge das extremidades para os órgãos vitais) e o pânico.
Sensação de Desproteção: Aos 11 anos, o mundo começa a se expandir, mas o trauma "encolheu" o mundo dela de volta para dentro de casa, onde ela se sente segura.
O que você pode fazer agora (enquanto busca ajuda):
Não force a ida à esquina: Se ela passa mal fisicamente, forçá-la agora só reforça o trauma e a sensação de que você não é um "porto seguro" que entende o medo dela. O cérebro dela interpreta a ordem de ir à esquina como uma ordem de "ir em direção ao perigo".
Valide o medo dela: Em vez de dizer "não tem nada lá", tente: "Eu sei que seu corpo está sentindo muito medo por causa do que aconteceu, e eu entendo que é difícil para você."
Não a deixe sozinha no pânico: Se ela precisar ir a algum lugar, vá com ela ou mude a dinâmica até que ela comece o tratamento. O objetivo agora é reduzir o nível de cortisol no organismo dela.
O que você descreve merece atenção, porque uma experiência de violência pode deixar marcas emocionais importantes, especialmente em crianças.
Esse medo intenso, com palidez, choro e mal-estar diante de situações que lembram perigo, pode ser uma resposta de ansiedade relacionada ao que ela viveu. O mais indicado é procurar um psicólogo infantil, de preferência com experiência em ansiedade, trauma e infância. Dependendo da avaliação, também pode ser útil encaminhamento para psiquiatra infantil.
Mais do que forçá-la a enfrentar isso sozinha, o ideal é compreender o medo, acolher o que ela sente e ajudá-la a recuperar a sensação de segurança de forma gradual e cuidadosa.
Com ajuda adequada, isso pode melhorar bastante.
Esse medo intenso, com palidez, choro e mal-estar diante de situações que lembram perigo, pode ser uma resposta de ansiedade relacionada ao que ela viveu. O mais indicado é procurar um psicólogo infantil, de preferência com experiência em ansiedade, trauma e infância. Dependendo da avaliação, também pode ser útil encaminhamento para psiquiatra infantil.
Mais do que forçá-la a enfrentar isso sozinha, o ideal é compreender o medo, acolher o que ela sente e ajudá-la a recuperar a sensação de segurança de forma gradual e cuidadosa.
Com ajuda adequada, isso pode melhorar bastante.
Quando uma criança presencia uma cena de violência, é comum que o corpo e a mente permaneçam em estado de alerta por um tempo. No caso da sua filha, o medo intenso, o choro e as reações físicas (como palidez e mal-estar) pode indicar que essa experiência ainda não foi elaborada.
Isso não é “manha” nem falta de coragem da parte dela. É uma resposta de medo que ficou associada àquele lugar e àquela situação.
O profissional indicado para iniciar esse cuidado é um psicólogo com experiência em atendimento infantil. Ele poderá ajudar sua filha a compreender e reorganizar essa experiência de forma mais segura. Dependendo da avaliação, outros encaminhamentos podem ser considerados, mas o primeiro passo costuma ser a psicoterapia.
Um ponto importante: forçar a criança a enfrentar o que a assusta, sem que ela tenha recursos para lidar com isso, pode aumentar ainda mais o medo. O ideal é que essa aproximação aconteça de forma gradual e acompanhada.
Se não for possível atendimento particular, você pode procurar a unidade básica de saúde (ubs) da sua região para orientação e encaminhamento.
Sua filha não está exagerando, ela está reagindo a algo que foi forte demais para ela naquele momento e isso pode ser cuidado.
Isso não é “manha” nem falta de coragem da parte dela. É uma resposta de medo que ficou associada àquele lugar e àquela situação.
O profissional indicado para iniciar esse cuidado é um psicólogo com experiência em atendimento infantil. Ele poderá ajudar sua filha a compreender e reorganizar essa experiência de forma mais segura. Dependendo da avaliação, outros encaminhamentos podem ser considerados, mas o primeiro passo costuma ser a psicoterapia.
Um ponto importante: forçar a criança a enfrentar o que a assusta, sem que ela tenha recursos para lidar com isso, pode aumentar ainda mais o medo. O ideal é que essa aproximação aconteça de forma gradual e acompanhada.
Se não for possível atendimento particular, você pode procurar a unidade básica de saúde (ubs) da sua região para orientação e encaminhamento.
Sua filha não está exagerando, ela está reagindo a algo que foi forte demais para ela naquele momento e isso pode ser cuidado.
Olá, tudo bem?
O que você descreve na sua filha faz bastante sentido diante do que ela viveu. Presenciar uma cena de violência pode ser algo muito impactante para uma criança, e esse medo intenso de voltar ao local, com reações físicas como palidez, choro e mal-estar, indica que o corpo dela ainda está reagindo como se estivesse em perigo. Não parece “frescura” ou desobediência, mas uma resposta emocional real que não foi totalmente elaborada.
Nesses casos, o profissional mais indicado é um psicólogo infantil, que tenha experiência com ansiedade e, se possível, com situações de trauma. O trabalho terapêutico ajuda a criança a processar essa experiência de forma segura, diminuindo a intensidade do medo e permitindo que ela retome gradualmente a sensação de segurança. Dependendo da avaliação, pode ser considerado também o acompanhamento com um psiquiatra infantil, mas geralmente o primeiro passo é a psicoterapia.
Um ponto importante é evitar forçar a exposição de forma direta, como mandar ela ir sozinha para esse local nesse momento. Para o cérebro dela, isso pode reforçar ainda mais a sensação de ameaça. O caminho costuma ser mais gradual, respeitando o tempo dela, ajudando-a a se sentir segura novamente antes de dar passos maiores.
Talvez valha observar: ela fala sobre o que sentiu naquele dia ou evita o assunto? Esse medo aparece só nesse local ou se expandiu para outras situações? E quando você está junto com ela, a reação diminui ou continua muito intensa?
Com o suporte adequado, esse tipo de reação tende a melhorar bastante. Quanto antes ela tiver um espaço para elaborar isso, mais rápido o corpo dela aprende que aquele perigo já passou.
Caso precise, estou à disposição.
O que você descreve na sua filha faz bastante sentido diante do que ela viveu. Presenciar uma cena de violência pode ser algo muito impactante para uma criança, e esse medo intenso de voltar ao local, com reações físicas como palidez, choro e mal-estar, indica que o corpo dela ainda está reagindo como se estivesse em perigo. Não parece “frescura” ou desobediência, mas uma resposta emocional real que não foi totalmente elaborada.
Nesses casos, o profissional mais indicado é um psicólogo infantil, que tenha experiência com ansiedade e, se possível, com situações de trauma. O trabalho terapêutico ajuda a criança a processar essa experiência de forma segura, diminuindo a intensidade do medo e permitindo que ela retome gradualmente a sensação de segurança. Dependendo da avaliação, pode ser considerado também o acompanhamento com um psiquiatra infantil, mas geralmente o primeiro passo é a psicoterapia.
Um ponto importante é evitar forçar a exposição de forma direta, como mandar ela ir sozinha para esse local nesse momento. Para o cérebro dela, isso pode reforçar ainda mais a sensação de ameaça. O caminho costuma ser mais gradual, respeitando o tempo dela, ajudando-a a se sentir segura novamente antes de dar passos maiores.
Talvez valha observar: ela fala sobre o que sentiu naquele dia ou evita o assunto? Esse medo aparece só nesse local ou se expandiu para outras situações? E quando você está junto com ela, a reação diminui ou continua muito intensa?
Com o suporte adequado, esse tipo de reação tende a melhorar bastante. Quanto antes ela tiver um espaço para elaborar isso, mais rápido o corpo dela aprende que aquele perigo já passou.
Caso precise, estou à disposição.
ela vai precisar de terapia com um bom psicólogo. Qualquer dúvida só chamar, abraços.
O que sua filha está apresentando merece bastante atenção e acolhimento. Depois de vivenciar uma situação de violência, algumas crianças podem desenvolver um medo intenso relacionado ao local ou à situação que lembram o acontecimento, mesmo que tenha passado um tempo. O fato dela ficar pálida, chorar e passar mal mostra que esse medo não parece ser “manha” ou simples insegurança, mas algo que realmente está causando sofrimento emocional nela.
O mais indicado seria procurar um psicólogo infantil, porque esse profissional vai conseguir avaliar como essa experiência afetou emocionalmente sua filha e ajudá-la a elaborar esse medo de forma segura e gradual. Crianças muitas vezes não conseguem explicar o que sentem da mesma forma que adultos, então os sintomas acabam aparecendo no corpo e no comportamento.
Dependendo da intensidade dos sintomas, um psiquiatra infantil também pode ser indicado futuramente, mas normalmente o primeiro passo costuma ser a avaliação psicológica.
E um ponto importante: tentar forçá-la a enfrentar isso sozinha antes dela estar preparada pode aumentar ainda mais o medo e a sensação de insegurança. O ideal é que ela se sinta acolhida e compreendida enquanto aprende, aos poucos, a recuperar a sensação de segurança
O mais indicado seria procurar um psicólogo infantil, porque esse profissional vai conseguir avaliar como essa experiência afetou emocionalmente sua filha e ajudá-la a elaborar esse medo de forma segura e gradual. Crianças muitas vezes não conseguem explicar o que sentem da mesma forma que adultos, então os sintomas acabam aparecendo no corpo e no comportamento.
Dependendo da intensidade dos sintomas, um psiquiatra infantil também pode ser indicado futuramente, mas normalmente o primeiro passo costuma ser a avaliação psicológica.
E um ponto importante: tentar forçá-la a enfrentar isso sozinha antes dela estar preparada pode aumentar ainda mais o medo e a sensação de insegurança. O ideal é que ela se sinta acolhida e compreendida enquanto aprende, aos poucos, a recuperar a sensação de segurança
Procure um psicologo que atenda crianças, importante para ela fazer esse acompanhamento para elaborar o que viveu
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