Oi gente, Minha filha tem 9 anos, e semana passada fez provas e saiu mal, conversando com ela, eu se
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Oi gente, Minha filha tem 9 anos, e semana passada fez provas e saiu mal, conversando com ela, eu senti que ela tem
"insegurança: medo de errar" , e isso acabou prejudicando pq em casa ela soube refazer as provas, alguma dica pra fazer ela perder esse medo e fazer a prova com calma ?
"insegurança: medo de errar" , e isso acabou prejudicando pq em casa ela soube refazer as provas, alguma dica pra fazer ela perder esse medo e fazer a prova com calma ?
Olá. Tudo bem?! Procurar um psicopedagogo que auxilie tua menina pode ser necessário. É necessário uma avaliação para poder entender melhor o que acontece e assim trabalhar às dificuldades enfrentadas a fim de que adquira confiança e possa supera-las. Abraço.
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Oi! A insegurança ao errar é comum nessa idade. Em casa, incentive o erro como parte do aprendizado, elogiando o esforço e não só o acerto. Na escola, vale conversar com a professora para oferecer um ambiente mais acolhedor durante as provas, talvez com menos pressão e mais tempo, se possível. Apoio emocional e estratégias de autorregulação, como respiração profunda antes da prova, também ajudam muito.
Boa sorte!!
Bom dia,
A prova não é, necessariamente, um instrumento que revela verdadeiramente a aprendizagem. Ela revela, muitas vezes, o quanto a criança suporta emocionalmente aquele contexto avaliativo. Ou seja, mais do que medir conhecimento, a prova, muitas vezes, acaba medindo o grau de ansiedade, de medo, de insegurança e até da relação que a criança tem com o erro e com o próprio processo de aprender.
Em casa ela vai bem porque é um ambiente onde há mais segurança, menos pressão, mais afeto e menos julgamento. No ambiente da prova, se ela associa o erro ao fracasso, ao julgamento, isso ativa o sistema emocional, gera ansiedade, e o acesso aos conhecimentos fica bloqueado — isso é neurociência pura e também psicopedagogia.
Um profissional pode te ajudar a construir um prática ou um roteiro de conversa carinhosa e acolhedora para você ter com ela antes das próximas avaliações.
A prova não é, necessariamente, um instrumento que revela verdadeiramente a aprendizagem. Ela revela, muitas vezes, o quanto a criança suporta emocionalmente aquele contexto avaliativo. Ou seja, mais do que medir conhecimento, a prova, muitas vezes, acaba medindo o grau de ansiedade, de medo, de insegurança e até da relação que a criança tem com o erro e com o próprio processo de aprender.
Em casa ela vai bem porque é um ambiente onde há mais segurança, menos pressão, mais afeto e menos julgamento. No ambiente da prova, se ela associa o erro ao fracasso, ao julgamento, isso ativa o sistema emocional, gera ansiedade, e o acesso aos conhecimentos fica bloqueado — isso é neurociência pura e também psicopedagogia.
Um profissional pode te ajudar a construir um prática ou um roteiro de conversa carinhosa e acolhedora para você ter com ela antes das próximas avaliações.
Procure atendimento psicopedagógico para procurar entender o que academicamente ocorre para que tenha esse tipo de insegurança.
Olá!
O que você observou na sua filha é algo bastante comum: a insegurança e o medo de errar podem impactar diretamente o desempenho escolar, especialmente durante provas. Muitas crianças, mesmo compreendendo o conteúdo, acabam se sentindo pressionadas e não conseguem demonstrar todo o seu conhecimento em sala de aula.
A boa notícia é que esse tipo de situação pode ser trabalhado com apoio emocional e estratégias específicas. Aqui vão algumas dicas que podem ajudar:
Valide os sentimentos dela: diga que é normal sentir medo ou nervosismo e que errar faz parte do aprendizado.
Evite focar apenas no resultado: valorize o esforço, a dedicação e as pequenas evoluções.
Simule provas em casa, em um ambiente tranquilo, como um jogo ou desafio, para que ela vá ganhando confiança.
Trabalhe com reforço positivo: elogie quando ela tentar, mesmo que erre. Isso ajuda a reduzir o medo e fortalece a autoestima.
Desenvolva técnicas de respiração e relaxamento para momentos de tensão, como antes das provas.
Além disso, um acompanhamento com um(a) psicopedagogo(a) pode ser muito útil para fortalecer a autoconfiança dela e ajudá-la a desenvolver estratégias de enfrentamento emocional e acadêmico.
Estou à disposição caso deseje um atendimento ou mais orientações!
Atenciosamente,
Vanessa Mascareli Piedade Casaro
Psicóloga – CRP 08/35604
O que você observou na sua filha é algo bastante comum: a insegurança e o medo de errar podem impactar diretamente o desempenho escolar, especialmente durante provas. Muitas crianças, mesmo compreendendo o conteúdo, acabam se sentindo pressionadas e não conseguem demonstrar todo o seu conhecimento em sala de aula.
A boa notícia é que esse tipo de situação pode ser trabalhado com apoio emocional e estratégias específicas. Aqui vão algumas dicas que podem ajudar:
Valide os sentimentos dela: diga que é normal sentir medo ou nervosismo e que errar faz parte do aprendizado.
Evite focar apenas no resultado: valorize o esforço, a dedicação e as pequenas evoluções.
Simule provas em casa, em um ambiente tranquilo, como um jogo ou desafio, para que ela vá ganhando confiança.
Trabalhe com reforço positivo: elogie quando ela tentar, mesmo que erre. Isso ajuda a reduzir o medo e fortalece a autoestima.
Desenvolva técnicas de respiração e relaxamento para momentos de tensão, como antes das provas.
Além disso, um acompanhamento com um(a) psicopedagogo(a) pode ser muito útil para fortalecer a autoconfiança dela e ajudá-la a desenvolver estratégias de enfrentamento emocional e acadêmico.
Estou à disposição caso deseje um atendimento ou mais orientações!
Atenciosamente,
Vanessa Mascareli Piedade Casaro
Psicóloga – CRP 08/35604
Possivelmente se trata de uma quadro de ansiedade e sendo assim o ideal é que ela faça um acompanhamento, porém algumas dicas que podem ajudar e ajudar ela na hora de estudar,fazer testes orais rápidos e sempre trabalhar a auto estima e a capacidade dela de resolver as situações.
Olá,
Isso é comum acontecer nessa idade, pois costuma ter uma "disputa" de notas entre os colegas e também, não querer desapontar os pais, achando que eles não irão ficar felizes com sua nota....
Sugiro uma avaliação com um psicopedagogo para levantamento das disficuldades e da real causa para esse comportamento.
Um abraço
Isso é comum acontecer nessa idade, pois costuma ter uma "disputa" de notas entre os colegas e também, não querer desapontar os pais, achando que eles não irão ficar felizes com sua nota....
Sugiro uma avaliação com um psicopedagogo para levantamento das disficuldades e da real causa para esse comportamento.
Um abraço
Explique que errar faz parte do aprendizado.
Diga algo como: “Errar é uma forma de aprender. O importante é tentar e entender o que deu errado depois.” Evite críticas ou cobranças excessivas, mesmo quando ela erra algo simples.
Faça pequenas “provas” em casa, simulando o tempo e a pressão da escola.
Comece com exercícios curtos e tranquilos, e vá aumentando a dificuldade aos poucos.
Isso ajuda a acostumar a mente a lidar com situações de avaliação sem medo.
Diga algo como: “Errar é uma forma de aprender. O importante é tentar e entender o que deu errado depois.” Evite críticas ou cobranças excessivas, mesmo quando ela erra algo simples.
Faça pequenas “provas” em casa, simulando o tempo e a pressão da escola.
Comece com exercícios curtos e tranquilos, e vá aumentando a dificuldade aos poucos.
Isso ajuda a acostumar a mente a lidar com situações de avaliação sem medo.
Olá, mãe! A primeira coisa que precisa ser feita é você consultar um profissional especializado em aprendizagem. De preferência uma professora com especialização em neuropsicopedagogia para passar por uma avaliação. Coisas simples as vezes se complicam pela procrastinação.
O caso de sua filha pode ser muito simples de resolver. Aproveite esse momento em que identificou essa ocorrência.
Costumo dizer: Diagnóstico precoce, sucesso para TODOS!
O caso de sua filha pode ser muito simples de resolver. Aproveite esse momento em que identificou essa ocorrência.
Costumo dizer: Diagnóstico precoce, sucesso para TODOS!
Como psicopedagoga, é importante compreender que o medo de errar é uma manifestação comum em crianças nessa faixa etária, especialmente quando estão em processo de construção da autoestima acadêmica. Muitas vezes, o nervosismo durante a prova não está relacionado à falta de conhecimento, mas sim à insegurança diante da avaliação. A criança pode sentir que precisa acertar tudo para ser aceita ou reconhecida, e isso gera ansiedade que bloqueia o raciocínio. Para ajudá-la, é fundamental trabalhar a ideia de que o erro faz parte do aprendizado e não diminui seu valor. Em casa, você pode propor atividades em que o foco seja o processo e não apenas o resultado, valorizando o esforço e a dedicação. Também é útil simular situações de prova em um ambiente tranquilo, para que ela se acostume com o formato sem a pressão da sala de aula. Além disso, reforçar mensagens positivas, como “você está se preparando bem” ou “o importante é tentar com calma”, contribui para reduzir a ansiedade. O apoio emocional, aliado a pequenas estratégias de treino, ajudará sua filha a desenvolver mais confiança e a enfrentar as avaliações com serenidade, transformando o medo em oportunidade de crescimento.
Quando uma criança vai bem em casa, mas “trava” na prova, isso pode ser entendido como um sinal, um sintoma que merece ser escutado. Muitas vezes, o medo de errar não é apenas sobre a prova, mas expressa algo que a criança ainda não consegue nomear em palavras. O excesso de cobrança, o receio de decepcionar ou a dificuldade em lidar com a expectativa do outro podem aparecer justamente nesses momentos de avaliação.
Mais do que ensinar técnicas para fazer a prova, a principal orientação é escutar a criança, abrir espaço para que ela fale sobre o que sente quando está sendo avaliada, sem corrigir, minimizar ou apressar. Quando a criança se sente compreendida, a ansiedade tende a diminuir e o pensamento volta a circular.
Se esse medo se mantém ou começa a se repetir, vale buscar uma escuta profissional, não porque haja algo “errado”, mas porque o sintoma indica que algo precisa ser cuidado. Dar lugar à palavra da criança costuma ser o caminho mais eficaz para que ela volte a se sentir segura também nas provas.
Mais do que ensinar técnicas para fazer a prova, a principal orientação é escutar a criança, abrir espaço para que ela fale sobre o que sente quando está sendo avaliada, sem corrigir, minimizar ou apressar. Quando a criança se sente compreendida, a ansiedade tende a diminuir e o pensamento volta a circular.
Se esse medo se mantém ou começa a se repetir, vale buscar uma escuta profissional, não porque haja algo “errado”, mas porque o sintoma indica que algo precisa ser cuidado. Dar lugar à palavra da criança costuma ser o caminho mais eficaz para que ela volte a se sentir segura também nas provas.
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