Oie Eu sou um tipo de pessoa, não, na verdade eu me tornei assim depois de um tempo.eu sou extremam

65 respostas
Oie
Eu sou um tipo de pessoa, não, na verdade eu me tornei assim depois de um tempo.eu sou extremamente indecisa e realmente não consigo tomar nenhum tipo de decisão e se ninguém me ajudar a fazer uma escolha eu me desespero e começo a chorar e fico nervosa e muita das vezes acabo fazendo tudo errado,de um jeito que acabo tendo que escutar reclamações ou perdendo uma quantia de dinheiro. Nunca consigo tomar uma decisão e quando tomo faço qualquer escolha e acabo me sentindo frustada e as vezes choro e outras vezes não sei como deveria reagir a tal situação
Olá. As decisões são relacionadas com nossas escolhas e talvez a questão seja como vc lida com elas; depender de outra pessoa tira de você a "responsabilidade" de assumir essas escolhas. Pense nas possibilidades de cada uma, seus prós e contras. Uma terapia irá te ajudar a "sustentar" as suas escolhas, a ter uma sustentação emocional diante dessa e outras queixas. Cuide-se! Um abraço

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 Camila Polese de Oliveira
Psicólogo, Psicanalista
Santo André, SP
Olá! Me chamou a atenção a maneira como você escreveu! Você mesma diz que é uma pessoa assim, e depois e corrige e diz que se tornou. Aí está algo importante pra se explorar. Você ESTÁ assim, não necessariamente É assim. É importante tentar entender o que houve e porque você está sentindo essa dificuldade atualmente, para quem sabe, começar a agir de uma forma diferente, que te traga menos sofrimento e mais confiança pra lidar com suas escolhas e as consequências dela.
A terapia será um ótimo espaço pra isso!
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá
Existem momentos na vida que abrir mão de algo gera muita dúvida, principalmente se envolve as expectativas das outras pessoas e consequências e resultados financeiros. Esta pressão precisa ser atenuada dentro de ti, pois poderá ajudar a racionalizar tuas escolhas, deixar a pressão emocional menor.
A análise psicanalítica pode te ajudar nisto! Busque um espaço de confiança pra falar mais do que engata nesta dificuldade.
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 Marília Torres De Queiroz
Psicólogo, Psicanalista
São José do Rio Preto
Oi
Para tomarmos nossas decisões com segurança e confiança, nossa estrutura psíquica deve estar consistente e saudável. A construção de nossa estrutura psíquica requer investimento afetivo, de energia de nutrição e interdição, conteúdo e forma.
Assim como no corpo físico, que exige um mínimo de saúde para funcionar bem, nossa mente também precisa de olhar e cuidados. Cuidando de sua estrutura psíquica, você poderá aos poucos confiar mais em suas decisões e caber melhor dentro de si.
Fique bem, precisando estou a disposição.
 Lilian Beatriz Zucca
Psicólogo, Psicanalista
Caraguatatuba
Para tomar decisões é preciso saber exatamente o que você quer, quais são suas preferências, o que é melhor para você. E, para isso, é preciso ter uma boa autoestima, para que você confirme aquilo que tenha decidido. Porém, pelo que relatou, você deixou que outras pessoas tomassem à frente e decidissem por você. E agora você ficou insegura para tomar decisões, talvez porque tenha sofrido muitas críticas. A Psicoterapia pode ajudá-la e muito, para que você readquire sua autoconfiança e siga suas próprias decisões.
Saúde e paz,


a filosofia iluminista do século XVIII entronizou a razão. O projeto ilustrado prometia que as sociedades humanas caminhariam inexoravelmente para um patamar de progresso graças à capacidade do ser humano de refletir e escolher. Contudo, no final do século XIX, Sigmund Freud anunciou a descoberta do inconsciente. É certo que se falava em inconsciente antes de Freud. Não obstante, de um modo muito precário, sem levar em consideração a complexidade por trás do termo. O inconsciente era visto meramente como a não-consciência. Jacques Lacan aprofundou a tematização de Freud. O psicanalista francês desenvolveu a noção de Outro (grande outro). Este seria o discurso acerca do inconsciente. Dito de outra maneira, era um conjunto de falas e dizeres de pessoas que foram importantes em nossas vidas mesmo antes de nós nascermos. O Outro tem a ver com tais ditos, mas também com a cultura na qual fomos inscritos. Mais do que isso: o Outro indica que a razão perdeu a centralidade. Em muitas circunstâncias, somos governados por ele. Por que digo isso? Para ajudar a compreender seu histórico de indeliberação. Através da terapia você dará conta de entender de onde vem sua dificuldade de decidir. O que os significantes choro e dinheiro tem a ver com sua formação psíquica, etc.. Boa sorte!
 Bárbara Lira
Psicólogo, Psicanalista
Barueri
Olá! A questão da tomada de decisão e escolhas envolve diversos fatores, me parece que no momento há uma desorganização interna que está atrapalhando e dificultando suas vivências. Me parece também que esse sentimento e impasse veio se desenvolvendo, acredito que o processo da psicoterapia seja ao melhor beneficiário para elaborar e tratar essas questões. Espero que fique bem!
Dra. Miriam Teixeira de Oliveira
Psicanalista, Psicopedagogo
Curitiba
Percebo que você deve ter sido muito sensurada para ter se tornado tão insegura. Precisa fortelecer seus objetivos de vida e sua visão pessoal. Somente com terapia conseguirá. Coloco me à disposição para trabalharmos isso e então você retomará as rédias de sua vida. Um abraço.
 Gleiciane Bispo de Souza Alhagrassy
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá, é importante que você busque um processo de psicoterapia para que seja possível adquirir autoconhecimento, entender de onde surgiu essas dúvidas e dificuldades para lidar com suas questões, além disso, construir sua autoconfiança para ser capaz de escolher e sustentar sua escolha de forma que estando certa ou não, você se sentirá bem em saber que foi sua escolha. Afinal, é você quem irá lidar com as consequências e dificuldades das mesmas. Pode ser que você sempre teve alguém para escolher por você e por isso não tenha se acostumado em fazê-lo, se tornando este um entrave na sua vida. Cuide de você, boa sorte no teu processo.
 Marcela Assi
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Pelo seu relato o acompanhamento psicológico será bastante benéfico para lhe ajudar. Como disse não era assim, se tornou assim, então precisa identificar qual situação, o que lhe deixou desta maneira. Trabalhar insegurança, auto-estima, frustração, questões que serão abordadas no seu processo psicoterápico, Um tratamento psicologico de auto-avaliação, identificação para mudança e melhora de qualidade de vida.
Dra. Elizabete da Silva Teixeira
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Tomar decisões implica não somente em fazer escolhas, mas também em se tornar responsável pelas consequências de suas decisões sendo boa ou más. A ansiedade impede muitas pessoas de aprovarem as suas próprias escolhas, duvidam de si mesmas, causando insegurança. Logo, surge o pânico, a preocupação e a sensação de incompetência afetando gravemente a sua saúde mental. A terapia pode te ajudar com o autoconhecimento e o desenvolvimento da sua inteligência emocional, para que vc consiga lidar melhor com o que te causa angustia. Espero ter ajudado!
Dra. Mariana Ozório
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá! Espero que esteja bem :) A tomada de decisões é realmente algo muito difícil para algumas pessoas, e essa dificuldade envolve uma série de fatores: sejam do nível do inconsciente, de maneira como estabeleceram suas relações afetivas desde a infância, questões sociais e políticas. Incentivo que busque uma psicóloga para que possa falar mais dessa dificuldade e, assim, por meio da psicoterapia, encontrar novos caminhos possíveis! Sigo à disposição para um agendamento. Se cuide! Abçs afetuosos Psi Mariana Ozório
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 Isabella Cavalieri D'oro
Psicanalista, Terapeuta complementar
Belo Horizonte
Ei !! Creio que o melhor a se fazer, é procurar um profissional para que você possa falar e com o auxilio dele/dela consiga organizar e elaborar mais suas ideias, para que entenda melhor sobre você mesma, seu percurso e história. Assim, encontre saídas positivas para seus questionamentos e dificuldades. Fique bem!
 Nadia Carvalho Orizio
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá, toda escolha envolve uma perda, pois se você escolher um de vários caminhos que poderia seguir, você ganhou um caminho, mas perdeu todos os outros que poderia seguir. Pensando assim, é extremamente compreensível seu relato e suas angústias referente à precisar fazer escolhas e estar sempre nessa questão de dúvidas extremas. Para tanto, poder pensar em tudo que envolve essas dúvidas que você menciona, e poder colocar essas angústias em palavras para uma profissional, pode ser extremamente interessante. Em um processo psicanalítico você pode falar sobre tudo isso, podendo ter uma escuta acolhedora, que te auxilie em todas as suas dúvidas e também, que te auxilie num profundo conhecimento de você mesma, englobando inclusive seu inconsciente que é àquilo que você é regida o tempo todo, porém você apenas não conhece. Em todo o caso, me coloco à disposição!
Dra. Fernanda Cazula
Psicólogo, Psicanalista
São Bernardo do Campo
Há alguns caminhos para vermos a questão da indecisão, quando falamos sobre escolher algo, isso requer uma responsabilidade de arcar com a decisão e com a consequência, o que voce pensa quando reflete na consequência de sua decisão? Também tem o ponto de que toda escolha inevitavelmente vem com uma perda.
Te indico a procura de um psicólogo, para que juntos possam elaborar essas questões, há muito de ser encontrado. Estou disponível caso queira iniciar o processo de análise.
 Daniel Strucchi
Terapeuta complementar, Psicanalista
Rio de Janeiro
A incapacidade de tomar decisões pode ser um sinal de transtorno de ansiedade, especificamente o Transtorno de Ansiedade de Decisão (DAD) é um distúrbio caracterizado por dificuldade em tomar decisões, mesmo quando as escolhas são relativamente simples ou de pouca importância. Isso pode ser acompanhado por sintomas como ansiedade, tensão, dúvida, indecisão, preocupação constante com a possibilidade de tomar a decisão errada e evitação de situações que exigem uma decisão.

É comum que as pessoas que sofrem de DAD sintam-se ansiosas, frustradas e incapazes de lidar com a pressão de tomar decisões. Eles podem sentir que não conseguem lidar com as consequências de suas escolhas, sejam elas boas ou ruins. Além disso, eles podem sentir-se inseguros e incapazes de confiar em suas próprias habilidades de decisão.

É importante lembrar que tomar decisões é uma parte normal da vida e é importante para o crescimento e desenvolvimento pessoal.

O tratamento para o transtorno de ansiedade de decisão inclui terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia centria em habilidades de tomada de decisão, tais como aprender a identificar e avaliar as opções, aprender a lidar com a incerteza e o risco, e desenvolver habilidades para lidar com as consequências de suas decisões. Também pode incluir trabalhar com questões de autoestima e autoeficácia, e aprender a gerenciar a ansiedade e a tensão relacionadas à tomada de decisões.

Além disso, sugerimos que você tente se concentrar nas decisões pequenas e simples no início, para que possa se sentir mais confiante e segura. E também pode ser útil lembrar-se de que é normal sentir-se ansioso ou inseguro quando se toma uma decisão importante, mas isso não significa necessariamente que a decisão é incorreta. E também é importante lembrar de que não há decisões perfeitas, e que é normal cometer erros.

É importante lembrar que o tratamento é individual e pode variar de pessoa para pessoa, e é importante seguir as recomendações do seu profissional de saúde mental. Ele pode ajudá-lo a entender seus sentimentos e pensamentos sobre sua dificuldade de tomar decisões e ajudá-lo a se sentir mais confiante e seguro.
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 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como está? Pelo que contou um pouco aí, existem alguns pontos a serem observados e a serem pensados, quais os tipos de escolhas você precisa de outra pessoa, como é fazer essas escolhas para você, como é arcar com as consequências e respostas de cada uma dessas escolhas e os motivos que levam a pedir para que outra pessoa te ajude a se decidir. Às vezes tomar decisões sozinha pode ser desesperador e dar uma sensação de desamparo no momento em que se toma e que se vive as consequências de uma decisão, mas para que não se faça qualquer escolha, não se sinta frustrada, parece ser preciso procurar alguém para conversar mais sobre alguns desses pontos que levantei e outros pontos também. Para cada escolha uma renúncia e assim vamos arcando com nossas questões, vontades, desejos e tentando viver a vida de uma forma menos angustiante, pensando sobre essas questões para você e como elas são no mundo.
Espero ter ajudado em algo, um abraço.
Dra. Clara Chachamovits Castro
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Ao que tudo indica voce está procrastinando, termo muito usado hoje em dia para quem tem dificuldades de tomar decisoes, de fazer escolhas, de ter limites, de aceitar perdas. Acredito que um trabalho psicanalitico de auto conhecimento vao poder te ajudar a entender o que te leva a viver assim, que ao meu ver é a forma como voce conseguiu se defender, conhecendo melhor seus fantasmas, seus medos, suas angustias, seus terrores


Dr. Breno Silveira Mendes
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! Tomadas de decisão e escolhas envolvem diversos pontos. Parece que no momento algumas questões de ordem psicológica estão atrapalhando e dificultando suas vivências. Um processo de psicoterapia certamente o ajudará a tratar essas questões.
 Rodrigo Teixeira
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Claro, posso tentar ajudar. A indecisão e a dificuldade em tomar decisões podem ser problemáticas e causar muita angústia. Aqui estão algumas estratégias que você pode experimentar para lidar com esse problema:

Autoconsciência: O primeiro passo é reconhecer que você está enfrentando esse problema, o que você já fez. É importante estar ciente de suas emoções e reações diante das decisões para começar a trabalhar nelas.

Identifique a fonte da indecisão: Tente entender o motivo por trás de sua dificuldade em tomar decisões. Pode ser útil refletir sobre experiências passadas que podem ter contribuído para essa indecisão ou pensar em quaisquer medos ou inseguranças que estejam influenciando suas escolhas.

Divida as decisões em etapas menores: Tomar decisões grandes e complexas de uma só vez pode ser esmagador. Tente quebrar as decisões em etapas menores e mais gerenciáveis. Isso pode ajudar a simplificar o processo e torná-lo menos assustador.

Lista prós e contras: Faça uma lista dos prós e contras de cada opção que você está considerando. Isso pode ajudar.

Venha falar, a ajuda de uma escuta especializada pode contribuir muito nesse processo.
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Dra. Rosana Paula Silva Medeiros
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá, fazer decisões muitas vezes geram conflitos pois o seu estado emocional, o que você adquiriu de bagagens emocionais vai pesar nesse momento, a maneira como lidamos com as consequências de nossas escolhas, e o quanto você se sente segura. Muitas vezes tememos as perdas, e as escolhas envolvem essas perdas. Quando decidimos por algo estamos abrindo mão de outras coisas ou situações muitas vezes igualmente atraentes. Viver significa assumir riscos. Muitas vezes não tem como se ter tudo, quando queremos tudo podemos ficar sem nada, talvez por isso te paralisa. Conhecer melhor as suas raízes de origem familiar vai ajudar a entender aonde paralisou para poder se reposicionar hoje. O que você perdeu lá atras que te faz temer as escolhas? Espero ter ajudado, estou a disposição. Abçs
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Oie, agradeço por compartilhar seus sentimentos e preocupações aqui. É evidente que você está passando por um momento desafiador e está enfrentando dificuldades na tomada de decisões. Isso pode ser uma experiência muito angustiante, e é importante que você saiba que não está sozinha nesse processo. A indecisão extrema e a dificuldade em tomar decisões podem ter várias causas, incluindo fatores emocionais, ansiedade, autoestima e experiências passadas. Essas questões podem ser trabalhadas com a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psicanalista. Um psicólogo pode ajudá-la a explorar as razões subjacentes para sua indecisão, desenvolver estratégias para tomar decisões com mais confiança e lidar com os sentimentos de frustração e ansiedade que acompanham suas escolhas. Além disso, o processo psicanalítico pode ajudá-la a entender suas reações emocionais diante das decisões e desenvolver maneiras mais saudáveis de enfrentá-las. Lembre-se de que a busca de ajuda profissional é um passo positivo em direção ao desenvolvimento pessoal e ao bem-estar emocional. Você merece apoio e orientação para superar essas dificuldades e aprender a tomar decisões de forma mais tranquila e satisfatória. Estou aqui para encorajá-la a considerar a busca de apoio terapêutico para ajudá-la nesse processo. Você não está sozinha e há ajuda disponível para você.
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 Karina Ruvieri Daldegan
Psicanalista, Terapeuta complementar
Campinas
Iniciar um acompanhamento terapêutico em busca do autoconhecimento, poderá ser muito benéfico para avaliar o que pode estar acontecendo e buscar meios de reduzir o sofrimento que você tem enfrentado.
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 Oara Mendonça
Psicólogo, Psicanalista
Sorocaba
Olá tudo bem ?
Que observação interessante a sua, "eu sou, não na verdade me tornei", este ponto ja é para você uma excelente observação de sí mesma.
Agora o que é preciso neste momento é você olhar com atenção e de uma forma precisa para este "me tornei", com a orientação de um profissional, um psicólogo(a), acredito que a sua jornada será de grandes descobertas sobre sí mesma, aproveita este momento que já ouve essa luz piscando na sua cabeça sobre este tema e se permita se conhecer melhor!
Me coloco a disposição.
Oara Mendonça.
 Natália Guimarães
Psicanalista, Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! Em qual momento você se tornou assim? Considero que esse seja um bom ponto de partida. Acredito que uma análise possa ser um bom espaço para explorar melhor essa sua questão. Espero ter ajudado, abraços!
 Maria Eduarda Lara Melo
Psicólogo, Psicanalista
Brasília
Boa tarde, tudo bem? Fiquei curiosa quando você se corrigiu no meio do texto, dizendo que se tornou uma pessoa indecisa, acredito que explorar essa questão do início da dificuldade de tomar decisões seja algo muito importante. Realmente, a tomada de decisão implica em muita responsabilidade, principalmente quando entendemos que sempre deixaremos algo de lado ou algo faltando. Como você lida com essa ideia de falta? Acredito que se questionar em uma sessão de terapia te ajudariam a chegar em algumas respostas e nomear essas angústias que são complicadas de lidar. Espero ter te ajudado!
 Marina Marchesotti
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá! O ato de fazer escolhas sempre implica em perder alguma coisa. Tomar a decisão de ir por um caminho envolve, de alguma forma, lidar com a perda de outras possibilidades e o encontro com essas perdas e faltas pode ser muito angustiante.
A psicoterapia é um espaço interessante para que você possa elaborar esses sentimentos, entender melhor de onde eles podem estar vindo e, a partir daí, construir novas formas de lidar com isso.
Tomar decisões não é algo fácil, às vezes, você só precisa de alguém que te ajude nisso para que você mesma possa ter novas perspectivas. Tendemos a ter uma dificuldade em ver as coisas de outras formas, isso tudo devido a nossa história, o que passamos, as nossas dores e como as outras pessoas foram conosco que podem ter levado a algumas interpretações únicas. Precisar de outras pessoas para poder tomar decisões, pode ser de alguma forma uma dificuldade em tomar suas próprias decisões, pois talvez você pode não ter tido esse apoio quando precisou e se sente mais segura com alguém do seu lado, lhe incentivando e lhe ajudando nisso. Você não está sozinha(o). Seria importante iniciar o acompanhamento psicológico, para poder aos poucos ter mais independência nas suas decisões. Marque sua sessão comigo!
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Olá ! Você diz que não era assim mas se tornou assim. Consegue perceber quando mudou ? Se houve algum fato importante ou um gatilho para você se tornar esta pessoa de agora ? Você gostava da pessoa que era antes ? Tomar uma decisão exige maturidade e também responsabilidade pela escolha. Quem não tem maturidade e responsabilidade ? Uma criança encaixaria bem neste papel. Você tem medo de crescer e amadurecer ? Embora pelo seu relato pareça doloroso para você, não escolher foi a forma que você encontrou de viver a vida, possivelmente deixando que outros façam escolhas por você. Quem é que reclama quando você faz a escolha errada ? Você consegue distinguir o que é certo ou errado para você ? A partir destas questões, você terá um norte para reflexão. Para aprofundar tudo isto, a terapia pode te ajudar. Abraços !
 Felipe Firenze
Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá! Compreendo como é angustiante sentir-se nesse turbilhão ao tentar tomar decisões. Essa sensação de desesperos e frustração muitas vezes pode estar ligada a questões mais profundas, como o medo do erro e a insegurança. Buscar apoio profissional é essencial para compreender essas emoções e aprender a lidar com elas de forma mais tranquila e assertiva. Fique à vontade para me procurar. Juntos podemos explorar caminhos para aliviar essa dor. Abraços,
@ffirenzepsicanalista.
 Flavia Palermo
Psicanalista, Terapeuta complementar
Campinas
Olá
Um tipo de pessoa!! Você tem um nome, você é chamada por alguém por um nome, em qual momento se coloca como um "tipo", uma coisa um objeto sem denominação? Decisões não são faceis de serem tomadas pois implicam em responsabilidades também, respire fundo, respeite seu tempo de escolha, olhe para o que pretende fazer com carinho, não espere que o outro faça por você, ou te diga o que fazer, isso diminui sua autonomia e aumenta sua dependencia, provocando frustrações.
 Valter Rodrigues
Psicanalista, Psicólogo
Contagem
É compreensível que você esteja se sentindo frustrada e sobrecarregada com a dificuldade em tomar decisões. A indecisão pode ser uma experiência angustiante e pode afetar sua autoestima e bem-estar emocional. Aqui estão algumas considerações que podem ajudar a entender melhor essa situação e a encontrar maneiras de lidar com ela.
Possíveis Causas da Indecisão
Medo de Errar: Muitas pessoas têm dificuldade em tomar decisões devido ao medo de cometer erros ou de enfrentar consequências negativas. Esse medo pode levar à paralisia na hora de decidir.
Perfeccionismo: Se você tem padrões elevados para si mesma, pode sentir que precisa fazer a "escolha perfeita", o que pode aumentar a indecisão.
Falta de Confiança: A insegurança em suas próprias habilidades ou julgamentos pode dificultar a tomada de decisões. Isso pode ser exacerbado por experiências passadas em que você se sentiu mal por suas escolhas.
Estratégias para Lidar com a Indecisão
Defina Prioridades: Tente identificar o que é mais importante para você em uma decisão. Saber quais são suas prioridades pode ajudar a simplificar o processo decisório.
Estabeleça Limites de Tempo: Dê a si mesma um prazo para tomar uma decisão. Isso pode ajudar a evitar que você fique presa em um ciclo de dúvida e indecisão.
Faça uma Lista de Prós e Contras: Escrever os prós e contras de cada opção pode ajudar a visualizar as consequências e facilitar a escolha.
Aceite que Erros Fazem Parte do Processo: Lembre-se de que errar é uma parte normal da vida e aprendizado. Tentar ver as decisões como oportunidades de aprendizado, em vez de testes de valor pessoal, pode aliviar parte da pressão.
Busque Apoio: Conversar com amigos, familiares ou um profissional pode oferecer novas perspectivas e ajudá-la a se sentir mais segura em suas decisões.
Importância da Ajuda Profissional
Se a indecisão está afetando significativamente sua qualidade de vida, considerar buscar apoio psicológico pode ser muito benéfico. Um terapeuta pode ajudar a explorar as causas subjacentes da sua indecisão, trabalhar na construção da autoconfiança e desenvolver estratégias para melhorar sua capacidade decisória.
Considerações Finais
Lidar com a indecisão pode ser desafiador, mas é possível desenvolver habilidades que ajudam nesse processo. Seja gentil consigo mesma durante esse caminho e reconheça que todos enfrentam dificuldades em algum momento. Com o tempo e o apoio adequado, você pode aprender a tomar decisões com mais confiança e clareza. Se precisar, estou aqui para ajudar!
 Janaina Romanini
Psicanalista
Ribeirão Preto
Ola!
Talvez muitas explicações do que ocorre hoje você encontrará mergulhando em sua história de vida.
Pessoas, situações, dores ou traumas que ficaram silenciados quando você iniciou as primeiras tentativas de escolhas e algo/ alguém te barrou.
É muito delicado te afirmar qualquer dado apenas pela sua escrita mas com toda certeza há muita luz no fim do seu túnel, há muito a ser conquistado, inclusive a confiança de escolher, optar, agir!
Não acredito que você seja indecisa. Penso que tem receio de decidir.
Podemos elaborar e cuidar disso juntas, estou a disposição!
Realmente desenvolver maior autonomia pessoal é um passo bastante significativo em nossas vidas, procure um bom psicanalista para investigar suas raizes emocionais e dessa forma compreender melhor suas dificuldades e pontos fortes.
Dra. Marli Regina  Pissolatti
Psicanalista
Valinhos
A indecisão extrema pode ser causada por ansiedade ou medo de errar, o que leva à paralisia e frustração. É importante praticar decisões pequenas e não se culpar por erros, pois eles fazem parte do processo. Construir confiança nas próprias escolhas pode ajudar a diminuir esse ciclo. A terapia pode ser útil para entender as causas dessa dificuldade e aprender estratégias para lidar com isso. Não tenha medo de buscar ajuda para lidar com esses sentimentos!
 Ketlyn  Garcia
Psicopedagogo, Psicanalista
São Caetano do Sul
Olá, você já buscou ajuda para trabalhar com essas suas questões? Trabalhar e compreender o porquê desse seu comportamento, irá lhe ajudar a compreender melhor você como pessoa e também irá lhe ajudar a criar novas estratégias para lidar com as suas decisões.
 Patricia Rodrigues
Psicanalista
Caraguatatuba
Ola, vamos conversar,
são necessárias sessões de psicanalise, para acessar bloqueios que estão guardados no inconsciente, traumas, feridas do passados e atuais ... alegrias desejos ... até sonhos são respostas ou a falta deles... tudo é analisado... te convido para uma sessão. att Psicanalista Patricia Rodrigues
Importante você fazer uma terapia que investigue as origens da dificuldade de analisar e tomar decisões. Você é capaz de analisar e tomar qualquer decisão, porém como resultado de vivências que você teve, fazem com que seja difícil realizar as análise e tomadas de decisão. Existem diversos fatores que influenciam nessa forma de atuar, porém podemos investigar, esclarecer e experimentar novas formas de interpretar e agir para você sentir-se livre para agir. Fico à disposição para falarmos sobre isso online. Abraço.
 Renato Petik
Psicanalista, Terapeuta complementar, Sexólogo
São José dos Campos
Olá!

Entender o que você está sentindo é um passo importante, e só o fato de você conseguir expressar essa angústia já mostra que existe um desejo de mudança. A dificuldade em tomar decisões pode estar ligada a vários fatores, como insegurança, medo de errar, experiências passadas que geraram frustrações ou até mesmo a forma como aprendemos a lidar com escolhas ao longo da vida.

Na psicanálise, olhamos para esses padrões como algo que se construiu ao longo do tempo, muitas vezes de forma inconsciente. Será que essa indecisão pode estar relacionada a um desejo de evitar conflitos? A um medo de desapontar os outros? Ou talvez a uma dificuldade em confiar no próprio julgamento?

A boa notícia é que isso pode ser trabalhado. Na terapia, podemos investigar juntos a origem dessa dificuldade e encontrar caminhos para que suas escolhas sejam mais conscientes e menos angustiantes. Você não precisa passar por isso sozinha.
Olá! Em muitas oportunidades, a indecisão está relacionada com a insegurança e com a dificuldade que temos de nos valorizarmos, de gostarmos de nós mesmos, de confiarmos em nós e nas nossas capacidades. Assim, por vezes, um processo, como a psicoterapia, que auxilie a pessoa a confiar em si, reconhecer o seu valor e os seus potenciais pode ajudar bastante.
 Lucas Jerzy Portela
Psicanalista
Salvador
Boa pergunta pra você se fazer em sua psicanálise, com um psicanalista.
 Andreia  Tomaz
Psicanalista
São Paulo
Pedir ajuda não é problema, mas desde que não seja uma constância.
A falta de autoconhecimento esta te impedindo de acreditar que você é capaz de decidir, e decidir certo. Os erros vão acontecer, simplesmente porque todos erramos algumas vezes.
O quanto você esta se punindo, se condenando, ao ponto de delegar suas decisões para outros? Isso te enfraquece, não se maltrate mais...
Isso gera uma falta de amor por você mesma, mas você não percebe, por isso age assim.
O fato de você chorar, ficar nervosa, são sintomas de que você sabe que pode decidir sozinha, mas não esta conseguindo. Você é totalmente capaz, quando você se conhecer mais, vai ter mais força pra não depender de ninguém, vai se valorizar mais com certeza.
Olá,

Seria necessário investigar, quando você passou a ficar indecisa e qual o sentido de tanta indecisão? Por que sempre precisa da ajuda de alguém, senão se desespera? Por que será que quando escolhe se sente frustada? São questões importantes, sugiro acompanhamento psicológico.
Oi…
Sabe, o modo como você descreve essa dificuldade em decidir toca em algo muito delicado. Não se trata apenas de fazer escolhas práticas… parece que, em cada decisão, está em jogo algo muito maior: o medo de errar, o medo da crítica, o medo de decepcionar — aos outros… e a si mesma.

E isso, claro, pesa.
Porque o que está em jogo, talvez, não seja apenas a escolha em si, mas o quanto você se sente autorizada a escolher.
Como se, ao tentar decidir, viesse uma voz lá de dentro dizendo: "e se der errado? e se reclamarem? e se eu não souber o que fazer depois?"

Você diz que nem sempre foi assim…
E isso já é importante.
Algo aconteceu no seu percurso que te levou a desconfiar de si, a desacreditar da sua própria capacidade de decidir. Às vezes, isso tem raízes profundas: pode ter nascido em experiências onde suas escolhas não foram ouvidas, onde errar teve um preço alto demais, ou onde agradar se tornou uma forma de sobreviver.

Então, hoje, cada escolha carrega um peso que não é só seu — é também o eco de cobranças, medos e exigências antigas. E nessas horas, chorar não é fraqueza: é o corpo pedindo socorro, é a alma dizendo “não sei mais como lidar com isso sozinha”.

Mas veja… mesmo quando você diz que faz tudo “errado”, ainda assim está tentando. E isso importa.
Porque no fundo, há uma parte sua que quer encontrar um caminho. Que quer aprender a se escutar. Que quer poder escolher sem medo de ser punida por isso.

Talvez não se trate de aprender a “decidir certo”, mas de descobrir de onde vem esse medo de decidir.
O que está em jogo quando você precisa dizer sim ou não?
Para quem, internamente, você sente que precisa dar satisfações?

Aqui, não se trata de resolver isso com pressa, mas de abrir espaço para que sua voz — essa que hoje está insegura, embargada, aflita — possa falar mais livremente.
E quem sabe, aos poucos, você descubra que errar faz parte da vida… e que não precisa ser um castigo.

Tomar decisões é sempre, de algum modo, perder algo para ganhar outra coisa.
Mas quando a gente pode fazer isso em paz, a vida vai ficando menos pesada…
e o choro pode dar lugar à confiança — não de que tudo dará certo, mas de que, mesmo que não dê, você poderá lidar.

E isso já é muito.
Dra. Jéssica Santana
Psicanalista, Terapeuta complementar
Brasília
Olá! Fico feliz que tenha compartilhado suas dificuldades. A indecisão intensa que você descreve pode ser angustiante, mas é importante saber que, com o apoio adequado, é possível desenvolver maior confiança nas suas escolhas e reduzir o sofrimento associado.

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz para lidar com a indecisão crônica. Ela trabalha com a identificação e modificação de padrões de pensamento
disfuncionais que podem estar contribuindo para a sua dificuldade em tomar decisões.
No seu caso, vamos trabalhar te ajudando a identificar e modificar pensamentos automáticos negativos, como:
“Se eu escolher errado, minha vida será arruinada.”
“Preciso ter certeza absoluta antes de decidir.”
Esses pensamentos são desafiados e substituídos por interpretações mais equilibradas e realistas, promovendo uma abordagem mais flexível e confiante na tomada de decisões.
Trabalharemos com a exposição gradual- Essa técnica envolve a exposição progressiva a situações de escolha, começando com opções simples e aumentando gradualmente a complexidade. Isso ajuda a reduzir a ansiedade associada à indecisão e a aumentar a confiança nas próprias decisões. Também usaremos a técnica do questionamento socrático - que envolve questionar a validade dos pensamentos disfuncionais, como:
“Quais evidências apoiam essa ideia?”
“O que aconteceria se eu errasse?”
E por fim trabalharemos a aceitação de que nenhuma decisão é totalmente livre de riscos, e que o erro faz parte do crescimento. Isso reduz o perfeccionismo e a paralisia decisional.
 José Gabriel Buddy
Terapeuta complementar
Porto Alegre
Talvez você precise procurar ajuda pra fortalecer sua autoconfiança assim vai ter mais certezas nas escolhas sentindo-se mais segura.
 Lucia Sousa
Psicanalista
Rio de Janeiro
Tomas decisoes que envolvam risco, perdas, ou desagradem outra pessoa , não é nada fácil. O medo de errar é algo bem compreensível. O ideal é voce começar por pequenas decisoes, e anotar numa folha de papel, quais as vantagens e desvantagens para tal decisao. Aos poucos voce vai ficando mais confiante e percebendo que ao decidir, sua ansiedade vai diminuindo.
 Marcelo GB Peri
Psicanalista, Terapeuta complementar
São Paulo
Procure uma psicoterapia.
 Ricardo Macedo
Psicanalista
São Paulo
Sinto muito pelo que você está passando.

Essa dificuldade de escolha, comumente, é vista como um sintoma de um conflito interno, também conhecido como ambivalência, e é influenciada por impulsos e desejos inconscientes.

Compreender a origem dessa angústia e deste conflito de forma mais aprofundada será fundamental para a sua vida. Para isso, a melhor alternativa é iniciar um acompanhamento psicológico com um profissional.
 Samuel Viana
Psicanalista
São Paulo
Oi, obrigado por dividir isso. O que você sente é muito mais comum do que parece — e não significa que você seja fraca ou incapaz. Muitas vezes, essa dificuldade de tomar decisões nasce quando, ao longo da vida, suas escolhas não foram validadas ou respeitadas. Pode ser que, em algum momento, você tenha aprendido (talvez sem perceber) que errar era perigoso ou que suas decisões não eram boas o suficiente. Por isso hoje seu cérebro associa decidir com medo, insegurança, culpa.

Essa indecisão não é “frescura” nem falta de capacidade. É uma tentativa inconsciente de se proteger de críticas, rejeições e perdas. Quando você diz que chora e se desespera, o que vejo é uma parte sua — talvez uma criança interna — dizendo: “por favor, alguém me ajude, eu tenho medo de errar.”

E a verdade é: você não precisa continuar vivendo assim. Com apoio, terapia e gentileza consigo mesma, você pode aprender a confiar em pequenas decisões, sem medo de errar. Errar não precisa mais significar fracasso — apenas aprendizado.

Você não é um erro. Você é uma pessoa em processo de cura.

E eu te pergunto, de coração: quem foi que te fez sentir que suas escolhas não eram boas o bastante? Talvez a resposta esteja aí.
Dr. Bruno Guimarães Tannus
Psicanalista, Médico de família
Curitiba
Olá! A psicanálise pode lhe ajudar a tomar decisões de acordo com o seu próprio desejo.
 Daniel  Castilhos
Psicanalista, Psicopedagogo
Porto Alegre
Adultos com essas características, de forma geral foram crianças que viveram em ambientes com muitas regras onde o erro é inaceitável, ou em famílias muito permissivas onde a criança não teve orientação e apoio. Sendo assim quando adultos não conseguem organizar, planejar sua rotina se sentem frustrados pois não chegam no resultado que desejam.
A extrema indecisão, acompanhada de nervosismo, choro e frustração ao tomar decisões, pode estar associada a ansiedade, medo de errar, baixa autoestima e até experiências passadas de críticas ou punições. Esses sentimentos costumam surgir quando há expectativas muito altas, necessidade de agradar os outros, perfeccionismo ou insegurança quanto às consequências das escolhas.
Por que isso acontece?
• O excesso de opções e o medo de errar potencializam o sofrimento ao escolher, levando ao chamado paradoxo da escolha ou FOBO (Fear Of Better Options).
• A ansiedade amplifica pensamentos negativos sobre as decisões, fazendo com que até situações rotineiras se tornem fontes de aflição e antecipação de problemas.
• Vivências anteriores de críticas, cobrança ou punição por erros contribuem para o medo de decidir e aumentam a dependência por validação de terceiros.
Consequências e reações
Essas dificuldades podem gerar prejuízo nas relações, perdas financeiras e sofrimento emocional, sendo até causas de doenças quando impedem o funcionamento saudável do cotidiano. A frustração ao perceber que não conseguiu decidir ou que a escolha não trouxe os resultados esperados é comum—lidar com ela requer autocompaixão e treinamento de habilidades emocionais.
Como buscar apoio
A terapia pode ser uma aliada para compreender as causas dessa indecisão, desenvolver estratégias para tomar decisões com mais segurança, aceitar que errar faz parte do processo e fortalecer a autoestima. Psicólogos e psicanalistas ajudam a identificar padrões de pensamentos, trabalhar o medo de errar e desenvolver autonomia emocional.
Reconhecer e falar sobre essa dificuldade é um passo importante; com acompanhamento, é possível aprender a decidir com mais leveza e confiança
 Viviane Custodio
Terapeuta complementar, Psicanalista
Belo Horizonte
A dificuldade em tomar decisões pode estar relacionada à ansiedade, baixa autoestima ou mesmo a experiências passadas em que você foi criticada ou não se sentiu apoiada. Com o tempo, isso pode gerar insegurança, medo de errar e até crises emocionais diante de escolhas simples. Esse padrão não significa fraqueza, mas sim um sinal de que é importante olhar para dentro, compreender a origem dessa indecisão e aprender estratégias para fortalecer sua confiança.

Você já percebeu se essa dificuldade em decidir aparece mais em situações pessoais, profissionais ou em todas as áreas da sua vida?

Sou Viviane Custódio, psicóloga online há mais de 20 anos. Atendo em português e espanhol, com foco em pessoas altamente sensíveis, ansiedade, depressão, trauma e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Ofereço um espaço acolhedor e profissional para desenvolver autoconfiança, equilíbrio emocional e estratégias práticas para lidar com a indecisão. Conheça mais no meu perfil e em @vivianecustodio.psi.
Na psicanálise, entendemos que a dificuldade em decidir pode estar ligada à história emocional de cada um: talvez em algum momento da vida suas escolhas tenham sido invalidadas, criticadas ou tomadas por outros. Aos poucos, o sujeito aprende a duvidar de si, e passa a sentir que precisa de alguém que autorize ou confirme o que faz.

No processo analítico, buscamos justamente reconstruir essa confiança interna (a capacidade de escolher, de se responsabilizar, e também de lidar com as consequências sem se culpar tanto). É um caminho de autoconhecimento, mas também de libertação.
A dificuldade em tomar decisões geralmente está ligada a experiências emocionais do passado, nas quais a pessoa pode ter sido criticada, invalidada ou se sentiu insegura em expressar suas vontades. Com o tempo, isso gera medo de errar e a sensação de que sempre precisa da aprovação de alguém para agir.

O choro e o desespero são respostas emocionais do corpo, sinalizando ansiedade e sobrecarga mental — uma tentativa inconsciente de pedir ajuda.
A boa notícia é que isso pode ser trabalhado com terapia.

O processo terapêutico ajuda a desenvolver autoconfiança, autonomia emocional e clareza interior, resgatando a capacidade de decidir com segurança e sem culpa.
Você não é “fraca” por se sentir assim — apenas está precisando se reconectar com a sua própria voz.
 Carolina Grana
Psicanalista, Terapeuta complementar
São Caetano do Sul
Não há certo ou errado nas tomadas de decisões. O ponto de vista deve estar no aprendizado e na sabedoria de compreender os pontos negativos. É saudável consultar pessoas para orienta-la nas decisões, porém nem sempre elas pensam da mesma forma que você.
Valorize suas ideias e decisões, faça uma lista de pontos positivos e negativos, benefícios, pesquise mais sobre os assuntos e tudo que está envolvido. Acredite mais em você.
Procure ajuda de um profissional para alinhar seus próximos passos.
 Andriele Barbosa
Psicanalista, Psicólogo
Florianópolis
Oi, quando as decisões começam a causar tanto sofrimento costuma ser sinal de que você está sobrecarregada emocionalmente e com medo de errar, e essa mistura de insegurança com exaustão faz o corpo entrar em pânico diante de escolhas, mas isso não é falha sua — é um pedido de ajuda interno que merece acolhimento para que você não precise carregar isso sozinha.
 Michelle Novello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
A maneira como você descreve esse sofrimento revela algo que vai muito além de simples indecisão. Muitas vezes, quando a pessoa se encontra nessa posição, é como se qualquer escolha viesse acompanhada de uma sensação de ameaça, de medo de desapontar alguém ou de fazer “o errado”. Essa angústia pode paralisar, fazendo com que até pequenas decisões se tornem muito pesadas.

Do ponto de vista psicanalítico, olhamos para esse funcionamento não como um defeito, mas como um modo de se defender de algo que, em algum momento da vida, foi vivido com muita exigência, crítica ou insegurança. A dificuldade atual pode ser um efeito de histórias e experiências antigas que continuam atuando dentro de você, mesmo sem que perceba.

O fato de você se emocionar, chorar, sentir-se frustrada ou perdida mostra o quanto isso te afeta. Em análise, o objetivo não é ensinar você a decidir “do jeito certo”, mas abrir um espaço para explorar o que torna as decisões tão angustiantes, para que pouco a pouco você possa recuperar sua autonomia e confiança.
O que você descreve não é falta de capacidade ou fraqueza, mas um sofrimento psíquico que costuma se construir ao longo do tempo, geralmente ligado ao medo de errar, à insegurança em confiar nas próprias percepções e à sensação de que qualquer escolha pode ter consequências insuportáveis. Quando a indecisão se torna paralisante a ponto de gerar desespero, choro ou ansiedade intensa, a decisão deixa de ser apenas uma escolha prática e passa a carregar um peso emocional muito grande, como se escolher fosse sempre sinônimo de perda, culpa ou punição. Nessas situações, é comum que a pessoa acabe fazendo escolhas precipitadas apenas para aliviar a angústia do momento, o que depois gera frustração, arrependimento e reforça a sensação de incapacidade, criando um ciclo difícil de romper. Esse padrão não surge do nada; muitas vezes ele está relacionado a histórias em que errar não era permitido, em que havia críticas constantes, exigências excessivas ou pouca validação emocional, fazendo com que a pessoa aprendesse a depender do outro para se sentir segura. Um espaço terapêutico pode ajudar a compreender de onde vem esse medo de decidir, trabalhar a tolerância à frustração e reconstruir, aos poucos, a confiança em si mesma, sem a pressão de “acertar sempre”. Aprender a decidir não é sobre fazer escolhas perfeitas, mas sobre sustentar as próprias decisões e lidar com as consequências de forma mais compassiva consigo mesma, algo que se constrói gradualmente, com escuta, apoio e elaboração emocional.
Na perspectiva psicanalítica, a dificuldade extrema em decidir costuma estar ligada a um medo intenso de errar, de perder o amor do outro, de ser criticada ou responsabilizada. A decisão passa a ser vivida como algo perigoso, porque escolher implica se separar de outras possibilidades e sustentar as consequências. Quando, em algum momento da vida, o erro foi muito punido, ridicularizado ou associado à perda de afeto, o psiquismo pode responder com paralisação. Não decidir vira uma forma de tentar se proteger.
Quando você diz que acaba fazendo “qualquer escolha” e depois se sente frustrada, isso também faz sentido clinicamente. Muitas vezes, a escolha apressada não vem do desejo, mas da urgência de acabar com a angústia. A frustração que vem depois não é só pelo resultado em si, mas por reforçar uma narrativa interna dolorosa: “eu não sei decidir”, “eu faço tudo errado”. Esse ciclo vai se repetindo e enfraquecendo ainda mais a confiança em si mesma (o).
Estou à disposição, como profissional, para te acompanhar nesse processo, oferecendo um espaço seguro onde você possa falar, se escutar e, pouco a pouco, reconstruir a confiança em si mesma e no próprio desejo. Você não precisa atravessar isso sozinha (o).
É compreensível que você se sinta assim, essa é uma situação muito difícil. A indecisão constante pode causar muito sofrimento e ansiedade. É importante buscar ajuda para entender as raízes dessa dificuldade. Um profissional de saúde mental, pode te oferecer o suporte necessário para desenvolver estratégias e ferramentas para tomar decisões de forma mais tranquila e confiante. Qualquer coisa, estou por aqui. Fique bem!
 Ramon Andrade
Psicanalista
Rio de Janeiro
A indecisão extrema costuma estar ligada ao medo de errar, de perder algo ou de ser responsabilizada. Quando a decisão vira ameaça, o corpo reage com ansiedade, choro e desorganização.

Muitas vezes, isso se constrói ao longo da vida em ambientes críticos ou inseguros, onde errar tinha consequências emocionais fortes.

A psicoterapia ajuda a trabalhar autonomia, confiança e tolerância à frustração. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Estou disponível para essa escuta.
Dra. Dayse Ferreira
Psicanalista, Psicólogo
São José dos Campos
Olá!
Parece que, em algum momento da sua vida, você foi perdendo a confiança em si mesma. Hoje, decidir virou algo assustador, e o medo de errar acaba travando tudo. Não é falta de capacidade — é excesso de cobrança e medo de se decepcionar.
Às vezes, a pessoa não tem medo de escolher errado.
Tem medo de ser responsabilizada, criticada ou abandonada depois da escolha.

Uma Reflexão: Quando você precisa decidir, o que aparece mais forte:

medo de errar

medo do julgamento dos outros

sensação de incapacidade

ansiedade física (coração acelerado, choro, nervosismo)

vontade de alguém decidir por você

Porque a indecisão é só a ponta.
O que importa é o que está por baixo dela.

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