Olá. Tenho TOC diagnosticado e fiz Terapia Cognitivo Comportamental até o momento da alta, hoje tomo

32 respostas
Olá. Tenho TOC diagnosticado e fiz Terapia Cognitivo Comportamental até o momento da alta, hoje tomo apenas os medicamentos prescritos pelo psiquiatra. Imagino que por essas razões tive o TOC controlado até agora. Porém estou identificando outros sintomas e pesquisando acredito que seja um conceito de Limerência. Qual é o tipo de profissional que trata casos de associados a este conceito? Obrigado.
Olá! Pelo seu relato, me parece que vc teve uma experiência positiva com os profissionais que te acompanharam desde entao (psicóloga e psiquiatra). Tendo isto em vista e também pensando que eles possuem seu histórico completo, recomendo fortemente que vc retome o contato com eles para exclarecer esses questionamentos!

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Dr. Luiz Bruder
Psicólogo, Psicanalista
São José do Rio Preto
A noção de limerência é de baixa corrência na psicologia e, sobretudo, na psiquiatria. A obra de referência é o livro de Dorothy Tennov, cuja primeira edição é de 1979, e onde se trata de uma tentativa de apreensão global do fenômeno do amor, apreensão essa que se pretende científica na medida em que suas principais teses são formuladas de maneira sistemática e, consequentemente, reprodutível. A faceta do amor que é apresentada lá pode gerar estranheza para a sensibilidade contemporânea. Fala-se do amor em seu aspecto arrebatador e fervoroso, por oposição à afeição que vigora entre familiares e amigos e que pode igualmente ser chamada, em nossa cultura, de amor. A distinção entre esses dois tipos de amor é essencial para o tratamento de uma pessoa que, por assim dizer, sofre de limerência. Do contrário, o preço será a incompreensão e o moralismo. Ademais, o estado passional é exemplar por não se sujeitar a terapias comportamentais. Se você realmente se identifica com esse estado, entendo que você deva procurar por um cuidado que leve em consideração a profundidade e extensão do seu sentimento, e sugiro que busque por um bom psicanalista de orientação lacaniana, os quais são, a meu ver, os que mais facilmente escapam à moralidade contemporânea e à confusão que mencionei.
Olá! Procure psicólogo ou psiquiatra para que possam ajudar a compreender o que está acontecendo e validar a sua suspeita de diagnóstico.
 Gabriel Costa
Psicólogo
Porto Alegre
Boa tarde amigo, tudo bem contigo? Essa temática é de uma grande amplitude, mas gostaria de contribuir primeiramente com algumas observações. A Terapia Cognitivo Comportamental vai compreender o TOC como um tipo de transtorno crônico, de modo que mesmo com a medicação e tratamento psicoterápicos realizados de forma eficiente é possível que a manifestação de sintomas (obsessões e/compulsões) ocorra de tempos em tempos, mesmo que em episódios mais espaçados. Também faz parte do prognóstico de tratamento do TOC a mudança do conteúdos das obsessões e/ou compulsões, em decorrência da forma pela qual o pensamentos automáticos e a manifestação somática da ansiedade se dá no organismo humano. Quero dizer que existe a possibilidade da limerência que tu comentas ser uma outra forma de manifestação do TOC, porém seria necessário investigar mas afundo para se ter certeza, além de compreender melhor seu histórico de vida. Existe também é claro a possibilidade da limerência se tratar de alguma outra questão não relacionada diretamente ao TOC, porém, como pontuado anteriormente é necessário uma investigação maior. Recomendo que busque algum profissional da área da psicologia pela vertente cognitivo comportamental para compreender melhor o que está passando. Espero ter te ajudado, fica bem. Abraço!
Dra. Silmara Almeida
Psicólogo
São Paulo
Boa tarde. Eu penso que se você obteve bons resultados com os profissionais que cuidaram de você, tanto o psiquiatra e o psicólogo, seria interessante você retornar com os mesmos. O vínculo quando criado, sempre permanece. Não é incomum os pacientes, depois da alta, retornar com alguma nova questão ou com questões antigas que, por algum motivo, despertou algum gatilho.
 José Antonio Reis
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Como você já teve uma experiência positiva com os profissionais que te atenderam anteriormente sugiro que você tente retornar a terapia com eles.
Olá, tanto o TOC quanto a limerência são fenômenos que podem estar associados a uma dificuldade de lidar com a realidade da maneira como é por medo de perder o controle. São fugas de idealizações que proporcionam um conforto psíquico imaginário, mas que também trazem angústia por não se realizarem plenamente na realidade.
A psicoterapia embasada na fenomenologia existencial vai buscar entender o sentido desses fenômenos na sua vida pra destecer as restrições compreensivas que se instalaram como filtro na sua visão de mundo.
Espero ter ajudado. Procure um profissional que lhe inspire confiança e não se acomode com o incômodo.
Olá! Todo sintoma que se exacerba causa uma tensão, um incômodo. O conceito de 'limerência' não estaria associado ao fenômeno de 'desamparo'? Somos todos 'pedintes', lembre que o homem é um vazio em busca de preenchimento, e isso passou a ser uma questão fundamental pra você, não é mesmo? Sugiro que você procure uma visão mais 'compreensiva' do ser humano (nas abordagens fenomenológicas, por exemplo), pois pode lhe proporcionar melhores resultados neste momento de 'conflito existencial' (por apresentarem uma metodologia menos 'técnica' das circunstâncias da vida).
 Giselle Eckmann
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá,
O ideal é sempre associar o acompanhamento psiquiátrico com o psicológico. A função da medicação é diminuição de sintomas, então se você tem dificuldade para dormir, comer, compulsões, pensamentos invasivos, por exemplo, a medicação vai conter esses sintomas para você poder ter uma qualidade de vida um pouco melhor, no entanto, é só através da psicoterapia que você aprende a lidar com os gatilhos que desencadeiam esses sintomas e tantos outros que vão aparecendo.
O que acontece muito, é o deslocamento dos sintomas, então o que inicialmente eram pensamentos intrusivos, pode facilmente se deslocar para esse estado de limerência que você está descrevendo, uma vez que são sintomas associados ao transtorno obsessivo compulsivo, de fato.
Procure um profissional do qual você se sinta seguro (a), e possa cuidar dessas questões.
Olá. esse termo, limerência, na linguagem popular tem outros termos como estar perdidamente apaixonado, cego de amor, etc, são manifestações inconscientes, nos parece até bonito no amor romântico, mas de uma forma figurada, é claro. Tudo o que está associado com obsessão, como obsessões doentias pela pessoa desejada, loucuras de amor. são distorção da realidade e toda uma série de sentimentos confusos provocados por uma química produzida no cérebro durante a fase de paixão. No ponto de vista cerebral, são alterações de neurotransmissores (dopamina, serotonina, norepinefrina) que promovem os tremores, os suores e o nervosismo do apaixonado. Essa instabilidade emocional descrita é considerada uma versão do Transtorno Obsessivo Compulsivo. E o tratamento indicado é com especialista para uso medicamentoso e também com terapia para entender que o autoconhecimento e o auto controle podem sim, de maneira efetiva diminuir os sintomas.
Dr. Adriano M. Galocha
Psicólogo, Psicanalista
Lorena
Olá! Psicólogo Adriano Galocha, aqui.
Há uma possibilidade da limerência ser uma outra manifestação do TOC, mas também posso pensar em outra questão não relacionada e que apareceu após o tratamento do TOC. Alguns sintomas podem aparecerem quando outros são cuidados, por isso, novas investigações se faz necessário e penso ser ideal a investigação por meio da psicoterapia.

Fico a sua disposição para marcamos uma sessão.
 Nadia Carvalho Orizio
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá, a Limerência é um estado cognitivo e emocional involuntário que resulta de um desejo romântico por outra pessoa (objeto da limerência) combinado por uma intensa, avassaladora e obsessiva necessidade de se ter o sentimento correspondido. Por ser justamente involuntário, podemos pensar no que há por trás disso que é de conteúdo inconsciente. A Terapia comportamental aborda comportamentos e não aborda o ser humano completamente, como fazemos na psicanálise, na qual utilizamos além dos comportamentos conscientes, o que está de inacessível para o sujeito, que é da ordem do inconsciente. Para tanto, o tratamento pode ser mais longo e a alta quem se dá é o paciente. Eu, enquanto profissional, não dou alta para os pacientes, pois sabemos que muitas coisas já tratadas podem voltar de outras maneiras nos comportamentos das pessoas, pois é necessário compreender o que há de inconsciente por trás de cada sintoma. Então, se quiser marcar uma conversa comigo para ver se quer fazer sessões de psicanálise, estou à disposição!
Olá. Respondendo a sua pergunta, o psicólogo e psiquiatra são os profissionais que poderiam te ajudar. Já foi acompanhado anteriormente por profissionais dessa área, então por que não recorre a eles novamente? Caso algo esteja te impedindo disso, busque retornar a uma psicoterapia para trabalhar melhor o que acontece e encontrar meios saudáveis de amenizar ou resolver esse problema. Existem ótimos profissionais dessas áreas que poderiam te ajudar. Não hesite em fazer isso ok? Fica bem. Estou à disposição.
Dr. Rafael Roland de Souza Mendes
Psicólogo
Angra Dos Reis
Olá. Não existe um profissional especializado neste conceito. Entretanto, dado o seu histórico obsessivo e a característica obsessiva deste conceito, eu aconselho você a procurar um psicólogo.
 Bernardo Schiapati
Psicólogo
Ribeirão Preto
Olá, O TOC é uma caracterização diagnóstica para uma conjunto de sintomas que perpassa, de modo geral, obsessões e compulsões que trazem prejuízo para o sujeito. Estas, pos sua vez, tratam-se de formas que o sujeito encontrou de se relacionar com o mundo e com os outros (lidar com suas angústias e sofrimentos). Sendo assim, tais sintomas podem "melhroar" ou "piorar" de acordo com os acontecimentos da vida do sujeito com o tal transtorno. Um acompanhamento terapêutico psicanalítico poderia auxiliar nesse jornada, ajudar você a se aproximar mais de seu desejo e entender onde e como suas relações com o mundo estão te trazendo angústia a qual se manifesta, no seu caso, na forma de obsessões e compulsões. Estou à disposição!
Olá, Pelo seu relato, interpretei que você teve bons resultados com os profissionais que fez o tratamento, nesse caso indico que retorne aos mesmos para dar andamento ou procure um psicólogo para que vc possa iniciar o tratamento.
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Olá!

Limerência e TOC são coisas diferentes. No entanto, é importante notar que algumas pessoas com limerência podem experimentar sintomas semelhantes aos do TOC, como preocupações obsessivas com a pessoa objeto de limerência, comportamentos compulsivos em torno dela ou tentativas de suprimir ou controlar seus pensamentos e sentimentos em relação a ela. Por ter passado por sintomas de TOC mais intensos pode acabar sendo difícil diferenciar as duas coisas. Para entender melhor o quadro é preciso avaliar a trajetória da vida romântico-sexual, além de fatores de personalidade, para ter uma visão mais clara do problema.
 Pricila Costa
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Sugiro que retorne a sua terapia Cognitiva-comportamental, visto que tanto o tratamento psicoterapêutico quanto medicamentoso alcançou bons resultados. É preciso uma avaliação. Procure um profissional para te ajudar com sua questão. Fico à disposição. Abraço!
 Iris Lopes de Sousa
Psicólogo
São Paulo
Olá, lamento saber que esteja passando por dificuldades em sua saúde mental. Parabenizo você por ter se comprometido com o tratamento e ter alcançado a alta. No entanto, é importante lembrar que o tratamento em saúde mental pode ter recaídas, e é fundamental que você esteja preparado para lidar com elas. Uma maneira de se preparar é buscar um processo psicoterapêutico novamente, que pode ajudá-lo a enfrentar esses novos desafios. Portanto, recomendo que você considere a possibilidade de procurar um Psicólogo novamente para dar continuidade ao seu tratamento.
 Larissa Mara Gusmão Costa
Psicólogo
Rio de Janeiro
Se você está enfrentando sintomas relacionados à limerência e deseja buscar ajuda profissional, considere consultar um psicólogo da TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), que trabalhe com questões de relacionamentos e apego emocional. Eles podem ajudá-lo a explorar seus sentimentos, compreender o impacto na sua vida e fornecer estratégias para lidar com essas questões emocionais, além da TCC ser padrão ouro (a que mais possui evidência científica de tratamento eficaz) para tratamento de TOC. Não hesite em pesquisar e entrar em contato com profissionais da saúde mental para obter o suporte adequado. Fico a disposição!
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá. Psicólogo.
 Lucas Ariel Compri
Psicólogo
São João Da Boa Vista
Baseado no seu bom desempenho com a TCC e o com o profissional que lhe acompanhou até então, uma boa estratégia seria retomar o acompanhamento atualizando as demandas para seu terapeuta, compreendendo melhor esse fenômeno que vc descreve e adaptando suas respostas à ele.
Olá. Um psicólogo poderá lhe ajudar no que você tem passado,. Fico disponível para buscarmos juntos um sentido para isso. Abraço!
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Olá! O ideal é associar o tratamento medicamentoso com a psicoterapia, especialmente agora com estes novos sintomas, para entender que gatilhos desencadearam estes novos comportamentos, e assim construir juntos estrategias efetivas para lidar com eles. Fico a disposição!
 Polliany Medeiro
Psicólogo
Curitiba
Olá, boa tarde! Recomendo que verifique a medicação com o seu psiquiatra. E retome as sessões de Terapia Cognitivo Comportamental. O ideal é manter o tratamento medicamentoso e terapia associados na demanda apresentada!
Dra. Marcela Felício
Psicólogo, Psicanalista
São José dos Campos
Olá, tendo dado o início com profissionais o qual caracterizou ter promovido bons efeitos, pontuo como possibilidade que possa se retornar deste novo lugar com os mesmos. A qualidade do vínculo e confiança do relacionamento profissional podem ser norteadores nesta tomada de decisão do que lhe será o melhor.
 André Luiz Almeida
Psicólogo
Belo Horizonte
A limerência, que envolve uma fixação intensa e muitas vezes irracional por outra pessoa, pode ser um tema relevante a ser explorado, especialmente quando se combina com o TOC, pois ambos envolvem padrões obsessivos de pensamento. Um psicanalista pode ajudá-lo a entender melhor o que está acontecendo e como isso se relaciona com o seu histórico de TOC. A psicoterapia é uma ferramenta importante nesse processo, pois oferece um espaço para refletir sobre esses sentimentos, entender suas origens e como impactam sua vida, além de ajudá-lo a desenvolver formas mais saudáveis de lidar com esses impulsos, proporcionando maior equilíbrio emocional.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

É ótimo saber que você conseguiu controlar o TOC com terapia e medicação, um exemplo de como a combinação certa pode trazer resultados tão positivos. Sobre o conceito de limerência, ele se refere a um estado intenso de obsessão romântica, caracterizado por pensamentos intrusivos e um desejo quase constante de reciprocidade por parte da pessoa que desperta esses sentimentos. Esse estado pode se assemelhar, em alguns aspectos, aos mecanismos do TOC, especialmente se envolver uma dificuldade em interromper pensamentos ou comportamentos relacionados à pessoa em questão.

O profissional mais indicado para lidar com questões associadas à limerência é o psicólogo, especialmente alguém com experiência em Transtornos de Ansiedade, Transtornos Obsessivo-Compulsivos ou mesmo em questões relacionadas à dependência emocional. Técnicas baseadas na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) podem ser bastante úteis para ajudar a identificar padrões de pensamento, regular emoções e encontrar formas de lidar com esses sentimentos de maneira mais saudável.

Além disso, dependendo da intensidade dos sintomas e do impacto na sua qualidade de vida, o psiquiatra pode complementar o trabalho, ajustando a medicação, caso seja necessário. É interessante também levar essas observações para a próxima consulta com seu psiquiatra ou, se preferir, buscar iniciar um acompanhamento psicológico novamente, já que as demandas emocionais e os desafios podem mudar ao longo do tempo.

A boa notícia é que, com o suporte certo, você pode entender melhor esses sentimentos e trabalhar para encontrar equilíbrio, sem perder o controle sobre suas emoções e pensamentos. Estou à disposição caso precise conversar mais sobre isso!
 Valter Rodrigues
Psicanalista, Psicólogo
Contagem
Para lidar com a limerência, que é um estado emocional intenso e muitas vezes obsessivo em relação a outra pessoa, o tipo de profissional mais indicado é um psicólogo ou terapeuta. Aqui estão algumas considerações sobre como esses profissionais podem ajudar:
Papel do Psicólogo ou Terapeuta
Exploração Emocional: Psicólogos podem ajudar a explorar os sentimentos associados à limerência, ajudando você a entender as raízes emocionais e comportamentais desse estado.
Estratégias de Enfrentamento: Eles podem ensinar técnicas e estratégias para lidar com os pensamentos obsessivos e a ansiedade que muitas vezes acompanham a limerência.
Desenvolvimento de Relacionamentos Saudáveis: Um terapeuta pode trabalhar com você para desenvolver habilidades de relacionamento mais saudáveis, promovendo um apego emocional equilibrado e reduzindo comportamentos obsessivos.
Reestruturação Cognitiva: Técnicas como a reestruturação cognitiva podem ser úteis para desafiar e modificar padrões de pensamento disfuncionais que alimentam a limerência.
Considerações sobre Tratamento
Não Existe Diagnóstico Formal: É importante notar que a limerência não é reconhecida formalmente como um diagnóstico clínico, mas muitos dos sintomas podem se sobrepor a condições como TOC ou transtornos de ansiedade.
Integração com Tratamento Anterior: Como você já está em tratamento para TOC, é valioso discutir esses novos sintomas com seu psiquiatra também. Eles podem colaborar com o psicólogo para garantir que ambos os aspectos da sua saúde mental sejam tratados de forma integrada.
Conclusão
Se você está identificando sintomas relacionados à limerência, procurar um psicólogo ou terapeuta pode ser uma excelente escolha para obter apoio emocional e desenvolver estratégias para lidar com esses sentimentos. A terapia pode complementar o tratamento que você já está realizando para o TOC, ajudando a abordar as novas preocupações que surgiram.
 Marcia Cristina Chavenco
Psicólogo
São Paulo
Estado emocional intenso e obsessivo por outra pessoa, então continua sendo um comportamento obssessivo e preciso de tratamento psicológico e psiquiátrico. Precisa chegar na causa , no trauma , eu sugiro a abordagem EMDR
 Maria Hime
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Boa noite, na terapia cognitivo comportamental você sanou determinados sintomas, mas não tratou a causa. Essa terapia trabalha sobre o comportamento, sobre as consequências sintomáticas de um sofrimento psíquico inconsciente, entretanto a causa da tua dor segue intocada, portanto isso que te atravessa inconscientemente vai ressurgir sob a forma de outros sintomas. No trabalho psicanalítico você tem a oportunidade de acessar lugares mais profundos da tua estória e assim entender melhor oque se passa contigo, ou seja não significa se doutrinar para ter tal ou tal comportamento (TCC), mas sim se acolher, se escutar, o tal comportamento que te causa dor quer te dizer algo, importante ouvir para desvendar o que está por trás. Venha para uma sessão, tente se ouvir, posso te ajudar nesse ´processo de se acolher e assim se reposicionar na vida!
Prof. Leonir Troscki
Psicólogo
Jaraguá Do Sul
Olá!

A limerência é um estado emocional caracterizado por uma intensa obsessão ou fascinação por outra pessoa, e pode, de certa forma, se assemelhar a alguns sintomas do TOC. Embora você já tenha passado pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e esteja em tratamento medicamentoso, é importante abordar esses novos sintomas de forma adequada.

O profissional ideal para tratar casos de limerência seria um psicólogo com experiência em saúde mental e, preferencialmente, em TCC, pois essa abordagem pode ajudar a entender e modificar os padrões de pensamento obsessivos. Um psiquiatra também pode continuar a monitorar seus medicamentos e ajustar o tratamento conforme necessário.

Se você está sentindo que esses sintomas estão interferindo na sua vida, é fundamental procurar apoio profissional. Um psicólogo pode ajudar a explorar essas experiências e desenvolver estratégias para lidar com elas de maneira saudável.

Para mais informações e suporte, sugiro visitar o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e o site HumanaMente Falando.

Fico à disposição, fique bem!
Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.

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