Sinto falta de ar constante, ja fiz todo tipo de exame ( eletro, sangue, teste ergometrico, tireoide
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Sinto falta de ar constante, ja fiz todo tipo de exame ( eletro, sangue, teste ergometrico, tireoide, testosterona) e tudo deu normal.....meus sintomas sao: pressão das mandibulas e falta de ar constante....quando faço algum esforço fisico...a sensação de desconforto aumenta.....estou tomando diazepan...que alivia os sintomas...isso pode ser Ataque de Pânico?
pode ser uma ansiedade que esteja desencadeando os sintomas físicos, sim! o tratamento medicamentoso é importante, mas aliado a terapia pode contribuir para diminuir o mal estar, já que falar pode te levar a entender o que desencadeia tais sintomas. Espero que busque um auxílio terapêutico e isso te alivie. Abraços,
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As informações são insuficientes para tirarmos essa conclusão. Pode ser que seja síndrome do pânico mas também pode ser alguma outra coisa. Seria necessário, no mínimo, uma consulta com um profissional habilitado para você relatar mais detalhadamente o que vem sentindo para esclarecer melhor e averiguar um possível diagnóstico.
Olá! Sao poucas as informações para caracterizar síndrome do pânico. Me parece um transtorno de ansiedade, mas, para um diagnóstico e tratamento correto, procure por um psicanalista/ psicólogo. Esse profissional com certeza ajudará.
Gostaria de te pedir ainda que fizesse um exame especifico da pleura pulmonar, procure um pneumologista, descarte a possibilidade de câncer pulmonar ou tuberculose e aí sim poderemos investigar um possível ansiedade, uma situação de luto, ou uma situação de desastre que porventura voce tenha passado. Procure um psicólogo também.
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Olá. Sim, pode ser um ataque de pânico. Entretanto, pode também não ser. É importante que haja um olhar mais cauteloso sobre essa questão para evitar diagnósticos equivocados ou imprecisos. A partir de um processo psicoterapêutico, é possível olhar para essa falta de ar constante e essas dores na mandíbula de modo a trabalhar a relação desses sintomas com você e o seu modo de ser. Você não precisa passar por isso sozinho(a). Espero ter auxiliado. Estou à disposição.
Pode sim, inclusive pode ser que este seja um dos ápices do seu sintoma. Me parece que existem muitas coisas te esgotando... Antes de qualquer medicação, recomento que procures um profissional psicanalista para que possam juntos investigar as raízes destes sintomas que parecem gradualmente aumentar.
Olá! A grande maioria das nossas questões, sejam físicas, mentais ou emocionais, possuem causa raiz emocional, o que hoje a ciência já consegue comprovar. Desta forma, a EFT - Emotional Freedom Techniques é um método extremamente eficaz para resolver essas questões que você apresentou, sejam de ordem física e/ou emocional. Investigamos seu contexto de vida de quando isso se iniciou através da psicoterapia, localizamos situações da infância ou marcantes que possam estar relacionadas, e com a EFT eliminamos os respectivos registros emocionais negativos. Isso faz com que os sintomas desapareçam naturalmente. Espero ter ajudado!
O que leva você a ter medo da vida? Ou é medo da morte?
Morte do que?
Morte do que?
Poder ser, como disseram os colegas precisamos de mais detalhes.
Continue em busca da causa física, enquanto isso inicie a terapia porque essa pesquisa por médicos, testes, exames é bem cansativa e pode causar mais ansiedade.
Esgotada todas as possibilidades de causas físicas, continue com a psicanálise o autoconhecimento será um aliado para você se libertar do seu estresse emocional e aprender a lidar melhor com as suas angústias.
Continue em busca da causa física, enquanto isso inicie a terapia porque essa pesquisa por médicos, testes, exames é bem cansativa e pode causar mais ansiedade.
Esgotada todas as possibilidades de causas físicas, continue com a psicanálise o autoconhecimento será um aliado para você se libertar do seu estresse emocional e aprender a lidar melhor com as suas angústias.
Olá, bom dia! Independente se ser ataque de pânico ou não, é necessário buscar ajuda profissional para entender o que está acontecendo contigo, pois está prejudicando sua qualidade de vida. Se você já investigou causas fisiológicas e foi descartado agora precisa investigar as causas emocionais. Crises respiratórias, do ponto de vista emocional pode estar ligado com uma grande insatisfação com a vida; quando nos recusamos a aceitar as circunstâncias que nos encontramos, pode nos faltar o ar, é como um pedido de socorro. Sugiro que procure um terapeuta para lhe ajudar a entender. Um forte abraço!
Sim, pode ser muitas coisas! O mais importante é você estar se perguntando sobre esses sintomas. Se está desconfortável, aproveite e procure ajuda de uma psicanalista e se aventure em uma análise. Agende uma primeira entrevista e se permita apresentar suas questões sobre os sintomas e sua hipótese. Com certeza terá um caminho a percorrer e quem sabe, encontrar respostas.
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Se fosse Transtorno do Pânico você mal conseguiria expressar-se nesses termos. Procure um Diagnóstico Diferencial, via Psiquiatria (para redefinir posologia do Benzodiazepínico; remedião, que instaura dependência) e uma terapêutica psicanalítica. Aprenda a respirar!
Caro(a), penso ser profícuo recorrer a um exame minucioso, tanto a nível físico quanto a nível psíquico. Nesse ponto concordo com alguns colegas ao proporem a ajuda de um neurologista e/ou psiquiatra. A priori, é sempre pertinente uma precisão diagnóstica adequada. Porém, estou convicta de que mesmo que o quadro possa suscitar algo condizente a uma especificidade física é interessante ter em vista os aspectos psíquicos que circundam o adoecimento. Nesse sentido, é comum uma mútua implicação nas doenças onde a instância psíquica interfere e repercute na instância física. Portanto, para a reversão do quadro e minimização dos sintomas é necessário recorrer a um profissional que legitime esse mal estar e da sua inteira confiança. Para maiores esclarecimentos estou a disposição.
Olá! Esses sintomas são geralmente relacionados à ansiedade e estresse, indicadores de que pelo efeito agudo dessas sensações no corpo, podem evoluir para quadros mais debilitantes. Um sinal de que pode ser hora de procurar ajuda com psicológica, onde você será auxiliado a reconhecer, pensar e refletir as causas e soluções dessa situação angústia que se repete.
Olá, pelo o que você relata são sintomas característicos a ansiedade, entretanto, antes de qualquer diagnóstico, oriento que descarte qualquer possibilidade de desordem física. Feito isso, procure por um profissional psiquiatra e psicólogo que possam te acompanhar!
Abraços
Abraços
O que você descreve parece estar relacionado aos transtornos de ansiedade que incluem os ataques de Pânico. A ciência mostra que as psicoterapias aliada ao tratamento medicamentoso tem mostrado excelentes resultados para os transtornos de ansiedade que incluem os ataques de Pânico.
Para definir o que tem causado os sintomas relatados, é necessário um acompanhamento psicológico, para que através da fala e de mais detalhes dos episódios que têm ocorrido, seja possível encontrar a causa e definir uma forma de tratamento construída ao longo do processo terapêutico.
Sintomas e causas, os sintomas físicos nem sempre são ocasionados pelos problemas físicos, mas sim psíquicos, e podem ser sim desencadeados por excesso de anciedade , porem devem ser descobertos e tratados, pois o subconsciente é muito maior que seu consente e descobrir o que desencadeia e trar pode ser a ação mais efetiva para o fim da questão. Veja sobre a representatividade do ice Berg de Freud
Vamos considerar que, com sua queixa de falta de ar, você já tenha se consultado com um pneumologista ou um cardiologista competente que tenha descartado qualquer transtorno de ordem biológica. Nesse caso, a falta de ar pode ter origem emocional, estando relacionada aos processos de equilíbrio entre o sistema nervoso autônomo simpático e parassimpático, que tem início a partir de um estímulo específico. Esse estímulo pode ter dois caminhos: ou passar pelo processamento cortical (um pensamento, como um medo de alguma situação) ou ativar diretamente a amígdala cerebral, dando início ao que é chamado de reação de luta ou fuga ou cascata defensiva, que nada mais é que uma reação do seu corpo ao estresse. Essa reação pode ser natural (quando priva pela sua sobrevivência) ou disfuncional (quando acontece muitas vezes ao longo do dia, tem intensidade moderada a alta e causa sofrimento). Caso seja disfuncional, o psicólogo ou psiquiatra habilitado poderá diagnosticar dentro de algum transtorno de ansiedade específico, que poderá ainda ser uma comorbidade de algum outro transtorno. Para o tratamento, recomenda-se a visita periódica ao médico que decidirá se você deve fazer ou não o uso de medicações. Paralelamente, é altamente aconselhável fazer terapia com um profissional capacitado, visto que a disfuncionalidade pode ter tanto origem biológica quanto emocional, necessitando assim de uma intervenção tanto a nível orgânico quanto emocional, respeitando o caráter biopsicossocial dos transtornos e suas contingências.
Olá! Ideal procurar um profissional para lidar com essa questão, esse psicólogo investigará contigo os sintomas, a frequência, a gravidade, os prejuízos e, assim, o tratamento se desenvolverá.
Pelo descrito parece transtorno de ansiedade. Procure um psicólogo e psiquiatra que eles irão poder te ajudar.
Saúde e paz,
na história das doenças, incluindo-se as psíquicas, há um padrão de comportamento entre os seres humanos. Os "falantes", segundo Lacan, sentem a necessidade de classificar a enfermidade. Com tal processo procura-se "familiarizar" o "infamiliar" que afeta nosso corpo. Desvendar o "estranho" que põe em risco nossa saúde. Ainda que este "modus operandi" seja normal, não se preocupe com categorizações. Nesse momento, o mais importante é procurar um analista, visto que você já realizou vários exames. É o trilhamento da terapia psicanalítica que fará com que você compreenda o seu quadro sintomatológico - afetação das mandíbulas, respiração, entre outros. Para tanto, você precisa se implicar no processo analítico. Entender que é uma travessia - um trilhamento mesmo - que se faz ao longo de anos. Aí algo do seu inconsciente aflora (ou melhor se "escreve"). Tal "escritura" criará condições para que você não se surpreenda com seus sintomas. Talvez, até os elimine sem que que haja perda de seu sustentáculo psíquico. Boa sorte em sua busca!
na história das doenças, incluindo-se as psíquicas, há um padrão de comportamento entre os seres humanos. Os "falantes", segundo Lacan, sentem a necessidade de classificar a enfermidade. Com tal processo procura-se "familiarizar" o "infamiliar" que afeta nosso corpo. Desvendar o "estranho" que põe em risco nossa saúde. Ainda que este "modus operandi" seja normal, não se preocupe com categorizações. Nesse momento, o mais importante é procurar um analista, visto que você já realizou vários exames. É o trilhamento da terapia psicanalítica que fará com que você compreenda o seu quadro sintomatológico - afetação das mandíbulas, respiração, entre outros. Para tanto, você precisa se implicar no processo analítico. Entender que é uma travessia - um trilhamento mesmo - que se faz ao longo de anos. Aí algo do seu inconsciente aflora (ou melhor se "escreve"). Tal "escritura" criará condições para que você não se surpreenda com seus sintomas. Talvez, até os elimine sem que que haja perda de seu sustentáculo psíquico. Boa sorte em sua busca!
Olá
Está tomando Dizepan receitado por psiquiatra? Acredito que sim, né? Assim é importante conversar com seu médico sobre seu diagnóstico e tratamento. Ter conhecimento e consciência vai ajudar no tratamento, e também trabalhar em psicoterapia sobre diagnóstico e tratamento. Esclarecer e compreender a doença também é uma maneira de tratar e sendo esta realizada na psicoterapia. Os sintomas que você descreveu podem ser de crise de ansiedade ou de pânico. Se não está em acompanhamento psiquiátrico e psicológico seria importante neste momento para tratamento.
Está tomando Dizepan receitado por psiquiatra? Acredito que sim, né? Assim é importante conversar com seu médico sobre seu diagnóstico e tratamento. Ter conhecimento e consciência vai ajudar no tratamento, e também trabalhar em psicoterapia sobre diagnóstico e tratamento. Esclarecer e compreender a doença também é uma maneira de tratar e sendo esta realizada na psicoterapia. Os sintomas que você descreveu podem ser de crise de ansiedade ou de pânico. Se não está em acompanhamento psiquiátrico e psicológico seria importante neste momento para tratamento.
Provavelmente é outro distúrbio, veja com um psicólogo e um psiquiatra, boa sorte.
Os sintomas se assemelham a crises de ansiedade. Um psiquiatra lhe seria util para identificar corretamente um diagnóstico e, uma vez fechdo o diagnóstico médico, terapias como psicanálise, psicoterapias psicologicas, acupuntura, reiki, florais, massagem, entre outras, serão recursos auxiliares importantes que a ajudarão lidar com suas questões.
Esses sintomas podem ser consistentes com um ataque de pânico ou outro transtorno de ansiedade. No entanto, é importante ter em mente que a presença de sintomas físicos, como falta de ar e pressão na mandíbula, também pode ser causada por outras condições médicas, como problemas cardíacos ou respiratórios.
Por isso, é importante procurar ajuda de um profissional de saúde mental para avaliar os seus sintomas e determinar a causa subjacente. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudá-lo a realizar uma avaliação adequada e ajudá-lo a encontrar o tratamento adequado para o seu caso, seja ele psicoterapia, medicação ou uma combinação de ambos.
Lembre-se de que o tratamento precoce e o apoio adequado são importantes para garantir o melhor resultado possível e ajudar a lidar com os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
Por isso, é importante procurar ajuda de um profissional de saúde mental para avaliar os seus sintomas e determinar a causa subjacente. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudá-lo a realizar uma avaliação adequada e ajudá-lo a encontrar o tratamento adequado para o seu caso, seja ele psicoterapia, medicação ou uma combinação de ambos.
Lembre-se de que o tratamento precoce e o apoio adequado são importantes para garantir o melhor resultado possível e ajudar a lidar com os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
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Olá!!!! Obrigado pela sua pergunta!!! Se você já fez todos os exames possíveis e resultaram negativos, passando por questões que envolvam o sistema respiratório ou mesmo cardiovascular, acreditamos que a questão do pânico, ou mesmo, de uma neurose ou transtorno de ansiedade, é resultado de inquietações do seu inconsciente que precisam ser trazidas à tona. Assim, buscamos caminhos que o levam a se aliviar dessa sensação!! Um abraço e se cuide!!!
É possível que seus sintomas estejam relacionados a um quadro de ansiedade, que pode estar se manifestando através de um ataque de pânico. Esses ataques costumam causar sintomas físicos, como a falta de ar que você mencionou, e podem ser desencadeados por situações que provocam ansiedade ou estresse.
Além da falta de ar, outros sintomas físicos que podem acompanhar um ataque de pânico incluem taquicardia, sudorese, tremores, náusea e sensação de desmaio. É importante lembrar que cada pessoa pode apresentar sintomas diferentes e que nem todos os ataques de pânico são iguais.
Do ponto de vista psicanalítico, a ansiedade pode estar relacionada a conflitos internos que envolvem medos, angústias e preocupações. É comum que a ansiedade seja desencadeada por situações de estresse ou incerteza, e que se manifeste através de sintomas físicos como os que você descreveu.
O bruxismo, por exemplo, pode ser uma forma de lidar com a ansiedade e a tensão acumuladas no corpo. Já a solidão pode intensificar a sensação de desconforto e agravar os sintomas de ansiedade.
É importante buscar ajuda profissional para lidar com esses sintomas e identificar a causa subjacente da sua ansiedade. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a entender melhor o seu quadro e indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir terapia, medicação ou uma combinação de ambos.
Além da falta de ar, outros sintomas físicos que podem acompanhar um ataque de pânico incluem taquicardia, sudorese, tremores, náusea e sensação de desmaio. É importante lembrar que cada pessoa pode apresentar sintomas diferentes e que nem todos os ataques de pânico são iguais.
Do ponto de vista psicanalítico, a ansiedade pode estar relacionada a conflitos internos que envolvem medos, angústias e preocupações. É comum que a ansiedade seja desencadeada por situações de estresse ou incerteza, e que se manifeste através de sintomas físicos como os que você descreveu.
O bruxismo, por exemplo, pode ser uma forma de lidar com a ansiedade e a tensão acumuladas no corpo. Já a solidão pode intensificar a sensação de desconforto e agravar os sintomas de ansiedade.
É importante buscar ajuda profissional para lidar com esses sintomas e identificar a causa subjacente da sua ansiedade. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a entender melhor o seu quadro e indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir terapia, medicação ou uma combinação de ambos.
É muito importante que você tenha compartilhado seus sintomas e preocupações, e quero assegurar que estou aqui para oferecer apoio. Muito bom que você tenha procurado ajuda médica e realizado diversos exames para descartar qualquer causa física subjacente para seus sintomas. A sensação de falta de ar, pressão nas mandíbulas e desconforto durante o esforço físico são sintomas que podem ser associados a ataques de pânico. Os ataques de pânico são episódios intensos de ansiedade que podem causar sintomas físicos, como falta de ar, taquicardia e sensação de sufocamento. É importante notar que o diazepam (Valium) que você está tomando é uma medicação que pertence à classe de benzodiazepínicos e pode ser prescrito para ajudar a aliviar os sintomas de ansiedade, incluindo os relacionados a ataques de pânico. No entanto, é fundamental que você continue a trabalhar em conjunto com um profissional de saúde mental, como um psiquiatra ou psicólogo, para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. A terapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), pode ser uma opção eficaz para ajudar a aprender estratégias de enfrentamento. A psicanálise pode identificar gatilhos e reduzir a frequência e intensidade dos ataques de pânico. Além disso, seu profissional de saúde mental pode ajustar seu tratamento com base nas suas necessidades individuais. Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada, e o tratamento pode ser muito eficaz na gestão dos sintomas de ansiedade. Continue trabalhando em estreita colaboração com seu profissional de saúde mental e compartilhe seus sentimentos e experiências durante o processo. Estou aqui para apoiá-lo, e estou torcendo por seu bem-estar.
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Entendo sua preocupação com esses sintomas. Baseado nas informações fornecidas, existe a possibilidade desses sintomas estarem relacionados a um quadro de ansiedade. O fato de o diazepam aliviar os sintomas também sugere isso. Entretanto, para um diagnóstico mais consistente, recomendo que você procure um profissional de saúde mental, para lhe auxiliar num tratamento adequado. Eles podem oferecer apoio e orientação para lidar com esses sintomas de maneira eficaz. Quaisquer dúvidas, estou à disposição, Abraço
Olá,
Pode sim ser ataques de pânico que podem ser tratados em análise. De qualquer forma, é sempre importante eliminar as dúvidas de que seja algo fisiológico como você vem fazendo.
Abs
Pode sim ser ataques de pânico que podem ser tratados em análise. De qualquer forma, é sempre importante eliminar as dúvidas de que seja algo fisiológico como você vem fazendo.
Abs
É possível que você esteja experimentando sintomas de um ataque de pânico, especialmente se os exames médicos não mostraram nenhuma causa física subjacente para seus sintomas. A falta de ar constante, a sensação de pressão nas mandíbulas e a piora dos sintomas durante o esforço físico são sintomas comuns associados aos ataques de pânico.Os ataques de pânico são episódios repentinos e intensos de medo ou ansiedade, que podem incluir sintomas como falta de ar, palpitações, sudorese, tremores, tonturas e sensação de sufocamento.
A Psicoterapia pode te ajudar a entender este sintomas.
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busque ajuda psicológica, parece ser ansiedade precisa achar a causa , os remédios ajudam ,mas não trata a causa .As terapias ajudam a chegar na raiz de problemas que causam sintomas ,como falta de ar e outros .
Na perspectiva da psicanálise, sintomas físicos como falta de ar constante e pressão nas mandíbulas, quando não apresentam causas orgânicas detectáveis nos exames médicos, podem estar relacionados a questões emocionais ou psíquicas, portanto, é possível que esses sintomas estejam associados a episódios de ansiedade intensa ou mesmo a crises de pânico sim. O corpo muitas vezes traduz, em forma de sintomas físicos, angústias que não foram processadas conscientemente.
Os ataques de pânico estão relacionados a episódios de ansiedade aguda, com sintomas físicos e psicológicos intensos. Eles podem incluir sintomas físicos como: falta de ar, palpitações, sudorese, tremores, desconforto torácico, tontura. E sintomas psíquicos como: sensação de perda de controle, medo intenso de morrer ou de enlouquecer.
O diazepam é um ansiolítico que atua no sistema nervoso central, reduzindo sintomas físicos e emocionais da ansiedade. Ele pode aliviar temporariamente seus sintomas, mas não trata a causa do problema.
A terapia pode te ajudar a investigar os fatores emocionais que podem estar contribuindo para esses sintomas. É possível que eles estejam ligados a conflitos inconscientes ou situações emocionais mal elaboradas.
Os ataques de pânico estão relacionados a episódios de ansiedade aguda, com sintomas físicos e psicológicos intensos. Eles podem incluir sintomas físicos como: falta de ar, palpitações, sudorese, tremores, desconforto torácico, tontura. E sintomas psíquicos como: sensação de perda de controle, medo intenso de morrer ou de enlouquecer.
O diazepam é um ansiolítico que atua no sistema nervoso central, reduzindo sintomas físicos e emocionais da ansiedade. Ele pode aliviar temporariamente seus sintomas, mas não trata a causa do problema.
A terapia pode te ajudar a investigar os fatores emocionais que podem estar contribuindo para esses sintomas. É possível que eles estejam ligados a conflitos inconscientes ou situações emocionais mal elaboradas.
Por vezes os exames não detectam dano organico pois as raizes são emocionais, é importante antes de se verificar se é crise de panico ou não, conferir estar aberto(a) há uma terapia, indico a psicanálise para compreender melhor o que você esta passando.
Nâo necessariamente ATAQUE DE PÂNICO, mas sintomas de Ansiedade. Tem tratamento. Além do remédio proponho que realize terapia, pois somente através dela você desenvolverá recursos para não precisar repetir esses comportamentos e emoções. Ao invés de lidar com os sintomas, a terapia tratará a causa. E é possível que não precise mais passar por isso.
Ola, vamos conversar,
são necessárias sessões de psicanalise, para acessar bloqueios que estão guardados no inconsciente, traumas, feridas do passados e atuais ... alegrias desejos ... até sonhos são respostas ou a falta deles... tudo é analisado... te convido para uma sessão. att Psicanalista Patricia Rodrigues - @psicanalista.patriciarodrigues
são necessárias sessões de psicanalise, para acessar bloqueios que estão guardados no inconsciente, traumas, feridas do passados e atuais ... alegrias desejos ... até sonhos são respostas ou a falta deles... tudo é analisado... te convido para uma sessão. att Psicanalista Patricia Rodrigues - @psicanalista.patriciarodrigues
O que é chamado de pânico é um conjunto de sintomas. Alguns destes que você relatou estão dentro desse conjunto. Para um trabalho produtivo, o ideal é fazer uma terapia que investigue as origens dos seus sentimentos. Eu trabalho com a abordagem Compassiotane Inquiry que é indicada nesse caso. Fico á disposição para apresenta-la num encontro online. Abraço.
Boa pergunta pra você se fazer em sua psicanálise, com um psicanalista.
Olá,
Você já fez todo tipo de exame físico, agora falta investigar as questões emocionais ligadas a estes sintomas físicos, será que existe algo? Será que é um ataque de pânico? Sei que um diagnóstico ajuda, ao meu ver, seria útil procurar por ajuda, psicanálise ou psicoterapia.
Você já fez todo tipo de exame físico, agora falta investigar as questões emocionais ligadas a estes sintomas físicos, será que existe algo? Será que é um ataque de pânico? Sei que um diagnóstico ajuda, ao meu ver, seria útil procurar por ajuda, psicanálise ou psicoterapia.
Me fale um pouco mais desta sua sensação de pressão na mandibula. Quando ela ocorre, ao acordar, ao final do dia. Relate o máximo possivel .
Crises de pânico costumam causar falta de ar, pressão no corpo e sensação de desconforto intenso. Mas é importante lembrar que só uma avaliação detalhada com um psiquiatra ou psicólogo pode confirmar o diagnóstico. Procure acompanhamento especializado. Há tratamentos eficazes, como psicoterapia e, se necessário, medicação adequada, que ajudam a controlar os sintomas e recuperar a qualidade de vida.
As crises de pânicos se caracterizam pelo medo intenso, aceleração cardíaca, sudorese, sensação de desmaio. É importante consultar profissionais para avaliar se não existe outros problemas orgânicos. Quando a questão é emocional, pessoas que desenvolvem crise de pânico, também apresentam características de pensamento acelerado, são pessoas angustiadas, que por vezes demonstram insegurança ao longo do seu desenvolvimento. Para isto a terapia é indica pois a pessoa necessita conviver com essas particularidades e criar mecanismos emocionais para ter saúde mental.
Se você já realizou uma investigação médica apropriada e todos os exames complementares resultaram normais, sim, isso pode ser ataque de pânico. Importante destacar que, ainda que a investigação da medicina não demonstre anormalidades orgânicas nos casos de ataque de pânico, o sofrimento que acomete o paciente é absurdamente real e os sintomas não são simulação. Portanto, é fundamental olhar e tratar o pânico com muito respeito. A propósito, os melhores tratamento para o transtorno de pânico são aqueles que se ancoram no tratamento psíquico (por exemplo, a psicanálise) e, durante algum tempo, talvez também no apoio da psicofarmacologia, cuja necessidade deve ser considerada caso a caso.
Os sintomas que você descreve podem estar associados tanto à ansiedade quanto a experiências traumáticas do passado. Nessas situações, além do acompanhamento psicológico que você já realiza, técnicas complementares como a hipnose clínica têm mostrado resultados muito positivos, pois ajudam a acessar conteúdos inconscientes e a reduzir a intensidade dos sintomas físicos.
Você já pensou em associar outras estratégias terapêuticas para potencializar o seu processo de recuperação?
Sou Viviane Custódio, psicóloga online. Atendo em português e espanhol, com foco em pessoas altamente sensíveis, ansiedade, trauma e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Ofereço também hipnose clínica como recurso terapêutico, em um espaço personalizado e acolhedor para promover equilíbrio emocional e bem-estar. Conheça mais no meu perfil e em @vivianecustodio.psi.
Você já pensou em associar outras estratégias terapêuticas para potencializar o seu processo de recuperação?
Sou Viviane Custódio, psicóloga online. Atendo em português e espanhol, com foco em pessoas altamente sensíveis, ansiedade, trauma e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Ofereço também hipnose clínica como recurso terapêutico, em um espaço personalizado e acolhedor para promover equilíbrio emocional e bem-estar. Conheça mais no meu perfil e em @vivianecustodio.psi.
O diagnóstico de ataque de pânico não é apenas pela exclusão de causas físicas — ele envolve avaliação psiquiátrica/psicológica para entender a frequência, intensidade e gatilhos dos sintomas.
Como a falta de ar se intensifica com esforço físico, ainda vale discutir com seu médico se não pode haver alguma causa respiratória (asma, alterações musculares, até refluxo em alguns casos)
Como a falta de ar se intensifica com esforço físico, ainda vale discutir com seu médico se não pode haver alguma causa respiratória (asma, alterações musculares, até refluxo em alguns casos)
Olá, como tem passado ultimamente?
Os sintomas que você descreve podem, sim, estar ligados a um transtorno de ansiedade ou a crises de pânico. É importante, contudo, compreender esse quadro não apenas do ponto de vista médico, mas também psíquico, pois o corpo nem sempre fala a língua da biologia: às vezes, ele fala uma outra forma de linguagem, através desses sintomas.
O ataque de pânico, nesse sentido, pode ser uma irrupção súbita de angústia que não encontra palavras e o corpo se torna o palco de uma emoção que não pôde ser simbolizada. A falta de ar, o aperto na mandíbula, o coração acelerado, tudo isso são formas que o corpo encontra para “dizer” de uma dor psíquica que ainda não encontrou tradução.
Por isso, além do acompanhamento médico, é altamente recomendável buscar um processo de psicoterapia ou psicanálise. É nesse espaço de fala que o sujeito pode compreender o sentido simbólico de seus sintomas e aprender a nomear o que o corpo vem manifestando. O objetivo para além de superar o sintoma, é de entender o que ele quer dizer, de onde vem esse medo, o que sustenta essa tensão.
Procure um psiquiatra para ajustar, se necessário, a medicação, mas, sobretudo, um psicólogo ou psicanalista que o ajude a compreender o que está por trás dessa falta de ar. Afinal, o que falta de ar pode ser também a falta de espaço para ser.
Espero ter ajudado e sigo à disposição.
Os sintomas que você descreve podem, sim, estar ligados a um transtorno de ansiedade ou a crises de pânico. É importante, contudo, compreender esse quadro não apenas do ponto de vista médico, mas também psíquico, pois o corpo nem sempre fala a língua da biologia: às vezes, ele fala uma outra forma de linguagem, através desses sintomas.
O ataque de pânico, nesse sentido, pode ser uma irrupção súbita de angústia que não encontra palavras e o corpo se torna o palco de uma emoção que não pôde ser simbolizada. A falta de ar, o aperto na mandíbula, o coração acelerado, tudo isso são formas que o corpo encontra para “dizer” de uma dor psíquica que ainda não encontrou tradução.
Por isso, além do acompanhamento médico, é altamente recomendável buscar um processo de psicoterapia ou psicanálise. É nesse espaço de fala que o sujeito pode compreender o sentido simbólico de seus sintomas e aprender a nomear o que o corpo vem manifestando. O objetivo para além de superar o sintoma, é de entender o que ele quer dizer, de onde vem esse medo, o que sustenta essa tensão.
Procure um psiquiatra para ajustar, se necessário, a medicação, mas, sobretudo, um psicólogo ou psicanalista que o ajude a compreender o que está por trás dessa falta de ar. Afinal, o que falta de ar pode ser também a falta de espaço para ser.
Espero ter ajudado e sigo à disposição.
Tenta analisar se algum pensamento é frequente nesses momentos (repetição). Seus sentimentos são gerados por seus pensamentos.
Procure ajuda terapêutica e de um médico para avaliação.
Procure ajuda terapêutica e de um médico para avaliação.
Se todos os seus exames estão normais e o diazepam alivia, é provável que seus sintomas tenham origem na ansiedade.
Falta de ar, tensão na mandíbula e piora com esforço podem acontecer em crises de ansiedade ou pânico, mas só um psiquiatra pode confirmar.
O ideal é buscar avaliação médica e iniciar psicoterapia para tratar a causa.
Falta de ar, tensão na mandíbula e piora com esforço podem acontecer em crises de ansiedade ou pânico, mas só um psiquiatra pode confirmar.
O ideal é buscar avaliação médica e iniciar psicoterapia para tratar a causa.
Parecem sintomas de ansiedade, não necessariamente de crise de pânico, pois nelas os sintomas são mais agudos e não são constantes.
Pode ser, sim, compatível com transtorno de pânico ou ansiedade de base, mas com um ponto importante:
quando todos os exames cardíacos, hormonais e laboratoriais estão normais e o diazepam alivia os sintomas, isso indica fortemente um mecanismo ansioso, não orgânico.
No pânico e na ansiedade:
a falta de ar é sensação, não falta real de oxigênio
há tensão muscular intensa, especialmente em mandíbula, pescoço e tórax
o esforço físico aumenta o desconforto porque ativa o sistema de alerta do corpo
o corpo entra em “modo sobrevivência” sem perigo real
O pânico não mata, não infarta, não sufoca, mas convence o corpo de que vai.
Importante:
isso não invalida o sofrimento — valida o caminho correto de tratamento.
O alívio pelo uso do medicamento confirma o eixo ansiedade–corpo, mas não trata a causa.
O próximo passo é, se necessário, avaliação psiquiátrica para manejo adequado — não apenas medicação de contenção, juntamente com um acompanhamento psicanalítico.
Fico a disposição
quando todos os exames cardíacos, hormonais e laboratoriais estão normais e o diazepam alivia os sintomas, isso indica fortemente um mecanismo ansioso, não orgânico.
No pânico e na ansiedade:
a falta de ar é sensação, não falta real de oxigênio
há tensão muscular intensa, especialmente em mandíbula, pescoço e tórax
o esforço físico aumenta o desconforto porque ativa o sistema de alerta do corpo
o corpo entra em “modo sobrevivência” sem perigo real
O pânico não mata, não infarta, não sufoca, mas convence o corpo de que vai.
Importante:
isso não invalida o sofrimento — valida o caminho correto de tratamento.
O alívio pelo uso do medicamento confirma o eixo ansiedade–corpo, mas não trata a causa.
O próximo passo é, se necessário, avaliação psiquiátrica para manejo adequado — não apenas medicação de contenção, juntamente com um acompanhamento psicanalítico.
Fico a disposição
Pode sim estar relacionado a ansiedade / transtorno do pânico, mas com algumas observações importantes.
Ansiedade não mata, mas convence o corpo de que algo grave está acontecendo.
Ansiedade não mata, mas convence o corpo de que algo grave está acontecendo.
A partir da perspectiva psicanalítica, quando exames clínicos e cardiológicos estão dentro da normalidade e, ainda assim, o corpo insiste em apresentar sinais como falta de ar constante, pressão na mandíbula, sensação de aperto que piora com esforço, é importante considerar que o corpo pode estar funcionando como via de expressão de um conflito psíquico que ainda não encontrou palavras.
Isso pode, sim, estar relacionado a ataques de pânico ou a um estado de angústia contínua, mesmo que não ocorram crises abruptas clássicas. Muitas pessoas vivenciam uma ansiedade mais difusa, constante, que não explode de uma vez, mas se mantém como um fundo permanente de mal-estar corporal.
Na análise, o trabalho não é apenas “controlar” o sintoma, mas escutar o que essa falta de ar está tentando dizer: em que momentos ela surge, o que estava em jogo emocionalmente, que exigências internas ou externas estão sendo vividas como sufocantes, onde há excesso de responsabilidade, medo, expectativa ou perda de referência subjetiva.
Coloco-me à disposição, como profissional, para te auxiliar nesse processo de escuta e elaboração. A psicanálise pode oferecer um espaço seguro para que aquilo que hoje aparece no corpo possa, pouco a pouco, ganhar palavras e, assim, aliviar o sofrimento de forma mais profunda e duradoura.
Isso pode, sim, estar relacionado a ataques de pânico ou a um estado de angústia contínua, mesmo que não ocorram crises abruptas clássicas. Muitas pessoas vivenciam uma ansiedade mais difusa, constante, que não explode de uma vez, mas se mantém como um fundo permanente de mal-estar corporal.
Na análise, o trabalho não é apenas “controlar” o sintoma, mas escutar o que essa falta de ar está tentando dizer: em que momentos ela surge, o que estava em jogo emocionalmente, que exigências internas ou externas estão sendo vividas como sufocantes, onde há excesso de responsabilidade, medo, expectativa ou perda de referência subjetiva.
Coloco-me à disposição, como profissional, para te auxiliar nesse processo de escuta e elaboração. A psicanálise pode oferecer um espaço seguro para que aquilo que hoje aparece no corpo possa, pouco a pouco, ganhar palavras e, assim, aliviar o sofrimento de forma mais profunda e duradoura.
Sim, os sintomas que você descreve são compatíveis com quadros de ansiedade intensa ou síndrome do pânico, especialmente quando exames médicos descartam causas orgânicas.
A falta de ar, pressão na mandíbula e piora com esforço físico podem estar ligadas à tensão e hipervigilância corporal. O alívio com ansiolítico reforça essa hipótese.
A psicoterapia é fundamental para tratar a causa do pânico, não apenas o sintoma. Estou disponível para essa escuta.
A falta de ar, pressão na mandíbula e piora com esforço físico podem estar ligadas à tensão e hipervigilância corporal. O alívio com ansiolítico reforça essa hipótese.
A psicoterapia é fundamental para tratar a causa do pânico, não apenas o sintoma. Estou disponível para essa escuta.
Olá,
Sim, são sintomas que se relacionam com transtorno de ansiedade/pânico. É muito comum procurarmos causas orgânicas que expliquem os sintomas e não considerarmos causas emocionais que necessariamente alteram processos fisiológicos, como se mente e corpo fossem separados. É necessário tratar a ansiedade/pânico para que os sintomas desapareçam através de acompanhamento psicológico.
Abraços
Sim, são sintomas que se relacionam com transtorno de ansiedade/pânico. É muito comum procurarmos causas orgânicas que expliquem os sintomas e não considerarmos causas emocionais que necessariamente alteram processos fisiológicos, como se mente e corpo fossem separados. É necessário tratar a ansiedade/pânico para que os sintomas desapareçam através de acompanhamento psicológico.
Abraços
A falta de ar e a sensação de pressão no corpo podem ser muito angustiantes, principalmente quando aparecem com frequência. O fato de você já ter realizado diversos exames e eles não terem mostrado alterações orgânicas é um dado importante.
Em algumas situações, sintomas como falta de ar, tensão na mandíbula, sensação de aperto no peito ou aumento do desconforto quando a ansiedade cresce podem estar relacionados a quadros de ansiedade ou crises de pânico. Durante esses momentos, o corpo entra em estado de alerta e a respiração pode ficar mais curta ou acelerada, o que gera a sensação de não conseguir respirar adequadamente.
O fato de o diazepam aliviar os sintomas também pode indicar que a ansiedade esteja envolvida, já que esse tipo de medicação atua justamente reduzindo a tensão e o estado de alerta do organismo.
No entanto, apenas esses elementos não são suficientes para confirmar um diagnóstico de ataque de pânico. Uma avaliação cuidadosa com um profissional de saúde mental pode ajudar a compreender melhor quando esses sintomas surgem, quais situações os desencadeiam e como eles se manifestam no seu dia a dia.
Com acompanhamento adequado, é possível aprender formas de lidar melhor com esses sintomas e reduzir bastante esse tipo de desconforto.
Em algumas situações, sintomas como falta de ar, tensão na mandíbula, sensação de aperto no peito ou aumento do desconforto quando a ansiedade cresce podem estar relacionados a quadros de ansiedade ou crises de pânico. Durante esses momentos, o corpo entra em estado de alerta e a respiração pode ficar mais curta ou acelerada, o que gera a sensação de não conseguir respirar adequadamente.
O fato de o diazepam aliviar os sintomas também pode indicar que a ansiedade esteja envolvida, já que esse tipo de medicação atua justamente reduzindo a tensão e o estado de alerta do organismo.
No entanto, apenas esses elementos não são suficientes para confirmar um diagnóstico de ataque de pânico. Uma avaliação cuidadosa com um profissional de saúde mental pode ajudar a compreender melhor quando esses sintomas surgem, quais situações os desencadeiam e como eles se manifestam no seu dia a dia.
Com acompanhamento adequado, é possível aprender formas de lidar melhor com esses sintomas e reduzir bastante esse tipo de desconforto.
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