Lucas Gabriel Correia Pereira

Psicanalista · Mais sobre as especializações

Águas Claras 1 endereço

Número de registro: CRP DF 30493

Tempo estimado de resposta:

Experiência

Me chamo Lucas Correia, sou Psicólogo e Psicanalista lacaniano em formação. Minha especialidade é o adoecimento em razão do trabalho, sendo esse também meu objeto de pesquisa no projeto de extensão "Clínica dos Trabalhadores" pela Universidade de Brasília e no projeto Psicanálise e "Crítica Social do Trabalho", também da UnB.

Possuo conhecimento aprofundado em Avaliações Psicodiagnósticas e em Gestão de pessoas, área na qual sou pós-graduado.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Stress
  • Psicanálise lacaniana
  • Psicanálise contemporânea
  • Psicanálise com adultos

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicanálise


  • Teleconsulta

    A partir de R$ 135

Consultórios (2)

Lápis-Lazúli Terapias Especializadas 61 983125823

Teleconsulta

Disponibilidade

Modalidades de pagamento (visitas privadas)

  • Convênios médicos aceitos neste endereço

Número de telefone

(61) 98312...
Lápis-Lazúli Terapias Especializadas 61 983125823
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Ed. Cosmopolitan, Rua 30 Norte, Lote 4, Sala 410 - Águas Claras, Norte (Aguas Claras) , Águas Claras 71918-180

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Saúde Caixa
  • Saúde Caixa (Caixa Econômica Federal)
  • AFFEGO
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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico

Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.

Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Lucas Gabriel Correia  Pereira

Boa tarde, tudo bem?
Sempre nos preocupamos com o bem-estar e com a impressão do nosso parceiro sobre nós e o relacionamento, não é verdade? Às vezes questionamos nossas próprias intenções em passar uma boa impressão à quem não faz mais parte de nossa vida, o que é natural! Tratar bem quem já te fez bem é parte da vida e contribui para a segurança da relação. Demonstra confiança de que educação, gentileza e respeito são parte da sua personalidade. O sentimento de traição pode ser uma insegurança de se ver na posição oposta: como seu parceiro lida com paqueras passadas? Podemos partir daí. A confiança deve ser construída em respeito mútuo e também em aceitação com o passado do outro. Isso vale para você também! Confiar que temos a melhor das intenções e compartilhar essa insegurança com o atual parceiro pode contribuir significativamente para uma relação sincera e transparente. Quanto à querer aparentar estar feliz, bonita e realizada devemos nos questionar se já não nos sentimos assim consigo mesmos, se essa validação vem do outro. Clinicamente falando, o que poderia ser trabalhado nesse caso seria se confiamos em nossas próprias intenções, nas do nosso parceiro e se aceitamos nosso próprio passado ou restam pendências a serem resolvidas.


Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo

Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo que eu tinha mania de perseguição, que estava exagerando, etc. Fiquei tão mal que no trabalho quase desmaiei e tive problemas de estômago. Saí dele recentemente e ainda tenho sentimento de abandono e traição e concluo com isso que a maioria das pessoas não prestam e são falsas. Como lidar com o sentimento de abandono e traição vindo da mãe?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Lucas Gabriel Correia  Pereira

Bom dia!
São nessas relações tão fundamentais que encontramos lugar para nossas fantasias mais obscuras e desesperadoras. O abandono materno, nesse caso, e o sentimento de traição vem acompanhado da frustração com o trabalho, com uma gestão de emoções que bloqueia sua liberdade de se sentir mal. Talvez não seja o simples fato de não validar a perseguição que você pode ter sofrido no trabalho, mas ser negado seu controle sobre a narrativa. Qual a diferença entre ela afirmar o mesmo que você, concordando, ou negar? A diferença está na posição que você ocupa em cada narrativa. É evidente que aconteceram coisas que te chatearam, chegando enfim a prejudicar sua saúde física além da mental, que já vinha abalada. No entanto, a questão clínica pode ser: qual papel eu ocupo na minha história para o outro? Não há dúvida sobre seu sofrimento em decorrência do trabalho. Resta entender o que é reafirmado quando são as outras pessoas que não prestam e são falsas ao observarem a história por um ponto de vista que não te privilegie, que não te defenda frente à injustiça. Qual o papel da opinião maior (da mãe, da liderança no trabalho, dos colegas) para a sua fantasia, isto é: de que me serve estar na posição de injustiçado?


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