Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse
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Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse término? Nós namoramos por 10 meses, ele é mais novo do que eu. Eu sempre orei a Deus pedindo um homem de tal aparência, de tal jeito, de tal pensamento, e foi quando ele apareceu. Do jeito que eu sempre pedi. Na verdade, era o que eu achava. Começamos a namorar rápido demais, ele não me pediu em namoro de forma formal, em menos de um mês conversando ele já queria namorar e pediu pra eu escolher uma data. Estranhei, mas escolhi. Infelizmente, escolhi a data do meu aniversário. Traumático. Ele sempre foi muito carinhoso, cuidadoso, cuidava de mim nos mínimos detalhes, se preocupava comigo, se esforçava pra me deixar na parada todos os dias e buscar, mesmo tão tarde da noite. Me dava flores e presentes quase todos os dias. Sonhávamos em nos casar formar uma família, crescer juntos. Eu amo muito ele, foi meu primeiro namorado. Acho que eu tenho uma visão distorcida de relacionamento porque eu sinto que as coisas que ele fazia, por mais que sejam raras, é o mínimo. Eu mais chorei nesse relacionamento do que fiquei feliz, mas nesse pós término eu estou muito apegada aos momentos bons, esquecendo os momentos ruins, porque: Ele não deixava eu usar biquíni; Ele não deixava eu usar calça skinny, saias coladas (mesmo que sejam saias longas), short, e eu só podia usar blusa de gola alta; Ele me proibiu de escutar certas músicas; Ele não deixava eu ir para eventos cristãos porque tinha muita gente; Ele não deixava eu levantar a perna porque, de acordo com ele, era antiético; Ele não deixava eu tomar refrigerante; Ele não deixava eu ficar de costas para ninguém; Ele não deixava eu andar em pé no ônibus, mesmo o próximo demorando muito, ele ainda queria que eu esperasse, sabendo que eu moro longe e que estava ficando tarde; Ele não deixava quase ninguém chegar perto de mim: Ele não ligava para minha família e para os meus amigos, me fez me afastar de todos eles; Ele não deixava eu correr ou fazer academia; Ele nunca me compreendeu, sabendo das minhas limitações emocionais e mesmo assim me forçava a fazer coisas que não me resumia como pessoa; Eu implorava pra ele parar e ele nunca parou, me forçando a mandar fotos e coisas que eu nunca quis. Eu fazia por ele, com medo dele terminar comigo; Ele sempre manipulou as situações pra eu sempre pedir desculpas e ceder, sempre foi assim. Eu sempre cedi. Meu relacionamento foi baseado mais nisso, em ceder, com medo dele ficar triste. Teve momentos que eu me exaltava e falava coisas horríveis, mas é porque ele me colocava naquela situação, naquela humilhação, eu chorando e implorando, eu recorria a defensiva. E ele terminou comigo do nada, dizendo que não me amava mais, que tínhamos divergências familiares (sou de família humilde e ele de família rica). Ele disse que os pais queriam que ele ficasse ao lado de alguém de boa família, porque meus pais nao tem profissão. Além disso, disse que ele obedece os pais e se os pais pedissem pra ele terminar comigo, ele terminaria sem pensar duas vezes. Foi quando eu percebi que ele nunca me colocou na posição de prioridade, de escolha. Nunca lutou por mim, nunca teve consideração. Ele não me escolheu. E eu larguei meu eu, minha família, meus amigos, meus hábitos, cedi em tudo, obedeci ele em tudo, pra no final ele me largar como se eu fosse nada. Acho que ele nunca me amou. Isso não é amor. E é tão difícil essa situação porque eu quero superar ele mas sinto que nunca vou achar alguém como ele. Mesmo que ele tenha errado com essas exigências, ele também tinha qualidades que eu sempre busquei em alguém. E eu sinto que nunca mais vou achar. Faz um mês que ele terminou e eu choro todos os dias. O que eu faço?
Olá, percebo que há muito o que falar sobre este relacionamento, e mais do que sobre ele, tomar consciência da sua posição diante deste relacionamento, compreender o que é amor pra você e o que é isso que buscava no seu ex. Quando nos relacionamos, idealizamos muito ao outro e perder esse ideal também é sofrido, há muitas perdas para além da pessoa que nos relacionávamos e falar sobre essas perdas a fim de elaborar pode ser um início de tratamento para aprender sobre si, sua história e seu desejo. Se possível, busque uma psicoterapia ou psicanálise, trabalhar junto com um profissional pode lhe ajudar muito.
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Bom dia. Pelo seu relato parece que entregou tudo para ele e ficou sem nada, inclusive sem ele. Como resolver isso é tarefa cuidadosa e requer disposição para olhar com carinho e atenção tudo isso que relatou. No entanto, fazer isso sozinha é muito difícil, porque é da natureza humana nos protegermos contra a dor. O passo mais importante você está dando, que é pedir ajuda, mesmo que não saiba para quem. Sou psicanalista e também trabalho com física quântica e penso que são conhecimentos importantes que podemos utilizar para, juntas, encontrarmos as respostas para todas as suas perguntas. Coloco-me à disposição para trabalhar com você essa dor tão importante que te faz chorar todos os dias. Se aceitar meu trabalho, marque um horário e verificaremos como poderemos fazer isso, ok?
O que você associa a esse relacionamento parece ser uma travessia onde o desejo de ser amada e aceita se confundiu com a necessidade de ceder e se anular. Ele pode ter tido qualidades que você buscava, mas o preço foi alto demais: você perdeu partes de si mesma, sua liberdade e seus laços afetivos. Agora, no pós-término, é natural sentir-se perdida e apegada aos momentos bons, mas é importante lembrar que o amor não exige que você deixe de ser quem é. A terapia pode ser um espaço para elaborar essa dor, reconectar-se com seu desejo e entender que você merece um amor que te escolha sem condições, sem exigir que você desapareça. Aos poucos, você pode reconstruir sua vida, resgatando o que foi deixado para trás.
Esse processo é profundo e delicado. Precisa de análise e paciência. Amar a si mesmo é uma conquista diária.
Olá, faz- se importante pensar que muitas vezes nós enxergamos a pessoa exatamente do jeito que queremos que ela seja.
Neste momento é importante iniciar um tratamento com psicóloga, para que possa expressar suas angústia.
Neste momento é importante iniciar um tratamento com psicóloga, para que possa expressar suas angústia.
Bom dia!
Entendo o que você está sentindo, parece que tudo acaba, quando um relacionamento chega ao fim. Afinal vocês passaram por muitos momentos juntos, bons e ruins, mas que fazem parte da sua história.
Sugiro procurar um psicólogo(a) para ajudá-la a enfrentar essa fase difícil que está passando.
Atenciosamente,
Psicóloga Izolina Kreutzfeld.
Entendo o que você está sentindo, parece que tudo acaba, quando um relacionamento chega ao fim. Afinal vocês passaram por muitos momentos juntos, bons e ruins, mas que fazem parte da sua história.
Sugiro procurar um psicólogo(a) para ajudá-la a enfrentar essa fase difícil que está passando.
Atenciosamente,
Psicóloga Izolina Kreutzfeld.
É compreensível que você esteja passando por um momento difícil após esse término, pois parece que você se entregou muito à relação. Mas, pela sua própria descrição, esse relacionamento tinha muitas imposições e situações de desrespeito à sua individualidade.
Você menciona que sente que nunca encontrará alguém como ele, e isso é verdade—todas as pessoas são diferentes. Mas talvez a questão seja: você realmente deseja encontrar alguém que imponha tantas regras e controle sua vida dessa maneira?
Relacionamentos saudáveis permitem que cada pessoa continue sendo quem é, sem precisar abrir mão de sua identidade para agradar o outro. É natural que, em um namoro, um entre no universo do outro, mas isso deve acontecer com respeito e equilíbrio, não por imposições.
A diferença de classe social pode, sim, trazer desafios, mas é fundamental que o respeito prevaleça.
O luto pelo fim de um relacionamento leva tempo. Durante esse período, busque formas de se reconstruir. Estar perto da sua família e dos seus amigos pode ajudar muito nesse processo. Além disso, investir em atividades que te fazem bem, estudar, trabalhar e resgatar aquilo que te dá prazer na vida pode ser um caminho importante para reencontrar sua força.
Você menciona que sente que nunca encontrará alguém como ele, e isso é verdade—todas as pessoas são diferentes. Mas talvez a questão seja: você realmente deseja encontrar alguém que imponha tantas regras e controle sua vida dessa maneira?
Relacionamentos saudáveis permitem que cada pessoa continue sendo quem é, sem precisar abrir mão de sua identidade para agradar o outro. É natural que, em um namoro, um entre no universo do outro, mas isso deve acontecer com respeito e equilíbrio, não por imposições.
A diferença de classe social pode, sim, trazer desafios, mas é fundamental que o respeito prevaleça.
O luto pelo fim de um relacionamento leva tempo. Durante esse período, busque formas de se reconstruir. Estar perto da sua família e dos seus amigos pode ajudar muito nesse processo. Além disso, investir em atividades que te fazem bem, estudar, trabalhar e resgatar aquilo que te dá prazer na vida pode ser um caminho importante para reencontrar sua força.
O que me chamou atenção em seu relato foram as limitações emocionais que você disse que tem e que ele nunca compreendeu. Acredito ser importante trabalhar essas limitações primeiramente, para você mesma compreendê-las antes de esperar que o outro compreenda. De fato, gera um grande sofrimento criar expectativas em um relacionamento ou em uma pessoa, e depois se decepcionar. O término de um relacionamento costuma ser acompanhado por um sentimento de luto, pois você perdeu algo que gostava (ou achava que gostava) e quer recuperar. Me parece também que você perdeu quem você era antes de namorar com ele, e pode ser esse "eu perdido" que você realmente deseja recuperar - e não o namorado. Recomendo consultar um (a) profissional para explorar mais essas questões.
Olá, bom dia, boa tarde ou boa noite (rs)
- Sim, ele é tóxico, assediador e abusivo. Não existe lado bom nas pessoas que fazem isso, é comum que se utilizem de “gentilezas” para se aproximarem de suas vítimas, no caso você.
- Para conseguir superar isso você deve começar uma jornada de conhecimento para aprender por quais motivos se deixou ser enganada por essa pessoa? Quais perguntas você poderia ter feito e não fez, quais comportamentos dele já enunciavam que ele não era uma boa pessoa, como por exemplo: por qual motivo ele teve tanta pressa? Para esconder algo ou por você ser uma pessoa incrível e ele sabia tudo de você em poucos dias?
- Lembre-se algumas pessoas são peritas em enganar as outras, você foi vítima, fique atenta para não continuar sendo assediada por ele.
Caso tenha mais dúvidas nos pergunte novamente, estamos sempre por aqui para poder acolher qualquer demanda que haja.
Abraços
- Sim, ele é tóxico, assediador e abusivo. Não existe lado bom nas pessoas que fazem isso, é comum que se utilizem de “gentilezas” para se aproximarem de suas vítimas, no caso você.
- Para conseguir superar isso você deve começar uma jornada de conhecimento para aprender por quais motivos se deixou ser enganada por essa pessoa? Quais perguntas você poderia ter feito e não fez, quais comportamentos dele já enunciavam que ele não era uma boa pessoa, como por exemplo: por qual motivo ele teve tanta pressa? Para esconder algo ou por você ser uma pessoa incrível e ele sabia tudo de você em poucos dias?
- Lembre-se algumas pessoas são peritas em enganar as outras, você foi vítima, fique atenta para não continuar sendo assediada por ele.
Caso tenha mais dúvidas nos pergunte novamente, estamos sempre por aqui para poder acolher qualquer demanda que haja.
Abraços
Sinto muito que você esteja passando por essa dor, é parte do processo de luto, após o termino do relacionamento sentir essa mistura de emoções, o apego aos bons momentos, gerando dúvidas sobre si mesma e sobre o futuro.
Você não precisa passar por isso sozinha, buscar apoio emocional na terapia pode te ajudar a se colocar como prioridade na sua vida, reconstruir a sua autoestima e compreender que um relacionamento saudável não é baseado no medo, na submissão ou na perda da própria essência.
Você não precisa passar por isso sozinha, buscar apoio emocional na terapia pode te ajudar a se colocar como prioridade na sua vida, reconstruir a sua autoestima e compreender que um relacionamento saudável não é baseado no medo, na submissão ou na perda da própria essência.
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Bom dia, além de estar passando pelo processo de luto, a sinais de quem passou por um relacionamento abusivo, e desenvolveu uma dependência emocional, o processo terapêutico pode contribuir para o seu autoconhecimento, fortalecimento emocional, desenvolver autoestima, e se fortalecer para identificar relações abusivas e como conduzir para não mão permitir certos tratamentos, te convido para iniciarmos juntas esse processo!
É compreensível que você esteja passando por uma dor profunda após esse término, especialmente quando há uma mistura de sentimentos de amor e sofrimento. O que você descreve mostra sinais claros de um relacionamento tóxico e de dependência emocional. É importante entender que o que você experimentou não é um amor saudável, mas uma relação em que você se sacrificou demais, perdeu sua identidade e foi controlada.
Diante disso, é fundamental que você busque apoio para superar essa situação e recuperar seu bem-estar emocional. A terapia pode ser um caminho muito eficaz nesse processo. Um profissional pode ajudar você a compreender melhor os padrões emocionais que se formaram nesse relacionamento, entender o que o amor saudável realmente significa e trabalhar na reconstrução da sua autoestima. O foco é que você se reconecte consigo mesma, com seus valores e desejos, sem depender de validação externa ou de outra pessoa.
Aconselho a procurar um psicólogo para iniciar um processo terapêutico. Não é fácil, mas é um passo essencial para a sua cura e para que você possa seguir em frente de forma saudável e consciente.
Diante disso, é fundamental que você busque apoio para superar essa situação e recuperar seu bem-estar emocional. A terapia pode ser um caminho muito eficaz nesse processo. Um profissional pode ajudar você a compreender melhor os padrões emocionais que se formaram nesse relacionamento, entender o que o amor saudável realmente significa e trabalhar na reconstrução da sua autoestima. O foco é que você se reconecte consigo mesma, com seus valores e desejos, sem depender de validação externa ou de outra pessoa.
Aconselho a procurar um psicólogo para iniciar um processo terapêutico. Não é fácil, mas é um passo essencial para a sua cura e para que você possa seguir em frente de forma saudável e consciente.
O que você está sentindo agora é extremamente difícil e doloroso. O fim de um relacionamento, especialmente quando houve tanta entrega emocional, pode trazer um sentimento de perda muito profundo. É natural que, neste momento, os momentos bons pareçam mais intensos do que os ruins, mas é importante lembrar que um relacionamento saudável não deve ser baseado em controle, medo ou anulação de si mesma.
Pelo que você descreve, houve uma dinâmica em que suas vontades e sua individualidade foram sendo deixadas de lado para atender às exigências dele. Você abriu mão de sua liberdade, de sua forma de se expressar, de seus relacionamentos, e, ainda assim, sentia que precisava fazer mais para manter o vínculo. Esse padrão, infelizmente, não é incomum e tem muito a ver com como aprendemos a nos relacionar — muitas vezes, de maneira desigual.
Mas agora o foco precisa ser você. É compreensível que você tenha medo de nunca encontrar alguém com as qualidades que admirava nele, mas um relacionamento saudável envolve respeito e reciprocidade, e isso você ainda não experimentou plenamente. O amor não deve ser uma relação de obediência ou sacrifício, mas de parceria e acolhimento.
O caminho para superar essa dor passa por algumas reflexões e ações:
1. Permita-se sentir, mas sem idealizar o passado – Você não precisa negar os momentos bons, mas também não pode esquecer o quanto esse relacionamento te machucou.
2. Reconecte-se com você mesma – O que te fazia feliz antes desse relacionamento? O que você gosta, o que te traz prazer e realização? Resgatar sua identidade é essencial.
3. Apoie-se em pessoas que te querem bem – Voltar a estar perto de amigos e família pode trazer um senso de pertencimento e segurança que foi fragilizado.
4. Se possível, busque ajuda profissional – Conversar com um psicólogo pode te ajudar a elaborar essa experiência e a construir relações mais saudáveis no futuro.
A dor do fim pode parecer insuportável agora, mas com o tempo e o cuidado certo, você vai perceber que esse relacionamento não definia seu valor. O amor verdadeiro não exige que você se anule para caber dentro dele. Estou a disposição caso precise!
Pelo que você descreve, houve uma dinâmica em que suas vontades e sua individualidade foram sendo deixadas de lado para atender às exigências dele. Você abriu mão de sua liberdade, de sua forma de se expressar, de seus relacionamentos, e, ainda assim, sentia que precisava fazer mais para manter o vínculo. Esse padrão, infelizmente, não é incomum e tem muito a ver com como aprendemos a nos relacionar — muitas vezes, de maneira desigual.
Mas agora o foco precisa ser você. É compreensível que você tenha medo de nunca encontrar alguém com as qualidades que admirava nele, mas um relacionamento saudável envolve respeito e reciprocidade, e isso você ainda não experimentou plenamente. O amor não deve ser uma relação de obediência ou sacrifício, mas de parceria e acolhimento.
O caminho para superar essa dor passa por algumas reflexões e ações:
1. Permita-se sentir, mas sem idealizar o passado – Você não precisa negar os momentos bons, mas também não pode esquecer o quanto esse relacionamento te machucou.
2. Reconecte-se com você mesma – O que te fazia feliz antes desse relacionamento? O que você gosta, o que te traz prazer e realização? Resgatar sua identidade é essencial.
3. Apoie-se em pessoas que te querem bem – Voltar a estar perto de amigos e família pode trazer um senso de pertencimento e segurança que foi fragilizado.
4. Se possível, busque ajuda profissional – Conversar com um psicólogo pode te ajudar a elaborar essa experiência e a construir relações mais saudáveis no futuro.
A dor do fim pode parecer insuportável agora, mas com o tempo e o cuidado certo, você vai perceber que esse relacionamento não definia seu valor. O amor verdadeiro não exige que você se anule para caber dentro dele. Estou a disposição caso precise!
Sinto muito por tudo que ja passou, pelo que você descreveu, seu relacionamento teve sinais de controle excessivo e manipulação emocional, o que pode caracterizar um relacionamento tóxico. É natural sentir dificuldade para superar, mas é importante não idealizar o passado e se reconectar com sua identidade e rede de apoio. A dependência emocional pode ser trabalhada na terapia, ajudando você a fortalecer sua autoestima e evitar relações prejudiciais no futuro. Se possível, busque apoio psicológico para lidar com esse processo de forma saudável.
Estar em um relacionamento em que mais voce sofre do que é feliz nao é saudável e vai te adoecer cada vez mais. Sei que o termino pode aparecer o “fim do mundo” nesse momento mas, se conseguir se manter longe dele, vai ver que começará a recuperar sua autoestima. Se cerque de pessoas que te valorizam. E busque ajuda psicológica. O grupo anonimo MADA é uma boa opção pra você. Procure no site qs reuniões que existem em sua cidade ou as reuniões online. Se cuida.
É perceptível quando você está sofrendo. Um mês pode ser pouco para superar o término de uma relação. Muitos sentimentos ainda estão à flor da pele, e a mente fica confusa. No entanto, é importante lembrar que o processo de cura leva tempo, e cada pessoa lida com isso de maneira única. O tratamento psicologico irá te ajudar a entender todo esse processo e reajustar seus pensamentos uma vez que você mesma afirma ter pensamentos distorcidos da relação.
Apoio psicológico pode ser muito benéfico para você.
Boa tarde!
É importante que você relembre o que te faz bem, te traz felicidade, prazer. Se reaproximar das pessoas que gosta. Isso vai ajudar você a passar por esse momento.
Mas também muito importante você buscar ajuda profissional de um psicólogo pra te ajudar a passar por isso da melhor maneira possível, com menos sofrimento possível.
Espero ter ajudado, estou a disposição!
É importante que você relembre o que te faz bem, te traz felicidade, prazer. Se reaproximar das pessoas que gosta. Isso vai ajudar você a passar por esse momento.
Mas também muito importante você buscar ajuda profissional de um psicólogo pra te ajudar a passar por isso da melhor maneira possível, com menos sofrimento possível.
Espero ter ajudado, estou a disposição!
Olá, boa tarde! Sinto muito que você tenha passado por tudo isso. Especialmente por ser seu primeiro relacionamento, tudo muito difícil.
São muitas coisas para você atravessar e processar. Você está vivendo um momento de luto, tanto do relacionamento, quanto de um ideal de namorado, que ficou evidente que não era tão "perfeito" assim.
Indico que você procure um analista para te ajudar a elaborar todas essas vivências.
São muitas coisas para você atravessar e processar. Você está vivendo um momento de luto, tanto do relacionamento, quanto de um ideal de namorado, que ficou evidente que não era tão "perfeito" assim.
Indico que você procure um analista para te ajudar a elaborar todas essas vivências.
Muitos de nós, temos a tendência de repetir situações que ocorriam com nossos pais ou cuidadores, por mais que não gostássemos dessas situações. Por outro lado, se não conseguimos formar uma boa autoestima, nos considerando sem valor, com "defeito", podendo ser abandonada a qualquer momento, etc.,ficamos vulneráveis e podemos acabar por nos atrairmos por pessoas abusivas ou "qualquer um que nos aceite". Nesse caso, é importante o fortalecimento da autoestima e a ajuda de um psicólogo pode fazer toda a diferença.
Sinto muito por toda essa dor que você está passando. Parece que essa relação teve momentos que te marcaram profundamente, tanto pelos gestos de carinho quanto pelas imposições que te fizeram se anular. E agora, nesse término, fica essa mistura de saudade e sofrimento, como se estivesse difícil separar o que foi bom do que te feriu. Você se dedicou tanto a essa relação que talvez agora esteja se perguntando quem você é sem ela.
Como tem sido olhar para tudo isso agora? Parece que há uma parte de você que vê com mais clareza o quanto precisou abrir mão de si mesma para manter esse relacionamento, mas ao mesmo tempo, há outra parte que sente medo de não encontrar alguém que tenha o que ele tinha de bom. Como seria para você, ao invés de se perguntar se vai encontrar alguém como ele, se perguntar quem você quer ser depois dessa experiência? O que deseja recuperar de si mesma? O que sente que foi perdido nesse tempo?
Essa dor que você sente agora pode estar pedindo espaço para que você se reconecte com o que é importante para você, com seus desejos, sua liberdade, seus valores. Pode ser que, com o tempo, a sua questão mude de "como superar ele?" para "como me reencontrar depois disso?". Como você imagina esse caminho de volta para si mesma?
Como tem sido olhar para tudo isso agora? Parece que há uma parte de você que vê com mais clareza o quanto precisou abrir mão de si mesma para manter esse relacionamento, mas ao mesmo tempo, há outra parte que sente medo de não encontrar alguém que tenha o que ele tinha de bom. Como seria para você, ao invés de se perguntar se vai encontrar alguém como ele, se perguntar quem você quer ser depois dessa experiência? O que deseja recuperar de si mesma? O que sente que foi perdido nesse tempo?
Essa dor que você sente agora pode estar pedindo espaço para que você se reconecte com o que é importante para você, com seus desejos, sua liberdade, seus valores. Pode ser que, com o tempo, a sua questão mude de "como superar ele?" para "como me reencontrar depois disso?". Como você imagina esse caminho de volta para si mesma?
Você está vivendo um processo de luto. Apenas um mês do término. É tudo muito recente, imagino que esteja sentindo vários sentimentos como raiva, decepção, tristeza. Você criou muitas expectativas com esse relacionamento e o término quebrou tudo isso. Pelo seu resumo da situação, o melhor para você foi o término, já que você precisou se anular em inúmeras situações pois ele não aceitava quem você realmente é. As inseguranças do seu parceiro não devem te afetar a ponto de transformar quem você é em outra pessoa, pois ele não acha certo a forma que você é. Aparentemente era sim um relacionamento abusivo e tóxico, com várias restrições. Em alguns momentos, parece ser o relacionamento dos sonhos, mas esse é o ciclo do abuso, a fase da lua de mel e a fase das crises. Relacionamentos assim são normalmente muito intensos e consomem muito da sua energia, a ausância dele gera muito desconforto. Mas é necessário que você entenda o porque se anulou e se submeteu a tantas coisas. Trabalhe sua insegurança e auto estima! E para que a dor passe, permita sentí-la, deu vontade de chorar,chore! Mas se atente a fazer coisas prazerosas, que une você a você mesma. Claramente você se desconectou consigo mesma nessa relação, busque se resgatar!!
Se sentir descartada após um longo relacionamento, em que houve muita entrega, dedicação e sentimento, é algo muito doloroso e difícil de passar. Seus sentimentos são muito válidos, e eu sinto muito por você estar passando por isso. Mas eu gostaria que você entendesse que não está sozinha e existe um caminho para essa dor.
Primeiro sobre seu ex-namorado ser tóxico. Sim, ele era extremamente controlador e manipulador. Não faz parte do amor entre namorados exigir que a pessoa abandone sua essência, dite como você pode se vestir, lugares que pode frequentar, não goste de sua família, e te prive de sua liberdade. O comportamento dele de te proibir de usar certas roupas, frequentar eventos, escutar músicas e até mesmo tomar refrigerante (!) são sinais claros de controle e possessividade. Ele usava o "cuidado" e os gestos carinhosos como forma de te manter presa a ele, mas, na verdade, te limitava e manipulava suas escolhas. E, no final, quando quis, ele simplesmente te descartou, sem considerar tudo o que você sacrificou por ele.
É tão difícil de superar devido ao espaço imenso que ele ocupou na sua vida. Você se entregou completamente ao relacionamento, e até abriu mão de parte de sua personalidade por ele. Além disso, o nosso cérebro tende a focar nos momentos bons depois do término, deixando de lado os ruins. Mas quando você olha para a realidade do que esse relacionamento foi—dor, humilhação, manipulação e falta de respeito—você percebe que não perdeu um grande amor. Você se libertou de uma prisão emocional.
E o que fazer agora? É importante que você entenda que o processo de superação vai ser difícil por um tempo, mas não para sempre! Reconstrua seus vínculos, sua identidade, e evite contato com ele. Se necessário busque ajuda profissional para ajudar em questões de autoestima.
Fico a disposição e espero que as coisas melhorem!
Primeiro sobre seu ex-namorado ser tóxico. Sim, ele era extremamente controlador e manipulador. Não faz parte do amor entre namorados exigir que a pessoa abandone sua essência, dite como você pode se vestir, lugares que pode frequentar, não goste de sua família, e te prive de sua liberdade. O comportamento dele de te proibir de usar certas roupas, frequentar eventos, escutar músicas e até mesmo tomar refrigerante (!) são sinais claros de controle e possessividade. Ele usava o "cuidado" e os gestos carinhosos como forma de te manter presa a ele, mas, na verdade, te limitava e manipulava suas escolhas. E, no final, quando quis, ele simplesmente te descartou, sem considerar tudo o que você sacrificou por ele.
É tão difícil de superar devido ao espaço imenso que ele ocupou na sua vida. Você se entregou completamente ao relacionamento, e até abriu mão de parte de sua personalidade por ele. Além disso, o nosso cérebro tende a focar nos momentos bons depois do término, deixando de lado os ruins. Mas quando você olha para a realidade do que esse relacionamento foi—dor, humilhação, manipulação e falta de respeito—você percebe que não perdeu um grande amor. Você se libertou de uma prisão emocional.
E o que fazer agora? É importante que você entenda que o processo de superação vai ser difícil por um tempo, mas não para sempre! Reconstrua seus vínculos, sua identidade, e evite contato com ele. Se necessário busque ajuda profissional para ajudar em questões de autoestima.
Fico a disposição e espero que as coisas melhorem!
Olá!
O que você viveu não foi um relacionamento saudável, e sua dor agora é completamente compreensível. Você abriu mão de si mesma, dos seus valores, da sua liberdade, e, no fim, percebeu que isso não foi suficiente para que ele ficasse. Isso não significa que você não seja suficiente, mas sim que o amor verdadeiro não exige esse nível de anulação.
O controle que ele exercia sobre você, as proibições, a manipulação emocional e a forma como te fez se afastar de tudo e todos são sinais claros de um relacionamento abusivo. Ele não te amou de forma saudável, ele te moldou para atender às expectativas dele, sem se importar com as suas. E agora, no término, seu cérebro está focando nos momentos bons porque é assim que tentamos lidar com a perda, mas isso não apaga o sofrimento que você viveu.
Superar isso envolve um processo de reconstrução de si mesma. Você precisa se reconectar com quem você era antes dele, com sua família, amigos, sonhos e valores. A dor não some de um dia para o outro, mas ela diminui conforme você se fortalece.
A dependência emocional faz parecer que você nunca encontrará outra pessoa, mas isso não é verdade. O que você quer realmente não é alguém "como ele", e sim um amor de verdade um amor que respeita, que acolhe, que permite que você seja você. E isso só será possível quando você se permitir se curar primeiro.
A terapia pode te ajudar muito nesse processo. Se quiser dar esse passo, estou à disposição para te ajudar a reconstruir sua autoestima e sua liberdade emocional. Até mais !
O que você viveu não foi um relacionamento saudável, e sua dor agora é completamente compreensível. Você abriu mão de si mesma, dos seus valores, da sua liberdade, e, no fim, percebeu que isso não foi suficiente para que ele ficasse. Isso não significa que você não seja suficiente, mas sim que o amor verdadeiro não exige esse nível de anulação.
O controle que ele exercia sobre você, as proibições, a manipulação emocional e a forma como te fez se afastar de tudo e todos são sinais claros de um relacionamento abusivo. Ele não te amou de forma saudável, ele te moldou para atender às expectativas dele, sem se importar com as suas. E agora, no término, seu cérebro está focando nos momentos bons porque é assim que tentamos lidar com a perda, mas isso não apaga o sofrimento que você viveu.
Superar isso envolve um processo de reconstrução de si mesma. Você precisa se reconectar com quem você era antes dele, com sua família, amigos, sonhos e valores. A dor não some de um dia para o outro, mas ela diminui conforme você se fortalece.
A dependência emocional faz parecer que você nunca encontrará outra pessoa, mas isso não é verdade. O que você quer realmente não é alguém "como ele", e sim um amor de verdade um amor que respeita, que acolhe, que permite que você seja você. E isso só será possível quando você se permitir se curar primeiro.
A terapia pode te ajudar muito nesse processo. Se quiser dar esse passo, estou à disposição para te ajudar a reconstruir sua autoestima e sua liberdade emocional. Até mais !
Oi, flor! Esse relacionamento era sim abusivo. Esse homem cometeu violências psicológicas com você de diversas formas. Porém, ainda é cedo, e é compreensível que você ainda sofra, por mais que tenha sido um relacionamento abusivo. Ninguém é somente o lado ruim, mas algumas pessoas tem lados ruins que arruinam a nossa saúde mental e física, e ele estava fazendo isso com você. No momento parece que você não vai encontrar alguém com as qualidades que ele tinha, que como você mesma disse, era o mínimo, mas é só um pensamento distorcido. É possível sim encontrar pessoas que te façam um bem muito maior do que ele. Foque muito em você. Faça tudo o que você gostaria na época e que ele não te deixou, reforce na sua consciência as suas conquistas e superações, o quanto você é uma pessoa admirável. Estar no nosso centro é a melhor coisa que podemos fazer nesse momento. Faça acompanhamento psicológico para falar sobre isso e ter um retorno de uma profissional. Ter orientações profissionais nesse momento faz toda a diferença.
O que você compartilhou revela a complexidade de um vínculo marcado por um intenso desejo de ser amada e aceita, mas também pela imposição de uma dinâmica de controle e dependência emocional. O fato de você ter se perdido no outro, cedendo aos seus desejos e distorcendo a sua própria identidade para agradá-lo, indica uma tentativa de preencher um vazio emocional, uma busca incessante por validação. Mas essa entrega foi construída em cima de algo que não é amor genuíno, mas sim uma dinâmica de manipulação disfarçada de afeto.
A dor do término é um luto por aquilo que você acreditava ser um amor idealizado. No entanto, ao olhar para trás, é importante compreender que a saudade que você sente não se refere apenas aos momentos bons, mas também ao espaço que você ocupava nesse relacionamento, um espaço muitas vezes sacrificado para manter a aprovação dele. Esse tipo de dinâmica leva a uma perda de si mesma, onde o outro torna-se o centro da sua vida, anulando suas próprias necessidades e desejos.
É difícil perceber isso enquanto se está no meio da dor, mas o processo de superação, neste caso, não se trata de encontrar alguém como ele, mas de recuperar o seu próprio espaço, de redescobrir quem você é fora dessa relação. Isso não será feito em passos rápidos ou fáceis, mas gradualmente, ao reconectar-se com você mesma e, talvez, ao entender as motivações mais profundas que te levaram a se submeter tanto ao outro.
A psicanálise propõe que a dor e o sofrimento têm algo a ensinar, que o inconsciente traz à tona o que não foi resolvido e que, ao compreendermos as dinâmicas de nossos afetos e desejos, podemos, lentamente, nos libertar. Essa experiência é uma oportunidade de, aos poucos, resgatar a sua própria identidade, sem os grilhões das expectativas alheias, e talvez assim, entender melhor o que significa realmente se amar e se respeitar.
No fundo, a dor do fim de um relacionamento também pode ser vista como um convite para a reconstrução de si mesma, para um olhar mais profundo sobre o que se espera do amor e o que se está disposto a oferecer, sem perder a essência de quem se é.
A dor do término é um luto por aquilo que você acreditava ser um amor idealizado. No entanto, ao olhar para trás, é importante compreender que a saudade que você sente não se refere apenas aos momentos bons, mas também ao espaço que você ocupava nesse relacionamento, um espaço muitas vezes sacrificado para manter a aprovação dele. Esse tipo de dinâmica leva a uma perda de si mesma, onde o outro torna-se o centro da sua vida, anulando suas próprias necessidades e desejos.
É difícil perceber isso enquanto se está no meio da dor, mas o processo de superação, neste caso, não se trata de encontrar alguém como ele, mas de recuperar o seu próprio espaço, de redescobrir quem você é fora dessa relação. Isso não será feito em passos rápidos ou fáceis, mas gradualmente, ao reconectar-se com você mesma e, talvez, ao entender as motivações mais profundas que te levaram a se submeter tanto ao outro.
A psicanálise propõe que a dor e o sofrimento têm algo a ensinar, que o inconsciente traz à tona o que não foi resolvido e que, ao compreendermos as dinâmicas de nossos afetos e desejos, podemos, lentamente, nos libertar. Essa experiência é uma oportunidade de, aos poucos, resgatar a sua própria identidade, sem os grilhões das expectativas alheias, e talvez assim, entender melhor o que significa realmente se amar e se respeitar.
No fundo, a dor do fim de um relacionamento também pode ser vista como um convite para a reconstrução de si mesma, para um olhar mais profundo sobre o que se espera do amor e o que se está disposto a oferecer, sem perder a essência de quem se é.
Olá. Separações, quando envolve intimidade e afeto, são dolorosas. Nesses momentos nossa mente também tende a nos pregar algumas peças. Como você menciona, acaba lembrando mais das coisas boas do que das ruins. Mas elas existiram. O importante de também lembrar delas é poder comparar aquilo que você idealizou no relacionamento e como ele era de verdade. Infelizmente o mais habitual é que a mulher seja criada para buscar um relacionamento romântico e que ela tenha que cuidar de quase tudo (dela, do marido, da casa, dos filhos), enquanto o homem se preocupa principalmente em trabalhar e prover. A menina brinca de casinha e boneca, enquanto o menino é estimulado a ter seus próprios interesses (carrinho, arminhas, esportes). Nesse tipo de criação a mulher sai perdendo, pois se sente responsável por muitas coisas de forma desigual. O que fazer? No seu caso, há um processo de luto. Ninguém morreu, mas uma parte da sua vida sim: seu relacionamento e todos os ideais colocados nele. Esses ideais de como deve ser uma relação devem ser trabalhados em terapia. Alguns deles todos temos, sempre esperamos algo de uma relação. Mas parte deles precisa ser revista, principalmente quando não condizem com a realidade ou mantém uma dinâmica tóxica, com você se submetendo a situações desagradáveis para conseguir o que quer. Fico à disposição para conversar se quiser entender e trabalhar essas questões.
Compreendo profundamente a dor e a confusão que você está sentindo. A situação que você descreveu é complexa e envolve vários aspectos importantes a serem considerados e que não conseguirei colocar aqui em poucas palavras, acredito muito que a terapia possa te ajudar e fazer a diferença em sua vida, veja minhas avaliações, tenho bastante experiência com demandas parecidas com a sua, entre em contato comigo sem compromisso. Abs
mor de verdade não exige que você abandone quem você é, não te faz sentir humilhada, nem te obriga a ceder o tempo todo por medo de desagradar. É natural, nesse momento, lembrar apenas dos momentos bons e sentir que nunca encontrará alguém como ele, mas isso não significa que ele era certo para você. Significa apenas que você ainda está se desapegando da ideia do que poderia ter sido, e não do que realmente foi.
Superar não acontece de um dia para o outro, mas um passo de cada vez. O primeiro é resgatar a si mesma: suas vontades, suas amizades, sua liberdade. Você merece um amor leve, saudável, que te aceite por inteira, sem imposições. A dor vai passar, e você vai perceber que o amor verdadeiro começa pelo amor próprio. Se puder, busque apoio, terapia pode te ajudar muito nesse processo. Você não está sozinha!
Superar não acontece de um dia para o outro, mas um passo de cada vez. O primeiro é resgatar a si mesma: suas vontades, suas amizades, sua liberdade. Você merece um amor leve, saudável, que te aceite por inteira, sem imposições. A dor vai passar, e você vai perceber que o amor verdadeiro começa pelo amor próprio. Se puder, busque apoio, terapia pode te ajudar muito nesse processo. Você não está sozinha!
Olá, espero te encontrar bem. Em relação a sua história, existem pessoas que utilizam de nossos sentimentos e fragilidades, como a baixa auto-estima, por exemplo, para criar um ciclo de dependência emocional em relação a elas. Como você mesmo relatou, houve situações de manipulação e de indiferença com você, e mesmo assim, você você acaba se apegando nos pontos positivos dessa pessoa, acreditando que não irá encontrar alguém melhor do que ela e também acaba se invalidando como uma pessoa que possui valor e merece ser bem tratada.
Recomendo que você procure colocar-se em primeiro lugar e também fortalecer a sua auto-estima, bem como fomentar as suas potencialidades, para desta forma, você conseguir entrar em um relacionamento aonde ambos irão valorizar um ao outro, até por que você precisa se valorizar primeiramente. Entendo que esse processo, não é algo fácil de se conseguir sozinha, e muitas das vezes a ajuda de uma profissional será necessária e poderá te ajudar a compreender melhor seus sentimentos e emoções.
Recomendo que você procure colocar-se em primeiro lugar e também fortalecer a sua auto-estima, bem como fomentar as suas potencialidades, para desta forma, você conseguir entrar em um relacionamento aonde ambos irão valorizar um ao outro, até por que você precisa se valorizar primeiramente. Entendo que esse processo, não é algo fácil de se conseguir sozinha, e muitas das vezes a ajuda de uma profissional será necessária e poderá te ajudar a compreender melhor seus sentimentos e emoções.
Bom dia! Como vai você? Términos de relacionamento são realmente muito difíceis na maioria dos casos. É um processo parecido com o de perder alguém fisicamente, é um luto e pode demorar um tempo para passar. Sobre o seu caso, gostaria de te dizer que é normal lembrar mais daquilo que foi bom do que daquilo que não foi, é normal querer reviver o que te fazia bem, era prazeroso e saudável, afinal, foi isso que fez com que você se apaixonasse, não é mesmo? Porém, essa era uma PARTE da relação, não era TODA a relação e pode ser que você tenha um certo trabalho do te lembrar disso constantemente. Pelo que você escreveu, existiam situações bastante difíceis nesse relacionamento que, a longo prazo, poderiam te causar sofrimentos ainda maiores do que a dor desse término. É realmente desafiador pensar que a relação foi ao mesmo tempo boa E ruim, nossa cabeça não lida muito bem com duas informações conflitantes assim e, nos momentos de dor, tendemos a pensar que as partes boas prevaleceriam se a relação continuasse e podemos passar horas idealizando isso. Desejo que você consiga identificar quais as partes desse relacionamento que são de responsabilidade dele e quais são as suas, não no sentido de encontrar culpados, mas sim de você avaliar como pode se proteger melhor nas suas próximas relações. Se precisar, busque auxilio de uma boa psicóloga ou psicólogo. Um abraço.
São muitas perguntas dentro do seu relato, entretanto são várias coisas que requerem um tempo para serem elaboradas, visto que terminaram há um mês. Em um processo analítico você pode levar essas questões e distrinchá-las, como forma de poder olhar como se relaciona com o outro, esses seus ideias de relacionamento e por que acabou entrando em um relacionamento assim, que levou ao apagamento do seu próprio eu. Achei curioso que repetiu várias vezes: "ele não deixava", e seu cedimento em relação as vontades dele.
Em um término de namoro, é comum passarmos por um período mais deprimidos. Até porque dentro dessa relação havia momentos de expressão de afeto. No entanto você expressa de que nessa relação havia sinais de controle da parte dele que não eram saudáveis num relacionamento, e que ao ceder, aumentava cada vez mais o nível de controle. Saber que o relacionamento é tóxico não é suficiente para reduzir a sensação de perda da relação.
Tente as seguintes estratégias:
Tente encontrar atividades e ações que te valorizam e são formas de autocuidado. A estratégia aqui é te fortalecer cada vez mais, ter a sensação de se gostar, de forma a não ser tão forte a sensação de buscar nos outros o cuidado que você merece fazer para si mesma.
Valorize cada vez mais a verificação dos fatos: escrever e deixar mais claro o que ele fazia de toxicidade ajudará a afastar cada vez mais essas emoções.
Tente compreender mais quais são os valores importantes na sua vida, de forma a identificar o quão presentes eles estão em seu dia a dia. Se rodear de pessoas que tem os mesmos valores a ajudará construir uma rede de suporte e novas experiências mais gratificantes
Pratique ação oposta ao que seria a sensação de gostar dele: quanto mais alimentar emoções contrárias ao que você gostava na relação, mais fácil será de reduzir a sensação de controle que ele construiu.
Caso esses passos não serem tão efetivos de reduzirem o que sente. Poder ir atrás de uma psicoterapia a ajudaria a trabalhar as emoções envolvidas, de forma a se fortalecer cada vez mais
Tente as seguintes estratégias:
Tente encontrar atividades e ações que te valorizam e são formas de autocuidado. A estratégia aqui é te fortalecer cada vez mais, ter a sensação de se gostar, de forma a não ser tão forte a sensação de buscar nos outros o cuidado que você merece fazer para si mesma.
Valorize cada vez mais a verificação dos fatos: escrever e deixar mais claro o que ele fazia de toxicidade ajudará a afastar cada vez mais essas emoções.
Tente compreender mais quais são os valores importantes na sua vida, de forma a identificar o quão presentes eles estão em seu dia a dia. Se rodear de pessoas que tem os mesmos valores a ajudará construir uma rede de suporte e novas experiências mais gratificantes
Pratique ação oposta ao que seria a sensação de gostar dele: quanto mais alimentar emoções contrárias ao que você gostava na relação, mais fácil será de reduzir a sensação de controle que ele construiu.
Caso esses passos não serem tão efetivos de reduzirem o que sente. Poder ir atrás de uma psicoterapia a ajudaria a trabalhar as emoções envolvidas, de forma a se fortalecer cada vez mais
Olá sinto muito por você ter passado por situações tão dolorosas. Você citou algumas situações em que seu ex te controlava, mas também falou sobre como ele tinha qualidades. Nesse tipo de relação é muito comum a dificuldade em sair desse ciclo, já que ao mesmo tempo que ele te reprime, ele também te oferta uma parte boa. Se fosse sempre ruim, o tempo todo, seria mais fácil sair. Acaba sendo um jogo de manipulação. Nesse momento, tente investir em si mesma e não se culpar, se possível busque ajuda psicológica para te acompanhar nessa jornada
Olá...
Gratidão por confiar e compartilhar algo tão íntimo e doloroso. Ao ler o que você escreve, fica evidente o quanto você está vivendo um luto, não só pelo término de uma relação, mas, principalmente, pela quebra de um ideal construído com muita entrega e esperança.
Na perspectiva da psicanálise, especialmente a partir da leitura lacaniana, o amor é sempre atravessado pelo desejo, pela falta e pela idealização. Quando você diz que ele era “do jeito que você pediu a Deus”, é importante escutar aí um ponto delicado: algo do seu desejo estava sendo respondido, sim, mas talvez mais pela imagem que você construiu dele, do que pela pessoa real que ele foi ao longo da relação. E isso é profundamente humano — todos nós, em algum momento, nos agarramos a imagens de completude, de que finalmente alguém veio preencher aquilo que nos faltava.
Mas o amor, quando se transforma em obediência cega, em silenciamento do próprio desejo, em abandono de si para satisfazer o outro, deixa de ser encontro e passa a ser dominação. Seu relato mostra, com muita clareza e coragem, como você foi gradualmente apagando suas vontades, sua liberdade, seus afetos, seus vínculos, até quase não se reconhecer mais. Isso dói. E é essa dor que precisa ser escutada com seriedade.
Você nomeia bem: ele nunca te colocou como prioridade, e isso fala de uma relação que não reconhecia você como sujeito, alguém com desejos, escolhas, limites. Essa ausência de reconhecimento é um tipo de violência psíquica que deixa marcas.
Quando você diz que está com “dependência emocional”, talvez estejamos diante de algo ainda mais complexo: uma dificuldade em se separar não apenas da pessoa, mas da promessa de amor que ela parecia carregar. É difícil abrir mão de um ideal, mesmo quando ele nos machuca. Mas é também nessa ruptura que algo novo pode nascer: uma chance de recuperar o que foi perdido de você nesse processo.
Você já começou a fazer isso ao escrever esse texto, ao reconhecer que “isso não é amor”. Esse é um passo enorme. E sim, pode ser muito valioso continuar esse movimento num espaço de análise, um lugar onde você possa falar livremente, sem julgamento, sobre esse sofrimento, sobre esse amor, sobre essa perda, e principalmente sobre você.
A análise não vem com respostas prontas, mas abre a escuta para que, no seu tempo, você vá recolhendo os pedaços da sua história e reencontrando, aos poucos, o seu desejo. A mulher que você é, a que ainda está aí, mesmo ferida, mesmo com medo, tem muito mais força do que imagina.
Se sentir que esse tipo de escuta pode te ajudar, estou aqui. E lembre-se: você merece ser escolhida, por si mesma, antes de qualquer outra pessoa.
Gratidão por confiar e compartilhar algo tão íntimo e doloroso. Ao ler o que você escreve, fica evidente o quanto você está vivendo um luto, não só pelo término de uma relação, mas, principalmente, pela quebra de um ideal construído com muita entrega e esperança.
Na perspectiva da psicanálise, especialmente a partir da leitura lacaniana, o amor é sempre atravessado pelo desejo, pela falta e pela idealização. Quando você diz que ele era “do jeito que você pediu a Deus”, é importante escutar aí um ponto delicado: algo do seu desejo estava sendo respondido, sim, mas talvez mais pela imagem que você construiu dele, do que pela pessoa real que ele foi ao longo da relação. E isso é profundamente humano — todos nós, em algum momento, nos agarramos a imagens de completude, de que finalmente alguém veio preencher aquilo que nos faltava.
Mas o amor, quando se transforma em obediência cega, em silenciamento do próprio desejo, em abandono de si para satisfazer o outro, deixa de ser encontro e passa a ser dominação. Seu relato mostra, com muita clareza e coragem, como você foi gradualmente apagando suas vontades, sua liberdade, seus afetos, seus vínculos, até quase não se reconhecer mais. Isso dói. E é essa dor que precisa ser escutada com seriedade.
Você nomeia bem: ele nunca te colocou como prioridade, e isso fala de uma relação que não reconhecia você como sujeito, alguém com desejos, escolhas, limites. Essa ausência de reconhecimento é um tipo de violência psíquica que deixa marcas.
Quando você diz que está com “dependência emocional”, talvez estejamos diante de algo ainda mais complexo: uma dificuldade em se separar não apenas da pessoa, mas da promessa de amor que ela parecia carregar. É difícil abrir mão de um ideal, mesmo quando ele nos machuca. Mas é também nessa ruptura que algo novo pode nascer: uma chance de recuperar o que foi perdido de você nesse processo.
Você já começou a fazer isso ao escrever esse texto, ao reconhecer que “isso não é amor”. Esse é um passo enorme. E sim, pode ser muito valioso continuar esse movimento num espaço de análise, um lugar onde você possa falar livremente, sem julgamento, sobre esse sofrimento, sobre esse amor, sobre essa perda, e principalmente sobre você.
A análise não vem com respostas prontas, mas abre a escuta para que, no seu tempo, você vá recolhendo os pedaços da sua história e reencontrando, aos poucos, o seu desejo. A mulher que você é, a que ainda está aí, mesmo ferida, mesmo com medo, tem muito mais força do que imagina.
Se sentir que esse tipo de escuta pode te ajudar, estou aqui. E lembre-se: você merece ser escolhida, por si mesma, antes de qualquer outra pessoa.
O que você está vivendo é um processo muito doloroso, e a sua dor é totalmente válida. Pelo seu relato, é possível perceber sinais claros de uma relação abusiva — marcada por controle, manipulação emocional, isolamento social e imposições que invadiram sua autonomia, seus limites e sua liberdade individual.
Esse tipo de vínculo pode gerar dependência emocional, porque a pessoa que abusa também alterna comportamentos de carinho, presentes, promessas e idealizações — o que causa muita confusão emocional. É comum que, mesmo após o término, o apego aos momentos “bons” fale mais alto do que a lembrança do sofrimento vivido. Isso acontece porque o cérebro, em um contexto de vínculo tóxico, pode associar o abuso com afeto e segurança, distorcendo a percepção do que é um relacionamento saudável.
Você abriu mão de si mesma para tentar ser amada, e isso não é amor — é submissão, muitas vezes imposta por medo, culpa e pressão emocional. É comum achar que "nunca mais vai encontrar alguém como ele", mas a verdade é que você não precisa encontrar alguém assim de novo. O que você precisa agora é olhar para si com compaixão, reconstruir sua identidade, retomar seus vínculos saudáveis e resgatar sua autoestima.
Na psicoterapia comportamental, trabalhamos justamente esse resgate: identificar os padrões de pensamento e comportamento que te mantêm presa a esse ciclo de sofrimento, desenvolver estratégias para reestruturar sua vida emocional, e fortalecer sua autonomia para que você volte a ser protagonista da sua história.
Você não está sozinha. Buscar ajuda é um passo corajoso — e transformador. Quando estiver pronta, estarei aqui para caminhar com você.
Esse tipo de vínculo pode gerar dependência emocional, porque a pessoa que abusa também alterna comportamentos de carinho, presentes, promessas e idealizações — o que causa muita confusão emocional. É comum que, mesmo após o término, o apego aos momentos “bons” fale mais alto do que a lembrança do sofrimento vivido. Isso acontece porque o cérebro, em um contexto de vínculo tóxico, pode associar o abuso com afeto e segurança, distorcendo a percepção do que é um relacionamento saudável.
Você abriu mão de si mesma para tentar ser amada, e isso não é amor — é submissão, muitas vezes imposta por medo, culpa e pressão emocional. É comum achar que "nunca mais vai encontrar alguém como ele", mas a verdade é que você não precisa encontrar alguém assim de novo. O que você precisa agora é olhar para si com compaixão, reconstruir sua identidade, retomar seus vínculos saudáveis e resgatar sua autoestima.
Na psicoterapia comportamental, trabalhamos justamente esse resgate: identificar os padrões de pensamento e comportamento que te mantêm presa a esse ciclo de sofrimento, desenvolver estratégias para reestruturar sua vida emocional, e fortalecer sua autonomia para que você volte a ser protagonista da sua história.
Você não está sozinha. Buscar ajuda é um passo corajoso — e transformador. Quando estiver pronta, estarei aqui para caminhar com você.
Olá. Sinto muito por você estar se sentindo assim, a vida às vezes é desafiadora, especialmente quando nossas emoções estão tão intensas.
Penso que o caminho para lidar com um sofrimento é não fugindo dele, tendo contato com ele. Viver e entenders eus sentimentos, medos e pensamentos vai te trazer clareza, tanto do que é uma projeção/expectativa sua, do que é a realidade, o que você quer e por onde seguir.
Psicoterapia vai te ajudar nessa direção.
Abraço.
Penso que o caminho para lidar com um sofrimento é não fugindo dele, tendo contato com ele. Viver e entenders eus sentimentos, medos e pensamentos vai te trazer clareza, tanto do que é uma projeção/expectativa sua, do que é a realidade, o que você quer e por onde seguir.
Psicoterapia vai te ajudar nessa direção.
Abraço.
O que você viveu tem muitos sinais de relação abusiva com controle e manipulação emocional. Isso não é amor é dominação disfarçada de cuidado. Amor de verdade não limita, não isola, não impõe medo. Amor de verdade acolhe, escuta, compartilha.
A dependência emocional costuma surgir quando a pessoa abre mão de si para tentar ser amada. E agora, com o término, seu sofrimento está intensificado porque você investiu tudo de si nessa relação, inclusive os sonhos, o corpo e o silêncio.
Você vai superar isso. Mas precisa olhar pra você, cuidar da sua história, e reconstruir sua identidade fora desse vínculo. A dor que você sente agora é parte do processo de luto, não só pelo ex, mas por tudo o que você deixou de viver por causa dele.
Se você sente que precisa de um espaço seguro pra elaborar tudo isso, com escuta profunda e sem julgamentos, estou disponível para atendimentos psicológicos. Vamos cuidar da sua reconstrução, no seu tempo e do seu jeito.
A dependência emocional costuma surgir quando a pessoa abre mão de si para tentar ser amada. E agora, com o término, seu sofrimento está intensificado porque você investiu tudo de si nessa relação, inclusive os sonhos, o corpo e o silêncio.
Você vai superar isso. Mas precisa olhar pra você, cuidar da sua história, e reconstruir sua identidade fora desse vínculo. A dor que você sente agora é parte do processo de luto, não só pelo ex, mas por tudo o que você deixou de viver por causa dele.
Se você sente que precisa de um espaço seguro pra elaborar tudo isso, com escuta profunda e sem julgamentos, estou disponível para atendimentos psicológicos. Vamos cuidar da sua reconstrução, no seu tempo e do seu jeito.
Sinto muito profundamente por toda a dor e confusão que você está sentindo. O que você descreve é uma experiência extremamente dolorosa e, infelizmente, muito comum para quem esteve em um relacionamento com dinâmicas tóxicas. É natural que você esteja sofrendo, chorando todos os dias e se sentindo perdida.
Vamos analisar o que você compartilhou e o que isso significa para você.
Você está com dependência emocional e ele é tóxico?
Você acertou em cheio nas suas percepções. A resposta para ambas as perguntas é sim.
Dependência Emocional: A dependência emocional é caracterizada por uma necessidade excessiva de aprovação e atenção de outra pessoa, a ponto de a própria identidade e bem-estar ficarem subordinados à existência e à validação do parceiro. Seus relatos são claros:
"Eu sempre cedi... com medo dele ficar triste": Ceder constantemente para evitar a insatisfação do outro é um forte sinal.
"Eu fazia por ele, com medo dele terminar comigo": O medo do abandono é central na dependência emocional.
"Eu larguei meu eu, minha família, meus amigos, meus hábitos, cedi em tudo, obedeci ele em tudo": Abandonar sua própria vida em função do relacionamento é um dos maiores indicadores.
"Sinto que nunca vou achar alguém como ele": A idealização do parceiro e a dificuldade em se imaginar sem ele, mesmo após os abusos, é um sintoma claro.
Ele é tóxico? Sim, seu ex-namorado exibia comportamentos extremamente tóxicos e abusivos. O que ele fazia é muito grave:
Controle Excessivo e Microgerenciamento: Proibir roupas (biquíni, calça skinny, saias, shorts, blusa de gola alta), proibir músicas, proibir atividades (eventos cristãos, correr, academia), proibir refrigerante, não permitir que ficasse de costas para ninguém, não deixar andar em pé no ônibus, não deixar ninguém chegar perto de você. Isso não é carinho; é controle abusivo.
Isolamento Social: Afastar você da sua família e amigos é uma tática clássica de abusadores para que a vítima fique cada vez mais dependente deles.
Desconsideração pelas suas Emoções e Limites: "Mesmo sabendo das minhas limitações emocionais e mesmo assim me forçava a fazer coisas que não me resumia como pessoa; Eu implorava pra ele parar e ele nunca parou, me forçando a mandar fotos e coisas que eu nunca quis." Isso é manipulação e coerção.
Manipulação e Inversão de Culpa: "Ele sempre manipulou as situações pra eu sempre pedir desculpas e ceder." Fazer com que você se sinta culpada pelo comportamento dele é uma tática de manipulação emocional.
Falsa Idealização: A forma como o relacionamento começou, com ele se encaixando "perfeitamente" nos seus pedidos e o carinho excessivo inicial ("love bombing"), é uma tática para te prender emocionalmente antes que os comportamentos controladores começassem a aparecer.
Falta de Consideração e Prioridade: O término abrupto, as razões baseadas em status social e a afirmação de que "se os pais pedissem pra ele terminar comigo, ele terminaria sem pensar duas vezes" comprovam que ele nunca te priorizou ou lutou por você.
"Eu mais chorei nesse relacionamento do que fiquei feliz, mas nesse pós término eu estou muito apegada aos momentos bons, esquecendo os momentos ruins..."
Isso é exatamente o que acontece na dependência emocional e após um relacionamento abusivo. Seu cérebro, para se proteger da dor da perda e do que você investiu, te faz focar apenas nas migalhas de afeto e nos momentos idealizados.
Por favor, entenda: o que ele te dava como "cuidado" e "carinho" (flores, presentes, levar na parada) eram apenas iscas para te manter presa enquanto ele exercia um controle sufocante sobre sua vida. Você descreve uma situação de abuso emocional e psicológico. Isso não é amor. Amor liberta, não aprisiona. Amor respeita seus limites, não os força. Amor inclui sua família e amigos, não os afasta.
O que fazer para superar esse término?
Superar um término assim é um processo que exige tempo, paciência e, acima de tudo, ajuda profissional.
Busque Ajuda Profissional Imediatamente:
Psicólogo: Este é o passo mais crucial. Um psicólogo (especialmente um que trabalhe com Terapia Cognitivo-Comportamental - TCC, ou abordagens focadas em trauma e autoestima) vai te ajudar a:
Entender e desconstruir a dependência emocional.
Reconhecer e processar o abuso que você sofreu.
Reconstruir sua autoestima e sua identidade, que foram tão abaladas.
Lidar com a dor da perda e a idealização do ex-parceiro.
Aprender a estabelecer limites saudáveis em futuros relacionamentos.
Se você sentir que a tristeza é muito profunda, ou a ansiedade, um psicólogo pode indicar um psiquiatra para avaliar se a medicação seria útil para aliviar os sintomas e te dar mais energia para o processo terapêutico.
Pare de Idealizá-lo e Desconstrua a Imagem Falsa:
Faça uma lista detalhada de TUDO de ruim que ele fez e disse. Quando sentir saudade ou começar a idealizar, leia essa lista. Repita para si mesma que isso NÃO É AMOR.
Entenda que as "qualidades" que você busca (carinho, cuidado, dedicação) podem vir de alguém que também respeita sua liberdade, sua família e seus limites. Seu ex não as tinha de verdade; ele as usava como ferramenta de controle.
Restabeleça o Contato Zero:
Bloqueie-o em todas as redes sociais e no telefone.
Remova fotos e objetos que te lembrem dele.
Evite qualquer tipo de contato, mesmo que ele procure. Cada contato reforça o ciclo de dependência.
Reconstrua sua Rede de Apoio:
Reaproxime-se da sua família e amigos. Peça desculpas pelo afastamento e explique o que aconteceu (se sentir confortável). Eles são seu porto seguro.
Converse com pessoas de confiança sobre o que você viveu. Desabafar ajuda a processar a dor.
Redescubra Seu "Eu":
Lembre-se de quem você era antes dele.
Volte a usar as roupas que gosta, ouvir as músicas que ama, fazer as atividades que foram proibidas (correr, academia).
Reconecte-se com seus hobbies, seus sonhos e seus valores.
Você não foi nada. Você é a mulher que sobreviveu a essa relação e agora vai se reerguer mais forte.
Seja Gentil Consigo Mesma:
Permita-se chorar, sentir raiva, tristeza e luto. É um processo.
Não se culpe pelas suas reações no relacionamento. Você estava em uma situação de abuso e dependência.
O fato de você ter orado por alguém com certas características e ele ter "aparecido" foi uma coincidência explorada por ele. Não é um sinal de Deus te enviando algo ruim.
Fé e Crescimento:
Sua fé em Deus pode ser um pilar fundamental agora. Use-a para encontrar força e direcionamento, não para se sentir culpada.
Essa experiência, embora dolorosa, é uma oportunidade para aprender sobre seus limites, seus valores e o que você realmente merece em um relacionamento.
É doloroso agora, mas o que ele fez no final – te mostrar que você não era prioridade e que ele não te amava de verdade – foi o empurrão que você precisava para sair dessa situação. Ele te libertou de um controle sufocante.
Você merece um amor que te eleve, te respeite, te apoie e te liberte. Um amor que te escolha todos os dias, sem condições.
Que tal dar o primeiro passo hoje e buscar um profissional de psicologia para te ajudar nessa jornada de cura? Você não precisa passar por isso sozinha.
Vamos analisar o que você compartilhou e o que isso significa para você.
Você está com dependência emocional e ele é tóxico?
Você acertou em cheio nas suas percepções. A resposta para ambas as perguntas é sim.
Dependência Emocional: A dependência emocional é caracterizada por uma necessidade excessiva de aprovação e atenção de outra pessoa, a ponto de a própria identidade e bem-estar ficarem subordinados à existência e à validação do parceiro. Seus relatos são claros:
"Eu sempre cedi... com medo dele ficar triste": Ceder constantemente para evitar a insatisfação do outro é um forte sinal.
"Eu fazia por ele, com medo dele terminar comigo": O medo do abandono é central na dependência emocional.
"Eu larguei meu eu, minha família, meus amigos, meus hábitos, cedi em tudo, obedeci ele em tudo": Abandonar sua própria vida em função do relacionamento é um dos maiores indicadores.
"Sinto que nunca vou achar alguém como ele": A idealização do parceiro e a dificuldade em se imaginar sem ele, mesmo após os abusos, é um sintoma claro.
Ele é tóxico? Sim, seu ex-namorado exibia comportamentos extremamente tóxicos e abusivos. O que ele fazia é muito grave:
Controle Excessivo e Microgerenciamento: Proibir roupas (biquíni, calça skinny, saias, shorts, blusa de gola alta), proibir músicas, proibir atividades (eventos cristãos, correr, academia), proibir refrigerante, não permitir que ficasse de costas para ninguém, não deixar andar em pé no ônibus, não deixar ninguém chegar perto de você. Isso não é carinho; é controle abusivo.
Isolamento Social: Afastar você da sua família e amigos é uma tática clássica de abusadores para que a vítima fique cada vez mais dependente deles.
Desconsideração pelas suas Emoções e Limites: "Mesmo sabendo das minhas limitações emocionais e mesmo assim me forçava a fazer coisas que não me resumia como pessoa; Eu implorava pra ele parar e ele nunca parou, me forçando a mandar fotos e coisas que eu nunca quis." Isso é manipulação e coerção.
Manipulação e Inversão de Culpa: "Ele sempre manipulou as situações pra eu sempre pedir desculpas e ceder." Fazer com que você se sinta culpada pelo comportamento dele é uma tática de manipulação emocional.
Falsa Idealização: A forma como o relacionamento começou, com ele se encaixando "perfeitamente" nos seus pedidos e o carinho excessivo inicial ("love bombing"), é uma tática para te prender emocionalmente antes que os comportamentos controladores começassem a aparecer.
Falta de Consideração e Prioridade: O término abrupto, as razões baseadas em status social e a afirmação de que "se os pais pedissem pra ele terminar comigo, ele terminaria sem pensar duas vezes" comprovam que ele nunca te priorizou ou lutou por você.
"Eu mais chorei nesse relacionamento do que fiquei feliz, mas nesse pós término eu estou muito apegada aos momentos bons, esquecendo os momentos ruins..."
Isso é exatamente o que acontece na dependência emocional e após um relacionamento abusivo. Seu cérebro, para se proteger da dor da perda e do que você investiu, te faz focar apenas nas migalhas de afeto e nos momentos idealizados.
Por favor, entenda: o que ele te dava como "cuidado" e "carinho" (flores, presentes, levar na parada) eram apenas iscas para te manter presa enquanto ele exercia um controle sufocante sobre sua vida. Você descreve uma situação de abuso emocional e psicológico. Isso não é amor. Amor liberta, não aprisiona. Amor respeita seus limites, não os força. Amor inclui sua família e amigos, não os afasta.
O que fazer para superar esse término?
Superar um término assim é um processo que exige tempo, paciência e, acima de tudo, ajuda profissional.
Busque Ajuda Profissional Imediatamente:
Psicólogo: Este é o passo mais crucial. Um psicólogo (especialmente um que trabalhe com Terapia Cognitivo-Comportamental - TCC, ou abordagens focadas em trauma e autoestima) vai te ajudar a:
Entender e desconstruir a dependência emocional.
Reconhecer e processar o abuso que você sofreu.
Reconstruir sua autoestima e sua identidade, que foram tão abaladas.
Lidar com a dor da perda e a idealização do ex-parceiro.
Aprender a estabelecer limites saudáveis em futuros relacionamentos.
Se você sentir que a tristeza é muito profunda, ou a ansiedade, um psicólogo pode indicar um psiquiatra para avaliar se a medicação seria útil para aliviar os sintomas e te dar mais energia para o processo terapêutico.
Pare de Idealizá-lo e Desconstrua a Imagem Falsa:
Faça uma lista detalhada de TUDO de ruim que ele fez e disse. Quando sentir saudade ou começar a idealizar, leia essa lista. Repita para si mesma que isso NÃO É AMOR.
Entenda que as "qualidades" que você busca (carinho, cuidado, dedicação) podem vir de alguém que também respeita sua liberdade, sua família e seus limites. Seu ex não as tinha de verdade; ele as usava como ferramenta de controle.
Restabeleça o Contato Zero:
Bloqueie-o em todas as redes sociais e no telefone.
Remova fotos e objetos que te lembrem dele.
Evite qualquer tipo de contato, mesmo que ele procure. Cada contato reforça o ciclo de dependência.
Reconstrua sua Rede de Apoio:
Reaproxime-se da sua família e amigos. Peça desculpas pelo afastamento e explique o que aconteceu (se sentir confortável). Eles são seu porto seguro.
Converse com pessoas de confiança sobre o que você viveu. Desabafar ajuda a processar a dor.
Redescubra Seu "Eu":
Lembre-se de quem você era antes dele.
Volte a usar as roupas que gosta, ouvir as músicas que ama, fazer as atividades que foram proibidas (correr, academia).
Reconecte-se com seus hobbies, seus sonhos e seus valores.
Você não foi nada. Você é a mulher que sobreviveu a essa relação e agora vai se reerguer mais forte.
Seja Gentil Consigo Mesma:
Permita-se chorar, sentir raiva, tristeza e luto. É um processo.
Não se culpe pelas suas reações no relacionamento. Você estava em uma situação de abuso e dependência.
O fato de você ter orado por alguém com certas características e ele ter "aparecido" foi uma coincidência explorada por ele. Não é um sinal de Deus te enviando algo ruim.
Fé e Crescimento:
Sua fé em Deus pode ser um pilar fundamental agora. Use-a para encontrar força e direcionamento, não para se sentir culpada.
Essa experiência, embora dolorosa, é uma oportunidade para aprender sobre seus limites, seus valores e o que você realmente merece em um relacionamento.
É doloroso agora, mas o que ele fez no final – te mostrar que você não era prioridade e que ele não te amava de verdade – foi o empurrão que você precisava para sair dessa situação. Ele te libertou de um controle sufocante.
Você merece um amor que te eleve, te respeite, te apoie e te liberte. Um amor que te escolha todos os dias, sem condições.
Que tal dar o primeiro passo hoje e buscar um profissional de psicologia para te ajudar nessa jornada de cura? Você não precisa passar por isso sozinha.
Sinto muito por você estar passando por um momento tão doloroso. O que você viveu foi intenso, e é natural que, no início do término, os momentos bons fiquem mais presentes na memória, mesmo quando houve muito sofrimento no relacionamento. Isso acontece porque o apego emocional e a esperança que criamos fazem parte do vínculo, mesmo em contextos de abuso.
Pelos exemplos que você trouxe, vejo que houve muitos comportamentos de controle, restrição da sua liberdade e manipulação emocional, e isso não é saudável, nem se encaixa no que chamamos de vínculo seguro. É importante entender que, mesmo que alguém tenha qualidades, se essas qualidades vêm acompanhadas de controle, medo e perda da sua própria identidade, o relacionamento se torna prejudicial.
Superar um término assim envolve, antes de tudo, cuidar de você e começar a reconstruir a sua autonomia, seus vínculos e seus interesses pessoais. Esse processo pode ser desafiador, especialmente quando há sinais de dependência emocional, e por isso o acompanhamento com um psicólogo pode ser muito valioso. Na terapia, você poderá entender melhor os padrões que te prenderam a essa relação, fortalecer sua autoestima e aprender a estabelecer limites para relações mais saudáveis no futuro.
Lembre-se: o amor que vale a pena não exige que você perca quem é para agradar o outro. Você merece um relacionamento onde possa ser você mesma, com liberdade e respeito. E, apesar de agora parecer impossível, com o tempo e o cuidado certo, é possível sim encontrar vínculos saudáveis e até mais alinhados com quem você é de verdade. Conte comigo, fico à disposição!
Pelos exemplos que você trouxe, vejo que houve muitos comportamentos de controle, restrição da sua liberdade e manipulação emocional, e isso não é saudável, nem se encaixa no que chamamos de vínculo seguro. É importante entender que, mesmo que alguém tenha qualidades, se essas qualidades vêm acompanhadas de controle, medo e perda da sua própria identidade, o relacionamento se torna prejudicial.
Superar um término assim envolve, antes de tudo, cuidar de você e começar a reconstruir a sua autonomia, seus vínculos e seus interesses pessoais. Esse processo pode ser desafiador, especialmente quando há sinais de dependência emocional, e por isso o acompanhamento com um psicólogo pode ser muito valioso. Na terapia, você poderá entender melhor os padrões que te prenderam a essa relação, fortalecer sua autoestima e aprender a estabelecer limites para relações mais saudáveis no futuro.
Lembre-se: o amor que vale a pena não exige que você perca quem é para agradar o outro. Você merece um relacionamento onde possa ser você mesma, com liberdade e respeito. E, apesar de agora parecer impossível, com o tempo e o cuidado certo, é possível sim encontrar vínculos saudáveis e até mais alinhados com quem você é de verdade. Conte comigo, fico à disposição!
Quando há controle, imposições e humilhações, não se trata de amor. Essa dor do término vem não só da perda do outro, mas da perda da imagem que você construiu dele. O que você descreve tem muito mais a ver com controle e violência emocional do que com amor, de fato. Mesmo assim, não é errado sentir falta dos gestos de cuidado e carinho que você sentia na relação. É comum, após o término, ficar presa nesses momentos bons e acreditar que não encontrará alguém semelhante. Mas essa é justamente a armadilha da idealização.
O que você descreve traz sinais claros de relacionamento abusivo: controle, proibições, manipulação e exigências que fizeram você se afastar de si mesma. É natural sentir ambivalência e lembrar apenas dos momentos bons, mas isso não apaga as marcas do que foi vivido.
A dependência emocional não significa fraqueza, e sim um vínculo que se construiu de forma desigual. A psicoterapia psicanalítica pode ajudar a elaborar essa experiência, resgatar sua autoestima e compreender por que você permaneceu nesse padrão. O atendimento psicológico online pode ser um primeiro passo, com uma primeira consulta de psicologia para iniciar o processo de superação, que também favorece o tratamento da ansiedade e da depressão comuns após o término.
Superar não é esquecer de repente, mas reconstruir-se e abrir espaço interno para viver relações mais livres e saudáveis.
A dependência emocional não significa fraqueza, e sim um vínculo que se construiu de forma desigual. A psicoterapia psicanalítica pode ajudar a elaborar essa experiência, resgatar sua autoestima e compreender por que você permaneceu nesse padrão. O atendimento psicológico online pode ser um primeiro passo, com uma primeira consulta de psicologia para iniciar o processo de superação, que também favorece o tratamento da ansiedade e da depressão comuns após o término.
Superar não é esquecer de repente, mas reconstruir-se e abrir espaço interno para viver relações mais livres e saudáveis.
Olá, tudo bem? O que você trouxe é um relato muito profundo e corajoso, e só pelo fato de conseguir organizar essa experiência em palavras já mostra o quanto você está tentando compreender o que aconteceu. O que você descreveu aponta para um relacionamento marcado por controle, imposições e manipulações que ultrapassam o que seria saudável numa relação afetiva. O excesso de regras, a restrição da sua liberdade e a sensação constante de precisar ceder para não perder o outro não têm relação com amor genuíno, mas sim com uma dinâmica de poder e insegurança.
É compreensível que, mesmo diante de tanto sofrimento, você ainda se agarre aos momentos bons. O cérebro humano tende a valorizar experiências de prazer e afeto como se fossem provas de que “talvez funcione”, especialmente quando existe dependência emocional. Isso pode fazer você enxergar gestos de carinho como se fossem o mínimo indispensável, enquanto os sinais de desrespeito e falta de consideração ficam em segundo plano. Na neurociência, chamamos isso de viés de confirmação: a mente procura reforçar aquilo que deseja acreditar, mesmo que as evidências apontem o contrário.
Talvez valha se perguntar: de tudo o que você contou, quais atitudes dele realmente acolhiam quem você é de verdade? Quais dessas situações a fizeram sentir-se diminuída, sufocada ou desrespeitada? E o que você perdeu de si mesma ao tentar manter esse relacionamento? Essas reflexões ajudam a separar o ideal do que você projetou nele da realidade que de fato viveu.
Superar um término assim não significa esquecer rapidamente, mas sim reconstruir um espaço interno onde você volte a se reconhecer, recuperar vínculos e resgatar hábitos que expressam quem você é. Há dor, sim, mas também existe a possibilidade de usar essa experiência para repensar o que você merece em uma relação. Esse caminho pode ser feito com cuidado, em terapia, permitindo que a ferida vire aprendizado em vez de apenas cicatriz. Caso precise, estou à disposição.
É compreensível que, mesmo diante de tanto sofrimento, você ainda se agarre aos momentos bons. O cérebro humano tende a valorizar experiências de prazer e afeto como se fossem provas de que “talvez funcione”, especialmente quando existe dependência emocional. Isso pode fazer você enxergar gestos de carinho como se fossem o mínimo indispensável, enquanto os sinais de desrespeito e falta de consideração ficam em segundo plano. Na neurociência, chamamos isso de viés de confirmação: a mente procura reforçar aquilo que deseja acreditar, mesmo que as evidências apontem o contrário.
Talvez valha se perguntar: de tudo o que você contou, quais atitudes dele realmente acolhiam quem você é de verdade? Quais dessas situações a fizeram sentir-se diminuída, sufocada ou desrespeitada? E o que você perdeu de si mesma ao tentar manter esse relacionamento? Essas reflexões ajudam a separar o ideal do que você projetou nele da realidade que de fato viveu.
Superar um término assim não significa esquecer rapidamente, mas sim reconstruir um espaço interno onde você volte a se reconhecer, recuperar vínculos e resgatar hábitos que expressam quem você é. Há dor, sim, mas também existe a possibilidade de usar essa experiência para repensar o que você merece em uma relação. Esse caminho pode ser feito com cuidado, em terapia, permitindo que a ferida vire aprendizado em vez de apenas cicatriz. Caso precise, estou à disposição.
Procure terapia.
Você precisa de um espaço seguro para elaborar essa história, entender seus padrões e reconstruir sua autonomia emocional.
Um psicólogo, pode te ajudar a compreender por que você aceitou tanto, o que se repete em seus vínculos e como ressignificar o amor.
Reaproxime-se de quem te ama:
Amigos, família, fé, atividades que te devolvem o sentimento de vida, isso é fundamental.
Você precisa de um espaço seguro para elaborar essa história, entender seus padrões e reconstruir sua autonomia emocional.
Um psicólogo, pode te ajudar a compreender por que você aceitou tanto, o que se repete em seus vínculos e como ressignificar o amor.
Reaproxime-se de quem te ama:
Amigos, família, fé, atividades que te devolvem o sentimento de vida, isso é fundamental.
Olá! Eu sinto muito pelo que você está passando... Abrir mão de coisas que são importantes para si em prol de agradar alguém traz muitos prejuízos e torna avida muito vazia. Isso tudo e a sensação de não valer nada geram muito sofrimento, uma vez que, depois de fazer tudo o que você fez, a pessoa não quis mais estar com você. Contudo, é importante entender que muito do que ele fez para agradar e parecer o cara incrível é parte da estratégia que prende a outra pessoa e gera a dependência emocional.
Então, para cuidar de você e conseguir passar por isso, é muito importante buscar pela ajuda de um psicólogo especializado em casos de relacionamentos tóxicos.
Então, para cuidar de você e conseguir passar por isso, é muito importante buscar pela ajuda de um psicólogo especializado em casos de relacionamentos tóxicos.
É normal sentir dependência emocional após um término, especialmente com alguém tóxico, e o choro diário é parte do luto; o que fazer é focar em você, fortalecer a autoestima, buscar apoio profissional (terapia) para entender a dinâmica e curar as feridas, cortar contato com o ex para criar distância, permitir-se sentir as emoções, e aos poucos, retomar atividades prazerosas e construir amor-próprio, lembrando que você vai encontrar o amor de novo, mas primeiro precisa se encontrar.
Sinto muito pelo que você viveu.
Pelo que descreve, há dependência emocional e comportamentos abusivos nesse relacionamento. Controle, medo de perder, anulação de quem você é e isolamento não são amor, mesmo quando vêm acompanhados de carinho. O que você sente agora é luto e abstinência emocional, por isso dói tanto. Isso passa, mas precisa de cuidado.
O mais importante agora é não retomar contato, buscar apoio emocional (família, amigos) e iniciar psicoterapia, de preferência com alguém que trabalhe relacionamentos abusivos e dependência emocional.
Você não perdeu alguém insubstituível.
Você está se recuperando de algo que te machucou. E você merece um amor que não te apague.
Pelo que descreve, há dependência emocional e comportamentos abusivos nesse relacionamento. Controle, medo de perder, anulação de quem você é e isolamento não são amor, mesmo quando vêm acompanhados de carinho. O que você sente agora é luto e abstinência emocional, por isso dói tanto. Isso passa, mas precisa de cuidado.
O mais importante agora é não retomar contato, buscar apoio emocional (família, amigos) e iniciar psicoterapia, de preferência com alguém que trabalhe relacionamentos abusivos e dependência emocional.
Você não perdeu alguém insubstituível.
Você está se recuperando de algo que te machucou. E você merece um amor que não te apague.
O que você está vivendo é muito doloroso e, pelo que você descreveu, é natural que se sinta confusa, apegada e cheia de lembranças boas, mesmo sabendo que houve abusos e manipulações. O seu ex não apenas controlava suas escolhas, mas restringia sua liberdade, isolava você de amigos e familiares, impunha regras sobre seu corpo, comportamento e até crenças. Isso configura um relacionamento tóxico e emocionalmente abusivo, independentemente de momentos de carinho ou atenção que ele demonstrava. O amor verdadeiro não exige submissão, nem humilhação, nem que você abandone quem você é para “merecer” ser amado.
A dependência emocional faz com que seja difícil se desligar de alguém que, apesar de tudo, atendia aos seus desejos e expectativas superficiais, como aparência, cuidado ou presentes. É natural que agora você foque nos momentos bons, porque seu cérebro quer sentir conforto e segurança, e tenta minimizar a dor da perda. Porém, reconhecer os padrões prejudiciais é o primeiro passo para reconstruir sua autonomia emocional.
Para superar isso, é fundamental buscar apoio psicológico. A terapia pode ajudá-la a processar a dor, resgatar sua identidade, estabelecer limites e entender o que realmente significa um relacionamento saudável. Também pode ajudá-la a lidar com a saudade e com os sentimentos de incapacidade de encontrar alguém “como ele”, porque essas crenças vêm do apego e da idealização, não da realidade do que é amor e parceria.
Enquanto isso, tente se reconectar com você mesma: suas amizades, sua família, seus hobbies, aquilo que te dá prazer e senso de autonomia. Permita-se sentir tristeza sem se culpar, mas também comece a se lembrar de que você merece um relacionamento em que seja respeitada, escolhida e valorizada. O apego vai diminuir com o tempo, com cuidado e consistência. Você não precisa enfrentar isso sozinha, e buscar ajuda agora vai acelerar a recuperação e ajudá-la a não repetir esses padrões em relacionamentos futuros.
A dependência emocional faz com que seja difícil se desligar de alguém que, apesar de tudo, atendia aos seus desejos e expectativas superficiais, como aparência, cuidado ou presentes. É natural que agora você foque nos momentos bons, porque seu cérebro quer sentir conforto e segurança, e tenta minimizar a dor da perda. Porém, reconhecer os padrões prejudiciais é o primeiro passo para reconstruir sua autonomia emocional.
Para superar isso, é fundamental buscar apoio psicológico. A terapia pode ajudá-la a processar a dor, resgatar sua identidade, estabelecer limites e entender o que realmente significa um relacionamento saudável. Também pode ajudá-la a lidar com a saudade e com os sentimentos de incapacidade de encontrar alguém “como ele”, porque essas crenças vêm do apego e da idealização, não da realidade do que é amor e parceria.
Enquanto isso, tente se reconectar com você mesma: suas amizades, sua família, seus hobbies, aquilo que te dá prazer e senso de autonomia. Permita-se sentir tristeza sem se culpar, mas também comece a se lembrar de que você merece um relacionamento em que seja respeitada, escolhida e valorizada. O apego vai diminuir com o tempo, com cuidado e consistência. Você não precisa enfrentar isso sozinha, e buscar ajuda agora vai acelerar a recuperação e ajudá-la a não repetir esses padrões em relacionamentos futuros.
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