Funciona mesmo, falar sozinho com si próprio na frente do espelho para obter uma melhora de autoesti
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Funciona mesmo, falar sozinho com si próprio na frente do espelho para obter uma melhora de autoestima, foco, concentração etc? Os resultados são rápidos, se praticar diariamente?
Olá! Tudo bem? A construção desses fatores que você comentou - autoestima, foco e concentração geralmente estão alinhados a uma serie de fatores e ações que tomamos no nosso dia a dia. Para saber o que funciona melhor para você é essencial o autoconhecimento, assim você reconhece seus padrões e pode entender melhor o que te faz bem. Recomendo a terapia para desenvolver esse autoconhecimento e até mesmo trabalhar nas outras questões citadas. Os resultados vem com o tempo, não podemos dar um tempo exato de como e quando vão funcionar pois não depende de apenas um fator, mas de todo o contexto no qual você vive. Espero ter ajudado, abraços!
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Funciona sim, mas somente isso não tem tanta eficiência. A técnica de falar consigo no espelho faz parte de algo maior, de um passo a posso, isoladamente não tem tanta eficácia. A baixa autoestima atrapalha muito nossas vidas e precisamos aprender a nos amar e valorizar, lidar com suas crenças e pensamentos automáticos. Não tem resultado rápido, o resultado é conforme sua dedicação e o quanto você está aberta a mudança. A terapia te ajuda a lidar com essas questões e melhorar sua autoestima.
Sim, pode ser um exercício que pode ajudar muito. Também seria interessante a psicoterapia, com um profissional trazer algumas questões referentes a autoestima, concentração e foco. Entender por quais motivos esses três fatores começaram a diminuir , ou talvez sua autocobrança esteja muito elevada. Há várias questões que podem ser discutidas, a terapia seria interessante pois além do acompanhamento de um profissional você teria privacidade e segurança de falar essas questões com uma escuta sem julgamentos. Questões como, desde quando isso acontece, se existe algum fator ou acontecimento que iniciou esses comportamentos, quais outras estratégias que usa para lidar com suas emoções ou situações aversivas. E junto com um profissional tatear essas emoções e construir uma forma mais flexível de lidar com as experiencias. Espero ter ajudado, estarei a disposição para qualquer dúvida.
Olá!!
Como vai?
O falar na frente do espelho vai surtir algum tipo de resultado, depende muito de como você se sente ao repetir afirmações positivas, tem um efeito benéfico porém não é só isso. Para aumentar seu foco de concentração e aumento da sua autoestima te recomendo fazer terapia para que seja alinhado ao autoconhecimento para que além das palavras repetidas que já é um excelente exercício você aprenda a se valorizar, a desenvolver o amor próprio e compreender que você é um ser único e cheio de possibilidades.
A psicoterapia é um processo e as mudanças não acontecem do dia pra noite, mais se você estiver aberta a fazer mudanças significativas para tua vida, busque terapia e assim estará iniciando o autocuidado consigo mesmo que é uma forma de amor.
abraços!
Como vai?
O falar na frente do espelho vai surtir algum tipo de resultado, depende muito de como você se sente ao repetir afirmações positivas, tem um efeito benéfico porém não é só isso. Para aumentar seu foco de concentração e aumento da sua autoestima te recomendo fazer terapia para que seja alinhado ao autoconhecimento para que além das palavras repetidas que já é um excelente exercício você aprenda a se valorizar, a desenvolver o amor próprio e compreender que você é um ser único e cheio de possibilidades.
A psicoterapia é um processo e as mudanças não acontecem do dia pra noite, mais se você estiver aberta a fazer mudanças significativas para tua vida, busque terapia e assim estará iniciando o autocuidado consigo mesmo que é uma forma de amor.
abraços!
Olá funciona sim, mas sempre dentro de um contexto, o ideal é entender o porque destes sintomas, fazer um trabalho de auto conhecimento pode ser muito útil, um psicólogo pode te ajudar.
Não tenho resposta para isto baseado na psicologia. O que sei que resolve é a psicoterapia, com um profissional da área.
A autoestima está baseada em 4 pilares: autoconceito (o que pensa sobre si mesmo), autoimagem (como se vê), autoeficácia (o quanto acredita no seu potencial) e auto reforço. Na terapia além de trabalhar esses 4 pilares é necessário trabalhar suas crenças e também diferentes estratégias, tais como:
psicoeducação;
reestruturação cognitiva (ou ressignificação);
ativação comportamental;
treinamento de assertividade;
treinamento em solução de problemas;
treinamento de habilidades sociais.
psicoeducação;
reestruturação cognitiva (ou ressignificação);
ativação comportamental;
treinamento de assertividade;
treinamento em solução de problemas;
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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olá! A técnica mencionada pode ser usada por psicólogos mas dentro do processo terapêutico, atuando em outros pontos necessários que envolvem a autoestima, foco e concentração. Como alguns colegas já mencionaram, na psicoterapia obtém o autoconhecimento, identifica suas qualidades, pontos de melhoria, aprende técnicas, identifica os pensamentos distorcidos presentes e que prejudicam sua autoestima ou a dificuldade em se concentrar. Há variadas questões envolvidas. Por isso, procure um psicólogo para ajudar a se conhecer e melhorar em todos os aspectos de sua vida.
Olá! As técnicas de afirmações são eficientes quando são trabalhadas a fundos e transformadas em verdades dentro de nós, quando entendemos e transformamos nossas crenças. A auto-estima precisa ser tratada, pois quando estamos com baixa auto-estima temos um impacto negativo em nossa vida, nos acarretando sofrimentos, se conhecer é fundamental. Procure ajuda especializada de um psicólogo. Cuide-se. Abraço.
Olá, tudo bem? O que você parece descrever são alguma técnicas de alto afirmação para a melhora da autoestima, essas técnicas sozinhas não tem um funcionamento cientificamente comprovados. Então, não poderia te dizer que funcionam de fato, ou se tão pouco de maneira rápida. Cuidado com as promessas de melhoras rápidas, normalmente são momentâneas e pouco profundas.
E você se perguntou se isso é normal? Na maioria dos casos, sim. Estudos realizados por alguns especialistas, informam que esse é um hábito saudável que ajuda até a organizar os pensamentos. Mesmo que a conversa seja silenciosa, apenas com o movimento da boca, ressaltando que quase todo mundo fala sozinho e é acompanhado pelo costume da infância até a vida adulta. Relembrando que Falar sozinho tem um antigo nome: solilóquio. Aliás, no passado, esse hábito era tratado como uma insanidade, delírio, algo que beirava à loucura ou, até mesmo, esquizofrenia... Uma boa notícia para quem costuma travar diálogos longos e complexos entre si mesmo: isso não significa que você está ficando louco – mas essas conversas solitárias podem aumentar sua inteligência, já que aceleram o lado cognitivo do cérebro. Bem passando para lembrar que cada ser humano é único e singular...porém sempre bom ressaltar que devemos procurar especialista para tirar algumas duvidas.
Olá, boa tarde. Muitas dificuldades, como as de autoestima, entre outras, tem vários fatores alimentando/causando-as. Fazer reflexões frequentes é um caminho para transformá-las, mas dependerá do entendimento que você estiver tendo delas e da forma como você está refletindo, para conseguir provocar uma mudança específica.
Pensar por pensar, repetir pensamentos positivos, sem isso levar em consideração a complexidade, os fatores por trás do problema, sem tocar no ponto certo da forma certa, pode no máximo levar a um bem estar temporário, ou ser uma perda de tempo.
Fico a disposição se quiser conversar mais a respeito. Abs!
Pensar por pensar, repetir pensamentos positivos, sem isso levar em consideração a complexidade, os fatores por trás do problema, sem tocar no ponto certo da forma certa, pode no máximo levar a um bem estar temporário, ou ser uma perda de tempo.
Fico a disposição se quiser conversar mais a respeito. Abs!
Olá, falar com o espelho pode ser uma técnica utilizada para trabalhar a autoestima, foco e concentração, mas o que irá de fato te trazer uma resposta efetiva é a compreensão de si mesmo, das suas emoções e dos prováveis motivos que te fazem se sentir desta forma.
Para isso, o ideal é que procure um psicólogo para te auxiliar nesta jornada.
Para isso, o ideal é que procure um psicólogo para te auxiliar nesta jornada.
Olá!! É necessário autoconhecimento para saber o que vai funcionar melhor para você. Por isso busque ajuda profissional de um psicólogo, no processo psicoterapêutico conseguirá identificar as causas que lhe causa angustia e sofrimento e usar as ferramentas mais adequadas para tratar a questão.
Bom dia
Usar o espelho faz parte de tentativa e não de solução. Busque ajuda com um psicólogo e obterá resultados mais rápidos e menos sofrimento
Usar o espelho faz parte de tentativa e não de solução. Busque ajuda com um psicólogo e obterá resultados mais rápidos e menos sofrimento
Olá! É uma prática que pode te ajudar sim, no entanto, não te ajuda a olhar para a dinâmica que você precisa trabalhar em você especificamente. A prática aliada ao tratamento adequado sim, te ajudará a cuidar do que você precisa.
Somente estas atitudes podem não ter uma resposta satisfatória frente a causa. Importante também avaliar se há necessidade de acompanhamento psiquiátrico, pela dificuldade de concentração, foco, como você relatou. A partir da avalição se não for necessário acompanhamento médico, somente psicoterápico, esse sim pode lhe trazer benefícios, aliados a essa prática. Vale ressaltar que trabalhar o que gera a baixa auto-estima, perda de foco e concentração e como agir por isso não só o comportamento em frente ao espelho trará resultados e sim o acompanhamento psicológico.
Olá! Se essas falas não apresentarem contexto, se for algo aleatório, acredito que não tenha eficácia nenhuma para melhorar a autoestima, o foco e a concentração, pois se assemelha à algumas práticas sem fundamentos científicos.
Desenvolver essas questões requer tempo, ação e compreensão sobre si mesmo. Algo que pode te ajudar, é a busca por autoconhecimento, por meio de estudo, vídeos, conteúdos de valor, etc. A Psicoterapia é uma prática que usa a ciência como apoio, sendo assim, a resolução dos seus problemas poderá ser mais eficiente caso lhe interesse.
Desenvolver essas questões requer tempo, ação e compreensão sobre si mesmo. Algo que pode te ajudar, é a busca por autoconhecimento, por meio de estudo, vídeos, conteúdos de valor, etc. A Psicoterapia é uma prática que usa a ciência como apoio, sendo assim, a resolução dos seus problemas poderá ser mais eficiente caso lhe interesse.
Olá, tudo bem? Bem, a auto afirmação é algo muito bom, mais quando você realmente é convicto e tem certeza do que está sendo afirmado. Mais é preciso pensar por outro lado: será que só a auto afirmação consegue gerar a mudança necessária? será que só auto afirmando você consegue repensar no que te faz agir de uma determinada maneira? Muitas vezes conseguimos achar algumas respostas sozinhos, já outras se faz necessário uma ajuda, de alguém que te acompanhe e te ajude a enxergar além do que você mesmo consegue vê.
Olá, como vai?
A construção de uma melhor autoestima é um processo que requer tempo e que visa o aprofundamento na sua história de vida e sua forma de funcionar no mundo. O objetivo é proporcionar um aumento de sua conscientização sobre si mesmo e com isso, você irá adquirir formas mais criativas de existir e enfrentamento de medos. É isso que trará uma melhor autoestima e autoconfiança.
A técnica que mencionou pode facilitar, mas esse trabalho é mais profundo.
Sugiro a busca por terapia para atingir seu objetivo.
Espero ter te ajudado!
A construção de uma melhor autoestima é um processo que requer tempo e que visa o aprofundamento na sua história de vida e sua forma de funcionar no mundo. O objetivo é proporcionar um aumento de sua conscientização sobre si mesmo e com isso, você irá adquirir formas mais criativas de existir e enfrentamento de medos. É isso que trará uma melhor autoestima e autoconfiança.
A técnica que mencionou pode facilitar, mas esse trabalho é mais profundo.
Sugiro a busca por terapia para atingir seu objetivo.
Espero ter te ajudado!
A nossa autoestima está relacionada também ao conceito que temos sobre nós mesmas e isso se relaciona com toda a nossa personalidade. Esse tipo de técnica pode te auxiliar se faz sentido pra você, mas geralmente percebe-se que questões ligadas a baixa autoestima carrega implicações mais profundas. Se é algo que sentes que te incomoda a terapia pode te auxiliar a explorar melhor essas questões.
Olá! como vai? Bem, diferente do que afirmam algumas técnicas, a psicologia é uma ciência séria e compreende o ser humano em sua totalidade, sabendo que cada indivíduo é único e que, nem sempre o que funciona para uma pessoa funciona para as outras. Para afirmar com mais convicção o que funciona melhor para adquirir habilidades de autoestima e autoconfiança e para compreender melhor as causas das suas limitações e como superá-las, é imprescindível o autoconhecimento (para você ter clareza do que traz mais resultados na sua vida). Você pode ir testando diferentes técnicas e ir se autoavaliando e, caso você precise de ajuda mais especializada e profissional, sugiro procurar um especialista em saúde mental, psicólogos e/ou psiquiatras.
Qualquer dúvida me coloco a disposição!
Qualquer dúvida me coloco a disposição!
Olá, essa estratégia pode sim te ajudar quando associada a outras técnicas, e a psicoterapia. A Autoestima não está relacionada apenas ao que vemos no espelho, mas sim a percepção que tem de si como um todo (o que pensa de si como pessoa, sobre seu valor, sobre sua imagem, sobre sua capacidade e o quanto reconhece seus pequenos passos), e um ponto importante nisso são os suas ações. A terapia irá te ajudar nesse processo. Espero ter ajudado, até mais!
Olá... eu diria que pode funcionar, mas não tem nada que funcione para todos! Por exemplo, para uma pessoa que tem uma visão ruim de sua imagem (autoimagem) pode se sentir mal fazendo isso em um primeiro momento...
Autoestima não é algo que melhora com um exercício isolado com intensidade... é uma construção que você faz de si mesmo e da forma de se tratar.
A psicoterapia pode auxiliar muito nessa relação com você mesmo, além de ensinar mais técnicas de autocuidado e autocompaixão, que são muito úteis quando se tem uma visão muito crítica de si mesmo. Fico à disposição! Até mais...
Autoestima não é algo que melhora com um exercício isolado com intensidade... é uma construção que você faz de si mesmo e da forma de se tratar.
A psicoterapia pode auxiliar muito nessa relação com você mesmo, além de ensinar mais técnicas de autocuidado e autocompaixão, que são muito úteis quando se tem uma visão muito crítica de si mesmo. Fico à disposição! Até mais...
Sim, esses são esses exercícios que trazem resultados, mas como dito por uma colega anteriormente, são apenas uma parte de um processo maior e, portanto, tem resultados limitados.
Quanto a velocidade dos resultados, depende do que você está esperando, mas os resultados não dependem somente da repetição, mas de uma série de outros fatores pessoais. Abs
Quanto a velocidade dos resultados, depende do que você está esperando, mas os resultados não dependem somente da repetição, mas de uma série de outros fatores pessoais. Abs
Olá! Sim, são bons exercícios, porém o mais importante do que fazer esses exercícios é importante entender os motivos da baixa autoestima, os motivos da falta de foco e concentração.
Precisamos entender e tratar desde a raiz para que esses problemas sejam resolvidos e não somente escondidos com esses exercícios.
Cuide-se, busque a psicoterapia.
À disposição!
Precisamos entender e tratar desde a raiz para que esses problemas sejam resolvidos e não somente escondidos com esses exercícios.
Cuide-se, busque a psicoterapia.
À disposição!
Olá, como vc está?
isso de falar sozinho e dizer afirmações pode ajudar momentaneamente a vc reforçar uma característica que vc quer muito. Mas recomendo o processo terapeutico com um profissional que vc sinta confiança, e possa te guiar em seu processo.
A autoestima é construída na infância. Acreditando em suas potencialidades é possível ter uma vida mais saudável em todas as suas relações. Mas pra isso Sugiro que procure um Psicólogo para entender o porquê dessa visão sobre si mesmo e se conhecer melhor. A baixa autoestima pode desencadear outros problemas e é importante cuidar disso. Com ajuda profissional vc conseguirá não só se entender, mas aprofundar sua autopercepção de si e conseguir lidar e criar estratégias mais seguras que te ajudem.
Sou a Letícia, sou psicóloga e me coloco à disposição @psi.leticiaaa
isso de falar sozinho e dizer afirmações pode ajudar momentaneamente a vc reforçar uma característica que vc quer muito. Mas recomendo o processo terapeutico com um profissional que vc sinta confiança, e possa te guiar em seu processo.
A autoestima é construída na infância. Acreditando em suas potencialidades é possível ter uma vida mais saudável em todas as suas relações. Mas pra isso Sugiro que procure um Psicólogo para entender o porquê dessa visão sobre si mesmo e se conhecer melhor. A baixa autoestima pode desencadear outros problemas e é importante cuidar disso. Com ajuda profissional vc conseguirá não só se entender, mas aprofundar sua autopercepção de si e conseguir lidar e criar estratégias mais seguras que te ajudem.
Sou a Letícia, sou psicóloga e me coloco à disposição @psi.leticiaaa
Olá, o que funciona de verdade para melhorar a autoestima é o autoconhecimento, sem isso você vai ficar "enxugando gelo", pois somente conhecendo sua história, olhando para dentro de si mesmo é que você irá conseguir entender o que se passa com você e mudar seus padrões de comportamentos, muitas vezes inconscientes.
Caso queira minha ajuda, fico à disposição.
Caso queira minha ajuda, fico à disposição.
Os aspectos que você mencionou - como autoestima, foco e concentração - geralmente são influenciados por várias ações em nosso cotidiano. O autoconhecimento é fundamental para descobrir o que funciona melhor para você, reconhecendo seus padrões e entendendo o que te faz sentir bem. Recomendo a terapia como forma de desenvolver esse autoconhecimento e lidar com outras questões mencionadas. Os resultados surgem ao longo do tempo, variando de acordo com o contexto em que você vive. Fico à disposição!
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Olá! Embora a estratégia mencionada possa oferecer um alívio temporário, é fundamental questionar até que ponto falar diante do espelho será realmente eficaz para lidar com questões tão profundas. Será que simplesmente repetir palavras será suficiente para promover uma transformação genuína em você? Acredito que a chave para abordar essas questões reside em compreender os eventos e experiências em sua história pessoal que podem ter contribuído para suas dificuldades atuais. Combinar essa prática, que despertou o seu interesse, com outras formas de autoconhecimento, como a terapia, pode ser mais eficaz para promover mudanças verdadeiramente significativas e duradouras.
Sim, pode ser um exercício que pode ajudar muito. Também seria interessante a psicoterapia, com um profissional trazer algumas questões referentes a autoestima, concentração e foco.
Olá! Em relação à autoestima, você poderá até sentir uma melhora momentânea usando essa técnica, mas ela não terá sustentação a longo prazo. A falta de autoestima vem na maioria das vezes de uma construção profunda e enraizada de crenças e sentimentos negativos sobre si, e por isso, necessita de um trabalho bastante específico de autoconhecimento.
Olá! Espero que esteja bem.
Se tratando de auto-estima dependendo do caso, pode ser mais complexo do que parece. Exercícios como esse, podem ser úteis mas não à longo prazo, pois existem crenças e emoções construídas ao longo do tempo, e que precisam ser trabalhadas junto a um profissional que saberá te orientar no que deve ser feito com segurança.
Se tratando de auto-estima dependendo do caso, pode ser mais complexo do que parece. Exercícios como esse, podem ser úteis mas não à longo prazo, pois existem crenças e emoções construídas ao longo do tempo, e que precisam ser trabalhadas junto a um profissional que saberá te orientar no que deve ser feito com segurança.
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Por mais engraçado que seja, a resposta é: SIM! Falar consigo mesmo na frente do espelho, também conhecido como "autoafirmação" ou "talking to oneself," pode ser uma técnica eficaz para melhorar a autoestima, o foco e a concentração. Esta prática envolve olhar para si mesmo no espelho e verbalizar afirmações positivas ou encorajadoras. Isso traz benefícios como: aumento da autoestima, melhora no foco e concentração e diminuição do stress.
Olá, espero que esteja bem!
A resposta é SIM. A técnica de falar na frente do espelho auxilia no processo de autoconfiança e elevar a autoestima. Porém essa técnica realizada isoladamente não trará o resultado que você almeja, é importante você buscar se conhecer através da psicoterapia juntamente com um profissional que irá lhe auxiliar no processo de identificação dos fatores que abalam sua autoestima e suas crenças disfuncionais que fortalecem sua baixa autoestima.
Busque ajuda de um profissional para um resultado mais efetivo!
A resposta é SIM. A técnica de falar na frente do espelho auxilia no processo de autoconfiança e elevar a autoestima. Porém essa técnica realizada isoladamente não trará o resultado que você almeja, é importante você buscar se conhecer através da psicoterapia juntamente com um profissional que irá lhe auxiliar no processo de identificação dos fatores que abalam sua autoestima e suas crenças disfuncionais que fortalecem sua baixa autoestima.
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Sim, essa prática pode trazer benefícios, mas é importante entender como e por que ela funciona, com base da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
Falar consigo mesmo no espelho é uma forma de autoafirmação, que pode ajudar a fortalecer pensamentos positivos e construir crenças mais saudáveis sobre si mesmo. Estudos mostram que a repetição de afirmações positivas, quando alinhadas com objetivos pessoais e com uma visão realista, pode contribuir para melhorar a autoestima, o foco e a autoconfiança.
Porém, é essencial que essas afirmações sejam coerentes com a sua percepção de si mesmo. Se você não acredita no que está dizendo, essa prática pode gerar um efeito contrário, aumentando sentimentos de frustração ou inadequação.
Os resultados dependem da consistência e de como a prática é feita. Embora algumas pessoas possam notar pequenas mudanças rapidamente, o impacto mais profundo geralmente acontece com o tempo, especialmente se a prática for combinada com outras estratégias, como o trabalho em crenças centrais e a reestruturação cognitiva, que podem ser feitos em terapia.
Falar consigo mesmo no espelho é uma forma de autoafirmação, que pode ajudar a fortalecer pensamentos positivos e construir crenças mais saudáveis sobre si mesmo. Estudos mostram que a repetição de afirmações positivas, quando alinhadas com objetivos pessoais e com uma visão realista, pode contribuir para melhorar a autoestima, o foco e a autoconfiança.
Porém, é essencial que essas afirmações sejam coerentes com a sua percepção de si mesmo. Se você não acredita no que está dizendo, essa prática pode gerar um efeito contrário, aumentando sentimentos de frustração ou inadequação.
Os resultados dependem da consistência e de como a prática é feita. Embora algumas pessoas possam notar pequenas mudanças rapidamente, o impacto mais profundo geralmente acontece com o tempo, especialmente se a prática for combinada com outras estratégias, como o trabalho em crenças centrais e a reestruturação cognitiva, que podem ser feitos em terapia.
Sim, essa técnica pode ser eficaz dentro da abordagem comportamental, pois reforça novos padrões de pensamento e influencia diretamente o comportamento. Falar consigo mesmo no espelho funciona como um treino de autoafirmação, ajudando a fortalecer a autoestima, aumentar o foco e reduzir pensamentos negativos.
No entanto, para que seja realmente eficaz, é importante que a prática seja feita de forma regular e acompanhada de ações concretas. Pequenas mudanças diárias geram grandes resultados ao longo do tempo. Caso sinta dificuldades, um acompanhamento psicológico pode auxiliar na construção de estratégias mais personalizadas.
No entanto, para que seja realmente eficaz, é importante que a prática seja feita de forma regular e acompanhada de ações concretas. Pequenas mudanças diárias geram grandes resultados ao longo do tempo. Caso sinta dificuldades, um acompanhamento psicológico pode auxiliar na construção de estratégias mais personalizadas.
Falar sozinho no espelho pode ser uma forma de se associar com suas próprias palavras e desejos, como se o reflexo ajudasse a dar contorno ao que está dentro de você. No entanto, a melhora da autoestima, foco e concentração não depende apenas dessa prática, mas de um percurso mais amplo de elaboração. A análise pode ajudar a entender o que está por trás dessas questões, permitindo que você encontre um caminho mais sólido e duradouro. Os resultados podem variar, mas o importante é respeitar seu tempo e singularidade.
Esta é uma técnica existente, dentre várias outras. Há outras que envolvem escrever a situação e pensar como você poderia lidar, pensar em responder como se fosse a dificuldade para um amigo. No entanto, a técnica usada de forma isolada pode mais atrapalhar do que ajudar.
Há outros fatores que envolvem a melhora da autoestima e foco, e que não precisam incluir falar sozinho no espelho.
O processo de psicoterapia ajuda a identificar como alcançar seus objetivos de maior autoestima e foco, o que atrapalha a construção desses objetivos, e como desenvolver de uma maneira que respeite seu jeito como indivíduo e pessoa.
Há outros fatores que envolvem a melhora da autoestima e foco, e que não precisam incluir falar sozinho no espelho.
O processo de psicoterapia ajuda a identificar como alcançar seus objetivos de maior autoestima e foco, o que atrapalha a construção desses objetivos, e como desenvolver de uma maneira que respeite seu jeito como indivíduo e pessoa.
Pode ajudar em organizar melhor os pensamentos, mas os efeitos que você quer talvez em uma terapia ser mais eficiente, por ali você direcionar a sua fala para um analista que poderá lhe ajudar nas peerguntas e conduções. Mas, por que você quer esses resultados rápidos?
Sim, falar sozinho com si próprio na frente do espelho, especialmente usando afirmações positivas e praticando o autodiálogo compassivo (o que é chamado de "mirror work" ou "trabalho com o espelho"), pode ser uma ferramenta eficaz para melhorar a autoestima, o foco e a concentração, e até mesmo reduzir a ansiedade.
Como funciona e por que é eficaz:
Reestruturação Cognitiva Visual: Quando você fala para si mesma no espelho, você está externalizando seus pensamentos e vendo a si mesma. Isso cria uma espécie de "distância" do seu diálogo interno, permitindo que você o observe de uma nova perspectiva. Se você tem pensamentos autocríticos ("eu não sou boa o suficiente"), falar o oposto ("eu sou capaz", "eu me aceito") enquanto se olha nos olhos pode ajudar a desafiar essas crenças negativas.
Contato Visual e Autenticidade: Manter contato visual consigo mesma no espelho pode ser desconfortável no início, mas é um exercício poderoso de autoconexão e autenticidade. Isso te força a encarar suas emoções e sua imagem, e pode levar a uma maior autoaceitação.
Reforço de Afirmações Positivas: Repetir afirmações positivas em voz alta e olhando para si mesma no espelho torna-as mais poderosas. Seu cérebro processa tanto a informação auditiva (sua voz) quanto a visual (sua imagem), o que pode ajudar a internalizar essas crenças de forma mais eficaz.
Consciência Corporal e Expressão: Ao se ver falando, você também se torna mais consciente de suas expressões faciais e linguagem corporal. Isso pode ser útil para identificar como a ansiedade se manifesta fisicamente e para praticar expressões mais confiantes ou calmas.
Aumento da Autoconsciência e Autorregulação Emocional: A prática regular do trabalho com o espelho aumenta a consciência sobre seus pensamentos, emoções e padrões de fala interna. Isso te capacita a regular melhor suas emoções e a responder de forma mais compassiva a si mesma.
"Rewiring" do Cérebro: A repetição consistente de afirmações positivas e do autodiálogo compassivo pode, ao longo do tempo, levar a mudanças na atividade cerebral, fortalecendo regiões ligadas à autoaceitação, autoconsciência e regulação emocional.
Resultados e Tempo para Ver os Benefícios:
Resultados rápidos? Você pode sentir uma melhora inicial na autoconsciência e uma sensação de empoderamento desde os primeiros dias, especialmente se nunca praticou isso antes. A sensação de desconforto inicial pode ser um sinal de que você está rompendo uma barreira.
Melhora duradoura e significativa: Para resultados mais profundos e duradouros na autoestima, foco e concentração (que são complexos e muitas vezes afetados por ansiedade e depressão), é necessário consistência e paciência. Não é uma "cura mágica" imediata, mas uma prática contínua de mudança de hábitos mentais. Muitos especialistas sugerem que os resultados podem ser notados em algumas semanas a alguns meses de prática diária e consistente.
Importância da Consistência: A prática diária, mesmo que por apenas 5 a 10 minutos, é crucial. Assim como um músculo, a mente precisa de exercícios regulares para se fortalecer em novas formas de pensar.
Como aplicar (dicas):
Comece pequeno: Se for desconfortável, comece com 1-2 minutos e aumente gradualmente.
Escolha afirmações que ressoem: Elas precisam ser significativas para você. Em vez de "eu sou perfeita" (que pode soar irreal), tente algo como "eu sou digna de amor e respeito", "eu sou capaz de superar desafios", "eu me aceito como sou, com minhas forças e minhas fraquezas".
Seja gentil consigo mesma: Evite a autocrítica. Se um pensamento negativo surgir, reconheça-o e redirecione para a afirmação positiva.
Foque nos olhos: Tente manter contato visual com seus próprios olhos.
Use emoção: Sinta a emoção por trás das palavras que você está dizendo.
Combine com terapia: Essa prática é uma excelente ferramenta complementar à psicoterapia (especialmente TCC), pois o psicólogo pode te ajudar a identificar as crenças centrais negativas e a criar afirmações mais eficazes, além de processar as emoções e traumas subjacentes que afetam sua autoestima e foco.
Em seu caso específico, com Síndrome do Pânico, depressão e ansiedade:
O trabalho com o espelho pode ser particularmente útil para:
Fortalecer a autoaceitação: Que é fundamental quando se lida com a sensação de não ser "suficiente" para os outros ou quando o corpo parece "trair" você com crises.
Reduzir a autocrítica: Que é um forte componente da ansiedade e depressão.
Melhorar o foco e a concentração: Ao praticar a atenção plena no momento presente durante o exercício.
Lembre-se que é uma ferramenta valiosa, mas que deve ser vista como parte de uma estratégia de bem-estar mais ampla, que inclui o tratamento medicamentoso e a psicoterapia profissional.
Como funciona e por que é eficaz:
Reestruturação Cognitiva Visual: Quando você fala para si mesma no espelho, você está externalizando seus pensamentos e vendo a si mesma. Isso cria uma espécie de "distância" do seu diálogo interno, permitindo que você o observe de uma nova perspectiva. Se você tem pensamentos autocríticos ("eu não sou boa o suficiente"), falar o oposto ("eu sou capaz", "eu me aceito") enquanto se olha nos olhos pode ajudar a desafiar essas crenças negativas.
Contato Visual e Autenticidade: Manter contato visual consigo mesma no espelho pode ser desconfortável no início, mas é um exercício poderoso de autoconexão e autenticidade. Isso te força a encarar suas emoções e sua imagem, e pode levar a uma maior autoaceitação.
Reforço de Afirmações Positivas: Repetir afirmações positivas em voz alta e olhando para si mesma no espelho torna-as mais poderosas. Seu cérebro processa tanto a informação auditiva (sua voz) quanto a visual (sua imagem), o que pode ajudar a internalizar essas crenças de forma mais eficaz.
Consciência Corporal e Expressão: Ao se ver falando, você também se torna mais consciente de suas expressões faciais e linguagem corporal. Isso pode ser útil para identificar como a ansiedade se manifesta fisicamente e para praticar expressões mais confiantes ou calmas.
Aumento da Autoconsciência e Autorregulação Emocional: A prática regular do trabalho com o espelho aumenta a consciência sobre seus pensamentos, emoções e padrões de fala interna. Isso te capacita a regular melhor suas emoções e a responder de forma mais compassiva a si mesma.
"Rewiring" do Cérebro: A repetição consistente de afirmações positivas e do autodiálogo compassivo pode, ao longo do tempo, levar a mudanças na atividade cerebral, fortalecendo regiões ligadas à autoaceitação, autoconsciência e regulação emocional.
Resultados e Tempo para Ver os Benefícios:
Resultados rápidos? Você pode sentir uma melhora inicial na autoconsciência e uma sensação de empoderamento desde os primeiros dias, especialmente se nunca praticou isso antes. A sensação de desconforto inicial pode ser um sinal de que você está rompendo uma barreira.
Melhora duradoura e significativa: Para resultados mais profundos e duradouros na autoestima, foco e concentração (que são complexos e muitas vezes afetados por ansiedade e depressão), é necessário consistência e paciência. Não é uma "cura mágica" imediata, mas uma prática contínua de mudança de hábitos mentais. Muitos especialistas sugerem que os resultados podem ser notados em algumas semanas a alguns meses de prática diária e consistente.
Importância da Consistência: A prática diária, mesmo que por apenas 5 a 10 minutos, é crucial. Assim como um músculo, a mente precisa de exercícios regulares para se fortalecer em novas formas de pensar.
Como aplicar (dicas):
Comece pequeno: Se for desconfortável, comece com 1-2 minutos e aumente gradualmente.
Escolha afirmações que ressoem: Elas precisam ser significativas para você. Em vez de "eu sou perfeita" (que pode soar irreal), tente algo como "eu sou digna de amor e respeito", "eu sou capaz de superar desafios", "eu me aceito como sou, com minhas forças e minhas fraquezas".
Seja gentil consigo mesma: Evite a autocrítica. Se um pensamento negativo surgir, reconheça-o e redirecione para a afirmação positiva.
Foque nos olhos: Tente manter contato visual com seus próprios olhos.
Use emoção: Sinta a emoção por trás das palavras que você está dizendo.
Combine com terapia: Essa prática é uma excelente ferramenta complementar à psicoterapia (especialmente TCC), pois o psicólogo pode te ajudar a identificar as crenças centrais negativas e a criar afirmações mais eficazes, além de processar as emoções e traumas subjacentes que afetam sua autoestima e foco.
Em seu caso específico, com Síndrome do Pânico, depressão e ansiedade:
O trabalho com o espelho pode ser particularmente útil para:
Fortalecer a autoaceitação: Que é fundamental quando se lida com a sensação de não ser "suficiente" para os outros ou quando o corpo parece "trair" você com crises.
Reduzir a autocrítica: Que é um forte componente da ansiedade e depressão.
Melhorar o foco e a concentração: Ao praticar a atenção plena no momento presente durante o exercício.
Lembre-se que é uma ferramenta valiosa, mas que deve ser vista como parte de uma estratégia de bem-estar mais ampla, que inclui o tratamento medicamentoso e a psicoterapia profissional.
Olá! Essa é uma pergunta muito interessante — e bastante comum. Falar consigo mesmo diante do espelho pode ter efeitos positivos, sim, especialmente quando usado como forma de autoconhecimento e incentivo pessoal. No entanto, os resultados não acontecem de forma imediata ou mágica.
Na perspectiva da Análise do Comportamento, o que realmente produz mudança é a repetição de ações coerentes com o que você valoriza e deseja desenvolver. Ou seja, o “falar no espelho” pode ser um ponto de partida para fortalecer novos comportamentos, mas é a prática diária — com escolhas e atitudes consistentes — que traz resultados duradouros.
Se a autoestima ou a concentração têm sido um desafio constante, o acompanhamento psicológico pode ajudar a entender as causas, reorganizar seus hábitos e fortalecer repertórios que sustentem uma mudança real. A psicoterapia é um espaço seguro para isso.
Na perspectiva da Análise do Comportamento, o que realmente produz mudança é a repetição de ações coerentes com o que você valoriza e deseja desenvolver. Ou seja, o “falar no espelho” pode ser um ponto de partida para fortalecer novos comportamentos, mas é a prática diária — com escolhas e atitudes consistentes — que traz resultados duradouros.
Se a autoestima ou a concentração têm sido um desafio constante, o acompanhamento psicológico pode ajudar a entender as causas, reorganizar seus hábitos e fortalecer repertórios que sustentem uma mudança real. A psicoterapia é um espaço seguro para isso.
Falar consigo mesmo em frente ao espelho pode ajudar, mas não é uma técnica isolada nem milagrosa. Funciona melhor quando usado como reforço de autopercepção e autocompaixão, ajudando a organizar pensamentos e reduzir a autocrítica.
Os resultados não são imediatos e variam de pessoa para pessoa. Para ganhos consistentes em autoestima, foco e concentração, o ideal é associar essa prática à psicoterapia, onde ela pode ser usada de forma estruturada e eficaz.
Os resultados não são imediatos e variam de pessoa para pessoa. Para ganhos consistentes em autoestima, foco e concentração, o ideal é associar essa prática à psicoterapia, onde ela pode ser usada de forma estruturada e eficaz.
Olá, tudo bem?
Falar consigo mesmo diante do espelho não é, por si só, algo mágico ou automaticamente transformador, mas pode ter efeitos positivos dependendo de como isso é feito e do contexto emocional da pessoa. O que costuma gerar mudança não é o espelho em si, e sim o contato consciente com a própria experiência interna. Quando alguém se observa e se dirige a si com atenção, clareza e intenção, pode estar treinando novas formas de diálogo interno, algo que influencia diretamente autoestima, foco e regulação emocional.
Por outro lado, quando esse exercício vira apenas a repetição automática de frases positivas, sem conexão real com o que a pessoa sente, os resultados tendem a ser limitados ou até frustrantes. Para algumas pessoas, olhar no espelho e afirmar algo em que ainda não acreditam pode aumentar a autocrítica, em vez de reduzir. O cérebro costuma responder melhor quando há autenticidade, curiosidade e coerência entre emoção e linguagem, não quando tenta “forçar” um estado emocional que ainda não existe.
Os efeitos, quando acontecem, não costumam ser imediatos no sentido de uma mudança profunda e estável, mas podem gerar pequenas alterações na forma de se perceber ao longo do tempo. A prática diária pode ajudar, desde que esteja integrada a um processo mais amplo de compreensão dos próprios padrões de pensamento, emoções e comportamentos. É aí que o trabalho psicológico faz diferença, ajudando a transformar o diálogo interno de forma consistente e não apenas pontual.
O que você espera sentir ao fazer esse tipo de prática? Quando se observa no espelho, que tipo de pensamento costuma surgir automaticamente? Isso te aproxima de você ou gera desconforto? E em quais áreas da sua vida você percebe que a autocrítica ou a dispersão aparecem com mais força hoje?
Caso precise, estou à disposição.
Falar consigo mesmo diante do espelho não é, por si só, algo mágico ou automaticamente transformador, mas pode ter efeitos positivos dependendo de como isso é feito e do contexto emocional da pessoa. O que costuma gerar mudança não é o espelho em si, e sim o contato consciente com a própria experiência interna. Quando alguém se observa e se dirige a si com atenção, clareza e intenção, pode estar treinando novas formas de diálogo interno, algo que influencia diretamente autoestima, foco e regulação emocional.
Por outro lado, quando esse exercício vira apenas a repetição automática de frases positivas, sem conexão real com o que a pessoa sente, os resultados tendem a ser limitados ou até frustrantes. Para algumas pessoas, olhar no espelho e afirmar algo em que ainda não acreditam pode aumentar a autocrítica, em vez de reduzir. O cérebro costuma responder melhor quando há autenticidade, curiosidade e coerência entre emoção e linguagem, não quando tenta “forçar” um estado emocional que ainda não existe.
Os efeitos, quando acontecem, não costumam ser imediatos no sentido de uma mudança profunda e estável, mas podem gerar pequenas alterações na forma de se perceber ao longo do tempo. A prática diária pode ajudar, desde que esteja integrada a um processo mais amplo de compreensão dos próprios padrões de pensamento, emoções e comportamentos. É aí que o trabalho psicológico faz diferença, ajudando a transformar o diálogo interno de forma consistente e não apenas pontual.
O que você espera sentir ao fazer esse tipo de prática? Quando se observa no espelho, que tipo de pensamento costuma surgir automaticamente? Isso te aproxima de você ou gera desconforto? E em quais áreas da sua vida você percebe que a autocrítica ou a dispersão aparecem com mais força hoje?
Caso precise, estou à disposição.
Falar sozinho diante do espelho pode ajudar algumas pessoas a se perceberem, organizar pensamentos e ensaiar afirmações positivas, mas não funciona de forma mágica nem imediata para melhorar autoestima, foco ou concentração. Os efeitos são sutis e exigem prática constante, reflexão e, muitas vezes, integração com outras estratégias, como psicoterapia, exercícios de atenção, autocompaixão e desenvolvimento de hábitos consistentes. Não é algo que, por si só, gere resultados rápidos; a transformação vem de um trabalho diário mais amplo sobre como você pensa, sente e age, e não apenas de repetir frases diante do espelho.
Olá! Essas técnicas (seja qual for) não funcionam sozinhas e sem acompanhamento de um processo psicoterápico. Dessa forma, para você cuidar da sua autoestima, foco e ter mais concentração o mais indicado é buscar por um psicólogo para você ter a avaliação e o tratamento adequados.
Você entende bem o porque desta estrategia e novo habito que ira te ajudar de dentro para fora ? Não existindo apenas está sugestão, mas é necessario sim vivenciar uma que faça sentido para você, tente durante um tempo e depois crie sua opinião para a duvida diminuir.
Olá! Obrigada pela sua pergunta.
Embora benéfico, o exercício é um complemento e não substitui a psicoterapia. O acompanhamento profissional com um psicólogo é essencial para identificar as raízes da baixa autoestima, corrigir distorções cognitivas e garantir que a prática ocorra de forma saudável e eficaz.
A disposição para qualquer dúvida!
Embora benéfico, o exercício é um complemento e não substitui a psicoterapia. O acompanhamento profissional com um psicólogo é essencial para identificar as raízes da baixa autoestima, corrigir distorções cognitivas e garantir que a prática ocorra de forma saudável e eficaz.
A disposição para qualquer dúvida!
Olá!
Questões como autoestima, foco, concentração, costumam indicar algo mais complexo internamente. Quando a prática fica restrita ao próprio reflexo, ela tende a permanecer no campo da imagem.
Transformações mais consistentes acontecem na presença de um outro. É necessário alguém que escute e intervenha, como no processo psicoterapêutico.
Questões como autoestima, foco, concentração, costumam indicar algo mais complexo internamente. Quando a prática fica restrita ao próprio reflexo, ela tende a permanecer no campo da imagem.
Transformações mais consistentes acontecem na presença de um outro. É necessário alguém que escute e intervenha, como no processo psicoterapêutico.
falar consigo mesma no espelho pode ter efeito pontual para algumas pessoas, mas não costuma produzir mudanças profundas e duradouras na autoestima. autoestima não se constrói apenas por repetição de frases, mas pela forma como a pessoa se percebe, se trata e se relaciona com o mundo.
em clínica, vemos que práticas isoladas podem ajudar momentaneamente, mas a transformação real costuma exigir compreensão das crenças internas, da história emocional e das experiências que sustentam a autocrítica. não é um processo rápido nem automático.
em clínica, vemos que práticas isoladas podem ajudar momentaneamente, mas a transformação real costuma exigir compreensão das crenças internas, da história emocional e das experiências que sustentam a autocrítica. não é um processo rápido nem automático.
Olá, como você tem passado ?
Falar consigo mesmo no espelho pode até contribuir para algumas pessoas no que tange certas questões da própria experiência de se ouvir, mas não é uma técnica com resultados nem garantidos e nem rápidos. Você pode se observar como se trata por dentro e pode substituir a voz interna cruel por uma fala mais realista e gentil. Por outro lado, se essa prática virar autoexigência ou negação do que se sente, pode soar falso e até aumentar a sensação de inadequação.
Numa leitura psicanalítica, autoestima não cresce só por repetição de frases, porque ela está ligada a histórias, vínculos e ao modo como você internalizou críticas, ideais e expectativas. O espelho pode ser útil se for usado para criar um novo tipo de relação consigo: reconhecer emoções, validar limites, sustentar frustrações e nomear o que você de fato está vivendo, sem se humilhar nem se inflar.
Porém o melhor caminho é tratar essa autoestima, se estiver muito baixa, se houver sofrimento persistente, vale procurar um psicólogo de confiança para entender a raiz dessa autocrítica e construir recursos mais estáveis.
Espero ter ajudado e sigo à disposição.
Falar consigo mesmo no espelho pode até contribuir para algumas pessoas no que tange certas questões da própria experiência de se ouvir, mas não é uma técnica com resultados nem garantidos e nem rápidos. Você pode se observar como se trata por dentro e pode substituir a voz interna cruel por uma fala mais realista e gentil. Por outro lado, se essa prática virar autoexigência ou negação do que se sente, pode soar falso e até aumentar a sensação de inadequação.
Numa leitura psicanalítica, autoestima não cresce só por repetição de frases, porque ela está ligada a histórias, vínculos e ao modo como você internalizou críticas, ideais e expectativas. O espelho pode ser útil se for usado para criar um novo tipo de relação consigo: reconhecer emoções, validar limites, sustentar frustrações e nomear o que você de fato está vivendo, sem se humilhar nem se inflar.
Porém o melhor caminho é tratar essa autoestima, se estiver muito baixa, se houver sofrimento persistente, vale procurar um psicólogo de confiança para entender a raiz dessa autocrítica e construir recursos mais estáveis.
Espero ter ajudado e sigo à disposição.
Essa prática tem base científica e é conhecida como autofala positiva ou self-talk, bastante estudada dentro da psicologia cognitiva e do desenvolvimento pessoal. Falar consigo mesmo na frente do espelho pode ajudar a reforçar crenças mais positivas sobre si mesmo, melhorar o autoconhecimento e desenvolver uma relação mais compassiva com a própria imagem. Porém os resultados dependem muito de como essa prática é feita e do que está na base da baixa autoestima ou da dificuldade de foco. Se houver crenças disfuncionais muito enraizadas, essa técnica isolada pode não ser suficiente. Ela funciona melhor como um recurso complementar a um processo terapêutico, onde as causas reais são trabalhadas de forma mais profunda e os resultados tendem a ser mais duradouros.
Olá! Pode até ajudar em algum nível, mas não costuma ser tão simples assim.
Falar consigo mesmo no espelho pode funcionar como uma tentativa de se apoiar, de se organizar por dentro. Em alguns momentos, isso traz um alívio passageiro ou uma sensação de direção.
Mas autoestima, foco e concentração não se sustentam só com repetição de frases.
Muitas vezes, existe algo por trás que não se resolve apenas tentando se convencer do contrário.
Na psicanálise, a mudança não vem de dizer para si mesmo quem você gostaria de ser, mas de poder falar e escutar o que, em você, não encaixa tão bem assim.
Quando isso encontra um espaço de fala, os efeitos tendem a ser mais consistentes do que algo que precisa ser repetido todos os dias para funcionar.
Falar consigo mesmo no espelho pode funcionar como uma tentativa de se apoiar, de se organizar por dentro. Em alguns momentos, isso traz um alívio passageiro ou uma sensação de direção.
Mas autoestima, foco e concentração não se sustentam só com repetição de frases.
Muitas vezes, existe algo por trás que não se resolve apenas tentando se convencer do contrário.
Na psicanálise, a mudança não vem de dizer para si mesmo quem você gostaria de ser, mas de poder falar e escutar o que, em você, não encaixa tão bem assim.
Quando isso encontra um espaço de fala, os efeitos tendem a ser mais consistentes do que algo que precisa ser repetido todos os dias para funcionar.
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