Em 2020 me casei porém um dia antes do casamento meu esposo disse não gostava de mim mais msm assim
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Em 2020 me casei porém um dia antes do casamento meu esposo disse não gostava de mim mais msm assim no dia seguinte nos casamos .ele ficou por muito tempo distante no começo até ficou uns dias na casa da mãe passou meses ele melhorou e eu voltei a ver alegria nele depois de 6 anos parece q ele voltou a ter esse bloqueio.teve várias dias com insônia,irritado ,teve dias com altos e baixos.ate q um dia desses ele me pediu um tempo chorou bastante e já está fazendo 46 dias q está na casa da mãe porém todos os domingos ele faz questão de vir ficar comigo agente namora e tudo com muita conexão.porem quando ele vai embora ele muda completamente fica totalmente distante.agora está se sentindo mal por a gente fazer sexo aos domingos,está sentindo q está me usando.ele parece confuso ,diz q lembra de coisas no nosso casamento q machuca muito ele .ele age como só eu que o machuquei.agora já está falando q não tem vontade de dormir em nossa casa e q não tem quase vontade nenhuma de voltar pra casa .eu e a família dele sabe q tem algum problema na cabeça dele .pq ele sempre chora ,fala q dói nele está fazendo isso pq quem quer se separar pega e se separa e não chora e não tem dúvidas
Sinto muito que você esteja passando por isso. É exaustivo viver nessa 'montanha-russa' emocional, onde um dia há muita conexão e no outro há um muro de gelo.
Pelo que você descreveu, o que seu esposo está vivendo não parece ser uma falta de amor por você, mas sim uma luta interna contra ele mesmo. Para te ajudar a entender o que passa na cabeça dele, imagine o seguinte:
O medo da proximidade: Existem pessoas que, embora amem, sentem um medo profundo de 'se perder' dentro de um relacionamento sério. Para ele, morar junto parece gerar uma pressão que ele não sabe lidar. Ao fugir para a casa da mãe, ele tenta voltar para um lugar onde se sentia seguro antes de ter as responsabilidades de um adulto casado.
O filtro das mágoas: Quando alguém está em crise, a mente foca apenas nas memórias tristes para justificar o afastamento. Ele foca no que te machucou para não ter que encarar que a verdadeira dor está dentro dele, e não no casamento em si.
A confusão do domingo: A conexão que vocês têm aos domingos prova que o sentimento existe. Mas, quando ele vai embora, a culpa aparece. Ele sente que está te 'usando' porque não consegue retribuir com a presença diária que você merece. O choro dele é o sinal mais claro de que ele está dividido: ele não quer te perder, mas não consegue ficar.
Ele está preso em um ciclo de repetição que provavelmente tem raízes muito antigas. Enquanto ele não buscar ajuda profissional para entender por que a felicidade ao seu lado causa tanto medo nele, esse comportamento de 'fugir e voltar' pode continuar se repetindo.
Agora uma pergunta para você refletir: Você sente que ainda tem forças para esperar que ele busque esse tratamento, ou sente que está chegando no seu limite emocional também?"
Pelo que você descreveu, o que seu esposo está vivendo não parece ser uma falta de amor por você, mas sim uma luta interna contra ele mesmo. Para te ajudar a entender o que passa na cabeça dele, imagine o seguinte:
O medo da proximidade: Existem pessoas que, embora amem, sentem um medo profundo de 'se perder' dentro de um relacionamento sério. Para ele, morar junto parece gerar uma pressão que ele não sabe lidar. Ao fugir para a casa da mãe, ele tenta voltar para um lugar onde se sentia seguro antes de ter as responsabilidades de um adulto casado.
O filtro das mágoas: Quando alguém está em crise, a mente foca apenas nas memórias tristes para justificar o afastamento. Ele foca no que te machucou para não ter que encarar que a verdadeira dor está dentro dele, e não no casamento em si.
A confusão do domingo: A conexão que vocês têm aos domingos prova que o sentimento existe. Mas, quando ele vai embora, a culpa aparece. Ele sente que está te 'usando' porque não consegue retribuir com a presença diária que você merece. O choro dele é o sinal mais claro de que ele está dividido: ele não quer te perder, mas não consegue ficar.
Ele está preso em um ciclo de repetição que provavelmente tem raízes muito antigas. Enquanto ele não buscar ajuda profissional para entender por que a felicidade ao seu lado causa tanto medo nele, esse comportamento de 'fugir e voltar' pode continuar se repetindo.
Agora uma pergunta para você refletir: Você sente que ainda tem forças para esperar que ele busque esse tratamento, ou sente que está chegando no seu limite emocional também?"
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Recomendo vocês buscarem conversar com um psicoterapeuta/psicólogo e com um psiquiatra.
boa tarde! poxa, uma situação que parece estar gerando sofrimento tanto pra ele quanto pra você, já pensaram em uma terapia de casal? acredito que ambos poderiam se favorecer de um processo terapêutico.
Olá! Boa noite.
Sinto muito por esta situação tão complexa. Entretanto percebo ser de grande valia para vocês dois buscarem algum tipo de terapia, seja individual ou para casais. Tentem a abordagem psicanalítica ou outra da psicologia que mais lhe agradem.
Sinto muito por esta situação tão complexa. Entretanto percebo ser de grande valia para vocês dois buscarem algum tipo de terapia, seja individual ou para casais. Tentem a abordagem psicanalítica ou outra da psicologia que mais lhe agradem.
Olá, relacionamentos não são simples e fáceis. Parece que seu marido vive um intenso conflito mesmo antes do matrimônio. Mas, a questão a ser analisada é como você tem lidado com isso, casar sabendo que ele não queria, viver esse vai e vem de emoções e sentir que ele não deseja mais a relação. Mais importante do que tentar entende-lo para ajudar é pensar como você se sente sobre isso tudo.
Sinto muito por tudo o que você está vivendo. Dá para perceber, pelo seu relato, o quanto essa situação tem sido confusa, dolorosa e emocionalmente desgastante para você.
O que aparece com muita força é um movimento ambivalente dele: aproximação e vínculo intenso em alguns momentos, seguidos de afastamento, culpa, confusão e sofrimento psíquico. Esse tipo de oscilação, com choro frequente, bloqueios emocionais, irritabilidade, insônia e dificuldade de decisão, costuma indicar um sofrimento emocional importante, que realmente merece cuidado.
Ao mesmo tempo, é fundamental olhar também para como você está dentro dessa dinâmica. Viver nessa espera, nessa alternância entre esperança e afastamento, pode machucar profundamente e gerar muita ansiedade, insegurança e desgaste emocional.
Essas questões são complexas demais para serem resolvidas sozinhos ou apenas no “tempo”. Um acompanhamento psicológico pode ajudar muito — tanto para ele compreender o que está acontecendo internamente, quanto para você ter um espaço de acolhimento, fortalecimento emocional e clareza sobre seus limites e necessidades.
Buscar ajuda não significa que o relacionamento acabou, mas sim que existe algo que precisa ser cuidado com seriedade e responsabilidade emocional. Se quiser, fico à disposição para te orientar melhor em um espaço terapêutico.
O que aparece com muita força é um movimento ambivalente dele: aproximação e vínculo intenso em alguns momentos, seguidos de afastamento, culpa, confusão e sofrimento psíquico. Esse tipo de oscilação, com choro frequente, bloqueios emocionais, irritabilidade, insônia e dificuldade de decisão, costuma indicar um sofrimento emocional importante, que realmente merece cuidado.
Ao mesmo tempo, é fundamental olhar também para como você está dentro dessa dinâmica. Viver nessa espera, nessa alternância entre esperança e afastamento, pode machucar profundamente e gerar muita ansiedade, insegurança e desgaste emocional.
Essas questões são complexas demais para serem resolvidas sozinhos ou apenas no “tempo”. Um acompanhamento psicológico pode ajudar muito — tanto para ele compreender o que está acontecendo internamente, quanto para você ter um espaço de acolhimento, fortalecimento emocional e clareza sobre seus limites e necessidades.
Buscar ajuda não significa que o relacionamento acabou, mas sim que existe algo que precisa ser cuidado com seriedade e responsabilidade emocional. Se quiser, fico à disposição para te orientar melhor em um espaço terapêutico.
Olá. Uma situação bastante dolorosa para vocês dois. Vocês já conversaram sobre fazerem terapia? Ele fazer a terapia dele, para abordar às questões dele. E você fazer a sua, para abordar as suas questões? Esse seria um bom começo.
Importantíssimo que seu esposo fale com um especialista como psicólogo ou psicanalista. É necessário entender a origem desses sentimentos e comportamento. Possivelmente há algo no passado dele afetando o presente dele.
O que você descreve é muito doloroso e confuso, e faz sentido que você esteja exausta emocionalmente. O comportamento dele mostra um conflito interno intenso: ele se aproxima, se conecta, sente afeto e desejo quando está com você, mas ao se afastar entra em colapso, culpa, confusão e sofrimento. Isso costuma acontecer quando a pessoa está dividida entre o vínculo e algo que não foi elaborado dentro dela, como feridas antigas, ressentimentos acumulados, culpa, medo ou uma dificuldade profunda de sustentar intimidade e compromisso. O choro frequente, a insônia, a irritabilidade e os altos e baixos indicam um estado de desorganização emocional, em que o corpo e a mente não conseguem se regular.
Ao mesmo tempo, é importante dizer algo com cuidado: o sofrimento dele é real, mas isso não significa que você seja a causa única desse sofrimento. Quando ele passa a agir como se apenas você o tivesse machucado, isso pode ser uma forma inconsciente de tentar dar sentido à própria dor, projetando no relacionamento algo que, na verdade, é mais amplo e antigo. O fato de ele ir e vir, manter intimidade e depois se sentir mal, mostra que ele ainda não consegue sustentar escolhas claras, e isso acaba colocando você numa posição muito difícil, de espera, dúvida e desgaste.
Do ponto de vista emocional e também do funcionamento do sistema nervoso, viver nessa instabilidade constante mantém você em estado de alerta, insegurança e esperança interrompida, o que pode adoecer. Amor, conexão e sexo não são suficientes quando não há clareza, responsabilidade emocional e disposição real para enfrentar o que está acontecendo. O que vocês vivem hoje não é uma separação clara, mas também não é uma reconstrução, e isso costuma ser o cenário mais doloroso.
Talvez o ponto agora não seja tentar convencê-lo a voltar ou entender tudo o que se passa “na cabeça dele”, mas se perguntar com honestidade o quanto essa dinâmica está sendo suportável para você. Ele precisa de ajuda profissional para lidar com esse conflito interno, e isso não é algo que você, sozinha, consiga resolver por mais amor que exista. A terapia, individual e possivelmente de casal, pode ser um caminho, mas apenas se houver disposição real dele. Para você, buscar um espaço terapêutico também é fundamental, para se fortalecer, organizar seus limites e decidir, com mais clareza, o que é possível sustentar sem se perder de si mesma. Você não está errada por querer estabilidade, presença e segurança; isso não é exigir demais, é o mínimo para que uma relação não se transforme em sofrimento contínuo.
Ao mesmo tempo, é importante dizer algo com cuidado: o sofrimento dele é real, mas isso não significa que você seja a causa única desse sofrimento. Quando ele passa a agir como se apenas você o tivesse machucado, isso pode ser uma forma inconsciente de tentar dar sentido à própria dor, projetando no relacionamento algo que, na verdade, é mais amplo e antigo. O fato de ele ir e vir, manter intimidade e depois se sentir mal, mostra que ele ainda não consegue sustentar escolhas claras, e isso acaba colocando você numa posição muito difícil, de espera, dúvida e desgaste.
Do ponto de vista emocional e também do funcionamento do sistema nervoso, viver nessa instabilidade constante mantém você em estado de alerta, insegurança e esperança interrompida, o que pode adoecer. Amor, conexão e sexo não são suficientes quando não há clareza, responsabilidade emocional e disposição real para enfrentar o que está acontecendo. O que vocês vivem hoje não é uma separação clara, mas também não é uma reconstrução, e isso costuma ser o cenário mais doloroso.
Talvez o ponto agora não seja tentar convencê-lo a voltar ou entender tudo o que se passa “na cabeça dele”, mas se perguntar com honestidade o quanto essa dinâmica está sendo suportável para você. Ele precisa de ajuda profissional para lidar com esse conflito interno, e isso não é algo que você, sozinha, consiga resolver por mais amor que exista. A terapia, individual e possivelmente de casal, pode ser um caminho, mas apenas se houver disposição real dele. Para você, buscar um espaço terapêutico também é fundamental, para se fortalecer, organizar seus limites e decidir, com mais clareza, o que é possível sustentar sem se perder de si mesma. Você não está errada por querer estabilidade, presença e segurança; isso não é exigir demais, é o mínimo para que uma relação não se transforme em sofrimento contínuo.
O que você relata mostra um sofrimento emocional importante, que vem se repetindo ao longo do tempo e que tem impactado profundamente você. Quando vivemos relações marcadas por tanta ambivalência, dor e incerteza, é comum que isso gere ansiedade, confusão e desgaste emocional.
A psicanálise pode ser um espaço para você falar sobre tudo isso com calma, sem julgamentos, e para olhar não apenas para o que acontece com o outro, mas para como você vive essas experiências, os sentimentos que se repetem e o lugar que você vem ocupando nessa relação.
O trabalho terapêutico não é para dar respostas prontas ou decisões imediatas, mas para ajudar você a se escutar melhor, compreender seus afetos e, aos poucos, construir caminhos que façam mais sentido para você.
Se você sentir que é o momento, podemos iniciar esse processo juntas, respeitando o seu tempo e o que for possível para você agora.
A psicanálise pode ser um espaço para você falar sobre tudo isso com calma, sem julgamentos, e para olhar não apenas para o que acontece com o outro, mas para como você vive essas experiências, os sentimentos que se repetem e o lugar que você vem ocupando nessa relação.
O trabalho terapêutico não é para dar respostas prontas ou decisões imediatas, mas para ajudar você a se escutar melhor, compreender seus afetos e, aos poucos, construir caminhos que façam mais sentido para você.
Se você sentir que é o momento, podemos iniciar esse processo juntas, respeitando o seu tempo e o que for possível para você agora.
"QUANDO ALGUEM NÃO CONSEGUE SUSTENTAR UMA ESCOLHA, É PORQUE ALGO INCOSCIENTE ESTÁ EM CONFLITO COM ELA."
por isso, não é possivel saber com certeza o que ele sente apena pelo que diz.
O que pode ajudar você:
OBSERVAR PADRÕES, E NÃO PROMESSAS;
PERCEBER SE HÁ MOVIMENTO REAL DE RESPONSABILIZAÇÃO EMOCIONAL OU REPETIÇÃO;
"CUIDAR DO SEU PROPRIO SOFRIMANTO, SEM ASSUMIR O PAPEL DE SALVÁ-LO; E ENTENDER QUE AMAR ALGUÉM, NÃO SIGNIFICA SUPORTAR IDEFINIÇÕES CONTINUAS"
por isso, não é possivel saber com certeza o que ele sente apena pelo que diz.
O que pode ajudar você:
OBSERVAR PADRÕES, E NÃO PROMESSAS;
PERCEBER SE HÁ MOVIMENTO REAL DE RESPONSABILIZAÇÃO EMOCIONAL OU REPETIÇÃO;
"CUIDAR DO SEU PROPRIO SOFRIMANTO, SEM ASSUMIR O PAPEL DE SALVÁ-LO; E ENTENDER QUE AMAR ALGUÉM, NÃO SIGNIFICA SUPORTAR IDEFINIÇÕES CONTINUAS"
culpa, insônia, choro frequente e oscilações de humor — é importante considerar que ele está em sofrimento, e isso merece avaliação clínica (psicoterapia e, se necessário, psiquiatria). Esses movimentos de aproximação e afastamento não são “falta de caráter”, mas podem indicar conflitos internos importantes. Ao mesmo tempo, você também precisa de um espaço de cuidado para elaborar essa dor, colocar limites e se fortalecer emocionalmente. A terapia pode ajudar muito a compreender essa dinâmica e reduzir o sofrimento.
Se sentir que faz sentido, posso te acompanhar nesse processo terapêutico, de forma ética e respeitosa, para que você não carregue isso sozinha.
Se sentir que faz sentido, posso te acompanhar nesse processo terapêutico, de forma ética e respeitosa, para que você não carregue isso sozinha.
Olá, obrigada por compartilhar algo tão delicado e doloroso!!!
Dá para sentir o quanto essa situação tem sido confusa, angustiante e exaustiva emocionalmente para você. Conviver com idas e vindas, momentos de conexão seguidos de afastamento, gera muita insegurança e sofrimento — e é compreensível que você esteja se perguntando o que realmente está acontecendo.
Pelo que você descreve, seu esposo parece viver um conflito interno intenso. Há sinais importantes de sofrimento psíquico: choro frequente, confusão emocional, ambivalência (quer ficar, mas se afasta), oscilações de humor, insônia, culpa após momentos de intimidade e uma narrativa interna muito carregada de dor e mágoa. Isso pode, sim, estar relacionado a um quadro emocional mais profundo, como depressão, ansiedade, conflitos não elaborados ou até questões anteriores ao relacionamento que estão sendo reativadas agora.
Ao mesmo tempo, é importante cuidar de você dentro disso tudo. Mesmo que ele esteja confuso ou adoecido, o impacto dessa instabilidade recai sobre você, que fica tentando entender, sustentar, esperar e, muitas vezes, se responsabilizar por algo que não está sob seu controle. Quando ele diz que só você o machucou, isso pode refletir o estado emocional dele — mas não significa que essa percepção seja totalmente justa ou real.
O movimento de ir aos domingos, viver momentos de intimidade e depois se afastar, demonstra o quanto ele está dividido internamente. Porém, esse padrão, se mantido, tende a gerar ainda mais desgaste emocional para você, aumentando a sensação de esperança seguida de frustração.
Diante disso, alguns pontos são importantes:
- Ele precisa de avaliação e acompanhamento psicológico e, possivelmente, psiquiátrico. Esse sofrimento não se resolve apenas com tempo ou boa vontade.
- Você não pode carregar sozinha a responsabilidade pela dor dele.
- Também é fundamental que você tenha um espaço de escuta e cuidado para si, para entender seus limites, suas necessidades e até onde consegue sustentar essa dinâmica sem se machucar.
O choro e a dúvida dele mostram que algo está errado, sim — mas isso não significa que você deva permanecer em uma posição de espera indefinida. Relações saudáveis exigem compromisso, clareza e responsabilidade emocional.
Se você desejar, a terapia pode te ajudar a:
- compreender melhor o que está acontecendo;
- fortalecer emocionalmente você nesse processo;
- refletir sobre limites saudáveis;
- decidir, com mais clareza e menos culpa, quais caminhos fazem sentido para sua vida.
Você não está errada por se sentir confusa, cansada ou machucada. Seu sofrimento também importa.
Estou à disposição para te acolher e te ajudar a pensar tudo isso com mais cuidado e segurança
Dá para sentir o quanto essa situação tem sido confusa, angustiante e exaustiva emocionalmente para você. Conviver com idas e vindas, momentos de conexão seguidos de afastamento, gera muita insegurança e sofrimento — e é compreensível que você esteja se perguntando o que realmente está acontecendo.
Pelo que você descreve, seu esposo parece viver um conflito interno intenso. Há sinais importantes de sofrimento psíquico: choro frequente, confusão emocional, ambivalência (quer ficar, mas se afasta), oscilações de humor, insônia, culpa após momentos de intimidade e uma narrativa interna muito carregada de dor e mágoa. Isso pode, sim, estar relacionado a um quadro emocional mais profundo, como depressão, ansiedade, conflitos não elaborados ou até questões anteriores ao relacionamento que estão sendo reativadas agora.
Ao mesmo tempo, é importante cuidar de você dentro disso tudo. Mesmo que ele esteja confuso ou adoecido, o impacto dessa instabilidade recai sobre você, que fica tentando entender, sustentar, esperar e, muitas vezes, se responsabilizar por algo que não está sob seu controle. Quando ele diz que só você o machucou, isso pode refletir o estado emocional dele — mas não significa que essa percepção seja totalmente justa ou real.
O movimento de ir aos domingos, viver momentos de intimidade e depois se afastar, demonstra o quanto ele está dividido internamente. Porém, esse padrão, se mantido, tende a gerar ainda mais desgaste emocional para você, aumentando a sensação de esperança seguida de frustração.
Diante disso, alguns pontos são importantes:
- Ele precisa de avaliação e acompanhamento psicológico e, possivelmente, psiquiátrico. Esse sofrimento não se resolve apenas com tempo ou boa vontade.
- Você não pode carregar sozinha a responsabilidade pela dor dele.
- Também é fundamental que você tenha um espaço de escuta e cuidado para si, para entender seus limites, suas necessidades e até onde consegue sustentar essa dinâmica sem se machucar.
O choro e a dúvida dele mostram que algo está errado, sim — mas isso não significa que você deva permanecer em uma posição de espera indefinida. Relações saudáveis exigem compromisso, clareza e responsabilidade emocional.
Se você desejar, a terapia pode te ajudar a:
- compreender melhor o que está acontecendo;
- fortalecer emocionalmente você nesse processo;
- refletir sobre limites saudáveis;
- decidir, com mais clareza e menos culpa, quais caminhos fazem sentido para sua vida.
Você não está errada por se sentir confusa, cansada ou machucada. Seu sofrimento também importa.
Estou à disposição para te acolher e te ajudar a pensar tudo isso com mais cuidado e segurança
A situação conjugal que você relata apresenta elementos significativos à luz da teoria psicanalítica. O padrão cíclico de aproximação e distanciamento do seu esposo sugere uma repetição compulsiva de conflitos inconscientes não elaborados. Sua oscilação entre momentos de intensa conexão afetiva e sexual aos domingos, seguida por recuos abruptos, aponta para uma dinâmica transferencial onde reatualiza feridas relacionais anteriores. A culpa manifestada após a intimidade física revela um superego punitivo em ação, associado a fantasias de transgressão ou medo de fusão emocional.
As lembranças dolorosas que ele evoca sobre o casamento funcionam como formações de compromisso entre o desejo de vinculação e mecanismos defensivos contra a vulnerabilidade. Sua narrativa unilateral ("só eu o machuquei") demonstra projeção de conteúdos internos não integrados, característica de processos regressivos diante de angústias não simbolizadas. A insônia, labilidade emocional e indecisão prolongada configuram sintomas somáticos de conflitos psíquicos mal resolvidos.
Esta configuração demanda intervenção especializada. O setting analítico oferece espaço seguro para:
Decifrar os significados latentes desta repetição relacional
Identificar objetos internos que fundamentam sua ambivalência
Elaborar as memórias traumáticas que emergem de forma fragmentada
Trabalhar sua capacidade de tolerância à intimidade sem recuo autopunitivo
Como psicanalista, disponho-me a acompanhá-los neste processo de elaboração simbólica. Caso queiram iniciar trabalho terapêutico, estou à disposição para agendarmos uma avaliação conjunta que permita estabelecer o enquadre necessário para este percurso.
As lembranças dolorosas que ele evoca sobre o casamento funcionam como formações de compromisso entre o desejo de vinculação e mecanismos defensivos contra a vulnerabilidade. Sua narrativa unilateral ("só eu o machuquei") demonstra projeção de conteúdos internos não integrados, característica de processos regressivos diante de angústias não simbolizadas. A insônia, labilidade emocional e indecisão prolongada configuram sintomas somáticos de conflitos psíquicos mal resolvidos.
Esta configuração demanda intervenção especializada. O setting analítico oferece espaço seguro para:
Decifrar os significados latentes desta repetição relacional
Identificar objetos internos que fundamentam sua ambivalência
Elaborar as memórias traumáticas que emergem de forma fragmentada
Trabalhar sua capacidade de tolerância à intimidade sem recuo autopunitivo
Como psicanalista, disponho-me a acompanhá-los neste processo de elaboração simbólica. Caso queiram iniciar trabalho terapêutico, estou à disposição para agendarmos uma avaliação conjunta que permita estabelecer o enquadre necessário para este percurso.
Ir atrás não é humilhação quando é escolha consciente.
Humilhação é voltar sem conversa, sem limites e sem mudança.
A questão não é quem vai primeiro,
mas se existe espaço para diálogo sem ameaça.
Se for, vá como adulta.
Não para se diminuir. A terapia vai ajudar passar por este processo.
Rubens Torres
Psicanalista
Humilhação é voltar sem conversa, sem limites e sem mudança.
A questão não é quem vai primeiro,
mas se existe espaço para diálogo sem ameaça.
Se for, vá como adulta.
Não para se diminuir. A terapia vai ajudar passar por este processo.
Rubens Torres
Psicanalista
Pelo que você descreve, a situação que você está vivendo é emocionalmente muito complexa e realmente dolorosa. O comportamento do seu esposo não se parece com o de alguém que simplesmente decidiu se separar. Há sinais claros de sofrimento psíquico intenso: confusão emocional, culpa, choro frequente, insônia, irritabilidade e uma grande dificuldade de tomar decisões. O fato de ele se aproximar de você com afeto e conexão, especialmente aos domingos, e depois se afastar de forma abrupta, indica um conflito interno profundo. Isso mostra ambivalência, não indiferença. Ele parece preso a dores antigas do relacionamento, que não foram elaboradas emocionalmente, e acaba revivendo essas lembranças de forma distorcida, como se apenas você fosse responsável por tudo o que ele sente. Esse tipo de funcionamento não é saudável e ultrapassa o que se espera de uma crise conjugal comum, sugerindo a necessidade de ajuda profissional. Ao mesmo tempo, é fundamental reconhecer que, mesmo havendo sofrimento dele, você também está sendo machucada. Viver nessa dinâmica de aproximação e afastamento constante gera insegurança, desgaste emocional e mantém você em um lugar de espera que pode adoecer. É importante compreender que você não tem como resolver ou curar o que está acontecendo dentro dele. O que está ao seu alcance é cuidar de si, buscar apoio psicológico e, com ajuda, estabelecer limites claros para que essa situação indefinida não continue te ferindo. Ele precisa de acompanhamento psicológico e, possivelmente, de uma avaliação psiquiátrica, mas você também merece acolhimento, orientação e proteção emocional. Amor não deve significar suportar dor contínua. Estou à disposição para te acolher, te ouvir e te ajudar a atravessar esse momento com mais clareza e cuidado.
é importante dar espaço para como você se sente sobre isso tudo. Falar, se escutar e refletir sobre como lidar com isso são movimentos que a terapia pode lhe proporcionar
É importante começar essa resposta dizendo que tudo isso não significa que a responsabilidade seja sua e que tampouco o amor não exista. Me parece que seu esposo está passando por um grande conflito psíquico. O vai-e-vem, o choro frequente, a confusão, a culpa após os encontros e a dificuldade de ocupar a casa indicam alguém dividido internamente, não alguém que decidiu se separar com clareza. É possível que tudo isso esteja ligado a conflitos, culpas ou ressentimentos passados que não conseguiram ser elaborados e estão sendo projetados na relação. Resumindo, ele está sofrendo e não consegue simbolizar o que sente.
Seria importante ele procurar um espaço terapêutico individual para entender o que está acontecendo, mas é MUITO IMPORTANTE que você também se cuide emocionalmente, conseguindo elaborar o que deseja dessa relação, impor limites e ter forças para não viver só na espera e na confusão que é dele. Você tem razão de sentir-se exausta e confusa, amor não é sofrimento. Podemos conversar sobre terapia individual ou de casal, vamos bater um papo. Abs
Seria importante ele procurar um espaço terapêutico individual para entender o que está acontecendo, mas é MUITO IMPORTANTE que você também se cuide emocionalmente, conseguindo elaborar o que deseja dessa relação, impor limites e ter forças para não viver só na espera e na confusão que é dele. Você tem razão de sentir-se exausta e confusa, amor não é sofrimento. Podemos conversar sobre terapia individual ou de casal, vamos bater um papo. Abs
Do ponto de vista da psicanálise, um comportamento desses (como os do seu marido) pode indicar várias coisas, como conflitos internos, dificuldades no relacionamento, ou até questões pessoais que ele precisa trabalhar. A confusão e o choro podem demonstrar o peso dessas emoções e a necessidade de entender o que está acontecendo. Lembre-se de que isso é apenas uma possibilidade e que para compreender profundamente seria necessária uma avaliação profissional.
Isso não é confusão amorosa comum.
Há um sofrimento psíquico sério em jogo.
O padrão é claro:
ele se aproxima → há vínculo, desejo, afeto;
ele se afasta → culpa, dor, retraimento, colapso;
ele chora, mas não decide;
ele acusa, mas não sustenta a separação.
Isso não é “falta de amor”.
É ambivalência psíquica profunda.
Ele parece preso num conflito interno:
quer o vínculo, mas adoece quando ele se torna real.
O sexo, que deveria unir, vira culpa.
A casa, que deveria acolher, vira ameaça.
Você vira, inconscientemente, o lugar onde ele deposita a dor dele.
E atenção:
quando ele diz que “lembra de coisas do casamento que machucam”, não significa que você seja a causa. Muitas vezes, o sujeito reativa feridas antigas e dá um nome atual a elas. O passado dele está falando através de você.
Choro constante, insônia, oscilação de humor, culpa intensa, dificuldade de decisão, fuga do lar — isso aponta para quadro depressivo com forte conflito inconsciente, possivelmente agravado por culpa e angústia moral.
Importante:
isso não se resolve com paciência, amor ou concessão.
isso não é algo que você consiga “consertar”.
Você está sustentando o vínculo quase sozinha.
Ele vai, volta, usufrui do encontro e depois se pune — e te pune junto.
Psicanaliticamente, ele precisa de análise própria.
Não conversa de casal. Não “tempo”. Não conselho da família.
E você precisa se perguntar, com honestidade dura:
até onde você aguenta ser o campo de batalha da dor dele?
Quem ama pode sofrer.
Mas quem ama não mantém o outro num limbo permanente.
Isso é sério.
E merece tratamento, não espera.
Fico à disposição
Há um sofrimento psíquico sério em jogo.
O padrão é claro:
ele se aproxima → há vínculo, desejo, afeto;
ele se afasta → culpa, dor, retraimento, colapso;
ele chora, mas não decide;
ele acusa, mas não sustenta a separação.
Isso não é “falta de amor”.
É ambivalência psíquica profunda.
Ele parece preso num conflito interno:
quer o vínculo, mas adoece quando ele se torna real.
O sexo, que deveria unir, vira culpa.
A casa, que deveria acolher, vira ameaça.
Você vira, inconscientemente, o lugar onde ele deposita a dor dele.
E atenção:
quando ele diz que “lembra de coisas do casamento que machucam”, não significa que você seja a causa. Muitas vezes, o sujeito reativa feridas antigas e dá um nome atual a elas. O passado dele está falando através de você.
Choro constante, insônia, oscilação de humor, culpa intensa, dificuldade de decisão, fuga do lar — isso aponta para quadro depressivo com forte conflito inconsciente, possivelmente agravado por culpa e angústia moral.
Importante:
isso não se resolve com paciência, amor ou concessão.
isso não é algo que você consiga “consertar”.
Você está sustentando o vínculo quase sozinha.
Ele vai, volta, usufrui do encontro e depois se pune — e te pune junto.
Psicanaliticamente, ele precisa de análise própria.
Não conversa de casal. Não “tempo”. Não conselho da família.
E você precisa se perguntar, com honestidade dura:
até onde você aguenta ser o campo de batalha da dor dele?
Quem ama pode sofrer.
Mas quem ama não mantém o outro num limbo permanente.
Isso é sério.
E merece tratamento, não espera.
Fico à disposição
O que você descreve indica um sofrimento psíquico importante do seu marido, marcado por ambivalência, culpa, confusão emocional e dificuldade de sustentar escolhas. A oscilação entre proximidade intensa e afastamento abrupto costuma aparecer quando a pessoa está dividida internamente, sem conseguir elaborar dores antigas, ressentimentos ou conflitos não simbolizados.
Isso não significa que a responsabilidade seja sua, nem que o amor esteja ausente. Chorar, pedir tempo e manter o vínculo aos domingos mostra conflito, não clareza. Ao mesmo tempo, essa dinâmica gera desgaste profundo para você.
A psicoterapia pode ajudar a compreender o que está se repetindo e a pensar limites para que você não carregue sozinha esse sofrimento. Terapia individual e, se houver abertura, terapia de casal, podem ajudar a organizar esse impasse. Estou disponível para essa escuta.
Isso não significa que a responsabilidade seja sua, nem que o amor esteja ausente. Chorar, pedir tempo e manter o vínculo aos domingos mostra conflito, não clareza. Ao mesmo tempo, essa dinâmica gera desgaste profundo para você.
A psicoterapia pode ajudar a compreender o que está se repetindo e a pensar limites para que você não carregue sozinha esse sofrimento. Terapia individual e, se houver abertura, terapia de casal, podem ajudar a organizar esse impasse. Estou disponível para essa escuta.
Olá,
Para que ele resolva esse conflito interno, a melhor opção seria buscar ajuda profissional de um psicólogo, porém essa iniciativa e o desejo de tratamento deve vir dele. O que você pode fazer é buscar compreender melhor o lugar que você está ocupando nessa relação e assim decidir o que é melhor para você (permanecer ou finalizar a relação). Um psicólogo também pode te ajudar nesse processo.
Espero ter ajudado. :)
Para que ele resolva esse conflito interno, a melhor opção seria buscar ajuda profissional de um psicólogo, porém essa iniciativa e o desejo de tratamento deve vir dele. O que você pode fazer é buscar compreender melhor o lugar que você está ocupando nessa relação e assim decidir o que é melhor para você (permanecer ou finalizar a relação). Um psicólogo também pode te ajudar nesse processo.
Espero ter ajudado. :)
Especialistas
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- Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fazer?
- Estou namorando a 7 meses , minha namorada tem dois filhos pequenos de um relacionamento que a deixou muitas marcas pois o ex era abusivo , batia e torturava psicologicamente, eu tento fazer de tudo digo que amo e faço de tudo mas ela já me falou que não consegue mais amar ninguém por causa do sofrimento…
- Peguei meu filho de 14 anos em um jogo de discorde tendo uma bate papo com alguém do sexo masculino assunto de punho sexual, com muitos palavrões, não sei o que fazer . Recolhi o celular dele por medo de ser um pedófilo do outro lado .
- Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesmo tendo inúmeras brigas diárias O pior, sou eu quem procuro e ainda ele me humilha por isso, mas eu não sei como agir e nem como sair desse ciclo que já se repetiu por várias vezes, ele também sempre…
- Minha sobrinha disse numa rede social que acha q gosta de mulher. Acontece q ela tem 18 anos e nunca apresentou comportamento ou preferencias q sugerisse homossexualidade. Tudo se deu recentemente quando ela estreitou laços com uma colega de aula e começou a frequentar academia com a mesma. Falei pra…
- Olá! Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei me expressar e quando eu fico sobre pressão geralmente começo a chorar sem para, meu parceiro acha que prefiro ignorar ele ou que eu não tem o que dizer, mas na verdade minha mente fica a mil, mas não…
- Como sair mais rápido da fase de negação do luto do divórcio?
- Estou em um relacionamento a 3 meses e ela me pediu relacionamento aberto, não entendo como uma pessoa que diz que gosta de mim quer ficar com outras pessoas, principalmente na fase inicial do “namoro”!
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