Meu filho a partir dos 3 anos começou a dizer q queria ter nascido menina, perguntou pq papai do céu

24 respostas
Meu filho a partir dos 3 anos começou a dizer q queria ter nascido menina, esta com 7 e tem isto até hoje, qual profissional devo procurar para me ajudar?
 Stephanie Von Wurmb Helrighel
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Bom dia querida, tudo bem? Eu ficaria muito feliz em atender vocês (ele/ela e a família).
Mesmo que não seja comigo, seria interessante procurar um psicólogo especialista em crianças.
Grande abraço
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Olá, bom dia. Como está? Nesse caso, um(a) psicólogo(a) seria o mais apropriado, tanto para você (cuidadores) para tirar dúvidas, entender melhor sobre processos de desenvolvimento e formação de identidade, falar sobre as preocupações angústias e etc., quando para seu filho, para que ele possa se expressar de forma lúdica e ser compreendido em sua integralidade. Fico a disposição se quiser tirar mais dúvidas. Abs
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Olá! Que bom que você está procurando ajuda!
O ideal seria buscar uma psicóloga infantil para fazer o acompanhamento dele, além disso, essa profissional poderá orientar a família sobre como conduzir situações como essa.
Espero que vocês fiquem bem!
Dra. Mônica Mastrantonio
Psicólogo
São Paulo
Ola, sim, e importante agendar um horario e tirar suas duvidas com um profissional. E tambem interessante tratar com naturalidade as questoes de genero, e temas relacionados. Se quiser agendar um horario, estou a disposicao online.
 Bruna Azevedo Sabat
Psicólogo
Belém do Pará
Olá!

Procure um psicólogo infantil para lidar com as questões de sexualidade da criança, mas além disso, procure apoio de psicólogos para você e de pessoas que já vivenciaram um processo parecido, pois dará suporte para lidar com questões trazidas pela criança e suporte para os cuidadores lidarem com esta situação. São muitos processos que todos deverão lidar, desde entender se é uma transição de gênero, lidar com os efeitos dessa transição e o luto dos cuidadores. Todo meu apoio para vocês!
 Laissa Sobrinho
Psicólogo
Caxias Do Sul
Olá, procurar ajuda irá ajudar esclarecer sua dúvidas e até mesmo aceitar possíveis escolhas de gênero (se for o caso) que muitas vezes se apresentam ainda na infância e muitas vezes a família ignora.
Abraço.
Olá! Procure um psicólogo que possa ouvir vcs como pais para avaliar com cuidado o que está ocorrendo com seu filho. Essa é uma etapa de vida muito importante para todos. Me coloco a disposição para acolher vcs. Abraço.
 Arthur Emilio Ceratti
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Oi! Penso que você poderia procurar um profissional psicólogo, na medida em que a fala de seu filhinho te incomoda, e trabalhar a questão em você. O que faz você sentir incômodo com esta fala específica, vinda de uma criança de 3 (ou 7) anos, que no caso é seu filho? Percebe que, por agora, a questão é muito mais sua que dele? Veja que seu filho não está demandando nada específico de você, não está se indagando (ou te indagando) sobre o assunto, se existe algo "certo" ou "errado" na atitude dele; talvez você não precise falar nada para seu filho, apenas observar, sem emitir nenhum julgamento: é pouco provável que isso mude uma possível orientação afetiva e/ou sexual do seu filho. Mas claro, se você pensa precisar de ajuda com essa questão, seria interessante procurar um psicólogo (isso respondendo de maneira mais direta à sua pergunta).
 Jennifer N. Pedrero
Psicólogo
São Paulo
Olá, acredito que nesse momento é importante que ele seja atendido por um(a) psicólogo(a) para que ele possa compreender o que está sentindo, o(a) profissional irá orientar a família, mas é de extrema importância que você também procure uma pessoa para te atender, acolher suas demandas também será importante, pois você também precisa de ser ouvida, esse processo pode te auxiliar a compreender o que as questões dele movimentam em você.

Espero ter ajudado, uma abraço pra vocês.
Olá. O ideal neste momento seria procurar um (a) psicólogo (a) infantil, para que o seu filho se possa expressar e poder ir compreendendo e aceitando, embora seja uma criança de 7 anos, estas questões de construção e formação de identidades de género, eventualmente, se for o caso, a fim de que ele venha a ter suporte, também, ao lidar com a realidade social, na escola, com os amiguinhos (as). A Você, mãe, convido-a a procurar um psicólogo (a) para que possa entender estes processos, tirar dúvidas e munir-se de estratégias comportamentais, afetivas e discursivas, de como lidar com estes âmbitos. E, possa pacificar-se, dentro do possível, para que estas atitudes de acolhimento, afeto e suporte, ao seu filho, sejam elementos que contribuam para o desenvolvimento psicológico, o mais saudável e feliz possível, do seu filho.
 Moisés Silas
Psicólogo
Natal
Olá, é uma situação delicada e requer paciência e o máximo de cuidado e aceitação por parte dos pais. É necessário buscar ajuda profissional de um psicólogo que trabalhe com avaliação psicológica infantil e que a criança esteja inserida no processo de psicoterapia para que se entenda com detalhes... Fiquem bem, abraços!
Olá! Chama a atenção o tempo que seu filho mantêm o desejo de ter nascido menina: 4 anos! Entendemos com isso que não se trata de um desejo momentâneo ou fugaz. A DISFORIA CORPORAL é um tema bastante atual, novo (para a área da saúde mental), complexo e que requer muito cuidado e análise profissional. É bastante importante analisar o contexto social, dinâmica familiar/individual e o amadurecimento/acompanhamento deste desejo para ver se pode ser um quadro de DISFORIA DE GÊNERO. Pela idade do seu filho o ideal é começar com o acompanhamento psicólogo, com o tempo esse profissional pode encaminhá-lo para outros profissionais, tais como endocrino, psiquiatra e grupos de apoio para pais e crianças. O psicólogo também irá criar "pontes" entre os familiares e educadores da criança focando em PSICOEDUCAÇÃO; pois muitos destes profissionais/pessoas não foram preparados em sua formação para lidar com este tema. A atuação do psicólogo é FUNDAMENTAL neste caso. Espero ter contribuído!
 Marcos Fernandes
Psicólogo, Psicanalista
Brasília
É importante procurar um profissional de saúde mental qualificado para ajudar a entender e abordar as preocupações do seu filho. Um psicólogo infantil ou um terapeuta familiar podem ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e ajudar a encontrar maneiras de lidar com isso.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Psicólogo. Abraço
 Angela Maria da Silva
Psicanalista, Psicólogo
Guarulhos
Boa tarde . As criancas fantasiam e nesse caso , é importante buscar entender , o que pode ter despertado na crianca para expressar - se desta forma , o que ouviu no meio onde convive ... O analista esta apto a ouvir a crianca e os responsáveis.
A disposicao .
 Lohanna Bastos
Psicólogo
Barra Mansa
3 anos de idade ainda é muito novo para entender sobre gêneros. É interessante entender seu contexto social e familiar desde os 3 anos até a idade de hoje. Além disto, saber também o que o fez permanecer com está ideia e ver se de fato é dele ou não e através disto ir desenvolvendo nas sessão.
Busque ajuda de um Psicólogo Infantil e seria interessante o responsável fazer terapia para saber lidar com os comportamentos do filho.
 Maria Fernanda Rossetim
Psicólogo
Curitiba
Imagino que você deve estar bem confusa com a situação, como não estar? Muitas vezes as crianças podem estar tendo comportamentos de imitar algo que assistem ou tem acesso, não tem como saber. O melhor caminho seria procurar Orientação Parental através de uma psicóloga da infância, onde além de compreender melhor suas dúvidas, assim como de sua criança, poderá aprender e obter mais informações de como prosseguir com esta situação. Consultas online ajudam assim como no presencial. Busque ajuda!
Dra. Fernanda Ataide
Psicólogo
São Paulo
Quadros de ansiedade, fobia e qualquer crise na saúde mental que tire qualidade de vida precisa ser tratado devidamente com especialistas. Busque ajuda clinica, não deixe o sintoma persistir.
 Ana Paula Vitari
Psicólogo
São Caetano do Sul
Leve-o para uma avaliação psicológica.
Estou disponibilizando breve consulta psicológica gratuitamente
 Ângela G. Z. Secco
Psicólogo, Psicopedagogo
Araucária
Olá! É muito positivo que você esteja buscando orientação para entender e apoiar seu filho. Quando uma criança expressa de forma consistente que se identifica com outro gênero, é importante acolher seus sentimentos e buscar um acompanhamento especializado.
O ideal é procurar um psicólogo infantil com experiência em identidade de gênero e desenvolvimento infantil. Esse profissional poderá ajudar a compreender melhor os sentimentos do seu filho e oferecer orientações adequadas para a família. Um psiquiatra infantil ou neuropediatra também pode ser consultado caso haja necessidade de uma avaliação mais ampla.
O mais importante neste momento é demonstrar que ele pode contar com você, mantendo um ambiente seguro e acolhedor para que ele possa se expressar livremente.
É compreensível que você esteja buscando orientações sobre o que seu filho está expressando, e suas preocupações são totalmente válidas. Quando uma criança expressa um desejo ou uma identificação com o gênero oposto, como no caso do seu filho dizer que gostaria de ter nascido menina, isso pode ser parte do processo de exploração de identidade de gênero, o que é bastante comum em crianças.

No entanto, é importante observar se isso está causando desconforto emocional ou confusão para ele e para a família, ou se está afetando sua capacidade de se relacionar com os outros, de forma que você sinta que precisa de apoio especializado.

Aqui estão algumas sugestões sobre qual tipo de profissional você pode procurar:

1. Psicólogo Infantil
Um psicólogo infantil especializado pode ajudar a entender os sentimentos de seu filho, especialmente no que diz respeito à identidade de gênero. Esse profissional pode avaliar o comportamento e as expressões de gênero de seu filho para garantir que ele está se desenvolvendo de forma saudável, sem nenhum estresse emocional significativo. O psicólogo pode também ajudar a família a lidar com essas questões, fornecendo orientações sobre como conversar sobre gênero com seu filho e criando um ambiente de apoio e aceitação.

2. Psicólogo especializado em questões de gênero
Se o comportamento persistir e causar angústia emocional no seu filho, ou se ele continuar expressando um desejo consistente de ser de outro gênero, um psicólogo especializado em questões de gênero pode ser um excelente recurso. Esses profissionais são treinados para ajudar crianças e famílias a lidar com questões de identidade de gênero e podem oferecer um espaço seguro para explorar esses sentimentos.

É importante que o profissional esteja ciente de que a identidade de gênero pode ser fluida e que a criança está em um processo de autodescoberta. Eles podem ajudar seu filho a entender melhor seus sentimentos e a explorar essas questões de uma maneira que seja respeitosa e saudável para o seu desenvolvimento.

3. Endocrinologista pediátrico (se houver preocupações sobre puberdade)
Se você começar a perceber que, além das expressões de desejo de ser de outro gênero, seu filho está apresentando um desconforto significativo relacionado à puberdade (como dissonância de gênero ou desconforto com o próprio corpo, que pode ocorrer durante a adolescência), pode ser útil consultar um endocrinologista pediátrico ou um psicólogo especializado em transtornos de identidade de gênero. O endocrinologista pode avaliar questões hormonais e de desenvolvimento, enquanto o psicólogo pode ajudar a explorar mais a fundo a questão da identidade de gênero.

4. Apoio à família
Além do apoio psicológico individual, pode ser muito útil procurar grupos de apoio à família que lidam com questões de gênero. Eles podem oferecer uma rede de apoio emocional, informações úteis sobre como abordar o tema com seu filho e conselhos sobre como lidar com as reações de outras pessoas (como amigos, familiares e até mesmo na escola).

O que esperar durante o acompanhamento:
Durante o acompanhamento com um profissional, seu filho pode ser incentivado a explorar seus sentimentos em um ambiente seguro e não julgador. O psicólogo pode usar terapias lúdicas, como jogos e atividades, para ajudar seu filho a expressar suas emoções e sentimentos sobre identidade de gênero. O objetivo não é "mudar" a identidade de gênero da criança, mas sim oferecer um espaço para ela entender seus sentimentos e explorar essas questões de forma saudável.

O profissional também pode trabalhar com você e sua família para garantir que a criança tenha o apoio necessário em casa, na escola e nas interações sociais, para que ela possa se desenvolver de forma saudável e confortável com sua identidade.

Conclusão:
O comportamento do seu filho, como desejar ser do sexo oposto, não é necessariamente uma indicação de algo problemático, mas é importante observar como isso afeta o bem-estar emocional dele. Procurar o apoio de um psicólogo infantil, psicólogo especializado em gênero ou até mesmo grupos de apoio à família pode ajudar você a entender melhor as necessidades dele e oferecer as orientações necessárias para que ele se sinta seguro e aceito, independentemente de sua identidade de gênero.

Se precisar de mais alguma orientação ou tiver dúvidas, fico à disposição para ajudar!



 Alice Ferreira Coutinho
Psicólogo
Rio de Janeiro
É importante procurar um psicólogo ou psicoterapeuta especializado em questões de identidade de gênero e desenvolvimento infantil. Um profissional experiente pode ajudar a entender os sentimentos do seu filho e oferecer suporte emocional adequado. Se necessário, um psiquiatra especializado também pode ser consultado para avaliar a situação de forma mais ampla.
 Niriane Nascimento
Psicólogo
São Paulo
Seria interessante buscar um psicólogo para que seu filho possa ser acolhido e para que se possa entender o motivo que faz ele desejar ter nascido menina. O psicólogo infantil também acolhe a família, para que vocês possam entendê-lo melhor e sejam orientados diante das dificuldades e angústias.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? Entendo a mistura de curiosidade e preocupação que surge quando seu filho expressa o desejo de ter nascido menina desde tão cedo; é como se ele estivesse apontando para algo interno que ainda busca palavras mais precisas. Aos sete anos, a identidade de gênero pode ganhar contornos mais definidos, e oferecer um espaço acolhedor para que ele descreva o que sente – sem pressa nem julgamento – costuma ser o primeiro passo para diminuir a ansiedade em torno do tema.

Sob uma perspectiva que integra Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia Focada nas Emoções e Teoria do Apego, o foco inicial não é “corrigir” a fala da criança, mas ajudá-la a nomear emoções, necessidades e possíveis desconfortos com a própria imagem. Você já perguntou em que momentos essa vontade aparece com mais força ou o que ele imagina que mudaria se fosse reconhecido como menina? Que reações do ambiente – elogios, brincadeiras, comentários – parecem acalmar ou intensificar esse sentimento? Explorar essas respostas pode revelar se a questão é uma simples curiosidade, um jogo de possibilidades ou um sinal de incongruência mais duradoura.

A Neurociência mostra que o cérebro infantil ainda costura, entre redes emocionais e cognitivas, a narrativa de “quem sou eu”. Regiões ligadas à auto-imagem e ao pertencimento social, como o córtex pré-frontal medial e circuitos límbico-estriais, ajustam-se ao feedback do entorno; por isso, validar a experiência dele, ao invés de descartá-la, favorece caminhos neurais de segurança e autoestima. Observou alguma alteração marcante de humor, retraimento ou conflitos na escola quando o assunto surge? Esses sinais ajudam a dimensionar o impacto real sobre o bem-estar dele.

Um processo psicoterapêutico pode oferecer esse terreno seguro para que ele e a família conversem sobre identidade de gênero de forma aberta, respeitando o ritmo de cada um. Se, ao longo do tempo, surgir sofrimento intenso ou dúvidas médicas específicas (por exemplo, na entrada da puberdade), vale considerar também o acompanhamento de um(a) psiquiatra infantil ou, futuramente, de um(a) endocrinologista especializado(a) em diversidade de gênero para avaliar necessidades adicionais. Por ora, manter o diálogo sincero e observar como ele se sente em diferentes contextos já constitui um cuidado precioso. Caso precise, estou à disposição.

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