Minha filha tem 3 anos e 4meses ela diz que a amiguinha pegou nas partes íntimas dela pra brincar de
Minha filha tem 3 anos e 4meses ela diz que a amiguinha pegou nas partes íntimas dela pra brincar de mãe e filha e a amiguinha tem 6 anos Estou apavorada, o que eu faço ?
24 respostas
Brincadeiras assim são comuns nessa idade (6), o que você deve fazer é acreditar na sua filha e protege-la. Não a deixe sem supervisão e a ensine que ninguém pode tocar ela nessas partes além da mamãe e do papai que trocam suas fraldas e lhe dão banho. Faça isso com naturalidade e tranquilidade.
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O importante é ouvir sua filha a respeito do ocorrido e identificar se ela está assustada, machucada, evitando contato na hora do banho, por exemplo. Elementos que podem significar que o ocorrido para ela tenha tido algum elemento violento. Para além disso, é aconselhável que você oriente sua filha a respeito de quem pode ou não tocar no corpo dela e os momentos que isso pode ocorrer. Manter o canal aberto com ela para que situações como essa sejam sempre trazidas a você de maneira a protegê-la melhor. A amiguinha dela também precisa de orientação. Provavelmente ela está reproduzindo momentos vividos com figuras de referência. De qualquer maneira, ela precisa saber que esses momentos são para ser vividos com essas pessoas e não para serem reproduzidos com as amiguinhas. Caso você esteja se sentindo muito desconfortável procure um especialista para discutir formas de encaminhar a situação. Um profissional de saúde poderá orientá-la a respeito. Até mais.
Olá! Nessa idade estas brincadeiras são comuns porque estão em uma fase de conhecimento do corpo. O importante é orientar à sua filha para não permitir que outras pessoas a toquem, ainda que sejam crianças e que somente você, o pai é podem tocá-la, em momento de banho, cuidados de higiene. Acredito que ela já foi orientada, uma vez que contou a você, e isso é muito importante, ela confiar e te contar sobre qualquer situação que não ache natural. Caso você continue se sentindo preocupada com a situação, consulte um profissional para um atendimento de orientação de aconselhamento. Sou psicóloga infantil, especialista em saúde mental e fico à disposição.
Olá, como os colegas afirmaram acima, isso é muito comum nessa idade, pois a criança está passando por uma fase do desenvolvimento onde o corpo está passando por esse momento de exploração e conhecimento. O cuidado e a atenção que é necessário ter nesse momento enquanto responsáveis é auxiliar e orientar nesse processo de maturação corporal, a criança precisa entender que o seu corpo lhe pertence e que não deve ser tocado, invadido, por ninguém que ela não tenha permitido. Por isso o papel dos pais é tão importante. Coloco-me a disposição, até mais
Se for pelo fato de que a amiguinha a tocou, a princípio não é caso para se assustar. Mas converse com sua filha a respeito, ensine sobre limites e cuidados e se necessário, discuta suas preocupações com um Psicólogo. Porque você pode, sem querer, acabar estimulando na sua filha uma reação que não ajuda.
Olá! Converse com sua e escute oque ela tem a falar e como vivenciou essa situação. Brincadeiras são comuns nessa idade, existe a descoberta do corpo. Com calma, ensine a ela que certas partes do corpos não devem ser tocadas por outras pessoas sem a permissão dela. Abra o diálogo. Você pode procurar um Psicólogo infantil para te ajudar nas orientações.
Olá, escute o relato de sua filha, como ela se sentiu dentro dessa questão e aos poucos vai mostrando para ela os limites necessário para que isso não ocorra. É normal nessa idade acontecimentos assim se fazer presente pois as crianças estão no período de desenvolvimento e descobertas novas.
Além das orientações citadas pelos colegas,eu gostaria de acrescentar o seguinte: Os Pais tem que ficar alertas para as diferenças de idade de cada criança nas brincadeiras. O correto a meu ver é que nas brincadeiras sejam crianças das mesmas idades.Criança pequena brincando com crianças mais velhas e ou vice versa não dá certo. Outro fator importante.As brincadeiras não podem ser em locais como quartos fechados.Brincadeiras nas areas afastadas da familia,tem que ter vigilância de um adulto.Dessa forma todos ficam protegidos.
Olá! Apesar de ser muito comum crianças dessa faixa etária realizarem brincadeiras de exploração do corpo, se a sua filha contou esse fato para você, é possível que ela tenha se sentido incomodada. Ou seja, para ela não foi uma brincadeira, mas uma situação de abuso. Isso é o mais grave da situação. Que bom que ela lhe contou o ocorrido, para que você possa acolhê-la. É importante que ela não se sinta culpada, e que saiba que pode - e deve - dizer para a amiguinha que não quer participar desse tipo de brincadeira. E onde foi que isso ocorreu? Havia adultos por perto? Quem é essa amiguinha? Dependendo do caso, talvez algum outro adulto (responsável pela criança, escola, às vezes até conselho tutelar) precise ficar sabendo do fato. Sugiro que você converse com um psicólogo que tenha experiência em questões relacionadas a violência doméstica, para que tenha uma orientação mais específica. Estou à disposição!
Ouça sua filha com atenção e calma, sem julgá-la. Explore com ela melhor essa brincadeira, o que mais foi feito. Procure saber como ela se sentiu nessa brincadeira. Então explique para ela que áreas do corpo não devem ser tocadas e de que acaso isso ocorra ela pode confiar em você para contar.
Como os colegas mencionaram, é importante você procurar compreender como sua filha se sentiu e orienta-la em relação aos toques, e a necessidade de se colocar limites e de falar com alguém de confiança quando sentir incomodada. Você pode utilizar recursos lúdicos, tem muitos livros infantis que aboradam esse tema e você pode comprar ou baixar algum que você gostar. Em relação a coleguinha, é comum esse tipo de curiosidade na idade dela, mas também precisa de orientação, se você achar que é possível conversar com os responsáveis, sem julgamentos, apenas relatar o ocorrido para que os adultos responsáveis possam conversar com ela.
Primeiro, é importante que você mantenha a calma. É importante que você converse com sua filha para entender melhor o que aconteceu. Pergunte a ela como ela se sentiu e se ela está bem. Se ela estiver abalada, procure ajuda profissional para que ela possa lidar com o ocorrido. Depois, é importante que você converse com os pais da amiguinha para explicar o que aconteceu. É importante que eles saibam que seu comportamento não é aceitável e que eles devem tomar medidas para garantir que isso não aconteça novamente. Finalmente, é importante que você ensine a sua filha sobre o corpo dela e sobre o que é aceitável e o que não é. Ensine-a sobre o respeito e a importância de se proteger.
É importante que você acolha sua filha e dê espaço para que ela possa falar sobre o que aconteceu. Explique que tocar nas partes íntimas não é apropriado e que ela não deve permitir que ninguém faça isso com ela. Em seguida, é necessário que você tenha uma conversa com os pais da amiguinha para esclarecer o que ocorreu e buscar uma solução para a situação. Se possível, tente fazer isso de forma respeitosa e empática, evitando acusações e julgamentos. Além disso, é recomendável buscar o acompanhamento de um profissional da saúde mental, como um psicólogo infantil, para ajudar sua filha a processar e lidar com essa situação. O profissional também poderá orientá-la em como falar sobre sua intimidade e ajudar na prevenção de situações semelhantes no futuro.
Olá. Essa fase do desenvolvimento infantil é a do descobrimento, onde a criança irá descobrir seu corpo e também terá curiosidade no outro. Tente conversar com sua filha a respeito desse assunto sobre o toque em si e no outro. Mostrar para ela que há limites, e que tudo bem ela se tocar, porém não o outro a ela. Algumas pessoas não entendem muito bem sobre o que é a sexualidade humana, mas é muito importante ensina-la desde a infância (lembrando que há níveis de ensino, e para cada faixa etária é ensinado uma coisa, então não falamos sobre sexo com uma criança, como falamos para um adulto). Caso não se sinta confortável em falar com sua filha sobre, ou tenha dúvidas em como falar, sugiro buscar um profissional qualificado (como um psicólogo sexólogo) para que este possa lhe explicar e auxiliar na compreensão sobre o assunto. Fico a disposição.
Crianças estão descobrindo o corpo nesta fase, mas, apesar disso, é sempre importante ouvir esta criança e orientá-la sobre o "Toque bom e o toque ruim". Existem vídeos e livros lúdicos que podem ajudar na condução desta orientação. A escola precisa atuar com esta mesma linha de auto cuidado e orientação à criança.
Olá, boa tarde! Nessa fase as crianças são muito curiosas e estão descobrindo o corpo, esse tipo de situação é muito frequente entre elas. O importante é você tentar manter a calma, para passar tranquilidade a sua filha e ouvir dela o que aconteceu e como ela se expressa em relação situação. Oriente-a sobre o seu corpo e suas partes íntimas, que ela pode conhecer o seu corpinho, mas outras pessoas não podem tocá-la, a não ser os seus cuidadores no momento da higiene, ou quando se fizer necessário. Um profissional da saúde, psicólogo, orientador parental, até mesmo a escola, pode ajudá-la nesse momento. Estou a disposição caso queira conversar e tirar mais dúvidas. Espero ter ajudado.
Oi! Nesse caso eu oriento a conversar com sua filha, explicar quais partes do corpo ninguém pode tocar, além de algumas exceções como a mãe na hora de trocar a fralda. Por exemplo, poderia usar as cores vermelho, amarelo e verde para fazer demonstrações mais lúdicas. Se por acaso precisar de alguma orientação, procure uma psicóloga da infância!
Primeiramente aconselhar a criança se afastar, conversar com os responsáveis da outra criança. Verificar se existe mudança de comportamento da sua filha e caso sim, buscar ajuda clinica.
Conversa com ela e explica que essas brincadeiras não são legais, diz que elas podem brincar de outras coisas. Lembrando que elas não tem a malícia que nós adultos temos, e talvez realmente tenha sido só uma brincadeira. Vale explicar também que ela não deve deixar ninguém além de você tocas nas partes íntimas dela.
ola! Entendo completamente que esta apavorada e sem saber o que fazer nem por onde começar. É comum acontecer, porém não podemos normalizar ok? Podemos construir juntas uma maneira mais tranquila e segura para lidar e conduzir essa situação, o que acha? Se precisar de sessão de orientação, conte comigo! Abraço =)
Olá! Entendo que essa situação cause preocupação, e é importante agir com calma para proteger sua filha e orientá-la. O primeiro passo é conversar com ela de maneira tranquila, sem demonstrar susto ou julgamento, para entender melhor o que aconteceu. Você pode perguntar com delicadeza: "Onde isso aconteceu?" "O que você sentiu?" "Alguém viu?" "Você disse algo para a amiguinha?" É essencial reforçar para sua filha que o corpo dela é só dela e que ninguém pode tocá-lo sem permissão. Diga algo como: "Você fez certo em me contar. Se algo assim acontecer de novo, pode me avisar sempre." Converse com os responsáveis da outra criança para que todos fiquem atentos e possam orientar de forma adequada. Crianças pequenas ainda estão aprendendo sobre limites e podem repetir comportamentos sem entender totalmente seu significado, então a educação sobre o respeito ao corpo deve ser feita de forma cuidadosa. Se perceber mudanças no comportamento da sua filha, como medo, ansiedade ou recusa em brincar, buscar um psicólogo infantil pode ajudar a lidar com a situação e garantir que ela se sinta segura.
Entendo a sua preocupação, e é totalmente natural sentir-se apreensiva diante de uma situação como essa. Quando uma criança pequena menciona algo sobre toques nas partes íntimas, isso pode gerar insegurança nos pais, mas também é importante analisar a situação com calma para entender o contexto e a melhor forma de abordar o assunto. Aqui estão alguns passos que você pode seguir para lidar com a situação de forma cuidadosa e adequada: 1. Mantenha a calma e ouça sua filha Primeiro, é muito importante que você mantenha a calma e se aproxime de sua filha de forma tranquila, sem demonstrar pânico ou julgamento. Falar sobre o que aconteceu de maneira aberta e acolhedora vai ajudar a criança a se sentir segura para se expressar. Pergunte a ela com calma o que aconteceu, usando uma linguagem simples, sem pressioná-la. Tente descobrir detalhes de forma gentil, como: "O que você quer dizer com brincar de mãe e filha?" "Você se sentiu bem quando isso aconteceu?" "Você pode me contar mais sobre o que aconteceu com sua amiguinha?" Não faça perguntas que possam fazer sua filha se sentir envergonhada ou pressionada, como "Por que você deixou isso acontecer?". Isso pode fazer com que ela se sinta culpada ou desconfortável. A ideia é entender a situação e como ela se sente. 2. Ensine sobre os limites do corpo É uma boa oportunidade para você começar a ensinar sua filha sobre limites do corpo. Explique, de forma simples e sem causar medo, que o corpo de cada pessoa é privado e que ninguém deve tocar em suas partes íntimas sem permissão. Por exemplo, você pode dizer algo como: "As partes íntimas do nosso corpo são muito especiais e só podemos deixá-las tocadas por quem a gente confia, como os pais ou os médicos, se precisar." "Se alguém tentar fazer algo com você que te deixe desconfortável, você pode dizer 'não' e me contar sobre isso." Esse tipo de conversa ajudará sua filha a entender que ela tem controle sobre seu corpo e que não precisa permitir toques que a façam sentir-se desconfortável. 3. Observe o comportamento da sua filha Depois de conversar, observe como sua filha se comporta nas próximas semanas. Preste atenção a quaisquer sinais de desconforto ou mudanças no comportamento dela, como: Medo ou ansiedade quando fala sobre a amiga ou brincadeiras. Mudanças no comportamento social (como afastamento de amigos ou de determinadas situações). Comportamento sexualizado ou excessivamente curioso sobre as partes íntimas. Se notar qualquer um desses sinais, isso pode indicar que ela está confusa ou desconfortável com a situação. Nesse caso, é importante buscar a ajuda de um profissional, como um psicólogo infantil. 4. Converse com os pais da outra criança Se você sentir que a situação precisa ser esclarecida, conversar com os pais da amiguinha pode ser útil. Essa conversa deve ser feita de forma cuidadosa e não acusatória. Lembre-se de que pode ser uma situação em que a criança de 6 anos, por curiosidade ou sem entender as implicações, tenha feito algo sem malícia. A ideia é conversar para entender o contexto e ver se há necessidade de orientação para a outra criança, seus pais ou para ajustar brincadeiras no futuro. Você pode abordar a conversa de maneira amigável, por exemplo: "Queria conversar sobre uma situação que aconteceu entre as nossas filhas. Minha filha mencionou que a sua filha tocou nas partes íntimas dela enquanto brincavam. Não sei o que aconteceu, mas achei importante conversar sobre isso, pois estamos preocupados com os limites e a privacidade do corpo das crianças." Se os pais da amiguinha não tiverem um entendimento claro sobre limites e privacidade, pode ser útil oferecer orientações sobre a importância de ensinar esses conceitos desde cedo. 5. Quando buscar ajuda profissional Se após conversar com sua filha, ela continuar demonstrando desconforto ou se você perceber mudanças em seu comportamento que indicam que a situação a afetou de maneira emocional, pode ser importante procurar a ajuda de um psicólogo infantil. O profissional pode ajudar sua filha a processar a situação e também pode fornecer orientações para você sobre como lidar com o tema de maneira saudável e segura. Além disso, se houver repetição do comportamento de outras crianças ou você perceber sinais de abuso, é fundamental procurar orientação de um especialista ou de serviços de proteção à criança. 6. Reforçar a comunicação aberta É muito importante que sua filha saiba que pode falar com você sobre qualquer coisa que a faça sentir-se desconfortável ou confusa. Isso inclui questões relacionadas ao seu corpo, ao toque ou a qualquer coisa que a deixe insegura. O apoio contínuo e a comunicação aberta entre vocês vão fortalecer a confiança e permitir que ela se sinta segura para relatar qualquer situação futura. Conclusão Embora o comportamento de tocar as partes íntimas possa ser uma parte natural da curiosidade infantil, é fundamental que você ensine sua filha sobre limites pessoais, o que é apropriado e o que não é, e que ela tenha um espaço seguro para falar sobre suas preocupações. Se houver algum sinal de desconforto persistente, buscar o apoio de um psicólogo pode ser uma boa forma de garantir que sua filha tenha a orientação necessária para lidar com a situação de forma saudável. Se precisar de mais ajuda ou tiver outras dúvidas, estou à disposição!
É totalmente compreensível que você esteja preocupada com essa situação. Quando uma criança de 3 anos relata algo assim, é importante abordar o tema com calma e delicadeza. A curiosidade sobre o corpo é comum nessa faixa etária, e as crianças podem não entender completamente o que estão fazendo ou o que isso significa. No entanto, é essencial dar atenção a qualquer comportamento que pareça inapropriado ou fora do esperado. Primeiro, converse com sua filha de maneira tranquila e sem pressioná-la, tentando entender os detalhes do que aconteceu, sem fazer julgamentos. Pergunte o que ela entendeu sobre a situação e se ela se sentiu desconfortável. É importante validar os sentimentos dela, independentemente de como ela se sinta sobre o que aconteceu. Em seguida, converse com os responsáveis pela outra criança (se possível) para entender o contexto e a perspectiva deles sobre o comportamento da filha. Pode ser que a criança de 6 anos esteja apenas explorando, mas é necessário garantir que isso não se repita e que ambas as crianças entendam os limites do corpo. Além disso, pode ser útil buscar orientação de um profissional, como um psicólogo infantil, que pode ajudá-la a abordar o tema de maneira apropriada para a idade e garantir que sua filha compreenda sobre o respeito ao próprio corpo e aos dos outros. Se precisar de mais apoio, estou à disposição!
É importante orientar sua filha, de uma forma calma e amigável, que não se pode deixar que ninguém toque as partes íntimas dela, mesmo de brincadeira, porque elas são partes especiais que precisam ficar guardadas e protegidas. Reforce isso sempre no banho, na hora de lavar as partes intimas, na troca de fralda ou roupa. Recomendo o livro Pipo e Fifi para bebês, para ter um momento de troca e conversa sobre proteção sexual.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.













