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Perguntas sobre Otosclerose

Nossos especialistas responderam a 114 perguntas sobre Otosclerose

Dra. Laura Carmela De Luca França
Otorrino
Rio de Janeiro
A otosclerose tende a acentuar com a hormonioterapia. Tudo vai depender da gravidade de cada caso. Se a perda auditiva já for grande, se a osteoporose já está acentuada.... Cabe aos especialistas…

NÃO ENTENDI QUANTO TEMPO FAZ QUE OPEROU, SE AINDA ESTÁ COM CURATIVOS. COM RELAÇÃO ÀS ATIVIDADES PERMITIDAS, O CIRURGIÃO QUE TE OPEROU É A ÚNICA PESSOA CAPAZ DE DAR AVAL PARA ISSO.

Especialistas falam sobre Otosclerose

A otosclerose é resultado do crescimento ósseo anormal ao redor de um ossículo da audição chamado estribo, o que causa redução na sua mobilidade e consequentemente diminuição da transmissão sonora. Mais raramente, essa desordem óssea pode se estender para o ouvido interno. Tem predisposição genética e inicia geralmente na idade adulta. Acomete 10% da população branca e 2x mais mulheres que homens. O diagnóstico provável é realizado pelo exame de audiometria. Algumas vezes exames de imagem como uma tomografia computadorizada pode ser solicitada. Sintomas: Perda auditiva uni ou bilateral. Em alguns casos zumbidos e tontura.

A otosclerose (ou otospongiose) fenestral é uma doença caracterizada pelo desenvolvimento de um foco de osso anormal junto à platina do estribo (ossículo da audição; menor osso do corpo humano), tornando-o imóvel. Como o movimento deste osso é fundamental para transferir a energia sonora para a cóclea, quando isso acontece o indivíduo evolui com uma perda condutiva da audição. A substituição de parte do estribo por uma prótese, cirurgia chamada Estapedotomia, pode restabelecer este mecanismo de condução, melhorando a audição. Alguns tratamentos clínicos (com Alendronato e Fluoreto de Sódio) são descrito com eficácia em alguns casos específicos. Aparelhos auditivos também podem ser úteis.

Édio Cavallaro

Otorrino

Rio de Janeiro

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A otosclerose ou otospongiose é uma doença que possui caráter genético/hereditário, porém, de causa indeterminada. Originada através da remodelação e neoformação óssea, dentro do ouvido médio, principalmente na região do estribo, impedindo a vibração normal da cadeia ossicular, levando à perda auditiva progressiva que pode ser unilateral ou bilateral, ou seja, em um ou nos dois ouvidos. A perda auditiva causada pela doença pode ser tratada com uma microcirurgia para retirada do estribo calcificado e colocação de uma pequena prótese dentro do ouvido, fazendo com que o paciente volte a ouvir novamente. Procure um otorrino especializado em cirurgia otológica para mais informações.

Luiz Patrial Netto

Otorrino

Curitiba

Quais profissionais tratam Otosclerose?


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