Tenho 2 meses que tive bebe, e estou cm crises de pensamentos negativos,isso pode ser pós parto?
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Tenho 2 meses que tive bebe, e estou cm crises de pensamentos negativos,isso pode ser pós parto?
Pode sim. Mas o ideal seria buscar um profissional (psicólogo ou psiquiatra) para ajudá-la a entender melhor o que seria essa tristeza. Pois é natural esse sentimento de tristeza após o parto, principalmente por conta de tantas mudanças acontecendo ao mesmo tempo. Porém precisamos avaliar se é só uma tristeza natural ou se pode ser uma depressão, que acaba te incapacitando em alguns aspectos, e trazendo outros prejuizos.
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Olá, não é possível afirmar apenas com essas informações, é preciso avaliar e colher história de vida para entender melhor como vem sentindo os sintomas que descreve como crise.
A gestação e o parto são momentos delicados, várias alterações ocorrendo e pode colaborar para alterações emocionais.
A psicoterapia pode ajudar a se conhecer e entender melhor o momento que está vivendo, estou a disposição.
A gestação e o parto são momentos delicados, várias alterações ocorrendo e pode colaborar para alterações emocionais.
A psicoterapia pode ajudar a se conhecer e entender melhor o momento que está vivendo, estou a disposição.
Olá tudo bem?
A gestação e o pós parto são momentos muito sensíveis para as mulheres. Envolvem mudanças no corpo, na rotina, oscilação de hormônios, sem contar que cuidar de um bebê é algo bem desgastante, principalmente no início. Entretanto, se está se sentindo dessa forma, com pensamentos negativos, peça ajuda de alguém de sua confiança se for possível, e procure um profissional para te auxiliar neste momento tão delicado. Um grande abraço
A gestação e o pós parto são momentos muito sensíveis para as mulheres. Envolvem mudanças no corpo, na rotina, oscilação de hormônios, sem contar que cuidar de um bebê é algo bem desgastante, principalmente no início. Entretanto, se está se sentindo dessa forma, com pensamentos negativos, peça ajuda de alguém de sua confiança se for possível, e procure um profissional para te auxiliar neste momento tão delicado. Um grande abraço
Olá! Não necessariamente é uma depressão pós parto.
Pode ser apenas o período do puerpério, em que o corpo ainda esta se readaptando e retornando as condições normais (pré-gestação).
Você pode estar procurando o médico obstetra que lhe acompanhou no seu pré-natal e relatar os sintomas que tem tido.
Caso veja a necessidade, pode procurar por um psicólogo, que irá lhe auxiliar nesse processo e adaptação que se encontra.
Pode ser apenas o período do puerpério, em que o corpo ainda esta se readaptando e retornando as condições normais (pré-gestação).
Você pode estar procurando o médico obstetra que lhe acompanhou no seu pré-natal e relatar os sintomas que tem tido.
Caso veja a necessidade, pode procurar por um psicólogo, que irá lhe auxiliar nesse processo e adaptação que se encontra.
Olá! Essa fase que envolve a gestação e o momento pós envolve muitos sentimentos para a mulher. É uma fase de mudanças, adaptações e os sintomas precisam ser observados. Não deixe de relatar os sentimentos presentes nessa fase com o médico que faz o seu acompanhamento.
Não podemos afirmar com base apenas no que trouxe... mas lembre-se essa fase que esta vivendo é de muitas mudanças, tanto a nivel fisico quanto emocional e ate hormonal... perceba seu corpo, sua mente e verifique o quanto isso esta atrapalhando sua vida e sua relacao com bebe... se vc perceber que esta atrapalhando, busque ajuda de um psicologo para melhores orientações, pois pode ser inicio de depressao pos parto... converse tb com sua obstetra...
Olá! Como falado pelos colegas, é importante procurar um profissional para que você possa dividir esse sentimento com ele para avaliar se é uma tristeza comum dessa fase (por conta de todas as mudanças) ou uma depressão pós parto.
Não deixe de buscar ajuda, essa fase é muito delicada e requer muita paciência e atenção.
Não deixe de buscar ajuda, essa fase é muito delicada e requer muita paciência e atenção.
Sim e é muito comum! Não esqueça de legitimar o que está sentindo e buscar ajuda de um psicoterapeuta. Parece uma depressão pós parto! Muitas mudanças no corpo, na rotina e a responsabilidade pelo cuidado de uma nova vida no lar... Se precisar elaborar o que está sentindo, marque uma consulta para falarmos sobre isso.
Olá, concordo com as demais respostas, esses pensamentos podem sim ter relação com o período de pós-parto. O puerpério traz mudanças demais para o corpo da mulher, e para além do físico, é bastante esperado que haja um grande impacto emocional também. Mas isso não significa que você não precise de apoio, um acompanhamento psicológico nesse momento pode ser de grande ajuda. Estudo Psicologia Perinatal e fico à disposição caso queira marcar uma consulta.
Pode sim, mas como alguns colegas falaram seria interessante estar acompanhada por um Psicólogo para juntos com as conversas irem identificando quais situações sejam novas ou que já passaram estão lhe deixando assim
Olá esse tipo de pensamento é muito normal para uma pessoa que se tornou recém mãe, você se encontra no período do puerpério, um momento que envolve sentimento muito contraditórios, que tem relações com questões hormonais e mudanças de vida, o ideal e procura ajuda com profissional qualificado, para te auxiliar com ferramentas que faça sentido para você.
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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A chegada de um bebê modifica a vida da mulher em diversos aspectos (físicos, hormonais, sociais, sono, rotina etc) e isso pode desencadear algumas emoções e pensamentos que até então não eram sentidos. Sendo assim, seria importante avaliar o atual contexto em que está vivendo, se possui rede de apoio, quais eram suas expectativas em relação à maternidade, entre outras questões. Após essa avaliação com um profissional da Psicologia será mais fácil compreender se pode ser um quadro de Depressão Pós Parto. Fique bem!
Sim pode ser, porque o período pós parto além de ter muita carga hormonal também temos muita carga emocional, todos os medos vem a tona e os pensamentos negativos ficam pipocando na cabeça.
Para que isso não se transforme em uma depressão pós parto procure uma psicóloga o quanto antes, para facilitar a sua rotina, uma boa ideia é optar pelo atendimento online.
Espero que fique tudo bem com vocês, desejo melhoras e leveza!
Para que isso não se transforme em uma depressão pós parto procure uma psicóloga o quanto antes, para facilitar a sua rotina, uma boa ideia é optar pelo atendimento online.
Espero que fique tudo bem com vocês, desejo melhoras e leveza!
É dificil afirmar se é depressão pós parto, depende da frequencia e outros fatores. O ideal é procurar um profissional e explicar o que está ocorrendo exatamentre.
Existe grande possibilidade de ser uma depressão pós parto, o ideal é investigarmos.
Sugiro que procure tratamento psicoterapêutico para sua saúde e a do bebê.
Estou à disposição.
Um abraço.
Sugiro que procure tratamento psicoterapêutico para sua saúde e a do bebê.
Estou à disposição.
Um abraço.
Sim! Esses sintomas podem estar relacionados ao puerpério. O mais indicado é que você procure ajuda profissional para uma avaliação dos sintomas e, se preciso for, inicie acompanhamento.
O pós parto traz uma mudança de rotina muito drástica, eu e minha esposa também estamos "sofrendo" com essas mudanças. Mais importante que um diagnóstico de uma depressão pós parto, é encontrar formas de amenizar os impactos da sua nova rotina. Uma dessas formas está no meio social que você está inserida e na terapia para menejar de forma mais saudável o seu bem estar emocional.
Olá! Pode se tratar de depressão pós-parto, mas é preciso uma investigação mais detalhada para fazer qualquer tipo de afirmação. O pós-parto é um momento de intensas mudanças físicas, psíquicas e sociais na vida de uma mulher. A falta de uma rede de apoio e o pensamento romantizado em torno da maternidade podem intensificar isso. A Psicologia Perinatal é um campo de estudo focado nessas questões que abrangem o nascimento de uma criança. Se precisar, estou à disposição. Melhoras!
Olá. O momento pós parto é um momento delicado, de reorganização da sua identidade e rotina. Pensamentos negativos podem ocorrer. Um psicólogo poderá te ajudar a compreender o que está passando e a melhor forma de tratamento para isso.
Um diagnóstico de depressão pós-parto só pode ser dado mediante a psicodiagnóstico. Sugiro que busque atendimento psiquiátrico e/ou psicológico para avaliação e intervenção.
Boa tarde! Você trouxe poucas informações, fica difícil de avaliar. Procure um profissional da área de Psicologia, assim será avaliado se você está com tristeza ou se é uma depressão pós-parto. Importante procurar ajuda profissional. Estou à disposição.
Olá!! Pode ser sim, mas é importante procurar por especialistas (psiquiatra e psicólogo) para uma melhor avaliação, se é apenas uma tristeza momentânea (a mulher passa por muitas mudanças) ou algo mais sério como uma depressão por exemplo.
Olá! Pode ser que esses sintomas estejam sim relacionados ao puerpério, mas pode ser que não. De qualquer maneira é interessante que busque por especialistas que possam auxiliá-la nesse momento: psicólogo e psiquiatra. Sigo à disposição! Um grande abraço
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Ola, tudo bem? Esse tipo de sintoma pós-parto é chamado de pensamentos intrusivos, que se caracterizam por pensamentos indesejáveis, desagradáveis e comumente estressantes, e pode ser extremamente perturbador. Eles são comuns em mulheres nesse período marcado por muitas mudanças hormonais, de vida, com privação de sono em que ansiedade e tristeza, por vezes, são experimentados com mais intensidade. Podem ser sintomas de um quadro de ansiedade pos-parto, mas não obrigatoriamente, portanto é necessária uma avaliação com um profissional especializado em psicologia e/ ou psiquiatria perinatal.
É frequente que mães que tem esses pensamentos, não dividiam com pessoas próximas com medo de que achem que ela pode machucar seu bebê, por exemplo. É importante falar sobre isso e procurar ajuda profissional para que você possa vivenciar esse momento de forma menos ansiogênica, entendo a função desses pensamentos e aprendendo a lidar com eles.
É frequente que mães que tem esses pensamentos, não dividiam com pessoas próximas com medo de que achem que ela pode machucar seu bebê, por exemplo. É importante falar sobre isso e procurar ajuda profissional para que você possa vivenciar esse momento de forma menos ansiogênica, entendo a função desses pensamentos e aprendendo a lidar com eles.
Oi, como vão as coisas por aí?
Me parece que sim, que pode ser um sintoma de pós-parto, mas o mais correto é você procurar por um profissional de psicologia que te ajude a entender esse turbilhão de sentimentos que acontece no puerpério.
As relações e os laços (todas eles) são construídos com o tempo e, muitas vezes, exige-se da mãe que ela tenha esse laço com seu bebê já construído após o nascimento. Essa cobrança pode gerar, de fato, sentimentos de ansiedade, preocupação, culpa e etc.
Quando nasce um bebê, nasce uma mãe junto e ela precisa ser cuidada também.
Espero que fique tudo bem.
Um abraço
Me parece que sim, que pode ser um sintoma de pós-parto, mas o mais correto é você procurar por um profissional de psicologia que te ajude a entender esse turbilhão de sentimentos que acontece no puerpério.
As relações e os laços (todas eles) são construídos com o tempo e, muitas vezes, exige-se da mãe que ela tenha esse laço com seu bebê já construído após o nascimento. Essa cobrança pode gerar, de fato, sentimentos de ansiedade, preocupação, culpa e etc.
Quando nasce um bebê, nasce uma mãe junto e ela precisa ser cuidada também.
Espero que fique tudo bem.
Um abraço
Olá. Pode sim, e o mais correto é a busca por um profissional de psicologia afim do psicodiagnóstico para que entendendo o problema, consiga ajudar a entender melhor esses sentimentos. Espero que fique tudo bem, abraço!
Olá. Seria ideal buscar um profissional para avaliar melhor. Com esse relato breve não é possível um diagnóstico. São sintomas muito comuns no pós parto mas podem ser também duradouros e vale sim a pena buscar ajuda. Procure ajuda para entender melhor. Fique bem!
Olá, como vai? É importante que busque ajuda psicológica ou psiquiátrica para que seja investigado como está o seu puerpério. Devido a grande alteração hormonal que a mulher sofre após o parto, a mesma pode desenvolver tristeza, apatia, pensamentos negativos entre outros sentimentos, busque por uma ajuda profissional o quanto antes. Boa sorte, um abraço.
Os chamados pensamentos negativos ou disfuncionais que são originados muitas vezes das preocupações com as mudanças físicas, emocionais, profissionais e sociais da gestação.
É muito importante conscientizar as mães sobre os pensamentos negativos mais comuns, que distorcem a visão de si mesmas, do outro e do mundo, formando a tríade depressiva ou ansiosa. Esses pensamentos precisam ser olhados, organizados e gerenciados de forma estruturada, por um profissional .
Da mesma forma que as os pensamentos precisam ser modificados as emoções negativas também precisam ser validadas, e gerenciadas para prevenir a ocorrência de uma somatização psicológica (psicopatologia como ansiedade ou depressão) ou física (alguma doença somatizada no corpo).
esse tipo de pensamento intrusivo é comum no pós-parto. Eles não são necessariamente um problema, a menos que as mães não sejam capazes de redirecionar seus pensamentos ou que comecem a desenvolver comportamentos compulsivos que “aliviem os pensamentos.
todas as novas mães precisam de um tratamento de amor e carinho. E ter um lugar seguro para expressar honestamente seus sentimentos sobre a nova maternidade é muito importante.
É muito importante conscientizar as mães sobre os pensamentos negativos mais comuns, que distorcem a visão de si mesmas, do outro e do mundo, formando a tríade depressiva ou ansiosa. Esses pensamentos precisam ser olhados, organizados e gerenciados de forma estruturada, por um profissional .
Da mesma forma que as os pensamentos precisam ser modificados as emoções negativas também precisam ser validadas, e gerenciadas para prevenir a ocorrência de uma somatização psicológica (psicopatologia como ansiedade ou depressão) ou física (alguma doença somatizada no corpo).
esse tipo de pensamento intrusivo é comum no pós-parto. Eles não são necessariamente um problema, a menos que as mães não sejam capazes de redirecionar seus pensamentos ou que comecem a desenvolver comportamentos compulsivos que “aliviem os pensamentos.
todas as novas mães precisam de um tratamento de amor e carinho. E ter um lugar seguro para expressar honestamente seus sentimentos sobre a nova maternidade é muito importante.
Sim, é possível que você esteja passando por uma condição chamada de "depressão pós-parto" (DPP), que é uma forma de depressão que afeta muitas mulheres após o parto. A DPP pode causar sentimentos de tristeza, ansiedade, fadiga, irritabilidade, falta de concentração, alterações no apetite e no sono, bem como pensamentos negativos sobre si mesma e sobre o bebê.
A DPP pode afetar qualquer mulher, independentemente de sua idade, etnia ou status socioeconômico, e é causada por mudanças hormonais e outros fatores físicos e emocionais relacionados à gravidez e ao parto. Felizmente, a DPP é tratável e a maioria das mulheres melhora com o tratamento adequado.
Se você está enfrentando esses sintomas, é importante que você fale com um profissional de saúde. Eles podem diagnosticar e tratar a DPP com medicamentos, terapia ou uma combinação de ambos. Além disso, também é importante que você fale com seu parceiro, amigos e familiares sobre o que está sentindo e peça ajuda e suporte quando precisar.
Lembre-se de que a DPP é uma condição comum e que não há nada de errado em procurar ajuda. Com o tratamento adequado, você pode superar a DPP e desfrutar de um relacionamento saudável com seu bebê e sua família.
A DPP pode afetar qualquer mulher, independentemente de sua idade, etnia ou status socioeconômico, e é causada por mudanças hormonais e outros fatores físicos e emocionais relacionados à gravidez e ao parto. Felizmente, a DPP é tratável e a maioria das mulheres melhora com o tratamento adequado.
Se você está enfrentando esses sintomas, é importante que você fale com um profissional de saúde. Eles podem diagnosticar e tratar a DPP com medicamentos, terapia ou uma combinação de ambos. Além disso, também é importante que você fale com seu parceiro, amigos e familiares sobre o que está sentindo e peça ajuda e suporte quando precisar.
Lembre-se de que a DPP é uma condição comum e que não há nada de errado em procurar ajuda. Com o tratamento adequado, você pode superar a DPP e desfrutar de um relacionamento saudável com seu bebê e sua família.
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Oi, como vão as coisas por aí? Me parece que sim, que pode ser um sintoma de depressão pós-parto, mas o mais correto é você procurar por um profissional de psicologia que te ajude a entender esse turbilhão de sentimentos que acontece no puerpério. As relações e os laços (todas eles) são construídos com o tempo e, muitas vezes, exige-se da mãe que ela tenha esse laço com seu bebê já construído após o nascimento. Essa cobrança pode gerar, de fato, sentimentos de ansiedade, preocupação, culpa e etc. Quando nasce um bebê, nasce uma mãe junto e ela precisa ser cuidada também. Espero que fique tudo bem.
Aconselho voce a buscar um profissional que voce se identifique, sinta confiança e se sinta acolhido.
Espero ter ajudado. Sou a Letícia, sou psicóloga. Me coloco a disposição, caso queira conversar é só entrar em meu perfil e será um prazer. Te convido conhecer meu trabalho. E lembre-se: Cuide de voce! Abraço afetuoso e melhoras.
***e caso sinta vontade e confortável, esse é meu instagram profissional, e lá eu posto conteúdos relacionados a saude mental: @psi.leticiaaa***
Olá, sim, pode estar relacionado ao pós parto e todas as alterações que acontecem com seu corpo e seu psicológico. Entretanto, isso não significa que seja a única causa ou mesmo que vá passar, digamos assim, quando o período pós-parto se encerrar. Entendo que ter ajuda nesse momento é essencial. Se puder, procure um psicoterapeuta.
Olá, boa noite!. Pensando no seu relato, pode ser que seja Depressão Pós-Parto (DPP), pois o Baby blues também é um quadro de disforia puerperal, ou seja, um desconforto pós-parto juntamente com alteração de humor. É uma tristeza branda na mãe, e que NÃO impossibilita que ela realize suas atividades ou cuide do bebê, e se os sintomas persistirem por mais de 45 dias ou ficarem mais intensos é necessário buscar ajuda, diferente dos sintomas de depressão pós-parto. Sou Psicóloga Perinatal/Gestação e seria importante buscar um especialista na área que faça te trazer insights e assim você consiga passar por essa fase. Qualquer questão, estou à disposição. Abraços e melhoras.
Olá, bom dia. Um bebê pode trazer uma grande mudança tanto física como emocional. Por esse motivo procure uma psicóloga para lhe auxiliar e dar suporte nesse momento em que está vivendo. Espero ter ajudado. Qualquer dúvida estou à disposição, @psimariajube.
Primeiramente, quero parabenizá-la pelo nascimento do seu bebê. Esse é um momento de grandes mudanças e desafios, e é completamente normal passar por uma variedade de emoções. O que você está descrevendo pode, sim, ser relacionado ao pós-parto.
O período pós-parto, também conhecido como puerpério, é caracterizado por uma série de alterações físicas e emocionais. As flutuações hormonais, a privação de sono, a adaptação a uma nova rotina e as demandas constantes do cuidado com o bebê podem impactar significativamente o bem-estar emocional da mãe.
As crises de pensamentos negativos podem ser sintomas de algo chamado "baby blues" ou até mesmo de uma condição mais séria chamada depressão pós-parto. É importante lembrar que pedir ajuda não é sinal de fraqueza, pelo contrário, é um ato de coragem e autocuidado.
Como psicóloga, sugiro que você compartilhe esses sentimentos com alguém de confiança, seja um parceiro, um amigo próximo ou um profissional de saúde. Um profissional, como um psicólogo especializado em saúde perinatal, pode oferecer suporte e estratégias para lidar com esses desafios.
Além disso, reserve um tempo para cuidar de si mesma sempre que possível. Priorize o descanso, peça ajuda quando necessário e permita-se momentos de relaxamento. Não hesite em buscar auxílio profissional, pois existem recursos e estratégias eficazes para lidar com as emoções pós-parto.
Lembre-se, você não está sozinha nessa jornada, e é completamente normal buscar apoio. Cuidar de sua saúde mental é fundamental para o seu bem-estar e para o desenvolvimento saudável do seu bebê. Estou aqui para apoiá-la, e espero que você encontre as ferramentas e o suporte necessários para atravessar esse período desafiador.
O período pós-parto, também conhecido como puerpério, é caracterizado por uma série de alterações físicas e emocionais. As flutuações hormonais, a privação de sono, a adaptação a uma nova rotina e as demandas constantes do cuidado com o bebê podem impactar significativamente o bem-estar emocional da mãe.
As crises de pensamentos negativos podem ser sintomas de algo chamado "baby blues" ou até mesmo de uma condição mais séria chamada depressão pós-parto. É importante lembrar que pedir ajuda não é sinal de fraqueza, pelo contrário, é um ato de coragem e autocuidado.
Como psicóloga, sugiro que você compartilhe esses sentimentos com alguém de confiança, seja um parceiro, um amigo próximo ou um profissional de saúde. Um profissional, como um psicólogo especializado em saúde perinatal, pode oferecer suporte e estratégias para lidar com esses desafios.
Além disso, reserve um tempo para cuidar de si mesma sempre que possível. Priorize o descanso, peça ajuda quando necessário e permita-se momentos de relaxamento. Não hesite em buscar auxílio profissional, pois existem recursos e estratégias eficazes para lidar com as emoções pós-parto.
Lembre-se, você não está sozinha nessa jornada, e é completamente normal buscar apoio. Cuidar de sua saúde mental é fundamental para o seu bem-estar e para o desenvolvimento saudável do seu bebê. Estou aqui para apoiá-la, e espero que você encontre as ferramentas e o suporte necessários para atravessar esse período desafiador.
É muito comum nesse período inicial da maternidade, surgirem sentimentos de exaustão, insegurança e, em alguns casos, pensamentos negativos persistentes. Esses pensamentos estão relacionados às mudanças hormonais, adaptação ao novo papel materno ou até mesmo à sobrecarga emocional. O que você descreve pode sim estar relacionado ao pós-parto, recomendo que procure o apoio de um profissional e caso queira, estou à disposição.
Sim, é possível que os pensamentos negativos estejam ligados ao pós-parto, uma fase de intensas mudanças físicas e emocionais. Muitas mulheres enfrentam dificuldades emocionais durante esse período, como a depressão pós-parto, que podem se manifestar por meio de inseguranças, medo de não ser uma boa mãe ou até uma sensação de sobrecarga. Esses pensamentos podem ser uma resposta ao grande ajuste que o corpo e a mente precisam fazer.
Na psicanálise, exploramos e elaboramos como esses sentimentos podem estar conectados a expectativas inconscientes ou até a questões mais profundas da infância e da identidade feminina, do ser mãe e ser mulher. O apoio terapêutico pode ser fundamental para ajudá-la a processar essas emoções e a se sentir mais equilibrada nesse momento.
Na psicanálise, exploramos e elaboramos como esses sentimentos podem estar conectados a expectativas inconscientes ou até a questões mais profundas da infância e da identidade feminina, do ser mãe e ser mulher. O apoio terapêutico pode ser fundamental para ajudá-la a processar essas emoções e a se sentir mais equilibrada nesse momento.
Sim, os pensamentos negativos que você está tendo podem estar relacionados ao pós-parto uma fase que pode ser emocionalmente desafiadora. Muitas mulheres experimentam alterações de humor, ansiedade ou até sintomas de depressão pós-parto nesse período. É importante que você busque apoio profissional, seja por meio de terapia ou acompanhamento médico, para ajudar a lidar com esses pensamentos e promover seu bem-estar. Acolher suas emoções e entender que o que está sentindo é comum pode ser um passo importante para a recuperação.
É bastante comum que novas mães experimentem crises de pensamentos negativos após o parto, e isso pode estar relacionado à depressão pós-parto (DPP). Essa condição afeta muitas mulheres e pode se manifestar de várias maneiras, incluindo tristeza intensa, irritabilidade, flutuações de humor e dificuldades em estabelecer um vínculo com o bebê.
Os pensamentos negativos que você está enfrentando podem ser um sinal de que você está lidando com essa fase delicada. A DPP é mais do que o "baby blues", que envolve emoções temporárias; ela pode causar um impacto significativo na sua vida diária e no cuidado do seu filho. É importante reconhecer que esses sentimentos não são incomuns e que buscar ajuda é fundamental.
A depressão pós-parto pode incluir sintomas como:
Sentimentos de inadequação ou culpa em relação à maternidade.
Dificuldade para dormir ou sono excessivo.
Alterações no apetite, seja por comer muito pouco ou em excesso.
Cansaço extremo e falta de energia.
Pensamentos intrusivos ou obsessivos.
Se você está sentindo que esses pensamentos estão afetando sua capacidade de cuidar do seu bebê ou de se cuidar, é essencial buscar apoio profissional. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudá-la a entender melhor o que está acontecendo e desenvolver estratégias para lidar com esses sentimentos.
Estou à disposição para discutir suas preocupações em mais detalhes e ajudá-la a encontrar o suporte necessário. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta. Cuidar da sua saúde mental é fundamental, e existem caminhos para superar essa fase desafiadora.
Os pensamentos negativos que você está enfrentando podem ser um sinal de que você está lidando com essa fase delicada. A DPP é mais do que o "baby blues", que envolve emoções temporárias; ela pode causar um impacto significativo na sua vida diária e no cuidado do seu filho. É importante reconhecer que esses sentimentos não são incomuns e que buscar ajuda é fundamental.
A depressão pós-parto pode incluir sintomas como:
Sentimentos de inadequação ou culpa em relação à maternidade.
Dificuldade para dormir ou sono excessivo.
Alterações no apetite, seja por comer muito pouco ou em excesso.
Cansaço extremo e falta de energia.
Pensamentos intrusivos ou obsessivos.
Se você está sentindo que esses pensamentos estão afetando sua capacidade de cuidar do seu bebê ou de se cuidar, é essencial buscar apoio profissional. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudá-la a entender melhor o que está acontecendo e desenvolver estratégias para lidar com esses sentimentos.
Estou à disposição para discutir suas preocupações em mais detalhes e ajudá-la a encontrar o suporte necessário. Se você sentir que é o momento certo para buscar ajuda profissional, considere agendar uma consulta. Cuidar da sua saúde mental é fundamental, e existem caminhos para superar essa fase desafiadora.
Olá! Faz pouco tempo que você teve o seu bebê, então pode ser que você ainda esteja muito sensibilizada por esta experiência.
O período pós-parto é uma fase de profundas transformações, tanto físicas quanto emocionais, e a experiência de se tornar mãe pode despertar sentimentos complexos e, muitas vezes, contraditórios. A chegada de um bebê implica uma reconfiguração da sua identidade e do seu ser no mundo. É importante buscar entender melhor o que seriam esses "pensamentos negativos", a que/quem se referem e o que eles comunicam.
Esses momentos de crise podem ser uma manifestação da tensão entre o "eu" que existia antes da maternidade e o "eu" que está emergindo agora, diante da nova realidade, que antes estava apenas no campo das ideias, mas que passou a se tornar concreta. E no campo do concreto, nem sempre será como idealizamos, pois muitas coisas estão fora do nosso controle. Reconhecer e explorar essas questões pode ajudar a esclarecer a origem e o impacto desses pensamentos negativos, além de contribuir para sua ressignificação. Esse processo de nos aproximarmos de nossas questões e acolhê-las é fundamental para compreender melhor o que você está vivenciando e buscar o apoio necessário para atravessar esse momento.
Esses momentos de crise podem ser uma manifestação da tensão entre o "eu" que existia antes da maternidade e o "eu" que está emergindo agora, diante da nova realidade, que antes estava apenas no campo das ideias, mas que passou a se tornar concreta. E no campo do concreto, nem sempre será como idealizamos, pois muitas coisas estão fora do nosso controle. Reconhecer e explorar essas questões pode ajudar a esclarecer a origem e o impacto desses pensamentos negativos, além de contribuir para sua ressignificação. Esse processo de nos aproximarmos de nossas questões e acolhê-las é fundamental para compreender melhor o que você está vivenciando e buscar o apoio necessário para atravessar esse momento.
Sim, pode ser. Esse período é sensível, com muitas mudanças físicas, emocionais e hormonais. Se esses pensamentos persistem ou te causam sofrimento, buscar ajuda psicológica é essencial para cuidar da sua saúde e da relação com o bebê.
O pós-parto traz muitas mudanças no corpo, na rotina, nas relações, e, consequentemente, traz muitos sentimentos à tona. Imagino que seja exaustivo passar por tudo o que você está passando nesse momento. Você já fez acompanhamento psicológico? Penso que pode ser um caminho interessante para dar espaço a todos esses sentimentos. Caso tenha interesse, estou à disposição!
Nos primeiros meses após o nascimento do bebê, é comum que a mulher passe por intensas mudanças físicas, hormonais e emocionais. No entanto, quando surgem crises de ansiedade, pensamentos negativos persistentes ou sensação de que não consegue aproveitar esse momento, pode ser um sinal de depressão ou ansiedade pós-parto. Isso não significa fraqueza, mas um quadro que precisa de cuidado.
Buscar ajuda especializada é fundamental: a psicoterapia psicanalítica pode ser um espaço importante para falar do que sente sem culpa, compreender a origem desses pensamentos e elaborar esse período de transição. Muitas mulheres iniciam atendimento psicológico online nesse momento, agendando uma primeira consulta psicologia, o que facilita quando sair de casa ainda é difícil com o bebê.
Além do acompanhamento psicológico, é importante conversar com o obstetra ou com um psiquiatra, porque em alguns casos o tratamento da ansiedade e o tratamento da depressão no pós-parto envolvem também suporte médico. Com cuidado adequado, é possível atravessar esse período de forma mais leve e retomar a sensação de estar presente para você e para seu bebê.
Buscar ajuda especializada é fundamental: a psicoterapia psicanalítica pode ser um espaço importante para falar do que sente sem culpa, compreender a origem desses pensamentos e elaborar esse período de transição. Muitas mulheres iniciam atendimento psicológico online nesse momento, agendando uma primeira consulta psicologia, o que facilita quando sair de casa ainda é difícil com o bebê.
Além do acompanhamento psicológico, é importante conversar com o obstetra ou com um psiquiatra, porque em alguns casos o tratamento da ansiedade e o tratamento da depressão no pós-parto envolvem também suporte médico. Com cuidado adequado, é possível atravessar esse período de forma mais leve e retomar a sensação de estar presente para você e para seu bebê.
Bom dia!
Não podemos afirmar que você esteja passando por uma depressão pós-parto. É importante que procure ajuda de um psicólogo para aprender a lidar com esses pensamentos.
Não podemos afirmar que você esteja passando por uma depressão pós-parto. É importante que procure ajuda de um psicólogo para aprender a lidar com esses pensamentos.
Com certeza minha querida. Você está bem no meio de um puerpério, fase da vida da mulher onde os hormônios e o cansaço podem afetar bastante a qualidade dos pensamentos. Peça ajuda com as coisas da rotina do bebê, deixe ser ajudada (se tiver quem te ajude), e busque um profissional para que você possa falar desses pensamentos sem ser julgada. Por pior que eles sejam, você precisa tirá-los de você em um ambiente seguro. Fique bem!
Antes de mais nada, parabéns pelo bebê.
Em relação a sua pergunta, seria importante avaliar em consulta que tipo de pensamentos são estes, desde quando ...pra saber certinho o que esta acontecendo. Feito isso teremos mais clareza do que esta te afligindo e a partir dai poderemos escolher em qual abordagem vamos trabalhar.
Em relação a sua pergunta, seria importante avaliar em consulta que tipo de pensamentos são estes, desde quando ...pra saber certinho o que esta acontecendo. Feito isso teremos mais clareza do que esta te afligindo e a partir dai poderemos escolher em qual abordagem vamos trabalhar.
Olá! O pós parto é um momento muito complexo, cheio de dúvidas, medos e novos desafios... É normal que você não esteja se sentindo muito bem nesse momento. Mas, para avaliar com mais cuidado e detalhes o que você vem sentindo e pensando, é importante ter o acompanhamento de um psicólogo especializado em parto e cuidados com a mãe e o bebê.
Se precisar de um acolhimento breve e sem custo para conhecer o meu trabalho, fico à disposição!
Se precisar de um acolhimento breve e sem custo para conhecer o meu trabalho, fico à disposição!
Sim. Pode estar relacionado ao pós-parto.
Alterações hormonais, cansaço, privação de sono e a adaptação à maternidade podem causar pensamentos negativos, ansiedade e tristeza nos primeiros meses. É importante não ignorar: procure um(a) psicólogo(a) e, se os pensamentos forem intensos ou persistentes, também um(a) psiquiatra. Isso tem tratamento e você não está sozinha.
Alterações hormonais, cansaço, privação de sono e a adaptação à maternidade podem causar pensamentos negativos, ansiedade e tristeza nos primeiros meses. É importante não ignorar: procure um(a) psicólogo(a) e, se os pensamentos forem intensos ou persistentes, também um(a) psiquiatra. Isso tem tratamento e você não está sozinha.
Olá, tudo bem?
O que você descreve pode, sim, estar relacionado ao período pós-parto, mas é importante olhar para isso com cuidado e sem rótulos apressados. Após o nascimento do bebê, o corpo e a mente passam por mudanças intensas, hormonais, emocionais e de rotina, e isso pode deixar o sistema emocional mais sensível. Pensamentos negativos recorrentes, medo excessivo, culpa ou sensação de inadequação podem surgir nesse contexto, especialmente quando o cansaço e a responsabilidade aumentam ao mesmo tempo.
Nem todo sofrimento após o parto significa depressão pós-parto, mas também não deve ser normalizado como “fase que passa sozinha”. Existe um espectro que vai desde um ajuste emocional esperado até quadros de ansiedade ou depressão que precisam de atenção. Quando os pensamentos vêm de forma insistente, causam angústia ou fazem você duvidar de si mesma, isso já merece um olhar mais cuidadoso e acolhedor.
Na clínica, olhamos muito para o que esses pensamentos dizem sobre suas exigências internas e sobre o quanto você está tentando dar conta de tudo sozinha. Em que momentos esses pensamentos aparecem com mais força, quando você está exausta, sozinha ou se cobrando demais? Eles falam mais sobre medo de não ser suficiente, de algo ruim acontecer ou sobre perder o controle? O quanto você tem conseguido cuidar de você desde que o bebê nasceu?
Buscar apoio nesse momento não é sinal de fraqueza, é sinal de responsabilidade emocional. A psicoterapia pode ajudar muito a organizar essas vivências e, se necessário, uma avaliação com psiquiatra pode ser indicada para cuidar melhor do seu bem-estar. Caso precise, estou à disposição.
O que você descreve pode, sim, estar relacionado ao período pós-parto, mas é importante olhar para isso com cuidado e sem rótulos apressados. Após o nascimento do bebê, o corpo e a mente passam por mudanças intensas, hormonais, emocionais e de rotina, e isso pode deixar o sistema emocional mais sensível. Pensamentos negativos recorrentes, medo excessivo, culpa ou sensação de inadequação podem surgir nesse contexto, especialmente quando o cansaço e a responsabilidade aumentam ao mesmo tempo.
Nem todo sofrimento após o parto significa depressão pós-parto, mas também não deve ser normalizado como “fase que passa sozinha”. Existe um espectro que vai desde um ajuste emocional esperado até quadros de ansiedade ou depressão que precisam de atenção. Quando os pensamentos vêm de forma insistente, causam angústia ou fazem você duvidar de si mesma, isso já merece um olhar mais cuidadoso e acolhedor.
Na clínica, olhamos muito para o que esses pensamentos dizem sobre suas exigências internas e sobre o quanto você está tentando dar conta de tudo sozinha. Em que momentos esses pensamentos aparecem com mais força, quando você está exausta, sozinha ou se cobrando demais? Eles falam mais sobre medo de não ser suficiente, de algo ruim acontecer ou sobre perder o controle? O quanto você tem conseguido cuidar de você desde que o bebê nasceu?
Buscar apoio nesse momento não é sinal de fraqueza, é sinal de responsabilidade emocional. A psicoterapia pode ajudar muito a organizar essas vivências e, se necessário, uma avaliação com psiquiatra pode ser indicada para cuidar melhor do seu bem-estar. Caso precise, estou à disposição.
Sim, crises de pensamentos negativos e intrusivos dois meses após o parto podem indicar depressão pós-parto (DPP) ou ansiedade, não sendo mais considerado o "baby blues" (tristeza passageira dos primeiros dias). A DPP pode surgir meses após o nascimento, envolvendo tristeza, culpa e medo. Busque ajuda de um profissional (psicólogo/psiquiatra) imediatamente.
Sim, pode ser. O período pós parto é uma das fases mais intensas emocionalmente na vida de uma mulher. As mudanças hormonais, o cansaço, a nova rotina e a enorme responsabilidade que chega de repente criam um terreno propício para o surgimento de sintomas como pensamentos negativos, tristeza, irritabilidade e ansiedade. Isso pode variar desde o baby blues, que é mais leve e passageiro, até a depressão pós parto, que é mais intensa e precisa de atenção e tratamento. É muito importante não minimizar esses sintomas nem encarar isso como fraqueza. Procure um psicólogo e converse também com seu médico para uma avaliação completa. Cuidar de você é cuidar do seu bebê também.
Sim, é possível que esses pensamentos estejam relacionados ao período pós-parto, mas é importante olhar com cuidado para o que você está sentindo.
Após o nascimento do bebê, ocorrem muitas mudanças — hormonais, emocionais e na rotina — e isso pode gerar oscilações de humor, ansiedade e pensamentos negativos. Em alguns casos, esses sinais podem estar associados ao baby blues, à depressão pós-parto ou à ansiedade no pós-parto.
O mais importante não é rotular, mas observar a intensidade, a frequência e o impacto desses pensamentos no seu dia a dia.
Se esses pensamentos:
• são recorrentes
• causam sofrimento
• geram angústia ou medo
• dificultam seu descanso ou sua conexão com o bebê
é fundamental buscar apoio.
Você não precisa passar por isso sozinha. O acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender o que está acontecendo, acolher suas emoções e desenvolver formas mais seguras de lidar com esses pensamentos.
O pós-parto é um período delicado e merece cuidado — inclusive com a sua saúde emocional.
Se possível, converse com alguém de confiança e considere buscar ajuda profissional. Cuidar de você também é cuidar do seu bebê.
Após o nascimento do bebê, ocorrem muitas mudanças — hormonais, emocionais e na rotina — e isso pode gerar oscilações de humor, ansiedade e pensamentos negativos. Em alguns casos, esses sinais podem estar associados ao baby blues, à depressão pós-parto ou à ansiedade no pós-parto.
O mais importante não é rotular, mas observar a intensidade, a frequência e o impacto desses pensamentos no seu dia a dia.
Se esses pensamentos:
• são recorrentes
• causam sofrimento
• geram angústia ou medo
• dificultam seu descanso ou sua conexão com o bebê
é fundamental buscar apoio.
Você não precisa passar por isso sozinha. O acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender o que está acontecendo, acolher suas emoções e desenvolver formas mais seguras de lidar com esses pensamentos.
O pós-parto é um período delicado e merece cuidado — inclusive com a sua saúde emocional.
Se possível, converse com alguém de confiança e considere buscar ajuda profissional. Cuidar de você também é cuidar do seu bebê.
Sinto muito que você esteja passando por isso. O período de dois meses após o parto (o puerpério) é um dos momentos de maior vulnerabilidade emocional na vida de uma mulher, e a resposta curta é: sim, isso pode ser absolutamente relacionado ao pós-parto.
O que você está descrevendo como "crises de pensamentos negativos" é um sintoma muito comum e precisa ser olhado com acolhimento e cuidado profissional. Existem três condições principais que costumam ocorrer nesse período:
1. Disforia Pós-Parto (Baby Blues)
Embora seja mais comum nas primeiras semanas, a oscilação hormonal e o cansaço extremo podem prolongar essa sensação de melancolia. No entanto, aos dois meses, se os pensamentos são de "crise" e trazem muito sofrimento, geralmente já passamos dessa fase.
2. Depressão Pós-Parto (DPP)
A DPP pode surgir a qualquer momento no primeiro ano após o nascimento.
Sintomas: Pensamentos negativos intrusivos, sentimento de incapacidade, falta de conexão com o bebê ou com atividades que você gostava, tristeza profunda e esgotamento que não melhora com o sono.
3. Transtorno Obsessivo-Compulsivo Pós-Parto (TOC-PP)
Muitas mulheres sentem medo de falar sobre isso, mas é comum ter pensamentos negativos "assustadores" ou catastróficos envolvendo a segurança do bebê ou a sua própria. Isso não significa que você vá agir de acordo com eles, mas são pensamentos que "invadem" a mente e causam muita ansiedade.
O que pode estar causando isso?
Privação de Sono: O cansaço extremo altera a química cerebral e reduz drasticamente a nossa capacidade de filtrar pensamentos negativos.
Queda Hormonal: A flutuação de hormônios após o parto tem um impacto direto nos neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar, como a serotonina.
Sobrecarga: A responsabilidade de cuidar de um recém-nascido, muitas vezes somada a outras demandas, gera um estado de alerta constante que o cérebro interpreta como perigo.
O que você deve fazer agora?
Você não precisa e não deve carregar isso sozinha. Como você já está sentindo essas crises, o ideal é:
Conversar com seu Obstetra ou Ginecologista: Eles estão acostumados a identificar esses quadros e podem fazer o primeiro encaminhamento.
Buscar um Psicólogo ou Psiquiatra: Existem profissionais especializados em Saúde Mental Materna. A terapia é fundamental para processar essas crises e, se necessário, o psiquiatra pode avaliar se uma medicação (que pode ser segura inclusive para quem amamenta) ajudará a equilibrar a química do seu cérebro.
Pedir Ajuda Prática: Se houver alguém de confiança, peça para que fiquem com o bebê por algumas horas para que você possa dormir ou ter um momento de pausa. O descanso é parte do tratamento.
Lembre-se: Ter esses pensamentos não faz de você uma mãe ruim ou "louca". É uma condição de saúde como qualquer outra e tem tratamento eficaz.
O que você está descrevendo como "crises de pensamentos negativos" é um sintoma muito comum e precisa ser olhado com acolhimento e cuidado profissional. Existem três condições principais que costumam ocorrer nesse período:
1. Disforia Pós-Parto (Baby Blues)
Embora seja mais comum nas primeiras semanas, a oscilação hormonal e o cansaço extremo podem prolongar essa sensação de melancolia. No entanto, aos dois meses, se os pensamentos são de "crise" e trazem muito sofrimento, geralmente já passamos dessa fase.
2. Depressão Pós-Parto (DPP)
A DPP pode surgir a qualquer momento no primeiro ano após o nascimento.
Sintomas: Pensamentos negativos intrusivos, sentimento de incapacidade, falta de conexão com o bebê ou com atividades que você gostava, tristeza profunda e esgotamento que não melhora com o sono.
3. Transtorno Obsessivo-Compulsivo Pós-Parto (TOC-PP)
Muitas mulheres sentem medo de falar sobre isso, mas é comum ter pensamentos negativos "assustadores" ou catastróficos envolvendo a segurança do bebê ou a sua própria. Isso não significa que você vá agir de acordo com eles, mas são pensamentos que "invadem" a mente e causam muita ansiedade.
O que pode estar causando isso?
Privação de Sono: O cansaço extremo altera a química cerebral e reduz drasticamente a nossa capacidade de filtrar pensamentos negativos.
Queda Hormonal: A flutuação de hormônios após o parto tem um impacto direto nos neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar, como a serotonina.
Sobrecarga: A responsabilidade de cuidar de um recém-nascido, muitas vezes somada a outras demandas, gera um estado de alerta constante que o cérebro interpreta como perigo.
O que você deve fazer agora?
Você não precisa e não deve carregar isso sozinha. Como você já está sentindo essas crises, o ideal é:
Conversar com seu Obstetra ou Ginecologista: Eles estão acostumados a identificar esses quadros e podem fazer o primeiro encaminhamento.
Buscar um Psicólogo ou Psiquiatra: Existem profissionais especializados em Saúde Mental Materna. A terapia é fundamental para processar essas crises e, se necessário, o psiquiatra pode avaliar se uma medicação (que pode ser segura inclusive para quem amamenta) ajudará a equilibrar a química do seu cérebro.
Pedir Ajuda Prática: Se houver alguém de confiança, peça para que fiquem com o bebê por algumas horas para que você possa dormir ou ter um momento de pausa. O descanso é parte do tratamento.
Lembre-se: Ter esses pensamentos não faz de você uma mãe ruim ou "louca". É uma condição de saúde como qualquer outra e tem tratamento eficaz.
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