uma duvida, tenho que consumir 155 g de proteínas dia, posso fazer 4 refeições/dia. 20g café da ma
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respostas
uma duvida, tenho que consumir 155 g de proteínas dia, posso fazer 4 refeições/dia.
20g café da manhã
45g almoço
45g lanche da tarde
45g janta?
20g café da manhã
45g almoço
45g lanche da tarde
45g janta?
Olá! Que bom que você está buscando organizar sua ingestão de proteínas de forma estratégica!
A distribuição das proteínas ao longo do dia é essencial para otimizar a síntese muscular, melhorar a saciedade e garantir um bom aproveitamento dos nutrientes. O fracionamento que você mencionou pode funcionar, mas alguns pontos devem ser considerados.
Para um melhor estímulo à síntese proteica, a recomendação é distribuir a ingestão de proteínas de forma mais equilibrada ao longo do dia. Estudos sugerem que doses de 25 a 40g por refeição promovem um estímulo eficiente à construção muscular, especialmente quando combinadas com um bom aporte energético e treinos adequados. Como no seu caso há uma diferença significativa entre o café da manhã (20g) e as demais refeições (45g), pode ser interessante redistribuir um pouco melhor essa quantidade.
Além disso, é importante garantir que essa proteína venha de fontes variadas e de alto valor biológico, como carnes magras, ovos, laticínios, peixes e proteínas vegetais combinadas adequadamente. Outra consideração importante é a ingestão de fibras e gorduras boas para auxiliar na digestão e absorção dos nutrientes.
Para personalizar essa distribuição de acordo com suas necessidades específicas, rotina e objetivos, o ideal é passar por uma consulta nutricional individualizada. Assim, podemos ajustar sua estratégia para garantir o melhor resultado possível!
Se precisar de um plano alimentar realmente alinhado ao seu perfil, me chame para uma consulta! Será um prazer te ajudar nesse processo.
A distribuição das proteínas ao longo do dia é essencial para otimizar a síntese muscular, melhorar a saciedade e garantir um bom aproveitamento dos nutrientes. O fracionamento que você mencionou pode funcionar, mas alguns pontos devem ser considerados.
Para um melhor estímulo à síntese proteica, a recomendação é distribuir a ingestão de proteínas de forma mais equilibrada ao longo do dia. Estudos sugerem que doses de 25 a 40g por refeição promovem um estímulo eficiente à construção muscular, especialmente quando combinadas com um bom aporte energético e treinos adequados. Como no seu caso há uma diferença significativa entre o café da manhã (20g) e as demais refeições (45g), pode ser interessante redistribuir um pouco melhor essa quantidade.
Além disso, é importante garantir que essa proteína venha de fontes variadas e de alto valor biológico, como carnes magras, ovos, laticínios, peixes e proteínas vegetais combinadas adequadamente. Outra consideração importante é a ingestão de fibras e gorduras boas para auxiliar na digestão e absorção dos nutrientes.
Para personalizar essa distribuição de acordo com suas necessidades específicas, rotina e objetivos, o ideal é passar por uma consulta nutricional individualizada. Assim, podemos ajustar sua estratégia para garantir o melhor resultado possível!
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Ótima pergunta!
Sim!!! Você pode fazer esta distribuição, não há problema algum, porém se atente apenas ao horário do jantar. Dependendo do horário do seu jantar, pode ficar mais difícil a digestão e causar desconforto gástrico e até mesmo atrapalhar o seu sono. O ideal é que o jantar seja até as 20h.
Sim!!! Você pode fazer esta distribuição, não há problema algum, porém se atente apenas ao horário do jantar. Dependendo do horário do seu jantar, pode ficar mais difícil a digestão e causar desconforto gástrico e até mesmo atrapalhar o seu sono. O ideal é que o jantar seja até as 20h.
Oi! Sim, é possível distribuir sua ingestão de proteínas ao longo de quatro refeições, mas vale lembrar que a absorção e aproveitamento da proteína podem variar de pessoa para pessoa. O mais importante é garantir que suas fontes de proteína sejam bem distribuídas e de boa qualidade. Além disso, dependendo dos seus objetivos e rotina, pode ser interessante ajustar essa divisão para otimizar os resultados. Se quiser uma orientação mais personalizada para encaixar essa meta na sua rotina da melhor forma, estou à disposição para te ajudar!
Olá, quem fez esse cálculo para você? Esta seria a primeira pergunta. Qual o horário que você treina? Qual o seu objetivo? Poder até você pode, mas o ideal é responder a essas perguntas para poder realmente entender se tal estratégia realmente faria você alcançar o objetivo que você deseja. Minha sugestão é que você busque um nutricionista para que ele te oriente da forma correta. Fico a disposição.
Olá tudo bem?
Para responder melhor preciso conhecer sua rotina, seu histórico clínico e nível de treinamento.
Além disso, é um erro se preocupar apenas com a proteína, temos também carboidratos, lipídeos, vitaminas e minerais que são tão importantes quanto para nossa saúde, independente do objetivo. O que difere são os objetivos e caso clínico de cada um para direcionarmos melhor para você dentro da rotina atual.
Espero ter ajudado.
Para responder melhor preciso conhecer sua rotina, seu histórico clínico e nível de treinamento.
Além disso, é um erro se preocupar apenas com a proteína, temos também carboidratos, lipídeos, vitaminas e minerais que são tão importantes quanto para nossa saúde, independente do objetivo. O que difere são os objetivos e caso clínico de cada um para direcionarmos melhor para você dentro da rotina atual.
Espero ter ajudado.
A distribuição de proteínas ao longo do dia é fundamental para a absorção e síntese muscular. A tua divisão (20g no café da manhã e 45g nas demais refeições) pode funcionar, mas seria ideal equilibrar um pouco mais, pois consumir muita proteína de uma vez pode reduzir sua eficiência de absorção. Recomendo ter a orientação individualizada de nutricionista para te ajudar a se adaptar melhor com tua saúde, rotina e objetivos.
Ola!
Primeiro precisaria avaliar a necessidade de comer 155g de proteína, mas eu preferiria oferecer quantidades maiores no início do dia que no final. Para uma análise mais detalhada, conte comigo!
Primeiro precisaria avaliar a necessidade de comer 155g de proteína, mas eu preferiria oferecer quantidades maiores no início do dia que no final. Para uma análise mais detalhada, conte comigo!
não
Busque atendimento nutricional adequado e tratado com individualidade. Estou disponível para agendamento de consulta.
A distribuição de proteínas ao longo do dia é importante, não apenas o total consumido.
A divisão que você sugeriu atinge a quantidade total, mas não é a mais equilibrada do ponto de vista fisiológico.
Na prática, o organismo utiliza melhor a proteína quando ela é distribuída de forma mais uniforme entre as refeições. Isso favorece a síntese de massa muscular e melhor aproveitamento dos aminoácidos.
De modo geral, recomenda-se que cada refeição contenha uma quantidade adequada de proteína, em vez de concentrar grandes volumes em poucas refeições.
No seu exemplo, o café da manhã com 20 g pode ficar um pouco baixo, enquanto refeições com 45 g podem ultrapassar o que o corpo consegue utilizar de forma mais eficiente naquele momento.
Uma estratégia mais equilibrada poderia ser algo próximo de:
• 30 a 40 g por refeição, distribuídos ao longo do dia
Além disso, fatores como peso corporal, nível de atividade física, objetivo (emagrecimento, ganho de massa, manutenção) e idade influenciam essa distribuição ideal.
Na prática clínica, ajustamos tanto a quantidade total quanto a distribuição para otimizar resultados, especialmente quando o objetivo é preservar ou ganhar massa muscular.
Ou seja, mais importante do que atingir apenas o total diário é como essa proteína está distribuída ao longo do dia.
A divisão que você sugeriu atinge a quantidade total, mas não é a mais equilibrada do ponto de vista fisiológico.
Na prática, o organismo utiliza melhor a proteína quando ela é distribuída de forma mais uniforme entre as refeições. Isso favorece a síntese de massa muscular e melhor aproveitamento dos aminoácidos.
De modo geral, recomenda-se que cada refeição contenha uma quantidade adequada de proteína, em vez de concentrar grandes volumes em poucas refeições.
No seu exemplo, o café da manhã com 20 g pode ficar um pouco baixo, enquanto refeições com 45 g podem ultrapassar o que o corpo consegue utilizar de forma mais eficiente naquele momento.
Uma estratégia mais equilibrada poderia ser algo próximo de:
• 30 a 40 g por refeição, distribuídos ao longo do dia
Além disso, fatores como peso corporal, nível de atividade física, objetivo (emagrecimento, ganho de massa, manutenção) e idade influenciam essa distribuição ideal.
Na prática clínica, ajustamos tanto a quantidade total quanto a distribuição para otimizar resultados, especialmente quando o objetivo é preservar ou ganhar massa muscular.
Ou seja, mais importante do que atingir apenas o total diário é como essa proteína está distribuída ao longo do dia.
Sim, essa distribuição pode funcionar bem. Não existe obrigatoriamente a necessidade de dividir proteínas de forma perfeitamente igual em todas as refeições para ter resultados.
Consumir boas quantidades de proteína ao longo do dia tende a ser interessante para síntese muscular, recuperação e saciedade. Uma divisão como essa pode ser totalmente adequada dependendo da rotina, digestão, treino e preferência alimentar da pessoa.
Mas existe um ponto muito importante: muitas pessoas acabam exagerando na proteína por acreditarem que “quanto mais, melhor”, e isso nem sempre é verdade.
As recomendações mais altas de proteína geralmente são pensadas para indivíduos com bom percentual de gordura, praticantes de musculação e objetivos específicos de hipertrofia ou preservação muscular que tenham um peso adequado. Pessoas com sobrepeso, obesidade ou percentual de gordura elevado nem sempre devem usar o peso corporal total para calcular proteína, porque isso pode superestimar bastante as necessidades reais.
Além disso, toda proteína também possui calorias. Portanto, excesso proteico pode sim contribuir para ganho de peso quando gera superávit calórico.
Outro detalhe importante é que aumentar proteína exageradamente muitas vezes reduz espaço para carboidratos na dieta, e isso pode ser um erro para quem busca performance e construção muscular.
O carboidrato tem papel muito importante no treinamento, recuperação muscular, reposição de glicogênio e desempenho. Dietas extremamente hiperproteicas e muito baixas em carboidratos nem sempre favorecem o melhor ambiente para hipertrofia, principalmente em pessoas que treinam com intensidade.
Também vale lembrar que a contagem de proteínas considera toda a ingestão do dia, e não apenas alimentos considerados “proteicos”. Arroz, feijão, aveia, leite, pães e diversos outros alimentos também contribuem para o total proteico diário.
Na prática, o mais importante costuma ser equilíbrio: proteína adequada, carboidrato suficiente para sustentar o treino, alimentação compatível com o objetivo e constância nos hábitos.
Consumir boas quantidades de proteína ao longo do dia tende a ser interessante para síntese muscular, recuperação e saciedade. Uma divisão como essa pode ser totalmente adequada dependendo da rotina, digestão, treino e preferência alimentar da pessoa.
Mas existe um ponto muito importante: muitas pessoas acabam exagerando na proteína por acreditarem que “quanto mais, melhor”, e isso nem sempre é verdade.
As recomendações mais altas de proteína geralmente são pensadas para indivíduos com bom percentual de gordura, praticantes de musculação e objetivos específicos de hipertrofia ou preservação muscular que tenham um peso adequado. Pessoas com sobrepeso, obesidade ou percentual de gordura elevado nem sempre devem usar o peso corporal total para calcular proteína, porque isso pode superestimar bastante as necessidades reais.
Além disso, toda proteína também possui calorias. Portanto, excesso proteico pode sim contribuir para ganho de peso quando gera superávit calórico.
Outro detalhe importante é que aumentar proteína exageradamente muitas vezes reduz espaço para carboidratos na dieta, e isso pode ser um erro para quem busca performance e construção muscular.
O carboidrato tem papel muito importante no treinamento, recuperação muscular, reposição de glicogênio e desempenho. Dietas extremamente hiperproteicas e muito baixas em carboidratos nem sempre favorecem o melhor ambiente para hipertrofia, principalmente em pessoas que treinam com intensidade.
Também vale lembrar que a contagem de proteínas considera toda a ingestão do dia, e não apenas alimentos considerados “proteicos”. Arroz, feijão, aveia, leite, pães e diversos outros alimentos também contribuem para o total proteico diário.
Na prática, o mais importante costuma ser equilíbrio: proteína adequada, carboidrato suficiente para sustentar o treino, alimentação compatível com o objetivo e constância nos hábitos.
Especialistas
Fábio M. Fernandes Nunes
Cardiologista, Médico clínico geral, Nutrólogo
Uberlândia
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