Vivo v meu companheiro mas n amo já falei p ele.mas ele n acredita.estamos junto 8 anos .tive decepç
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Vivo v meu companheiro mas n amo já falei p ele.mas ele n acredita.estamos junto 8 anos .tive decepções C ele no passado hoje meu objetivo de está C ele somente é crescer juntos trabalhar juntos temos uma vida como marido e mulher nos respeitamos mas eu n amo.meu objetivo e vive C ele p um cuidar do outro na velhice e crescer juntos financeiramente.o q vcs me diz sobre???
Olá, acho importante você refletir sobre seus sentimentos e seus objetivos de vida nesse momento, relacionamentos podem ser complicados, principalmente depois de muitos anos juntos. Recomendaria começar um processo terapêutico com um psicólogo, assim você poderia explorar mais a fundo sobre como gostaria de seguir em diante e quais recursos você usaria para isso. É importante lembrar que a psicoterapia é um processo conjunto, que depende do psicólogo e do paciente para ter resultados, por isso recomendo o atendimento com um profissional que você se sinta seguro. Espero ter ajudado, e desejo que comece seu processo em breve.
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Olá! O que você descreve parece um relacionamento sustentado mais por parceria, respeito e projeto de vida do que por amor romântico — e isso merece ser olhado com honestidade, não com culpa. Nem todo vínculo se mantém pelo mesmo tipo de amor ao longo do tempo, e entender o que esse relacionamento representa para você é importante. Talvez a pergunta não seja apenas “eu amo ou não amo?”, mas esse formato de relação me faz bem e é verdadeiro para nós dois? Se existe um acordo implícito de cuidado, companheirismo e construção, isso também é um tipo de vínculo. Mas é importante refletir se você e ele estão na mesma página sobre isso. Conversar sobre isso com um psicólogo pode te ajudar a entender melhor seus sentimentos, seus motivos para permanecer e se essa escolha está vindo de consciência ou apenas de acomodação. Clareza emocional é importante para que ninguém permaneça em uma relação sem verdade.
Depende, isso é um problema para você e seu companheiro? caso não seja, não é necessário se preocupar em encaixar-se na regra da sociedade.
Olá.
Não existem regras sobre como uma relação deve ser. Acredito que a questão central seja entender se isso faz sentido para você e para ele também.
É importante que os dois tenham clareza sobre a relação que vocês sustentam e que estejam satisfeitos com isso.
Abraço.
Não existem regras sobre como uma relação deve ser. Acredito que a questão central seja entender se isso faz sentido para você e para ele também.
É importante que os dois tenham clareza sobre a relação que vocês sustentam e que estejam satisfeitos com isso.
Abraço.
Olá querida, essa é uma pergunta que eu devolveria a você, diante do relato que você traz, o que você me diz sobre isso? como seu corpo se sente ao digitar sua vivência aqui...e daqui, construiríamos um caminho juntas.
Essa é uma situação delicada, e percebo que você já teve coragem de ser honesta com ele o que não é pouco.
O que você descreve é um relacionamento que migrou do amor romântico para uma parceria de vida: companheirismo, respeito, projeto em comum, segurança mútua. Isso existe e funciona para algumas pessoas desde que os dois estejam cientes e de acordo com o que a relação é.
O ponto que merece atenção é exatamente esse: ele não acredita quando você diz que não ama. Isso significa que vocês estão vivendo relações diferentes dentro do mesmo relacionamento. Ele pode estar investindo emocionalmente em algo que para você já tem outro significado e isso, com o tempo, pode gerar sofrimento para ele e culpa para você.
Não há resposta certa sobre continuar ou não. Mas há uma pergunta importante: ele tem o direito de escolher essa parceria sabendo exatamente o que ela é?
Seria interessante explorar isso com um profissional tanto individualmente quanto em terapia de casal para que essa conversa aconteça de forma mais clara e segura para os dois.
O que você descreve é um relacionamento que migrou do amor romântico para uma parceria de vida: companheirismo, respeito, projeto em comum, segurança mútua. Isso existe e funciona para algumas pessoas desde que os dois estejam cientes e de acordo com o que a relação é.
O ponto que merece atenção é exatamente esse: ele não acredita quando você diz que não ama. Isso significa que vocês estão vivendo relações diferentes dentro do mesmo relacionamento. Ele pode estar investindo emocionalmente em algo que para você já tem outro significado e isso, com o tempo, pode gerar sofrimento para ele e culpa para você.
Não há resposta certa sobre continuar ou não. Mas há uma pergunta importante: ele tem o direito de escolher essa parceria sabendo exatamente o que ela é?
Seria interessante explorar isso com um profissional tanto individualmente quanto em terapia de casal para que essa conversa aconteça de forma mais clara e segura para os dois.
Olá, boa tarde.
Vou ser direto com cuidado: sustentar uma relação apenas por segurança futura ou estabilidade financeira, quando você já reconhece que não há amor, costuma gerar um custo emocional importante ao longo do tempo para você e para ele.
O que você descreve parece mais um vínculo de parceria funcional do que afetiva. Isso não é “errado” por si só, mas precisa ser consciente, honesto e acordado entre os dois. Hoje, pelo que você trouxe, existe um desencontro: você já comunicou algo importante e ele não consegue (ou não quer) reconhecer. Isso, por si só, já é um ponto central para trabalhar.
Na psicoterapia, eu aprofundaria alguns eixos com você:
Primeiro, diferenciar o que é “não amar” de outras possibilidades. Às vezes é ausência de amor mesmo, às vezes é mágoa acumulada que não foi elaborada, às vezes é um desligamento emocional após decepções. Isso muda completamente o caminho.
Segundo, entender o que te mantém nessa relação hoje. Segurança? Medo de mudança? Comodidade? Projeto de vida? Nenhuma resposta é errada, mas precisa ficar clara.
Terceiro, alinhar valores. Você quer uma relação baseada em afeto ou em parceria prática? As duas coisas são possíveis, mas precisam estar coerentes com o que você acredita e com o que o outro também aceita viver.
Quarto, trabalhar a responsabilidade emocional. Permanecer em uma relação onde o outro acredita em algo diferente do que você sente pode, com o tempo, gerar sofrimento maior para ambos.
Quinto, avaliar se existe espaço real de reconstrução. Em alguns casos, quando há respeito e história, é possível reconstruir vínculo afetivo. Em outros, a relação se transforma mesmo em outra coisa.
Na prática clínica, não se trata de te dizer “fique” ou “termine”, mas de te ajudar a tomar uma decisão mais consciente, sustentada e coerente com quem você é hoje e não apenas baseada em medo ou planejamento futuro.
Do jeito que está, parece que você já tomou uma decisão racional, mas ainda não integrou emocionalmente o que isso significa na prática.
Se fizer sentido, esse é um tema que vale muito ser elaborado em terapia, porque envolve não só essa relação, mas também seus padrões de vínculo, necessidades emocionais e projeto de vida.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
Vou ser direto com cuidado: sustentar uma relação apenas por segurança futura ou estabilidade financeira, quando você já reconhece que não há amor, costuma gerar um custo emocional importante ao longo do tempo para você e para ele.
O que você descreve parece mais um vínculo de parceria funcional do que afetiva. Isso não é “errado” por si só, mas precisa ser consciente, honesto e acordado entre os dois. Hoje, pelo que você trouxe, existe um desencontro: você já comunicou algo importante e ele não consegue (ou não quer) reconhecer. Isso, por si só, já é um ponto central para trabalhar.
Na psicoterapia, eu aprofundaria alguns eixos com você:
Primeiro, diferenciar o que é “não amar” de outras possibilidades. Às vezes é ausência de amor mesmo, às vezes é mágoa acumulada que não foi elaborada, às vezes é um desligamento emocional após decepções. Isso muda completamente o caminho.
Segundo, entender o que te mantém nessa relação hoje. Segurança? Medo de mudança? Comodidade? Projeto de vida? Nenhuma resposta é errada, mas precisa ficar clara.
Terceiro, alinhar valores. Você quer uma relação baseada em afeto ou em parceria prática? As duas coisas são possíveis, mas precisam estar coerentes com o que você acredita e com o que o outro também aceita viver.
Quarto, trabalhar a responsabilidade emocional. Permanecer em uma relação onde o outro acredita em algo diferente do que você sente pode, com o tempo, gerar sofrimento maior para ambos.
Quinto, avaliar se existe espaço real de reconstrução. Em alguns casos, quando há respeito e história, é possível reconstruir vínculo afetivo. Em outros, a relação se transforma mesmo em outra coisa.
Na prática clínica, não se trata de te dizer “fique” ou “termine”, mas de te ajudar a tomar uma decisão mais consciente, sustentada e coerente com quem você é hoje e não apenas baseada em medo ou planejamento futuro.
Do jeito que está, parece que você já tomou uma decisão racional, mas ainda não integrou emocionalmente o que isso significa na prática.
Se fizer sentido, esse é um tema que vale muito ser elaborado em terapia, porque envolve não só essa relação, mas também seus padrões de vínculo, necessidades emocionais e projeto de vida.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
Nos estamos em constante mudança, seja no nosso meio ambiente, nosso corpo, nossas expectativas e isso tudo pode influenciar o nosso relacionamento conjugal. É comum que acabamos por reproduzir no nosso casamento, muitas características do relacionamento de nossa família de origem e nos relacionarmos com cônjuge que facilita isso acontecer. Para situações como essa um psicólogo de casais pode ajudar a entender o que está acontecendo e trabalhar mudanças que enriquecem o relacionamento.
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