Vivo v meu companheiro mas n amo já falei p ele.mas ele n acredita.estamos junto 8 anos .tive decepç

Vivo v meu companheiro mas n amo já falei p ele.mas ele n acredita.estamos junto 8 anos .tive decepções C ele no passado hoje meu objetivo de está C ele somente é crescer juntos trabalhar juntos temos uma vida como marido e mulher nos respeitamos mas eu n amo.meu objetivo e vive C ele p um cuidar do outro na velhice e crescer juntos financeiramente.o q vcs me diz sobre???

43 respostas


Olá, acho importante você refletir sobre seus sentimentos e seus objetivos de vida nesse momento, relacionamentos podem ser complicados, principalmente depois de muitos anos juntos. Recomendaria começar um processo terapêutico com um psicólogo, assim você poderia explorar mais a fundo sobre como gostaria de seguir em diante e quais recursos você usaria para isso. É importante lembrar que a psicoterapia é um processo conjunto, que depende do psicólogo e do paciente para ter resultados, por isso recomendo o atendimento com um profissional que você se sinta seguro. Espero ter ajudado, e desejo que comece seu processo em breve.

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Olá! O que você descreve parece um relacionamento sustentado mais por parceria, respeito e projeto de vida do que por amor romântico — e isso merece ser olhado com honestidade, não com culpa. Nem todo vínculo se mantém pelo mesmo tipo de amor ao longo do tempo, e entender o que esse relacionamento representa para você é importante. Talvez a pergunta não seja apenas “eu amo ou não amo?”, mas esse formato de relação me faz bem e é verdadeiro para nós dois? Se existe um acordo implícito de cuidado, companheirismo e construção, isso também é um tipo de vínculo. Mas é importante refletir se você e ele estão na mesma página sobre isso. Conversar sobre isso com um psicólogo pode te ajudar a entender melhor seus sentimentos, seus motivos para permanecer e se essa escolha está vindo de consciência ou apenas de acomodação. Clareza emocional é importante para que ninguém permaneça em uma relação sem verdade.


Depende, isso é um problema para você e seu companheiro? caso não seja, não é necessário se preocupar em encaixar-se na regra da sociedade.


Olá. Não existem regras sobre como uma relação deve ser. Acredito que a questão central seja entender se isso faz sentido para você e para ele também. É importante que os dois tenham clareza sobre a relação que vocês sustentam e que estejam satisfeitos com isso. Abraço.

Gisele Rodrigues

Gisele Rodrigues

Psicólogo

Florianópolis

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Olá querida, essa é uma pergunta que eu devolveria a você, diante do relato que você traz, o que você me diz sobre isso? como seu corpo se sente ao digitar sua vivência aqui...e daqui, construiríamos um caminho juntas.

Mariana  Alves

Mariana Alves

Psicólogo

Belo Horizonte

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Essa é uma situação delicada, e percebo que você já teve coragem de ser honesta com ele o que não é pouco. O que você descreve é um relacionamento que migrou do amor romântico para uma parceria de vida: companheirismo, respeito, projeto em comum, segurança mútua. Isso existe e funciona para algumas pessoas desde que os dois estejam cientes e de acordo com o que a relação é. O ponto que merece atenção é exatamente esse: ele não acredita quando você diz que não ama. Isso significa que vocês estão vivendo relações diferentes dentro do mesmo relacionamento. Ele pode estar investindo emocionalmente em algo que para você já tem outro significado e isso, com o tempo, pode gerar sofrimento para ele e culpa para você. Não há resposta certa sobre continuar ou não. Mas há uma pergunta importante: ele tem o direito de escolher essa parceria sabendo exatamente o que ela é? Seria interessante explorar isso com um profissional tanto individualmente quanto em terapia de casal para que essa conversa aconteça de forma mais clara e segura para os dois.

Emily Ribeiro

Emily Ribeiro

Psicólogo

São José Dos Pinhais

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Olá, boa tarde. Vou ser direto com cuidado: sustentar uma relação apenas por segurança futura ou estabilidade financeira, quando você já reconhece que não há amor, costuma gerar um custo emocional importante ao longo do tempo para você e para ele. O que você descreve parece mais um vínculo de parceria funcional do que afetiva. Isso não é “errado” por si só, mas precisa ser consciente, honesto e acordado entre os dois. Hoje, pelo que você trouxe, existe um desencontro: você já comunicou algo importante e ele não consegue (ou não quer) reconhecer. Isso, por si só, já é um ponto central para trabalhar. Na psicoterapia, eu aprofundaria alguns eixos com você: Primeiro, diferenciar o que é “não amar” de outras possibilidades. Às vezes é ausência de amor mesmo, às vezes é mágoa acumulada que não foi elaborada, às vezes é um desligamento emocional após decepções. Isso muda completamente o caminho. Segundo, entender o que te mantém nessa relação hoje. Segurança? Medo de mudança? Comodidade? Projeto de vida? Nenhuma resposta é errada, mas precisa ficar clara. Terceiro, alinhar valores. Você quer uma relação baseada em afeto ou em parceria prática? As duas coisas são possíveis, mas precisam estar coerentes com o que você acredita e com o que o outro também aceita viver. Quarto, trabalhar a responsabilidade emocional. Permanecer em uma relação onde o outro acredita em algo diferente do que você sente pode, com o tempo, gerar sofrimento maior para ambos. Quinto, avaliar se existe espaço real de reconstrução. Em alguns casos, quando há respeito e história, é possível reconstruir vínculo afetivo. Em outros, a relação se transforma mesmo em outra coisa. Na prática clínica, não se trata de te dizer “fique” ou “termine”, mas de te ajudar a tomar uma decisão mais consciente, sustentada e coerente com quem você é hoje e não apenas baseada em medo ou planejamento futuro. Do jeito que está, parece que você já tomou uma decisão racional, mas ainda não integrou emocionalmente o que isso significa na prática. Se fizer sentido, esse é um tema que vale muito ser elaborado em terapia, porque envolve não só essa relação, mas também seus padrões de vínculo, necessidades emocionais e projeto de vida. Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.


Nos estamos em constante mudança, seja no nosso meio ambiente, nosso corpo, nossas expectativas e isso tudo pode influenciar o nosso relacionamento conjugal. É comum que acabamos por reproduzir no nosso casamento, muitas características do relacionamento de nossa família de origem e nos relacionarmos com cônjuge que facilita isso acontecer. Para situações como essa um psicólogo de casais pode ajudar a entender o que está acontecendo e trabalhar mudanças que enriquecem o relacionamento.


Olá, boa tarde. Não tenho muito o que te dizer. Você tomou sua decisão. Se estiver contente com essa decisão, ótimo, siga assim. Caso não esteja contente, recomendo procure mudar essa situação para estar coerente entre o que você quer para seu futuro (ter alguém para te ajudar durante sua velhice + estabilidade financeira) e com sua felicidade no presente.

Bruno Henrique Braz dos Santos

Bruno Henrique Braz dos Santos

Psicólogo

São José dos Campos

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Talvez seja importante você se perguntar com mais cuidado sobre o lugar desse amor na relação, se ele é algo importante para você ou não, porque existem relações que se sustentam por diferentes motivos, mas isso precisa fazer sentido para quem está dentro dela. Também pode ser válido refletir sobre o que de fato te faz permanecer nesse relacionamento hoje, se são apenas esses objetivos de crescer juntos, ter companhia e apoio no futuro, ou se existe algo mais que te contempla nessa relação. Esses objetivos são suficientes para você se manter nessa escolha? Você se sente, de alguma forma, satisfeita com o que vive ao lado dele? Pensar sobre isso pode te ajudar a entender se essa permanência é uma escolha que realmente te representa ou se está sustentada por outras questões que talvez ainda precisem ser olhadas com mais atenção.


Olá, o fato de não amar seu marido a incomoda ou faz sofrer? Pois, somente você pode dizer se vale seguir nessa relação ou não, mais ninguém.


Olá, tudo bem? O que você descreve é uma situação mais comum do que parece, embora nem sempre seja fácil de colocar em palavras como você fez. Dá a impressão de que, em algum momento da relação, algo se rompeu emocionalmente para você, talvez pelas decepções que mencionou, e o que ficou foi um vínculo mais baseado em parceria, respeito e construção de vida, mas sem aquele sentimento que você reconhece como amor. É interessante perceber que o amor, do ponto de vista psicológico, não é algo único e fixo. Ele pode mudar de forma ao longo do tempo. Em alguns relacionamentos, ele se transforma em companheirismo e projeto de vida. Em outros, essa transformação vem acompanhada de um distanciamento emocional mais profundo. A questão aqui talvez não seja só “amar ou não amar”, mas entender o que esse vínculo representa hoje para você, de forma honesta e interna, não apenas racional. Fico curioso com algumas coisas que podem te ajudar a se escutar melhor: quando você pensa em continuar essa relação até a velhice, isso vem mais de um desejo genuíno ou de uma sensação de segurança? Se não houvesse essa história de 8 anos e tudo que foi construído, você escolheria começar uma relação com essa pessoa hoje? E, sendo bem sincera com você mesma, existe algum espaço emocional dentro de você onde esse sentimento poderia ser reconstruído, ou parece algo que já se fechou? Outro ponto importante é que relações sustentadas apenas por objetivos práticos, como crescimento financeiro ou companhia no futuro, podem funcionar por um tempo, mas o ser humano também tem necessidades emocionais que, quando não são atendidas, costumam aparecer de outras formas ao longo da vida. Não como um erro seu, mas como um sinal de que algo dentro de você precisa ser olhado com mais profundidade. Talvez esse momento seja menos sobre decidir imediatamente o que fazer, e mais sobre compreender com clareza o que você sente, o que você precisa e o que você está disposta a viver a longo prazo. Em muitos casos, esse tipo de reflexão ganha muito mais consistência quando pode ser explorado em um espaço terapêutico, com calma e sem julgamentos. Caso precise, estou à disposição.

Larissa Zani

Larissa Zani

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Olá… obrigada por confiar e colocar em palavras algo tão íntimo. O que você descreve carrega uma verdade importante: existe parceria, respeito, uma história construída, mas ao mesmo tempo, você reconhece que o amor já não está presente. E sustentar uma relação apenas pela ideia de segurança, crescimento ou companhia pode, com o tempo, ir silenciando partes suas que ainda precisam ser escutadas. Não se trata de julgar sua escolha como certa ou errada. Mas de se perguntar, com delicadeza e profundidade: o que você sente que ficou pelo caminho nessa relação? O que em você continua ali por compromisso… e o que, talvez, já não consegue mais se sustentar? Às vezes, as decepções do passado não encerram apenas situações, elas deixam marcas que vão afastando, pouco a pouco, o desejo, o afeto, a conexão. E quando isso não encontra espaço para ser elaborado, a gente pode acabar vivendo mais no automático do que em um vínculo realmente vivo. Talvez esse seja um momento de se voltar para si, com mais cuidado. Não necessariamente para tomar uma decisão imediata, mas para entender o que, de fato, você deseja para a sua vida afetiva e qual lugar essa relação ocupa hoje na sua história. Se você sentir que faz sentido, esse é um tipo de questão que pode ser muito bem trabalhado em terapia. Um espaço onde você possa falar livremente, sem precisar sustentar respostas prontas e aos poucos ir se escutando de uma forma mais profunda. Estou por aqui, caso sinta que pode ser o momento de dar esse passo.


Olá, essa pergunta é muito importante. Mas eu acho que você precisa pensar em algumas coisas. Vou te provocar com alguns pensamentos. Espero que os leve em consideração como provocações psicológicas e não como críticas. Eu não sei quantos anos você tem, mas me parece, pelas suas palavras, que você já sentenciou o seu futuro. Quantos anos de vida você tem em média pela frente? Considerando que você tenha uns 35 anos, provavelmente você ainda viverá de 30 a 40 anos. Será que esses 8 anos podem sentenciar seu futuro de décadas? Uma outra coisa que me chamou atenção é a noção de controle que você demonstra. Se eu continuar assim, tudo continuará nessa zona de conforto. Tudo será igual e constante no seu futuro e do dele também. Será que vocês têm brilho nos olhos? Aquele que me faz buscar uma superação, uma nova realidade, um novo amor, uma mudança positiva. Por que você está tão passiva diante de sua vida? Você vê que as provocações são complexas, existenciais e valem por uma vida. Sendo assim, eu recomendo que você procure um profissional da Psicologia, pois ele te conduzirá de forma organizada a encontrar resposta e reflexões compatíveis com a sua história. Boa sorte!!!!!

Tadeu Manfroni

Tadeu Manfroni

Psicólogo

São Paulo

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Olá! Tudo bem? Existe uma noção que diz que "apenas o amor não sustenta uma relação", visto que seriam necessárias outras coisas além do sentimento. Mas o contrário também é verdadeiro: "algumas relações podem existir, mesmo sem amor". Você citou algumas coisas que te mantém nessa relação, mesmo sem amor: a construção de uma base financeira, de um possível apoio na velhice... Essas coisas parecem ser importantes para você. Existem relações, como colegas de trabalho que, não necessariamente demandam amor. Essa é uma questão de valores pessoais, do que é importante e prioridade para você em cada uma das relações que cultiva: família, amigos, filhos, etc. A minha pergunta é: será que o amor é importante para você numa relação como essa? Numa relação marido e mulher? Acho válido repensar nas decepções que teve com ele no passado e como isso continua impactando na forma que você o enxerga. Se o amor for algo que você considera prioridade em um casamento, é válido lembrar que às vezes é possível recuperá-lo, mas às vezes não... De qualquer modo, essa é uma questão complexa, que poderia ser melhor compreendida com o auxílio de uma terapia.


Esse é um pequeno recorte de uma situação complexa, porém analisando o que você trouxe no texto: Acredito que seja importante vocês deixarem claro um para o outro o que cada um espera da relação, pois um relacionamento é para ser algo positivo, que traga felicidade e segurança, isso estando alinhado pelas duas partes as coisas tendem a fluir. A terapia de casal ou individual traz grandes beneficios em relação a comunicação, alinhamento de expectativas e relação do casal, caso opte por este caminho, pode contar comigo!


Entendo o que você está dizendo. Parece que vocês construíram uma parceria baseada em respeito e objetivos em comum. Isso é algo comum nas relações. Ao mesmo tempo, pode ser difícil sustentar isso no longo prazo, principalmente quando você já tentou comunicar o que sente e não se sentiu compreendida. As relações entram em acordos e objetivos unicos. Mas esses acordos tem que ser entendidos por ambas as partes. Caso voce comece a se sentir incomodada, talvez valha a pena dar uma olhada mais cuidadosa para os objetivos estabelecidos e os seus sentimentos.


É possível viver uma relação baseada em parceria e objetivos práticos, mas a ausência de sentimento pode gerar conflitos internos, dúvidas e dificuldades de relacionamento ao longo do tempo. Em alguns casos, experiências passadas e decepções influenciam pensamentos automáticos e a forma como a pessoa interpreta o vínculo atual. A terapia cognitivo comportamental (TCC) ajuda a compreender sentimentos, expectativas, tomada de decisões e autoestima dentro do relacionamento. Esse tipo de reflexão favorece escolhas mais conscientes e alinhadas ao bem-estar e à qualidade de vida. Esse acompanhamento psicológico pode ser feito de forma prática por meio de consulta online.


O que você descreve mostra uma relação que funciona na prática, mas não no sentir, e isso, com o tempo, costuma pesar. A questão não é só ficar ou sair, mas entender o que aconteceu dentro de você depois dessas decepções e o que te mantém hoje nesse lugar. Porque viver apenas por um projeto racional pode sustentar uma vida… mas nem sempre sustenta você. Talvez seja um momento importante de se escutar com mais profundidade e não precisar decidir isso sozinha.


Existe uma diferença importante entre vínculo, parceria e amor. Vocês parecem ter uma relação funcional, com respeito e objetivos alinhados, mas com uma desconexão emocional. O risco é, com o tempo, isso gerar vazio, frustração ou sensação de vida “pela metade”. Também é importante observar: você está escolhendo ficar por vontade ou por comodidade, medo ou falta de clareza? E ele, está realmente consciente dessa realidade ou existe uma negação que pode gerar sofrimento futuro? Não existe certo ou errado absoluto, mas é essencial que essa escolha seja consciente, honesta e sustentável emocionalmente para ambos. A psicoterapia ajuda a organizar esses sentimentos, entender o que você realmente quer e tomar decisões mais alinhadas com sua verdade, sem se anular. Se você sente dúvida ou desconexão emocional, posso te ajudar a olhar para isso com mais clareza e segurança, para que sua vida afetiva faça sentido de forma mais inteira. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


O que você sente por ele então, ja não sendo mais amor ?! A situação descrita indica um relacionamento baseado em parceria pragmática, respeito mútuo e objetivos financeiros conjuntos após 8 anos, onde o amor romântico foi substituído por uma sociedade de vida e cuidado mútuo. No entanto, a falta de crença dele no fim do amor e a vivência sem sentimento podem gerar desgaste emocional e desequilíbrio na relação.


Oi, o que você descreve é mais comum do que parece, às vezes o vínculo continua por parceria, história e projeto de vida, mesmo quando o sentimento de amor já não está mais ali como antes, mas vale se perguntar com sinceridade o quanto isso te sustenta de verdade e o quanto é uma forma de se manter em algo que já mudou, porque viver só pelo acordo pode funcionar por um tempo, mas também pode cobrar um preço emocional, então talvez o mais importante agora seja entender melhor o que esse “não amo” significa pra você e o que você quer construir a partir disso, e se fizer sentido, me coloco à disposição pra gente conversar com mais calma sobre isso em uma consulta. Um abraço, Vinícius.


Você está sendo clara sobre o que sente e isso já é importante. O que chama atenção não é a falta de amor, mas a escolha de manter a relação baseada em parceria, segurança e objetivos práticos. A questão não é se isso “pode” ou “não pode”. É sustentar as consequências dessa escolha. Ficar sem amor, mas com acordo, exige honestidade contínua dos dois lados. E, pelo que você descreve, ele ainda não aceita totalmente o que você diz sentir. Dá para construir uma vida a dois sem amor. Mas não dá para fazer isso sem clareza e responsabilidade sobre o que essa escolha implica.


A situação que você descreve aponta para uma transformação profunda no que sustenta a relação: o deslocamento do afeto romântico para o compromisso prático. É perfeitamente possível e legítimo que um casal decida permanecer unido com foco em um projeto de vida comum, como estabilidade financeira, cuidado mútuo e a segurança de envelhecer acompanhado. Muitas relações de longo prazo transitam para esse modelo de parceria funcional, onde o respeito e a amizade substituem a paixão. ​No entanto, o ponto de atenção é o desencontro de percepções. Quando você comunica que o amor acabou e seu companheiro não acredita, existe um risco de que ele ainda esteja investindo emocionalmente em uma expectativa que você já não pretende atender. Para que esse plano de "crescer e cuidar" funcione sem gerar novos ressentimentos, é essencial que ambos estejam na mesma página sobre a natureza atual do vínculo. Se ele interpreta o seu cuidado diário como prova de amor, ele pode se sentir enganado ou frustrado no futuro. ​Em resumo, o modelo de convivência que você deseja é viável, desde que seja um acordo mútuo e transparente. O desafio é garantir que essa parceria de vida seja suficiente para preencher as necessidades emocionais de ambos, ou se a ausência de uma conexão afetiva mais profunda acabará gerando um vazio difícil de sustentar ao longo dos anos.


Pelo que você descreve, existe uma relação construída ao longo do tempo, com respeito e parceria, mas sem o sentimento de amor como você entende hoje. Isso pode gerar bastante conflito interno, especialmente quando os objetivos da relação parecem mais práticos (companheirismo, segurança, crescimento financeiro) do que afetivos. Não existe uma única forma “certa” de se relacionar, mas é importante refletir com cuidado sobre o que faz sentido para você e também considerar a honestidade emocional com o outro. Permanecer em uma relação apenas por conveniência pode, ao longo do tempo, trazer insatisfação para ambos. Talvez seja um momento importante para se escutar com mais profundidade: o que você espera de uma relação? O que é essencial para você em um vínculo? Se possível, buscar um acompanhamento psicológico pode te ajudar a organizar esses sentimentos e tomar uma decisão mais consciente e alinhada com o que você deseja para a sua vida.


As relações humanas são muito complexas, e sentimentos como o amor nem sempre são simples de definir. Muitas pessoas passam a questionar o próprio relacionamento quando a intensidade da paixão diminui, principalmente depois de mágoas, decepções ou anos de convivência. Uma reflexão importante talvez seja: o que significa “amar” para você? Em alguns casos, as pessoas acabam comparando o relacionamento atual com paixões intensas do passado, histórias idealizadas ou expectativas criadas sobre como o amor “deveria” ser. Mas relações duradouras muitas vezes deixam de ser movidas apenas pela intensidade emocional e passam a envolver parceria, construção de vida, cuidado, segurança e companheirismo. Ao mesmo tempo, também é importante observar se existe apenas acomodação emocional, medo da mudança ou um afastamento afetivo que foi acontecendo ao longo dos anos. Em alguns relacionamentos, o desejo e a conexão acabam ficando apagados pela rotina, pelas mágoas antigas ou pela dinâmica de convivência mais parecida com amizade do que com vida conjugal. A terapia individual ou de casal pode ajudar justamente a compreender melhor esses sentimentos, diferenciar afeto, parceria, dependência, comodidade e desejo, além de avaliar o que ainda pode ser reconstruído nessa relação.


Olá! Cada casal tem suas regras e trocas, não existindo exatamente um certo ou errado. O mais importante é: esse arranjo te agrada? Agrada a ele? Como seria se fosse diferente? O que é amar o outro? Tu tem o desejo de nutrir amor por ele? Ou por outra pessoa? Qual o papel do casamento na sua vida e na sua opinião, e o quanto seu casamento parece/diverge da sua opinião? Cuidar e ser cuidada é mais ou menos importante do que amar e ser amada? As duas coisas podem acontecer juntas? São algumas perguntas a se fazer. Socialmente existe um padrão de casamento, mas ele não vai funcionar para todo mundo. O mais importante é que todos os envolvidos do casal estejam de acordo e bem com o arranjo. Se esses questionamentos não te ajudaram a dar um norte, sugiro fazer psicoterapia. Ela vai ajudar bastante nessa descoberta. Fique bem!


Olá :) Você parece viver uma relação baseada em respeito, parceria e construção de vida, mas sem o sentimento amoroso que existia antes, e isso merece ser acolhido com honestidade e cuidado: mais do que julgar o que é “certo ou errado”, o importante é entender se essa forma de vínculo traz paz para você e também permite que ambos vivam essa verdade com clareza e respeito.

Dra. Erica Steinmetz

Dra. Erica Steinmetz

Psicólogo

São José dos Campos

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Parabéns pela sua honestidade, em relação a seu companheiro pode ser que com o tempo e com voce repetindo essa frase pode ser que ele se acostume com a ideia ,e sobre o que voce acredita|planeja está tudo bem , voce deve fazer o que te faz bem e que te deixe mais confortável na hora de proceder .

Dra. Leticia  Milesi

Dra. Leticia Milesi

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Pelo o que você relata, parece haver um relacionamento de carinho e amizade. A pergunta que eu faria a você é: Como você quer viver? Esse relacionamento esta afastando ou aproximando de como você quer viver? Talvez também seja importante pensar em quais são as suas necessidades em um relacionamento e se quer ter na vida uma amor onde você irá viver um romance.


Essa é uma situação que a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) aborda através da análise de valores e acordos relacionais. Você está descrevendo uma transição de um modelo de "amor romântico" para um modelo de "parceria estratégica e de cuidado".Aqui está uma análise sobre essa configuração de vida:1. A Perspectiva da TCC: Valores vs. EmoçõesNa TCC, diferenciamos o que sentimos (emoções) do que escolhemos fazer (comportamentos baseados em valores). O Sentimento: O amor romântico se esvaiu, possivelmente devido às decepções passadas que criaram uma barreira emocional. O Valor: Você prioriza a segurança financeira, o crescimento mútuo e o suporte na velhice. Se para você esses valores são mais importantes do que a paixão, essa escolha é funcional. No entanto, o conflito surge porque há um desalinhamento cognitivo: você aceitou essa realidade, mas seu parceiro está em negação. Para ele, a "profundidade" da relação ainda depende do amor, enquanto para você, depende do respeito e do trabalho conjunto.2. O Risco da "Dívida Emocional"Viver um relacionamento baseado apenas em objetivos práticos é possível, desde que ambos estejam na mesma página. O problema atual é que ele "não acredita" na sua falta de amor. Isso pode gerar: Expectativas Irreais: Ele pode continuar agindo e esperando reciprocidade afetiva que você não pode dar. Frustração Futura: Se ele descobrir "da pior forma" que você realmente não o ama, o projeto de "cuidar um do outro na velhice" pode ser comprometido pelo ressentimento. 3. Realidade Virtual (RV) como Mecanismo de AjudaA Realidade Virtual pode ser uma ferramenta poderosa para ajudar você a processar essa decisão e melhorar a comunicação: Visualização do "Eu Futuro": Através da RV, é possível realizar exercícios de imersão onde você se visualiza daqui a 20 ou 30 anos nessa configuração. Isso ajuda a entender se o seu "eu do futuro" estará satisfeito com a escolha de ter trocado o afeto pela estabilidade, ou se haverá um sentimento de vazio. Treino de Diálogos Difíceis: Você pode usar simulações em RV para praticar como comunicar sua realidade de forma assertiva e clara, sem agressividade, mas sem deixar margem para a negação dele. O objetivo é alinhar o "contrato" de vocês para que ambos saibam exatamente onde estão pisando. 4. O que considerar? Um relacionamento pode, sim, sobreviver sem amor romântico, transformando-se em uma sociedade de vida. Muitas culturas e épocas funcionaram assim. Contudo, para que isso não se torne uma "prisão" ou um fardo pesado demais, a transparência precisa ser absoluta.

Prof. Rosimeri Mebs

Prof. Rosimeri Mebs

Psicólogo

Balneário Camboriú

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o que você descreve mostra uma relação que talvez tenha deixado de ser sustentada pelo amor romântico, mas ainda é sustentada por parceria, respeito, projetos e segurança. isso não é necessariamente simples nem errado, mas precisa ser olhado com honestidade. algumas relações permanecem por afeto tranquilo, compromisso, cuidado mútuo ou projeto de vida. outras permanecem por medo, acomodação ou dificuldade de romper. o ponto central é diferenciar se essa escolha é realmente livre e consciente, ou se está sendo feita porque parece a única possibilidade. a psicoterapia pode ajudar você a compreender o que ainda existe nessa relação, o que já acabou e quais consequências emocionais essa escolha tem para você e para ele. uma vida compartilhada pode existir de muitas formas, mas ela precisa caber com verdade para os dois.


O que você descreve mostra que existe uma diferença entre o carinho, a parceria e o amor da forma como você o entende. Nem todo relacionamento permanece igual ao longo dos anos, e é importante olhar para isso com honestidade, como você está fazendo. Pelo seu relato, parece que vocês construíram uma relação baseada no respeito, na convivência e em objetivos em comum, como crescer financeiramente e cuidar um do outro no futuro. A questão é refletir se esse tipo de relação faz sentido para ambos ou se um de vocês espera algo diferente. Também vale a pena se perguntar: você deixou de amar por causa das decepções que viveu ou percebe que seus sentimentos mudaram independentemente delas? Essa resposta pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos essas questões sem julgamentos, buscando entender os pensamentos, as emoções e os comportamentos envolvidos nas relações. Esse processo ajuda a tomar decisões mais conscientes, sem agir apenas pelo medo, pela culpa ou pela sobrecarga emocional. Se essa situação tem gerado dúvidas ou sofrimento, buscar acompanhamento psicológico pode ajudá-la a compreender seus sentimentos e decidir qual caminho faz mais sentido para a sua vida. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online. Ficarei feliz em conversar com você.

Gleyce  Fidelis

Gleyce Fidelis

Psicólogo

Rio de Janeiro

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O que você descreve mostra uma relação sustentada mais por um acordo de parceria, segurança e projeto de vida do que por investimento afetivo, e isso não é necessariamente errado, desde que seja algo claro e verdadeiro para ambos. Pela psicanálise, vale se perguntar o que te mantém nesse vínculo além da estabilidade, se há medo de ruptura, solidão ou repetição de decepções, e também qual o lugar do desejo nessa escolha. Permanecer sem amor pode funcionar como uma forma de proteção, mas pode também gerar um esvaziamento ao longo do tempo, principalmente se houver desencontro entre o que cada um espera da relação. O ponto central é a honestidade consigo mesma e com ele, porque um vínculo só se sustenta de forma ética quando ambos sabem, de fato, em que tipo de relação estão.

Anthony Souza

Anthony Souza

Psicólogo

Mogi Guaçu

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Primeiramente, acredito que seja importante refletirmos sobre o que "amor" significa para você. Na Psicologia, compreendemos que o amor é um conceito complexo, que pode envolver diferentes dimensões, como afeto, compromisso, intimidade, cuidado e desejo. Além disso, cada pessoa vivencia e define o amor de uma maneira. Você menciona que houve decepções importantes ao longo do relacionamento e que, hoje, permanece ao lado do seu companheiro principalmente pelos objetivos de vida que compartilham. Talvez seja interessante compreender como essas experiências influenciaram seus sentimentos e o significado que esse relacionamento tem para você atualmente. Essas respostas dificilmente serão encontradas por outra pessoa. Um processo psicoterapêutico pode ajudá-la a explorar essas questões com mais profundidade, compreender suas necessidades, expectativas e valores, para que suas decisões sejam tomadas de forma consciente e alinhadas ao que faz sentido para a sua vida.


Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. O que você descreve é uma relação baseada em parceria, estabilidade e projeto de vida, não em amor romântico. Isso não é errado, mas precisa ser consciente e honesto. Muitas pessoas escolhem relações funcionais quando o vínculo afetivo foi desgastado por decepções passadas. O ponto central é: você está confortável com esse tipo de relação? Seu parceiro sabe, entende e aceita essa dinâmica? Relações podem existir sem paixão, mas precisam ter respeito, clareza e ausência de ilusão. Se ambos desejam crescer juntos, cuidar um do outro e manter estabilidade, isso pode funcionar. Mas se ele acredita que existe amor romântico quando não existe, isso pode gerar sofrimento futuro. O ideal é conversar com delicadeza e avaliar se essa parceria é saudável para ambos a longo prazo. Atenciosamente, Fernando Segundo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços


O que você descreve parece ser uma relação em que ainda existem respeito, parceria e objetivos em comum, mas não o amor romântico da forma como você gostaria ou sentia antes. Isso pode acontecer em relações longas, principalmente depois de decepções e desgastes acumulados. Não existe uma única forma correta de viver um relacionamento. Algumas pessoas escolhem permanecer juntas principalmente pelo companheirismo, pelo cuidado e pelos projetos construídos em comum. O problema não está necessariamente nessa escolha, mas em ela não estar clara e aceita pelos dois. Você contou que já disse que não o ama, mas ele não acredita. Isso pode indicar que vocês estão vivendo a mesma relação com expectativas diferentes. Se ele acredita que ainda existe amor romântico ou espera que esse sentimento volte, enquanto você entende o vínculo apenas como uma parceria, essa diferença pode gerar sofrimento no futuro. Talvez valha se perguntar com honestidade: permanecer nessa relação é uma escolha que também faz bem para você ou é apenas uma forma de evitar perdas, solidão ou insegurança? E ele escolheria continuar se compreendesse plenamente como você se sente? A psicoterapia pode te ajudar a organizar essas dúvidas e entender melhor o que você deseja. Se ambos estiverem abertos, a terapia de casal pode facilitar uma conversa mais clara sobre expectativas, afetos e o tipo de relação que vocês querem construir.


Pelo que você descreve, existe respeito e um projeto de vida construído com ele, mas falta a parte do amor, e isso é uma dor real, não é pouca coisa. Continuar numa relação assim tem custo emocional, tanto pra você quanto pra ele, mesmo que a rotina pareça estável. Não dá pra dizer à distância o que é certo pra sua vida, mas vale muito um espaço de terapia pra entender o que te fez ficar até aqui e o que você realmente quer daqui pra frente, com clareza e sem culpa.

Marcela Santos

Marcela Santos

Psicólogo

João Monlevade

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Isto te torna uma mulher completa???? Sente a falta de amar alguém? Pense nisso, o que é mais importante em sua vida? É uma decisão sua, no entanto, têm um leque de opções para escolher, para que lado deve seguir sua vida e com quem deve estar ao seu lado. Abraço.


Essa é uma situação delicada e mais comum do que se imagina. Muitas pessoas escolhem parcerias baseadas em segurança, companheirismo e projetos de vida, e isso tem seu valor. Porém, quando o amor deixa de existir e a relação vira uma espécie de acordo prático, algo dentro de nós pode começar a cobrar um preço silencioso, como tristeza, vazio ou sensação de estar se enganando. Jung diria que precisamos ouvir o que nossa alma anseia: só segurança basta para uma vida inteira? Talvez uma terapia possa ajudá-la a entender melhor seus sentimentos, medos e desejos, para que essa escolha seja feita com consciência e não apenas por conveniência.

Lucas Vitório

Lucas Vitório

Psicólogo

São José dos Campos

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Uma relação pode ser sustentada por diferentes elementos além do amor romântico, como companheirismo, respeito, compromisso, cuidado, projetos em comum e segurança. Portanto, permanecer com alguém porque existe uma parceria de vida não é, por si só, algo necessariamente errado. Entretanto, é importante se perguntar se essa escolha realmente faz sentido para você e se ambos estão conscientes e de acordo com o tipo de relação que estão construindo. Você relata que já comunicou ao seu companheiro que não o ama, mas que ele não acredita nisso. Talvez exista aí uma diferença importante entre aquilo que você entende que está oferecendo nessa relação e aquilo que ele acredita estar vivendo ou espera dela. Também pode ser interessante compreender o quanto as decepções do passado influenciaram seus sentimentos atuais e se permanecer nessa relação representa uma escolha genuína ou está relacionado a medo da solidão, segurança financeira, hábito ou outras necessidades. A psicoterapia pode ajudar nessa reflexão, não para decidir se você deve permanecer ou se separar, mas para compreender melhor seus sentimentos, necessidades e escolhas.


Amor, paixão, desejo, intimidade, companheirismo e satisfação com a relação não são exatamente a mesma coisa. Em relações longas, é natural que a experiência emocional se transforme. A intensidade inicial pode diminuir e dar lugar a outras formas de vínculo. Mas também pode existir um distanciamento que merece ser compreendido. Por isso, eu não começaria apenas perguntando: “Eu ainda amo?” Perguntaria: "Como me sinto nessa relação? Existe admiração? Existe respeito? Consigo ser eu mesma? Tenho vontade de construir algo com essa pessoa? Estou permanecendo porque quero ou principalmente porque tenho medo de sair?" Na ACT, não precisamos decidir pelo paciente. Podemos ajudá-lo a separar medo, culpa e expectativas externas dos próprios valores. Se você está vivendo essa dúvida há algum tempo, talvez seja mais produtivo investigar a relação em terapia do que tentar encontrar uma resposta definitiva sozinho.

Dra. Paula Orlandi

Dra. Paula Orlandi

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! Obrigada por compartilhar algo tão pessoal. O que tu descreve é uma escolha que algumas pessoas fazem, construir uma vida baseada em respeito mútuo, parceria e segurança, sem que o amor romântico seja o centro. Não há uma resposta certa ou errada sobre isso. O que vale refletir é se essa escolha está sendo feita com clareza e paz, ou se há algum sofrimento não resolvido por trás dela, as decepções que você mencionou, por exemplo. A psicoterapia pode ser um espaço útil para entender o que tu realmente quer e se o que está vivendo está alinhado com isso, sem julgamento.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.