Olá primeiramente me desculpem pelos erros gramáticos , ultimamente sentindo muito medo ao sair de c

43 respostas
Olá primeiramente me desculpem pelos erros gramáticos , ultimamente sentindo muito medo ao sair de casar e estudar . Sinto um medo constante que me impede de agir é de seguir em frente . Vivo me comparando as outras pessoas , e como a vida delas são interessantes, as vezes tenho pensamentos depreciativos . Eu tento praticar meditação mais não estou sentindo resultado , as vezes sempre tento controlar o que falo e penso . As vezes espero muito das outras pessoas e acabo me chateando
Olá! Acredito que suas questões necessitem de mais profundidade para serem analisadas e discutidas. Busque um psicólogo, pode ser importante.

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 Ricardo Alexandre Ribeiro
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! É recomendável que você se aprofunde no autoconhecimento e estar acompanhado de algum profissional pode facilitar o seu processo. A meditação simplesmente como mais uma prática ou tarefa incluída na sua rotina não lhe trará muitos benefícios. É necessário a compreensão do seu real significado e utilidade, caso contrário a mente se apropria desta experiência e a transforma em mais um mecanismo de controle contra si mesmo. Um abraço.
Olá! Parece que o medo está te paralisando... Não é fácil controlar e mudar os pensamentos sozinho. Por isso é importante a psicoterapia. A nossa mente pode produzir pensamentos que não são verdadeiros, gerando o medo, ansiedade e vários outros sintomas e sentimentos. Questione esses pensamentos, tente encontrar evidências que são reais. Se não tiver evidências descarte-os. Na psicoterapia obterá o autoconhecimento, identificando os pensamentos que geram gatilhos do seu medo, aprendendo técnicas para modificar e controlar os pensamentos, reduzindo o medo e a ansiedade. Procure ajuda.
 Helen Medeiros
Psicólogo, Psicanalista
Goiânia
Olá!

Todos esses sintomas são indicativos da necessidade de compreender-se melhor e encontrar meios para lidar de forma mais assertiva com suas questões pessoais e no relacionamento com outras pessoas.

Não deixe de procurar ajuda profissional de um psicólogo para ampliar o autoconhecimento e melhorar a sua qualidade de vida!

Me coloco a disposição!
Abraços.
Sim, o medo nos paralisa, busque ajuda profissional para que você consiga lidar com suas emoções e fazer uma avaliação sobre possível transtorno psíquico. Com a pandemia muitas pessoas desenvolveram sintomas como o seu, não demore busque ajuda assim que possível, se precisar estamos aqui para ajudar!!
 Léa Olímpio de Moura
Psicólogo
Belo Horizonte
Sentir medo nunca foi algo agradável!
É preciso entender que o medo é uma emoção natural e necessária. Só que, quando é muito intenso e incapacitante desencadeia um sofrimento maior.
Em terapia você conseguirá entender a função do medo e suas reações no corpo e mente. Diferenciar medo e ansiedade e aprender estratégias simples e eficazes que te ajudarão a acolher a emoção, e não deixá-la no controle da sua vida. Com esse aprendizado você poderá viver de forma bem mais leve.
 Maria Verônica Sousa
Psicólogo
Aracaju
Olá! O mais importante nesse momento não são os seus erros gramáticos, caso eles existam, mas como Você está se sentindo. É preciso identificar as possíveis crenças limitantes e de desvalor que estão impedindo você de acreditar no seu potencial e de se ver como realmente é, sem precisar se comparar como outro. E que fatos vivenciados te levaram a esse sentimento. A psicoterapia é um caminho que poderá lhe ajudar a encontrar respostas para que possa elaborar. A meditação é uma aliada importante, mas somente ela não resolverá esses conflitos psíquicos.
 Ana Cláudia Polezel
Psicólogo
Goiânia
Olá! Por mais que a sensação de medo não seja agradável, é necessário entender que é um sentimento pertinente a todos os seres humanos, pois ele é mais um mecanismo de defesa que nos mantém vivos. O problema é quando o medo nos paralisa e começa a trazer prejuízos à nossa vida, que é o que parece estar acontecendo com você.
A comparação com o outro pode ser um caminho muito perigoso, pois cada um tem sua história de vida. Olhe para a sua história com o carinho que com certeza ela merece.
Técnicas de meditação para alívio dos sintomas são válidas se bem usadas. Se possível procure um profissional que te ajude a entender a raiz de tais sentimentos.
 Maristela Silva
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Pensar sobre o que espera de si, sobre como esta a sua vida, seria um bom começo. Muito mais significativo do que se "basear" pelo desejo do outro é descobrir o seu verdadeiro desejo, aquilo que parte realmente de você.
esse pode ser um bom momento para iniciar seu processo de terapia.
Olá, pela sua descrição, seria interessante iniciar um processo terapêutico. Com ele, consiguirás lidar melhor com suas emoções - inclusive o medo- e traçar objetivos terapêuticos rumo a melhora. Bem como, no seu processo de autoconhecimento desvendar, se achar necessário, as causas de suas desregulações emocionais.
Procure ajuda. Cuida! ;)
Ao dispor.
 Felipe de Martino Pousada Gomez
Psicólogo
Ribeirão Preto
concordo com a resposta da maioria, nesse caso, são questões muito pessoas, que devem te impedir de prosseguir nos seus objetivos e por isso uma psicoterapia deve ser buscada para lhe auxiliar com essas descobertas...
 Renata Ribeiro Montenegro
Psicólogo
Fortaleza
Bom dia! Pelo seu relato, senti que o medo que está lhe impedindo de seguir em frente pode vir de uma sensação de "ser insuficiente" para fazer o que quer fazer, quando você compara a sua realidade com a de outras pessoas. É interessante refletir se o que você sabe da vida das outras pessoas não é apenas um recorte da realidade delas. Então, se for apenas uma parte, isso comprovaria a existência de momentos interessantes que elas vivem, mas não necessariamente de toda uma vida interessante. O que seria uma vida interessante pra você? Você disse também que espera muito das outras pessoas. Como têm sido suas relações? O que você sente que está dando, mas não está recebendo de volta das pessoas? Há muitas questões que você pode aprofundar através de reflexão e, se puder e desejar, da psicoterapia. Estou à disposição se quiser tirar alguma dúvida ou iniciar um processo terapêutico.
 Geisy Candida Sousa
Psicólogo
Goiânia
Qual é a diferença entre paranoia e preocupação?
Como dito, todas as pessoas experimentam momentos de paranoia. Elas vêm uma notícia na TV sobre um assalto na vizinhança e ficam com medo de serem as próximas vítimas, então passam a olhar mais vezes por cima do ombro e checar se há indivíduos estranhos no bairro antes de sair de casa.

Essa é uma resposta natural a algo que demanda algo tipo de cuidado, como, por exemplo, evitar um assalto. Em outras palavras, é uma preocupação compreensível com algo que pode acontecer.

Após alguns dias ou semanas sem novas notícias de violência na vizinhança, as pessoas começam a relaxar e, embora mantenham um certo grau de atenção, não deixam de viver as suas vidas. A lembrança da notícia desaparece dos seus pensamentos, retornando somente quando alguém menciona o ocorrido.
Já o excesso de preocupação com o futuro se transforma em paranoia. A pessoa paranoica vive pensando no “e se…?”. E se eu sair de casa e algo ruim me acontecer? E se eu for assaltado ou sequestrado? E se alguém que eu amo se ferir? Como consequência disso, ela começa a sabotar a própria vida na tentativa de evitar essas situações.
Por isso, é importante identificar quando você está se preocupando demais com questões que não pode controlar e, acima de tudo, com acontecimentos improváveis.

Não importa o quanto nos preparamos e nos cuidamos, às vezes situações ruins acontecem. É claro que devemos estar sempre alertas para evitar o perigo, especialmente quando estamos em um local desconhecido ou pouco movimentado.

Aquele conhecido conselho de mãe “não dê sorte ao azar” é válido em várias situações do dia a dia. Se você pode estacionar em um local seguro, mesmo pagando para isso, por que deixar o carro em um ponto escuro e distante do seu destino? Dependendo da situação, essa decisão pode aumentar as chances de um roubo.

Porém, não podemos deixar de viver somente porque existe a possibilidade de algo ruim nos acontecer. É melhor se concentrar em experimentar a alegria em todos os momentos da sua vida em vez de evitar vivências e recusar oportunidades.

Olá! Seria interessante olhar de forma mais profunda a forma como o medo vem agindo na sua vida. O medo geralmente é algo paralisante, falar sobre ele é um processo importante para visualização de sua origem, levando em conta tanto questões conscientes quanto inconscientes. O auxílio do trabalho de um psicanalista seria importante no seu caso.
 Patricia Moraes Borges
Psicólogo
São Paulo
Olá! A autoestima está tão judiada que você já começa seu texto pedindo desculpas... sem antes saber como vai escrever, e como se não pudesse arrumar o que estiver em desacordo. A cobrança de perfeição anda muito grande por aí? Esse medo que faz você pedir desculpas antes de começar, é o mesmo que te "amarra" dentro de casa... Viver é arriscar-se, o tempo todo. Por outro lado lhe dá a oportunidade de se conhecer melhor, e você poderá ver do que é capaz. Topa o desafio do autoconhecimento? Até mais!
 Sarah Simões
Psicólogo
Brasília
Olá, você já fez acompanhamento com um psicólogo?
A psicoterapia pode te ajudar em todas essas questões apresentadas na sua pergunta.
Aproveito para deixar uma reflexão... quando você se compara ao outro você está olhando o palco ou os bastidores? Muitas vezes ao nos compararmos com o outro acabamos comparando o nosso bastidor com o palco dele, logo nos sentimos mal, como se "a grama do vizinho fosse mais verde".
Seria interessante você buscar a psicoterapia, pois o autoconhecimento te ajudaria a lidar com teus pensamentos e os significados atribuídos as situações.

Você vai aprender ferramentas de como lidar com tudo isso!
 Bruna Faria
Psicólogo
Curitiba
Olá! É interessante que procure um acompanhamento com psicólogo para que você possa entender melhor a origem de seus medos e ansiedade. O acompanhamento profissional também pode te auxiliar a lidar melhor com alguns pensamentos que paralisam e te ajudar a ter comportamentos que você gostaria de realizar. A meditação é um ótimo recurso para alívio de ansiedade mas apenas ela provavelmente não seja suficiente para que você lide com essa tensão.
Dra. Marina Beccalli
Psicólogo
São Paulo
Olá.
Sugiro que busque um profissional psicólogo para que seja feita uma avaliação psicológica do seu quadro bem como o encaminhamento de tratamento adequado.
Olá, bom dentro do que você descreveu, me parece que é um medo generalizado de realmente expor-se para o outro genuinamente como você é. Isso pode te dar uma sensação de desconexão da vida e de você mesma.

Muitas vezes em casos assim, o individuo tem muita dificuldade de ter uma comunicação clara com o outro, prejudicando assim seus relacionamentos interpessoais. Caso isso esteja acontecendo a ponto de você deixar de realizar coisas que gostaria e prejudicando sua qualidade de vida, procure ajuda, se tiver alguma dúvida fico a disposição, abraço.
Dra. Lucia Pereira Berhili
Psicólogo
Brasília
O sentimento de medo muito acentuado pode paralisar uma pessoa. A meditação é um procedimento muito interessante, mas pelo que você escreveu não esta sendo suficiente para você se sentir tranquilo. Procure um profissional psicologo para você poder entender melhor o que realmente anda acontecendo em sua vida. Estou a disposição.
 Danilo Fernandes
Psicólogo, Terapeuta complementar
Rio de Janeiro
Atualmente há milhares de pessoas nas mais diversas condições de dificuldades psicológicas sem qualquer tipo de orientação.
Eu me pergunto por quanto tempo ainda você vai permanecer sem solucionar o seu caso.
Enquanto fica no aprisionamento de dúvidas, incertezas, sintomas a vida vai se escoando entre os dedos por falta de decisão de mudar o estado de coisas pelas quais está passando.
São diversas as formas e modos de tratar do seu caso e com isso alcançar a liberdade que merece, pode e consegue.
Agora é o momento de agir e resolver.

 Paula Neri
Psicólogo
Poços de Caldas
Olá! Os nossos comportamentos e as nossas emoções são influenciados diretamente pela forma como interpretamos as situações que estamos vivendo. Por isso, o caminho para que você se sinta mais autoconfiante e com maior bem-estar é você conseguir identificar o que está por trás dos suas emoções. A psicoterapia é uma ótima opção para te ajudar nessa descoberta!
Olá! O medo é um estado emocional natural e que sentimos várias vezes durante a vida, perante uma situação que nos traz algum risco. Ele, muitas vezes, nos salva e nos alerta. O problema é quando se torna patológico e impede a pessoa de realizar atividades do dia-a-dia. Me parece que isso está acontecendo com você. Sugiro buscar um psicólogo e iniciar a psicoterapia, para entender o que está acontecendo e buscar soluções saudáveis para lidar com o problema, retomando o controle da sua vida. Melhoras!
Olá talvez investir em autoconhecimento seja um caminho, entender quais as crenças fortalece esse comportamento, repensar essa sua estratégia de controle das suas emoções, recomendo procurar ajuda de um profissional habilitado.
Olá! Nossos medos e inseguranças podem ser tão grandes que podem chegar a nos paralisar. E então, vem a dificuldade de agir e de seguir em frente, como você disse. Quando as emoções ficam tão intensas que nos sentimos paralisadas, pode ser o momento de procurar por ajuda profissional.
Olá, como vai? É extremamente importante que você reflita sobre a origem destes sintomas, a psicoterapia pode te ajudar neste processo. Não é comum o medo te atrapalhar a ponto de não conseguir cumprir com seus compromissos. Você não precisa passar por isso só, busque ajuda de um profissional de saúde mental. Espero que fique bem, um forte abraço.
Olá, tudo bem?

Pelo seu relato, parece que você está passando por um momento de bloqueio, onde suas emoções podem impedir que você aja diante das situações e da vida. Na maioria das vezes, esses bloqueios surgem por crenças nucleares disfuncionais e limitantes, que foram construídas ao longo da vida acerca de você, do outro e do mundo. Como você relatou, faz muitas comparações com os outros, e essa atitude pode contribuir para que você sinta medo de agir, te paralisando.
É importante que você procure um profissional da Psicologia, para que, através das psicoterapias, sejam trabalhadas essas crenças que te impedem de agir.
Nas sessões, serão investigadas, também, o seu contexto e a sua história de vida, para compreender de onde e como esses pensamentos foram construídos.
Procure ajuda!

Espero ter esclarecido,

Estou à disposição.

Abraço.
Se você tiver interesse em se desenvover por completo, é simples, basta procurar uma psicoterapia e psiquiatria.
 Evelin Rodrigues
Psicólogo
Goiânia
Olá! Sinto muito que esteja enfrentando esses desafios. É normal sentir medo e insegurança às vezes, mas quando esses sentimentos começam a atrapalhar suas atividades diárias, é importante procurar ajuda.

Uma opção é considerar buscar ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem ajudá-lo a entender e lidar com seus medos e inseguranças, além de fornecer técnicas de gerenciamento de ansiedade e autoestima.

Além disso, é importante lembrar que cada pessoa tem sua própria jornada e não faz sentido se comparar com os outros. Cada um tem suas próprias lutas e desafios. É importante valorizar suas próprias realizações e não diminuir suas próprias conquistas.

Em relação à meditação, pode levar algum tempo e prática para ver resultados. Tente não se preocupar tanto com o resultado imediato e em vez disso se concentrar em estar presente no momento e em sua respiração.

Também é importante ter expectativas realistas em relação aos outros. Cada um tem suas próprias limitações e nem sempre pode atender às nossas expectativas. Tente se concentrar nas coisas positivas em suas relações com os outros e praticar a compaixão e a empatia.

Espero que essas dicas sejam úteis para você e que você possa encontrar a ajuda e o apoio que precisa. Lembre-se de que você é valioso e merece se sentir bem consigo mesmo.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá! Encontrar soluções para nossos problemas emocionais exige que a gente invista nosso tempo e dinheiro para olhar para as questões e entender o que está acontecendo. Busque acompanhamento psicológico, tenho confiança que vai te ajudar. Abraço.
Ola bom dia. Primeiramente obrigada por compartilhar aqui o que tem sentido, isto mostra que deseja se sentir melhor e se cuidar. Lendo seu relato, observo uma ansiedade importante, que tem te gerado medo e te paralisado. É muito importante que procure um psicologo para entender melhor as causas, e trabalhar para que tenha autoconhecimento e habilidades para lidar com situações que te desafiam. Lembre-se pensamentos não são fatos, e muitas vezes um pensamento ansioso vem distorcido, de forma negativa. Cuide de você. Um abraço @psiluanamarys
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como está?
Me parece que existe alguma relação entre as comparações com outras pessoas e esse medo de sair de casa e estudar, parece ser um ponto de partida interessante para uma terapia, pois parece estar te deixando com muita angústia de algumas coisas ainda não ditas, elaboradas e muitas vezes imaginadas, mesmo que de maneira depreciativa. Algumas palavras e ações em sua vida tem significados muito importantes, controlar, esperar, comparar, pode ser muito angustiante sentir isso tudo e não elaborar, falar e pensar sobre essas questões em sua vida.
Procure um(a) psicólogo(a) que você se sinta bem, consiga construir uma relação terapêutica interessante e aprofunde em suas questões, um consultório terapêutico é um ótimo lugar para falar mais sobre você.
Espero ter ajudado em algo, até mais.
 Rodrigo Teixeira
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, entendo a angústia que você está vivenciando e a coragem necessária para expressar esses sentimentos. Na psicanálise, exploramos os aspectos mais profundos de cada pessoa para compreender as raízes dos nossos medos e comportamentos. O que você está descrevendo — medo constante, comparações com os outros, pensamentos depreciativos e a frustração com as expectativas em relação aos outros — pode estar relacionado a questões emocionais e inconscientes que precisam ser exploradas.

O medo ao sair de casa e ao estudar pode ser uma manifestação de ansiedade, e essa ansiedade pode ser alimentada por conflitos internos não resolvidos. A tendência de se comparar com os outros e se sentir depreciado pode indicar uma autoimagem fragilizada, possivelmente originada de experiências passadas ou de padrões de pensamento enraizados.

Um psicanalista pode ajudá-lo a navegar por essas dificuldades e a encontrar caminhos para viver de forma mais plena e autêntica.
 Patrícia Nunes
Psicólogo
São Paulo
Você inicia dizendo 'ultimamente sentindo muito medo..." Suponho que antes não o tinha. O que mudou? Desde quando está assim? Parece que algo o está paralizando em diversos aspectos de sua vida. Um psicólogo pode auxiliar na busca de estratégias para cuidar de sua saúde mental, uma vez que a técnica de meditação parece não estar sendo suficiente.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? O que você está sentindo é algo que muitas pessoas enfrentam em momentos de maior vulnerabilidade emocional. Esse medo constante, comparações e pensamentos depreciativos podem ser sinais de ansiedade ou baixa autoestima, que acabam afetando sua capacidade de se sentir confortável e confiante ao sair ou interagir com o mundo.

Quando nos comparamos frequentemente a outras pessoas, nosso cérebro ativa áreas como a amígdala, que amplificam sentimentos de inadequação e ameaça, e isso pode intensificar pensamentos negativos sobre si mesmo. Ao mesmo tempo, o córtex pré-frontal, que regula essas emoções, pode ter dificuldade em controlar esses impulsos, o que gera um ciclo de preocupação e tristeza.

Praticar meditação é um ótimo passo, mas quando ela não traz o resultado esperado, pode ser útil complementar com outras estratégias, como a terapia psicológica. Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) podem ajudar a identificar os pensamentos automáticos que mantêm esse ciclo de autocrítica e ansiedade, além de fornecer ferramentas práticas para trabalhar suas expectativas e lidar com decepções de forma mais equilibrada.

Se esses sentimentos têm afetado seu dia a dia e você gostaria de construir mais segurança e bem-estar, estarei à disposição para ajudar com um atendimento psicológico personalizado. Você merece se sentir melhor e encontrar um caminho de maior leveza e confiança. Se precisar, é só entrar em contato!
Oi, não se preocupe com os erros gramaticais, o que importa é que você está compartilhando seus sentimentos e buscando ajuda para entender o que está acontecendo. Isso é um passo muito importante!

Pelo que você descreve, parece que você está passando por uma combinação de inseguranças, medos e comparações constantes com os outros, que podem gerar uma sensação de bloqueio e dificuldade para seguir em frente. Esses sentimentos são mais comuns do que você imagina, e o fato de você estar tentando trabalhar nisso já é um grande passo!

Vou tentar te ajudar a refletir sobre algumas das questões que você mencionou e oferecer algumas sugestões que podem ser úteis.

1. Medo e Bloqueios
O medo que você sente ao sair de casa e estudar, de agir e seguir em frente, é muito comum quando estamos lidando com inseguranças e ansiedade. Muitas vezes, o medo vem de uma sensação de não estar pronta ou de achar que algo ruim pode acontecer caso nos arrisquemos. Esse tipo de bloqueio pode paralisar nossas ações e criar um ciclo de procrastinação e frustração.

O que pode ajudar:

Pequenos passos: Em vez de tentar fazer tudo de uma vez ou enfrentar grandes desafios logo de cara, comece com pequenas ações. Dê um passo de cada vez, e celebre cada pequena conquista. Isso vai ajudar a quebrar a paralisia e a aumentar sua confiança.
Enfrentar o medo com coragem: Entenda que o medo faz parte do processo de crescimento, e, muitas vezes, a melhor forma de superá-lo é indo além dele, mesmo que com passos pequenos. A sensação de medo vai diminuir à medida que você for praticando ações, mesmo que não tenha a certeza total.
2. Comparações com os Outros
Você mencionou que se compara muito às outras pessoas e sente que as vidas delas são mais interessantes. Isso é algo muito comum hoje em dia, especialmente com as redes sociais, onde as pessoas tendem a mostrar apenas o lado "bom" ou idealizado de suas vidas.

O que pode ajudar:

Focar em sua própria jornada: A sua vida é única, com seus próprios desafios, aprendizados e experiências. Tente não comparar suas conquistas e dificuldades com as dos outros, pois cada pessoa tem seu próprio tempo e história. Uma forma de lidar com isso é se concentrar no seu próprio progresso e celebrar suas vitórias, mesmo que pequenas.
Redefinir o sucesso: O que é "interessante" para outras pessoas pode não ser o que é relevante para você. Defina seus próprios objetivos e prioridades, sem se deixar influenciar pelo que os outros estão fazendo. Lembre-se de que todo mundo tem suas próprias lutas, mesmo que nem sempre seja visível.
3. Pensamentos Depreciativos
Ter pensamentos negativos sobre si mesma é algo que muitas pessoas enfrentam, e isso pode ser ainda mais intenso quando estamos passando por períodos de insegurança ou ansiedade. Esses pensamentos podem tornar o dia a dia mais difícil e até paralisante.

O que pode ajudar:

Desafiar os pensamentos negativos: Quando perceber um pensamento depreciativo, tente questioná-lo. Pergunte a si mesma: "Isso é realmente verdade?" ou "Eu diria isso a um amigo?" Muitas vezes, somos mais gentis e compreensivas com os outros do que com nós mesmas.
Praticar a autocompaixão: Em vez de se criticar, tente ser mais gentil consigo mesma. O que você está vivendo é difícil, e é normal sentir medo ou insegurança. Reconheça seus sentimentos sem se julgar, e lembre-se de que você merece o mesmo carinho e compreensão que dá aos outros.
4. Dificuldade com a Meditação
A meditação pode ser muito eficaz para ajudar a reduzir a ansiedade e os pensamentos negativos, mas também é algo que requer prática e paciência. Não é raro que as pessoas não sintam resultados imediatos, e o processo pode ser gradual.

O que pode ajudar:

Seja paciente com a meditação: A prática pode ser difícil no começo. Se você sente que não está obtendo resultados, tente mudar a abordagem. Comece com sessões mais curtas, de 5 a 10 minutos, e foque na respiração ou em práticas de mindfulness simples, que ajudam a trazer sua atenção para o momento presente. Existem aplicativos de meditação guiada que podem ser úteis.
Diversifique as práticas de relaxamento: Além da meditação, explore outras formas de relaxamento, como respiração profunda, yoga ou até caminhadas ao ar livre. Às vezes, atividades físicas também podem ajudar a liberar o estresse e a ansiedade.
5. Expectativas em Relação aos Outros
Você mencionou que espera muito das outras pessoas e acaba se chateando quando não vê essas expectativas atendidas. É natural desejar que os outros nos compreendam e atendam nossas necessidades, mas isso pode gerar frustração quando as expectativas não são correspondidas.

O que pode ajudar:

Estabeleça expectativas realistas: Todos têm suas próprias limitações e formas de lidar com a vida. Tente entender que as pessoas não têm sempre o poder de atender a todas as nossas necessidades ou expectativas. Isso não significa que você não é importante para elas, mas que cada um tem seus próprios desafios e prioridades.
Comunique suas necessidades: Em vez de esperar que os outros adivinhem o que você precisa, tente expressar seus sentimentos e necessidades de forma clara e assertiva. Isso pode ajudar a evitar frustrações e a promover uma comunicação mais aberta e saudável.
Conclusão
Marilene, o que você está sentindo é totalmente válido e muito comum, principalmente quando estamos lidando com inseguranças e uma sensação de bloqueio. A prática da meditação e a tentativa de controle dos pensamentos são tentativas valiosas, mas também é importante ser gentil consigo mesma, dar-se espaço para crescer e, ao mesmo tempo, buscar apoio quando necessário.

Lembre-se de que você está em um processo de aprendizado e evolução, e não precisa ser perfeita. Ao dar pequenos passos, praticar a autocompaixão e estabelecer objetivos realistas, você vai conseguir lidar melhor com o medo e a ansiedade, e começar a perceber as mudanças positivas ao longo do tempo.

Se precisar de mais apoio ou quiser conversar mais sobre isso, estou aqui para te ajudar!
 Valter Rodrigues
Psicanalista, Psicólogo
Contagem
Olá! Não se preocupe com os erros gramaticais; o importante é que você está expressando o que está sentindo. O que você está passando é bastante desafiador e compreensível. Sentir medo ao sair de casa, viver em comparação constante com os outros e ter pensamentos depreciativos pode ser muito desgastante.
Esses sentimentos podem estar relacionados a uma forma de ansiedade, que pode se manifestar como medo de situações sociais ou insegurança em relação a si mesmo. A comparação com a vida dos outros é uma armadilha comum, especialmente nas redes sociais, onde as pessoas tendem a mostrar apenas os aspectos positivos de suas vidas. Isso pode intensificar a sensação de inadequação e levar a um ciclo de autocrítica.
Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:
Pratique a autocompaixão: Tente ser mais gentil consigo mesma. Reconheça que todos têm suas lutas e imperfeições, e que é normal sentir-se insegura às vezes. Tratar-se com compaixão pode ajudar a reduzir a autocrítica.
Foque no presente: A meditação pode ser uma ferramenta útil, mas é importante encontrar uma prática que funcione para você. Experimente diferentes técnicas, como meditação guiada ou mindfulness, e veja o que ressoa mais. O objetivo é trazer sua atenção para o momento presente, reduzindo a ruminação sobre o passado ou as preocupações com o futuro.
Estabeleça pequenas metas: Em vez de se sentir sobrecarregada pela ideia de sair ou estudar, comece com pequenos passos. Por exemplo, defina uma meta simples, como sair para uma caminhada curta ou estudar por 15 minutos. Gradualmente, isso pode ajudar a aumentar sua confiança.
Evite comparações: Tente limitar o tempo que passa comparando-se com os outros. Lembre-se de que cada pessoa tem seu próprio caminho e desafios. Concentre-se em suas próprias conquistas e no que você valoriza em sua vida.
Comunique suas expectativas: Se você espera muito das outras pessoas e isso resulta em frustração, considere conversar abertamente sobre suas expectativas. Às vezes, as pessoas não estão cientes do que você precisa ou espera delas.
Se esses sentimentos persistirem ou interferirem significativamente na sua vida diária, considerar buscar apoio profissional pode ser muito benéfico. Um terapeuta pode ajudar a explorar esses sentimentos mais profundamente e oferecer estratégias para lidar com a ansiedade e melhorar sua autoestima.
Lembre-se de que você não está sozinha nessa jornada e que é possível encontrar formas de se sentir melhor. Se precisar de mais apoio ou quiser discutir isso mais profundamente, estou aqui para ajudar!
Olá, como você está? Realmente o que você têm sentido pode ser, além de incômodo, afetar sua vida e suas interações sociais. O que você cita pode ter relação com ansiedade, também é necessário fazer um reforço na autoestima. Você já faz psicoterapia? Acredito que seria muito benéfico no seu caso, além de aprofundarmos as questões que vocês traz. Estou à sua disposição caso queira agendar. Abraço
Olá, não se preocupe com os erros gramaticais, a questão principal é o que você está sentindo e compartilhando, e isso é muito importante.

O medo constante que você está vivenciando ao sair de casa e ao estudar pode ser realmente paralisante. Muitas vezes, o medo surge de um lugar de insegurança, dúvidas sobre o futuro ou até da comparação com os outros. Isso é muito mais comum do que parece, e, em muitas situações, a comparação acaba alimentando sentimentos de inadequação, como se a vida das outras pessoas fosse sempre mais interessante ou bem-sucedida do que a nossa.

A prática de meditação que você mencionou é uma ótima ferramenta para tentar lidar com a ansiedade, mas é importante lembrar que meditar não traz resultados imediatos, e o processo de se conectar com o presente e silenciar a mente leva tempo e prática. Não se frustre se não sentir resultados instantâneos. O próprio fato de estar tentando é um grande passo! E, muitas vezes, a meditação funciona melhor quando combinada com outras abordagens, como a terapia ou até o acompanhamento psicológico.

Lembre-se de que o processo de autoconhecimento e cura leva tempo, e tudo bem não ter todas as respostas agora. O importante é dar o primeiro passo em direção ao cuidado de si mesmo.

Se precisar de ajuda para encontrar um profissional ou para agendar uma sessão, posso te orientar com isso também. Você merece todo o apoio necessário nesse caminho!
O que você está sentindo — medo constante de sair de casa, dificuldade para agir, comparação com os outros e pensamentos depreciativos — pode estar relacionado a um quadro de ansiedade e baixa autoestima.

Esse medo que paralisa muitas vezes vem de dentro, de exigências e cobranças internas muito fortes, que fazem a pessoa se sentir sempre aquém dos outros. Na Psicanálise, entendemos que o sujeito fica preso entre o medo de falhar e o desejo de ser aceito — e isso gera um sofrimento silencioso, que pode tomar o corpo e o pensamento.

A meditação pode ajudar um pouco a acalmar, mas ela sozinha nem sempre é suficiente. O ideal é buscar um psicólogo (inclusive psicólogo online) para compreender o que está por trás desse medo e dessas comparações, e para aprender a lidar melhor com as próprias expectativas e frustrações.

A terapia oferece um espaço seguro onde você pode falar livremente, sem julgamento, e começar a construir uma relação mais gentil e verdadeira consigo mesma.
 Larissa Zani
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Oi, tudo bem? A forma como você descreve esse medo constante, a comparação com outras pessoas e essa sensação de travar por dentro revela um sofrimento silencioso que vai drenando a energia emocional aos poucos. Não é falta de força sua. Quando a mente entra em um ciclo de medo e autocrítica, ela começa a interpretar o mundo como um lugar perigoso e imprevisível, mesmo quando nada de concreto está acontecendo. É como se seu corpo estivesse tentando te proteger o tempo todo, mas usando uma linguagem que te cansa e te prende.

Percebo também uma pressão muito grande para ser alguém “adequado”, “controlado”, “tranquilo”. Ao tentar monitorar tudo o que pensa, sente e diz, você pode estar aumentando justamente aquilo que deseja diminuir. O que será que você teme que aconteça se você não se controlar tanto? E quando se compara com outras pessoas, o que exatamente nelas te desperta essa sensação de inadequação? Às vezes, a comparação funciona como um espelho distorcido, mostrando só o lado que confirma a crítica interna e escondendo todo o resto da sua história.

Você comentou sobre meditar, mas sem perceber resultados. Isso é mais comum do que parece. Quando a ansiedade está muito alta, meditar pode até intensificar pensamentos, porque a mente não aprendeu ainda a se sentir segura no silêncio. A pergunta talvez não seja “por que não funciona?”, mas “como meu corpo está tentando se proteger quando eu paro para respirar?”. Qual é a sensação que aparece nos primeiros segundos de quietude?

Outro ponto delicado é essa expectativa que você coloca nas pessoas e depois vira frustração. Não significa que você espera demais, mas talvez que espera no lugar errado ou de um jeito muito exigente consigo mesmo. O que você tem buscado no outro que talvez esteja faltando na sua relação consigo? E o que dói mais: não receber o que queria ou acreditar que isso diz algo ruim sobre você?

Tudo o que você descreveu é trabalhável em terapia, e costuma trazer muita clareza sobre o medo, a comparação e a autocrítica. Você não está vivendo um exagero, está vivendo um acúmulo, e isso merece cuidado.

Caso precise, estou à disposição.
 Junior Noronha da Fonseca
Psicólogo, Psicanalista
Taubaté
Olá, não precisa se desculpar, não estou aqui para te julgar, principalmente sobre gramática rsrsrs. Vamos lá, vejo que você está em sofrimento e está buscando ajuda. Comece pensando que muito do que você sente não está relacionado ao externo e sim como você mesmo se enxerga. Quando estamos doentes por dentro tudo parece muito maior do que de fato é e as forças parecem insuficientes, mas não é bem assim. Você deu um passo importante vindo até aqui, agora precisa dar o próximo e iniciar sua psicoterapia. Com certeza você passará a ver a vida como ela é sem tanto medo e angústia, melhoras.

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