Perguntas do paciente (6926)

  • Não tenho vontade de fazer nada nem sair, eu evito conversar por redes sociais e ignoro as mensagens

    Não tenho vontade de fazer nada nem sair, eu evito conversar por redes sociais e ignoro as mensagens só que sempre fico pensando em responder mas sempre q vou tentar fico ansiosa e deixo de lado(demorei mais de 3 pra mandar mensagem pra minha mãe avisando q já tinha acordado pq não consegui criar coragem, redes sociais me deixam muito mal e nervosa), eu não me importo muito com minha família e fico indiferente com os problemas deles, é tudo tão pesado na minha cabeça q as vezes penso q seria melhor q eles morressem ou parassem de falar comigo(sei que é pesado), procrastino muito.. Sei que ficou tudo confuso e sem nexo mas eu realmente não sei mais oq fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você descreve não é desinteresse nem frieza, é um estado psíquico de retraimento profundo em que o contato com o outro passou a ser vivido como excessivamente ameaçador e cansativo. Evitar mensagens, adiar respostas e sentir ansiedade diante de algo simples como avisar que acordou revela que sua mente está sobrecarregada, em permanente estado de tensão, como se qualquer vínculo exigisse mais do que você consegue oferecer naquele momento. A indiferença em relação à família e os pensamentos de afastamento não significam desejo real de perda, mas uma tentativa desesperada de reduzir o peso emocional que você sente carregar. Quando tudo se torna pesado demais, o psiquismo busca anestesia, silêncio e isolamento como forma de proteção. A procrastinação, nesse contexto, não é falta de vontade, é paralisia diante de uma angústia que não encontra palavras. Esse sofrimento merece ser levado a sério, porque ele indica que você não está conseguindo mais sustentar sozinha o que se passa dentro de você. Em psicoterapia, é possível construir um espaço seguro para nomear esse cansaço, compreender de onde vem esse medo do contato e recuperar aos poucos a capacidade de se relacionar, desejar e existir sem que tudo pareça uma ameaça. Quando a vida começa a ser evitada, não é sinal de fraqueza, é um pedido silencioso de cuidado.


  • Faço psicanálise há quase 3 anos, e sou apaixonada pela minha psicóloga. Já li sobre transferência e

    Faço psicanálise há quase 3 anos, e sou apaixonada pela minha psicóloga. Já li sobre transferência e etc mas o que me incomoda é que essa transferência é pesada e começou já na terceira ou quarta sessão, e até hoje não cessou. Já conversei com ela sobre isso, mas o sentimento não muda. Não queria deixar a terapia pois além de tudo minha psicóloga é uma excelente profissional. Tem algo que eu possa fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você descreve não é incomum, especialmente quando o vínculo toca algo muito primitivo e necessário, e o fato de ter surgido cedo e se manter intenso indica menos um “excesso” e mais a força de um investimento afetivo que encontrou ali um lugar possível de se ligar, então o ponto não é fazer esse sentimento desaparecer, mas poder analisá-lo, inclusive naquilo que insiste em não mudar mesmo depois de falado, porque é justamente aí que ele se torna material clínico vivo, e a sua permanência pode estar ligada a algo que ainda não pôde ser simbolizado fora da relação com ela, então, se a terapeuta sustenta isso com manejo ético, talvez o caminho não seja sair nem tentar controlar o afeto, mas se autorizar a continuar colocando isso em palavras, inclusive o incômodo pela persistência, como se pouco a pouco você pudesse deslocar esse investimento sem precisar perdê-lo.


  • Bom dia, gostaria de saber qual tipo de terapia procurar para tratar fortes sentimentos de culpa e r

    Bom dia, gostaria de saber qual tipo de terapia procurar para tratar fortes sentimentos de culpa e remorso? Obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Bom dia. Para trabalhar sentimentos intensos de culpa e remorso, o mais indicado é buscar um psicólogo clínico que trabalhe com a abordagem psicanalítica. A psicanálise ajuda a compreender as origens inconscientes desses sentimentos, o papel que exercem na sua história e como eles influenciam seu modo de viver e se relacionar, permitindo que você elabore o que hoje aparece como peso e encontre um sentido mais leve para essas experiências.


  • Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Essa dificuldade em falar com mulheres tem uma história, e a psicanálise pode ajudar a escutá-la. O que será que está em jogo quando a conversa trava? Medo, idealização, algo da infância que ainda ressoa? Na análise, não há respostas prontas, mas um espaço para que você descubra, no seu próprio tempo, o que essas dificuldades dizem sobre você. Quando algo nos impede, é porque há um sentido oculto – e escutá-lo pode ser o primeiro passo para a transformação.


  • Olá tenho dificuldade de me socializar tenho medo de reuniões com outras pessoas isso pode se dizer

    Olá tenho dificuldade de me socializar tenho medo de reuniões com outras pessoas isso pode se dizer que é fobia social ou eu sou antissocial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você descreve se aproxima mais de fobia social do que de comportamento antissocial. A fobia social envolve medo intenso de situações em que a pessoa pode ser observada ou julgada, causando ansiedade e evitando encontros sociais, mesmo quando deseja se relacionar. Já ser antissocial se refere a um padrão de desinteresse ou desprezo pelas relações com os outros, sem necessariamente haver medo ou ansiedade. Se essa dificuldade gera sofrimento ou limita sua vida, procurar um psicólogo pode ajudar a entender melhor o que está acontecendo e desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade social.


  • Minha psicóloga levantou uma hipótese diagnóstica da síndrome de asperger (hoje dentro do espectro a

    Minha psicóloga levantou uma hipótese diagnóstica da síndrome de asperger (hoje dentro do espectro autista) entretanto, meu psiquiatra discorda. Ele supõe personalidade esquizóide e ansiedade generalizada. O que devo fazer quando dois profissionais que me acompanham discordam entre si?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Quando há divergência entre profissionais, isso pode ser uma oportunidade para explorar mais profundamente o que cada diagnóstico revela sobre sua história e sofrimento. Na psicanálise, o diagnóstico não é um rótulo fixo, mas uma forma de compreender o sujeito em sua singularidade. O mais importante é que você se sinta ouvido e que o tratamento respeite suas vivências e seu modo de lidar com o mundo. Dialogar abertamente com ambos os profissionais sobre suas dúvidas pode ajudar a construir um caminho terapêutico que faça sentido para você


  • Bom dia! Autista com síndrome de Asperger pode seguir carreira militar?

    Bom dia! Autista com síndrome de Asperger pode seguir carreira militar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Seguir uma carreira militar envolve um encontro com regras, disciplina e o Outro institucional. Para uma pessoa com síndrome de Asperger, é importante considerar como ela se relaciona com essas demandas e suas próprias singularidades, buscando um caminho que respeite seu modo de estar no mundo.


  • Como se desenvolve a comunicação escrita na Síndrome de Asperger?

    Como se desenvolve a comunicação escrita na Síndrome de Asperger?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Na Síndrome de Asperger, a comunicação escrita pode revelar tanto um esforço singular de expressão quanto os modos particulares como o sujeito lida com o desejo e a linguagem. É importante escutar não só o que é escrito, mas o que está por trás dessas palavras


  • Sinto muito medo de dirigir. Principalmente quanto meu esposo ta do lado.apesar de me deixar a vonta

    Sinto muito medo de dirigir. Principalmente quanto meu esposo ta do lado.apesar de me deixar a vontade .me embaraço toda toda na hora de estacionar. Me da diarreia toda vez que vou dirigir. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O medo de dirigir e os sintomas físicos, como a diarreia, podem ser causados pela ansiedade. Mesmo com o apoio do seu esposo, a preocupação com erros e o estresse ao dirigir podem gerar esses desconfortos. Ter paciência consigo mesma e buscar aos poucos superar esses medos pode ajudar a reduzir a ansiedade com o tempo


  • Eu perdi a minha mae e eu com ela perdi qualquer lembranças nao me lembro dela com vida isso e norma

    Eu perdi a minha mae e eu com ela perdi qualquer lembranças nao me lembro dela com vida isso e normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Na psicanálise, a perda de uma figura materna pode desencadear um processo complexo de luto, no qual o inconsciente pode bloquear ou reorganizar memórias como uma defesa emocional. O esquecimento das lembranças da mãe com vida pode ser uma forma de proteção psíquica frente à dor intensa da perda. A mente, ao não conseguir lidar com a angústia, pode suprimir essas lembranças temporariamente, como uma tentativa de preservar o equilíbrio emocional. Esse processo é comum e faz parte da dinâmica do luto. O importante é compreender que, com o tempo, o trabalho psíquico pode permitir o resgate dessas memórias e a reconstrução do vínculo com a mãe, mesmo após a perda.




  • Tenho 64 anos e moro sozinha numa cidade na qual eu acredito não gostar, não consigo fazer amizades

    Tenho 64 anos e moro sozinha numa cidade na qual eu acredito não gostar, não consigo fazer amizades , não me identifico aqui, mas preciso continuar porque sou concursada e largar tudo, ir embora para tentar outro emprego, na minha idade , é muito difícil.
    Vivo infeliz, deprimida e muito ansiosa.
    Percebi que amo outra cidade, a qual vou a cada quinze dias, penso não gostar desta cidade mas admito que se um de meus filhos aqui morasse eu ficara bem aqui.
    Estou confusa, as vezes penso que o que quero é estar perto dos filhos de novo e fico inventando histórias...como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você está vivendo é uma situação bastante desafiadora e compreensível. Sentir-se deslocada, ansiosa e infeliz em um lugar onde precisa permanecer por motivos profissionais, e ao mesmo tempo nutrir afeto por outro espaço que traz prazer e sentido, gera um conflito interno intenso. O que você descreve sobre pensar que ficaria bem se seus filhos morassem ali revela como a presença de pessoas queridas pode estar sendo associada à sensação de pertencimento e segurança, misturando desejos de autonomia, afeto e identidade.
    Lidar com isso envolve, em primeiro lugar, reconhecer que esses sentimentos são legítimos e naturais. Não se trata de “inventar histórias”, mas de uma tentativa de sua mente organizar a insatisfação e encontrar formas de conforto diante da impossibilidade de mudar imediatamente sua situação. Conversar com um psicólogo pode ajudar a diferenciar o que vem da nostalgia, da necessidade de conexão com a família e do desejo de estar em um lugar que você ama, e a encontrar maneiras de trazer mais sentido e prazer à vida cotidiana na cidade onde precisa estar. Isso pode incluir estratégias para se sentir mais conectada socialmente, cuidar da saúde emocional e criar momentos de proximidade afetiva mesmo à distância, sem que você precise abrir mão de suas responsabilidades ou de si mesma. O acolhimento de suas emoções e a reflexão sobre suas escolhas podem reduzir a angústia e tornar mais claro o que realmente é essencial para seu bem-estar.


  • A depressão pode afetar o raciocínio (a capacidade de pensar com clareza nas coisas)?

    A depressão pode afetar o raciocínio (a capacidade de pensar com clareza nas coisas)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Sim. A depressão frequentemente prejudica o raciocínio e a clareza mental, um fenômeno chamado de “lentificação cognitiva” ou “embotamento do pensamento”. Pessoas depressivas podem perceber dificuldade para concentrar-se, tomar decisões, lembrar de informações ou organizar ideias de forma lógica. Esses efeitos não indicam falta de inteligência, mas sim que o humor e a energia comprometidos interferem na capacidade de processar informações de forma eficiente. Reconhecer isso ajuda a reduzir a autocobrança e a buscar estratégias de manejo, como apoio terapêutico, planejamento de tarefas simples e pausas regulares para descanso mental.


  • Bom dia! Consigo fazer dieta, mas chega um momento que começo a me descontrolar na comida. Posso te

    Bom dia! Consigo fazer dieta, mas chega um momento que começo a me descontrolar na comida.
    Posso ter algum transtorno?
    Devo procurar um psicologo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Bom dia! O que você descreve pode indicar que há dificuldades no controle da relação com a comida, algo que acontece com muitas pessoas, mas nem sempre se trata apenas de “força de vontade”. Episódios de descontrole alimentar frequentes podem estar ligados a fatores emocionais, como ansiedade, estresse ou tristeza, e em alguns casos podem configurar um transtorno alimentar. Procurar um psicólogo é uma escolha importante, porque ele pode ajudar a compreender os padrões por trás da alimentação, a relação com o corpo e as emoções, e desenvolver estratégias para lidar com esses episódios sem culpa ou vergonha. Buscar ajuda é um passo de cuidado consigo mesmo e não significa que algo está “errado” com você, mas sim que você quer viver de forma mais saudável e equilibrada.


  • Autoestima baixa pode estar relacionada com depressão?

    Autoestima baixa pode estar relacionada com depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Sim. A baixa autoestima costuma estar ligada à depressão, pois o sujeito passa a se perceber com desvalor, culpa e sentimento de insuficiência. Nesses casos, a autocrítica torna-se intensa e o olhar sobre si fica empobrecido. A psicoterapia, especialmente a psicanalítica, ajuda a compreender as origens desse desvalor e a reconstruir uma imagem de si mais integrada e realista.


  • Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?

    Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    A baixa autoestima pode estar presente na depressão, mas nem sempre indica que ela exista. Quando é persistente, acompanhada de tristeza, desânimo e perda de interesse, pode sinalizar um quadro depressivo. Para fortalecê-la, é importante um processo de psicoterapia, especialmente na abordagem psicanalítica, que ajude a compreender as origens do sentimento de desvalor, reconhecer suas potencialidades e construir uma relação mais acolhedora consigo mesmo.


  • Eu não me sinto à vontade em falar. Eu tenho vergonha, eu nem sequer sei que especialidade eu devo p

    Eu não me sinto à vontade em falar. Eu tenho vergonha, eu nem sequer sei que especialidade eu devo procurar. Eu fico pensando que isso seria só fraqueza e vaidade. Será que teria algum tipo de assistência, algum tipo de lugar onde eu pudesse me questionar? Eu não consigo mais resolver minha vida só eu.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você descreve é mais comum do que parece e não tem relação com fraqueza ou vaidade. Quando a dor psíquica se prolonga, a pessoa tende a se fechar, a duvidar de si e a sentir vergonha justamente por não conseguir mais lidar sozinha com tudo. Esse impasse costuma ser um sinal de que algo precisa ser escutado, não julgado. Não é necessário saber exatamente qual especialidade procurar para começar, pois o mais importante é encontrar um espaço de fala onde você possa se questionar com cuidado e sem pressa. A psicoterapia existe justamente para esses momentos em que a vida deixa de fazer sentido e as respostas não dão mais conta. Pedir ajuda não diminui você, pelo contrário, mostra que há um desejo de se compreender e de sair desse lugar de sofrimento. Você não precisa ter tudo organizado para buscar apoio, basta reconhecer que não está conseguindo seguir sozinho, e isso já é um passo importante.


  • Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade faz

    Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade fazer nada ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O ideal é procurar um psicólogo clínico, especialmente alguém que trabalhe com psicanálise ou psicoterapia de orientação analítica. Esse profissional ajuda a compreender as causas profundas do desânimo, do choro e da apatia, explorando emoções, conflitos internos e padrões repetitivos, permitindo que você encontre sentido e motivação gradualmente, de forma segura e acompanhada.


  • Bom dia Ao realizar uma consulta com o psiquiatra e passar a fazer uso de uma determinada medicaçã

    Bom dia
    Ao realizar uma consulta com o psiquiatra e passar a fazer uso de uma determinada medicação se faz necessário um acompnhamento pelo psicólogo???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O acompanhamento psicológico não é obrigatório, mas é altamente recomendado. A medicação atua nos sintomas, enquanto a psicoterapia ajuda a entender e lidar com as causas emocionais e comportamentais, promovendo um resultado mais completo e duradouro.


  • Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Nessas situações, o ideal é procurar um psicólogo clínico, preferencialmente com experiência em atendimento a idosos. A psicoterapia oferece um espaço de escuta e reflexão para compreender as inseguranças, perdas e mudanças próprias dessa fase, ajudando o sujeito a ressignificar sua história e fortalecer o sentido de continuidade e autonomia.


  • Tive um ataque de pânico e vivo chorando sem motivos alem da angustia que sinto. Tambem não tenho vo

    Tive um ataque de pânico e vivo chorando sem motivos alem da angustia que sinto. Tambem não tenho vontade de socializar. Qual o especialista indicado para meu caso? Quem devo procurar? Psicólogo,psiquiatra ou psicanalista? estou receosa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você está vivendo pode ser um reflexo de algo mais profundo, algo que precisa ser compreendido e elaborado. Na psicanálise, acreditamos que os ataques de pânico, a angústia e a dificuldade em socializar podem estar ligados a conflitos internos, emoções não expressas ou medos inconscientes. O psiquiatra pode ajudar com os sintomas mais imediatos, como a ansiedade, enquanto o psicólogo ou psicanalista pode ajudar a entender o que está por trás disso. Buscar ajuda é importante, e a terapia pode te apoiar a descobrir e lidar com o que está causando esse sofrimento.


Perguntas frequentes

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