Perguntas do paciente (6926)

  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você viveu foi intenso, e agora seu corpo e sua mente falam por meio desse desânimo e confusão. Na psicanálise, entendemos que certas experiências marcam o inconsciente e, quando menos esperamos, retornam em forma de sintomas. A medicação alivia, mas há algo em você que precisa ser escutado, elaborado. A terapia pode ser esse espaço, mas é essencial encontrar um terapeuta com quem sua fala possa fluir sem pressão. Sua angústia tem um sentido, e dar voz a ela pode ser o começo da transformação.


  • fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que sep

    fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que separamos e voltamos por varias vezes, quando estou com ele quero estar longe se estou longe quero ele. agora decidimos voltar e recomeçar do zero, tenho medo de dar errado novamente. Não consigo me entender. Que me aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você descreve mostra um vínculo marcado pela ambivalência, um movimento de desejo e rejeição que revela conflito interno mais do que apenas dificuldade com o parceiro. Esse vai e vem pode indicar que algo em você busca segurança, mas ao mesmo tempo teme a entrega. Antes de tentar “recomeçar do zero”, seria importante compreender o que se repete nesse laço e o que ele desperta em você. A psicoterapia, especialmente na abordagem psicanalítica, pode ajudar a entender as causas dessa oscilação afetiva e a construir uma forma mais estável de se relacionar.


  • Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv

    Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Sim, é possível. Quando exames físicos estão normais e a falta de ar persiste de forma intermitente, ela pode ter origem psicossomática, geralmente ligada à ansiedade. Nessas situações, o corpo expressa em sintomas físicos uma tensão emocional não elaborada. O sintoma pode surgir sem motivo aparente, especialmente em momentos de estresse ou preocupação, e tende a melhorar quando o sujeito reconhece e trabalha as causas emocionais. O acompanhamento psicológico é indicado para investigar o sentido desse sintoma e aprender a lidar com ele de forma mais consciente.


  • Olá tenho 28 anos , desde a infância na escola as vezes ficava meio distraída na aula por questões d

    Olá tenho 28 anos , desde a infância na escola as vezes ficava meio distraída na aula por questões de segundos. As vezes as pessoas me chamavam e era como se tivesse no mundo da lua. E isso ocorre até hoje , dura alguns segundos e passa. Isso pode ser uma crise de ausência? Acabei aprendendo sobrevoa doença porque minha bebe foi diagnosticada com epilepsia recentemente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você descreve, episódios breves, de segundos, em que parece “desligada” ou no mundo da lua, pode lembrar o que se conhece como crise de ausência, mas não é possível afirmar isso apenas pelos sintomas relatados. Crises de ausência costumam ser muito curtas, começam de forma súbita, e a pessoa frequentemente não percebe o que acontece durante o episódio, podendo ocorrer várias vezes ao dia, mas é preciso avaliação neurológica e, muitas vezes, exames como eletroencefalograma para confirmar. Como você mesma percebeu por causa do diagnóstico da sua bebê, situações de desatenção breve podem gerar preocupação, mas também podem estar relacionadas a lapsos normais de atenção, cansaço ou distração momentânea. Procurar um neurologista ou um especialista em epilepsia pode ajudar a esclarecer se esses episódios têm relação com crises epilépticas ou se são outra forma de atenção dispersa. Registrar quando, com que frequência e em que circunstâncias os episódios acontecem pode fornecer informações importantes para essa avaliação.


  • Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, t

    Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, trava! Tenho várias coisas em mente mais não sai...

    E também tenho medo da feminidade da mulher (eu) com palavras, no jeito de falar..

    Algum conselho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você descreve sugere uma dificuldade em lidar com a própria expressão em presença do outro, possivelmente relacionada à timidez, insegurança ou medo de julgamento, e ao mesmo tempo uma tensão em relação à sua própria feminilidade e à forma como se manifesta. Não há nada de errado nisso; é uma experiência que muitas pessoas têm, especialmente em contextos de intimidade ou exposição. Um caminho útil é a psicoterapia psicanalítica, que ajuda a compreender de onde vêm esses bloqueios, sejam experiências passadas, conflitos internos ou expectativas sobre si mesma, e a trabalhar gradualmente a confiança na própria voz e na expressão de sentimentos. Enquanto isso, pequenas estratégias podem ajudar: praticar falar em voz alta sozinha, registrar pensamentos e tentar compartilhá-los com pessoas de confiança em ambientes seguros, e reconhecer cada progresso, por menor que seja, sem autocrítica


  • Como superar os pensamentos intrusivos? Chegaram desde a gravidez e não sei oque fazer!

    Como superar os pensamentos intrusivos?
    Chegaram desde a gravidez e não sei oque fazer!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Pensamentos intrusivos, especialmente quando surgem de forma persistente desde a gravidez, são experiências angustiantes, mas não significam que você seja “má” ou que vá agir de forma nociva. O primeiro passo é reconhecer que esses pensamentos são involuntários e não refletem sua intenção ou caráter. Estratégias úteis incluem identificar e nomear os pensamentos sem se engajar neles, praticar respiração ou atenção plena para reduzir a ansiedade e buscar apoio profissional qualificado, como psicoterapia cognitivo-comportamental ou acompanhamento psiquiátrico se houver muita angústia. É fundamental não se isolar: falar sobre esses pensamentos com um profissional de confiança ajuda a diminuir a vergonha e a intensidade da angústia. Se sentir medo de agir ou perceber que os pensamentos estão muito invasivos, procure ajuda imediatamente.


  • Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia .

    Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia . Ele ta bem e daqui a pouco ta de mal humor. Tem duvidas sobre o q ser. Nao trm paciencia . Ele mesmk pediu ajuda pq acha q é problematico. Nao sei qual profissional levar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O mais indicado é levá-lo a um psicólogo clínico, que possa realizar uma escuta cuidadosa e avaliar o que está por trás dessas oscilações de humor, impaciência e incertezas. Na adolescência, é comum haver dúvidas e mudanças rápidas, mas quando isso causa sofrimento, o acompanhamento psicológico ajuda a compreender o que ele está vivendo e a desenvolver mais estabilidade emocional. Caso o psicólogo perceba necessidade, poderá encaminhá-lo também a um psiquiatra para avaliação complementar.


  • Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,porém tenho focado nisso na m

    Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,porém tenho focado nisso na minha vida ultimamente,porém apaixonei pela minha terapeuta e não tenho coragem nenhuma de falar para ela. O que eu devo fazer? Mudar de terapeuta? preciso de uma ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Sinto muito que você esteja passando por isso, e é importante reconhecer a coragem que já existe em você por estar em terapia após tentativas de suicídio. O que você descreve é algo conhecido na clínica como transferência: sentimentos intensos, inclusive amorosos, podem surgir na relação terapêutica, especialmente quando há acolhimento, cuidado e escuta em um momento de grande vulnerabilidade. Isso não é errado nem vergonhoso. O mais indicado não é mudar de terapeuta em silêncio, mas falar sobre isso com ela. Um terapeuta ético e preparado sabe manejar esse tipo de vivência, ajudando a compreender o sentido desses sentimentos e protegendo o processo terapêutico. Falar pode fortalecer o tratamento, não destruí‑lo. Mudar de terapeuta só costuma ser necessário se, após essa conversa, você não se sentir seguro ou acolhido no setting terapêutico. Se em algum momento os pensamentos de morte voltarem a ficar intensos ou você se sentir em risco, procure ajuda imediata. No Brasil, o CVV atende 24h pelo 188. Você não precisa atravessar isso sozinho.


  • Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?

    Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O transtorno de ansiedade é uma condição em que o medo, a preocupação ou a apreensão se tornam excessivos, persistentes e difíceis de controlar, interferindo na vida cotidiana. Afeta a pessoa tanto emocionalmente, causando tensão, irritabilidade e insegurança, quanto fisicamente, gerando sintomas como falta de ar, palpitação, sudorese, tremores, dificuldade de concentração e distúrbios do sono. Na psicanálise, esses sintomas podem ser vistos como formas do psiquismo sinalizar conflitos internos ou angústias não elaboradas.


  • Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo

    Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo trabalho a parte financeira a casa e os filhos fica por minha conta e brigo se algo da errado quanto a mim ele não se importa nem um pouco. Que aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Pelo que você descreve, parece que há um padrão de distanciamento e falta de compartilhamento nas responsabilidades e afetos dentro do relacionamento, o que gera sobrecarga emocional para você e sensação de desamparo. Situações assim podem intensificar sentimentos de frustração, tristeza e solidão, porque o cuidado e a parceria em um relacionamento envolvem dividir não apenas tarefas práticas, mas também apoio emocional. Conversar sobre isso de forma estruturada e segura, seja com um psicólogo individualmente ou em casal, pode ajudar a tornar essas dinâmicas mais visíveis, a compreender como cada um lida com frustrações e responsabilidades, e a buscar formas mais equilibradas de se relacionar. O mais importante é reconhecer que suas necessidades emocionais também são legítimas, e buscar apoio não é sobre “culpar” o outro, mas sobre cuidar de você e do vínculo de maneira saudável.


  • A algum tempo eu sinto que não me encaixo no "meu" grupo de amigos, sinto que eles não me querem por

    A algum tempo eu sinto que não me encaixo no "meu" grupo de amigos, sinto que eles não me querem por perto, que não gostam de mim, eu perdi um pouco de motivação mas dempre gostei de ficar bem isolado e recentemente no meio de uma aula eu fiquei pensando em querer morrer, em querer sumir, isso seria algo relacionado com depressão?
    Obs: eu já pensei em sumir algumas vezes, mas em morrer foi a primeira vez

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você descreve é um sinal importante de sofrimento psíquico e merece ser levado com muita seriedade, ainda que você não se perceba deprimido o tempo todo. Sentir que não pertence, imaginar que não é querido e se afastar afetivamente dos outros fragiliza profundamente a sensação de identidade e de valor pessoal. Quando esse sentimento de exclusão se mantém por muito tempo, a mente começa a buscar saídas para aliviar a dor, e o pensamento de desaparecer ou de não existir mais surge menos como desejo real de morrer e mais como uma tentativa de cessar um sofrimento que parece não ter nome. O fato de essa ter sido a primeira vez que você pensou em morrer indica um ponto de alerta, não de desespero definitivo, mas de que algo dentro de você está pedindo escuta. Isso pode sim estar relacionado a um quadro depressivo inicial, ou a um estado de tristeza profunda associado à solidão, insegurança e perda de sentido. Pensamentos assim não surgem por acaso, eles aparecem quando a pessoa se sente invisível, deslocada e emocionalmente sem lugar. Procurar um psicólogo nesse momento é fundamental, não porque você esteja em risco imediato, mas porque esse tipo de pensamento não deve ser carregado sozinho. Quando a vontade de sumir aparece, é a vida pedindo para ser cuidada antes que o silêncio fique pesado demais.


  • Tenho 17 anos, ando me sentindo muito triste mas n sei o motivo ao certo, ando me sentindo muito soz

    Tenho 17 anos, ando me sentindo muito triste mas n sei o motivo ao certo, ando me sentindo muito sozinha, incapaz, insuficiente e confusa, tenho dificuldade em manter as pessoas perto, e nunca me envolvi amorosamente, será q tenho depressão? Devo procurar um profissional? Ou é só confusões da adolescência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O que você está sentindo é importante e merece atenção. Na psicanálise, entendemos que esses sentimentos de tristeza, solidão e confusão podem ser sinais de algo mais profundo, não apenas "fase da adolescência". Eles podem refletir conflitos internos ou desejos não expressos que ficam guardados no inconsciente. Buscar um profissional para falar sobre isso pode te ajudar a entender o que está por trás dessas emoções e encontrar formas de lidar melhor com elas. Não é fraqueza procurar ajuda, é um passo importante para cuidar de si mesmo.


  • Meu namorado disse que há um tempo atrás foi diagnosticado com transtorno bipolar,mais lendo a respe

    Meu namorado disse que há um tempo atrás foi diagnosticado com transtorno bipolar,mais lendo a respeito vi que os bipolares são frios,ele é totalmente o contrário,muito carinhoso...há possibilidade dele não ter esse tal transtorno bipolar?ou o bipolar tbm pode ser amoroso?Grata...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Sim, pessoas com transtorno bipolar podem ser carinhosas e afetuosas. O diagnóstico não define a capacidade de amar ou demonstrar afeto. O transtorno bipolar envolve oscilações de humor, como períodos de euforia, irritabilidade ou depressão, mas fora dessas fases a pessoa pode ter comportamentos completamente estáveis, empáticos e calorosos. Portanto, o fato de seu namorado ser amoroso não invalida o diagnóstico.


  • Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    No contexto do transtorno bipolar, a depressão é parte do curso do transtorno e, embora não haja uma “cura” definitiva no sentido de eliminação completa e permanente dos episódios, é possível alcançar uma melhora significativa e manutenção da estabilidade emocional. O tratamento combina medicação estabilizadora do humor, acompanhamento psiquiátrico contínuo e psicoterapia, que ajuda a lidar com padrões de pensamento, regulação emocional e estratégias para prevenção de recaídas. Além disso, cuidados com sono, rotina, alimentação, prática de exercícios e suporte social são essenciais para reduzir a frequência e intensidade dos episódios depressivos. A “melhora” se manifesta mais como equilíbrio e qualidade de vida, aprendendo a conviver com o transtorno e reduzir seu impacto do que como eliminação total dos sintomas.


  • Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que e

    Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
    Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
    O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Você pode continuar ajudando, mas precisa proteger seu bem-estar. Crie limites claros, não carregue a responsabilidade pelos sentimentos dela e busque apoio para você, como conversar com alguém de confiança ou um psicólogo. Seu cuidado próprio vem antes de tudo.


  • Tenho TOC, tenho um ritual que é difícil de fazer, tem várias regras nele e acabo quebrando as regra

    Tenho TOC, tenho um ritual que é difícil de fazer, tem várias regras nele e acabo quebrando as regras sem querer, minha mente diz que tenho que refazer esse ritual, já que não fiz corretamente, há problema em deixar de fazer esse ritual sem refazê-lo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Do ponto de vista psicanalítico, o que você descreve é a tensão entre a compulsão, a necessidade de refazer o ritual para aliviar a ansiedade, e a possibilidade de tolerar a frustração de não segui-lo à risca. Deixar de refazer o ritual não é “errado” nem perigoso em si; trata-se de um exercício de enfrentamento da ansiedade e de ampliação do controle sobre a própria vida, em vez de permitir que o ritual dite suas ações. No entanto, essa prática costuma gerar desconforto intenso no início, e é importante ter acompanhamento clínico para apoiar esse processo, evitando que a angústia se torne avassaladora.


  • Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional. As vezes tenho

    Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional.
    As vezes tenho vontade de fazer uma faculdade mas alguns dias depois quero ser empreendedor, ja desejei
    ser palestrante, mas nunca consigo tomar uma decisão. O eu que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    A indecisão profissional costuma estar ligada a conflitos internos, expectativas externas e ao medo de perder possibilidades ao escolher apenas um caminho. Quando isso acontece, não se trata de falta de capacidade, mas de dificuldade em sustentar um desejo sem se anular diante das outras opções. Um acolhimento inicial pode ajudar a compreender o que está em jogo nessa repetição, diferenciando o que é desejo próprio do que é exigência do ambiente, permitindo que a decisão deixe de ser paralisante e passe a fazer sentido.


  • Um rapaz começou a querer ter relação sexual comigo de uma forma estranha,24horas por dia,24 horas

    Um rapaz começou a querer ter relação sexual comigo de uma forma estranha,24horas por dia,24 horas por noite,a semana inteira,30 dia no mês,365 dias no ano,dia e noite sem parar.Sera que ele tem algum problema não estou consiguindo aceitar essa situação. Por favor me ajude a entender o que esta acontecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O comportamento dele de buscar atividade sexual de forma constante pode indicar uma compulsão sexual, o que pode ser um sinal de questões emocionais ou psicológicas não resolvidas. Esse tipo de comportamento pode ser desconfortável e prejudicial para ambos. É importante que você estabeleça limites claros e converse com ele sobre como isso está afetando você, pois um relacionamento saudável depende de respeito e compreensão mútua


  • Tenho um histórico de relacionamentos abusivos. Depois do último, fiquei com receio de me relacionar

    Tenho um histórico de relacionamentos abusivos. Depois do último, fiquei com receio de me relacionar pessoalmente com outros homens. Me fechei para outras relações e sinto falta dos dois últimos abusadores. Sei que isso não é normal. Qual especialista devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    O mais indicado é procurar um psicólogo clínico, preferencialmente com experiência em psicanálise ou psicoterapia voltada a traumas e relacionamentos abusivos. A psicoterapia ajuda a compreender os efeitos emocionais desses vínculos, a elaborar os sentimentos ambivalentes de atração e rejeição e a construir formas mais seguras de se relacionar no presente. Se houver impacto intenso na saúde mental, a avaliação de um psiquiatra também pode ser útil para apoio medicamentoso ou acompanhamento complementar.


  • Sinto muito desejo sexual, sinto muito desejos uma hora depois que acordo, e muitas vezes passo boa parte

    Sinto muito desejo sexual, sinto muito desejos uma hora depois que acordo, e muitas vezes passo boa parte do dia com esses estímulos (excitada), principalmente pré período menstrual, o que fazer? isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Anthony Souza

    Sim, é normal sentir aumento do desejo sexual, especialmente em certos momentos do ciclo menstrual, como o período pré-menstrual. Isso acontece por causa das mudanças hormonais que influenciam diretamente a libido. Ter desejo sexual com frequência, inclusive ao longo do dia, não é um problema por si só. Só se torna preocupante se estiver te causando sofrimento, interferindo nas suas atividades diárias ou se vier acompanhado de culpa ou angústia.


Perguntas frequentes

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