Perguntas do paciente (6926)
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Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algu
Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algumas ocasiões festivas com amigos. Estou no período da menopausa e por vezes sinto vontade de me isolar. A leitura me distrai e muitas vezes exagero no tempo dedicado a ela.
Isso é um problema neurológico?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve não aponta necessariamente para um problema neurológico. Muitas das mudanças que surgem nesse período da menopausa irritabilidade, impaciência, desmotivação, vontade de se isolar podem estar relacionadas às alterações hormonais, ao impacto emocional da transição e a questões psíquicas como estresse ou ansiedade. O hábito intenso de leitura pode funcionar como uma forma de lidar com essas tensões, oferecendo distração e alívio temporário. Ainda assim, é importante buscar avaliação com um psicólogo clínico, que pode ajudar a compreender melhor esses sentimentos e comportamentos, e um ginecologista ou endocrinologista, para acompanhar as alterações hormonais e orientar sobre cuidados físicos. Se houver sintomas físicos persistentes ou intensos, o acompanhamento médico se torna essencial para descartar causas orgânicas.
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não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n
não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Talvez esse "estar no mundo da lua" tenha algo a dizer sobre você. Na psicanálise, a atenção flutuante e os lapsos na conversa podem revelar algo inconsciente—um desejo, um incômodo, ou até uma defesa. O que será que está em jogo quando sua mulher fala? Algo lhe escapa? Escutar não é só um ato consciente, mas também um encontro com aquilo que, às vezes, evitamos sem perceber. Um espaço de análise pode ajudar a dar sentido a esse silêncio e ao que ele quer comunicar.
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Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?
Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nesse caso, você pode procurar um psicólogo clínico que trabalhe com psicanálise. A psicanálise ajuda a compreender a origem da timidez e da insegurança, explorando experiências passadas, conflitos internos e modos de relação com os outros, permitindo que você desenvolva maior autoconhecimento e confiança ao longo do processo terapêutico.
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Tenho pavor a mudança de tempo, assim que vejo o céu branco corro para previsão do tempo, se vejo qu
Tenho pavor a mudança de tempo, assim que vejo o céu branco corro para previsão do tempo, se vejo que vai haver chuva, relâmpagos e trovões já entro em pânico e começo uma crise de enxaqueca. Como posso me livrar desse medo? E se Isso está relacionado a alguma fobia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve tem muito a forma de uma resposta fóbica, em que o corpo reage como se houvesse um perigo iminente diante de algo que, objetivamente, não oferece risco direto, e a mudança no tempo acaba funcionando como um sinal que dispara antecipação, controle (como checar a previsão) e depois o pico de ansiedade, às vezes somatizado na enxaqueca, como se o excesso de tensão precisasse encontrar uma via de descarga, e isso costuma se organizar em torno de experiências marcantes, sensação de imprevisibilidade ou dificuldade em lidar com aquilo que escapa ao controle, então mais do que “se livrar” do medo, o caminho passa por ir se aproximando do que essa cena mobiliza em você, reduzindo aos poucos os comportamentos de evitação e construindo uma sensação interna de segurança que não dependa tanto do ambiente externo, e se fizer sentido, vale investigar isso em um acompanhamento psicológico e também avaliar a enxaqueca com um médico, já que o corpo está participando ativamente dessa dinâmica.
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Eu fui diagnóstica com depressão a cerca de 8 meses após a morte(suícidio) do meu melhor amigo e ant
Eu fui diagnóstica com depressão a cerca de 8 meses após a morte(suícidio) do meu melhor amigo e antes já me sentia deprimida e cheguei a tomar escitalopram há 2 meses atrás. Vou começar a terapia agora,po´rem não sei como me expressar e tenho receio,o que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É natural sentir receio no início da terapia, especialmente quando há dor recente. Não é preciso saber exatamente o que dizer o essencial é começar pelo que sente, mesmo que confuso ou difícil de colocar em palavras. Você pode falar sobre seu medo de não saber se expressar, e isso já será um ponto de partida importante. O terapeuta o ajudará a dar forma ao que ainda está em silêncio. A confiança e a fala vão se construindo com o tempo.
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Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse
Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! A distinção entre ansiedade e estresse nem sempre é simples, pois ambos envolvem ativação física e emocional, mas diferem em intensidade, duração e foco. O estresse normalmente surge em resposta a situações externas percebidas como desafiadoras e tende a diminuir quando o fator estressor se resolve. A ansiedade, por outro lado, pode ocorrer mesmo sem um estímulo externo claro, é mais persistente e muitas vezes se manifesta como preocupação excessiva, apreensão ou medo antecipatório. Para uma avaliação adequada, o ideal é procurar um profissional de saúde mental, psicólogo ou psiquiatra, que possa: observar seus sintomas, histórico e padrões de comportamento; aplicar entrevistas clínicas ou questionários padronizados; e identificar se o que você sente se enquadra em transtornos de ansiedade, reações a estresse ou outra condição.
Enquanto busca avaliação profissional, é útil anotar: situações que desencadeiam os sintomas, intensidade da ansiedade ou tensão física, frequência e duração, e estratégias que você já utiliza para lidar com isso. Essas informações ajudam o profissional a compreender melhor seu quadro.
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Desânimo, dormir e quando acordar se sentir mais cansado de quando se deitou, irritabilidade, vontad
Desânimo, dormir e quando acordar se sentir mais cansado de quando se deitou, irritabilidade, vontade de se isolar das pessoas e só dormir, sentir muito medo, isso pode ser diagnosticado como depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo pode, sim, estar relacionado à depressão. Na psicanálise, esses sintomas como desânimo, cansaço constante, irritabilidade e desejo de se isolar podem ser sinais de conflitos internos que não estão sendo expressos. O medo também pode ser um reflexo de ansiedades ou inseguranças não resolvidas. Procurar um profissional pode ser um passo importante para entender melhor essas sensações e trabalhar o que está por trás delas. A terapia ajuda a dar voz ao que está guardado e pode te apoiar a encontrar formas mais saudáveis de lidar com esses sentimentos.
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Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consul
Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consultei mas gostaria de saber se tenho ansiedade ou depressão e etc.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você pode começar com um psicólogo clínico, sem precisar escolher uma especialidade logo de início. Esse profissional realiza a escuta, identifica sinais de ansiedade, depressão ou outros quadros e, se necessário, encaminha a um psiquiatra para avaliação médica. O psicólogo clínico é o ponto de partida ideal para compreender o que você sente e iniciar o cuidado psicológico.
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Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de
Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de casa que fico ruim parece que vol desmaia. Sinto meu coração apertando como se eu Foce morrer,mais o médico diz que é ansiedades .já não agüento mais viver com medo me ajudem. Oque posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que esse sofrimento pode ser esmagador, e quero que saiba que sua dor merece ser escutada com acolhimento e sem pressa. Na psicanálise, cada sintoma tem uma história, uma raiz no seu inconsciente que pede atenção. O medo, a sensação de desmaio, o aperto no peito – tudo isso diz algo sobre você, e não precisa ser enfrentado sozinha. A fala tem um poder transformador: ao se escutar, você pode descobrir novos sentidos para o que sente. Procure um espaço onde sua angústia possa ser elaborada sem julgamentos. Seu sofrimento tem um porquê, e na escuta analítica, podemos encontrar caminhos para que ele se transforme.
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A causa da timidez é excesso de ansiedade? É a ansiedade que causa a timidez?
A causa da timidez é excesso de ansiedade? É a ansiedade que causa a timidez?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A timidez e a ansiedade estão relacionadas, mas uma não é necessariamente a causa da outra. A timidez costuma surgir como uma tendência a se sentir inseguro ou constrangido em situações sociais, enquanto a ansiedade é uma resposta intensa de alerta ou preocupação que pode amplificar essa insegurança. Em muitas pessoas, a ansiedade faz com que a timidez se torne mais intensa, dificultando a aproximação de outras pessoas ou a participação em atividades, mas nem toda pessoa tímida tem transtorno de ansiedade. Compreender como esses sentimentos surgem e se manifestam em cada situação é importante, e a psicoterapia pode ajudar a identificar esses padrões, reduzir o impacto da ansiedade e permitir que você se sinta mais à vontade consigo mesmo e nos relacionamentos.
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Existe relação entre asperger e comportamento passivo-agressivo?
Existe relação entre asperger e comportamento passivo-agressivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A relação entre Asperger e comportamento passivo-agressivo não é direta ou universal. Na psicanálise, entendemos o comportamento como uma expressão complexa das defesas e modos de lidar com o mundo, que variam de sujeito para sujeito. Alguém com Asperger pode, diante de dificuldades sociais ou frustrações, manifestar modos variados de expressão, inclusive comportamentos que podem ser interpretados como passivo-agressivos. O importante é escutar o que esses comportamentos comunicam sobre o sofrimento e a singularidade do sujeito
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Tenho 18 anos, e demorei a começar a me aceitar como trans a partir do momento que negava que eu era
Tenho 18 anos, e demorei a começar a me aceitar como trans a partir do momento que negava que eu era.
Devo procurar um psicologo antes do inicio do tratamento hormonal, devo procurar um endocrinólogo, qual seria o correto a se fazer ?
( sou uma pessoa muito confusa e leiga de tudo, sinceramente estou meio perdida nesse caminho )RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é muito comum, e é normal se sentir confusa nesse momento, porque lidar com a própria identidade de gênero envolve muitas questões emocionais, sociais e médicas ao mesmo tempo. Procurar um psicólogo é um passo importante antes de qualquer tratamento hormonal, não porque seja uma exigência para “permitir” que você tome hormônios, mas porque a terapia oferece um espaço seguro para você se entender, se aceitar e se preparar para as mudanças físicas e emocionais que podem surgir. Um psicólogo com experiência em questões trans pode ajudar a lidar com dúvidas, medos e sentimentos de insegurança, tornando todo o processo mais claro e seguro. O endocrinologista entra na etapa do tratamento hormonal. Esse profissional vai acompanhar sua saúde, orientar sobre doses, efeitos e cuidados necessários. O ideal é que haja um acompanhamento integrado: psicólogo e endocrinologista conversando com você, de forma que cada passo seja feito com segurança, informação e acolhimento. Não há problema em estar confusa, o importante é buscar apoio e avançar aos poucos, respeitando seu ritmo e suas necessidades.
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Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,o que pra mim é algo novo na
Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,o que pra mim é algo novo na minha vida e tenho focado nisso,porém não estava nos meus planos apaixonar pela minha terapeuta,por conselho e pesquisa sobre o assunto criei coragem e falei para ela,só que se é uma "transferencia" não deveria estar cessando? pq está aumentando ? eu devo trocar de profissional? Não estou sabendo lidar com isso e está dificil! O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você sente provavelmente é transferência, comum em terapia. É normal que aumente antes de se elaborar, pois toca questões emocionais profundas. Não é necessário trocar de terapeuta; o importante é continuar conversando abertamente com ela sobre esses sentimentos para compreendê-los e integrá-los ao seu processo terapêutico.
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Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro Vivo perdendo as coisas e sofrendo com is
Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro
Vivo perdendo as coisas e sofrendo com isso
O que posso fazer para melhorar e diminuir esta angústia?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece estar relacionado à ansiedade de controle e ao medo da perda, que geram sofrimento mesmo quando você tenta se proteger excessivamente. Para reduzir essa angústia, é útil trabalhar três aspectos: reconhecer e aceitar que nem tudo pode ser controlado, identificar os pensamentos que aumentam a preocupação e desenvolver estratégias de enfrentamento graduais. Técnicas de respiração, atenção plena e pequenos exercícios de exposição, como deixar de conferir algo repetidamente, ajudam a treinar a mente a tolerar a incerteza. Um psicólogo pode orientar essas práticas de forma segura, ajudando você a reduzir o sofrimento sem precisar depender da vigilância constante. Se quiser, posso te sugerir um passo a passo prático para diminuir a ansiedade de perda no dia a dia.
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Se meu namorado tem crises de ciúme travestidas de desconfianças, problemas no trabalho, acusações d
Se meu namorado tem crises de ciúme travestidas de desconfianças, problemas no trabalho, acusações de falta de comprometimento ou traição... situações que posteriormente ele mesmo percebe que não são reais e nem fazem sentido, devo indicar a ele para procurar ajuda profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é indicado sugerir que ele procure ajuda profissional. O que você descreve parece envolver padrões de pensamento distorcidos, ansiedade intensa ou dificuldade em lidar com inseguranças, que podem prejudicar tanto o bem-estar dele quanto o relacionamento. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudá-lo a compreender esses episódios, identificar gatilhos e desenvolver estratégias para lidar com ciúmes, desconfianças e frustrações de forma mais saudável. Ao sugerir ajuda, é importante falar de forma empática, mostrando preocupação com o bem-estar dele e do relacionamento, evitando julgamentos ou críticas.
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Minha filha teve uma crise de nervoso, ela tinha um ódio de algo ou alguém , socava o chão, suas mão
Minha filha teve uma crise de nervoso, ela tinha um ódio de algo ou alguém , socava o chão, suas mãos fecharam. Qual a melhor maneira de se tratar e como lhe dar com isso nessas horas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nessas situações, o mais importante é manter a segurança dela e a sua própria, sem reagir com punição ou confronto direto. Durante a crise, tente permanecer calmo e próximo, oferecendo presença tranquila, mas sem tentar obrigá-la a falar ou controlar os movimentos dela, porque isso pode aumentar a tensão. Garantir que o ambiente esteja seguro, afastando objetos que possam machucar, é prioridade. Após a crise, quando ela estiver mais calma, é o momento de conversar sobre o que aconteceu, ajudando-a a nomear os sentimentos e refletir sobre maneiras de lidar com a raiva ou frustração. Estratégias de regulação emocional, como respiração profunda, alongamento, exercícios de consciência corporal ou desenho/expressão simbólica da raiva, podem ser ensinadas gradualmente. Se essas crises forem frequentes ou muito intensas, é importante buscar acompanhamento psicológico especializado para ela, de modo a entender os gatilhos e desenvolver habilidades de autorregulação de forma segura e consistente.
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Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?
Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferença está principalmente na forma como a ansiedade se manifesta. Na síndrome de ansiedade, há preocupação constante, tensão, pensamentos acelerados e sintomas físicos persistentes, como insônia, fadiga e aperto no peito. Já na síndrome do pânico, ocorrem crises súbitas e intensas, com falta de ar, palpitação, tontura e sensação de perda de controle ou morte iminente, que depois passam.
Para ter um diagnóstico preciso, o ideal é procurar um psicólogo clínico ou psiquiatra, que fará uma avaliação detalhada dos sintomas, frequência e contexto em que surgem.
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Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e t
Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e tomei Citalopram, depois mudei para o Exodus. agora parei com tudo uns 5 dias.Tenho Sindrome do Panico a muitos anos, com a morte da minha irma fiquei com depressao severa.Os medicamentos nao ajudam muito.Nem Terapia.Me isolei de todos, penso na minha irma toda hora, nao posso falar sobre o assunto com ninguem desde o falecimento dela.Nem com minha familia.Ninguem fala sobre a morte dela.Sei que meu pai esta tao mal quanto eu.Mas o resto , vida que segue.Eu nao consigo seguir minha vida, talvez por isso.Fiz tratamento com uma psicologa que nao ajudou nada.Agora sem medicaçao parece que foi ontem que aconteceu tudo.Lembro da minha irma ali sendo velada.Minha querida e amada irma.Choro muito.Dificil de acreditar.Ela estava me ajudando a superar minhas crises, de repente ela fica doente e morre.Nao moramos no mesmo Estado.Minha familia toda mora em Curitiba .Eu e meu filho em Santa Catarina, Bombinhas.Eramos muito unidas sempre. Agora me sinto perdida e sem rumo.Nao posso falar da minha dor.Remedios apenas aliviam no momento.O que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua dor. O que você descreve é compatível com um luto complicado, intensificado pela síndrome do pânico e pela falta de espaço para falar sobre a perda da sua irmã. Quando o luto não pode ser elaborado, ele permanece vivo e doloroso, como se a perda fosse recente. A interrupção dos medicamentos também pode ter intensificado os sintomas.
É importante retomar acompanhamento com um psiquiatra para avaliar a medicação de forma segura e buscar um psicólogo com experiência em luto e trauma, pois nem toda abordagem é adequada para esse tipo de sofrimento. O fato de um tratamento anterior não ter ajudado não significa que você não possa ser cuidada de outra forma. Você precisa de um espaço onde possa falar da sua irmã e da sua dor sem ser silenciada. Elaborar o luto não é esquecer, mas encontrar uma forma possível de seguir vivendo com essa perda. Se o sofrimento se intensificar ou surgirem pensamentos de risco, procure ajuda imediata. Você não está fraca, está em sofrimento, e isso merece cuidado.
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Quando era criança tinha a mania de mastigar a lingua me dava uma sensação boa, mas naturalmente par
Quando era criança tinha a mania de mastigar a lingua me dava uma sensação boa, mas naturalmente parou. Um dia desses um parente me lembrou que eu tinha esse hábito. É incrível mas instantaneamente a "mania" voltou! Desde então mastigo a lingua sem parar e agora piorou, eu peguei a mania de ficar passando a unha na linha, arranhando e está causando pequenas lesões e dor qdo eu como. Horrível, mas definitamente não consigo parar está incontrolável! Como posso tratar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo se parece com um tipo de comportamento repetitivo que pode ser classificado como um transtorno de hábitos corporais ou de impulsos, como o tricotilomania, onicofagia ou mordida/autoagressão oral. Esses comportamentos podem surgir ou se intensificar em momentos de estresse, ansiedade ou mesmo quando algo é lembrado, como aconteceu no seu caso. A sensação de “alívio” ou prazer momentâneo faz com que o comportamento se mantenha, mesmo que depois haja dor ou prejuízo. O tratamento envolve compreender o que está mantendo esses comportamentos e aprender estratégias para reduzi-los, e a psicoterapia é o caminho mais indicado. Técnicas como psicoterapia baseada em consciência plena (mindfulness), terapia de reversão de hábitos ou abordagens psicanalíticas que explorem os gatilhos emocionais podem ajudar a ganhar controle sobre esses impulsos. O mais importante é não se culpar por sentir que não consegue parar, porque a dificuldade faz parte do processo, e buscar ajuda profissional permite criar maneiras seguras de lidar com o comportamento antes que cause danos mais sérios. Procurar um psicólogo é um passo essencial para que você consiga reduzir a frequência desses hábitos e tratar a ansiedade ou tensão que os alimenta.
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Tenho uma filha de 12 anos... Sou separada... Tenho difícil relacionamento com ela... E arredia....
Tenho uma filha de 12 anos... Sou separada... Tenho difícil relacionamento com ela... E arredia....
O que devo fazer?
Quem e o melhor para cuidar deste tipo de caso...
Estou precisando muito de ajuda.
ObrigadaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve indica que sua filha pode estar enfrentando dificuldades emocionais ou comportamentais que dificultam a relação entre vocês, o que é comum na adolescência, especialmente em contextos de separação dos pais. O mais indicado é buscar acompanhamento com um psicólogo infantil ou adolescente, que pode avaliar o que está acontecendo, ajudar sua filha a lidar com emoções e comportamentos e, ao mesmo tempo, orientar você sobre estratégias de comunicação e vínculo.
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Perguntas frequentes
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Como é possível melhorar a relação entre pais e filhos que moram juntos, sem brigas existentes, mas
Olá! Quando pais e filhos moram na mesma casa, não vivem em conflitos abertos,…