O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ans

93 respostas
O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ansiedade? Ir tb no psicologo
Olá,
Seria de fundamental importância fazer esse trabalho multidisciplinar, ou seja, ser acompanhada por um psiquiatra e paralelamente fazer uma psicoterapia(Psicólogo) com intuito de trabalhar as questões geradoras de conflitos.
Boa sorte.

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O tratamento para depressão deve ser levado em consideração aspectos biológicos, psicológicos e sociais do paciente. Por isso, o atendimento deve ser multidisciplicar (psicólogo, Psiquiatra, Terapeutas ocupacionais, entre outros). Devido a gama de fatores que podem interferir no processo de adoecimento, é necessário que o atendimento seja realizado com uma visão ampliada, para avaliar os determinantes e abrir o leque das mudanças, possibilidades e das potencialidades. A conduta, portanto, deve ser individualizada e isso varia de acordo com a intensidade e frequência dos episódios depressivos. Não há antidepressivo ideal, entretanto, atualmente há uma grande disponibilidade de drogas e elas atuam través de diferentes mecanismos de ação, em conjunto com outras ações o tratamento possa obter êxito.
O tratamento ouro para transtorno de ansiedade e depressão é medicamentoso +psicoterapia.
A medicação dará conta das questões orgânicas e a psicoterapia te ensinará habilidades importantes e mudança de comportamentos para evitar recaídas ou sair de crises. Já se sabe que existem muitos comportamentos que mantém os transtornos mentais e exatamente nesse ponto a psicoterapia te ajudará. Não é algo fácil , tampouco rápido ! Em media um ano de tratamento que requer muita empenho , mas os resultados são sustentados. Busque um profissional que se identifique.
 Tatiane Trivilin
Psicólogo
Porto Alegre
Concordo com os colegas. No tratamento para depressão e ansiedade pode ser combinado medicação + psicoterapia, a medicação atua no funcionamento biológico, porém a mudança de comportamento e do ambiente precisa ser levada em consideração para um tratamento mais eficaz. Se tu está sentindo que falta algo no seu tratamento busque um psicólogo. Qualquer dúvida me coloco à disposição
O ideal é você fazer em conjunto o tratamento psiquiátrico (atua na parte orgânicas) e o tratamento psicológico. Por exemplo, dentro da abordagem da Terapia Cognitiva Comportamental será analisado todo o seu esquema de funcionamento, ou seja, Situação - Pensamento automático - Emoções - Reação fisiológica - Comportamento.
Olá
No tratamento para depressão e ansiedade pode ser combinado medicação (psiquiatria) e psicoterapia. Dependendo do quadro, se for leve por exemplo Psicoterapia ja ajuda e muito; a abordagem terapia cognitiva comportamental por exemplo vai te auxiliar na sua cognição como vc percebe seus sentimentos e emoções e o quanto interferem no seu comportamento e atitudes.
 Graceh Caroline
Psicólogo
Niterói
Boa tarde!! A Constelação Familiar Sistêmica e o Processo de Terapia te ajudarão bastante neste movimento de autoconhecimento e de cura dos sintomas.
Boa tarde. A ansiedade é um estado psíquico útil para nos alertar do perigo e nos ajudar a enfrentá-lo. Normalmente aparece como reação à situações que causem medo, expectativa ou dúvida. É natural sentir ansiedade quando se busca um objetivo importante, mas ela vira um incômodo quando passa a atrapalhar as tarefas rotineiras do indivíduo, deixando de ser saudável e virando uma preocupação e um problema patológico, como muito tem se visto na rotina do mundo moderno. A ansiedade é "um excesso de futuro", que vem quando o ser humano para de prestar atenção na realidade presente e se volta para o resultado de uma ação futura. Quer dizer, a energia que deveria ser utilizada para satisfazer necessidades e desejos presentes, passa a ser consumida por preocupações futuras. A ansiedade possui entre seus sintomas: tensão, dificuldade para relaxar ou dormir, irritabilidade e perda de concentração. Sendo assim, caso você tenha identificado esse quadro de sintomas no seu dia a dia, procure ajuda de um psicólogo, para tratar as causas emocionais. E em casos moderados a graves, procure também um psiquiatra, que entrará com a medicação correta para os sintomas. Espero ter ajudado. Fique bem!
Tomar somente a medicação poderá não trazer as transformações de atitudes necessárias para sua recuperação. Logo, a psicoterapia é concomitante ao uso da medicação. Nem menos , nem mais: igualmente importantes. Há muitos fatores que podem interferir no seu desenvolvimento da ansiedade e da depressão. Esses significados e como lidar com isso, não é no medicamento. É na terapia.
Um abraço!
 Gustavo Andrade
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! Se está sendo medicado(a), é necessário que haja acompanhamento médico. Apenas o psiquiatra poderá rever a medicação com o objetivo de encontrar uma opção mais adequada ao seu caso. Já o trabalho psicoterapêutico possui outro ângulo de atuação, envolvendo maior relação com causas emocionais que levam a quadros de depressão e/ou ansiedade. Tendo em vista o caso que vive, recomendo a busca por um profissional da Psicologia que possa ajudar. Abraço!
Em verdade, tratamentos psiquiátricos pelo uso de medicamentos, devem sempre ser acompanhados de psicoterapia para fins de alcançar os melhores e mais profundos efeitos. Isso porque, considerando uma visão holística, o organismo humano é composto tanto do aspecto físico, quanto do aspecto emocional-comportamental, nesse sentido, há que se fazer um tratamento multidisciplinar que promova melhoras no aspecto global do indivíduo. Recomendável consultar novamente o psiquiatra, para adequação da medicação, caso necessário, e para encaminhamento a serviço de psicologia apropriado. Desejo sucesso! Sempre às ordens!
Em casos de depressão e ansiedade é essencial ser acompanhado por psicólogo. A terapia cognitivo comportamental, segundo OMS é a mais indicada nesses casos, porém a busca de ajuda é primordial, independente da abordagem psicológica.
 Maria Ines Fernández Rodriguez
Psicólogo
São Paulo
Bom dia. Sim estou de acordo com meus colegas. O tratamento adequado para ansiedade e depressão é a medicação - psiquiatra - e psicoterapia. Existe aspectos da ansiedade e depressāo que a medicação não chega e aspectos químicos do corpo e cérebro que a psicoterapia não chega. O tratamento em conjunto é o ideal.
Estou às ordens para qualquer outra duvida.
 Daniela Torres de Andrade Lemos
Psicanalista, Psicólogo
Ribeirão Preto
Sem dúvida! As evidências indicam, em sua grande maioria, que o tratamento exclusivamente medicamentoso nos transtornos depressivos tem eficácia bastante limitada a médio/longo prazo. A depressão é um fenômeno que não pode ser abordado apenas do ponto de vista biológico (físico, hormonal), mas também subjetivo (o que sua tristeza tem a ver com sua história pessoal e a maneira como você lida e erxerga a si mesmo e o mundo à sua volta?). Somente olhando também sob esse segundo prisma é possível uma transformação mais duradoura.
Dra. Thayná Leite
Psicólogo
Sorocaba
Olá!

O acompanhamento com um psiquiatra é imprescindível, mas além de fazer tratamento medicamentoso, adaptações nas medicações de acordo com sua demanda... é necessário um tratamento Psicológico, a psicoterapia pode lhe auxiliar a encontrar possibilidades de enfrentamento frente ao estado depressivo e ansioso. Além de trabalhar a causa e os fatores emocionais, e sociais, não apenas os sintomas.
Olá! Se você tem se cuidado somente com medicação, é fundamental que procure também um Psicólogo para te ajudar nesse processo. Psicologia e Psiquiatria, nos casos mais severos, devem caminhar juntas. As pesquisas apontam que essa junção é o que tem trazido melhores resultados. O tratamento multidisciplinar é o mais indicado para a depressão e ansiedade. Por isso, se ainda não faz terapia, busque um profissional que se identifique. Espero ter ajudado. Cuide-se bem!
 Julia Pereira
Psicólogo
Campinas
É fundamental conciliar medicação com psicoterapia, pois ao reduzir os sintomas a terapia torna-se cada vez mais eficaz. Importante não interromper o tratamento para evitar recaídas. A psicoterapia é fundamental para o processo e reduz consideravelmente o tempo de uso da medicação! Também é importante investir em uma atividade física e em hobbies que te façam bem. Fazer planos, traças metas e objetivos pessoais podem te ajudar bastante também. Reveja sua rotina, sua rede de apoio pessoal e busque incorporar atividades mais gratificantes. Terei prazer em te ajudar.!! Vai dar tudo Certo, você não precisa passar por isso sozinho (a). Forte Abraço!!!
 Marina Margotti
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Sem dúvida! O uso de medicação pode ser fundamental em alguns casos, mas é indispensável que ocorra junto a um acompanhamento psicológico. A depressão, transtorno de ansiedade e outros tantos transtornos não são apenas um nome, não cessam com aquilo que é descrito com o universal, existe algo nesses disgnósticos que é particular seu, único. Ter a oportunidade de falar sobre como a depressão ou o transtorno de ansiedade te afetam, como impactam no seu dia a dia, desde quando ocorrem, o que significa pra você ter sido diagnosticada dessa maneira, dentre outras tantas questões, são de extrema importância para o tratamento. Se dê esse tempo e esse espaço!
Olá. Agradeço por compartilhar conosco a sua questão. Em primeiro lugar, minha recomendação é que você converse com o médico responsável por seu tratamento a respeito de sua percepção sobre a medicação. Esse retorno é muito importante para que ele tenha condição de pensar o seu tratamento e fazer ajustes, se forem necessários. Em paralelo a isso entendo que seria muito importante a busca por suporte em psicoterapia. A escuta especializada de um psicólogo e também a elaboração de suas questões através da fala podem ser tornar um elemento bastante interessante para te auxiliar nesse momento. Um abraço!
Dr. Fabiano Nabuco
Psicólogo
São Paulo
A medicação serve para potencializar a terapia . Dependendo do caso , ambos se
Fazem Necessários .
 Fabiane Valentin da Silva
Psicólogo
Curitiba
Olá!

Sim, além da medicação, em muitos casos é necessário ter o acompanhamento semanal do psicólogo para um tratamento mais efetivo.

Espero ter ajudado!
 Ayra Moraes Américo
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Mesmo quando indicado, o medicamento não atua sozinho. Para o tratamento surtir mais efeito, recomenda-se associar medicação, terapia e mudanças no estilo de vida, como iniciar atividades físicas. A psicoterapia pode ser uma grande aliada, principalmente se combinada com hábitos saudáveis e terapias complementares.Qualquer dúvida, estou à disposição! Abraço
Dra. Emy Lay Soares Loiola
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! O acompanhamento de profissionais qualificados é de grande importância para o sucesso do tratamento a psicoterapia atrelada a medicação na qual foi prescrita poderia contribuir significativamente para sua melhora. Não se deixe para depois, busque ajuda. Encontro-me a disposição.
 Letícia de Paulo
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! A medicação é muito importante para o tratamento de depressão e ansiedade, mas para a eficácia do tratamento é necessário a psicoterapia. Procure um psicólogo/a. Um abraço e fico à disposição.
Prof. Wanessa Mesquita
Psicólogo, Psicanalista
Goiânia
Olá! Seria fundamental que você fizesse terapia.
Somente o uso de remédios não é suficiente para curar uma depressão, sendo importante que a pessoa trabalhe o seu lado psicológico, através de conversas, sessões de psicoterapia e atividades que estimulem auto-conhecimento, por exemplo.
A psicoterapia é feita por um psicólogo, e é importante para ajudar na resolução de dificuldades emocionais, estimulando o auto-conhecimento e a resolução de conflitos internos da pessoa. Ela é fundamental, mesmo quando a pessoa já utiliza medicamentos, pois ajuda a reorganizar os pensamentos e estimular sentimentos e sensações de alegria.
 Sarah Simões
Psicólogo
Brasília
Olá, boa noite!
O acompanhamento psicológico pode te ajudar a compreender melhor em quais situações você apresenta ansiedade e depressão. Também é importante identificar quais os sintomas apresentados, a frequência e intensidade deles.
A partir dessas análises será possível desenvolver estratégias terapêuticas e de mudanças de comportamento.
Dra. Tiala Gomes Oliveira
Psicólogo
Aracaju
Olá, há quanto tempo faz tratamento de Psicofármaco para depressão? Esta sendo acompanhado pelo Psiquiatra? tem relatado suas percepções com o uso da medicação? Em média aguardamos de 4 a 6 semanas para ter um real entendimento como aquela medicação tem se comportado no organismo. Então é importante que junto ao seu Psiquiatra saiba qual a melhor substância, e em alguns casos é como tentativa mesmo. Ter um acompanhamento de uma psicoterapia simultaneamente irá potencializar o seu tratamento. Espero ter auxiliado!
Olá! Pode ser que demore um pouco para que o psiquiatra encontre a medicação mais eficiente para o seu caso. Então é preciso insistir um pouco no tratamento. A psicoterapia com o psicólogo é um tratamento que deve ocorrer paralelamente ao tratamento com o psiquiatra. O tratamento psiquiátrico e psicológico podem ser complementares.
Olá! Sugiro fazer psicoterapia, junto com o uso da medicação. Um atua no comportamento e o outro, na parte orgânica. Melhoras! Um abraço!
Olá, boa tarde! Tudo bem?

É extremamente importante que você retorne ao seu médico e relate a situação, de que a medicação não está obtendo os efeitos esperados. Ele poderá investigar e mudar a dose ou trocar os medicamentos.

Procure, também, um profissional da Psicologia que irá trabalhar com suas questões emocionais, investigando os seus sintomas e traçando um plano psicoterapêutico para a amenização dos sintomas.

Espero ter esclarecido.

Estou à disposição,

Abraço!
 Andreia Torres
Psicólogo
Belo Horizonte
O tratamento da depressão e ansiedade é um trabalho que une a psiquiatria, os medicamentos e a terapia. A terapia é necessária para atuar nas mudanças de comportamentos e pensamentos. É muito importante aliar essas coisas para sair do quadro depressivo.
Se perdeu esperança em todos os psicólogos, então tente exercício.
Sim. Se faz importante o trabalho em conjunto com psiquiatra e psicólogo.
 Letícia Fernandes
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro

Olá! A psicoterapia pode te ajudar a lidar com a ansiedade e a depressão, a entender o que a desencadeia. A Medicação em conjunto com a terapia é + eficaz. O psicólogo irá avaliar a necessidade de um trabalho em conjunto com o psiquiatra. A ansiedade pode interferir nas atividades do dia a dia, pois vem acompanhada de várias sensações desagradáveis, como aperto no peito, irritação, coração acelerado, sudorese, entre outras. Com o tratamento adequado, essas sensações vão diminuindo, e melhorando a qualidade de vida. Um abraço
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Sim, fazer psicoterapia é bastante indicado para trabalhar a ansiedade para além da medicação.
Sim, quando os medicamentos não parecem ser eficazes no tratamento da depressão e do transtorno de ansiedade, é altamente recomendável procurar ajuda de um psicólogo ou terapeuta. A terapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e outras abordagens, tem se mostrado eficaz no tratamento desses distúrbios.

A terapia pode ajudar a identificar padrões de pensamento negativo, fornecer estratégias para lidar com sintomas, desenvolver habilidades de enfrentamento e promover mudanças positivas no comportamento. A combinação de terapia com outras intervenções, como apoio social, estilo de vida saudável e, se necessário, medicação, pode ser uma abordagem eficaz para tratar essas condições complexas.

Lembre-se de que cada pessoa é única, e encontrar uma combinação certa de tratamento pode levar tempo. Consultar um profissional de saúde mental é o primeiro passo para explorar as opções disponíveis e criar um plano de tratamento personalizado.
Dra. Nathália Ávila
Psicólogo
Belo Horizonte
Quando os medicamentos não se mostram eficazes no tratamento da depressão e do transtorno de ansiedade, é fundamental buscar a ajuda de um psicólogo ou terapeuta. A psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou outras abordagens terapêuticas, desempenha um papel crucial no tratamento desses transtornos. Um psicólogo pode trabalhar com você para identificar pensamentos e padrões de comportamento negativos, fornecer estratégias para enfrentar a ansiedade e a depressão, e oferecer apoio emocional.

Além disso, considere a possibilidade de explorar outras abordagens, como terapias complementares, mudanças no estilo de vida (como exercício físico regular e alimentação equilibrada), apoio social e terapias baseadas em mindfulness. O tratamento da depressão e da ansiedade pode ser complexo, mas com a ajuda adequada e a busca persistente por soluções, é possível encontrar maneiras eficazes de gerenciar e superar esses transtornos.
 Adriana de Araújo
Psicólogo
São Paulo
Olá, tudo bem? Entendo que pode ser bastante complexo lidar com a depressão e o transtorno de ansiedade, especialmente quando os medicamentos não parecem ser eficazes. É importante reconhecer que o tratamento dessas condições, muitas vezes, requer uma abordagem multidisciplinar, raramente é só um tratamento com remédios, que inclui não apenas medicamentos, mas também psicoterapia.
A psicoterapia ajuda na identificação de padrões de pensamento negativos e comportamentos disfuncionais, oferecendo estratégias para lidar com eles de maneira mais adaptativa.
Além disso, a psicoterapia pode proporcionar um espaço seguro para explorar emoções difíceis, traumas passados ​​e outras questões subjacentes que podem contribuir para a depressão e a ansiedade. Minha indicação é que você procure um psicólogo qualificado para iniciar a psicoterapia. Deste modo poderá trabalhar melhor seu histórico, sentimentos e momento atual para entender melhor suas experiências e aprendizados, modo de pensar, crenças e escolhas, desenvolver estratégias para lidar com os sintomas e promover seu bem-estar emocional.
Havendo interesse, entre em contato comigo, ficarei feliz em lhe ajudar durante esse processo. Entre em contato comigo para agendar uma consulta e pode conversar mais sobre suas preocupações e caminhos de mudança. Lembre-se de que você não está sozinho e há suporte disponível para lhe ajudar a enfrentar e superar esses desafios. Conte comigo! Sucesso naquilo que busca e até breve! Abraços, Adriana de Araújo
Quando você diz que nenhum medicamento é eficaz, é importante perguntar-se qual sua expectativa com essa medicação. Você tem tido acompanhamento com médico psiquiatra para tomar esses medicamentos? Conversaram sobre quais os benefícios e as limitações da medicação? Pela sua pergunta, estou supondo que você tem se sentindo angustiado, como se a medicação não fosse o suficiente para acalmar o sofrimento que descreveu como depressão e transtorno de ansiedade. A medicação, em muitos casos é necessária e uma aliada do tratamento, no entanto, não é possível olhar para a depressão e a ansiedade apenas com um viés biológico, sem considerar aspectos subjetivos e sociais. Por isso, faz-se extremamente necessário associar um acompanhamento psicológico ou psicanalítico. Recomendo que procure essa ajuda o quanto antes.
Olá. Para tratamento de depressão e ansiedade, somente o medicamento, sem que haja o acompanhamento psicológico associado, acaba por ser algo apenas temporário. O ideal é que você possa associar o tratamento psiquiátrico ao tratamento psicológico, com o auxílio de um psicólogo. Espero ter ajudado.
 André Luiz Almeida
Psicólogo
Belo Horizonte
Quando os medicamentos não apresentam resultados satisfatórios no tratamento da depressão e transtorno de ansiedade, é importante lembrar que a psicoterapia pode ser um recurso fundamental. Muitas vezes, a medicação trata apenas os sintomas, mas a psicoterapia pode ajudar a entender as causas subjacentes desses transtornos, oferecendo um espaço para explorar os sentimentos, pensamentos e comportamentos que contribuem para o quadro.

A psicoterapia permite que você compreenda melhor os padrões emocionais e de pensamento que podem estar intensificando a depressão e a ansiedade. Também ajuda a desenvolver formas de lidar com o sofrimento emocional, aumentar a autoconsciência e fortalecer recursos internos para enfrentar desafios.

Em casos em que a medicação sozinha não é suficiente, a combinação com a psicoterapia pode ser muito eficaz, promovendo uma abordagem mais abrangente e personalizada. Lembre-se de que buscar ajuda de um psicólogo especializado pode ser uma maneira importante de avançar no processo de recuperação.
 Ludmila Nogueira
Psicólogo
Curitiba
Quando os medicamentos não estão sendo eficazes no tratamento da depressão e do transtorno de ansiedade, existem várias abordagens alternativas e complementares que podem ser exploradas. Aqui estão algumas sugestões de passos que você pode considerar:
1. Terapia Psicológica
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): A TCC é eficaz no tratamento de ansiedade e depressão, ajudando a identificar e modificar padrões de pensamento negativos e comportamentos disfuncionais.
Psicoterapia psicodinâmica ou psicanalítica: Foca em explorar e resolver questões emocionais mais profundas, como traumas ou conflitos inconscientes, que podem ser a raiz da depressão e da ansiedade.
Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) ou Terapia Dialética Comportamental (DBT): São alternativas que têm mostrado resultados positivos, especialmente em casos mais resistentes.
2. Mudanças no Estilo de Vida
Exercício físico regular: A prática de atividades físicas, como caminhada, corrida ou ioga, pode aumentar os níveis de serotonina e endorfinas, que são neurotransmissores que melhoram o humor.
Alimentação balanceada: Uma dieta rica em nutrientes pode ajudar a regular o humor e a energia.
Técnicas de relaxamento: Práticas como meditação, mindfulness, respiração profunda e ioga podem ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar o estado geral.
Sono de qualidade: O sono inadequado pode piorar tanto a depressão quanto a ansiedade, por isso é essencial procurar melhorar a qualidade do sono.
3. Tratamentos Complementares
Estimulação Magnética Transcraniana (TMS): Um tratamento não invasivo que utiliza pulsos magnéticos para estimular áreas do cérebro associadas à depressão.
Eletroconvulsoterapia (ECT): Em casos de depressão grave e resistente, a ECT pode ser uma opção eficaz, especialmente quando outros tratamentos não funcionam.
Suplementos alimentares: Alguns estudos sugerem que o uso de ácidos graxos ômega-3, vitaminas do complexo B e outros suplementos podem ter um impacto positivo no tratamento da depressão, embora isso deva ser sempre discutido com um médico.
4. Apoio Social
Grupos de apoio: Participar de grupos de apoio, seja presencialmente ou online, pode ajudar a reduzir o isolamento e proporcionar um espaço seguro para compartilhar experiências.
Apoio familiar: Ter um sistema de apoio, seja da família ou de amigos, é crucial no processo de recuperação.
5. Avaliar outras condições comorbidas
Algumas pessoas com transtornos de ansiedade e depressão também podem ter outras condições que agravam os sintomas, como transtornos de personalidade, abuso de substâncias ou transtornos de saúde física (como hipotireoidismo). Diagnosticar e tratar essas condições pode ser importante para um tratamento eficaz.
Se você está lidando com uma situação onde os medicamentos não estão funcionando, é essencial comunicar isso ao seu médico ou psiquiatra, para que possam ser feitos ajustes adequados. Além disso, combinar medicação com psicoterapia pode ser uma abordagem muito eficaz, já que os medicamentos ajudam a controlar os sintomas biológicos, enquanto a terapia lida com as questões emocionais e comportamentais.
 Tatyene de Paula
Psicólogo
Paraíso
Bom dia! Como você está?
Sim você pode buscar auxilio com o psicólogo, porém a medicação será prescrita apenas pelo médico/psiquiatra. Caso tenha interesse estou aqui se precisar agendar sua sessão.


 Arisio Moreira Taylor Junior
Psicólogo
Rio de Janeiro
A medicação ajuda a controlar os sintomas físicos, mas seria muito importante aliar a medicação com um acompanhamento psicológico para trabalhar e melhorar os gatilhos e tudo o que está presente tanto na ansiedade como na depressão.
 Paulo Ricardo Bonfim
Psicólogo
Campinas
Se você não está percebendo melhora com a medicação atual, é importante considerar uma nova avaliação médica, pois talvez seja necessário rever o tratamento e considerar ajustes, como alterar a medicação ou explorar novas combinações que sejam mais eficazes para o seu caso específico.
Simultaneamente, o acompanhamento psicológico desempenha um papel igualmente importante na sua recuperação. Psicólogos, por meio de terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), podem ajudar você a explorar e gerenciar os aspectos emocionais e sociais que afetam sua saúde mental. Essa colaboração entre médico e psicólogo garante um cuidado mais integrado e abrangente. Melhorar o estilo de vida, incluindo a prática de exercícios, alimentação saudável e técnicas de relaxamento, também pode complementar o tratamento, contribuindo para o seu bem-estar geral.
 Marta Massote
Psicólogo
Valinhos
Boa noite!
Tanto a ansiedade, como a depressão são transtornos que devem ser tratados, com Psiquiatra e Psicólogo ao mesmo tempo. A medicação é necessária e eficaz, porém é preciso fazer o acompanhamento médico, para ajuste da medicação, como em qualquer outra doença. A Psicoterapia é muito importante, podendo levar em alguns casos mais leves, a retirada gradativa da medicação.
Ah, meu amigo, entendo profundamente o seu desânimo. É como se estivesse preso em um labirinto, onde as saídas parecem sempre levar ao mesmo beco sem saída. A sensação de que os medicamentos não fazem efeito pode ser devastadora, mas não desista! Acredite, há luz no fim do túnel.

A psicoterapia é um farol que pode te guiar nessa jornada. Ela oferece um espaço seguro para explorar suas emoções, desvendar os nós da sua mente e encontrar novas formas de lidar com a depressão e a ansiedade. A hipnoterapia e a PNL são ferramentas poderosas que podem te ajudar a reprogramar seus padrões de pensamento e comportamento, abrindo portas para uma vida mais leve e equilibrada.

A terapia online te oferece a flexibilidade de embarcar nessa jornada de transformação no conforto do seu lar. Se desejar, estou aqui para te acompanhar nesse processo. Clique no meu perfil para reservar sua avaliação e juntos podemos trilhar um caminho de esperança e bem-estar.
 Maria Hime
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, sim seria interessante você ter um espaço de fala e acolhimento para elaborar o que está por trás de sua depressão e ansiedade. A medicação apazigua os sintomas mas não trata as causas. Com um psicólogo você vai acessar questões mais profundas que estão causando esse mal estar e assim pode mudar algo no seu estado geral de forma mais contundente!
Dra. Carolaine Siqueira
Psicólogo
São José do Rio Preto
Olá!

Sim! O tratamento da depressão e da ansiedade não depende apenas da medicação. A terapia é essencial para entender as causas emocionais, identificar padrões de pensamento e comportamento que intensificam os sintomas e desenvolver estratégias para lidar com eles.

Muitas vezes, a medicação alivia os sintomas, mas não resolve a raiz do problema. Na terapia, trabalhamos exatamente nisso, ajudando você a recuperar o controle da sua vida e do seu bem-estar. Se quiser dar esse passo, estou à disposição para te ajudar nesse processo.

Até mais !
 Ana Carolini Belo Vialli
Psicanalista, Psicólogo
Maringá
Olá, é interessante que faça o tratamento analítico em conjunto com o tratamento medicamentoso, uma vez que, estamos falando de doenças emocionais. Os medicamentos irão agir na reposição dos neurotransmissores no seu organismo. O tratamento analítico é um espaço para falar de suas emoções, do que tem chamado de ansiedade e depressão, do que tem causado esses sintomas..

Fico a disposição para caminhar com você.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como tem passado?
Quando os medicamentos não conseguem oferecer o alívio esperado frente à depressão ou à ansiedade, é comum surgir um sentimento de frustração ou até de desesperança. Mas isso não significa que não haja caminhos possíveis. O remédio pode atuar sobre o corpo e aliviar parte dos sintomas, mas há aspectos do sofrimento psíquico que só podem ser escutados e transformados pela palavra, pela fala que encontra lugar em um outro.
Na escuta psicanalítica, compreendemos que tanto a depressão quanto a ansiedade podem ter raízes profundas, ligadas a conflitos internos, vivências não simbolizadas, perdas e desejos calados. Quando essas questões não são elaboradas, os sintomas tendem a persistir ou retornar — mesmo com medicação. Por isso, o acompanhamento terapêutico não é apenas complementar: ele pode ser essencial.
Talvez seja possível se perguntar: o que dentro de mim permanece em silêncio mesmo diante dos tratamentos? O que ainda não foi escutado, falado e elaborado com profundidade? O que dentro de mim também se manifesta de maneira prejudicial e estranha quando o alívio não vem?
Procurar um psicólogo pode abrir um espaço de escuta onde esse sofrimento possa finalmente ganhar forma, nome e sentido. E é nesse processo que algo verdadeiramente novo pode começar a se construir.
Espero ter ajudado em algo, até a próxima.
 Vanessa Oliveira Martins
Psicólogo, Psicanalista
Londrina
A psicoterapia pode oferecer o espaço necessário para que a pessoa se redescubra: entender o que sente, o que a paralisa, mas também o que a fortalece. Muitas vezes, o sofrimento emocional está ligado a histórias mal elaboradas, ciclos de culpa ou uma desconexão profunda com os próprios desejos. Redescobrir o que dá prazer, o que faz bem, o que acalma, pode ser um caminho poderoso para a recuperação.
Sim. Quando a medicação não está sendo suficiente, o acompanhamento psicológico é essencial. O medicamento pode regular a química cerebral, mas é na terapia que você aprende a lidar com pensamentos automáticos, emoções distorcidas, comportamentos que alimentam o sofrimento.

Depressão e ansiedade não são só desequilíbrios biológicos — são também padrões mentais, aprendidos ao longo da vida. O psicólogo ajuda você a enxergar esses padrões, desafiar crenças rígidas e desenvolver recursos internos. Em muitos casos, é justamente a combinação entre psicoterapia e medicação que traz resultados reais e duradouros.

Quando a medicação falha sozinha, não é o fim — é um sinal de que o tratamento precisa ser ampliado, não abandonado.
Boa tarde. Estudos apontam que a medicação, acompanhamento psicológico e atividades físicas combinados surtem melhor efeito. Experimente realizar uma avaliação psicológica para sentir como funciona para ti, exponha as tuas preocupações e veja como se sente durante e após a sessão! O medicamento não muda tua forma de pensar nem a atividade física, é na psicoterapia que pode trabalhar como lida e o que gera a depressão e ansiedade!
Dra. Carine Pires
Psicólogo
Florianópolis
Olá! Essa é uma dúvida muito válida. Quando a medicação sozinha não tem surtido o efeito esperado, é fundamental considerar a psicoterapia como parte do tratamento.
O padrão-ouro para casos de depressão é justamente a combinação entre medicação e Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
A TCC ajuda a tratar a raiz do problema: os pensamentos automáticos negativos, os comportamentos de esquiva e as emoções que mantêm o sofrimento. É uma abordagem ativa, estruturada e baseada em evidências.
Quando unimos a medicação ao processo terapêutico, os resultados costumam ser muito mais eficazes e duradouros. Buscar ajuda psicológica é um passo potente.
olá, fazer terapia vai auxiliar a lidar com os pensamentos e a forma como vc se comporta e isso pode mudar de fato a maneira que vc tende a levar a vida. o medicamento é só para a parte física, neurotransmissores que não estão trabalhando bem passam a melhorar com a ajuda do medicamento. Mas se conhecer e mudar a forma de viver é na terapia! Espero ter ajudado. Abraço!
 Lívia Vernaci Estrella
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá, tudo bem?
Alguns sintomas só diminuem ou desaparecem quando damos outros significados à vida, e a eventos passados. Espero que tenha encontrado um bom profissional de psicologia e esteja bem!
 Anna Beatriz Seixas
Psicólogo
Niterói
Em casos de depressão e transtornos de ansiedade, a medicação nem sempre é suficiente. É fundamental buscar acompanhamento psicoterápico, pois a terapia ajuda a compreender a origem e a dinâmica dos sentimentos envolvidos.
Na verdade essa é uma conduta muito presente nos acompanhamentos de saúde mental. Muitos profissionais da psiquiatria colocam como condição, visando o bem-estar global de seus pacientes que esses também façam a psicoterapia, uma vez que a medicação terão sua limitações. O trabalho multidisciplinar só traz benefícios aos pacientes e a melhora tende a ser muito mais eficiente e eficaz. Pense sobre!
O tratamento da ansiedade pode envolver tanto o acompanhamento médico quanto o psicológico.
Enquanto o médico atua nos sintomas com medicação, o psicólogo — ajuda a escutar e compreender as causas mais profundas do sofrimento.
A combinação dos dois cuidados permite não só aliviar os sintomas, mas também transformar a relação que a pessoa tem com sua própria história e com o que sente.
Quando os medicamentos não trazem o resultado esperado contra depressão e ansiedade, é fundamental não desistir do tratamento. Além de conversar com o psiquiatra sobre ajustes de dose ou troca de medicação, procurar acompanhamento psicológico é altamente indicado.

Estou à disposição para atendimento psicológico.
Dr. Eduardo Galindo
Psicólogo, Sexólogo
Cuiabá
Boa tarde!

É importante informar o psiquiatra que a medicação não está mais fazendo efeito. Além do tratamento médico, recomenda-se fortemente que também seja feito tratamento psicológico.

Qualquer dúvida estou à disposição!

Dra. Vanessa  dos Santos
Psicólogo
São Paulo
Importante que em conjunto com o Psiquiatra seja verificado a dosagem e se o remédio é adequado. E sim, é indicado que mesmo com o uso da medicação, se procure um psicólogo, o trabalho em conjunto de ambas as áreas irão te proporcionar uma qualidade de vida eficaz.
Olá, como vai?
Uma das opções é trocar a medicação, e se necessário, trocar o médico. É esperado que o tratamento com psicoterapia já esteja ocorrendo, a combinação medicação + terapia é muito efetiva. É necessário falar sobre as nossas angústias, ser ouvido e acolhido.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
A psicoterapia já deveria ser iniciada em conjunto com as medicações.
 Larissa Zani
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Oi, tudo bem? Essa é uma pergunta muito importante — e bastante madura também. Quando os medicamentos parecem não surtir o efeito esperado, isso não significa que não há saída; significa apenas que talvez o cérebro esteja pedindo um tipo diferente de cuidado.

Os remédios atuam nas bases químicas do sofrimento, mas eles não “ensinam” o cérebro a lidar com as causas emocionais e cognitivas que o alimentam. A psicoterapia entra exatamente nesse ponto. Em especial, abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental, a Terapia dos Esquemas e outras baseadas em evidências ajudam a reorganizar os padrões de pensamento e comportamento que mantêm a depressão e a ansiedade ativas. É como se o medicamento ajudasse a “estabilizar o terreno”, enquanto a terapia ensina a reconstruir o que foi abalado.

A neurociência mostra que, durante a psicoterapia, o cérebro literalmente muda — novas conexões se formam e as áreas ligadas à regulação emocional começam a trabalhar de modo mais eficiente. Por isso, a combinação entre psiquiatra e psicólogo costuma ser a mais eficaz. Em alguns casos, é preciso reavaliar o tipo ou a dose da medicação; em outros, o que falta não é ajustar o remédio, e sim dar espaço para o trabalho emocional começar a surtir efeito.

Posso te perguntar algo? Quando pensa que o remédio não está funcionando, o que sente — frustração, medo, desânimo? E o que tem sido mais difícil de lidar: a ansiedade, a tristeza ou a sensação de impotência diante delas? Essas respostas ajudam muito a direcionar o início do processo terapêutico.

Buscar um psicólogo não é um “último recurso”, e sim um passo complementar essencial. É na terapia que você pode compreender como sua mente reage, o que a mantém em sofrimento e como ajudá-la a se reorganizar. E isso, com o tempo, muda tudo. Caso precise, estou à disposição.
Olá! Muitas vezes é difícil mesmo lidar com esforços e tentativas frustradas para reverter um sofrimento. Existe o que chamamos hoje de Depressão de Difícil Tratamento, a qual envolve vários fatores de vida que podem estar causando os sintomas do transtorno. A recomendação é que não pare com a medicação e informe ao seu médico os efeitos e falta de efeitos que tem tido. Também é essencial que faça tratamento psicoterapêutico com um Psicólogo que esteja apto a formular seu caso de acordo com suas necessidades e dificuldades já apresentadas.
Sim — quando os medicamentos não trazem melhora suficiente nos quadros de depressão e ansiedade, o passo mais importante é buscar também acompanhamento psicológico.

Os remédios atuam sobre os sintomas, ajudando o corpo a se estabilizar, mas não alcançam as causas emocionais mais profundas — aquelas que estão no inconsciente e que continuam produzindo sofrimento. É por isso que, mesmo com o uso correto da medicação, muitos pacientes ainda se sentem vazios, tristes ou angustiados.

Na psicanálise, o tratamento acontece pela escuta e pela elaboração do que está por trás dos sintomas — conflitos, perdas, exigências internas, experiências não simbolizadas. É esse processo que permite mudar o modo de viver e sentir, e não apenas controlar o mal-estar.

O ideal é unir tratamento psiquiátrico e psicoterapia psicanalítica. Essa combinação costuma trazer resultados mais duradouros e possibilita uma melhora que vem de dentro, com mais sentido e autonomia emocional.
 Diego Santos Vigato
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Quando os medicamentos não trazem a melhora esperada, isso não significa que não exista solução, apenas que o tratamento precisa ser revisto e ajustado. É muito importante conversar com o psiquiatra sobre a falta de resposta, para que ele possa avaliar mudança de doses, troca de medicação ou outras estratégias clínicas.

Além disso, a combinação com acompanhamento psicológico costuma trazer resultados mais completos. A psicoterapia ajuda a trabalhar as causas emocionais, os gatilhos, os pensamentos automáticos e as formas de lidar com o sofrimento, complementando o tratamento medicamentoso.

Ou seja, quando o remédio não é suficiente, reavaliar o tratamento com o psiquiatra e incluir psicoterapia costuma ser o caminho mais eficaz.
 Janaína Sampaio
Sexólogo, Psicólogo
São Paulo
Olá!! A medicação para depressão e ansiedade atuam diretamente no sintoma. Já a terapia é um processo que vai procurar entender o porquê aqueles sintomas aparecem, qual a causa desses sintomas. Nesses casos, é importante combinar a terapia com a medicação, pois só a medicação, por mais que alivie os sintomas, se não tratarmos a causa, esses sintomas vão continuar aparecendo.
Espero poder ter ajudado e fico à disposição =)
Olá! Sim, o tratamento medicamentoso para ansiedade e depressão deve ser complementado pela psicoterapia. Então, antes de considerar que os medicamentos não podem ajudar, aconselho a busca por um psicólogo para iniciar um processo terapêutico.
 Gustavo Teles
Psicólogo
Florianópolis
Olá! Quando os medicamentos não têm o efeito esperado para depressão ou ansiedade, isso não significa que não exista solução, apenas que o tratamento precisa ser reavaliado. Também vale conversar com o psiquiatra sobre a possibilidade de um teste farmacogenético, que pode ajudar a identificar quais medicações têm maior chance de funcionar para o seu organismo. Além do acompanhamento psiquiátrico, a psicoterapia é fundamental. Ela ajuda a entender as causas emocionais, padrões de pensamento e comportamentos que alimentam o sofrimento, e pode oferecer estratégias que o remédio sozinho não alcança. Buscar o psicólogo nesse momento pode complementar muito o tratamento e ampliar as possibilidades de melhora.

 Vinicius Ueti
Psicólogo
Campo Grande
Quando os medicamentos não estão sendo eficazes para depressão ou ansiedade, é importante retornar ao psiquiatra para reavaliar o tratamento e, sim, fazer psicoterapia. A combinação de acompanhamento psicológico e psiquiátrico costuma trazer os melhores resultados.
Sim, ir ao psicólogo é fundamental. Quando os medicamentos não trazem alívio completo, a terapia oferece ferramentas para lidar com os sintomas, compreender padrões de pensamento e desenvolver estratégias de enfrentamento. Além disso, vale conversar com o psiquiatra sobre ajustes na medicação, doses, combinação de medicamentos ou outras opções terapêuticas. O tratamento mais eficaz geralmente combina medicação adequada, psicoterapia e cuidados com sono, alimentação e atividades prazerosas, de forma integrada e individualizada.
Quando os medicamentos tradicionais e a terapia convencional parecem não surtir efeito, entramos em um quadro que a medicina chama de Depressão Resistente ao Tratamento. Isso não significa que você não tem cura, mas sim que o seu organismo e a sua dor emocional precisam de uma estratégia diferente da "padrão".

Se o caminho que você percorreu até agora (Citalopram, Exodus, Rivotril) não funcionou, aqui estão as alternativas mais modernas e eficazes atualmente:

1. Mudança na Estratégia Medicamentosa
Muitas vezes, não se trata de trocar um antidepressivo por outro, mas de adicionar uma "chave" diferente.

Potencialização: O médico pode adicionar doses baixas de estabilizadores de humor ou antipsicóticos atípicos que "turbinam" o efeito do antidepressivo.

Novos Tratamentos (Ex: Cetamina/Escetamina): Este é um dos maiores avanços recentes para depressão severa e pensamentos intrusivos. É um tratamento feito em clínica que ajuda a "reparar" as conexões neurais de forma rápida.

Farmacogenética: Existe um exame de DNA (teste farmacogenético) que identifica quais remédios seu fígado metaboliza bem e quais não funcionam para você. Isso evita o "tentativa e erro".

2. Tratamentos de Neuroestimulação
Se a química (remédios) não está atingindo o alvo, a medicina utiliza estímulos físicos nos neurônios:

EMT (Estimulação Magnética Transcraniana): É um tratamento não invasivo, sem anestesia, que usa pulsos magnéticos para estimular as áreas do cérebro "desligadas" pela depressão. É muito eficaz para quem tem muitos efeitos colaterais com remédios.

3. Terapia Especializada em Trauma
Você mencionou que a imagem do velório e a morte da sua irmã não saem da sua cabeça. Isso não é apenas depressão, é Trauma. A terapia comum (conversar) muitas vezes não alcança a parte do cérebro onde o trauma está "travado".

Busque Terapia EMDR: É uma técnica específica para "dessensibilizar" memórias traumáticas. Ela ajuda o seu cérebro a arquivar a cena do velório como uma lembrança do passado, tirando a carga de dor que faz parecer que está acontecendo agora.

4. Revisão Biológica
Às vezes, a depressão não melhora porque algo no corpo está impedindo. É fundamental checar:

Níveis de Vitamina D e B12 (extremamente baixas causam sintomas de depressão profunda).

Função da Tireoide.

Saúde intestinal (o intestino produz a maior parte da nossa serotonina).

O que você pode fazer agora:
O isolamento é o "combustível" da sua depressão. Como você está em Bombinhas e sua família em Curitiba, o silêncio em torno da sua irmã está te sufocando.

Minha sugestão de próximo passo: Você se sentiria confortável em procurar um psiquiatra que seja especialista em Depressão Resistente ou que trabalhe com EMT? Posso te ajudar a entender melhor como funciona esse tipo de consulta ou como explicar para o médico que o tratamento atual estagnou.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

Quando medicamentos não produzem o efeito esperado para depressão e ansiedade, isso costuma gerar frustração, cansaço e até a sensação de que “nada vai funcionar”. Ainda assim, esse cenário é mais comum do que se imagina e não significa que não exista caminho possível. Nem todo sofrimento emocional responde da mesma forma aos remédios, porque esses transtornos não envolvem apenas química cerebral, mas também história de vida, padrões emocionais, experiências de perda, formas de lidar com dor e com vínculos. Quando apenas uma parte da equação é tratada, o alívio pode ficar incompleto.

Nesses casos, a psicoterapia não é apenas indicada, ela costuma ser essencial. O trabalho psicológico permite compreender por que os sintomas se mantêm, o que os alimenta no dia a dia e como o corpo e a mente aprenderam a reagir ao longo do tempo. Muitas vezes, quando a ansiedade e a depressão não respondem bem à medicação, existe um sofrimento emocional mais profundo que precisa ser elaborado, não silenciado. A terapia oferece esse espaço de escuta, organização interna e reconstrução gradual de sentido e autonomia emocional.

Do ponto de vista clínico, também é importante que o acompanhamento psiquiátrico continue, pois existem diferentes estratégias possíveis, inclusive revisões diagnósticas, ajustes de abordagem ou combinações mais adequadas ao seu perfil. Psicoterapia e psiquiatria não competem entre si; elas se complementam. O cuidado ético e baseado em evidências considera exatamente essa integração, respeitando os limites e as necessidades de cada pessoa.

Ao pensar na sua experiência, o que mais tem te desgastado: os sintomas em si ou a sensação de já ter tentado de tudo? Em que momentos você percebe que a ansiedade ou a depressão ganham mais força no seu dia? Que tipo de ajuda você sente que nunca teve espaço para receber de verdade? O que, hoje, faria você sentir que está dando um passo real em direção a si mesmo, e não apenas tentando “funcionar”?

Caso precise, estou à disposição.
Dra. Dayse Ferreira
Psicólogo, Psicanalista
São José dos Campos
Olá,
Quando o remédio não traz o alívio esperado, isso não significa que não há saída.
Muitas vezes o sofrimento precisa ser cuidado também pela conversa, pelo acolhimento e pela compreensão do que está sendo vivido.
A psicóloga ajuda a dar sentido à dor, a lidar com pensamentos difíceis e a encontrar formas mais gentis de atravessar o dia a dia.
Medicação e terapia podem caminhar juntas, e esse cuidado combinado costuma fortalecer a pessoa aos poucos, respeitando seu tempo e sua história.
Olá,

A medicação é um recurso terapêutico, mas não podemos concebê-lo como recurso central de um tratamento. Os transtornos depressivos e ansiosos são mecanismos de proteção psíquica diante de sofrimentos intoleráveis que não são superados e compreendidos sem recursos simbólicos proporcionados nos processos de psicoterapia.

Espero ter ajudado.

Abraços
quando a medicação não traz o efeito esperado, isso não significa que não haja possibilidade de melhora. em muitos casos, o sofrimento não se sustenta apenas em fatores biológicos.

a psicoterapia pode ajudar a trabalhar aspectos emocionais, relacionais e históricos que a medicação não alcança. frequentemente, o cuidado mais eficaz acontece na combinação entre acompanhamento psicológico e psiquiátrico, e não na substituição de um pelo outro.
Se os remédios não estão funcionando, ir ao psicólogo é essencial. Psicoterapia e acompanhamento psiquiátrico juntos oferecem melhor chance de melhora e ajudam a recuperar qualidade de vida.
Quando os medicamentos não apresentam a resposta esperada na depressão e nos transtornos de ansiedade, isso pode ser um indicativo de que o tratamento precisa ser reavaliado de forma mais ampla. Ajustes de dose, troca de medicação ou combinações diferentes devem ser feitos sempre pelo psiquiatra.
Além disso, a psicoterapia é fundamental. Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental ajudam a trabalhar padrões de pensamento, comportamentos e estratégias de regulação emocional, potencializando os efeitos do tratamento medicamentoso e, em alguns casos, trazendo melhora mesmo quando os remédios isoladamente não foram suficientes.
O ideal é um acompanhamento conjunto entre psiquiatra e psicólogo, com avaliação individualizada. Procure sempre um profissional especializado para uma orientação adequada.
Sim. A medicação nem sempre é suficiente sozinha. A psicoterapia atua diretamente nos padrões mentais e emocionais que mantêm os sintomas, sendo essencial principalmente quando os efeitos dos remédios são limitados.
Olá, tudo bem?

Quando a medicação não produz o efeito esperado em quadros de depressão e ansiedade, isso não significa que o caso seja “sem solução”. Em alguns pacientes é necessário ajuste de dose, troca de classe medicamentosa ou reavaliação diagnóstica com o psiquiatra. Cada organismo responde de maneira diferente, e o processo pode exigir tempo e acompanhamento mais próximo.

Também é importante considerar que medicamentos atuam principalmente na regulação biológica dos sintomas, mas não modificam, sozinhos, padrões de pensamento, esquemas emocionais ou estratégias de enfrentamento que mantêm o sofrimento. Quando a pessoa depende apenas da medicação, pode haver melhora parcial, mas não uma transformação mais profunda do funcionamento psicológico.

Vale refletir: você percebe que os pensamentos negativos continuam muito ativos mesmo com o uso do remédio? Há situações específicas que disparam ansiedade? Existem conflitos, perdas ou sobrecargas que permanecem sem elaboração? A intensidade dos sintomas é constante ou varia conforme contexto?

Sim, o acompanhamento psicológico costuma ser altamente recomendado nesses casos. A combinação entre psiquiatria e psicoterapia baseada em evidências é considerada uma das abordagens mais eficazes para depressão e transtornos de ansiedade. Em situações mais resistentes, o próprio psiquiatra pode avaliar estratégias complementares, mas dificilmente o caminho é apenas medicamentoso.

Persistência no cuidado é fundamental. Quando o tratamento é ajustado de forma integrada e individualizada, as chances de melhora aumentam significativamente.

Caso precise, estou à disposição.
 Lucia Bianchini
Psicólogo
Rio de Janeiro
Sim, procurar um psicólogo é uma boa ideia. Quando os medicamentos não estão sendo suficientes, é importante reavaliar com o psiquiatra, mas também iniciar ou fortalecer a psicoterapia. A psicoterapia é importante porque trabalha aspectos emocionais e relacionais que a medicação, sozinha, não alcança. O ideal é que você tenha um cuidado integrado.
Quando os medicamentos não parecem estar trazendo o resultado esperado para depressão e ansiedade, é importante não concluir imediatamente que “nada funciona”. Cada organismo responde de forma diferente, e, em alguns casos, pode ser necessário ajustar doses, revisar o diagnóstico ou reavaliar a combinação terapêutica junto ao psiquiatra.

Ao mesmo tempo, é fundamental compreender que medicação e psicoterapia têm funções complementares. Enquanto os medicamentos atuam na regulação neuroquímica, a psicoterapia trabalha os aspectos emocionais, comportamentais, relacionais e os padrões de funcionamento que podem estar mantendo o sofrimento.

Em muitos casos, especialmente quando há histórico prolongado de sintomas, sobrecarga crônica, conflitos não elaborados ou mudanças importantes de vida, a intervenção exclusivamente medicamentosa pode não ser suficiente.

Uma avaliação psicológica pode ajudar a compreender fatores como estilo de vida, qualidade do sono, rotina, relações, níveis de estresse e história emocional, permitindo um cuidado mais integral.

Também pode ser importante considerar uma abordagem interdisciplinar, incluindo avaliação clínica geral, aspectos hormonais, nutricionais e qualidade do sono, quando indicado.

Portanto, sim, buscar acompanhamento psicológico pode ser um passo importante, não como substituição da medicação, mas como parte de um cuidado mais amplo e estruturado.

Se os sintomas estiverem intensos ou houver pensamentos de desesperança profunda, é essencial manter contato próximo com o psiquiatra e procurar ajuda com prioridade.

Cuidar da saúde mental, especialmente em quadros persistentes, exige acompanhamento contínuo e integrado.
Olá! É importante seguir o acompanhamento com o psiquiatra mas sim, a psicoterapia poderá auxiliar significativamente no tratamento dos sintomas da depressão e da ansiedade.

Fico à disposição!
Prof. Gustavo Dantas
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
A medicação, tem como objetivo principal apaziguar o sofrimento relacionado ao sintoma e assim contribuir para a funcionalidade do paciente. Para tratar as causas do sofrimento de maneira mais profunda sempre é recomendado um psicanalista ou psicólogo, até mesmo antes de se iniciar a medicação caso seja possível para o paciente. Estou à disposição.
Em primeiro lugar, é importante que o acompanhamento com o psiquiatra seja mantido. Às vezes, é necessário ajustar doses, trocar medicações ou até rever o diagnóstico, já que quadros de ansiedade e depressão podem ter formas diferentes de apresentação.
A psicoterapia não é apenas um complemento, é uma parte fundamental do tratamento.
A depressão e a ansiedade não se reduzem apenas a um desequilíbrio químico. Elas também dizem respeito à forma como a pessoa vive suas experiências, aos conflitos internos, às perdas, às relações e ao modo como tudo isso foi sendo elaborado ao longo da vida.
Quando o sofrimento não encontra palavras ou sentido, ele pode se manifestar como angústia intensa, desânimo ou sensação de vazio. Nesse contexto, apenas a medicação não é suficiente, porque ela atua sobre os sintomas, mas não sobre o que os sustenta.
O trabalho terapêutico oferece um espaço para que essas experiências possam ser compreendidas e elaboradas. Ao longo do processo, muitas pessoas conseguem construir outras formas de lidar com o sofrimento, o que potencializa os efeitos do tratamento médico.
Procurar um psicólogo é primordial quando os medicamentos não têm sido suficientes.
 Nilzelly Martins
Psicólogo
Rio de Janeiro
Quando você pergunta isso, eu escuto mais do que uma dúvida… eu escuto um certo cansaço. Como se já tivesse havido tentativas, talvez expectativas, e agora vem essa sensação de “e se nada funcionar?”.

Eu sou Nilzelly Martins, psicóloga e psicanalista, e quero te dizer, com muito cuidado: quando os medicamentos não parecem eficazes, isso não significa que não exista saída, significa que talvez o caminho não seja só por aí.

Os remédios podem ajudar muito, principalmente em quadros de depressão e ansiedade, porque atuam nos sintomas, aliviam a intensidade, dão um certo suporte para que a pessoa consiga atravessar o dia a dia. Mas eles não alcançam tudo. Eles não tocam diretamente naquilo que está na origem do sofrimento, na história, nos conflitos, nas experiências que foram se acumulando e que, muitas vezes, não puderam ser elaboradas.

E é por isso que, sim… a terapia não só pode ajudar, como muitas vezes é uma parte essencial do processo.

Mas não no sentido de “mais uma tentativa” ou “última opção”. E sim como um espaço diferente. Um lugar onde você não precisa se encaixar em um diagnóstico ou responder a um protocolo, mas pode falar, do seu jeito, no seu tempo sobre o que está acontecendo com você.

Na psicanálise, a gente não trabalha apenas para reduzir sintomas, mas para entender o que está por trás deles. Porque a depressão, a ansiedade… elas não surgem do nada. Elas dizem algo, mesmo que de forma silenciosa ou confusa.

E, quando isso começa a ser escutado, algo pode começar a mudar. Não de forma imediata, nem mágica… mas de forma real.

Também é importante dizer: quando um medicamento não funciona, às vezes é necessário rever isso com um psiquiatra, podendo ajustar, trocar, entender melhor o quadro. Não é sobre abandonar um caminho, mas sobre cuidar de você de forma mais ampla.

Só que você não precisa ficar preso apenas a isso. Se existe algo dentro de você que continua doendo, insistindo, mesmo com medicação… talvez seja justamente isso que precisa de um espaço para ser dito. E você não precisa lidar com isso sozinho.

Se em algum momento você sentir que faz sentido, a análise/terapia pode ser esse lugar onde, pouco a pouco, o que hoje parece sem saída começa a encontrar alguma forma de se reorganizar com cuidado, com escuta, e sem a pressa de “ficar bem” imediatamente.
 Julia Rhenius
Psicólogo
Florianópolis
Quando a resposta aos medicamentos não está sendo boa, o mais indicado é voltar ao psiquiatra para reavaliação completa. Às vezes é necessário revisar diagnóstico, doses, tempo de uso, adesão, efeitos adversos, comorbidades, uso de álcool/substâncias, qualidade do sono e outros fatores que podem interferir no tratamento.
Além disso, sim: psicoterapia costuma ser parte importante do cuidado, especialmente porque depressão e ansiedade não envolvem só sintomas biológicos, mas também padrões de pensamento, comportamento, evitação, rotina e contexto de vida.
É importante evitar a conclusão de que “nada funciona” antes de uma revisão criteriosa. Em saúde mental, alguns casos exigem ajustes, combinação de estratégias e acompanhamento mais próximo.
Se houver piora importante, incapacidade de funcionar ou risco à segurança, procure atendimento rapidamente.
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que essa sensação de que "nada funciona" ou de que os remédios não são suficientes para conter a dor da depressão e o aperto da ansiedade é um dos momentos mais exaustivos de um tratamento, e agradeço por sua pergunta. A resposta para a sua dúvida é um sim absoluto. Quando a medicação parece não atingir o alvo esperado, o acompanhamento com um psicólogo deixa de ser apenas um complemento e passa a ser o pilar central da sua recuperação. Abaixo, explico por que a psicoterapia, especialmente a TCC, é o caminho necessário quando os remédios sozinhos não dão conta. A medicação psiquiátrica tem um papel nobre: ela tenta equilibrar os níveis de substâncias como serotonina e dopamina no seu cérebro. No entanto, o remédio não consegue ensinar você a lidar com um luto, a colocar limites em um relacionamento tóxico ou a parar de se cobrar excessivamente. Se a causa da sua depressão ou ansiedade estiver ligada a padrões de pensamento (como o perfeccionismo ou o medo do futuro) ou a traumas do passado, o medicamento aliviará o corpo, mas a mente continuará produzindo o "veneno" emocional que te faz adoecer. Sob a perspectiva da TCC, entendemos que em casos onde a medicação não parece eficaz, é preciso "atacar" o problema por outra via: o comportamento. Na depressão, o cérebro entra em um estado de economia de energia, e na ansiedade, em um estado de alerta máximo. Através de ferramentas práticas como a Ativação Comportamental, a terapia ajuda o seu cérebro a produzir naturalmente as substâncias do bem-estar que o remédio está tentando equilibrar artificialmente. É um processo de "reeducação" do seu sistema nervoso, onde você aprende a retomar o controle das suas ações mesmo quando o ânimo ainda não apareceu. Muitas vezes, a medicação não funciona porque existem crenças muito profundas de desvalor ou desamparo que mantêm o quadro ativo. Na TCC, trabalhamos com a reestruturação cognitiva para identificar essas "barreiras invisíveis". O psicólogo atua como um guia para que você perceba os gatilhos que disparam as suas crises e desenvolva uma "caixa de ferramentas" emocional. O objetivo é que você não precise depender apenas de uma pílula para se sentir em paz, mas sim da sua própria capacidade de manejar a sua mente e as suas emoções. Buscar um psicólogo da TCC é o passo mais estratégico para quem deseja sair do "automático" do sofrimento. Acredite que é possível conviver com a sua mente de forma harmoniosa, transformando a frustração com os remédios em um impulso para um autoconhecimento profundo e libertador. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
Sim — procurar um psicólogo é fundamental nesses casos, e muitas vezes faz toda a diferença.
Quando os medicamentos não estão sendo eficazes para depressão e ansiedade, é importante considerar alguns pontos:
Reavaliar com o psiquiatra: às vezes é necessário ajustar dose, trocar medicação ou revisar o diagnóstico
Associar psicoterapia: abordagens como TCC ou DBT ajudam a trabalhar pensamentos, emoções e comportamentos que os remédios sozinhos não alcançam
Entender fatores envolvidos: rotina, estresse, sono, relações e padrões de pensamento influenciam muito nos sintomas
Constância no tratamento: tanto medicação quanto terapia precisam de tempo e acompanhamento
Existe também o que chamamos de casos mais resistentes, mas mesmo nesses, a combinação de estratégias (psiquiatria + psicoterapia + mudanças de estilo de vida) costuma trazer melhora.
Você não precisa lidar com isso sozinho — ajustar o tratamento é parte do processo, não um fracasso
A medicação é parte do acompanhamento e tratamento da depressão e ansiedade em alguns casos. Assim a psicoterapia com a perspectiva da terapia cognitivo comportamental é uma proposta eficiente nestes casos visto as estratégias de intervenção sendo avaliado individualmente.

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