Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

176 respostas


Olá, tenha autoestima. Um dos pontos mais importante para ter e manter saúde mental é cuidando, cultivando autoestima. Com a TCC vc pode obter conhecimento, reflexão para se amar. Ame-se!

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Oi, tudo bem? Obrigado por trazer essa questão aqui, ela é bem mais profunda do que parece à primeira vista. Reparo que você inverteu uma ordem que a maioria das pessoas segue sem perceber: em vez de perguntar como agradar os outros, começou por si mesmo, e isso já é um bom ponto de partida. Uma coisa que costumo observar na clínica é que pessoas que consideramos interessantes raramente estão tentando ser interessantes. Elas têm curiosidade genuína por alguma coisa, se envolvem, erram, se dedicam, e isso transborda. O que chamamos de presença costuma ser o resultado de alguém que está inteiro no que faz, e não de um conjunto de técnicas sociais. Já a tentativa de ser atraente aos olhos dos outros costuma produzir o efeito contrário, porque exige monitorar a própria imagem o tempo todo, e essa vigilância consome exatamente a espontaneidade que torna alguém agradável de conviver. Pensando em você: o que te dá vontade de aprender ou conversar sobre, mesmo quando ninguém está olhando? Em que momentos da sua vida você se sentiu mais você mesmo, e o que estava acontecendo ali? E quando diz que quer ser interessante para si, o que exatamente falta hoje, tédio, sensação de vazio, ou uma cobrança de ser diferente do que é? Se essa pergunta vem acompanhada de uma insatisfação mais antiga com quem você é, vale investigar isso com profundidade num espaço terapêutico, porque aí a questão deixa de ser sobre habilidade social e passa a ser sobre a relação que você construiu consigo mesmo. Caso precise, estou à disposição.

Helio Martins

Helio Martins

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Mais curto, chat Olá, talvez o caminho seja parar de tentar ser interessante para os outros e começar a construir uma vida que seja interessante para você. Cultive seus interesses, cuide de si, tenha curiosidade, experimente coisas novas e permita-se ser você mesmo sem tanta preocupação com aprovação. Quando existe prazer e autenticidade na relação consigo, isso naturalmente aparece na relação com os outros. Um abraço, Vinicius.


Olá! Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesmo não significa construir uma personalidade para agradar ou impressionar outras pessoas. Na prática, costuma envolver construir uma vida da qual você próprio tenha vontade de participar. Quando a pessoa está muito preocupada em ser interessante para os outros, pode entrar em um ciclo de comparação e busca de aprovação: *"Será que sou interessante?" → "Será que estão gostando de mim?" → tento impressionar → fico monitorando a reação das pessoas → fico ainda mais inseguro. Uma direção diferente seria começar a perguntar: "O que torna a minha vida interessante para mim?" Isso pode envolver desenvolver interesses genuínos, aprender coisas novas, praticar atividades que despertam curiosidade, cuidar da aparência de uma maneira que faça você se sentir bem, desenvolver habilidades, conhecer lugares, cultivar amizades e construir projetos pessoais. Também é importante desenvolver autonomia emocional. Uma pessoa que precisa constantemente da aprovação dos outros pode acabar abandonando seus próprios interesses para se adaptar ao que acredita que será valorizado. Já alguém que conhece seus valores e interesses consegue participar das relações sem precisar transformar cada interação em uma avaliação do próprio valor. Ser interessante também não significa ter uma vida extraordinária. Você pode ser uma pessoa interessante simplesmente por ter curiosidade, opiniões próprias, experiências, interesses e disposição para conhecer o mundo. Nas relações, outra característica importante é o interesse genuíno pelo outro. Conversas não precisam ser uma oportunidade para provar que você é interessante. Perguntar, ouvir, compartilhar experiências e demonstrar curiosidade costuma criar conexões muito mais naturais do que tentar impressionar. E existe uma questão importante em relação à atração: não é possível ser atraente para todo mundo. Algumas pessoas vão gostar da sua aparência, personalidade e jeito; outras não. Isso não significa que exista algo errado com você. Talvez seja mais saudável trocar a pergunta: "Como faço para que as pessoas gostem de mim?" por: "Como posso me tornar alguém de quem eu gosto de ser?" A partir daí, você pode construir uma vida baseada em coisas como: desenvolver competências; cuidar do corpo e da aparência; cultivar interesses próprios; ter experiências novas; manter amizades; aprender a conversar e ouvir; desenvolver senso de humor; assumir responsabilidades; estabelecer objetivos; conhecer seus valores; e, principalmente, permitir-se ser você mesmo sem transformar cada interação em um teste de aprovação. Na perspectiva das terapias comportamentais contextuais, isso pode ser entendido como construir uma vida orientada por valores, em vez de organizar a vida exclusivamente para evitar rejeição ou obter aprovação. E existe uma aparente contradição interessante: quanto mais você tenta desesperadamente ser interessante para alguém, mais artificial pode ficar a interação. Quando você começa a investir em uma vida que realmente considera significativa, desenvolve interesses, experiências e segurança para compartilhá-la com os outros. Portanto, o objetivo não seria "ficar interessante para conseguir pessoas", mas construir uma vida que você considera interessante e, dentro dela, permitir que outras pessoas conheçam quem você é. Você não precisa se tornar extraordinário para ser atraente. Precisa, aos poucos, se tornar mais presente na própria vida. Espero ter ajudado. Rodrigo Vieira Psicólogo Clínico (CRP 06/204166)

Rodrigo  Vieira

Rodrigo Vieira

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Ser uma pessoa interessante para si mesma começa menos por “se tornar atraente” e mais por construir uma vida que faça sentido para você. Ter interesses próprios, cuidar de si, desenvolver autonomia, conhecer seus valores e se permitir experimentar coisas novas contribui para uma autoestima mais sólida. Na TCC, podemos trabalhar justamente essa relação com você mesmo: identificar pensamentos de comparação ou de desvalorização, fortalecer a autoestima e desenvolver comportamentos que aproximem você da vida que deseja. E, como consequência, quando você se sente mais confortável consigo mesmo e não depende tanto da validação externa, tende a se relacionar com os outros de uma forma mais autêntica e segura. Se você sente que precisa da aprovação das pessoas para se sentir interessante ou suficiente, a psicoterapia pode ajudar a entender de onde isso vem e construir uma relação mais saudável com você mesmo.

Maria Luiza Accioly

Maria Luiza Accioly

Psicólogo

Belo Horizonte

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Olá! Talvez o primeiro passo seja mudar um pouco a pergunta: em vez de “como ser interessante para os outros?”, perguntar “o que faz a minha vida ser interessante para mim?” Na TCC, trabalhamos muito essa relação entre autoestima, pensamentos e comportamentos. Quando a pessoa acredita que precisa ser interessante, agradável ou admirada para ter valor, pode acabar vivendo em função da aprovação dos outros. Investir em interesses, aprender coisas novas, cuidar de si, desenvolver habilidades, conhecer lugares, ter projetos e se permitir experimentar coisas diferentes pode aumentar a sensação de satisfação com a própria vida. E isso naturalmente pode tornar a pessoa mais interessante nas relações. Mas não existe uma fórmula para ser atraente para todo mundo — e nem precisa existir. Ser você mesmo, ter curiosidade pela vida e construir uma vida da qual você goste é muito mais saudável do que tentar se transformar naquilo que imagina que os outros vão admirar.


Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesmo começa menos pela tentativa de impressionar e mais pela construção de uma vida que faça sentido para você. Isso envolve desenvolver autoconhecimento, autoestima, interesses próprios, curiosidade, autonomia, cuidado pessoal e relações que permitam autenticidade. Quando existe uma necessidade intensa de ser interessante para os outros, pode haver por trás dela medo de rejeição, comparação, baixa autoestima ou busca excessiva por aprovação. A Terapia do Esquema ajuda a compreender a origem desses padrões, enquanto a TCC pode trabalhar pensamentos e comportamentos que fazem seu valor depender da validação externa. Na psicoterapia, o objetivo não é ensinar você a se tornar alguém que agrade a todos, mas ajudá-lo a construir uma identidade da qual você mesmo goste e uma vida que desperte seu próprio interesse. Paradoxalmente, quanto menos precisamos performar para sermos aceitos, mais espaço existe para espontaneidade e conexão genuína. Se você percebe que sua autoestima e necessidade de aprovação estão condicionando a maneira como se enxerga e se relaciona, a psicoterapia pode ajudar. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


Ser uma pessoa interessante e atraente não é um dom de nascença, mas sim um conjunto de comportamentos e hábitos que você pode desenvolver. O seu raciocínio está corretíssimo: o magnetismo para os outros é apenas uma consequência natural de quando você se torna interessante para si mesmo. Unindo a TCC e a Análise do Comportamento, trabalhamos essa construção através de passos práticos: - Aumente seu repertório (Seja interessante para você): Uma pessoa interessante é aquela que tem repertório. Dedique tempo a ler sobre assuntos variados, praticar hobbies, ouvir novas músicas e viver experiências novas. Quando você se engaja em atividades que geram curiosidade e prazer, você acumula conteúdo e repertório comportamental. - Quebre as regras rígidas (TCC): Identifique pensamentos disfuncionais como "eu sou sem graça" ou "ninguém vai querer me ouvir". Essas crenças geram ansiedade e fazem você se calar ou se esconder. Na terapia, questionamos essas lentes e testamos novas formas de se expressar. - Mude o foco do reforço (Análise do Comportamento): Se você tenta conversar ou se vestir pensando apenas em "como os outros vão me avaliar", você fica travado e artificial. O segredo é agir sob o controle dos seus próprios valores. Vista-se de um jeito que você se ache bonito; fale de assuntos que você genuinamente brilha os olhos ao comentar. O entusiasmo autêntico é altamente atraente. - Treine a escuta ativa: Ser atraente também é fazer o outro se sentir bem. Aprenda a fazer perguntas abertas, a demonstrar interesse real pelas histórias das pessoas e a validar o que elas dizem. Pessoas que sabem ouvir com presença são raras e magnéticas. A autoconfiança é um comportamento que se fortalece com a prática. Quando você começa a bancar seus gostos e a expandir seu mundo, a sua percepção de si mesmo muda, e o mundo ao seu redor responde a isso. A terapia ajuda a mapear e destravar esse processo.


Ser uma pessoa interessante para si mesmo não significa desenvolver uma personalidade mais admirável ou tentar corresponder ao que os outros consideram atraente. Tem mais a ver com cultivar curiosidade sobre si, reconhecer seus interesses, sustentar suas próprias opiniões e se permitir experimentar coisas novas, inclusive fora da expectativa dos outros. Quando deixamos de organizar nossa vida exclusivamente a partir do olhar alheio, podemos nos tornar mais disponíveis para os encontros — não porque passamos a ser necessariamente mais atraentes, mas porque deixamos de estar o tempo todo preocupados em parecer interessantes. Talvez, então, a questão não seja tanto “como fazer os outros gostarem de mim?”, mas “o que tem despertado meu interesse pela minha própria vida?”. Essa pode ser uma boa pergunta para começar.

Larissa Spaziani

Larissa Spaziani

Psicólogo

Ribeirão Preto

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Que pergunta linda e profunda! O desejo de se tornar uma pessoa interessante e atraente para si mesma é o verdadeiro ponto de partida para qualquer construção de autoestima e autoconfiança genuínas. Afinal, quando aprendemos a gostar da nossa própria companhia, a apreciar nossas qualidades e a viver com autenticidade, a atração e o interesse dos outros passam a ser apenas uma consequência natural dessa segurança interna. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode contribuir imensamente para fortalecer essa visão de si mesma, atuando diretamente na forma como você se enxerga, se avalia e se posiciona no mundo: no consultório, identificamos e desconstruímos a voz autocrítica queInsiste em apontar defeitos ou em comparar a sua trajetória com a dos outros. Aprendemos a substituir esses pensamentos severos por uma postura mais compassiva, realista e valorizadora de quem você é. A TCC ajuda você a se reconectar com a sua essência, mapeando o que realmente importa para a sua vida — seus gostos, hobbies, metas e paixões. Tornar-se uma pessoa interessante para si mesma envolve nutrir projetos pessoais, buscar conhecimento e viver de acordo com a sua própria identidade, sem se apagar para caber na aprovação alheia. Trabalhamos habilidades práticas de comunicação, postura e assertividade. Quando você aprende a expressar suas opiniões com clareza, a impor limites saudáveis e a cuidar do seu bem-estar físico e emocional, a sua presença se torna naturalmente magnética, leve e confiante em qualquer ambiente. Construir essa atração por si mesma é um processo contínuo de autodescoberta e amor-próprio. Eu sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e através da TCC acompanho diariamente pessoas que desejam resgatar o seu valor pessoal, cultivar a sua melhor versão e viver com total liberdade e orgulho de quem são. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


Olá.Tudo bem? Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesma começa menos por tentar descobrir “o que fazer para os outros gostarem de mim” e mais por descobrir o que realmente desperta o seu próprio interesse. Ter assuntos, curiosidades, vontades, opiniões, projetos, experiências que façam sentido para você. Conseguir gostar da própria companhia. Se permitir experimentar coisas novas. E, principalmente, não precisar o tempo todo da aprovação do outro para sentir que aquilo que você é tem valor. Curiosamente, quando a pessoa começa a construir uma vida que faz sentido para ela, sem estar o tempo inteiro tentando parecer interessante, isso também costuma mudar a forma como ela se relaciona com os outros. Ela passa a ter mais espontaneidade, mais segurança e mais coisas próprias para compartilhar. Mas acho que existe uma questão ainda mais interessante na sua pergunta: o que faz você sentir que hoje não é suficientemente interessante ou atraente para você mesmo? O que você sente que falta em você para conseguir se olhar dessa forma? Talvez seja justamente aí que esteja a parte mais importante da questão. Em análise , podemos entender melhor de onde vem essa sensação, o que você aprendeu a esperar de si mesmo e o quanto dessa cobrança realmente tem a ver com aquilo que você deseja para a sua vida...entre outros pontos. Estou à disposição caso queira agendar uma sessão. Abraço, Isabelle.


Olá. Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesmo começa, justamente, por não colocar todo o seu valor na aprovação dos outros. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos muito essa diferença entre “preciso ser interessante para que gostem de mim” e “quero construir uma vida e uma personalidade das quais eu mesmo me orgulhe”. Sendo assim, alguns caminhos podem te ajudar: Conheça seus interesses: descubra o que realmente desperta sua curiosidade, mesmo que ninguém mais ache interessante. Invista em experiências: aprender coisas novas, conhecer lugares, desenvolver habilidades e sair um pouco da zona de conforto amplia sua percepção sobre si mesmo. Cuide da sua autoestima: observe pensamentos como “não tenho nada de interessante” ou “ninguém vai gostar de mim” e questione se eles são realmente fatos ou interpretações. Desenvolva autonomia: tenha projetos, hobbies e objetivos que façam sentido para você, independentemente da validação externa. Aprenda a se relacionar: ouvir, demonstrar interesse genuíno, conversar, compartilhar experiências e respeitar limites são habilidades que podem ser desenvolvidas. Aceite suas imperfeições: ser interessante não significa ser extraordinário o tempo inteiro. Pessoas reais também têm inseguranças, dias ruins e momentos em que não têm absolutamente nada de brilhante para dizer e tudo bem. Uma reflexão importante é: “Se eu não precisasse impressionar ninguém, que tipo de pessoa eu gostaria de ser?” Essa pergunta pode ajudar a sair da busca constante por aprovação e aproximar você dos seus próprios valores. E existe uma coisa curiosa: quando uma pessoa começa a construir uma vida que realmente faz sentido para ela, geralmente ela se torna mais autêntica e naturalmente mais interessante para os outros também. Não porque aprendeu a “performar” uma personalidade atraente, mas porque passou a ter mais experiências, interesses, segurança e presença para compartilhar. Se você sente que precisa constantemente agradar, impressionar ou ser validado para se sentir suficiente, a terapia pode ser um espaço importante para compreender de onde vem essa necessidade e trabalhar autoestima, autoconfiança e relacionamento consigo mesmo de uma forma mais profunda.


Interessante que você colocou por consequência para os outros e não como objetivo principal. O que é que você gosta em sua vida para se perceber atraente? Seria uma vida bem vivida? Como ela estaria sendo cuidada? Talvez as pistas estejam ai.


Acho que o caminho é construir uma vida que desperte seu próprio interesse, em vez de tentar constantemente parecer interessante para os outros. Tenha curiosidade: estude assuntos que realmente despertam sua atenção, leia, observe, faça perguntas e desenvolva opiniões próprias. Tenha projetos: algo para construir, aprender ou melhorar. Pessoas envolvidas com algo que importa para elas naturalmente têm mais presença. Cuide de si: aparência, roupas, corpo, ambiente e postura. Não para impressionar, mas porque você gosta de se sentir bem consigo. Desenvolva autonomia: saiba passar tempo sozinho sem sentir que precisa de validação constante. Tenha experiências: viaje, conheça lugares, experimente atividades, converse com pessoas diferentes. Experiência gera repertório. Cultive personalidade: não tente ser “o cara certo”. Tenha gostos, preferências, valores e limites próprios. Aprenda a conversar: interesse genuíno pelos outros é mais atraente do que tentar impressioná-los. Escute, faça perguntas e compartilhe também suas experiências. Não esconda suas qualidades: inteligência, dedicação, cuidado com a aparência e objetividade podem fazer parte de você sem precisar provar nada. Tenha leveza: saber rir de si mesmo e não levar toda interação como uma avaliação sobre seu valor torna você mais agradável e seguro. Uma boa pergunta para se fazer diariamente é: “Se ninguém fosse me julgar ou elogiar, o que eu ainda teria vontade de aprender, fazer, vestir, construir ou experimentar?” As respostas provavelmente apontam para a pessoa que você quer se tornar. E uma coisa importante: ser atraente não é parecer extraordinário o tempo todo. É transmitir que você está genuinamente envolvido com a própria vida.


Olá! Ser interessante e atraente para si mesmo não significa atingir um padrão de beleza ou conseguir a aprovação de todos. Está muito mais relacionado a desenvolver uma percepção de valor próprio que não dependa exclusivamente do olhar dos outros. No atendimento psicológico, é possível trabalhar crenças como “preciso ser atraente para ser valorizado” ou “só serei interessante se as pessoas gostarem de mim”, além da comparação e da necessidade excessiva de aprovação. Também envolve construir uma vida que seja interessante para você: desenvolver interesses, cuidar dos relacionamentos, experimentar coisas novas, investir em projetos pessoais e aprender a reconhecer suas próprias qualidades. Quando você deixa de viver apenas para ser aprovado e passa a construir uma vida coerente com quem deseja ser, tende a se sentir mais seguro nas relações. E essa segurança também pode influenciar positivamente a maneira como você se relaciona com os outros. Sou psicóloga e atuo com autoestima, ansiedade e relacionamentos. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!

Dra. Nivia Serra

Dra. Nivia Serra

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Essa é uma questão bastante interessante para um trabalho terapêutico. O que significa, para você, ser uma pessoa “interessante e atraente” ? Quem são essas pessoas com as quais você quer se relacionar? Fico disponível para agendarmos uma sessão.


Ser interessante para si mesmo não começa tentando descobrir como fazer os outros gostarem de você. Começa quando sua própria vida passa a ter coisas que despertam sua curiosidade, seu desejo e sua vontade de participar dela. Talvez a pergunta possa ser um pouco diferente: **“O que faria eu gostar mais da pessoa que estou me tornando?”** Isso pode envolver várias dimensões: * **Curiosidade:** aprender coisas que realmente despertam seu interesse, mesmo que ninguém ache interessante. * **Autonomia:** tomar decisões sem precisar constantemente da aprovação dos outros. * **Cuidado pessoal:** cuidar do corpo, da aparência e do ambiente porque isso faz você se sentir bem, não para receber validação. * **Experiências:** viajar, experimentar atividades, conhecer lugares, conversar com pessoas diferentes e construir histórias próprias. * **Competência:** desenvolver algo em que você queira ficar realmente bom. * **Valores:** descobrir quais características você admira em alguém e tentar incorporá-las à sua própria vida. * **Relacionamentos:** aprender a conversar, ouvir, demonstrar interesse e também permitir que as pessoas conheçam quem você realmente é. E existe uma armadilha: transformar “ser interessante” em mais uma obrigação. A pessoa começa a pensar que precisa ter hobbies incríveis, viajar, saber conversar sobre tudo, vestir-se bem e ter uma vida extraordinária. No fim, continua olhando para si mesma através dos olhos dos outros. Uma pessoa interessante não necessariamente é aquela que tem a vida mais impressionante. Muitas vezes é aquela que **está genuinamente interessada pela própria vida**. Ela tem opiniões, curiosidades, desejos, histórias e capacidade de se envolver com aquilo que está vivendo. E isso costuma produzir uma consequência interessante nos relacionamentos: quando você não depende tanto de alguém para sentir que sua vida tem valor, você consegue se aproximar das pessoas por escolha, e não por necessidade. A outra pessoa deixa de ser responsável por tornar sua vida interessante. Talvez o exercício mais simples seja perguntar todos os dias: **“O que eu gostaria de fazer hoje se não precisasse provar nada para ninguém?”** E começar a construir pequenas respostas para essa pergunta. A psicoterapia também pode ser um espaço muito rico para isso, principalmente quando existe dificuldade em descobrir quem você é fora das expectativas dos outros. Às vezes, tornar-se mais interessante para si mesmo não exige criar uma nova personalidade, mas recuperar partes suas que foram sendo deixadas de lado para conseguir pertencer, agradar ou ser aceito.


Muito genuíno sua pergunta. Talvez o caminho seja menos sobre “como ser interessante para os outros” e mais sobre construir uma vida que faça sentido e seja interessante para você. Desenvolver interesses, experimentar coisas novas, cuidar de si, ter opiniões próprias e aprender a se expressar com mais autenticidade tende a fortalecer tanto a autoestima quanto os vínculos. E você não precisa se tornar alguém “perfeito” ou impressionante. Quanto mais confortável você se sente sendo quem é, menos precisa depender da aprovação dos outros. Se tiver interesse, estou à disposição para te ajudar a entender quais aspectos você gostaria de desenvolver e construir isso aos poucos, de forma realista e sem transformar em mais uma cobrança. Conta comigo! Abraço.

Luan Coelho Valer

Luan Coelho Valer

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Ser interessante e atraente para si mesmo começa por construir uma vida que faça sentido para você, e não apenas tentar corresponder às expectativas dos outros. Invista em coisas que despertam sua curiosidade, desenvolva seus interesses, cuide de si, experimente coisas novas e permita-se ter opiniões, valores e projetos próprios. A autoestima também cresce quando você percebe que consegue respeitar quem é, inclusive suas imperfeições. Quando você deixa de buscar constantemente a aprovação externa e passa a se sentir mais confortável sendo você mesmo, isso tende a tornar suas relações mais autênticas e, consequentemente, pode favorecer a forma como os outros percebem você.


Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesma começa MENOS por tentar impressionar os outros e MAIS por construir uma vida que desperte sua própria curiosidade. Alguns caminhos ajudam muito: TENHA INTERESSES PRÓPRIOS: leia, aprenda, experimente coisas novas, mesmo sem utilidade prática. DESENVOLVA OPINIÃO: não tenha medo de descobrir do que gosta, do que não gosta e por quê. CULTIVE NECESSIDADE: pessoas interessantes geralmente fazem perguntas, observam e querem compreender. TENHA HISTÓRIAS PARA CONTAR experiências, viagens, hobbies, desafios e pequenas aventuras tornam a vida mais rica. CUIDA DA APARÊNCIA SEM TRANSFORMÁ-LA EM OBRIGAÇÃO: sentir-se bem consigo mesmo aumenta a presença. APRENDA A ESTAR SOZINHA(O): quando você gosta da própria companhia, deixa de depender tanto da aprovação externa. NÃO TENTE AGRADAR O TEMPO TODO: autenticidade costuma ser mais atraente do que esforço para ser aceito. PERMITA-SE NÃO SER PERFEITO(A): especialmente para quem tem tendência ao perfeccionismo, ser interessante não significa ser impecável. E há uma mudança de pergunta que pode fazer muita diferença: Em vez de pensar “Como faço para os outros gostarem de mim?”, experimente perguntar: “O que eu poderia fazer hoje que faria com que eu gostasse mais da minha própria companhia?” Pode ser aprender alguma coisa, ouvir uma música nova, conversar com alguém diferente, cuidar de algo, sair sozinho, criar, conhecer um lugar ou simplesmente fazer algo que você sempre teve vontade de experimentar. Quando você começa a construir uma relação interessante consigo mesmo, a necessidade de parecer interessante diminui. E, paradoxalmente, isso costuma tornar sua presença mais espontânea e atraente para os outros.

Dayse Ferreira

Dayse Ferreira

Psicólogo

São José dos Campos

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Olá! Talvez o primeiro ponto seja mudar um pouco a pergunta: em vez de "como me tornar interessante?", vale investigar "o que faz com que eu precise me perceber através do interesse que desperto nos outros?". Ser interessante para si mesmo tem muito mais relação com construir uma vida que você respeita do que com desenvolver uma determinada personalidade. Isso envolve ter interesses próprios, curiosidade, autonomia, cuidar de si, desenvolver competências, sustentar valores e fazer escolhas que tenham sentido para você. Do ponto de vista psicológico, existe uma diferença importante entre autoestima e validação. Quando dependemos excessivamente da reação dos outros para confirmar nosso valor, podemos começar a moldar comportamento, aparência e até opiniões para sermos aceitos. O problema é que, mesmo recebendo aprovação, a sensação de segurança tende a durar pouco. E existe um paradoxo: pessoas que não estão o tempo inteiro tentando impressionar costumam conseguir se relacionar de maneira mais espontânea. Elas conseguem demonstrar interesse genuíno, conversar sem precisar provar valor, colocar limites, admitir vulnerabilidades e também tolerar não agradar a todos. Então, eu começaria por algumas perguntas: Você gosta da vida que está construindo quando ninguém está olhando? Tem interesses que existem independentemente de reconhecimento? Consegue ficar bem na própria companhia? Suas escolhas refletem seus valores ou principalmente aquilo que espera que os outros admirem? Se perceber que sua autoestima depende muito da aceitação, admiração ou desejo dos outros, a psicoterapia pode ajudar a compreender de onde vem essa necessidade e a construir uma percepção de valor mais estável. A consequência pode ser tornar-se mais interessante para os outros, mas o ganho principal é deixar de precisar disso para sentir que tem valor.


Comece por uma pergunta diferente: você gosta da pessoa que é quando ninguém está olhando? Ser interessante e atraente para os outros não deveria começar pela tentativa de conquistar o olhar de alguém. Começa quando você constrói uma vida que tenha sentido para você: conhece seus valores, desenvolve interesses, estabelece limites, cuida de si e deixa de depender exclusivamente da validação externa para se sentir suficiente. A atração pode até ser uma consequência. Mas o objetivo mais profundo é outro: sentir-se conectada com quem você é. Na terapia, esse processo pode ser aprofundado: compreender crenças sobre autoestima, rejeição, comparação e necessidade de aprovação e construir uma relação mais consistente consigo mesma. Talvez a pergunta não seja “como faço para alguém se interessar por mim?”, mas “como começo a me interessar genuinamente pela minha própria vida?” Se essa pergunta tocou em você, talvez seja um bom momento para olhar para isso em terapia.

Dra. Paula Orlandi

Dra. Paula Orlandi

Psicólogo

Florianópolis

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Talvez seja interessante começar pela diferença entre aquilo que você pode construir em si e aquilo que não está sob seu controle. Você pode escolher como quer ser para você mesmo, quais características deseja desenvolver, o que considera interessante, atraente e coerente com quem quer se tornar. Já a forma como os outros vão perceber isso não pode ser controlada. Você pode investir nas relações, na sua aparência, nos seus interesses e na maneira como se apresenta, mas ainda assim cada pessoa terá sua própria percepção sobre você. Inclusive, aquilo que você considera interessante e atraente pode não ser visto da mesma forma pelos outros, assim como acontece no sentido inverso. Talvez o trabalho seja encontrar um equilíbrio entre se construir de uma maneira que faça sentido para você e reconhecer que a resposta do outro sempre será uma possibilidade, não algo que você consiga determinar.


Olá, como tem passado ? Talvez o primeiro deslocamento seja este: tornar-se interessante para si mesmo não é exatamente construir uma versão mais admirável de si, como se fosse preciso atingir uma imagem ideal. Muitas vezes, quanto mais alguém tenta corresponder ao que imagina ser uma pessoa interessante, mais acaba vivendo sob o olhar de um outro imaginário que dita como deveria falar, se vestir, pensar ou desejar. Por isso, ser interessante para si pode ter menos a ver com acumular qualidades e mais com conseguir sustentar aquilo que realmente desperta seu desejo: seus interesses, escolhas, curiosidades, contradições e até certas singularidades que não cabem perfeitamente no que é socialmente valorizado. E há um paradoxo importante, quando se atua como para ser atraente para os outros um objetivo central, pode começar a se observar de fora o tempo todo estou sendo interessante?, estou causando boa impressão?, estão gostando de mim?. Nesse ponto, a relação deixa de ser espontânea e passa a funcionar como uma espécie de apresentação permanente diante do olhar do Outro. Às vezes, justamente aquilo que torna alguém interessante é o fato de essa pessoa estar verdadeiramente implicada em alguma coisa, e não ocupada o tempo inteiro em parecer interessante. Talvez, então, a pergunta possa mudar um pouco: em vez de como faço para me tornar interessante?, perguntar o que realmente me interessa?. O que você faria, estudaria, criaria, vestiria ou defenderia mesmo se isso não garantisse admiração imediata? Quanto mais alguém consegue construir uma vida minimamente orientada pelo próprio desejo, menos precisa fabricar uma personagem para seduzir os outros. E, curiosamente, é muitas vezes daí que surge uma presença que pode ser percebida como atraente. Espero ter ajudado e sigo à disposição.

Cirano Araújo

Cirano Araújo

Psicólogo

Belo Horizonte

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Olá, essa é uma questão na qual não cabe resposta simples e fácil. Partindo do ponto que você deseja se sentir interessante e atraente entendo ser uma questão relacionada a sua autoestima que por sua vez está ligada a muitos fatores pessoais que necessitam de análise. Esse sentimento de autoavaliação positiva ou negativa depende de como você se enxerga enquanto pessoa e é resultado de anos de construção psíquica. Por isso, o melhor caminho para sua resposta é encontra-la em sua psicoterapia.


Primeiro você precisa de autoconhecimento para se apropriar dos seus pontos fortes e conquistas. Assim como você já disse, consequentemente será atraente para outros também.


Boa noite! Ser interessante para si mesmo e para os outros começa por abandonar a necessidade de aprovação externa e focar em cultivar um mundo interno rico que você mesmo admire. Ao nutrir suas próprias curiosidades, honrar as promessas que faz a si mesmo e manter a tranquilidade diante das incertezas, você constrói uma autoconfiança inabalável. O magnetismo pessoal surge, então, como uma consequência natural desse processo: as pessoas são atraídas não por quem tenta performar para impressionar, mas pela presença genuína de alguém que está verdadeiramente confortável na própria pele.


Ser interessante e atraente para si mesmo envolve inverter uma lógica comum: quando a busca por atratividade fica excessivamente dependente do olhar alheio, ela pode produzir rigidez, esforço excessivo e perda de espontaneidade. Ser interessante para si não é performance; é fruto de cultivar curiosidade, presença e vitalidade na própria vida. Uma imagem útil é a diferença entre uma vitrine para impressionar quem passa e uma casa habitada com conforto. Quem vive como vitrine permanece em vigilância, ajustando a postura à reação dos outros. Já quem habita a própria casa desenvolve acolhimento e atmosfera própria — e é justamente esse conforto com a própria presença que pode favorecer uma atração mais natural. A literatura sobre motivação autônoma, autoestima contingente e curiosidade interpessoal ajuda a compreender esse movimento (Ryan & Deci, 2000; Crocker & Wolfe, 2001; Kashdan & Roberts, 2004). Quando o próprio valor depende continuamente da aprovação externa, a interação pode tornar-se uma avaliação permanente. Em contraste, envolver-se em atividades com significado próprio e demonstrar curiosidade genuína favorece uma presença mais espontânea e a construção de proximidade. Isso não garante ser atraente para todos, porque atração também envolve compatibilidade, contexto e preferências pessoais. Na prática, isso envolve passos graduais: investigar o que desperta seu entusiasmo sem depender de aprovação; treinar a mudança de foco nas conversas — de "como estou sendo avaliado?" para "o que há de interessante nesta interação?"; e sustentar suas escolhas com sobriedade. Essa mudança do foco avaliativo para a curiosidade também pode favorecer o rapport. Em um estudo brasileiro sobre potencial de estabelecimento de rapport, atenção ao outro, familiaridade e espelhamento foram organizados como dimensões conceituais do instrumento proposto (Santana & Morais, 2023). Isso não exige fabricar um personagem carismático, mas participar da relação com presença e interesse genuíno. Na orientação ericksoniana (Erickson, 1959, 1933), esse trabalho assume uma via vivencial, utilizando atenção, imaginação e recursos singulares para explorar formas de ancoragem interna e favorecer uma relação mais integrada com a autoimagem. O objetivo não é construir um personagem magnético, mas criar condições para que você habite suas próprias inclinações com maior naturalidade. Assim, a atratividade pode deixar de ocupar o lugar de uma meta controlável e tornar-se, em algumas relações, uma consequência possível de uma presença mais espontânea. Ressalva ética: A psicoterapia é um processo individualizado. O acompanhamento psicológico pode ser indicado para auxiliar no autoconhecimento, fortalecimento da segurança interpessoal e desenvolvimento da autonomia emocional. Referências selecionadas: Crocker, J., & Wolfe, C. T. (2001). Psychological Review, 108(3), 593–623; Erickson, M. H. (1933). The Ugly Duckling. In Collected Papers (Vol. 4, pp. 352–358); Erickson, M. H. (1959). American Journal of Clinical Hypnosis, 2(1), 3–21; Kashdan, T. B., & Roberts, J. E. (2004). Journal of Social and Clinical Psychology, 23(6), 792–816; Ryan, R. M., & Deci, E. L. (2000). American Psychologist, 55(1), 68–78; Santana, V. L. B., & Morais, J. F. (2023). O transtorno do espectro autista (TEA) e o potencial de estabelecimento de rapport (PER). Revista FT, 27(121). Victor Lawrence Bernardes Santana · Psicólogo · CRP 09/012681


Olá! Somos frutos de uma época, de uma cultura, das relações que vivemos. De um modo geral, esses contextos apontam o que é valorizado e o que não é. A questão é que pode haver singularidades e divergências entre eles, o que vai exigir de cada um um posicionamento próprio. Tornar-se si mesmo é um processo (sobretudo inconsciente) em que filtramos tudo isso que vem de fora e artesanalmente vamos nos identificando e elegendo o que nos parece melhor. Não há uma receita para isso. Se esse processo estiver complicado para você talvez seja interessante buscar uma psicoterapia ou análise para descobrir o porquê, para que você consiga construir sua própria "bússola".


Talvez a questão não seja exatamente “como ser interessante e atraente”, mas o que acontece quando precisamos nos tornar interessantes para nos sentirmos desejáveis pelo outro. Do ponto de vista psicanalítico, existe uma diferença importante entre construir uma vida que nos desperta desejo e construir uma imagem de nós mesmos que imaginamos que despertará o desejo do outro. Na primeira, há investimento em experiências, interesses, vínculos e projetos que fazem sentido para você. Na segunda, existe uma espécie de vigilância permanente sobre como estamos sendo percebidos. Paradoxalmente, quanto mais alguém precisa convencer o outro de que é interessante, mais pode se afastar da própria espontaneidade. A atração costuma surgir não da perfeição ou de uma performance, mas de uma pessoa viva, implicada com o próprio desejo e capaz de sustentar quem é sem precisar de validação constante. Então, talvez o caminho seja menos “como faço para ser interessante?” e mais: “o que me interessa de verdade quando não estou tentando impressionar ninguém?” É uma pergunta simples, mas pode abrir um trabalho psíquico bastante profundo. Freud já dizia que o EU não é senhor em sua própria morada... Vamos conversar mais sobre isso? Estou à disposição

Clarice Coelho

Clarice Coelho

Psicanalista

Curitiba

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Ser uma pessoa interessante e atraente começa menos por tentar agradar aos outros e mais por construir uma vida que tenha significado para você. Cultivar interesses próprios, cuidar da aparência de uma forma que faça sentido, desenvolver suas habilidades, ter curiosidade, estabelecer objetivos e aprender a expressar opiniões e sentimentos com autenticidade tende a fortalecer a autoconfiança. A atração também não depende de ser perfeito ou agradar a todos, mas de transmitir segurança, presença e coerência com quem você é. A psicoterapia pode ajudar nesse processo ao trabalhar autoestima, inseguranças, medo de rejeição e autocrítica, permitindo que você desenvolva uma relação mais positiva consigo mesmo e se apresente aos outros de maneira mais espontânea e confiante.

Leandro Paes

Leandro Paes

Psicólogo

Presidente Prudente

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Sendo mais você em sua essência. Procure terapia.


Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesmo começa menos pela tentativa de impressionar os outros e mais pela construção de uma vida que tenha significado para você. Invista em comportamentos que façam você se admirar: aprender, cuidar do corpo e da aparência, desenvolver interesses, cultivar boas relações, cumprir aquilo que se propõe e experimentar coisas novas. Quanto mais diversificado for o seu repertório, mais possibilidades você terá de conversar, se relacionar e se sentir bem consigo mesmo. Para a Análise do Comportamento, aquilo que chamamos de “ser interessante” não é uma característica fixa da pessoa. Depende também da relação que estabelecemos com os outros. Alguém se torna interessante quando sua presença produz boas experiências: sabe conversar, mas também ouvir; demonstra interesse genuíno; tem opinião própria sem precisar se impor; compartilha conhecimentos sem precisar provar que sabe. Por isso, talvez uma boa pergunta não seja apenas “Como faço para que gostem de mim?”, mas: “Estou construindo uma vida e uma maneira de me relacionar das quais eu mesmo gostaria de fazer parte?” Quando você começa a gostar da pessoa que está construindo, a aprovação dos outros deixa de ser a principal medida do seu valor — e, paradoxalmente, isso pode tornar suas relações mais espontâneas e atraentes.


Comece construindo uma vida que faça sentido para você, e não tentando se tornar interessante aos olhos dos outros. Cultive interesses, vínculos, autocuidado, curiosidade e objetivos próprios. A atração costuma surgir mais naturalmente quando existe autenticidade e conforto consigo mesmo do que quando a pessoa tenta corresponder a uma imagem ideal.


Pela psicanálise, ser interessante para si mesmo passa por descobrir e sustentar o próprio desejo, em vez de buscar constantemente corresponder ao olhar do outro. Quando você se permite investir no que genuinamente desperta sua curiosidade, prazer e desejo, sua singularidade tende a aparecer de forma mais espontânea. O ponto não é aprender a agradar mais, mas entender por que ser reconhecido pelo outro é tão necessário para que você se sinta interessante.

Michelle Novello

Michelle Novello

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Ser interessante e atraente para si mesmo começa por construir uma vida que tenha valor para você, e não por tentar corresponder às expectativas dos outros. Isso envolve desenvolver interesses genuínos, investir em habilidades, ter projetos, cuidar do corpo e da aparência, cultivar autonomia e manter relações que façam sentido. A atração pelos outros tende a ser consequência de uma pessoa que demonstra autenticidade, curiosidade, presença e segurança, e não de alguém que tenta performar para ser aprovado. Uma boa pergunta para orientar esse processo é: “Se eu não precisasse impressionar ninguém, que tipo de pessoa eu gostaria de me tornar?”


olá! O que seria uma pessoa interessante para você? E quem seria esses outros? Pensar nessas duas perguntas é uma saída. Um abraço.


Olá! Espero que tudo esteja indo bem. Ser uma pessoa interessante e atraente começa por construir uma vida que seja interessante para você. Desenvolva interesses próprios, experimente coisas novas, cultive amizades, tenha projetos e descubra o que realmente desperta sua curiosidade. Quanto menos você depender da aprovação dos outros e mais conectado estiver aos seus valores, gostos e desejos, mais espontâneo e autêntico você se torna. E é justamente essa autenticidade, aliada à curiosidade e à autonomia, que costuma despertar interesse nos outros.


Primeiramente busque conhecer seus valores e tudo aquilo que é inegociável para você. Coloque-se como prioridade, pratique o autocuidado, cultive seus interesses, experimente coisas novas e construa uma vida que tenha sentido para você. Quando você se conhece, se valoriza e gosta da própria companhia, torna-se interessante para si mesmo, e isso naturalmente transparece para os outros.


Essa pergunta vale um milhão de dólares, rsrs. Entretanto, se tornar atraente depende muito do tipo de pessoa que você deseja atrair, pois cada pessoa tem critérios diferentes sobre o que considera atraente. Algumas características costumam ser valorizadas por muitas pessoas, como ter um cheiro agradável, saber manter uma conversa interessante, vestir-se de acordo com a ocasião e praticar esportes para ter um corpo saudável e funcional. Algo que também pode te ajudar muito é desenvolver habilidades sociais, pois isso pode tornar suas interações mais agradáveis e facilitar a construção de relações com outras pessoas.


Ótima pergunta. Ser interessante tem muito a ver com estar interessada, pelas pessoas e pela sua própria vida. O que te traz uma sensação de vitalidade? Quais são as coisas mais importantes para você e como tem sido o seu contato com elas? Como você tem nutrido as suas relações?


O primeiro passo começa com o autocuidado e a autoaceitação. Reconhecer quem você é hoje, identificar qualidades e habilidades, mas também dificuldades e características que você deseja aprimorar. Identificando isso, é importante superar alguns desafios. Podem ser coisas simples, como praticar mais exercícios, regular a rotina de sono, ou aprender um novo hobby. A atração e o interesse vem, em grande parte, da autoconfiança real. E a autoconfiança real vem quando a gente reconhece a nossa capacidade de atravessar nossos próprios limites e superar alguns desafios ou situações difíceis. Mas lembre-se, é necessário que a régua seja o seu próprio contexto, sua própria história, sua própria vida, e não as outras pessoas. Então evite comparações com os outros, busque superar a si mesmo antes de tudo.

Aya Nala

Aya Nala

Psicólogo

Peruíbe

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Pode começar parando de tentar ser interessante pros outros e construindo uma vida que seja interessante pra você. Ter curiosidade, projetos, hobbies, cuidar da aparência, desenvolver repertório e principalmente ter opiniões e valores próprios. Quando você realmente gosta da pessoa que está se tornando, isso costuma aparecer naturalmente na forma como você fala, se posiciona e se relaciona e acaba sendo atraente pros outros também.


Boa noite, tudo bem? Obrigado pela pergunta. Podemos começar por definindo - para você - o que é uma pessoa interessante e atraente. O processo de psicoterapia pode ser um oferta para conversar e eventualmente entender/definir esses pontos.


Olá, tudo bem? Você começou no lugar certo: pensando primeiro em si, e não em como agradar os outros. O interesse que uma pessoa desperta costuma vir de estar genuinamente envolvida com algo, não de um esforço para parecer interessante. Quando a atenção fica em "como estou sendo visto", a espontaneidade some. Pergunte-se: o que desperta sua curiosidade mesmo sem plateia? E o que sente que falta hoje, tédio, vazio, ou uma cobrança de ser diferente? Isso rende uma boa reflexão em terapia. Caso precise, estou à disposição.

Bianca Pacheco

Bianca Pacheco

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Olá! Essa pergunta parece simples mas não há uma resposta fácil. Ser atraente para você mesmo, e em consequência para os outros tem raízes subjetivas. É importante entender mais sobre sua história e sobre você para que isso possa se tornar realidade. Um acompanhamento terapêutico pode ajudar nesse sentido.

Dr. Matheus Abade

Dr. Matheus Abade

Psicólogo

Belo Horizonte

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Tenha uma vida que você realmente goste de viver. Cultive curiosidade, cuide de si, tenha interesses próprios e faça coisas que te deem orgulho. Ser interessante começa quando você se torna interessante para si mesmo — não quando tenta impressionar os outros. Agenda aberta para sessões de psicoterapia.


Ser uma pessoa interessante para si mesmo começa por construir uma vida que faça sentido para você, e não apenas por tentar se tornar alguém que os outros aprovem. Isso envolve conhecer seus valores, cultivar interesses, experimentar coisas novas, cuidar de si, desenvolver relações significativas e aprender a reconhecer suas próprias qualidades sem depender o tempo todo da validação externa. Curiosamente, quando deixamos de concentrar tanta energia em “como preciso ser para que gostem de mim?” e passamos a perguntar “que tipo de pessoa eu quero ser e que vida quero construir?”, tendemos a nos tornar mais autênticos, seguros e presentes nas relações — características que também costumam favorecer a atração e a conexão com outras pessoas. Se você percebe que precisa muito da aprovação dos outros para se sentir interessante ou valioso, a psicoterapia pode ajudar a compreender de onde vem essa necessidade e a desenvolver uma relação mais segura consigo mesmo.


Pense nas pessoas atraentes: perceba que essa qualidade é uma consequência de uma forma de viver que costumam possuir em comum: viver uma vida orientada por seus próprios desejos, e não pelo que parece ser aquilo que os outros querem ver.


Olha...ser interessante e atraente para si mesmo começa menos em tentar se encaixar em um ideal e mais em conhecer o que, de fato, faz sentido para você. Na psicoterapia, podemos olhar para a diferença entre “quem eu sou” e “quem acredito que preciso ser para ter valor ou ser aceito”. Quando essa distância fica muito grande, é comum surgirem comparações, autocrítica e uma busca constante por aprovação. Um exercício interessante é se perguntar: se ninguém pudesse me elogiar, admirar ou validar por isso, quais características, interesses e escolhas eu ainda gostaria de desenvolver em mim? A partir daí, você pode investir de forma mais consciente em valores, interesses, autocuidado, relações e habilidades sociais que tenham significado para você. E existe um paradoxo bonito nisso: quando a pessoa deixa de construir a si mesma exclusivamente para obter aprovação, tende a conseguir se apresentar nas relações de maneira mais autêntica. A psicoterapia também pode ajudar a compreender de onde vem essa necessidade de se sentir atraente ou interessante e transformar uma ideia tão ampla em aspectos concretos que você realmente queira desenvolver.


Olá, tudo bem? Essa pergunta geralmente começa de dentro pra fora: quando a gente desenvolve interesses genínos, curiosidade por coisas novas e cuida da própria autoestima, isso naturalmente aparece pros outros também, sem precisar forçar uma imagem. Tentar ser interessante pensando primeiro na opinião alheia costuma gerar o efeito contrário, porque a pessoa foca em agradar em vez de ser ela mesma. Vale investir em coisas que te dão prazer e satisfação de verdade, isso tende a refletir na forma como você se relaciona. O que você gosta de fazer que te deixa mais você mesma? Caso precise, estou à disposição.

Thais  Mazzini

Thais Mazzini

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Oii :) Aqui o primeiro passo é parar de tentar "construir" uma personalidade pensando no que vai ser interessante para os outros. Ser uma pessoa interessante tem muito mais a ver com: ter curiosidade, interesses próprios, opiniões, experiências e disposição para conhecer coisas novas do que com tentar parecer interessante. E, para se tornar mais atraente para você mesmo, eu começaria por uma pergunta simples: “O que eu gosto quando não estou tentando agradar ninguém?” Pode ser um livro, uma música, aprender alguma coisa, cuidar da aparência, praticar um esporte, conversar sobre um assunto que você gosta... O importante é autoconhecimento!! Quando você se conhece melhor e começa a se sentir confortável sendo quem vc é, a necessidade de aprovação externa tende a diminuir. E, como consequência, isso também costuma tornar a pessoa mais interessante para os outros. Quer entender melhor sobre seus sentimentos? Agende uma consulta comigo e vamos falar melhor sobre isso. Abs


Olá. Penso que ser interessante e atraente para si mesmo passa menos por tentar desenvolver características que outras pessoas considerem interessantes e mais por construir uma relação com quem você é e com a vida que está vivendo. Talvez seja interessante observar o que desperta sua curiosidade, o que faz sentido para você, o que você gostaria de experimentar e conhecer, e quanto espaço tem dado para isso na sua vida. Quando existe mais interesse pela própria vida, a relação com os outros também pode acontecer de uma forma mais espontânea. A psicoterapia pode ser um espaço para se conhecer melhor e explorar essas questões.

Gisele Rodrigues

Gisele Rodrigues

Psicólogo

Florianópolis

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Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesma começa quando você deixa de viver pensando em como agradar aos outros e passa a construir uma vida que faça sentido para você. Conheça seus gostos, valores, desejos e limites, cultive interesses próprios, tenha curiosidade, experimente coisas novas, aprenda, cuide de si e desenvolva autonomia emocional. Permita-se ter opiniões, histórias, experiências e projetos que sejam genuinamente seus. E, principalmente, aprenda a apreciar a própria companhia. Quando você se sente bem sendo quem é, não precisa se esforçar tanto para parecer interessante. A autenticidade, a segurança e o entusiasmo pela própria vida acabam se tornando naturalmente atraentes para os outros também.


Acho que, para você, ser interessante e atraente começa por aprender a gostar mais da sua própria companhia, sem se comparar tanto com os outros. Não é sobre ser perfeito ou chamar atenção. É ter seus próprios interesses, sonhos, opiniões, projetos, cuidar de você porque você gosta e fazer coisas que realmente tenham sentido para você. Quando você começa a construir uma vida que é interessante para você, isso aparece na forma como você se posiciona, conversa e se relaciona. Talvez a pergunta não seja “como faço para ser atraente para os outros?”, mas “o que eu posso fazer para gostar cada vez mais da mulher que estou me tornando?”


Ser interessante e atraente para si mesmo nasce do cultivo da congruência interna e da curiosidade genuína, e não de uma performance calculada para agradar o olhar externo. Quando você desenvolve intimidade com quem você é e constrói uma vida com significado próprio, o magnetismo para os outros torna-se um efeito colateral natural.


Para você o que é ser uma pessoa interessante? Como você gostaria de ser? Tentar agradar os outros pode ter um efeito contrário. Quando você vive de acordo com os seus valores, sendo como você gostaria de ser, isso fortalece a sua autoestima, sua sensação de autoeficácia e quando você se empodera, isso reflete na forma como os outros também te veem.


Para se tornar uma pessoa interessante e atraente para si mesmo — e, naturalmente, para os outros —, o caminho central é a construção de repertório interno e a autenticidade, desvinculando sua identidade da aprovação externa. Quando você foca em nutrir a própria mente e o próprio corpo, você se desenvolve através de uma postura de autoconfiança.


Já está no caminho certo. Cuide-se para você, quando estiver de bem consigo mesma terá mais a oferecer aos outros. O mais importante é a própria validação, para depois pensar em ter a validação alheia. Forte abraço.


Pergunta excelente. Querer ser atraente ou interessante apenas para o outro, revela uma dependência emocional. Ser o que o outro quer que você seja, e não quem você é realmente. Tenho um professor que diz: "para ser um bom PAR, precisa ser primeiro um bom ÍMPAR". A melhor relação deve ser com você, caso contrário, transfere para o outro a tarefa de lhe fazer sentir bem. Lugar pesado. Gosto de uma técnica que ajuda a integrar nossa autoimagem. Lista de aspectos positivos sobre você. Todos os dias, liste num caderno o que você fez de bom naquele dia. Por exemplo, fez um bom treino na academia, registra no dia: "Eu me sinto satisfeita com meu desempenho hoje na academia", "eu me sinto mais bonita hoje com meu cabelo". O importante é você escrever e focar no que realmente se SENTE bem, não fazer de conta. É apenas para registrar seus aspectos positivos do dia. As pessoas dão muito foco nas insatisfações, esse lado sempre fica muito potencializado e desequilibra a autoimagem.


Talvez o ponto de partida seja justamente inverter a pergunta: em vez de tentar descobrir o que tornaria você interessante para os outros, investigar o que desperta seu próprio interesse pela vida. Na psicologia junguiana, tornar-se mais inteiro implica aproximar-se daquilo que é genuinamente seu: seus interesses, desejos, contradições, limites e potencialidades. Quando uma pessoa vive excessivamente orientada pela aprovação externa, pode construir uma imagem socialmente atraente, mas sentir-se cada vez mais distante de si mesma. Ser interessante não significa criar uma versão melhor de si para apresentar ao mundo. Muitas vezes significa tornar-se mais consciente de quem você já é e desenvolver aquilo que ainda não encontrou espaço para existir.


Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. Ser interessante começa por autenticidade, coerência interna e curiosidade sobre si mesmo. Pessoas atraentes para si mesmas costumam ter projetos pessoais, cultivar autonomia emocional, desenvolver habilidades reais, praticar flexibilidade cognitiva e investir em autocuidado. Quando você se torna interessante para si, transmite presença, segurança e clareza, e isso naturalmente atrai os outros. Atenciosamente, Fernando Vicente Rébuli Segundo Psicólogo e Neuropsicólogo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços


Bom dia , vamos começar com o incremento à sua autoestima. Uma alta autoestima vai te facilitar a aceitar quem vc é, com menos cobrança. Quem se aceita, não precisa ver defeitos nos outros para se sentir bem, consequentemente o comportamento que as outras pessoas terão com relação a vc, será de proximidade e vc se tornará atraente em todos os sentidos, para as pessoas e sobretudo para vc mesma. Além da autoestima, vc precisa desenvolver segurança comportamental, inteligência social e cuidados pessoais. Ser atraente vai além da aparência física. Vc deve levar em conta a forma como trata as pessoas, ter inteligência emocional, demonstrar maturidade e transmitir segurança. Para que vc possa conquistar estes objetivos, busque psicoterapia, que te ajudará no seu autoconhecimento. A psicóloga vai te ajudar a afastar crenças limitantes, a construir confiança interna e a ressignificar sua vida para que vc viva com mais plenitude. Coloco-me à disposição para atendimento psicoterápico.


Ser uma pessoa interessante para si mesma começa por desenvolver uma relação de curiosidade e respeito por quem você é, e não por tentar se tornar alguém que agrade aos outros. Conhecer seus interesses, valores, desejos e limites, experimentar coisas novas, cultivar vínculos, cuidar de si e aprender a aproveitar a própria companhia são caminhos importantes. Quando você constrói uma vida que faz sentido para você, tende a se posicionar nas relações com mais autenticidade e segurança. Na psicoterapia, esse processo pode ser aprofundado ao compreender padrões, inseguranças e expectativas que, muitas vezes, fazem com que o nosso valor dependa excessivamente do olhar do outro.


Faça coisas que você admire em você mesmo. Interesse genuíno vem de quem tem autonomia. Pergunte-se: "O que eu faria hoje se ninguém estivesse vendo?" – essa é a semente da sua atratividade.


Olá, espero que esteja bem. Você não precisa se tornar interessante para os outros. Precisa construir uma vida que seja interessante para você. Quando existe autenticidade, autonomia e prazer em ser quem você é, isso naturalmente desperta interesse e atração. Realizar psicoterapia pode lhe auxiliar para o autoconhecimento, refletindo na autoconfiança que resultará no ponto desejado. Um abraço.


Para se tornar uma pessoa interessante e atraente para si mesmo, você deve mudar o foco de "como os outros me veem" para "como eu experimento a vida", pois o magnetismo social é apenas um reflexo natural de uma vida interna rica, autônoma e bem resolvida. Esteja em tratamento psicologico para lhe auxiliar em sua auto estima.


Quando existe mais segurança interna, isso costuma aparecer naturalmente na forma de falar, se posicionar e se relacionar. Na terapia, eu posso te ajudar a fortalecer essa autoestima e construir uma relação mais leve com você mesmo.


Você acha possível tratar está questão como uma Dúvida ou mesmo uma afirmação de que vc não se considere atraente ? E se sim, consegue dizer algo mais sobre isso aqui? Gostaria de ouvi-lo.


Ser interessante e atraente para si mesmo começa quando você para de viver apenas para ser interessante para os outros. Tenha curiosidade: aprenda, leia, experimente coisas novas. Desenvolva interesses próprios, não apenas os que agradam aos outros. Cuide da aparência e do corpo como expressão de autoestima, não de aprovação. Tenha opiniões, valores e limites próprios. Aprenda a ficar sozinho sem precisar de estímulo constante. Construa uma vida que você realmente goste de viver. Não tente agradar todo mundo: autenticidade gera mais atração do que esforço para impressionar. Em resumo: torne sua própria vida interessante para você. A atração dos outros tende a ser consequência, não objetivo.

Zuleide Silva

Zuleide Silva

Psicólogo

Santo André, SP

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Se interessas e ser atraído pelo outro ou pelo mundo é uma forma de se interessar por si mesmo.


Olá! um processo terapêutico pode lhe ajudar muito neste sentido. Um abraço fraterno.


Curtinha como sua pergunta: uma pessoa se torna interessante quando reconhece o que deseja e sustenta a própria vida sem depender do olhar dos outros.


Talvez o caminho não seja perguntar primeiro “como faço para ser interessante para os outros?”, mas “que tipo de pessoa eu gostaria de admirar quando olho para minha própria vida?”. Pense nas características que você respeita: alguém curioso, disciplinado, bem-humorado, cuidadoso, que possui interesses, sabe conversar, cuida da aparência, aprende coisas novas ou tem projetos próprios. Depois, transforme essas qualidades em ações. Você se torna mais interessante para si quando começa a construir uma vida que tem conteúdo: desenvolve hobbies, aprende, lê, pratica alguma atividade, cuida do corpo, fortalece amizades, assume projetos e experimenta coisas novas. Isso também tende a tornar suas conversas e sua presença mais interessantes naturalmente. Na TCC, vale observar um risco: transformar tudo isso em uma tentativa de finalmente ser “bom o bastante” para receber aprovação. Se você pensa “preciso me tornar interessante para ninguém me rejeitar”, provavelmente continuará inseguro mesmo depois de melhorar várias áreas. Atratividade também não depende apenas de beleza ou desempenho. Pessoas que demonstram segurança, autenticidade, interesse genuíno pelo outro, capacidade de ouvir e uma vida própria costumam transmitir mais presença. Se você percebe que sua autoestima depende muito de ser admirado, escolhido ou desejado, a psicoterapia pode te ajudar a trabalhar crenças sobre valor pessoal e rejeição. O objetivo não é construir uma versão de você que ninguém consiga rejeitar. É construir uma versão de você que continue fazendo sentido mesmo quando alguém não se interessa.

Arthur Bicalho Lage

Arthur Bicalho Lage

Psicólogo

Belo Horizonte

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Eu começaria mudando um pouco a pergunta: em vez de “como ser interessante para os outros?”, pensar em “como me tornar uma pessoa que eu gosto de ser?”. Isso passa por autoconhecimento, autoestima, interesses próprios, valores e pela liberdade de não precisar da aprovação de todo mundo. Na terapia, eu trabalharia justamente essa relação com você mesmo. Quando você se sente mais seguro de quem é, naturalmente fica mais fácil se relacionar com os outros sem precisar performar ou agradar o tempo todo.


Olá, que bom que você se sentiu confortável para compartilhar essa questão. Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesmo envolve, conhecer-se melhor, reconhecer seus interesses, valores, desejos, dinâmicas internas, o que gostaria de melhorar, entre outras coisas. Esse processo de auto conhecimento também passa por entender suas relações, sendo possível pensar sobre sua imagem, inseguranças, espaços sociais etc. Por isso, recomendo que busque acompanhamento psicológico. A psicoterapia pode oferecer um espaço importante para auto conhecimento e compreensão dessas questões com mais profundidade e desenvolver uma relação mais segura e autêntica consigo mesmo.

Bruna Ades

Bruna Ades

Psicólogo

São Paulo

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Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesmo talvez tenha menos relação com corresponder a um padrão e mais com construir uma vida que faça sentido para você. Conhecer seus interesses, desenvolver habilidades, cuidar da sua aparência de uma forma que expresse quem você é e se permitir viver novas experiências pode fortalecer sua relação consigo mesmo. A atração que exercemos sobre os outros também costuma estar relacionada à autenticidade e à forma como nos sentimos em nossa própria presença. Talvez uma pergunta importante seja: o que faz você admirar a pessoa que está se tornando, independentemente da aprovação dos outros? A psicoterapia pode ajudar a compreender expectativas, inseguranças e a construir uma relação mais consciente e acolhedora consigo mesmo.

Anna Mezaonik

Anna Mezaonik

Psicólogo

São Paulo

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Ser interessante e atraente começa quando você decide investir tempo na sua própria companhia e descobrir o que realmente te faz bem, sem depender da validação alheia. Pense em cultivar atividades e hobbies que você ama, cuidar da sua saúde com carinho e tratar os seus próprios defeitos com mais gentileza, exatamente como você faria com um grande amigo. Quando você constrói uma rotina que faz sentido para você, repleta de coisas que despertam sua curiosidade e alegria, você naturalmente irradia uma confiança e uma leveza que as pessoas ao redor percebem na hora. A essência de tudo é simples: torne-se o seu próprio fã número um e construa uma vida da qual você não sinta vontade de fugir, pois quando você tem prazer em ser quem é, torna-se impossível que os outros não queiram estar perto de você também.

Ricardo Rodrigues

Ricardo Rodrigues

Psicólogo

Vitória da Conquista

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Comece construindo uma vida que faça sentido para você, e não tentando agradar os outros. Cuide da sua aparência, desenvolva seus interesses, tenha objetivos, aprenda coisas novas, cultive boas relações e, principalmente, conheça e respeite quem você é. Quando você se sente bem consigo mesmo, isso naturalmente transmite segurança e autenticidade, e essas características costumam ser muito mais atraentes do que tentar parecer interessante o tempo todo.


Esse é um processo intenso de autoconhecimento. Cada um de nós carrega um arsenal único de habilidades, encantamentos, disposição pra vida que são bonitos. Também carregamos cicatrizes, erros, fraquezas que formam nossa oposição bonito-feio. Entrar em contato com suas dimensões belas-e-feias é despertar para si mesmo. Um processo intenso de autoconhecimento. Para isso, indico que busque psicoterapia.


Olá! Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesma não significa tentar se encaixar em um determinado padrão para agradar aos outros. Muitas vezes, isso começa pela construção de uma relação mais próxima consigo mesmo: conhecer seus interesses, valores, limites e aquilo que realmente desperta sua curiosidade. Quando passamos a viver de forma mais coerente com quem somos, as relações com outras pessoas também podem se tornar mais espontâneas, sem depender tanto da necessidade de aprovação. Na psicoterapia, podemos explorar justamente essas questões: como você se enxerga, o que faz você se sentir interessante ou insuficiente e como construir uma relação mais autêntica consigo mesmo.


A ordem da pergunta já diz muito: primeiro para si mesmo, depois para os outros. Essa é exatamente a direção certa. Pessoas interessantes e atraentes geralmente têm em comum não uma lista de qualidades ensaiadas, mas uma relação genuína consigo mesmas, elas conhecem o que valorizam, cultivam o que as move e não dependem da aprovação externa para se sentirem inteiras. Na prática, isso se constrói: - Investindo em curiosidade: pessoas que se interessam genuinamente por coisas e por outras pessoas naturalmente se tornam mais interessantes. O que te fascina? O que você quer aprender? - Desenvolvendo autoconhecimento: saber quem você é, o que defende e o que não abre mão gera uma presença que as pessoas percebem. - Reduzindo a dependência de aprovação: quanto menos você precisa que os outros te achem interessante, mais naturalmente isso acontece. A psicoterapia ajuda muito nesse caminho, não para te transformar em outra pessoa, mas para remover o que impede você de ser quem já é com mais liberdade.


A jornada para se tornar uma pessoa interessante e atraente para si mesmo, e, naturalmente, para os outros, não tem a ver com criar uma personagem performática para agradar ao mundo, mas sim com construir uma relação sólida, curiosa e autêntica com a sua própria vida. Quando nos tornamos o nosso próprio centro de interesse, as pessoas ao redor percebem nossa autenticidade sem que precisemos fazer esforço. O primeiro passo desse processo é cultivar a autocuriosidade e o repertório pessoal. Uma pessoa interessante para si mesma é aquela que se permite explorar novos universos, ter hobbies que não dependem da aprovação de ninguém, ler sobre assuntos diversos, aprender habilidades novas e nutrir um mundo interno rico. Quando você investe tempo em descobrir o que realmente gosta, o que pensa sobre o mundo e quais são os seus valores, você deixa de buscar validação externa porque a sua própria companhia passa a ser estimulante; você passa a ter conteúdo, repertório e, acima de tudo, uma vida genuína que te dá orgulho de viver. O segundo passo é praticar o autocuidado e o autorrespeito de forma prática no dia a dia. A atratividade surge da segurança de alguém que conhece suas próprias qualidades, aceita suas vulnerabilidades e estabelece limites saudáveis com os outros. Quando você cuida da sua saúde física, da sua mente e da sua rotina, você envia um sinal claro para o seu cérebro de que você tem valor. Consequentemente, as pessoas ao seu redor percebem essa postura e passam a te enxergar com o mesmo respeito e fascínio que você demonstra ter por si mesmo.


Talvez essa pergunta possa ser escutada para além de “como ser interessante e atraente”. O que faz você sentir que precisa se tornar algo para ser desejado pelo Outro? E o que, em você, deseja, se interessa, se movimenta, para além desse olhar? A análise pode ser um espaço acolhedor para escutar essas questões e, pouco a pouco, encontrar um modo mais próprio de se relacionar com o seu desejo.


Ser uma pessoa interessante e atraente — principalmente para si mesma — não depende de parecer perfeita ou agradar todo mundo. Geralmente nasce de **ter curiosidade, presença e uma relação mais gentil consigo**. Comece construindo uma vida que tenha pequenos elementos de interesse para você: ouvir músicas novas, aprender algo, observar assuntos que despertam curiosidade, cuidar do corpo, escrever, cozinhar, ler ou sair para lugares diferentes. Não precisa fazer tudo; escolha uma coisa pequena e possível, especialmente nos dias em que a depressão tornar tudo mais difícil. Também ajuda desenvolver opiniões próprias. Em vez de tentar descobrir “o que os outros acham interessante”, pergunte: **“O que eu realmente penso? O que me emociona? O que eu gostaria de entender melhor?”** Pessoas atraentes costumam transmitir autenticidade, não uma personalidade fabricada. Nas conversas, procure demonstrar interesse genuíno, fazer perguntas e também compartilhar um pouco de si. Escutar bem, ter humor sem humilhar os outros, cumprir o que promete e tratar as pessoas com respeito são qualidades mais marcantes do que tentar impressionar. E tente não transformar isso em mais uma cobrança. Você não precisa se tornar interessante para merecer carinho. O objetivo é se conhecer aos poucos e criar uma vida em que você mesma consiga encontrar algum sentido — a atração e as conexões tendem a surgir como consequência, não como obrigação.

Dra. Karina Melo

Dra. Karina Melo

Psicólogo

Bom Jesus Do Itabapoana

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Olá! Se você já se perguntou o que torna a sua própria vida interessante, talvez o próximo passo seja perceber como você tem se relacionado consigo mesma no dia a dia. Ser uma pessoa interessante não significa ter uma personalidade extraordinária, estar sempre bem, saber conversar sobre tudo ou corresponder às expectativas dos outros. Tem muito mais a ver com ter curiosidade sobre si, sustentar seus interesses, desenvolver autonomia, experimentar coisas novas e se permitir ocupar espaços sem precisar performar para ser aceita. Também pode ser importante observar se existe uma busca constante por aprovação: “Será que sou interessante o suficiente?”, “Será que gostam de mim?”. Quando a nossa autoestima fica muito dependente desse olhar externo, podemos acabar tentando construir uma versão de nós mesmos para agradar, em vez de descobrir quem queremos ser. Na psicoterapia, podemos explorar justamente isso: o que te impede de se perceber como uma pessoa interessante e o que você gostaria de construir em si e na sua vida, para que a atração pelos outros seja uma consequência da sua autenticidade, e não o objetivo principal.


Excelente pergunta! Aprendendo a identificar suas qualidades, investindo tempo em você. Quais são seus hobbies? O que você ama fazer? O que brilha seus olhos? O que as pessoas já elogiaram? Fazer atividade física e cuidar da alimentação também é importante. Caso você tiver um sentimento constante de insatisfação consigo, busque Terapia.


Talvez o primeiro passo seja justamente questionar o que significa, para você, ser uma pessoa ‘interessante’. Quando essa definição depende muito do olhar do outro, podemos acabar tentando corresponder a expectativas e nos afastando daquilo que genuinamente faz sentido para nós. Tornar-se interessante para si pode ter mais relação com conhecer seus desejos, interesses, valores e necessidades, cultivar aquilo que lhe desperta curiosidade e permitir-se experimentar diferentes formas de estar no mundo. E ser interessante para si não garante que seremos interessantes para todos e talvez nem precise garantir. A psicoterapia pode ajudar nesse processo de autoconhecimento e na construção de uma relação consigo menos dependente da validação externa.


Ser uma pessoa interessante e atraente começa, principalmente, pela forma como você se relaciona consigo mesmo. Em vez de tentar descobrir o que fazer para agradar ou impressionar os outros, procure construir uma vida que seja interessante para você. Desenvolva interesses, conheça coisas novas, tenha projetos, cuide da sua aparência, aprenda a conversar e, principalmente, permita-se descobrir aquilo que realmente gosta. Quando você deixa de depender tanto da aprovação externa e passa a ter experiências, opiniões, curiosidades e objetivos próprios, isso naturalmente aparece na maneira como você se posiciona e se relaciona com as pessoas. Ser interessante não significa ser perfeito ou chamar atenção o tempo todo, mas ter uma vida na qual você também tenha vontade de estar presente.


Olá! Ser uma pessoa interessante e atraente não significa aprender a agradar ou impressionar todo mundo. Muitas vezes, isso começa quando você deixa de se avaliar o tempo inteiro pelo olhar dos outros. Ter interesses próprios, desenvolver sua personalidade, cuidar de si, saber conversar e, principalmente, sentir-se confortável com quem você é costuma tornar as relações muito mais espontâneas. Se existe uma preocupação constante com rejeição, comparação ou com a necessidade de ser considerado interessante, vale olhar para o que está por trás dessa necessidade. A psicoterapia pode ajudar a compreender essas inseguranças, fortalecer a autoestima e construir uma relação consigo mesmo que não dependa tanto da aprovação externa. Quando você não precisa provar o seu valor o tempo todo, torna-se muito mais livre para se relacionar.


Talvez o primeiro passo seja trocar a pergunta “como faço para ser interessante?” por “o que me faz sentir vivo, curioso e conectado comigo mesmo?”. Ser interessante para si tem muito a ver com se conhecer melhor, entender seus gostos, valores, desejos e limites, além de aprender a cuidar de si sem depender tanto da aprovação externa. Quando você passa a valorizar quem é e a construir uma vida que faz sentido para você, tende a se sentir mais inteiro nas relações. E isso pode favorecer conexões mais genuínas, porque você deixa de tentar caber no que imagina que o outro espera e passa a se apresentar de forma mais verdadeira.


Olá! O que pra você te tornaria interessante? Qual a vida que para você vale a pena ser vivida? A forma como os outros te avaliam fala sobre a forma deles de perceber o mundo, algo que não necessariamente pode ter a ver com você! Volta-se para si mesmo e compreenda aquilo que faria sentindo para a vida que você gostaria de ter, isso te tornará interessante para si e - por consequência - para os outros.


Olá! Faça psicoterapia; o processo psicoterapeutico vai lhe proporcionar o autoconhecimento e encontrará as respostas ou compreenderá o que faz vc pensar ou sentir se assim. Conte comigo caso queira iniciar a psicoterapia. Marcia Rosenberg


Não existe uma fórmula para se tornar interessante ou atraente. Muitas vezes, esse processo passa por conhecer melhor os próprios desejos, interesses, limites e a forma como você se relaciona consigo mesmo. Quando a preocupação com a percepção dos outros ocupa muito espaço, a análise, por meio da Psicanálise, pode ajudar a compreender de onde vem essa necessidade de aprovação e a construir uma relação mais autêntica consigo. Caso queira iniciar esse processo, fico à disposição.

Vivian Teles

Vivian Teles

Psicanalista

Goiânia

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Sua pergunta me faz pensar que, talvez, em algum momento você tenha aprendido a olhar para si de uma forma mais exigente do que generosa. Reconhecer nossas próprias qualidades e sentir que somos interessantes para nós mesmos não é algo que surge do nada. Isso também tem relação com as experiências de amor, cuidado e reconhecimento que vivemos ao longo da vida. Talvez a questão não seja exatamente “como me tornar uma pessoa mais interessante?”, mas: "o que existe em mim que eu ainda não consegui reconhecer, valorizar ou deixar aparecer"? E talvez seja justamente daí que venha uma forma mais genuína de atração: não de tentar ser alguém interessante para corresponder ao olhar dos outros, mas de poder habitar a própria pele com mais verdade e liberdade.

Daniela  Stort

Daniela Stort

Psicólogo

Jaguariúna

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Primeiro passo é você se conhecer melhor ,e entender o que é ser interessante ,olhar para seus pontos fortes,se fortalecer como ser humano único e especial que você é !


Olá! Ser interessante e/ou atraente não é universal. Cada é atraído por diferentes traços, personalidades e formas. É importante você gostar de você e buscar se conectar com quem se identifica, aceitando que não haverá unanimidade, que não são todos que irão te ver da mesma forma. Você sabe quem você é? Do que você gosta? O que você deseja? Você se comporta na vida em sintonia com isso? Consegue ser autêntico? Tem interesse nas pessoas e na vida? É uma pessoa interessada na humanidade e no que a vida tem para ser experimentado? Busca se desenvolver? Essas perguntas podem te ajudar a melhorar sua relação consigo mesmo.

Dra. Karina Andrade

Dra. Karina Andrade

Psicanalista

Rio de Janeiro

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Talvez ser interessante para si mesmo comece menos por tentar parecer interessante para os outros e mais por construir uma vida que você próprio admire. Pergunte-se: “O que desperta minha curiosidade? O que quero aprender? Que experiências quero viver? Que tipo de pessoa quero ser?” Na ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso), a ideia não é eliminar a insegurança ou o medo da rejeição, mas aprender a não deixar que eles conduzam suas escolhas. Quando você vive mais de acordo com seus valores, sua autenticidade aparece — e isso pode se tornar naturalmente atraente para os outros. Permaneço à disposição para acolher suas dúvidas e conversar sobre o que você precisar.


Olá! Essa é uma pergunta muito boa e complexa. Acredito que primeiro vc poderia perguntar a si mesmo: o que eu acho atraente? E o que eu acho interessante? A partir da resposta que der a essas perguntas, vai poder chegar a uma compreensão de como ser uma pessoa interessante e atraente para si e para os outros. Geralmente, uma pessoa com essas características é uma pessoa que se permite ser quem é, com suas qualidades e defeitos e que investe naquilo que lhe dá brilho nos olhos, seja fazendo aula de dança, marcenaria, lendo livros sobre determinado assunto, entre mil outras possibilidades. O que te dá brilho nos olhos? o que te interessa? Vc vai atrás do que te interessa? Se quiser aprofundar essa questão -- que dá bastante pano pra manga -- com um profissional da psicologia que trata de temas como autoimagem e autoestima, estou à disposição! Bjo


Acho que essa pergunta já começa com uma armadilha: não existe uma resposta objetiva para o que torna alguém interessante ou atraente. O que desperta interesse em uma pessoa pode ser justamente aquilo que passa despercebido, ou até incomoda, em outra. Talvez, então, o caminho não seja descobrir uma fórmula para se tornar interessante, mas construir uma relação consigo mesmo em que você tenha curiosidade sobre quem é, desenvolva interesses, sustente suas opiniões, experimente coisas novas e tenha espaço para mudar de ideia. Isso costuma produzir uma pessoa mais viva, e não necessariamente mais “atraente”.


Ser uma pessoa interessante para si mesmo começa por desenvolver curiosidade pela própria vida: conhecer seus desejos, valores, interesses e também aquilo que você ainda quer descobrir em si. Quando cultivamos uma vida que faz sentido para nós, tendemos a depender menos da aprovação externa — e isso muitas vezes nos torna mais espontâneos e atraentes nas relações. A psicoterapia pode ajudar bastante nesse processo de autoconhecimento e construção de uma relação mais viva e interessante consigo mesmo.


Muitas vezes ficamos tão preocupados com o olhar do outro que acabamos nos afastando daquilo que realmente gostamos, queremos e somos. Quando nos conhecemos melhor e conseguimos estar mais próximos dos nossos próprios desejos, interesses e daquilo que faz sentido para nós, nos sentimos mais integrados e verdadeiros conosco. Esse bem-estar se expressa na forma como nos relacionamos e nos posicionamos diante do outro. Ao reconhecermos melhor nossos desejos, necessidades e limites, podemos construir relações mais autênticas e nos aproximar de pessoas mais coerentes com quem somos. A psicoterapia pode ajudar nesse processo de se conhecer e construir uma relação mais autêntica consigo mesmo.

Caroline Costa

Caroline Costa

Psicólogo

São Paulo

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Essa não é uma pergunta com uma única, ou fácil, resposta. Seria importante um processo de terapia para entender como é sua a relação consigo mesmo e porque acha que não é uma pessoa interessante e atraente, por exemplo.


Seja bem-vindo(a)! Obrigada por me ajudar a contribuir com a sua dúvida. Ser interessante para si mesmo começa por se conhecer melhor, valorizar suas qualidades, desenvolver autonomia e construir uma vida que faça sentido para você, sem depender tanto da aprovação dos outros. Na terapia, especialmente pela TCC, podemos trabalhar autoestima, autoconfiança, inseguranças e padrões de comparação, ajudando você a se perceber com mais valor e autenticidade. Quando isso melhora por dentro, costuma aparecer também na forma como você se relaciona com os outros.


Talvez seja interessante pensar primeiro no que significa, para você, ser uma pessoa interessante. Há uma curiosidade bonita na própria palavra “interessante”. Vem da palavra interesse: ela remete ao latim *inter - esse*, algo como “estar entre” ou “estar dentro do ser”. Nesse sentido, talvez uma pessoa interessante não seja necessariamente aquela que sabe mais, faz mais ou consegue chamar mais atenção, mas aquela que está verdadeiramente implicada no próprio ser e na própria vida. Alguém que conhece seus interesses, cultiva suas curiosidades, se permite experimentar, pensar, desejar e construir caminhos que tenham sentido para si. Encontrar e sustentar esse caminho talvez seja o grande desafio, algo que passa pelo autoconhecimento e pela experimentação da vida.


Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesma começa menos por tentar agradar os outros e mais por descobrir quem você é, o que gosta e o que faz sentido para você. Quando existe essa conexão consigo, ela naturalmente aparece nas relações. A psicoterapia pode ser um espaço importante para entender o que hoje dificulta essa relação com você mesma, fortalecer sua autoestima e construir uma forma mais segura de se enxergar.


Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesmo talvez comece por deixar de tentar controlar aquilo que, na verdade, não está sob nosso controle: o motivo pelo qual alguém nos acha atraente ou gosta de nós. Assim como muitas vezes nos sentimos atraídos por determinadas pessoas sem conseguir explicar exatamente o motivo, também não existe uma fórmula para despertar interesse nos outros. A beleza pode chamar a atenção nos primeiros segundos, mas aquilo que sustenta o interesse é muito mais subjetivo: a forma de ser, de se relacionar, de conversar, de viver e de se posicionar no mundo. Por isso, mais do que tentar se tornar alguém interessante para os outros, pode ser importante perguntar: “O que me faz sentir interessante para mim mesmo? O que desperta minha curiosidade, minha vitalidade e minha vontade de viver?” Conhecer-se, desenvolver seus interesses, cuidar de si, construir relações significativas e viver de maneira coerente com aquilo que valoriza tende a produzir uma presença mais autêntica. E a autenticidade, justamente por não ser uma tentativa de agradar, pode tornar a pessoa mais interessante também aos olhos dos outros.


Talvez a pergunta não seja tanto como se tornar interessante, mas a partir de que medida você conclui que ainda não é. E me parece que há aí um bom lugar para uma análise. Espero que essa pergunta possa te render boas questões. Abraços!


Olá, o auto conhecimento é a melhor maneira de entender o motivo de você ainda não se sentir atraente para si e para os outros. Uma psicoterapia ajuda muito.

Aline Funke Silveira

Aline Funke Silveira

Psicólogo

Balneário Camboriú

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O processo de autoconhecimento é um dos meios mais interessantes para trabalhar essa sua demanda. Conhecer bem a si próprio é também reconhecer e identificar seus limites e suas possibilidades para assim vivenciá-las no exterior em meio social. A Psicoterapia com abordagem em terapia cognitiva comportamental, tem ferramentas que podem te auxiliar nesse processo de auto percepção do que é interessante e atraente que vc se refere em sua escrita.


Talvez o primeiro passo seja mudar um pouco a pergunta: em vez de pensar apenas em “como ser interessante”, pode ser mais útil pensar em “que tipo de pessoa eu gostaria de ser e que tipo de vida eu gostaria de construir?” Quando você começa a investir em coisas que realmente fazem sentido para você — cuidar da saúde, ter interesses próprios, aprender coisas novas, cultivar relações, desenvolver sua forma de se comunicar, cuidar da aparência do jeito que gosta e se permitir experimentar — você tende a se sentir mais interessante para si mesmo. E isso costuma aparecer também nas relações. Pessoas que demonstram curiosidade, sabem ouvir, têm interesses próprios, conseguem falar sobre o que gostam e não precisam o tempo todo provar o próprio valor geralmente se tornam mais agradáveis de estar por perto. Também é importante lembrar que ser atraente não significa agradar todo mundo. Parte de construir segurança em si mesmo é conseguir reconhecer suas qualidades sem depender tanto da aprovação externa. Uma boa pergunta para se fazer pode ser: “Se ninguém estivesse me avaliando, quais características eu gostaria de desenvolver em mim?” A resposta pode dizer bastante sobre o caminho que vale a pena seguir.


Busque a Terapia dos Esquemas, ela irá mostrar para vc as respostas que precisa...


A ordem que você colocou já está certa: primeiro para si, depois como consequência. O que a pesquisa mostra é que a sensação de ser interessante não vem de aprovação externa, e sim de três elementos — competência (fazer algo bem e ver progresso), autonomia (escolher a própria direção) e vínculo (relações que importam). É o núcleo da Teoria da Autodeterminação, uma das linhas mais estudadas em motivação humana. Na prática: cultive curiosidades de verdade, porque pessoas interessantes costumam ser pessoas interessadas; desenvolva alguma habilidade em profundidade, já que progresso visível constrói autoestima de forma mais sólida do que elogio; saiba o que você valoriza, porque quem tem valores claros parece e se sente mais inteiro; e escute de verdade, que é o traço que as pessoas mais associam a "essa pessoa é interessante". Ser atraente para os outros tende a ser efeito colateral disso, não a meta.


Olá, primeiramente defina o que é ser uma pessoa atraente e interessante (aos seus olhos), aos poucos faça coisas que te aproximem de ser essa pessoa. Observe as suas qualidades já existentes, aquilo que já é seu por natureza. Ao se achar interessante, feliz, em paz, e satisfeito(a) consigo, por consequência você fica interessante para os outros, que também tem o mesmo perfil e os mesmos gostos que você. Caso precise, estou a disposição para te auxiliar nesta jornada.

Alexia Mallab

Alexia Mallab

Psicólogo

Sete Lagoas

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​O encanto que os outros verão em você será apenas o reflexo do respeito e da fascinação que você cultiva pela sua própria caminhada. No espaço terapêutico, podemos continuar explorando quais valores e paixões você deseja resgatar para fortalecer essa relação de encanto consigo mesmo.


Talvez o primeiro passo seja mudar a pergunta: em vez de como ser interessante para os outros?, experimentar perguntar o que faz sentido e desperta meu interesse em mim? Ser uma pessoa interessante não significa estar sempre tentando agradar ou impressionar. Envolve conhecer a si mesmo, desenvolver interesses, cuidar da autoestima, experimentar coisas novas e construir uma vida que tenha significado para você. Quando você se sente mais conectada com quem é, a necessidade de validação externa tende a diminuir e, consequentemente as relações podem se tornar mais espontâneas e genuínas. Se essa dificuldade estiver ligada à autoestima, insegurança ou medo de não ser suficiente, a psicoterapia pode ser um espaço para compreender essas questões e trabalhar uma relação mais saudável consigo mesmo.


Seja o mais natural possível consigo mesmo, se trate com gentileza. Observe e compreenda seus limites, o que você gosta, o que você ama, se conheça a ponto de cada interação não parecer algo difícil para você. Estar bem com você mesmo é um dos primeiros e maiores passos para se sentir atraente e isso refletir para as pessoas.


Ser interessante pra si mesmo tem a ver com sustentar perguntas sobre o próprio desejo em vez de buscar respostas prontas. E isso não se resolve com dica, se investiga. É exatamente esse tipo de pergunta, "o que me falta, e por que sinto que falta", que pode ser trabalhado numa análise, com tempo e sem pressa de chegar numa resposta fechada.


Acho que ser interessante e atraente começa quando você contrói uma vida que seja interessante para você mesmo. Conhecer melhor seus próprios interesses, cuidar de si, ter objetivos e também se permitir experimentar coisas novas. Quanto mais você se conhece e se sente confortável sendo quem é, menos precisa se esforçar para parecer interessante. E, como consequência, isso costuma ser percebido pelos outros também, não porque você está tentando impressionar, mas porque existe mais autenticidade e segurança na forma como você se apresenta. :)


Olá, tudo bem? Interessante a sua pergunta. Muitas vezes, quando estamos muito preocupados em parecer interessantes para os outros, acabamos tentando descobrir qual versão de nós mesmos será mais desejada, admirada ou aceita. E, nessa tentativa, podemos nos afastar justamente daquilo que nos torna singulares. Ser interessante para si mesmo não significa se tornar alguém extraordinário o tempo todo. Pode significar começar a reconhecer seus próprios interesses, desejos, curiosidades e formas de experimentar a vida, mesmo quando eles não correspondem ao que você imagina que os outros esperam. E existe um paradoxo aí: quanto menos a pessoa precisa construir uma imagem para garantir a aprovação do outro, mais espaço pode existir para um encontro verdadeiro com ele. A atração, nesse sentido, não precisa ser um objetivo a ser conquistado, mas pode surgir como consequência de alguém que está implicado na própria vida. Na psicoterapia, essa questão pode ser bastante interessante de investigar: o que você entende por ser “interessante”? Para quem você sente que precisa ser interessante? E o que acontece quando você acredita que não é? O que há por trás de querer ser interessante para os outros? por que se busca isso? O que há na avaliação do outro que mobiliza o seu jeito de ser? Essas perguntas podem dizer muito mais sobre você do que qualquer técnica para se tornar mais atraente. Espero que isso te ajude de alguma forma.


Olá! Essa é uma pergunta bastante comum, mas acredito que as respostas possam divergir bastante, já que as pessoas sentem atração e enxergam qualidades em pontos diferentes, de acordo com suas próprias experiências. Algo que eu sugeriria seria tentar olhar tanto para aspectos externos quanto internos. Nos externos, podem entrar questões como investir nos estudos e na carreira, praticar musculação ou algum esporte, experimentar diferentes formas de se vestir e encontrar um estilo que tenha a ver com sua personalidade. Já nos internos, pode ser interessante buscar se conhecer melhor, inclusive através da terapia, entender o que você gosta e não gosta, inclusive em uma relação, compreender melhor suas emoções e inseguranças e aprender a demonstrar interesse e afeto de maneira saudável. Talvez, mais do que tentar se tornar uma pessoa interessante para os outros, o caminho seja construir uma vida e uma identidade que sejam interessantes para você. A atração dos outros pode acabar sendo uma consequência disso. Espero ter ajudado! :)

Leonardo Filho

Leonardo Filho

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Essa é uma pergunta boa porque ela já está na ordem certa — primeiro pra você mesma, depois consequência pros outros. A maioria das pessoas tenta na ordem inversa (ser interessante pros outros primeiro) e isso quase sempre soa performático, porque nasce de fora pra dentro. Algumas ideias, olhando isso com uma lente mais psicológica do que só "dicas de comportamento": 1. Tenha vida própria, não só reações à vida dos outros Gente interessante geralmente está construindo alguma coisa — um projeto, um interesse, uma curiosidade — independente de estar sendo vista fazendo isso. Não é sobre ter um hobby "para postar". É sobre ter algo que te pertence, que continuaria existindo mesmo se ninguém soubesse. 2. Cultive curiosidade genuína pelo mundo Pessoas atraentes emocionalmente costumam fazer perguntas melhores do que dão respostas melhores. Curiosidade é magnética porque sinaliza que a pessoa está viva, presente, interessada — não apenas esperando sua vez de falar. 3. Tolere silêncio e imperfeição em si mesma Isso é bem junguiano: quanto mais você aceita suas próprias contradições — a parte séria e a engraçada, a forte e a vulnerável — menos energia você gasta controlando a própria imagem, e mais presença sobra pra estar de verdade na conversa. Presença é, provavelmente, o ingrediente mais subestimado do magnetismo. 4. Tenha opinião, mesmo que impopular Gente "sem atrito nenhum" tende a ser esquecível. Não é sobre ser polêmica — é sobre não abrir mão do próprio ponto de vista só pra agradar. 5. Cuide da relação com você mesma como cuidaria de uma amizade importante Isso inclui: se conhecer de verdade, ter prazer na própria companhia, e não terceirizar sua validação. Quem gosta de estar consigo mesma emite algo difícil de fingir — uma espécie de segurança tranquila que as pessoas sentem, mesmo sem saber nomear. No fundo, "ser interessante" não é um projeto de personalidade — é consequência de estar genuinamente engajada com a própria vida. O resto (atração pros outros) tende a vir como efeito colateral, não como meta direta.


É muito acolhedor ver você olhar para si mesmo com esse cuidado. O caminho para ser interessante para o mundo começa, de fato, na forma como você habita a sua própria pele. Quando nos tornamos uma boa companhia para nós mesmos, isso reverbera naturalmente nas nossas relações. Para cultivar esse interesse e magnetismo pessoal: Abrace a sua autenticidade: Aceite suas características, gostos e até suas vulnerabilidades. Não há nada mais atraente do que alguém que banca quem realmente é, sem máscaras. Nutra o que te faz sentir vivo: Dedique tempo a atividades e aprendizados que despertem o seu brilho nos olhos. Pessoas apaixonadas pela própria vida irradiam uma energia contagiante. Esteja genuinamente presente: Viver o momento e prestar atenção real a si mesmo e a quem está ao seu redor cria conexões mais profundas e cativantes. Pratique o autoacolhimento: Cuidar das suas necessidades emocionais e físicas constrói o autorrespeito, que é a base mais sólida da autoconfiança. Ao se interessar genuinamente pela sua própria jornada e bem-estar, o interesse das outras pessoas se torna apenas uma consequência natural.


Talvez o ponto de partida seja justamente essa pergunta: "o que te faz se sentir interessante para si mesma? Muitas vezes ficamos tão voltados para sermos desejados , admirados ou suficientes para os outros que vamos perdendo contato com aquilo que nos desperta curiosidade, prazer e sentido. Esse é um processo de autoconhecimento que pode ser construído aos poucos e, se perceber que é difícil fazer esse caminho sozinha, buscar um espaço de escuta profissional pode ajudar. Cuide-se e fique bem!


Ser uma pessoa interessante para si mesma começa menos pela preocupação em agradar os outros e mais pela construção de uma vida que tenha significado para você. Na terapia, podemos trabalhar o autoconhecimento, seus interesses, valores, habilidades e aquilo que desperta sua curiosidade e satisfação. Quanto mais você se permite desenvolver quem é, experimentar coisas novas e reconhecer suas próprias qualidades, menos sua autoestima fica dependente da validação externa. E ser atraente para os outros pode ser uma consequência de você se sentir mais seguro e autêntico, mas não precisa ser o objetivo principal. A pergunta pode mudar de “Como faço para os outros gostarem de mim?” para “Que tipo de pessoa eu quero ser e que vida quero construir?”


Olá, é muito importante conhecer sua história de vida para se observar como você se vê (sua auto imagem), do porquê você desejar ser atraente, como está sua auto estima, como você se sente em diversas situações ( na sua família, com os amigos, em situações sociais, nos meios educacionais, e profissionais. Esse trabalho é realizado por profissionais da Psicologia, por meio da Psicoterapia. Não existem respostas prontas, nem receitas para se chegar aos objetivos,mas é um processo em que você e o profissional vão chegar a conclusões juntos. O psicólogo vai traduzir o seu discurso, mostrando como você se relaciona consigo e com os outros, não dará respostas prontas, mas vão caminhar juntos para que você tenha um maior autoconhecimento e encontre suas próprias respostas e busque soluções que façam sentido para si.


Olá. Pode-se começar elaborando sobre o que é uma pessoa atraente. É o mesmo para você e para os outros ?


Para ser uma pessoa interessante e atraente para si mesma e para os outros, você precisa desenvolver o autoconhecimento e cultivar paixões genuínas pela vida. Pessoas atraentes para si mesmas gostam da própria companhia. Elas não dependem dos outros para se sentir felizes. Isso cria um brilho natural que atrai as pessoas ao redor.


Pela TCC, isso começa com se conhecer melhor, mudar a forma de se tratar e agir de acordo com os seus valores. Quando você desenvolve uma visão mais realista de si, cuida da sua autoestima e pratica comportamentos mais confiantes no dia a dia, isso tende a refletir naturalmente na forma como os outros te percebem.


Mude o que pensa sobre si

Dra. Leticia  Milesi

Dra. Leticia Milesi

Psicanalista

Rio de Janeiro

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Talvez o primeiro passo seja trocar a pergunta como posso ser mais interessante? por o que desperta meu interesse por mim e pela minha própria vida? Isso pode envolver descobrir gostos, experimentar coisas novas, cuidar de si, desenvolver interesses e se permitir fazer escolhas que tenham mais a ver com quem você é. Quando você constrói uma vida que faz sentido para você, a relação consigo mesmo também tende a mudar. E ser atraente para os outros acaba sendo menos sobre tentar agradar e mais sobre conseguir se expressar com autenticidade e segurança!


O autoconhecimento e a auto reflexão, os recursos psíquicos desenvolvidos ,identificando os seus padrões de funcionamento e como você aprendeu a ser amada e poder expressar o que sentia, vai lhe ajudar nas suas necessidades.


Ser interessante começa quando você se interessa por si mesmo. Cuide de você, descubra o que te faz bem, tenha seus próprios sonhos, respeite seus limites e permita-se viver momentos que façam sentido para você. Quanto mais você aprende a gostar da própria companhia e a reconhecer seu valor, menos precisa da aprovação dos outros. Quando você se torna alguém que gosta de ter por perto, sua presença naturalmente se torna mais atraente para os outros.


A ordem da sua pergunta já é a resposta: primeiro para você, depois para os outros. Quem tenta ser interessante para os outros vira performance, e performance cansa. Três coisas constroem isso. Ter algo que te absorve de verdade, um ofício, um tema, um projeto levado a sério: interessante não é quem sabe mais, é quem está claramente envolvido com alguma coisa. Ter direção própria, escolher seu caminho e ficar bom em algo: quem tem isso não precisa pedir validação, e a ausência de carência é um dos traços mais atraentes que existem. E estar disponível para o outro: perguntar de verdade, ouvir sem preparar a resposta, lembrar do que foi dito. Só não faça nada disso como técnica. Faça porque constrói uma vida que vale a pena habitar. A atração é o efeito colateral, não a meta. E vale dizer: uma pergunta como a sua costuma ter camadas que uma resposta curta não alcança. Por que você se sente pouco interessante hoje, de onde vem essa medida, o que você espera que mude quando for atraente. Isso é trabalho para psicoterapia, e buscar um profissional é uma das formas mais concretas de começar exatamente o que você está perguntando.

Sandra  Marques

Sandra Marques

Psicólogo

Florianópolis

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Ser interessante e atraente para si mesmo começa, talvez, por deixar de se preocupar tanto em corresponder ao olhar do outro. Quando conseguimos reconhecer nossos desejos, interesses, curiosidades e até nossas diferenças, construímos uma relação mais autêntica conosco. Na perspectiva psicanalítica, podemos investigar o que significa, para cada pessoa, “ser interessante” e de onde vem a necessidade de ser reconhecida ou desejada pelo outro. Muitas vezes, a busca por aprovação pode nos afastar justamente daquilo que nos torna singulares. A terapia pode ser um espaço para compreender esses conflitos e descobrir o que realmente desperta seu interesse e seu desejo. Quando você se aproxima mais de quem é e do que deseja, sua relação com os outros também pode se tornar mais espontânea.


Olá! Trabalhar suas crenças auxilia na identificação de como você se percebe e percebe o mundo e as pessoas. A TCC(Terapia Cognitiva Comportamental) pode te auxiliar nisso. A maneira como nos percebemos é decorrente de uma série de fatores que precisam ser identificados e trabalhados para que possa ser modificado. Te convido para dar início ao seu processo de psicoterapia para que juntos possamos identificar estratégias e recursos para resolução do problema. Um abraço!


Aprender a gostar da própria companhia e se tornar uma pessoa interessante para si mesmo é o melhor caminho para construir uma autoestima sólida. Quando você se conecta com quem você é de verdade, essa confiança atrai as pessoas ao seu redor de forma natural. Para desenvolver isso, você pode focar em três pilares principais: Desenvolva seus próprios interesses: Busque hobbies, leituras, esportes ou projetos que realmente despertem sua curiosidade, sem se preocupar com o que os outros vão pensar. Pessoas apaixonadas pelo que fazem são naturalmente atraentes. Pratique a autocompaixão: Reduza a autocrítica e pare de se comparar com padrões de redes sociais ou revistas. Trate-se com o mesmo carinho e respeito que você trataria um grande amigo. Cultive a presença no presente: Em vez de focar no que falta ou em como você "deveria" ser, preste atenção no seu momento atual, cuide da sua rotina e valorize suas pequenas conquistas diárias. Confiança e atratividade vêm de se sentir confortável na própria pele. Quanto mais você se conhece e se respeita, mais autêntica e interessante sua presença se torna para o mundo.


Na realidade, possivelmente você já é uma pessoa especial e única ao seu modo, e com muitos atrativos que cultivam as pessoas ao seu redor. Mas pode estar se negligenciando de alguma forma, quer seja se comparando com outros, quer seja não reconhecendo seu potencial e capacidades. A baixa autoestima leva a um relacionamento precário consigo mesmo. Se não consegue gostar de si como deveria, não acredita no afeto que vem de fora também. Então, aceitar quem você é, explorar seus potenciais sem se comparar com outras pessoas, celebrar suas conquistas, entender que cada pessoa é única e diferente, e nem por isso menos interessante, já é um bom começo. Faça uma conversa consigo mesmo e identifique seus pontos positivos como caráter, gentileza, educação, respeito pelas pessoas, responsabilidade com o trabalho, com a família e amigos, e entenda que o que mais valoriza nas pessoas, muito possivelmente, você já tem. Forte abraço Rita Costa Psicóloga Clínica

Rita K  A  Costa

Rita K A Costa

Psicólogo

São Paulo

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Olá, às vezes, quando a gente se preocupa demais em ser interessante e atraente para os outros, acaba esquecendo de uma coisa importante: como tem sido a nossa relação com nós mesmos. Ser uma pessoa interessante para si não significa precisar ter uma vida extraordinária, estar sempre bem ou ter muitas coisas para contar. Pode começar de coisas bem simples: descobrir o que você gosta, ter curiosidade, experimentar coisas novas, cuidar de si, desenvolver interesses e, principalmente, se permitir conhecer melhor quem você é. Quando você se sente mais à vontade na própria companhia, também fica menos preso à necessidade de agradar ou impressionar. E isso costuma tornar os relacionamentos mais leves e autênticos. Talvez a pergunta não seja “como faço para ser interessante para os outros?”, mas “o que faria minha própria vida ser mais interessante para mim?”.


Esse desejo de se sentir uma pessoa interessante e atraente para si mesma pode ser um convite ao autoconhecimento. Às vezes, podemos nos afastar tanto de nós mesmos que deixamos de reconhecer aquilo de que gostamos, o que desejamos, o que nos desperta curiosidade e o que faz sentido para a nossa vida. Talvez, então, o caminho não seja exatamente aprender a ser mais interessante, mas se aproximar de si: descobrir seus interesses, experimentar coisas novas, reconhecer seus desejos e construir uma vida que tenha sentido para você. Quando nos sentimos mais conectados com quem somos, a relação com os outros também tende a se tornar mais autêntica.

Maria Alyne Silva

Maria Alyne Silva

Psicólogo

Campina Grande

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Boa tarde! Tornar-se atraente e interessante para si mesmo é a base para que os outros também percebam essa presença. Na prática, o fascínio que geramos nos outros é um reflexo direto da forma como nos relacionamos com a própria vida e do nível de curiosidade e respeito que dedicamos a nós mesmos. Estratégias para cultivar o autointeresse e a atratividade Cultive a curiosidade sobre si mesmo e o mundo: Pessoas interessantes são, antes de tudo, pessoas interessadas. Ter hobbies, explorar novos temas e dedicar tempo ao aprendizado contínuo gera repertório interno e entusiasmo genuíno. Construa e respeite seus próprios acordos: Cumprir o que você promete a si mesmo constrói uma autoconfiança sólida (autoeficácia). Quando você confia nas suas próprias decisões e atitudes, transmite segurança natural. Defina e sustente seus valores e limites: Saber o que você aceita e o que tolera demonstra clareza e autorrespeito. A capacidade de dizer "não" e agir alinhado aos seus princípios torna sua presença autêntica e marcante. Abandone a busca constante por aprovação externa: O desapego da validação alheia reduz a ansiedade social. A autenticidade atrai porque demonstra que a sua sensação de valor não depende do olhar do outro. Pratique a presença e a escuta ativa: Quem é interessante para si costuma estar inteiro no momento presente. Isso se reflete na habilidade de escutar o outro com atenção real, uma das qualidades mais atraentes nas relações humanas. Quando você se torna a sua principal fonte de interesse, o impacto nos outros deixa de ser um objetivo e passa a ser apenas uma consequência natural. Trabalho com isso há bastante tempo, qualquer coisa continuo à disposição.

Dr. Amiris Costa

Dr. Amiris Costa

Psicólogo

Belo Horizonte

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Boa noite! Depende do que você considera interessante e atraente e do que você imagina que as pessoas imaginam que seja interessante e atraente. Ou seja, é uma fórmula muito complexa. Primeiro você tem que exigir menos de você e buscar conhecer o que lhe agrada, da prazer e lhe faz feliz. Depois você pode começar a pensar no que busca em relação aos outros ao invés de se preocupar no que elas buscam em você, se priorize!


Talvez o primeiro passo seja trocar a pergunta “como posso ser interessante para os outros?” por “o que eu gostaria de admirar em mim?”. Quando você começa a conhecer seus valores, interesses, qualidades e a construir uma vida que faça sentido para você, a necessidade de aprovação dos outros tende a ocupar menos espaço. Em consulta, eu buscaria entender o que hoje faz sua percepção de valor depender tanto do olhar do outro e juntas trabalharíamos para construir uma relação mais segura com você mesmo. Se essa questão tem incomodado você, me chama. Podemos compreender o que dificulta o reconhecimento do seu próprio valor e trabalhar para que você se sinta mais segura sobre quem é, sem depender tanto da validação dos outros.


Seja muito bem-vindo(a)! Fico feliz que você tenha trazido essa questão, porque ela toca em algo bastante importante: a forma como nos relacionamos com nós mesmos e como isso acaba influenciando nossas relações com as outras pessoas. Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesmo não significa tentar desenvolver uma personalidade para agradar ou conquistar os outros. Muitas vezes, começa por construir uma relação mais genuína consigo: conhecer melhor seus interesses, valores e desejos, desenvolver autonomia, sentir-se confortável com quem você é e também se permitir experimentar coisas novas. Quando temos uma relação mais segura com nós mesmos, tendemos a nos apresentar ao mundo de uma forma mais espontânea e autêntica, sem depender tanto da aprovação externa. E isso pode, naturalmente, tornar nossas relações mais leves e significativas. Na terapia, podemos trabalhar justamente esse processo de autoconhecimento, autoestima, segurança e construção de uma vida que faça sentido para você, além de compreender o que hoje pode estar dificultando essa relação consigo mesmo. Se você sentir que esse é um momento em que gostaria de se conhecer melhor e desenvolver essas questões, será um prazer te acompanhar nesse processo. Fico à disposição para conversarmos e, se fizer sentido para você, iniciarmos a terapia juntos.


bom dia.. ser uma pessoa interessante e atraente para si mesmo significa construir uma vida que você admira, desenvolvendo seus interesses, cuidando de si, sendo autêntico e buscando crescimento. Quando você gosta de quem está se tornando, passa a precisar menos da aprovação dos outros e, naturalmente, se torna mais atraente para eles também.


Faça análise, para se conhecer.

Carla Avolio

Carla Avolio

Psicanalista

Niterói

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Acho que começa por ser uma pessoa que você gosta de ser. Tenha seus próprios interesses, experimente coisas novas, desenvolva opiniões, faça coisas sozinha, cuide de você e não tenha medo de mostrar quem você é. E, principalmente, tentando parar de pensar tanto em “como faço para parecer interessante?” e comece a pensar em “o que eu acho interessante?”. Quando você constrói uma vida que gosta de viver, acaba tendo mais assunto, mais segurança e mais autenticidade e isso naturalmente pode tornar você mais interessante para outras pessoas também. Assim você começa a ficar interessante para a pessoa que mais importa nessa história: você!


Tem um antigo ditado que diz assim: “Cuide do seu jardim e as borboletas virão até você.” Ele é usado como metáfora para mostrar que, quando você se dedica a si mesmo, cultivando sua vida, seus valores, sua paz interior e seu crescimento pessoal, naturalmente atrai pessoas e situações boas, sem precisar correr atrás ou forçar. É uma forma poética de dizer que o foco deve estar em se fortalecer e florescer, porque o que é belo e verdadeiro se aproxima por consequência.


Talvez a questão não seja “como ser mais interessante?”, mas como se interessar mais por si mesmo. Descobrir o que você gosta, o que te dá prazer, o que desperta sua curiosidade e o que você deseja — sem pensar o tempo todo no que vai agradar ao outro. Quando a gente começa a investir na própria vida, fica mais vivo, mais inteiro. E isso acaba aparecendo também para quem está de fora. No fundo, ser atraente talvez tenha menos a ver com tentar ser desejado e mais com estar conectado com o próprio desejo.

Jacqueline Klein

Jacqueline Klein

Psicanalista

São Paulo

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Para iniciar esse processo é preciso começar construindo uma vida que você genuinamente gosta de viver. A atração social costuma aparecer como consequência: quando alguém tem curiosidade, presença, autonomia e prazer pela própria vida, isso tende a ser percebido, sendo assim, busque ter novas curiosidades, construa projetos e repertórios, desenvolva presença, tenha uma vida que não precise de aprovação, aprenda a ter momento consigo e busque por limites e personalidades. Tenha em mente que para torna-se interessante, não é preciso impressionar os outros. Busque a si mesmo e consequentemente será visto e valorizado... e claro, um profissional para lhe ajudar muito nesse processo!

Mirna Coutinho

Mirna Coutinho

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! É interessante buscar entender de onde surge a necessidade de se tornar uma pessoa atraente e interessante. Como indivíduo, você possui diferentes hobbies, rotinas, gostos e aversões, assuntos que o atraem e outros que o entediam. Tudo isso reflete muito sobre quem você é e merece ser visto com carinho. Essa jornada de olhar para si mesmo com mais compaixão é continua e aproxima você da sensação de descobrir suas próprias qualidades. Quanto mais autêntico e seguro você se sentir em relação às suas escolhas e características, maiores serão as chances de encontrar pessoas que se identifiquem com você e o achem interessante.

Vitor Costa

Vitor Costa

Psicólogo

Goiânia

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Essa pergunta já vem com a resposta dentro dela sabe, você mesmo colocou a ordem certa: primeiro pra você, depois pros outros. Muita gente inverte isso, tenta ser interessante pro olhar de fora antes de descobrir o que te interessa de verdade, e aí vira uma atuação, e atuação cansa, além das pessoas sentirem isso mesmo sem saber explicar por quê Ser interessante pra si mesmo não tem muito a ver com acumular qualidades ou ficar estudando assunto pra ter o que falar. Tem mais a ver com curiosidade genuína pela sua própria experiência, se perguntar o que realmente te mexe, o que te dá vontade de saber mais, o que te emociona ou até incomoda, e deixar espaço pra essas coisas aparecerem sem já sair julgando se são "interessantes o suficiente" Quando essa relação com você mesmo é verdadeira ela transparece, as pessoas sentem a diferença entre alguém repetindo algo porque decorou que aquilo impressiona e alguém falando porque aquilo é de fato parte de quem ele é. O segundo tipo geralmente é o que a gente chama de atraente, porque tem presença, tem verdade ali Se essa busca tá difícil de sustentar sozinho, seja por insegurança, comparação ou dificuldade de se conectar com o que sente, terapia ajuda bastante nesse processo de se reencontrar


Ser interessante e atraente para si mesmo não significa construir uma personalidade para agradar aos outros. Envolve desenvolver uma relação mais genuína consigo: conhecer seus interesses, valores e limites, experimentar coisas novas e construir uma vida que tenha significado para você. Na psicoterapia, esse processo pode envolver trabalhar autoestima, autoconhecimento, autocrítica e a necessidade excessiva de aprovação. Quando a pessoa deixa de se orientar exclusivamente pelo olhar dos outros, tende a se relacionar de forma mais espontânea e autêntica e isso pode favorecer vínculos mais satisfatórios.


Infelizmente, autoestima não é discurso. É uma prática repetida. Além dessas "frases de efeito", é necessário que você tenha ações que reforcem sua autoeficácia para que se sinta mais confiante.


Olá! As vezes precisamos a aprender a olhar para nós mesmos com mais acolhimento... a ajuda de um psicólogo seria muito benéfica para você. Um abraço


Se ame, se cuide, se desenvolva, que consecutivamente você será uma pessoa interessante. Aprimore suas habilidades e competências.


Para se tornar uma pessoa interessante e atraente para si mesmo e, por consequência, para os outros, pode estar em cultivar uma vida interna rica e um senso de autovalorização. O que nos atrai no outro parece ser a autenticidade, o entusiasmo e a presença. Quando você se torna o protagonista curioso da sua própria vida, o mundo naturalmente passa a querer fazer parte dela.


Você sente que precisa ser interessante para os outros para se sentir bem consigo mesmo? Ser uma pessoa interessante não significa tentar agradar ou impressionar todo mundo. Muitas vezes, começa por construir uma vida que faça sentido para você: descobrir seus interesses, cuidar de si, desenvolver suas habilidades, ter momentos de lazer e se permitir conhecer coisas novas. Na terapia, podemos trabalhar a autoestima, a autoconfiança e essa necessidade de aprovação, para que você consiga se relacionar com os outros sem sentir que precisa provar o seu valor o tempo todo. Quando você começa a se conhecer e se respeitar mais, as relações também podem se tornar mais leves e naturais. Se sente que tem dificuldade de se valorizar ou de se sentir suficiente, podemos conversar sobre isso em uma consulta.


A pergunta sobre como se tornar interessante para si e para o outro parece expressar um desejo de formar a própria identidade. Quando o seu mundo interno é rico e você passa a habitar confortavelmente a sua história, gosta de verdade da sua própria companhia e sustenta a sua presença, essa segurança transborda — e o olhar do outro se torna uma consequência natural, não mais uma busca ansiosa por validação. Como acessar, habitar e enriquecer esse mundo interno? Mapeie e aprofunde seus interesses: Olhe para si com curiosidade. O que você gosta de fazer pelo simples prazer do ato, sem a necessidade de performar ou agradar? Ao ler um livro, ouvir uma música ou assistir a um filme, note o que te toca e perceba o seu estilo. Explorar esses universos amplia seu repertório e torna o seu diálogo interno muito mais instigante. Sustente e desfrute da própria companhia: Vá ao cinema, jante fora, faça um passeio ao museu ou uma viagem curta no fim de semana. Se inspire observando as outras pessoas, como se vestem e agem por exemplo. Veja o quanto os modos de viver são diversos! Além disso, a travessia do desconforto inicial de estar sozinho em espaços públicos revela que você é capaz de se bastar, desfrutando da vida sem a urgência de um acompanhante. Esvazie a mente com a escrita livre: Dedique um caderno para registrar o que pensa, sente e como age. Escreva sem se preocupar com gramática, coerência ou estética. Deixar o pensamento fluir no papel, sem julgamentos ou autocensura, organiza os afetos e traz à tona nuances e desejos que a rotina costuma sufocar. Ao olhar para essa trajetória de redescoberta, qual seria o primeiro pequeno movimento que você se sente pronto para fazer na sua rotina essa semana?


Olá! Essa é uma questão que podemos trabalhar bastante em terapia. Muitas vezes, quando a nossa percepção de valor fica muito ligada à forma como somos vistos pelos outros, acabamos tentando descobrir o que precisamos fazer para sermos interessantes ou atraentes para alguém, e podemos nos afastar daquilo que realmente faz sentido para nós. Na terapia, podemos olhar para a forma como você se enxerga, quais características suas você valoriza ou gostaria de desenvolver e também entender de onde vem essa necessidade de validação. A ideia não seria criar uma “versão ideal” de você para agradar os outros, mas construir uma relação mais segura com quem você é e com as suas próprias escolhas. E, a partir disso, naturalmente podemos pensar também em como você se relaciona, se posiciona e se apresenta diante das outras pessoas. Se quiser, podemos conversar melhor sobre isso em uma primeira sessão.

Dra. Carolaine Siqueira

Dra. Carolaine Siqueira

Psicólogo

São José do Rio Preto

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Desenvolvendo a sua autoestima. Autoestima é valor próprio: é se apropriar de quem você é e se amar. Você se torna uma pessoa interessante e atraente para si, e por consequência para os outros, quando se dá tudo aquilo que sente que deveria ter recebido e não recebeu. Por exemplo, o amor: às vezes faltou o amor dos pais ou dos irmãos. Hoje, é você quem cuida de você. Você pode ser o irmão de quem sente falta, a mãe e o pai que te dão o amor que acredita que deveria ter tido. Na prática, isso significa fazer as coisas que te fazem bem: apreciar a natureza, passar tempo com você, fazer coisas por você. Cuidar de si, se valorizar, se vestir bem, se arrumar, tomar um banho demorado. E se olhar no espelho e dizer: eu te amo.


A resposta curta: você se torna interessante para os outros quando se torna interessante para si mesmo — nessa ordem. Quem vive para agradar transmite insegurança, porque a presença depende de aprovação externa. Já quem cultiva uma vida própria — interesses genuínos, pequenos projetos, corpo e mente cuidados, valores praticados no dia a dia — emite uma segurança que não precisa de plateia. Na TCC, isso se constrói na prática: identificar as crenças que alimentam a busca de aprovação ("preciso agradar para ser aceito"), agir a partir dos seus valores mesmo sentindo medo, e criar experiências novas que comprovem, na prática, que você é suficiente. Autenticidade não é um dom — é um treino. E o efeito colateral é inevitável: quem se ocupa em ser a melhor versão de si deixa de se perguntar se está agradando — e é exatamente isso que atrai as pessoas certas.


É possível explorar, na psicoterapia, os motivos relacionados a esse sentimento e trabalhar a forma como você se percebe e se relaciona consigo mesmo e com os outros. Se isso tem lhe causado incômodo ou sofrimento, considere procurar um psicólogo para ajudá-lo nesse processo.


Olá! Curta sua própria companhia: Invista em hobbies, leia e aprenda coisas que você gosta. Se você se acha chato, os outros também vão achar. Cumpra o que promete a si mesmo: Faça o que disse que ia fazer (como ir à academia ou cuidar da rotina). Isso aumenta a sua confiança interna. Interesse-se genuinamente pelos outros: Pessoas atraentes não tentam aparecer o tempo todo; elas ouvem com atenção e fazem o outro se sentir especial.


Reflita o que é importante para você, valores e propósitos. Comece hobbys e/ou atividades que você sempre teve interesse de fazer. Tenha um estilo de vida saudável e ativo

Matheus Lima Braz

Matheus Lima Braz

Psicólogo

Belo Horizonte

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Olá, sendo interessante e atraente para sí mesmo! já que percebo pelo seu questionamento que você ainda não se considera.

Jorge Lima

Jorge Lima

Psicólogo

São Paulo

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Faça uma auto análise de como você deveria ser para se tornar interessante e depois coloque em prática segundo o que vice julga como interessante. Quando você estiver satisfeita com as mudanças, outras pessoas vão te notar.


Ser uma pessoa interessante para si mesma envolve desenvolver autoconhecimento, cultivar interesses próprios, estabelecer objetivos e fazer coisas que tragam satisfação e senso de realização. Na TCC, trabalhamos a identificação de crenças limitantes, o fortalecimento da autoestima e a mudança de comportamentos que alimentam a insegurança. A atratividade para os outros pode ser uma consequência natural de uma pessoa que se sente mais segura e confortável consigo mesma, mas o foco é construir uma vida que faça sentido para você, independentemente da validação externa.


Olá, quando você fala "para mim mesmo" qual parâmetro está usando? Aquilo que é interessante para você não é aquilo que você faz? E se você não está fazendo o que é interessante para você, isso sim não seria o real problema? Se entender é importante para começar o movimento de se admirar também. Acredito que a psicoterapia pode te ajudar a mapear esse caminho. Espero ter ajudado!


É importante ser interessado e, por consequência, interessante. E antes de precisar da validade de outras pessoas. Uma psicoterapia analítica pode te beneficiar muito. Conte comigo, Marcella


Podemos começar entendendo o que é uma pessoa interessante e atraente pra você, e o porquê de você não se considerar uma.


Olá! Acho interessante você começar essa pergunta pensando em ser alguém atraente para si mesmo, antes de pensar nos outros. Mas será que aquilo que você considera interessante em uma pessoa corresponde ao que realmente deseja para sua vida ou ao que aprendeu que deveria ser admirado? Ser interessante não significa ter uma personalidade extraordinária, uma aparência perfeita ou agradar a todos. Tem muito mais a ver com conhecer seus interesses, desenvolver sua autonomia, cuidar de si, experimentar coisas novas e construir uma vida que faça sentido para você. E tem uma diferença importante: sentir-se bem consigo mesmo pode favorecer suas relações, mas não garante a aprovação dos outros. Nem precisa garantir. Comece observando o que você gosta de fazer quando não está tentando impressionar ninguém. Isso pode revelar bastante sobre seus próprios desejos. A psicoterapia com um psicólogo de CRP ativo pode ajudar nesse processo de autoconhecimento, especialmente quando nossa autoestima depende muito do olhar e da aprovação das outras pessoas.

Rafael dos Santos Bueno

Rafael dos Santos Bueno

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Olá ! Essa pergunta mostra um nível de consciente e auto cuidado muito bonito ! Durante toda a nossa história, somos ensinados a ser muita coisa para o mundo. Contudo, nem sempre aprendemos a nos olhar com interesse e curiosidade. Ao se perguntar "como ser interessante e atraente para mim mesmo" você começa a aprofundar no seu próprio mundo! Tenha curiosidade por você. Até as suas incoerências podem ter beleza. Caso essa mensagem ressoe com você, estou disponível para uma consulta!


Olá! Ser uma pessoa interessante começa, muitas vezes, por desenvolver uma relação mais próxima consigo mesmo, reconhecendo seus gostos, valores, desejos e aquilo que desperta sua curiosidade. Permita-se experimentar coisas novas, cultivar interesses e fazer escolhas que tenham significado para você, sem depender constantemente da aprovação dos outros. A atratividade também está relacionada à maneira como nos posicionamos no mundo, à autenticidade e à forma como nos relacionamos com as pessoas. Você não precisa agradar a todos para ser interessante ou digno de afeto. O autoconhecimento pode ajudar a identificar o que você realmente valoriza em si e a construir uma autoestima menos dependente do olhar externo. A psicoterapia pode ser um espaço para explorar essas questões e desenvolver uma relação consigo mesmo mais segura e genuína.


Precisa fazer terapia pra aumentar tua autoestima


Olá, para isso pode-se dentro do processo terapêutico, analisar a sua percepção de autoimagem, e manejar as questões importantes para você.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.