Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do álcool. Não bebe sempre, mas tem vez que quando bebe não consegue parar, parece não ter controle.
Fico na dúvida do melhor profissional, seria psicólogo ou psiquiatra ?
Olá, nesse caso seria legal fazer uma avaliação com um psicólogo com o objetivo de identificar qual motivo da demanda do álcool.
boa sorte.

 Kelly Fernandes
Kelly Fernandes
Psicólogo, Psicanalista
Santo André
Bom dia,
É interessante uma melhor compreensão da função que têm o álcool na vida de seu familiar, deste forma, iniciar uma análise pessoal com uma Psicóloga (o), à escolha, poderia auxilia-lo.
É importante ressaltar que, para ser efetivo, o mesmo deve estar de acordo. Considerando que falamos de um adulto, a análise parte do princípio de que emane do paciente a consideração de que necessita de auxílio profissional.
Espero ter contribuído com a resposta ao seu questionamento.
À disposição.

Bom dia! Realizar consulta com um psicólogo seria a melhor indicação no momento. Muitas vezes o indivíduo não se dá conta que sai do controle e se excede com frequência no consumo de álcool. O psicólogo ajudaria na conscientização e busca pela causa como um objetivo psicoterapeutico.

Concordo com o colega Ronaldo, precisa consultar um psicologo para fazer uma avaliação e entender os motivos que levam ao descontrole, depois ele vai encaminhar para o profissional adequado se for necessário. De qualquer forma é importante dar continuidade a psicoterapia para se fortalecer emocionalmente e conseguir um maior autocontrole perante a bebida.

Olá, bom dia.
Antes de qualquer coisa é importante que a pessoa concorde que precisa de ajuda. Depois do “de acordo”, o atendimento casado do psicólogo e psiquiatra seria o ideal. O psicólogo poderá ajudá-lo a entender o que está por trás da motivação e compulsão a bebida. E o psiquiatra, caso julgue necessário o medicará para compulsão.
Espero ter ajudado!!

Traz prejuízos significativos na vida dele?
Os dois profissionais trabalham com saúde mental. Ambos são importantes no tratamento.
Neste caso o paciente precisa ter consciência da necessidade de procurar ajuda psicológica. Ele precisa estar motivado para entender esse uso do álcool e suas consequências.
Muitos casos o álcool é "maquiagem/ anestesia" para transtornos mentais. Então, realmente é necessário uma avaliação presencial para o diagnóstico.
Caso ele esteja colocando-se a si ou a outras pessoas em risco recomenda-se levá-lo a um CAPS AD III, ou ambulatório especializado para tratamento.

Olá, boa noite. Entre as demandas seria interessante observar que existe um comportamento persistente com o uso de bebida alcoólica, existe uma causa que desencadeia os comportamentos, primeiro acolhimento com o Psicologo, sucessivamente avaliar a necessidade da Psiquiatria no processo e intervenção.

Procurar um psicólogo será importante para identificar junto com a pessoa o quanto esse comportamento de beber está sendo inadequado e comprometendo seu bem-estar físico e social. Estimulando a possiblidade de mudança, conduzindo a reestruturação dos pensamentos disfuncionais, por exrmplo: "Só sei estar numa festa se estiver alcoolizado" ou "Quando bebo um pouco consigo ficar alegre e descontraído" e desenvolvendo habilidades de enfrentamento à abstinência.
Se houver necessidade poderá ser orientado para consultar um psiquiatra a fim de diminuir a ansiedade que ocorre quando da abstinência.
Espero ter colaborado de alguma forma.

Prof. Ana Carolina Lynch
Prof. Ana Carolina Lynch
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Nesse momento seria indicado a busca de um Psicólogo. É importante analisar essa dificuldade de dar limite a bebida e qual o sentido dela.

Olá. O mais recomendado é a realização de um tratamento multidisciplinar com psiquiatra e psicologo de sua confiança e se possível a participação em algum grupo voltado ao tema em questão. Mas, principalmente é necessário o apoiar esse familiar. Afinal, não é só ele que sofre: toda a família é afetada.

O ideal seria ter tanto o psicólogo quanto ao psiquiatra. Iria , ajuda-lo na questão da fusão do álcool.
Buscar a compreensão dessa falta de autonomia da hora de parar.

O problema não é a droga mas a relação que se estabelece com ela, acredito que primeiro ele deve reconhecer a necessidade de ser ajudado, talvez vc mostrando a ele seja um caminho, converse com ele e mostre onde vc nota a adição. Geralmente os familiares sendo ajudados pode ser um caminho para ajuda-lo.
Att.
Eduardo

Dra. Valeria Abatemarco
Dra. Valeria Abatemarco
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Bem, o uso de álcool está grande sim. Não vamos rotular! Alcoólatra não alcoólatra, isso é bem relativo, para a OMS é uma coisa, socialmente é outra, para a psiquiatria é outra. O que importa é: quais as consequências na vida dele do álcool que consome? Porque precisa da bebida e não consegue parar? O melhor é ir a um psicólogo que além de avaliar esse consumo também analisará as causas e consequências. Sim, sem dúvida um psicólogo indicará o melhor tratamento.

Boa Noite
A pessoa que faz uso de álcool, dificilmente vai admitir que está dependente dessa substancia.
A recomendação é que faça consulta com um psicólogo, e este profissional irá avaliar a necessidade de indicar ou não um psiquiatra se seu familiar for compulsivo.
O mais importante é avaliar se seu familiar quer este tipo de ajuda.

Um psicologo seria uma primeira indicação, se ele aceitar, mesmo que nao faça uso de alcool muito frequente, se ele nao consegue parar, é importante que ele seja psicoeducado sobre os perigos que esta correndo com a busca de algum alívio , trazer consequências drásticas para sua família e prejuízos profissionais e sociais a longo prazo. Possível transtorno de impulso podem ser avaliados e tratados com psicoterapia. Boa sorte.

Ola! Pelo o que foi dito por você, esta pessoa não parece apresentar características de uma pessoa alcoólatra. Uma analise psicológica pode ajudar o sujeito a entender o porque desta "falta de controle" e ressignificar o fenômeno que o leva a isto. É de grande importância que o mesmo esteja interessado em participar esta analise, pois é um trabalho feito em conjunto com o cliente. Deve-se observar em quais contextos o sujeito realiza este ato, e quais os significados atribuídos por ele a isto. Caso haja o reconhecimento por parte da pessoa, de que as vezes passa dos limites, já é um grande paço para a mudança de comportamento.

Olá! Neste primeiro momento o ideal é buscar um psicólogo para fazer um um levantamento do quadro e de acordo com o estágio em que seu familiar se encontra o profissional pode orientá-lo quanto ao tratamento com intervenção do psiquiatra. O mais importante antes de qualquer movimento é conscientiza-lo sobre o tratamento e se o mesmo tem interesse em aceitar essa ajuda.

 Paulo Renato Oliveira
Paulo Renato Oliveira
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Psicólogo, mas se a demanda não partir do próprio indivíduo, dificilmente o tratamento dá bons resultados. Pode, ao contrário, eliminar a possibilidade de essa pessoa vir a, no futuro, considerar a terapia como uma alternativa de tratamento. Quando você fala que a pessoa está em fase de negação de seu problema com o álcool, acho pouco produtivo sugerir qualquer coisa.

Para se pensar em uma dependência química, devem ser considerados os seguintes critérios: Sensação subjetiva de necessidade de consumir a droga; Aumento da tolerância; Sintomas de abstinência, Alívio ou evitação da abstinência pelo aumento do consumo; Relevância ou saliência do consumo, Estreitamento ou empobrecimento do repertório; Reinstalação do padrão de consumo anterior; sendo que a ocorrência de três destes indicadores, é suficiente para pensar-se no diagnóstico de dependência de substância. O ideal neste caso, seria procurar um psiquiatra para fazer um diagnóstico, pois muitas vezes o uso da bebida pode estar associado a outros quadros psiquiátricos, como ansiedade, depressão, e após isso fazer o acompanhamento psicológico. O psicólogo, terapeuta cognitivo, irá trabalhar com o entendimento das
expectativas do indivíduo acerca dos efeitos
do álcool, e reestruturar os processos mentais envolvidos nesse comportamento.

 Mariana Montes
Mariana Montes
Psicólogo
Rio de Janeiro
O ideal são os dois profissionais e um grupo de apoio também seria ótimo!

Sugiro uma orientação inicial com um(a) profissional da psicologia.

Olá, se ele não é adicto, acredito que seja melhor procurar um psicólogo, para ele entender o que faz ele beber tanto assim, quando bebe. Se o psicólogo achar necessário, ele poderá encaminhá-lo a um psiquiatra. Qualquer coisa, estou à disposição.

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