Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do

Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do álcool. Não bebe sempre, mas tem vez que quando bebe não consegue parar, parece não ter controle. Fico na dúvida do melhor profissional, seria psicólogo ou psiquiatra ?

98 respostas


Olá, nesse caso seria legal fazer uma avaliação com um psicólogo com o objetivo de identificar qual motivo da demanda do álcool. boa sorte.

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Bom dia, É interessante uma melhor compreensão da função que têm o álcool na vida de seu familiar, deste forma, iniciar uma análise pessoal com uma Psicóloga (o), à escolha, poderia auxilia-lo. É importante ressaltar que, para ser efetivo, o mesmo deve estar de acordo. Considerando que falamos de um adulto, a análise parte do princípio de que emane do paciente a consideração de que necessita de auxílio profissional. Espero ter contribuído com a resposta ao seu questionamento. À disposição.

Kelly Fernandes

Kelly Fernandes

Psicólogo

Santo André - Pb

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Bom dia! Realizar consulta com um psicólogo seria a melhor indicação no momento. Muitas vezes o indivíduo não se dá conta que sai do controle e se excede com frequência no consumo de álcool. O psicólogo ajudaria na conscientização e busca pela causa como um objetivo psicoterapeutico.


Concordo com o colega Ronaldo, precisa consultar um psicologo para fazer uma avaliação e entender os motivos que levam ao descontrole, depois ele vai encaminhar para o profissional adequado se for necessário. De qualquer forma é importante dar continuidade a psicoterapia para se fortalecer emocionalmente e conseguir um maior autocontrole perante a bebida.


Olá, bom dia. Antes de qualquer coisa é importante que a pessoa concorde que precisa de ajuda. Depois do “de acordo”, o atendimento casado do psicólogo e psiquiatra seria o ideal. O psicólogo poderá ajudá-lo a entender o que está por trás da motivação e compulsão a bebida. E o psiquiatra, caso julgue necessário o medicará para compulsão. Espero ter ajudado!!


Traz prejuízos significativos na vida dele? Os dois profissionais trabalham com saúde mental. Ambos são importantes no tratamento. Neste caso o paciente precisa ter consciência da necessidade de procurar ajuda psicológica. Ele precisa estar motivado para entender esse uso do álcool e suas consequências. Muitos casos o álcool é "maquiagem/ anestesia" para transtornos mentais. Então, realmente é necessário uma avaliação presencial para o diagnóstico. Caso ele esteja colocando-se a si ou a outras pessoas em risco recomenda-se levá-lo a um CAPS AD III, ou ambulatório especializado para tratamento.


Olá, boa noite. Entre as demandas seria interessante observar que existe um comportamento persistente com o uso de bebida alcoólica, existe uma causa que desencadeia os comportamentos, primeiro acolhimento com o Psicologo, sucessivamente avaliar a necessidade da Psiquiatria no processo e intervenção.


Procurar um psicólogo será importante para identificar junto com a pessoa o quanto esse comportamento de beber está sendo inadequado e comprometendo seu bem-estar físico e social. Estimulando a possiblidade de mudança, conduzindo a reestruturação dos pensamentos disfuncionais, por exrmplo: "Só sei estar numa festa se estiver alcoolizado" ou "Quando bebo um pouco consigo ficar alegre e descontraído" e desenvolvendo habilidades de enfrentamento à abstinência. Se houver necessidade poderá ser orientado para consultar um psiquiatra a fim de diminuir a ansiedade que ocorre quando da abstinência. Espero ter colaborado de alguma forma.


Olá! Nesse momento seria indicado a busca de um Psicólogo. É importante analisar essa dificuldade de dar limite a bebida e qual o sentido dela.

Ana Carolina Lynch

Ana Carolina Lynch

Psicanalista

Rio de Janeiro

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Olá. O mais recomendado é a realização de um tratamento multidisciplinar com psiquiatra e psicologo de sua confiança e se possível a participação em algum grupo voltado ao tema em questão. Mas, principalmente é necessário o apoiar esse familiar. Afinal, não é só ele que sofre: toda a família é afetada.


O ideal seria ter tanto o psicólogo quanto ao psiquiatra. Iria , ajuda-lo na questão da fusão do álcool. Buscar a compreensão dessa falta de autonomia da hora de parar.


O problema não é a droga mas a relação que se estabelece com ela, acredito que primeiro ele deve reconhecer a necessidade de ser ajudado, talvez vc mostrando a ele seja um caminho, converse com ele e mostre onde vc nota a adição. Geralmente os familiares sendo ajudados pode ser um caminho para ajuda-lo. Att. Eduardo


Bem, o uso de álcool está grande sim. Não vamos rotular! Alcoólatra não alcoólatra, isso é bem relativo, para a OMS é uma coisa, socialmente é outra, para a psiquiatria é outra. O que importa é: quais as consequências na vida dele do álcool que consome? Porque precisa da bebida e não consegue parar? O melhor é ir a um psicólogo que além de avaliar esse consumo também analisará as causas e consequências. Sim, sem dúvida um psicólogo indicará o melhor tratamento.


Boa Noite A pessoa que faz uso de álcool, dificilmente vai admitir que está dependente dessa substancia. A recomendação é que faça consulta com um psicólogo, e este profissional irá avaliar a necessidade de indicar ou não um psiquiatra se seu familiar for compulsivo. O mais importante é avaliar se seu familiar quer este tipo de ajuda.


Um psicologo seria uma primeira indicação, se ele aceitar, mesmo que nao faça uso de alcool muito frequente, se ele nao consegue parar, é importante que ele seja psicoeducado sobre os perigos que esta correndo com a busca de algum alívio , trazer consequências drásticas para sua família e prejuízos profissionais e sociais a longo prazo. Possível transtorno de impulso podem ser avaliados e tratados com psicoterapia. Boa sorte.


Ola! Pelo o que foi dito por você, esta pessoa não parece apresentar características de uma pessoa alcoólatra. Uma analise psicológica pode ajudar o sujeito a entender o porque desta "falta de controle" e ressignificar o fenômeno que o leva a isto. É de grande importância que o mesmo esteja interessado em participar esta analise, pois é um trabalho feito em conjunto com o cliente. Deve-se observar em quais contextos o sujeito realiza este ato, e quais os significados atribuídos por ele a isto. Caso haja o reconhecimento por parte da pessoa, de que as vezes passa dos limites, já é um grande paço para a mudança de comportamento.


Olá! Neste primeiro momento o ideal é buscar um psicólogo para fazer um um levantamento do quadro e de acordo com o estágio em que seu familiar se encontra o profissional pode orientá-lo quanto ao tratamento com intervenção do psiquiatra. O mais importante antes de qualquer movimento é conscientiza-lo sobre o tratamento e se o mesmo tem interesse em aceitar essa ajuda.


Psicólogo, mas se a demanda não partir do próprio indivíduo, dificilmente o tratamento dá bons resultados. Pode, ao contrário, eliminar a possibilidade de essa pessoa vir a, no futuro, considerar a terapia como uma alternativa de tratamento. Quando você fala que a pessoa está em fase de negação de seu problema com o álcool, acho pouco produtivo sugerir qualquer coisa.

Paulo Renato Oliveira

Paulo Renato Oliveira

Psicanalista

Rio de Janeiro

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Para se pensar em uma dependência química, devem ser considerados os seguintes critérios: Sensação subjetiva de necessidade de consumir a droga; Aumento da tolerância; Sintomas de abstinência, Alívio ou evitação da abstinência pelo aumento do consumo; Relevância ou saliência do consumo, Estreitamento ou empobrecimento do repertório; Reinstalação do padrão de consumo anterior; sendo que a ocorrência de três destes indicadores, é suficiente para pensar-se no diagnóstico de dependência de substância. O ideal neste caso, seria procurar um psiquiatra para fazer um diagnóstico, pois muitas vezes o uso da bebida pode estar associado a outros quadros psiquiátricos, como ansiedade, depressão, e após isso fazer o acompanhamento psicológico. O psicólogo, terapeuta cognitivo, irá trabalhar com o entendimento das expectativas do indivíduo acerca dos efeitos do álcool, e reestruturar os processos mentais envolvidos nesse comportamento.

Ana Paula Carneiro

Ana Paula Carneiro

Psicólogo

São José dos Campos

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O ideal são os dois profissionais e um grupo de apoio também seria ótimo!

Mariana Montes

Mariana Montes

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Sugiro uma orientação inicial com um(a) profissional da psicologia.


Olá, se ele não é adicto, acredito que seja melhor procurar um psicólogo, para ele entender o que faz ele beber tanto assim, quando bebe. Se o psicólogo achar necessário, ele poderá encaminhá-lo a um psiquiatra. Qualquer coisa, estou à disposição.

Milena Puga Araujo

Milena Puga Araujo

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! Em alguns casos, o uso de álcool pode ser destrutivo, e há dinâmicas psicológicas por trás disso. Acredito que nessa situação seria melhor encaminhá-lo primeiro ao psicólogo, que avaliará se há necessidade de acompanhamento psiquiátrico. Fico a disposição se quiser conversar mais a respeito. Abs!


Olá. Tratamento de vícios com ajuda profissional de um psicólogo é indicado para entender a frequência, o prejuízo que isso causa na vida do indivíduo e quando a vontade do consumo aparece (estímulos que recebe, por exemplo). A partir daí o psicologo pode encaminhar para ajuda profissional de um psiquiatra e assim iniciar tratamento medicamentoso. Recomendo que você converse com seu familiar para entender se, na visão dele, há um abuso do álcool e falar sobre a possibilidade da psicoterapia em ajuda-lo. Ele pode não reconhecer o abuso ou reconhecer e não saber das possibilidades de tratamento. Conversar e acolher é importante sempre.


Alcoolismo está, muito frequentemente ,associado a depressão e, se o seu parente tem excessos na bebida, é provável que esteja buscando "anestesiar-se" da angustia ,estresse de alguns eventos ou arrasta uma distimia e que atinge picos em algumas circustâncias .Recomendo investigar com um psicólogo.


Observar em que momento o mesmo sente a vontade de beber, e a busca de ajuda profissional, iria ajudá-lo a perceber em que momento o mesmo acaba se excedendo, ajudando-o a entender o porque desse comportamento.


Olá! Antes de qualquer coisa é importante que a pessoa concorde que precisa de ajuda. Depois do mesmo estar de acordo, o atendimento do psicólogo (a) e psiquiatra seria o mais indicado. Espero ter ajudado e coloco-me a disposição. Um abraço!


Quem precisa se sentir motivado a buscar ajuda é ele mesmo, caso contrario, não terá efetividade no processo. Ambos os profissionais podem ajudar neste caso.


Olá, boa tarde. Muitos pensam que o alcoolista (atualmente não falamos mais alcoólatra) é aquela pessoa que bebe o tempo todo e que vive caindo pelas calçadas. Mas não é bem assim. O Alcoolismo pode ser definido como uma doença crônica que se caracteriza pelo uso repetido de álcool. Segundo o CID (classificação internacional das doenças): o alcoolista é aquele que sente forte desejo em beber, dificuldade de controlar o consumo (não consegue parar de beber depois de ter começado), continua bebendo mesmo tendo consequências negativas em sua vida, ele dá prioridade ao álcool do que outras atividades e obrigações rotineiras, aumenta sua tolerância a substancia (necessitando cada vez mais de doses maiores para sentir o mesmo efeito). E ,por vezes, quando fica sem beber, sente uma abstinência física, apresentando sudorese, tremedeira e ansiedade. Existem vários tipos de alcoolistas, sabia? Aqueles que be­bem to­dos os di­as e não se em­bri­a­gam; Aqueles que be­bem so­men­te fi­nal de se­ma­na, mas com­pul­si­va­men­te; Aqueles que be­bem di­a­ria­men­te e se em­bri­a­gam; Aqueles que já per­de­ram o con­tro­le so­bre a be­bi­da; Aque­les que não mais be­bem, mas são be­bi­dos pe­lo ál­co­ol. Entre outros. E cada um deles tem uma explicação sobre o porquê bebem e tentam convencer se de que jamais se tornarão alcoolistas e que podem parar a hora que quiserem (grande ilusão). Essa dependência pode se iniciar duas formas: * a mais comum, atualmente, se inicia com a pessoa bebendo socialmente, sem que nada pareça fazer mal, até que isso vire rotina.* outros indivíduos buscam o álcool como forma de fuga, motivada por dores, frustrações, decepções ou até mesmo para ajudar na pressão do dia a dia. Como tratamos o alcoolismo na psicoterapia? Fazendo a pessoa identificar e entrar em contato com os sentimentos, situações, conflitos e impasses que vivia na época em que começou a beber e que está vivendo agora. Como ela lidou e lida com essas questões. Quais consequências ruins e boas o álcool está trazendo. Do que está querendo fugir e evitar ao beber. Entre outros caminhos. É importante construir junto com o cliente, novas possibilidades de lidar com os problemas vividos no passado e as situações presentes no dia a dia. Às vezes, a psicoterapia não é o suficiente, precisando também do acompanhamento de um psiquiatra, para que o alcoolista possa utilizar medicamentos que ajudem na diminuição da compulsão pelo álcool. O alcoolismo é tratável, porém não tem cura. Uma vez sóbrio o alcoolista estará sempre suscetível a recaídas. Além da ajuda psicoterápica e psiquiatra, o apoio familiar é essencial para a recuperação!


Olá! Entendo a sua preocupação por perceber um uso abusivo de álcool. A princípio é importante saber se seu familiar sente algum desconforto com este uso abusivo, ou se ele apresenta algum tipo de sofrimento emocional que o leve a procurar ajuda. Acredito que, inicialmente, um psicólogo possa ajudar.


Olá. Nesse caso seria interessante sondar se a pessoa que faz o uso da droga acredita que seja um problema. Se a pessoa quiser se tratar seria interessante tentar fazer um tratamento com os dois profissionais. Mas entenda que se a pessoa não achar que ela tem um problema a chance de sucesso do tratamento é bem baixa. Espero que tenha ajudado de alguma maneira. Abraço.


Concordo com os colegas. Muito importante iniciar a terapia para que ele compreenda os gatilhos que o leva a ter o mecanismo de defesa do álcool e junto com este descontrole. Antes de qualquer medicamento, a terapia será o melhor caminho para que ele tome consciência e controle emocional.


Pode ser que os dois sejam necessários, mas minha orientação é iniciar com avaliação do psicólogo, pois como você comenta, a princípio não há um vício. Como comentado anteriormente, é importante entender que para a psicoterapia funcionar, é preciso que a pessoa esteja disposta a passar pelo processo, para que possa se comprometer e se implicar na melhora. Abraço

Gisele Rodrigues

Gisele Rodrigues

Psicólogo

Florianópolis

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Antes de mais nada, é necessário que a pessoa se conscientize do problema e de que precisa de ajuda. Em um segundo momento, creio seja válido procurar ajuda associada entre psicólogo e psiquiatra, haja vista o abuso de álcool se relacione com fatores ambientais, sociais, bem como fisiológicos. Desejo sucesso! Sempre às ordens!

Sandro Mesquita

Sandro Mesquita

Psicólogo

Juiz de Fora

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A situação que você descreve parece envolver um padrão de consumo de álcool problemático, mesmo que não seja necessariamente um alcoolismo cotidiano. Nesses casos, pode ser útil procurar ajuda profissional para entender e lidar com o comportamento de abuso de álcool. Ambos os psicólogos e psiquiatras podem oferecer suporte, mas seus papéis são um pouco diferentes. Psicólogo: Os psicólogos são especializados em avaliar, diagnosticar e tratar problemas de saúde mental, incluindo comportamentos de abuso de substância. Eles podem oferecer terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou outras abordagens terapêuticas que se concentram em mudar padrões de pensamento e comportamento. Um psicólogo pode ajudar a pessoa a entender as razões subjacentes ao abuso de álcool e desenvolver estratégias para modificar esse comportamento. Psiquiatra: Os psiquiatras são médicos com treinamento em saúde mental, que podem diagnosticar condições médicas e psiquiátricas relacionadas ao abuso de substâncias. Eles podem prescrever medicamentos, se necessário, para tratar problemas de saúde mental subjacentes que podem contribuir para o abuso de álcool, como ansiedade, depressão ou transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Os psiquiatras também podem fornecer terapia, mas geralmente se concentram mais na gestão de medicamentos. Você pode considerar procurar um psicólogo que tenha experiência nessa abordagem terapêutica. Eles podem ajudar uma pessoa a explorar as motivações e os padrões de comportamento relacionados ao consumo de álcool e desenvolver estratégias para promover uma mudança de comportamento. Em muitos casos, uma abordagem interdisciplinar que envolve tanto um psicólogo quanto um psiquiatra pode ser benéfica, especialmente se houver preocupações com problemas de saúde mental subjacentes. O mais importante é encontrar um profissional de saúde mental qualificado e experiente que possa oferecer o suporte necessário para lidar com o abuso de álcool e suas causas subjacentes.

Caroline Cruz

Caroline Cruz

Psicólogo

São Paulo

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Olá, primeiramente é importante conversar com ele, acolher e mostrar sua motivação para ajudá-lo. A compulsão do uso do álcool, pode ser sintoma de outras questões emocionais que precisam serem investigadas. É muito importante que ele entenda sua preocupação e que aceite o acompanhamento por si só. Após ele aceitar e identificar a questão, sugiro que encontre um psicólogo de confiança para o acompanhamento.


Um psicólogo é um profissional que pode fornecer aconselhamento e terapia para ajudar a pessoa a entender e abordar os padrões de consumo de álcool problemáticos. A terapia pode ser eficaz para explorar as causas subjacentes do abuso de álcool, desenvolver estratégias de enfrentamento e promover mudanças de comportamento.

Silvia Okada

Silvia Okada

Psicólogo

Pouso Alegre

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Indico que, inicialmente, consulte um psicólogo e, posteriormente, um psiquiatra, se necessário. O profissional de psicologia fará essa indicação/encaminhamento.


Olá, espero que esteja bem e a outra pessoa também. Um psicólogo especializado em dependência química pode ajudar a entender e abordar os comportamentos de abuso de álcool. Podemos fornecer suporte emocional, ensinar estratégias para lidar com o uso problemático de álcool e auxiliar na busca por tratamento. Se houver necessidade de avaliação e prescrição de medicamentos, um psiquiatra também pode ser consultado em conjunto com o psicólogo. Espero ter ajudado e caso precise falar sobre esse e outros assuntos fico à disposição. Abraços


Olá, Entendo sua preocupação. Recomendo que seu familiar consulte um psiquiatra para avaliar a situação e, se necessário, prescrever medicamentos. O acompanhamento com um psicólogo também pode ser benéfico para trabalhar em estratégias de controle e entender os gatilhos do consumo excessivo. Uma abordagem combinada de psiquiatra e psicólogo geralmente é a melhor opção.


O principal critério para notar os prejuízos na vida do sujeito, na relação que estabelece com o álcool ou qualquer outra droga, é o prejuízo social (seja no trabalho ou nas relações interpessoais). A depender do caso, ambos os profissionais podem cooperar na tratativa da relação abusiva com o álcool; a psicoterapia se demonstra fundamental, pois esta trata da origem da "relação abusiva" com a bebida; já o tratamento medicamentoso trata os sintomas (abstinência, depressão, ansiedade, etc). Vale salientar que a pessoa deve desejar o tratamento para que este se demonstre eficaz.

Rodrigo Amorim de Souza

Rodrigo Amorim de Souza

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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Um psicólogo pode ajudar seu familiar a explorar os motivos emocionais ou comportamentais que podem estar por trás do uso do álcool. A terapia pode ajudar a desenvolver estratégias para lidar com situações de risco e entender melhor o que leva a esses episódios de abuso. Um psiquiatra é um médico especializado em saúde mental que pode avaliar se há necessidade de medicação ou um diagnóstico mais específico. Se houver sinais de um transtorno mental associado (como depressão ou ansiedade), um psiquiatra pode ser útil para oferecer um tratamento mais abrangente. Ambos os profissionais podem desempenhar papéis importantes no apoio ao seu familiar. Se você tiver dúvidas sobre qual abordagem seguir, você pode considerar marcar uma consulta inicial com um psicólogo, que pode ajudar a avaliar a situação e, se necessário, encaminhar para um psiquiatra.

Giovanna Ramos

Giovanna Ramos

Psicólogo

Santana de Parnaíba

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Ola! Acredito que um psicólogo possa ser uma opção inicial interessante.E este profissional poderá avaliar a necessidade de um tratamento psiquiátrico ou apenas psicoterapia. Grupos de ajuda também são muito eficientes, mas se a pessoa ainda não tem consciencia do processo de dependencia fica um pouc mais dificil a desão.


Olá! O diagnóstico de alcoolismo é feito com base na capacidade da pessoa de controlar o consumo de bebida, e não necessariamente na quantidade ou frequência em que a bebida alcóolica é ingerida. Seria importante seu familiar passar por uma avaliação com especialista. Inicialmente, a consulta poderia ser feita com um psiquiatra ou com um psicólogo. Se for identificada a necessidade de tratamento, é provável que seja necessário o acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Abraço!


O psicólogo pode atuar ajudando a compreender as questões subjacentes, como os gatilhos emocionais ou os conflitos internos que podem estar contribuindo para o uso excessivo do álcool, através de terapias como a psicanálise ou outras abordagens psicoterapêuticas. Caso haja também sintomas de dependência física ou psíquica mais graves, o psiquiatra seria relevante, pois pode avaliar a necessidade de intervenções médicas, como o uso de medicamentos para controle de impulsos ou ansiedades associadas ao abuso. O ideal seria uma abordagem multidisciplinar, que envolvesse ambos os profissionais, para tratar a complexidade do problema.


Olá! Compreendo sua preocupação, e realmente pode ser difícil identificar se esse comportamento está dentro de um padrão de abuso de álcool ou se está começando a se tornar um problema mais sério. O que você descreve, de consumir álcool esporadicamente, mas sem conseguir parar quando começa a beber, pode ser um sinal de abuso, já que o controle do consumo pode ser perdido em momentos de ingestão. Esse comportamento pode ser prejudicial à saúde e às relações pessoais, e é importante abordar isso com cuidado. Em relação ao profissional adequado para o caso, tanto o psiquiatra quanto o psicólogo podem ser fundamentais nesse processo, mas eles atuam de maneiras diferentes: Psicólogo: O psicólogo pode ajudar a pessoa a entender as causas emocionais e psicológicas que levam ao abuso de álcool. Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) podem ser eficazes para lidar com padrões de pensamento que podem estar associando o álcool a formas de lidar com emoções ou estresse. O psicólogo também pode ajudar a desenvolver estratégias de enfrentamento mais saudáveis. Psiquiatra: Se você perceber que o abuso de álcool está relacionado a questões mais complexas, como dependência química, ou se houver sintomas de transtornos mentais associados, como depressão ou ansiedade, o psiquiatra pode ser importante. Ele pode avaliar a necessidade de medicamentos para ajudar a controlar os impulsos relacionados ao álcool ou para tratar condições psicológicas subjacentes. Se você está em dúvida, uma boa abordagem inicial seria buscar um psicólogo especializado em dependência comportamental, que pode ajudar a pessoa a refletir sobre os comportamentos e pensamentos relacionados ao consumo de álcool. Se for necessário, o psicólogo pode encaminhar para um psiquiatra, caso a avaliação aponte a necessidade de intervenção médica. Esse é um processo que deve ser tratado com cuidado e empatia, e é ótimo que você esteja buscando maneiras de ajudar. Se precisar de mais orientações, estou à disposição para conversar mais sobre o que for necessário.


Olá, Recomendo ambos os profissionais.


Se você acredita que seu familiar faz abuso do álcool, mas não se considera alcoólatra, é importante compreender que o abuso do álcool pode se manifestar de diferentes maneiras. A perda de controle sobre o consumo em momentos específicos pode ser um indicativo de que há algo mais sério acontecendo e que a ajuda profissional é necessária. No caso de um comportamento como esse, tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem desempenhar papéis importantes. Em muitos casos, uma abordagem integrada, envolvendo ambos os profissionais, pode ser a mais eficaz para tratar o abuso de álcool. O acompanhamento psicológico ajudará a lidar com os aspectos emocionais e comportamentais, enquanto o acompanhamento psiquiátrico pode ser necessário caso haja complicações médicas ou a necessidade de medicação. É fundamental que seu familiar esteja disposto a buscar ajuda profissional e tenha interesse em promover mudanças. Embora o apoio da família seja essencial, o sucesso do tratamento depende principalmente da disposição do indivíduo em se engajar no processo de recuperação.


Olá como vai? Você pode sugerir que ele vá ao psicólogo, a psicoterapia vai auxiliar seu familiar nesse processo, se precisar entre em contato.


O alcoolismo não é definido somente pela frequência em que o álcool é consumido, mas também pela falta de controle sobre o quanto se consome. Sobre o profissional mais adequado, eu diria que é importante o seu familiar procurar um psiquiatra e também um psicólogo, pois um trabalho multidisciplinar tem uma maior taxa de sucesso nesse caso. Espero ter ajudado.


Compreendo sua preocupação em relação ao seu familiar. A questão do uso de álcool pode ser delicada e, como você bem observa, nem sempre a frequência do consumo define um problema. A perda de controle ao beber, mesmo que não ocorra sempre, é um ponto de atenção importante e pode indicar um padrão de abuso. Em relação à busca profissional, tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ser relevantes, e muitas vezes o trabalho em conjunto é o mais eficaz. O psicólogo pode ajudar seu familiar a explorar os fatores emocionais, comportamentais e sociais que podem estar contribuindo para esse padrão de consumo. Através da terapia, é possível trabalhar questões como ansiedade, estresse, dificuldades de enfrentamento e outros aspectos que podem estar relacionados ao uso descontrolado de álcool em certas ocasiões. Além disso, o psicólogo pode auxiliar no desenvolvimento de estratégias de autocontrole e na construção de hábitos mais saudáveis.


Psicólogo irá entender o real motivo, qual o gatilho que é disparado mentalmente para a perca do controle. Trabalhar o subconsciente e ressignificar o evento causador, conhecer como a mente funciona e seus porquês, é o que trará liberdade para viver uma vida tranquila e com controle. Fico a disposição


Olá, procure um Psicólogo, se for caso de medicação ele encaminhará um Psiquiatra. Lembrando que álcool com medicação é extremamente perigoso. É importante verificar primeiro os sinais e gatilhos emocionais que o fazem buscar o uso dessa substância e o controle que ela tem sobre ele.

Márcia Daiana Berghahn

Márcia Daiana Berghahn

Psicólogo

São José dos Campos

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Olá! Como vai? Entendo, a depender do quadro podemos considerar uma atuação conjunta entre os dois profissionais. O que temos que entender é que o alcoolismo é diagnosticado por alguns fatores, sendo alguns deles: padrão de consumo excessivo, dificuldade em controlar a ingestão de álcool, tolerância (necessidade de consumir mais para obter os mesmos efeitos) e dependência física (sintomas de abstinência ao parar de beber). Qualdo falamos sobre padrão de consumo, não necessariamente falamos de uma pessoa que faz ingestão de bebidas alcoolismo todos os dias, mas por exemplo, uma pessoa que a de sexta a domingo faz a ingestão e isso ocorre todas as semanas. Caso precise de mais informações, fico a disposição.


Ótima e muito cuidadosa sua pergunta. Quando a pessoa não bebe com frequência, mas perde o controle quando bebe (não consegue parar), isso pode ser caracterizado como uso abusivo ou padrão de consumo episódico compulsivo (binge drinking). - Psiquiatra: avalia se existe dependência química, outras condições médicas ou necessidade de medicação. - Psicólogo: trabalha as causas emocionais, padrões de comportamento e estratégias para mudar a relação com o álcool. O ideal, muitas vezes, é o trabalho conjunto. Se houver risco físico ou sinais de dependência grave, a avaliação psiquiátrica deve ser prioridade. Na abordagem sistêmica, também olhamos como o uso do álcool se relaciona com as dinâmicas familiares, lealdades e formas de lidar com dores emocionais. Se sentir que posso te acompanhar mais de perto nesse processo, será um prazer te recebê-lo em consulta.


Olá! Recomendo ambos os profissionais para auxiliar no processo.


Olá! O que você descreve pode estar relacionado a um uso abusivo de álcool, mesmo que o consumo não seja frequente. Em alguns casos, a pessoa não apresenta dependência química, mas demonstra perda de controle ao beber, o que já indica um padrão de risco. Tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ajudar. O psicólogo trabalha com a compreensão dos fatores emocionais e comportamentais relacionados ao uso do álcool, promovendo estratégias de enfrentamento e mudança. Já o psiquiatra avalia se há necessidade de medicação e investiga a presença de transtornos associados, como ansiedade ou depressão. O ideal, quando possível, é uma abordagem conjunta entre psicoterapia e acompanhamento psiquiátrico. Isso potencializa os resultados e oferece um suporte mais completo. Se seu familiar estiver aberto a ajuda, iniciar com um psicólogo pode ser um bom caminho. Caso os prejuízos estejam mais intensos, ou haja sintomas mais graves, a avaliação psiquiátrica também é recomendada.


Neste caso de não ser alcoólatra, parece que este seu familiar busca no álcool a fuga de sua realidade em que vive, sendo assim o processo pode ser iniciado com um Psicólogo para a exploração desse comportamento e avaliação do quadro.


Olá Você pode buscar ajuda de ambos. Ambas as especialidades trabalham em conjunto. A psicologia atua com o tratamento da compulsão do alcool e auxilia a entender a origem e os gatilhos. Quando falamos em alcolismo não é necessário que seja um comportamento rotineiro, principalmente quando falamos em fases do vicio. Fico á disposição para ajudar.


A sua observação é muito pertinente. O padrão que descreve, com a perda de controle durante o consumo, é um sinal de alerta importante para o uso problemático de álcool, mesmo que não seja um hábito diário. Nessa situação, ambos os profissionais são importantes e, idealmente, trabalham em conjunto. O psiquiatra, por ser médico, pode fazer o diagnóstico preciso do "Transtorno por Uso de Álcool", avaliar a parte biológica, a necessidade de medicações para controlar a compulsão e tratar outras condições que possam estar associadas, como ansiedade ou depressão. Por sua vez, o psicólogo atuará na terapia, ajudando seu familiar a entender os gatilhos emocionais e sociais que levam ao consumo descontrolado, além de desenvolver estratégias e comportamentos mais saudáveis. Como recomendação, o mais indicado seria começar com uma consulta ao psiquiatra. Ele poderá realizar uma avaliação completa e, muito provavelmente, indicará o acompanhamento com um psicólogo como parte essencial e complementar do tratamento.


Bom dia, como vai? Legal a sua preocupação, é um sinal de que algo não vai bem. Dentro da psicologia identificamos o abuso do álcool como um sintoma de que algo está em desequilíbrio na vida da pessoa, como se fosse a ponta de um iceberg. Podem ser problemas de relacionamento, preocupações financeiras, parentais, ou alguma angústia ou outros sintomas que requerem uma análise/ tratamento mais aprofundado. É comum que pessoas com abuso de álcool estejam também com alguma comorbidade - que pode ser sutil - como ansiedade ou depressão Nesses casos ele se beneficiaria mais de uma psicoterapia/ psicanálise. A partir daí, o profissional que o atender deve avaliar se encaminha ou não para uma avaliação psiquiátrica, para um tratamento medicamentoso. Algumas vezes não é necessário. Seria de grande valia vocês terem uma conversa franca, de igual para igual, e incentivá-lo a procura por ajuda. Tenho experiência há 10 anos com esse público, se desejar agendar uma primeira sessão estou à disposição!


Mesmo que a pessoa não beba com frequência, perder o controle quando consome álcool pode ser um sinal de uso abusivo ou de um transtorno relacionado ao álcool. O alcoolismo não está necessariamente ligado à frequência, mas sim à perda de controle, aos prejuízos causados e à dificuldade de parar, mesmo com consequências negativas. Nesses casos, o psicólogo pode ajudar a compreender os fatores emocionais que levam ao uso do álcool, trabalhar o autocontrole, autoestima e desenvolver estratégias de enfrentamento, já o psiquiatra pode avaliar se há necessidade de medicação, investigar comorbidades (como ansiedade, depressão ou impulsividade) e fazer um diagnóstico mais preciso, caso necessário, ou seja, ambos os profissionais são importantes e muitas vezes, o melhor caminho é um trabalho conjunto. Buscar ajuda é um ato de cuidado, não de julgamento.


Olá. Dependendo do caso e da demanda do próprio (é importante o desejo do próprio paciente no tratamento, ok?) é possível um tratamento associado entre as duas especialidades. Até!


Olá, primeiramente essa pessoa precisaria reconhecer os prejuízos que este abuso traz em sua vida. O acompanhamento psicológico pode auxiliar nesse auto reconhecimento e no suporte emocional. O psiquiatra pode auxiliar também de forma conjunto, especialmente se tiverem sintomas de abstinência.


Nenhuma medicação vai resolver o problema do vício, é sempre recomendado, mesmo em casos que se recorra a psiquiatria, o atendimento psicológico é imprescindivel, portanto esta necessidade é primeira em relação ao uso de medicações.

Gabriel Berigo

Gabriel Berigo

Psicólogo

São Paulo

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Olá! Como vai? O que você está descrevendo é uma situação delicada e que gera muita preocupação, e é totalmente compreensível sentir dúvida sobre como ajudar seu familiar. Na Psicanálise, buscamos compreender não apenas o comportamento aparente, mas também os significados subjetivos e os conflitos inconscientes que podem estar por trás do uso do álcool. O fato de alguém não beber todos os dias, mas perder o controle quando o faz, pode sim indicar um padrão de abuso ou dependência, mesmo que não se encaixe na ideia que muitas pessoas têm de “alcoólatra”. É importante observar que o abuso de álcool envolve episódios em que a pessoa consome mais do que gostaria, sente dificuldade de parar ou continua a beber apesar de consequências negativas. Quanto ao profissional indicado para isso, podemos pensar tanto em psiquiatras quanto psicólogos. O psiquiatra pode avaliar aspectos médicos e biológicos, identificar possíveis dependências químicas e, se necessário, prescrever medicação para reduzir a compulsão ou tratar sintomas associados, como ansiedade e depressão. Já o psicólogo pode trabalhar com a compreensão do significado do uso do álcool, padrões de comportamento, manejo de emoções e estratégias de enfrentamento. A terapia psicanalítica, por exemplo, ajuda a explorar os conflitos inconscientes que podem estar relacionados ao uso do álcool e à dificuldade de controle. Muitas vezes, o acompanhamento mais eficaz é integrado, envolvendo ambos os profissionais, pois a dependência tem aspectos tanto psicológicos quanto biológicos. Se a situação está gerando sofrimento significativo, conflitos familiares ou riscos à saúde, é recomendável iniciar uma avaliação com um psiquiatra para um diagnóstico mais preciso, e simultaneamente considerar acompanhamento psicológico.


Boa noite! Primeiramente, parabéns pela preocupação com a saúde de seu familiar devido ao consumo não controlado de álcool. O alcoolismo é um transtorno crônico que afeta a saúde física e mental do indivíduo, para quem é alcoolista não existe quantidade segura para o consumo, o mais adequado é evitar o primeiro gole. Seria importante que ele procurasse ajuda com um psicoterapeuta especializado em dependência, o psicólogo poderá encaminhar o paciente para o psiquiatra para dar o suporte durante o tempo de abstinência e controlar possíveis crises de ansiedade. Como também é reconhecido o trabalho dos grupos de ajuda na perspectiva dos doze passos, o mais conhecido é o AA (Alcoólicos Anônimos), a família também precisa ser incluída no processo de tratamento, Estou à disposição para mais perguntas.


O indicado é buscar atendimento tanto de psicólogo quanto de psiquiatra. O uso excessivo de álcool normalmente surge do comportamento de fuga, do desejo de escapar da realidade. Para compreender de onde vem esse desejo a psicoterapia é indicada, pois através dela que entenderemos as emoções do indivíduo O álcool, como diversas substâncias, pode gerar o vício se usado sem moderação e desestabilizar o emocional do usuário. Para auxiliar na reestruturação do equilíbrio emocional, é indicado procurar um psiquiatra para que haja todo o suporte medicamentoso, com o objetivo de amenizar o sofrimento.


O que você descreve é um padrão típico de transtorno por uso de álcool (binge drinking) - não é necessário beber diariamente para ter um problema com álcool, o padrão de "não conseguir parar quando começa" é um sinal importante de dependência - recomendo ambos os profissionais: psiquiatra para avaliação médica e possível medicação de apoio, e psicólogo para terapia comportamental e motivacional

Thayana Montechiare

Thayana Montechiare

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Bom dia. Você pode procurar um psicólogo/a incialmente. Este/a profissional poderá avaliar e, caso necessário, encaminhar para o/a médico/a psiquiatra.

Matheus Vieira

Matheus Vieira

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Estudos indicam que mesmo o consumo esporádico, mas descontrolado, está associado a alterações nos circuitos de recompensa e controle inibitório no cérebro (envolvendo principalmente o córtex pré-frontal e o sistema dopaminérgico). Recomendação de profissionais: Psiquiatra: para investigar se há um transtorno por uso de substâncias, comorbidades como depressão ou ansiedade, e indicar tratamento medicamentoso se necessário. Psicólogo: para acompanhamento psicoterapêutico com foco em motivação para mudança de comportamento, autocontrole e prevenção de recaídas. Abordagens com evidência: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Entrevista Motivacional. Em casos de dúvida, o ideal é começar pela consulta com o psiquiatra, que pode fazer o diagnóstico e trabalhar em conjunto com o psicólogo no plano terapêutico


Olha, os dois podem ajudar, precisaria identificar qual a fonte, o porquê, desta compulsão. Geralmente o psicólogo vê um padrão dentro da psicoterapia e consegue identificar qual seria a raiz dessa compulsão, seja trauma, seja algo que queira esquecer, seja apenas uma forma de "aliviar" o estresse, tudo isso pode estar envolvido. Agora, se for algo mais físico, como algum distúrbio neuronal que bloqueie a área de autocontrole, a intervenção medicamentosa pode ajudar e muito. Em suma, os dois ajudam, depende da causa do problema, mas um psicólogo cosneguirá ir mais a fundo em médio e longo prazo de atendimentos.


Olá, como vai? Ambos profissionais podem ajudar, assim como o AA, o CAPS e a própria família e amigos.


Essa é uma dúvida muito comum. O ideal é que ele comece com um psicólogo, que poderá avaliar o padrão de uso, identificar possíveis gatilhos emocionais e trabalhar estratégias para reduzir o consumo e aumentar o autocontrole. Se houver sinais de dependência física, abstinência ou necessidade de medicação, o psicólogo poderá encaminhar para um psiquiatra para acompanhamento conjunto. Na maioria dos casos, o tratamento mais eficaz é integrado, com psicoterapia e, se necessário, acompanhamento médico.


Pelo que você descreveu, um psicólogo seria o profissional mais indiciado, pois a terapia pode ajudar seu familiar a compreender qual a função do uso do álcool para ele, e o que pode está por trás destes momentos de descontrole. Inclusive, o psicólogo pode ajudar a avaliar a necessidade de um acompanhamento psiquiátrico. Na ordem contrária, o psiquiatra também pode avaliar o caso e indicar a psicoterapia como tratamento, com ou sem uso de medicação.


Mesmo que o uso de álcool não seja frequente, a falta de controle ao beber já indica que há algo importante acontecendo e que merece atenção. O mais indicado é que ele busque acompanhamento psicológico, para compreender o que está por trás desse padrão e o que o leva a perder o limite quando bebe. Em alguns casos, pode ser necessário também avaliar com um psiquiatra para melhores resultados, o psicólogo fará o encaminhamento se necessário. Estou à disposição.


Olá, como tem passado por aí ? Do ponto de vista psicanalítico, o álcool pode funcionar como um modo de lidar com o mal-estar, uma tentativa de silenciar o que dói, relaxar o que está tenso ou escapar do peso de certas emoções. Por isso, o problema não está somente na quantidade ou na frequência, mas nessa outra função que a bebida também ocupa na vida psíquica da pessoa. Quando o sujeito só consegue se soltar, se alegrar ou suportar algo ao beber, o álcool passa a exercer o papel de mediador entre ele e o mundo e é aí que o uso se torna sintomático. Nesses casos, o ideal é buscar uma abordagem integrada. Um psiquiatra pode avaliar se há algum grau de dependência física, investigar os efeitos da substância no organismo e, se necessário, indicar tratamento medicamentoso ou outras formas de suporte médico. Já o psicólogo ou psicanalista pode ajudar a compreender o que está por trás desse comportamento ao explorarem juntos o que o álcool simboliza, o que ele tenta apagar ou compensar, e por que o sujeito perde o controle justamente quando começa a beber. O mais importante é que essa busca por ajuda seja feita sem julgamento moral. O abuso de álcool, mesmo quando esporádico, não é sinal de fraqueza ou falta de caráter, mas pode vir a ser um modo de expressão do sofrimento.Portanto, vale procurar ambos os profissionais. Eles poderão atuar de forma complementar, ajudando esse familiar a entender não apenas quanto bebe, mas por que bebe e, a partir daí, abrir espaço para uma relação mais livre e consciente com o próprio desejo e com a vida. Espero ter ajudado e sigo à disposição.

Cirano Araújo

Cirano Araújo

Psicólogo

Belo Horizonte

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Sua observação é bastante sensível e importante. Quando o uso de álcool acontece de forma descontrolada, mesmo que esporádica, já pode ser sinal de uso abusivo. O ideal é começar com um psicólogo, especialmente alguém que trabalhe com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), para avaliar o comportamento e os padrões envolvidos. Caso surjam indícios de dependência química ou necessidade de intervenção medicamentosa, o psicólogo pode encaminhar para um psiquiatra. Ou seja: psicólogo para compreender e intervir no comportamento; psiquiatra se houver necessidade de avaliação médica ou medicação. Ambos podem trabalhar juntos.


O consumo de álcool pode ser classificado em diferentes níveis: o uso social, o uso abusivo e a dependência. O caso que você descreve parece indicar um uso abusivo, mas esse diagnóstico só pode ser confirmado após uma avaliação mais concreta. Nesse cenário, procurar psicoterapia seria a conduta ideal para trabalhar o comportamento, as emoções e os gatilhos relacionados ao uso do álcool, podendo ajudar a pessoa a identificar o que leva à perda de controle e ao uso excessivo, e auxiliá-la no desenvolvimento de estratégias de autocontrole. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é muito eficaz nesses casos.

Victoria Guarisse

Victoria Guarisse

Psicólogo

Belo Horizonte

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Oi, tudo bem? O que você descreve é uma situação mais comum do que parece — e mostra que você está observando com atenção e se importando, o que já faz muita diferença. Esse padrão que você menciona, de não beber com frequência, mas perder o controle quando bebe, é um sinal clássico de uso abusivo de álcool, e não necessariamente de dependência física. Mesmo assim, o impacto emocional, relacional e comportamental pode ser significativo. O cérebro, quando entra em contato com o álcool, ativa áreas ligadas ao prazer e à desinibição, como o sistema dopaminérgico. Em algumas pessoas, esse sistema reage de forma mais intensa, o que dificulta perceber os próprios limites e favorece o comportamento de “não conseguir parar”. Não é falta de força de vontade — é uma combinação de fatores biológicos, emocionais e aprendidos ao longo do tempo. O ideal seria que o tratamento envolvesse tanto o psicólogo quanto o psiquiatra, porque eles atuam de forma complementar. O psiquiatra pode avaliar se há necessidade de medicação para auxiliar no controle da compulsão ou na regulação do humor, enquanto o psicólogo trabalha o comportamento, as emoções e os gatilhos que levam ao abuso. Em muitos casos, a psicoterapia é o ponto de partida mais acessível, e o psicólogo pode encaminhar ao psiquiatra se identificar que é necessário. Você já percebeu se ele costuma beber em momentos de estresse, tristeza ou comemoração? E se depois sente arrependimento ou minimiza o que aconteceu? Observar esses padrões pode ajudar muito na hora de conversar com ele e buscar ajuda. O importante é que esse cuidado aconteça sem julgamentos — o objetivo não é apontar o erro, mas entender o que o álcool está tentando “calar”. Caso precise, estou à disposição.

Larissa Zani

Larissa Zani

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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O ideal é começar com um psicólogo, que pode ajudar a pessoa a perceber o padrão do consumo, trabalhar motivação para mudança e estratégias de controle. Se houver sinais de dependência mais intensa ou efeitos físicos e comportamentais graves, um psiquiatra pode avaliar necessidade de medicação ou acompanhamento médico complementar. Muitas vezes, o trabalho é conjunto entre psicólogo e psiquiatra.


Nesse caso, se o paciente ou família identifica que o uso está sendo abusivo, causando prejuízos a vida dele, o ideal é que ele tenha acompanhamento tanto com psicólogo quanto com psiquiatra, porque cada um ajuda de um jeito diferente. Comumente a atuação do psiquiatra é avaliar se há necessidade de medicação e cuidado dos efeitos do álcool no corpo e na mente. Já o psicólogo pode atuar em busca de ajudar o paciente a entender o que está por trás do uso, as emoções, os gatilhos e as dificuldades que fazem ele perder o controle.


Olá! A sua observação é muito importante e bastante comum em casos de uso abusivo de álcool. Mesmo quando a pessoa não bebe com frequência, o fato de perder o controle quando consome já merece atenção. Tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ajudar: o psicólogo atua no entendimento e manejo dos comportamentos e gatilhos relacionados ao consumo, enquanto o psiquiatra avalia a necessidade (ou não) de tratamento medicamentoso. Muitas vezes, o trabalho em conjunto entre ambos os profissionais é o caminho mais efetivo. É um passo importante buscar essa orientação — e isso já demonstra cuidado e responsabilidade com a saúde de quem você gosta.


Mesmo quando o consumo não é diário, a falta de controle ao beber já indica risco de uso abusivo. O critério principal não é a frequência, mas o impacto e a incapacidade de parar após o início. O psiquiatra é o profissional que avalia a necessidade de tratamento medicamentoso, enquanto o psicólogo trabalha a parte comportamental e emocional que sustenta o padrão de consumo. Muitas pessoas transitam entre o “uso social” e o “abuso episódico” sem perceber a gravidade. Procurar ajuda nesse ponto é uma atitude preventiva e inteligente, porque evita que a perda de controle evolua para dependência.

Gabriel Ferriolli

Gabriel Ferriolli

Psicólogo

Ribeirão Preto

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Quando há uma dependência do álcool e a pessoa interrompe o uso, pode surgir o quadro de síndrome de abstinência alcoólica, que exige avaliação médica ou psiquiátrica. Pelo que você descreve, não parece ser esse o caso. Pode se tratar de um uso abusivo, quando a pessoa não bebe todos os dias, mas perde o controle quando começa a beber. Nesses casos, o ideal é iniciar com um acompanhamento psicológico, especialmente com um profissional que tenha experiência com essa demanda. O psicólogo poderá ajudar a identificar o padrão de uso, trabalhar os fatores emocionais associados e, se necessário, encaminhar para o psiquiatra. É comum que a pessoa só aceite buscar ajuda quando começa a perceber prejuízos. Por isso, o psicólogo costuma ser um caminho mais acessível e acolhedor nesse primeiro momento.

Diego Santos Vigato

Diego Santos Vigato

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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O comportamento descrito pode indicar um padrão de uso problemático de álcool, mesmo que o consumo não ocorra com frequência. A dificuldade em parar de beber após iniciar é um sinal de perda de controle, que merece atenção. O ideal é que o acompanhamento seja conjunto entre psicólogo e psiquiatra: O psicólogo, especialmente com abordagem em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalha o reconhecimento dos gatilhos, o controle dos impulsos e o manejo das emoções que levam ao consumo. O psiquiatra avalia a necessidade de medicação para auxiliar no controle do impulso e na estabilização emocional, se for o caso. A combinação dessas abordagens costuma trazer os melhores resultados, ajudando o paciente a retomar o autocontrole e compreender o papel do álcool na sua vida emocional.

Camila Ribeiro Bugada Cardozo

Camila Ribeiro Bugada Cardozo

Psicólogo

Vitória da Conquista

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Olá! Sim, podemos considerá-lo como parte do transtorno do exagero. A dependência do uso de substâncias deve ser olhada com cuidado para toda a vida pois a pessoa nunca deixará de ser etilista, apenas um etilista em remissão de sintomas. O melhor profissional é aquele ao qual o paciente se adequa melhor. Se ainda está no início e se existe o desejo de mudança, mudança comportamental virá com a psicoterapia e/ou participação de grupos, mas se ele ainda não enxergar que precise de ajuda, será mais dificil o tratamento. Em todo caso, o acompanhamento psiquiatrico pode ser necessário.


Olá! A sua observação sobre o comportamento de beber de seu familiar é bastante interessante e importante. Nesse caso, é indicado buscar tanto por um psicólogo, quanto por um psiquiatra. A atuação de ambos os profissionais devem andar juntar para ajudar pessoas que fazem abuso de substâncias lícitas ou ilícitas.


Pelo que você descreve, pode sim existir um padrão de uso problemático de álcool, mesmo que a pessoa não beba todos os dias. O mais importante não é a frequência, mas a perda de controle quando bebe, os prejuízos que isso causa e a dificuldade em parar depois que inicia o consumo. Nesses casos, tanto psicólogos quanto psiquiatras podem ajudar, cada um na sua área. O ideal é uma avaliação conjunta. O psiquiatra avalia a necessidade ou não de medicação e possíveis consequências físicas e emocionais. O psicólogo trabalha o comportamento, os gatilhos emocionais, as estratégias de enfrentamento e a mudança de hábitos. Se possível, recomendo iniciar com um dos dois e, a partir da avaliação inicial, organizar um acompanhamento integrado. Fico à disposição caso queira conversar melhor ou entender qual seria o caminho mais adequado para o seu familiar.

Felipe Lima

Felipe Lima

Psicólogo

São Paulo

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Quando a pessoa não bebe sempre, mas perde o controle quando bebe, isso já indica um padrão de uso problemático. O ideal é começar pela avaliação psicológica, e, se houver necessidade, o psicólogo encaminha para o psiquiatra. Trabalho com dependência química, psicopatologia e compulsões, então posso te ajudar a entender melhor esse comportamento e orientar os próximos passos com segurança.

Tatiane Paula Souza

Tatiane Paula Souza

Psicólogo

Taboão Da Serra

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Olá! Ambos os profissionais poderão fazer um diagnóstico do caso. O mais importante é que ele seja avaliado por um profissional competente.


Mesmo sem beber sempre, perder o controle quando bebe já indica uso abusivo de álcool. O mais indicado é começar com um psicólogo, para trabalhar a relação com a bebida e os gatilhos emocionais. O psiquiatra entra se houver outros transtornos associados ou necessidade de medicação. Buscar ajuda cedo é cuidado, não rótulo.


Primeiro passo é conversar com ele e falar dos benefícios da terapia, pode ser interessante tanto a psicoterapia quanto o atendimento psiquiátrico, pois na terapia ele vai conseguir compreender de onde vem a compulsão, vai aprender a viver com mais qualidade, mudar hábitos e se conhecer melhor. O psiquiatra pode indicar algum medicamento que controle sintomas físicos como uma ansiedade, estresse, angústia que podem fazer com que ele recorra ao álcool.


O fato de a pessoa não beber todos os dias não significa necessariamente que não exista um problema com o álcool. Muitas pessoas apresentam o que chamamos de padrão de uso abusivo, em que não bebem com frequência, mas quando começam a beber acabam perdendo o controle sobre a quantidade ou o tempo que permanecem bebendo. Esse já é um sinal de alerta e merece atenção. Em relação ao profissional, tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ajudar. O psicólogo irá trabalhar a compreensão do comportamento, os gatilhos emocionais e as mudanças necessárias para desenvolver um controle maior ou interromper o uso. Já o psiquiatra pode avaliar se há necessidade de medicação, principalmente quando existem sintomas associados como ansiedade, depressão ou dificuldade de controle do impulso. Na maioria dos casos, o tratamento em conjunto entre psicoterapia e acompanhamento psiquiátrico costuma trazer os melhores resultados. Também é muito importante lembrar que a família pode procurar orientação profissional, mesmo que a pessoa que bebe ainda não esteja pronta para buscar ajuda. Isso já pode fazer muita diferença na forma de lidar com a situação. Buscar informação e orientação, como você está fazendo agora, já é um passo muito importante. Dra. Miriam Ramos Psicóloga Clínica


Olá. O uso abusivo de álcool nem sempre significa que a pessoa bebe com frequência; em muitos casos, o problema está justamente na dificuldade de controlar a quantidade quando começa a beber. Nessas situações, tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ajudar. O psiquiatra pode avaliar possíveis aspectos médicos e a necessidade de medicação, enquanto o psicólogo pode auxiliar na compreensão do comportamento e no desenvolvimento de formas mais saudáveis de lidar com a situação. Muitas vezes, o acompanhamento conjunto é o mais indicado.

Vinicius Ueti

Vinicius Ueti

Psicólogo

Campo Grande

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Quando você fala sobre esse familiar, eu escuto não só uma dúvida, mas também uma preocupação e, muitas vezes, até um certo cuidado silencioso de quem observa algo que não sabe exatamente como nomear, mas sente que merece atenção. Eu sou Nilzelly Martins, psicóloga e psicanalista, e queria começar te dizendo que o que você descreve é mais comum do que parece. Nem todo uso problemático de álcool está ligado ao beber todos os dias. Existe algo que chamamos de uso abusivo ou episódios de perda de controle, quando a pessoa não bebe com frequência, mas, quando começa, tem dificuldade de parar. E isso já é um sinal importante. Não se trata apenas da quantidade ou da frequência, mas da relação que a pessoa tem com o álcool. O que acontece quando ela bebe? O que muda? O que se repete? Muitas vezes, o álcool entra como uma forma de lidar com algo que não está tão visível como tensões, angústias, dificuldades internas que não encontram outra via de expressão. Sobre a sua dúvida entre psicólogo e psiquiatra, eu diria que não é exatamente uma escolha excludente, mas sim complementar. O psiquiatra pode ser importante em casos onde existe uma dependência mais instalada, sintomas físicos, ou quando há necessidade de avaliação medicamentosa. Já o psicólogo, especialmente em um trabalho mais aprofundado, como na psicanálise, oferece um espaço para que a pessoa possa começar a entender o que está por trás desse comportamento, o que se repete, o que esse “não conseguir parar” pode estar tentando sustentar ou evitar. Mas existe um ponto muito delicado aqui: esse movimento precisa partir, de alguma forma, da própria pessoa. Não é fácil ajudar alguém que talvez ainda não reconheça isso como um problema. E, ao mesmo tempo, quem está por perto, como você, também precisa de espaço para entender o que sente diante disso. Porque observar alguém que perde o controle pode gerar angústia, dúvida, até impotência. Às vezes, o primeiro passo não é “levar o outro para um profissional”, mas poder abrir um espaço de conversa, sem julgamento, sem confronto direto, mas com presença. E, em muitos casos, buscar orientação para você também pode ser um caminho importante. Se isso continua te inquietando, talvez não seja algo que você precise carregar sozinho. Esse tipo de situação merece cuidado, não só com quem bebe, mas também com quem se preocupa. E, se fizer sentido para você, eu posso te acompanhar nesse processo, com escuta, cuidado e respeito ao seu tempo, para que isso não seja solitário, mas possível.


Olá! A perda de controle sobre a quantidade de álcool consumida pode ser um sinal de que existe uma relação problemática com a bebida, mesmo que a pessoa não beba todos os dias. O uso prejudicial de álcool não é definido apenas pela frequência, mas também pelas consequências que o consumo traz para a vida da pessoa e pela dificuldade de controlar o comportamento quando começa a beber. Tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ajudar nessa situação. O psicólogo pode auxiliar na compreensão dos fatores que mantêm o consumo, no desenvolvimento de estratégias para lidar com situações de risco e na construção de mudanças comportamentais. Já o psiquiatra pode avaliar a necessidade de intervenções médicas, especialmente quando existem sintomas associados, como ansiedade, depressão ou sinais de dependência mais significativa. Muitas vezes, o tratamento mais eficaz envolve a atuação conjunta desses profissionais. Também é importante lembrar que a mudança costuma acontecer mais facilmente quando a própria pessoa reconhece que existe um problema e está disposta a buscar ajuda. Como familiar, você pode oferecer apoio e expressar sua preocupação de forma acolhedora, evitando julgamentos ou confrontos excessivos. Espero ter ajudado. Rodrigo Vieira Psicólogo Clínico (CRP 06/204166)

Rodrigo  Vieira

Rodrigo Vieira

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Sim. Não é necessário beber todos os dias para existir um problema com o álcool. O fato de a pessoa, algumas vezes, beber mais do que pretendia e não conseguir parar é um sinal que merece avaliação. O diagnóstico depende do conjunto de comportamentos e consequências, não apenas da frequência. Para saber qual profissional procurar: Psiquiatra: uma boa opção para fazer uma avaliação completa, inclusive verificar se há transtorno por uso de álcool e se existe necessidade de medicação. Psicólogo: pode trabalhar os gatilhos, controle do consumo, ansiedade, comportamentos e estratégias para reduzir ou parar de beber. Idealmente, procure um profissional com experiência em dependência/uso de álcool. Psicoterapia e acompanhamento médico podem ser combinados. Se fosse para escolher um primeiro profissional, eu indicaria um psiquiatra com experiência em álcool e outras drogas, especialmente se há perda de controle quando bebe.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.