Dr. Galiano Brazuna Moura

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São José dos Campos 1 endereço

Número de registro: CRM SP 106848 RQE Nº: 67687 RQE N. 676871

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Experiência

Sou Galiano Brazuna Moura, médico psiquiatra em São José dos Campos (SP), com título de especialista em Psiquiatria (RQE 67687) e em Psiquiatria da Infância e Adolescência (RQE 676871), CRM/SP 106848. Atendo crianças, adolescentes e adultos, com foco em TDAH, ansiedade, depressão e transtorno de pânico.

Tenho mais de vinte anos de prática em psiquiatria, boa parte deles na rede pública de saúde mental, em CAPS e ambulatórios. Desde 2019 me dedico exclusivamente ao consultório, onde coordeno o Instituto de Psiquiatria e Psicoterapia Positiva.

Na consulta, procuro entender não só o diagnóstico, mas o que mantém os sintomas: sono, estresse, rotina, uso de substâncias e o ambiente da família, da escola ou do trabalho. No TDAH, reconstruo a história desde a infância e diferencio o quadro de outras condições antes de indicar o tratamento. O plano combina orientação ao paciente e à família, medicação quando indicada e trabalho conjunto com a psicoterapia.

Atendo presencialmente na Av. Anchieta, 585, Jardim Nova América, em São José dos Campos, e online, por telemedicina. Escrevo sobre TDAH e saúde mental

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psiquiatria da infância e adolescência
  • Transtorno de humor
  • Psiquiatria adulto
  • Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade

Pacientes que trato

Adultos
Crianças a partir dos 5 anos de idade

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Primeira consulta Psiquiatria


  • Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade - TDAH

    R$ 675

  • Tratamento da ansiedade


  • Tratamento da ansiedade na infância e adolescência


  • Tratamento da depressão na infância e adolescência


Consultório

Galiano Brazuna Moura
Psiquiatra | Dr. Galiano Brazuna, Psiquiatra SJC

Avenida Anchieta 585, Jardim Nova America, São José dos Campos 12242-280

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Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Modalidades de pagamento (visitas privadas)

  • PIX
  • Transferência Bancária
  • Dinheiro

Número de telefone

(12) 98274...

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

24 opiniões

Mais mencionado pelos pacientes

  • Atencioso durante a consulta
  • Explicações detalhadas
Todas as opiniões são importantes, por isso os especialistas não podem pagar para alterar ou excluir uma opinião. Saiba mais. Saber mais sobre pareceres
  • S

    Stella Sousa

    Procurei ha cerca de 6 meses um psiquiatra, especialidade até então nunca precisei , e encontrei nesse site após comentários de outros pacientes. Buscava profissional que tivesse uma visão interdisciplinar , com escuta e que utilizasse medicamento de forma técnica e que acreditasse na psiquiatria aliada a psicoterapia e demais questões ligadas a estilo de vida.
    Confesso que demorei um tempo para acertar a medicacao ,mas nesse período ele se mostrou bastante acessível para ouvir , e forma humanizada . Após alterar a prescrição o medicamento fez efeito ( precisei paciência e confiança no dr) e hj venho fazendo uma dosagem pequena e aliada a psicoterapia e suplementação. Por isso indico dr Galeano.

     • outro lugar • Outro  • 

    Dr. Galiano Brazuna Moura

    Muito Obrigado. Fico feliz que tenha melhorado


  • A

    AnaBeatriz

    Ótimo profissional. Atencioso e inteligente, mas, mais do que isso, um profissional que visa o bem estar do paciente sempre com indicações de psicólogos para fazer um tratamento completo e eficaz para o futuro. Sendo seu objetivo, que o paciente, futuramente, não dependa mais da medicação. Por isso, recomendo de olhos fechados.

     • Psiquiatra | Dr. Galiano Brazuna, Psiquiatra SJC • Tratamento da ansiedade  • 

    Dr. Galiano Brazuna Moura

    Obrigado Ana!


  • N

    Nicolas Miguel

    Ótimo profissional, me ajudou muito no tratamento, é atencioso e entende muito do assunto. Recomendo!

     • outro lugar • Outro  • 

    Dr. Galiano Brazuna Moura

    Obrigado!


  • M

    M.N

    Profissional muito atencioso e atualizado, fui remendada por uma pessoa da minha familia e gostei muito. Recomendo !

     • Instituto de Psiquiatria e Psicoterapia Positiva • Teleconsulta  • 

    Dr. Galiano Brazuna Moura

    Fico feliz em poder ter lhe ajudado.


  • M

    Márcia

    Recomendo. Excelente psiquiatra, calmo, competente, assertivo, claro e didático nas explicações, humano. Estou muito satisfeita com o tratamento.

     • Psiquiatra | Dr. Galiano Brazuna, Psiquiatra SJC •  • 

    Dr. Galiano Brazuna Moura

    Obrigado, Márcia.


  • M

    M.H.Meireles

    O melhor médico psiquiatra que fui! Agradeço por ter encontrado o Dr. Galiano. Eu vinha de um quadro de depressão e ansiedade como ele diagnosticou e tenho me sentido muito bem.

     • Psiquiatra | Dr. Galiano Brazuna, Psiquiatra SJC •  • 

    Dr. Galiano Brazuna Moura

    Obrigado, fico contente que tenha melhorado.


  • S

    S.M.A

    Agradeço o excelente atendimento prestado. Um excelente medico psiquiatra em sao jose dos campos! Recomendo a quem está procurando por um. Me foi recomendado e esta sendo muito bom , melhorei muito.

     • Psiquiatra | Dr. Galiano Brazuna, Psiquiatra SJC •  • 

    Dr. Galiano Brazuna Moura

    Fico contente com isso. Obrigado .


  • Anônimo

    Dr. Galiano é um bom psiquiatra! Medico calmo, excelente em sua atenção e compreensão e acertou na medicação utilizada. Agradeço.

     • Psiquiatra | Dr. Galiano Brazuna, Psiquiatra SJC •  • 

    Dr. Galiano Brazuna Moura

    Obrigado!


  • A

    A.S

    Gostei muito do atendimento. O medico foi muitissimo atencioso e se mostrou preparado para o trabalho

     • Psiquiatra | Dr. Galiano Brazuna, Psiquiatra SJC •  • 

    Dr. Galiano Brazuna Moura

    Obrigado.


  • Anônimo

    Dr. galiano foi um otimo medico conseguiu ajudar meu familliar recomendo. O consultorio é muito bem localizado, e pontual. A secretaria dele sempre se esforça para encontrar um horario

     • Psiquiatra | Dr. Galiano Brazuna, Psiquiatra SJC • Tratamento da depressão  • 

    Dr. Galiano Brazuna Moura

    Obrigado, Marcos


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Dúvidas respondidas

49 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Bom dia. A distimia é um transtorno de humor "legítimo" como a depressão comum ou tem fronteira com

Bom dia.
A distimia é um transtorno de humor "legítimo" como a depressão comum ou tem fronteira com distúrbios de personalidade? Distimia seria uma "cristalização" de sintomas e a depressão maior não? Por que ouço que o tratamento é o mesmo e que uma não exclui a outra?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Galiano Brazuna Moura

Bom dia.Sim, a distimia é um transtorno de humor legítimo, reconhecido como tal nos manuais diagnósticos (hoje chamado de Transtorno Depressivo Persistente). Não é um transtorno de personalidade. A classificação atual a coloca claramente no grupo dos transtornos depressivos, ao lado da depressão maior.A diferença principal está na forma como os sintomas se apresentam no tempo. Na distimia os sintomas são crônicos — presentes a maior parte dos dias, por pelo menos dois anos (um ano em crianças e adolescentes) — e de intensidade geralmente mais leve a moderada. A pessoa muitas vezes se acostuma com eles e passa a achar que “sempre foi assim”. Já a depressão maior costuma ser mais episódica: tem início mais definido, intensidade maior e, em muitos casos, períodos de melhora ou remissão entre os episódios.Essa ideia de “cristalização” faz sentido clinicamente. Na distimia os sintomas se tornam mais estáveis e duradouros, quase como um pano de fundo constante da vida da pessoa (baixa energia, pessimismo, baixa autoestima, dificuldade de sentir prazer de forma contínua). Isso pode dar a impressão de que se misturou com o jeito de ser. Na depressão maior os sintomas costumam ter um caráter mais de estado — sobem e descem com mais clareza. Ainda assim, a distimia continua sendo um transtorno de humor, não um transtorno de personalidade. O que acontece na prática é que há sobreposição e comorbidade frequente: pessoas com distimia muitas vezes apresentam traços de personalidade (dependência, evitação, baixa autoestima estrutural) que se entrelaçam com o quadro depressivo crônico. A fronteira clínica existe e precisa ser avaliada com cuidado, mas o diagnóstico principal permanece o de transtorno do humor.Uma não exclui a outra. É comum a chamada “depressão dupla”: a pessoa tem a distimia de base (sintomas leves a moderados há anos) e, em algum momento, desenvolve um episódio de depressão maior por cima. Quando o episódio mais intenso melhora, ela volta ao patamar crônico da distimia. Por isso os dois diagnósticos podem coexistir ou se suceder.O tratamento tem muitas semelhanças porque ambos compartilham mecanismos semelhantes — alterações de humor, de neurotransmissores, de circuitos cerebrais e de resposta a intervenções. Usamos os mesmos antidepressivos e as mesmas abordagens psicoterapêuticas (especialmente a terapia cognitivo-comportamental e a terapia interpessoal), além de mudanças de estilo de vida. A diferença prática está na duração e no foco: na distimia o tratamento costuma ser mais prolongado, e a psicoterapia ganha peso especial para ajudar a pessoa a se desidentificar dos sintomas crônicos, reconstruir rotinas e modificar padrões que se tornaram “automáticos”. Na depressão maior o foco inicial costuma ser mais intenso na redução rápida dos sintomas mais graves. Combinar medicação e psicoterapia costuma trazer melhores resultados nos dois casos.Em resumo: a distimia é um transtorno de humor real e tratável, de curso crônico. Não é um distúrbio de personalidade, embora possa se misturar com traços de personalidade. E pode coexistir com episódios de depressão maior. O tratamento segue princípios semelhantes, adaptados à duração e à intensidade de cada quadro.


Faz 2 anos que tomava escitalopram 10mg, mas tive uma crise de ansiedade e precisei aumentar a dose.

Faz 2 anos que tomava escitalopram 10mg, mas tive uma crise de ansiedade e precisei aumentar a dose. É possivel diminuir a dose de volta?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Galiano Brazuna Moura

Sim, em muitos casos é possível tentar voltar à dose anterior, mas isso depende de alguns pontos importantes e precisa ser feito com acompanhamento.

Você usou 10 mg por dois anos com boa estabilidade e só aumentou depois de uma crise de ansiedade. Isso sugere que a dose de 10 mg era suficiente para manter o quadro controlado na maior parte do tempo. Quando o aumento é feito por causa de um agravamento pontual (crise), e não porque a dose anterior tinha deixado de funcionar de forma progressiva, a chance de conseguir retornar é maior — desde que o quadro tenha se estabilizado de novo na dose maior.

O que costuma influenciar a decisão:

- Há quanto tempo você está na dose mais alta. Quanto mais recente o aumento e quanto mais estável você estiver agora, mais viável costuma ser a redução.
- Como estão os sintomas no momento. Se a ansiedade está controlada e não há sinais de que o quadro esteja “pedindo” a dose maior, faz sentido testar a volta.
- Seu histórico. Duas crises em dois anos é diferente de várias recaídas ao tentar reduzir no passado.
- Outros fatores: sono, estresse atual, uso de outras medicações, psicoterapia em curso, etc.

A redução não deve ser feita de uma vez. O habitual é voltar de forma gradual (por exemplo, de 15 ou 20 mg para 10 mg em etapas, ou com redução intermediária), observando por algumas semanas se os sintomas reaparecem. Algumas pessoas conseguem retornar e se manter bem; outras percebem que a dose anterior não segura mais e precisam permanecer em dose intermediária ou na dose maior por mais tempo.

O ideal é combinar isso com a pessoa que acompanha você (psiquiatra), porque ela conhece seu histórico completo e pode orientar o ritmo da redução, o tempo de observação e o que fazer se os sintomas voltarem. Em alguns casos também vale reforçar medidas não medicamentosas (psicoterapia, regularização do sono, manejo de gatilhos) na mesma época da redução, para aumentar a chance de sucesso.

Resumindo: sim, é possível e frequentemente tentado quando o aumento foi por uma crise e o quadro está estável. Mas o retorno à dose de 10 mg deve ser planejado e acompanhado, não feito por conta própria. Converse com seu médico sobre o momento e a forma de fazer isso.


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