Perguntas do paciente (6926)
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Vou direto ao ponto. Sou viciado em masturbação desde de meus 11 anos de idade. Hoje tenho 29 anos,
Vou direto ao ponto. Sou viciado em masturbação desde de meus 11 anos de idade. Hoje tenho 29 anos, e durante toda a minha trajetória fui consumindo diferentes tipos de pornografia. Toda vez que enjoava de um gênero, ia para outro. Já consumi praticamente tudo que a legalidade permite. O problema é que agora estou consumindo pornografia amadora, algo que não existe controle. Posso estar vendo um casal liberal que quis postar o vídeo ou posso estar vendo algo postado sem o consentimento da pessoa. Queria saber como parar ou pelo menos me policiar ao tipo de conteúdo que consumo. Já fui a um psicólogo, mas parei por questões financeiras (desempregado). Já participei do NoFap e consegui ficar 4 meses sem me masturbar, mas depois voltei com muito mais intensidade. Sei que a masturbação não é o problema, e sim a dessensibilizarão que meu cérebro cria ao se acostumar com algo novo. E aí, tem solução?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está enfrentando é um padrão de comportamento complexo, onde a busca por estímulos cada vez mais intensos se torna um ciclo difícil de quebrar. Reconhecer o impacto disso em sua vida é um passo importante. A chave para lidar com isso é estabelecer limites conscientes, substituindo gradualmente esse comportamento por atividades mais saudáveis, que tragam satisfação sem a dessensibilização. A terapia pode ser um espaço crucial para explorar as raízes desse comportamento. Lembre-se de que o processo é gradual e exige paciência consigo mesmo.
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Eu gosto de ser a parte frágil e dominado pela parceira, mas vejo que muitas pessoas acham que eu nã
Eu gosto de ser a parte frágil e dominado pela parceira, mas vejo que muitas pessoas acham que eu não faço o meu "papel de homem" isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é absolutamente válido. Cada pessoa tem suas preferências e formas de se relacionar, e isso não diminui em nada o seu valor ou masculinidade. O importante é que essas dinâmicas aconteçam de forma consensual, saudável e respeitosa. Os papéis tradicionais de gênero muitas vezes limitam a liberdade emocional, mas você tem o direito de viver seus relacionamentos de forma autêntica.
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Não sei bem se é coisa da idade ou algo assim, mas tenho a constante sensação e o pressen
Não sei bem se é coisa da idade ou algo assim, mas tenho a constante sensação e o pressentimento de que vou morrer cedo. Não é algo que me causa medo ou angústia, é só uma certeza. Mesmo que eu consiga imaginar algum tipo de futuro, não sinto que vou chegar lá. Parece que tem uma parede que eu não sou/serei capaz de atravessar. Esse sentimento tem uns bons anos já. Só decidi perguntar isso aqui depois da minha mãe e da minha amiga, que estava presente na hora, me falarem que eu deveria ter reagido de um jeito diferente quando quase sofri um acidente um dia desses. E acho que elas estavam certas, não senti nenhuma preocupação, desespero ou coisa do gênero. Na hora, apenas aceitei a situação, acho que até pensei um "Então é isso" (mas tudo foi muito rápido, portanto não tenho tanta certeza). Mesmo logo depois, nada mudou, realmente só fiquei mal por ter atrapalhado o dia do motorista. Eu ainda não sei muito bem o que concluir disso... É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo não é incomum, mas é importante. Essa sensação constante de que vai morrer cedo, somada à falta de reação diante de uma situação de risco, pode indicar um certo distanciamento emocional ou uma dificuldade em se conectar com o próprio futuro. Mesmo que isso não te cause sofrimento direto, vale prestar atenção.
Muitas vezes, sentimentos assim estão ligados a experiências passadas, estados de tristeza profunda, ou até uma forma sutil de esgotamento emocional. Não quer dizer que há algo "errado" com você, mas sim que talvez você esteja precisando olhar com mais carinho para o que sente.
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Não sei bem se é coisa da idade ou algo assim, mas tenho a constante sensação e o pressen
Não sei bem se é coisa da idade ou algo assim, mas tenho a constante sensação e o pressentimento de que vou morrer cedo. Não é algo que me causa medo ou angústia, é só uma certeza. Mesmo que eu consiga imaginar algum tipo de futuro, não sinto que vou chegar lá. Parece que tem uma parede que eu não sou/serei capaz de atravessar. Esse sentimento tem uns bons anos já. Só decidi perguntar isso aqui depois da minha mãe e da minha amiga, que estava presente na hora, me falarem que eu deveria ter reagido de um jeito diferente quando quase sofri um acidente um dia desses. E acho que elas estavam certas, não senti nenhuma preocupação, desespero ou coisa do gênero. Na hora, apenas aceitei a situação, acho que até pensei um "Então é isso" (mas tudo foi muito rápido, portanto, não tenho tanta certeza). Mesmo logo depois, nada mudou, realmente só fiquei mal por ter atrapalhado o dia do motorista. Eu ainda não sei muito bem o que concluir disso, mas queria saber o que os senhores e senhoras têm a dizer sobre...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sensação constante de que vai morrer cedo e a falta de reação ao perigo podem indicar uma forma de desligamento emocional ou até uma dificuldade em processar medo e ansiedade. Isso merece atenção, pois pode afetar sua segurança e bem-estar. Recomendo buscar acompanhamento para entender melhor esses sentimentos e encontrar formas mais saudáveis de lidar com eles.
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Assistir pornografia causa danos físicos ao cérebro? E quando estamos navegando e vemos algo pornogr
Assistir pornografia causa danos físicos ao cérebro? E quando estamos navegando e vemos algo pornográfico sem a intenção da busca ou envolvimento emocional/ atividade sexual, há algum efeito negativo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que essa é uma questão importante para você. A exposição à pornografia pode afetar o cérebro ao liberar dopamina, o que, com o tempo, pode gerar a necessidade de mais estímulos para sentir prazer. Isso pode influenciar nossas relações e expectativas sobre o sexo. Quando encontramos pornografia sem querer, como ao navegar na internet, os efeitos geralmente são menores, especialmente se não houver envolvimento emocional. No entanto, se isso gerar desconforto ou afetar seu estado emocional, vale a pena refletir sobre como isso está impactando você. O mais importante é observar como você se sente em relação ao consumo de pornografia e se isso está influenciando negativamente sua saúde emocional ou suas relações.
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Como faço para diminuir a Desrealização? faço tratamento para o transtorno de ansiedade.
Como faço para diminuir a Desrealização? faço tratamento para o transtorno de ansiedade.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desrealização é um sintoma comum da ansiedade, e embora possa ser desconfortável, é importante saber que ela é temporária. Com o tempo e o tratamento adequado, você pode aprender a lidar com isso de maneira mais tranquila. Manter-se atento ao momento presente e usar estratégias de relaxamento pode ajudar a reduzir essa sensação.
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Tem alguns momentos onde estou bem, onde não há motivos para estar triste, mas de repente fico trist
Tem alguns momentos onde estou bem, onde não há motivos para estar triste, mas de repente fico triste. Também sinto falta dessa melancolia, desse vazio, mesmo que seja algo confuso para mim. Também fico desmotivado, cabisbaixo, sem ânimo pra fazer nada..
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desmotivação e o desânimo apontam para uma possível dificuldade em investir libido, ou seja, energia psíquica em atividades, relações ou projetos. Seria importante explorar, em análise, o que essa melancolia representa para você e o que pode estar sendo evitado ou encoberto por ela.
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Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, s
Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, só choro, perdi até a vontade de terminar a minha faculdade, me sinto rejeitada e descartada, e o que me deixa mais triste é que meu ex terminou e está seguindo muitas mulheres, isso está me deixando mais triste ainda, parece que a vida perdeu o sentido. Devo procurar ajuda de um profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O término inesperado rompeu uma ligação afetiva importante e, com isso, ativou sentimentos de abandono, rejeição e desvalorização. A sua dor não é só pela perda do outro, mas também pelo que essa perda representa no seu inconsciente talvez uma repetição de vivências anteriores de falta, de não ser escolhida ou de não se sentir suficiente.
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Olá! Eu tenho 30 anos, sou casado e possuo uma libido muito alta desde a adolescência. Sempre procur
Olá! Eu tenho 30 anos, sou casado e possuo uma libido muito alta desde a adolescência. Sempre procurei domar este desejo para não incorrer em situações que prejudiquem minha saúde ou vida social.
Parece que não importa o quão satisfatória seja a relação sexual ou quantas vezes elas ocorram, minha libido torna a subir em poucas horas (se houver estímulo, volta em poucos minutos...). Tirando a fase da adolescência (época difícil para segurar as emoções...), isso não era um problema na vida adulta, pois me casei aos 20 anos e sempre consegui satisfazer os meus desejos em uma frequência que me mantinha sob controle.
No início do casamento, tínhamos, pelo menos, 1 relação sexual por dia, sendo que comumente chegávamos à 3 diariamente.
Não demorou muito e tivemos 1 filho. A rotina foi ficando mais árdua e, naturalmente, a frequência reduziu bastante (2 à 5 vezes semanalmente).
Porém, atualmente, estou tendo apenas 4 à 6 relações sexuais por MÊS. Eu procuro sempre seguir algumas regras sociais impostas por mim mesmo para conseguir canalizar o meu desejo somente para a minha esposa, pois abomino a possibilidade de traí-la, mas está muito, muito difícil me concentrar no dia a dia e, mais importante ainda, me manter fiel à minha esposa, pois esta frequência está muito baixa para mim.
No quesito de controle da libido, a masturbação praticamente não serve para nada, então somente a relação sexual pode me ajudar a me manter sob controle por algumas horas.
Eu conversei com minha esposa sobre o tema e ela me indicou procurar ajuda, pois, para ela, a frequência está bem saudável, dado que o sexo é muito satisfatório (ela consegue ter 2 ou mais orgasmos por relação). Mesmo no início do casamento, manter uma rotina com a quantidade de relações sexuais que tínhamos, ela já considerava puxado, mas atualmente, ela já não consegue mais atender à esta minha demanda.
O meu maior medo, é alguma mulher perceber essa minha fraqueza e procurar explorá-la (já aconteceu tentativas antes, mas pelas regras que eu procuro seguir, eu consegui resistir). Eu não quero trair minha esposa por nada. Não quero perder a minha família.
Também não vou ficar fazendo chantagem para a minha esposa, insinuando que se ela não aumentar a frequência, eu posso traí-la. Isso não seria saudável.
Atualmente, estou procurando me exercitar bastante, o que, para meu espanto, tem funcionado um pouco (estou conseguindo me concentrar muito mais no dia a dia).
Vocês já trataram algum caso assim? Teriam alguma indicação de leitura, qualquer coisa?
Muito obrigado.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Do ponto de vista psicanalítico, a questão da sua libido elevada pode estar relacionada a um conflito interno entre desejos profundos e o esforço para manter controle sobre esses impulsos. Esse controle excessivo pode gerar um sofrimento silencioso, pois a libido nunca desaparece, apenas se transforma ou se reprime. O desejo de manter a fidelidade e a relação com sua esposa pode estar relacionado a uma idealização do amor e do compromisso, algo que você tenta proteger, mas que, ao mesmo tempo, entra em tensão com suas necessidades. A frustração diante da diminuição da frequência sexual talvez reflita um desejo de maior proximidade emocional e física, mas que ainda precisa ser compreendido de forma mais profunda. A psicanálise poderia ajudar a explorar essas emoções e desejos mais sutis, oferecendo uma maior compreensão de como você se relaciona com seu desejo e com os outros.
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Tenho 35 anos e ainda sou virgem (um pouco por escolha tbem) e namoro um rapaz há quase um ano e mei
Tenho 35 anos e ainda sou virgem (um pouco por escolha tbem) e namoro um rapaz há quase um ano e meio... Não tivemos ainda o nosso momento porque até então não me sentia totalmente confiante entre outros motivos já resolvidos, com ele pra perder a virgindade apesar de praticarmos oral e conversarmos bastante sobre esses assuntos. Acontece que recentemente dei uma escolha a ele, se quer continuar comigo pois não sei se sou capaz de dar o prazer a ele do jeito que ele gostaria e espera ter acredito... E que talvez seria melhor ele procurar alguém que dê essa satisfação total a ele, alguém que já está acostumada a praticar e não eu que nem fiz nada ainda. Apesar de estar sempre em busca de informações sobre o assunto e estar aberta a tentar coisas diferentes como posições etc depois que já tivesse perdido a virgindade. Eu gosto muito dele mas se é pra viver infeliz do meu lado, é melhor deixar ir pra conseguir ser realizado com outra pessoa que ele venha a encontrar.
Será que agi bem dando essa escolha a ele?
Obrigada pela atenção!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você está passando por um momento de muita reflexão e vulnerabilidade. O mais importante aqui é que você esteja se permitindo sentir e expressar suas inseguranças de forma honesta, tanto para você quanto para seu parceiro. A intimidade, no seu tempo e no seu ritmo, deve ser uma construção mútua, sem pressões externas. É natural se preocupar em não corresponder a expectativas, mas lembre-se de que o prazer e a conexão verdadeira não se baseiam apenas em experiência, mas no respeito, na confiança e no diálogo. O fato de você estar aberta a explorar e aprender juntos já é um grande passo. A comunicação contínua e a paciência são fundamentais para que ambos se sintam seguros e respeitados nesse processo.
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Bom dia. Hoje sou um homem hétero acima dos 45 anos de idade, fui casado por quase 20 anos. Vamo
Bom dia.
Hoje sou um homem hétero acima dos 45 anos de idade, fui casado por quase 20 anos.
Vamos lá, tudo se iniciou acredito por volta dos 20 anos com uma ex namorada onde tínhamos várias fantasias e ela pedia para suar algumas lingeries e não via nenhum problema com isso e acabou virando um hábito no dia a dia, mas sem necessariamente o cunho sexual. Esse relacionamento não foi pra frente por outros motivos.
Casei e durante e durante esse meu casamento apenas abri com minha ex que gostava de calcinhas a princípio, mas como já fui meio que recriminado eu não abri o outro fetiche que também era por camisolas, levei meu relacionamento até onde foi possível, mas sentia isso preso dentro de mim, por outros motivos não relacionados a esse trouxe o fim ao relacionamento.
Atualmente conheço uma pessoa que tenho a maior e melhor conexão e que de fato eu amo como nunca amei, porém nosso relacionamento ainda é a distância e em breve estaremos juntos. Recentemente me abri com ela de cara limpa meus fetiches e expliquei que não tinha conotação sexual, ela é uma pessoa cabeça super aberta e entendeu a minha condição, mas ela também tinha outra expectativa sobre nós, convenhamos que não é um “padrão” e por muitas vezes difícil compreensão e aceitação.
Ela diz entender e até aceitar, mas tenho medo que isso estrague nosso relacionamento, que seja um problema, sei que não existe uma convenção para um pedaço de pano.
Gostaria de nortear meus caminhos e se for possível até desvincular desse “fetiche”, infelizmente não é uma chave que desarmamos no cérebro. Queria tentar entender o melhor caminho a seguir.
Meu principal objetivo é estar com ela e fazê-la feliz, pois ela me faz a sentir a pessoa mais especial do mundo.
Obrigado pela atenção.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que essa situação traz muitos sentimentos de insegurança e receio, principalmente por envolver desejos profundos e íntimos. É positivo que você tenha se aberto com sua parceira e buscado compreender melhor suas próprias necessidades. A chave para seguir em frente é a comunicação sincera e o respeito mútuo. É importante que ambos possam explorar essas questões com calma, sem pressões, buscando um equilíbrio entre os desejos pessoais e o bem-estar da relação. Se sentir que seus fetiches estão gerando conflito interno, pode ser útil procurar um acompanhamento psicológico para ajudá-lo a compreender melhor esses aspectos e lidar com eles de forma saudável, sem prejudicar o que você tem de mais precioso: o vínculo com a pessoa que ama.
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Oi. Eu tenho 21 anos, e desde dos 11 anos eu comecei a me masturbar e até hoje não consegui parar co
Oi. Eu tenho 21 anos, e desde dos 11 anos eu comecei a me masturbar e até hoje não consegui parar com o hábito. No começo eu fazia toda semana, todos os dias, mas entre meus quinze e em diante e agora eu posso passar dias, semanas e até três meses sem fazer, sem pensar, mas no final sempre acabo tendo uma recaída e as vezes me masturbo duas vezes ao dia. Eu não vejo como algo que quero que continue na minha vida, por isso gostaria de parar de uma vez, mas não sei como faço isso, sempre acabo voltando. Poderiam me ajudar??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! Primeiro, é importante reconhecer que o desejo de mudar esse hábito já é um grande passo. A masturbação, por si só, não é algo errado, mas quando começa a incomodar ou a afetar sua vida, é natural querer lidar com isso de uma forma diferente.
Uma boa maneira de começar é tentar entender os gatilhos que fazem você voltar a se masturbar, como estresse, tédio ou até outros sentimentos. Quando sentir vontade, tente se ocupar com outra atividade, como exercício ou hobbies que te distraem. Ir aos poucos, sem pressa, e estabelecer metas pequenas pode ser mais eficaz do que tentar parar de uma vez. Se sentir que está difícil, procurar o apoio de um psicólogo pode ser uma boa opção para trabalhar esses impulsos de forma mais profunda e encontrar estratégias que funcionem para você. Seja paciente consigo mesmo e entenda que mudanças de hábito levam tempo.
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Meu marido esta viciado em pornografia, e eu por ser cristã não sei como lidar, ele nunca foi fã dis
Meu marido esta viciado em pornografia, e eu por ser cristã não sei como lidar, ele nunca foi fã disso, mas nós separamos e no período de 8 meses que moramos separados ele começou a fazer isso e está viciado, não consigo sentir vontade em fazer nada, nem sexo, nem beijar, eu tô me sentindo muito enojada o que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você está passando por uma situação muito difícil, e é natural se sentir perdida e até enojada diante dessa mudança no comportamento do seu marido. O vício em pornografia pode afetar profundamente a dinâmica de um relacionamento e gerar uma desconexão emocional. O primeiro passo é conversar com ele sobre como você se sente, de forma honesta e sem julgamentos. Buscar ajuda profissional, tanto para ele quanto para você, pode ser essencial para lidar com o vício e restaurar a confiança e a intimidade. Lembre-se de que é fundamental cuidar de seus próprios sentimentos e limites, e, se necessário, procurar apoio terapêutico para ajudá-la a lidar com essa situação.
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Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse
Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse término? Nós namoramos por 10 meses, ele é mais novo do que eu. Eu sempre orei a Deus pedindo um homem de tal aparência, de tal jeito, de tal pensamento, e foi quando ele apareceu. Do jeito que eu sempre pedi. Na verdade, era o que eu achava. Começamos a namorar rápido demais, ele não me pediu em namoro de forma formal, em menos de um mês conversando ele já queria namorar e pediu pra eu escolher uma data. Estranhei, mas escolhi. Infelizmente, escolhi a data do meu aniversário. Traumático. Ele sempre foi muito carinhoso, cuidadoso, cuidava de mim nos mínimos detalhes, se preocupava comigo, se esforçava pra me deixar na parada todos os dias e buscar, mesmo tão tarde da noite. Me dava flores e presentes quase todos os dias. Sonhávamos em nos casar formar uma família, crescer juntos. Eu amo muito ele, foi meu primeiro namorado. Acho que eu tenho uma visão distorcida de relacionamento porque eu sinto que as coisas que ele fazia, por mais que sejam raras, é o mínimo. Eu mais chorei nesse relacionamento do que fiquei feliz, mas nesse pós término eu estou muito apegada aos momentos bons, esquecendo os momentos ruins, porque: Ele não deixava eu usar biquíni; Ele não deixava eu usar calça skinny, saias coladas (mesmo que sejam saias longas), short, e eu só podia usar blusa de gola alta; Ele me proibiu de escutar certas músicas; Ele não deixava eu ir para eventos cristãos porque tinha muita gente; Ele não deixava eu levantar a perna porque, de acordo com ele, era antiético; Ele não deixava eu tomar refrigerante; Ele não deixava eu ficar de costas para ninguém; Ele não deixava eu andar em pé no ônibus, mesmo o próximo demorando muito, ele ainda queria que eu esperasse, sabendo que eu moro longe e que estava ficando tarde; Ele não deixava quase ninguém chegar perto de mim: Ele não ligava para minha família e para os meus amigos, me fez me afastar de todos eles; Ele não deixava eu correr ou fazer academia; Ele nunca me compreendeu, sabendo das minhas limitações emocionais e mesmo assim me forçava a fazer coisas que não me resumia como pessoa; Eu implorava pra ele parar e ele nunca parou, me forçando a mandar fotos e coisas que eu nunca quis. Eu fazia por ele, com medo dele terminar comigo; Ele sempre manipulou as situações pra eu sempre pedir desculpas e ceder, sempre foi assim. Eu sempre cedi. Meu relacionamento foi baseado mais nisso, em ceder, com medo dele ficar triste. Teve momentos que eu me exaltava e falava coisas horríveis, mas é porque ele me colocava naquela situação, naquela humilhação, eu chorando e implorando, eu recorria a defensiva. E ele terminou comigo do nada, dizendo que não me amava mais, que tínhamos divergências familiares (sou de família humilde e ele de família rica). Ele disse que os pais queriam que ele ficasse ao lado de alguém de boa família, porque meus pais nao tem profissão. Além disso, disse que ele obedece os pais e se os pais pedissem pra ele terminar comigo, ele terminaria sem pensar duas vezes. Foi quando eu percebi que ele nunca me colocou na posição de prioridade, de escolha. Nunca lutou por mim, nunca teve consideração. Ele não me escolheu. E eu larguei meu eu, minha família, meus amigos, meus hábitos, cedi em tudo, obedeci ele em tudo, pra no final ele me largar como se eu fosse nada. Acho que ele nunca me amou. Isso não é amor. E é tão difícil essa situação porque eu quero superar ele mas sinto que nunca vou achar alguém como ele. Mesmo que ele tenha errado com essas exigências, ele também tinha qualidades que eu sempre busquei em alguém. E eu sinto que nunca mais vou achar. Faz um mês que ele terminou e eu choro todos os dias. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está vivendo é muito doloroso e, pelo que você descreveu, é natural que se sinta confusa, apegada e cheia de lembranças boas, mesmo sabendo que houve abusos e manipulações. O seu ex não apenas controlava suas escolhas, mas restringia sua liberdade, isolava você de amigos e familiares, impunha regras sobre seu corpo, comportamento e até crenças. Isso configura um relacionamento tóxico e emocionalmente abusivo, independentemente de momentos de carinho ou atenção que ele demonstrava. O amor verdadeiro não exige submissão, nem humilhação, nem que você abandone quem você é para “merecer” ser amado.
A dependência emocional faz com que seja difícil se desligar de alguém que, apesar de tudo, atendia aos seus desejos e expectativas superficiais, como aparência, cuidado ou presentes. É natural que agora você foque nos momentos bons, porque seu cérebro quer sentir conforto e segurança, e tenta minimizar a dor da perda. Porém, reconhecer os padrões prejudiciais é o primeiro passo para reconstruir sua autonomia emocional.
Para superar isso, é fundamental buscar apoio psicológico. A terapia pode ajudá-la a processar a dor, resgatar sua identidade, estabelecer limites e entender o que realmente significa um relacionamento saudável. Também pode ajudá-la a lidar com a saudade e com os sentimentos de incapacidade de encontrar alguém “como ele”, porque essas crenças vêm do apego e da idealização, não da realidade do que é amor e parceria.
Enquanto isso, tente se reconectar com você mesma: suas amizades, sua família, seus hobbies, aquilo que te dá prazer e senso de autonomia. Permita-se sentir tristeza sem se culpar, mas também comece a se lembrar de que você merece um relacionamento em que seja respeitada, escolhida e valorizada. O apego vai diminuir com o tempo, com cuidado e consistência. Você não precisa enfrentar isso sozinha, e buscar ajuda agora vai acelerar a recuperação e ajudá-la a não repetir esses padrões em relacionamentos futuros.
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Estou me sentindo muito esgotada com o meu trabalho, faculdade e uma única folga na semana. O horári
Estou me sentindo muito esgotada com o meu trabalho, faculdade e uma única folga na semana. O horário de trabalho está afetando minha saúde, e sinto que não tenho tempo para mim mesma nem para estágio. Quais estratégias eu poderia adotar para melhorar meu equilíbrio entre trabalho, estudos e cuidados pessoais? E como devo perceber que isso não serve para mim?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo como essa sobrecarga pode ser muito difícil e desgastante para você. É importante reconhecer seus limites e cuidar de si mesma, mesmo em meio a tantas responsabilidades. Tente encontrar pequenos momentos para respirar e se reconectar consigo, e saiba que pedir ajuda ou fazer ajustes no seu ritmo é um ato de coragem e cuidado. Você merece esse cuidado.
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Olá, minha namorada sofreu abuso sexual pelo próprio irmão quando tinha 8 anos, nosso relacionamento
Olá, minha namorada sofreu abuso sexual pelo próprio irmão quando tinha 8 anos, nosso relacionamento é bem complicado pois o abuso fez com que ela criasse uma visão de mundo errada sobre ela, sobre os homens e sobre a vida, queremos muito superar essa situação, como começamos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A abordagem psicanalítica vê o abuso sexual como um trauma que pode gerar defesas psíquicas, como repressão e dissociação, afetando a percepção de si mesma e o vínculo com os outros. O trabalho terapêutico visa permitir à paciente processar e elaborar as memórias e emoções associadas ao abuso, ressignificando o trauma e promovendo a reconstrução da autoestima. A terapia deve ser conduzida de forma gradual e respeitosa, respeitando o ritmo da paciente, sem forçar a revitimização, com foco na integração saudável do trauma na psique.
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Olá, recém entrei em um relacionamento e esses dias eu estava distraído quando de surpresa um conhec
Olá, recém entrei em um relacionamento e esses dias eu estava distraído quando de surpresa um conhecido chegou muito perto de mim e eu achei q fosse me beijar, na mesma hora tive a sensação de que se acontecesse aquele beijo eu iria gostar e até sorri, segundos depois que percebi a situação lembrei que não sinto nada pela pessoa e que tenho namorada e nunca a trairia, estranhei a situação mas ignorei. No dia seguinte eu relembrei esse caso e ando me culpando imensamente pensando que não a mereço, estou me odiando por ter tido essa sensação involuntária e penso nisso o tempo todo... O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sensações inesperadas acontecem, mas não definem suas escolhas ou valores. Culpar-se por algo involuntário só aumenta a angústia. Foque no respeito que você tem pelo seu relacionamento e trabalhe esses pensamentos na terapia para diminuir a autocrítica.
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Bom dia! Gostaria de perguntar devido a uma questão da minha ansiedade, não consigo frequentar a fa
Bom dia!
Gostaria de perguntar devido a uma questão da minha ansiedade, não consigo frequentar a faculdade me dá muita agonia, não converso e me sinto inferior, tenho medo de apresentações... Isso acontece somente na faculdade, eu trabalho fora e não sinto isso.Comecei a faculdade de psicologia e acho que não condiz mais com o que eu quero.
Devo ir em um psicólogo ou psiquiatra ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é bastante comum e não significa que você seja incapaz ou “menos” do que os outros. A ansiedade em situações específicas, como a faculdade, pode estar ligada a expectativas, medo de julgamento ou pressão de desempenho, e não se manifesta necessariamente em outras áreas da sua vida, como no trabalho. Procurar um psicólogo é o mais indicado nesse momento, porque ele pode ajudá-la a entender por que essas situações geram tanta angústia, explorar a relação com a escolha da sua carreira e trabalhar estratégias para lidar com o medo, o desconforto social e a sensação de inferioridade. A psicoterapia vai permitir refletir se o curso de psicologia ainda faz sentido para você ou se mudanças podem ser necessárias, de maneira segura e consciente. O psiquiatra entra em cena principalmente se houver necessidade de avaliação de medicação para ansiedade intensa, crises frequentes ou sintomas que impeçam a vida cotidiana. Na maioria dos casos, iniciar pela psicoterapia é suficiente e ajuda a tomar decisões mais claras sobre o futuro acadêmico e profissional. Você não precisa enfrentar essa confusão sozinha, e buscar ajuda é o primeiro passo para retomar segurança e clareza.
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Minha líbido já e bastante alta ,curto bastante sentir minha parceira,e não sei se estou descontrola
Minha líbido já e bastante alta ,curto bastante sentir minha parceira,e não sei se estou descontrolada mais ela curte isso ,porém passo dos limites, algumas horas depois do ato ainda quero fazer tudo de novo .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ter desejo intenso é natural, mas insistir em relações sem o mesmo ritmo do parceiro pode gerar desconforto. Aprender a identificar e respeitar os limites dela é fundamental para uma relação saudável.
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Eu não consigo esquecer o passado mesmo que tento, sonho com o passado e acabo chorando o pq será?
Eu não consigo esquecer o passado mesmo que tento, sonho com o passado e acabo chorando o pq será?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sonhar e se emocionar com o passado é um sinal de que essas experiências ainda estão presentes emocionalmente para você, mesmo que tente esquecer. Esses sonhos podem ser uma forma do seu inconsciente processar essas memórias. Trabalhar esses sentimentos na terapia ajuda a compreender e integrar essas experiências, facilitando a superação e o alívio da dor.
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Perguntas frequentes
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Como é possível melhorar a relação entre pais e filhos que moram juntos, sem brigas existentes, mas
Olá! Quando pais e filhos moram na mesma casa, não vivem em conflitos abertos,…