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Perguntas sobre Pré-eclâmpsia

Nossos especialistas responderam a 55 perguntas sobre Pré-eclâmpsia

Olá. Sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas.
A sua avaliação clínica através da sua história clínica, suas queixas e exame…
1 respostas


Bom dia!!!
Tudo bom???!!!

Sim, há um pequeno risco de apresentar novamente o quadro, mas o importante é ter seus exames de rotina em dia. Durante a gestação atenção à alteração…
2 respostas


Olá, a primeira gravidez e a idade de 15anos são o principal risco para pré-eclampsia. Este risco diminui na segunda gravidez , mas continua existindo. O ideal é fazer uma consulta para avaliar…
2 respostas

Especialistas falam sobre Pré-eclâmpsia

A pré-eclâmpsia é um transtorno materno no qual, dentre outras alterações, a pressão da mãe aumenta e o fluxo de sangue para o bebê se altera. Isso pode levar a várias consequências, como a restrição de crescimento do bebê. Só quem está constantemente atualizado pode lhe oferecer o melhor acompanhamento e proporcionar as melhores condições de nascimento para o bebê.

A pré-eclâmpsia começa geralmente após 20 semanas de gestação em mulheres com pressão arterial normal. Pode acarretar complicações graves, até mesmo fatais, para a mãe e o bebê. Às vezes, não há sintomas. Pressão arterial elevada e proteína na urina são as principais características. Também pode haver inchaço nas pernas e retenção de líquido, mas pode ser difícil de distinguir de uma gestação normal. Geralmente, é possível controlar a pré-eclâmpsia com medicação oral ou IV até que o bebê esteja suficientemente maduro para a realização do parto. Convém pesar os prós e contras dos riscos de um parto prematuro frente a continuação dos sintomas da pré-eclâmpsia.

Dr. Erastos Brancalhão

Ginecologista

Birigui


A pré-eclampsia é uma doença característica da segunda metade da gestação. Acontece em pacientes que têm elevação da pressão sanguínea e perda de proteínas na urina. O acompanhamento pode ser ambulatorial (em casa e consultório) ou intrahospitalar (internada). Vários exames (de sangue e ecografia) são realizados para garantir o bem estar materno e fetal. Medicações para controle da pressão são obrigatórias e as consultas são semanais para avaliação da pressão e bem-estar geral. O parto é o tratamento e é, preferencialmente, normal, mas pode ser indicada cesariana caso haja algum impedimento para o parto normal ou risco (pra mãe ou feto) que obrigue uma rápida resolução do quadro.

Pré-eclampsia é o surgimento de pressão alta na gravidez ou no período pós-parto, associada à perda de proteína na urina ou alterações renais, hepáticas e neurológicas, entre outras. O acompanhamento pré-natal é fundamental para o diagnóstico e seguimento dessas alterações, através de exame clínico criterioso e de exames laboratoriais e de imagem. Essa condição pode causar complicações graves para a gestante, para o bebê ou para ambos. No entanto, quando a assistência pré-natal e a vigilância durante o parto e após o nascimento são realizadas de maneira adequada, mãe e bebê ficarão saudáveis na grande maioria dos casos.

Julia Freitas

Ginecologista

Rio de Janeiro


A Pré-eclâmpsia (PE) é uma doença da placenta. A placenta é o órgão mais importante do feto, pois ela exerce a função do pulmão, dos rins, dos intestinos, das glândulas e do fígado. Logo, uma placenta com um funcionamento inadequado poderá comprometer o bem estar fetal. Estágios avançados da PE cursam com a aumento da pressão arterial materna às custas de múltiplas alterações vasculares e sistêmicas. O tratamento definitivo para a PE é o parto. Quando o parto é muito precoce, causa o nascimento de um bebê prematuro com todas as suas consequências. Doenças mais graves cursam com convulsões maternas, hemorragias e falência de órgãos. Poderá ser evitada se gestantes de risco forem Triadas

Quais profissionais tratam Pré-eclâmpsia?

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