Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro Vivo perdendo as coisas e sofrendo com is

97 respostas
Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro
Vivo perdendo as coisas e sofrendo com isso
O que posso fazer para melhorar e diminuir esta angústia?
Constantemente lidamos com a realidade de poder perder algo, seja no campo físico quanto no campo emocional, faz parte da vida. Muitas vezes esse processo nos causa grande sofrimento, nesse sentido o processo psicoterápico/analítico são boas alternativas de espaço para que vocês possa falar sobre isso que lhe incomoda e criar maneiras, ao seu jeito, para lidar com essas situações.

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 Fabrícia Vieira
Psicólogo
Uberlândia
É importante que você procure um profissional para fazer uma avaliação e identificar qual o fator que provoca esse sintoma. Você pode procurar um psicólogo, psiquiatra ou neurologista. Esses profissionais poderão realizar um diagnóstico para que você possa tratar de forma adequada esse sintoma.
 Aline Banchieri
Psicólogo
Mogi Guaçu
Por trás desta angústia de perder coisas pode haver alguma vivência traumática do passado, que acabou gerando essa necessidade de ficar cuidando e conferindo tudo, e esse medo de perder objetos. Técnicas de processamento de traumas, como o Brainspotting, podem ser de grande ajuda para trabalhar essa angústia. Sugiro procurar um psicólogo em sua cidade.
 Patricia Silva
Psicólogo
Jaboatão Dos Guararapes
Comece a fazer terapia na Abordagem da EMDR e trabalhe as crenças negativas que estão gerando esse sofrimento, ou procure um psicologo com especialidade em neuropsicologia para avaliar como anda sua atenção e memória que podem acarretar esses prejuízos.
 Natalia Marques Antunes
Psicólogo
São Paulo
Recimendo que busque um médico Clínico Geral ou Neurologista, para fazer os exames necessários e descartar possíveis fatores físicos.
Além disso, pode iniciar um trabalho Psicoterapico para autoconhecimento e entender seus aspectos psico emocionais e como podem estar interferindo na sua vida como um todo.
Abraços
Terapia EMDR.
Dra. Valeria Abatemarco
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Perdas fazem parte da vida. Sim, são dolorosas sempre, mas dependendo de como lidamos com elas podem ser mais ou menos angustiantes. Procure uma psicoterapia de base analitica para trabalhar esse aspecto em sua vida! Buscar o que originou esse medo, transformar crenças negativas ou trabalhar fobias vai ajudar muito. Reconhecer vida e morte em nossas vidas como algo natural. Triste mas superável. Aprender a lidar com perdas é tão importante quanto aprender a viver.
 Thiago Sepulveda
Psicólogo
Rio de Janeiro
É importante que você tente questionar a ideia que lhe causa angústia após você perder algo. Afinal, perder itens é uma coisa tão recorrente e comum de acontecer com as pessoas. Perguntei-lhe por que as outras pessoas lidam facilmente com esses esquecimentos. O que elas devem pensar?.. busque um psicoterapeuta pra lhe ajudar a lidar com a sua culpa pelos esquecimentos e também te ajudar com estratégias cognitivo-comportamentais que você pode fazer uso pra melhorar essa questão.
Olá, é bom investigar o que está acontecendo com você. Se você realmente anda esquecendo as coisas, procure um neurologista. Sugiro também procurar um psicólogo para você aprender a lidar com esse medo. Qualquer coisa, estou à disposição. Abraços e boa sorte!
 Carolina Motta Cardoso Salles
Psicólogo
Rio de Janeiro
Bom dia, no seu relato você diz que tem medo de perder as coisas, porque isso sempre acontece. Seria interessante entender melhor o que está acontecendo com você. De um jeito ou de outro, você está dizendo que está sofrendo e é isso que importa quando fazemos a indicação para terapia. Para que a terapia aconteça precisa-se de demanda. E sua demanda inicia assim, mas é preciso uma investigação mais profunda com um profissional. Seja lá o que for, acredito que um espaço de terapia possa te ajudar a entender e lidar melhor com esse sofrimento.
Prof. Aline De Coster
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
O trabalho do analista consiste em despertar aquilo que já existe dentro da pessoa. É a arte de despertar o sujeito para seu potencial criativo genuíno. A finalidade não é curar, e sim favorecer o crescimento interior por meio das dificuldades pessoais.
No decorrer do trabalho analítico há a proposição de que pelo falar, pelo escutar e pelo fazer criativo nos confrontamos com nós próprios. Pôr-se em processo analítico é possibilitar o existir permeável a outros saberes. É despertar para o próprio caminho de vida como processo natural com sentido, finalidade e objetivo; é a experiência interior.
A experiência interior se torna experiência de vida quando vivida com todas as suas implicações. A psicoterapia tem como objetivo auxiliar pessoas que sofrem ou estão com dificuldades na vida e não conseguem resolver sozinhas.
Na terapia junguiana o analisando é convidado a, num espaço seguro e sigiloso, explorar seus afetos, pensamentos e fantasias que compõem o cenário de seu sofrimento.
Sabemos que a dor de perder é inquestionável e por muitas vezes avassaladora. A questão é: elas fazem parte de nossas vidas. Perdas são naturais visto que a finitude se dá em quase tudo e, dessa forma, lidar com o fim das coisas deveria ser natural, mas não é. Essa dor da perda não pode ser esquecida, já que acontece sempre, mas aprender a lidar com isso para que o sofrimento seja o menor possível e consequentemente haja um melhor manejo do sujeito com as perdas, deve-se procurar uma psicoterapia. A psicoterapia auxilia no lidar com a situação, além de fortalecer a auto estima e ajudar no auto conhecimento, aspectos diretamente afetados no caso das perdas.
Prof. Bianca Machado
Psicólogo
Rio de Janeiro
Um melhor entendimento em terapia desse mecanismo (pensamento - sentimento - comportamento) reforçador da sua angústia lhe ajudaria a ter maior clareza do que acontece com você nesses momentos e abriria espaço para novas possibilidades e estratégias para enfrentamento dessa dificuldade de forma adaptada à sua realidade. Recomendo que procure um profissional Psi de sua confiança para lhe conduzir nesse caminho.
 Táila Menegate
Psicólogo
Niterói
Olá!
A primeira alternativa para resolver esse problema é ter a consciência que perder faz parte da vida. Isso pode acontecer e precisamos aprender a lidar com as perdas, por pior que seja.
A segunda alternativa é questionar os seus pensamentos. Por exemplo:
O que de pior pode acontecer se você perder?
O que você diria a uma pessoa se ela estivesse pensando como você nessa situação?
Quais são as alternativas para resolver esse problema?

Esses questionamentos aliviarão a suas angustias e medos.
 Tainá Marcinichen
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, para melhorar o que você sente em relação a essas perdas uma possibilidade é se fazer algumas perguntas e tentar prestar atenção em que momentos isso ocorre e como ocorre. Por exemplo, tem alguma coisa em comum nessas coisas que você perde? Como está sua mente quando você perde as coisas? Você fica cheio(a) de preocupações ou pensamentos e por isso acaba se distraindo e perdendo as coisas? O que te dá medo, te preocupa nesse perder constante?
São perguntas que podem te ajudar a entender o que está acontecendo.

Acredito que seria importante procurar um neurologista para investigar se não há nenhuma causa física pra isso e já que você relatou medo de perder as coisas, talvez fosse interessante procurar um psicólogo para que ele ou ela possa te ajudar a clarear o que está acontecendo e o que você pode fazer. Abraço

Olá. Seria oportuno se deter mais sobre esse medo de perder, sobre a vigilância e a perda, de fato. Por um momento, compreenda essa angústia como um chamado a se demorar mais sobre essa questão. Nessa aventura que, à princípio, pode dar um pouco de medo ou de vergonha, possivelmente te levará a vislumbrar outras formas de lidar com isso que aflige. Faça isso com um profissional psi que lhe inspire confiança. Um abraço.
 Alessandro Peixoto
Psicólogo
Niterói
Olá, no relato você fala de medo e angustia quando perde algo, é bem comum às pessoas perderem algo em algum momento, penso que deva procurar um profissional de Psicologia, para investigar melhor a origem do medo e da angustia, que surgem com as perdas.
 Dilma Fernandes Da Silva
Psicólogo
Rio de Janeiro
O que pode fazer? Iniciar um processo Psicoterápico de maneira séria, implicada, dedicada ao tratamento
 Renato Palma
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Você fala de um sintoma (perda de objetos, compromissos, dentre outros) que pode ser interpretado sobre diferentes vieses (psicológico, neurológico, psiquiátrico). No entanto, para a área que me compete (psicologia/psicanálise), qualquer sintoma se apresenta como uma mensagem cifrada, ou seja, ele pode dizer de outra coisa, que você não sabe, ou que acha que não tem relação.
Mas todo esse processo causal, do motivo de isso estar acontecendo com você, é investigado em um acompanhamento psicanalítico. A partir da sua fala e da conduta do profissional você começa a elaborar, fazendo links com a sua infância, adolescência, com a sua relação com os outros, etc., que te da base para investigar sobre o motivo de esse sintoma estar presente em você hoje em dia.
 Cristina Chavez
Psicólogo, Psicanalista
Niterói
Boa tarde!
Lidar com frustações e perdas para algumas pessoas, realmente causa um desconforto muito grande. Torna-se fundamental buscar um Acompanhamento Psicológico para que possam ser trabalhadas questões referentes a essa dificuldade que apresenta.
 Pricila Costa
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! O medo de perder faz com que muitas pessoas deixem de desfrutar a sua vida além de gerar diversos transtornos associados como a ansiedade, por exemplo. Ter esse medo é natural, mas quando ele se torna uma crença limitante e passa a dominar nossos atos, isso se torna um problema. Portanto, quando o medo de perder se torna irracional, é necessário buscar a ajuda de um psicólogo para lidar com ele. Nesses casos é indicado a psicoterapia como tratamento. Fica posto o convite. Abraço!
 Luísa Alves Rodrigues Cruz
Psicólogo
Niterói
Descobrir desde quando você sente esse medo e o que estava acontecendo na sua vida na época em que ele apareceu é um começo. O que você evita olhar quando sente esse medo? Muitas vezes precisamos olhar para nossa própria vida e fazer escolhas. E toda escolha acarreta em uma perda. Assim, o sintoma (ex medo de perder coisas materiais) pode encobrir um medo muito maior e mais profundo. Recomendo iniciar um processo terapêutico para se entender melhor. Espero ter ajudado!
 Ana Cavalcante
Psicólogo
Nova Iguaçu
Olá, me parece que esse ciclo de ansiedade, controle e angustia se repete. Procure um profissional com quem você possa fazer um acompanhamento psicológico e assim ir trabalhando os pensamentos, emoções e sentimentos envolvidos nesse nó. Assim a vida pode se tornar mais leve. Se cuide!
 Taís Barreto
Psicólogo
Nova Iguaçu
Olá!
Com a terapia com uma Psicóloga você pode descobrir o porquê de ter esses pensamentos e esses sentimentos lhe afligindo para que, assim, descubra novas maneiras de trabalhá-los em seu dia-a-dia, diminuindo sua angústia e aflição.


Se cuida!

 Sammy Carralas
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Ter esse medo é natural, mas quando ele se torna uma crença limitante e passa a dominar nossos atos, isso se torna um problema, principalmente quando começa a atrapalhar a nossa vida. No processo terapêutico você pode encontrar recursos que diminuam essa angústia e que te ajudem a lidar com esse medo. Você não precisar passar por isso sozinha(o). O primeiro passo já deu, que foi entender que há um incômodo, o segundo é procurar ajuda especializada para que possa se sentir melhor e mais funcional no seu dia-a-dia. Deixo de presente uma reflexão: "O que importa não é o que acontece, mas como você reage" - Epicteto. Abraços!
Te convidamos para uma consulta: Consulta psicologia - R$ 140
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Oie! É normal e parte do cotidiano lidarmos com a realidade de poder perder algo, porém quando este sentimento ocupa muito espaço e se torna um problema, é necessário buscar ajuda psicológica. Sugiro à você, que realize uma avaliação profissional juntamente às sessões de Psicoterapia. Como Psicóloga e Neuropsicóloga me coloco à disposição. Abraço!
Olá. Deve ser bem angustiante para você se deparar com o fracasso de, apesar de tudo que você faz, continuar a "perder". Quanto mais eu temo perder, mais eu acabo perdendo - ou melhor, mais eu ME PERCO. Pense nisso! Procure um especialista para conversar. Não viva isso sozinha. Sinta-se abraçada em sua angústia.
Olá!
Você é suas experiências e numa análise da sua história, ou seja, dessas experiências vividas, com ajuda de um psicólogo, em sessões de psicoterapia, muito provavelmente serão encontradas as causas ou a causa desse seu comportamento. Acredito nisso, até porque já tive oportunidade de ajudar clientes meus em casos semelhantes.
Estou à disposição.
Um abraço!
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 Tamara Reis dos Santos
Psicólogo
Rio de Janeiro
No processo de psicoterapia você poderá encontrar as respostas para o que lhe aflige e poderá, em colaboração com seu psicólogo, elaborar um plano de tratamento adequado.
 Letícia Soares
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! É normal lidarmos com situações de perdas na vida, desde as mais simples até as mais sofridas. O que é importante investigar é de onde vem esse medo e porque a possibilidade de perder gera tanta angústia, já que situações de perda são comuns. Sugiro que busque um psicanalista, pois em um processo de análise, essas e outras questões poderão ser trabalhadas. Me coloco à disposição para ajudar!
 Ricleide Gomes
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá! Oriento buscar tratamento psicanalítico para trabalhar esse medo que você relata. Parece que há muito que ser falado sobre esse medo e as ocasiões de perdas repetitivas. A escuta clínica se faz muito importante para compreensão dessa angústia relacionada a perda. Permaneço a disposição. Abraços
olá, vivemos ganhando e perdendo, vivendo em um ciclo, isso faz parte da vida, se formos falar em desejo e realização. Porem com sua pergunta fica muito difícil entender o que é perder para você, sugiro buscar terapia e cuidar dessa angustia. Espero ter lhe ajudado e qualquer coisa estou a disposição.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá. O esquecimento pode ter causas físicas ou não, portanto se os esquecimentos estão acontecendo de forma constante, é importante procurar um médico neurologista. Porém, pode ser que esteja relacionado a um processo emocional, o qual demanda uma investigação mais detalhada, minha orientação é iniciar processo de psicoterapia. Abraço
 Cristiano Luis
Psicólogo
Rio de Janeiro
As informaçoes passadas sao um pouco vagas. Sugiro você procurar um psicólogo pos graduado em Neuropsicologia para avaliar seus processos atencionais e memória. Depois levar o laudo num neuropsiquiatra.
Prezado (a), bom dia , Primeiramente é preciso entender quais são as causas que lhe faz repetidamente perder as coisas, uma vez que você, ja tenta controlar variáveis para que isso não ocorra, existem patologias que tem como sintomas , não saber onde colocar as coisas, esquecer, e ate mesmo perde-las, portanto para identifica-las será preciso uma investigação mais técnica e especializada, podendo ser por um neurologista, psiquiatra e um psicólogo/neuropsicólogo.
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Considere o acompanhamento psicológico. A terapia pode ajudá-lo a explorar suas preocupações e a desenvolver estratégias para gerenciar a ansiedade em relação à perda. Lembrando que lidar com o medo da perda pode ser um processo gradual, e é importante ter paciência consigo mesmo enquanto trabalha para reduzir essa angústia.
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 Simone de Abreu Pinheiro
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Pode ser interessante fazer um automonitoramento para entender como esse processo de perda acontece e desenvolver estratégias para lidar com aquilo que você especificamente vive perdendo. Por exemplo, colocar as chaves de casa sempre no mesmo lugar, ter anotações na agenda sobre onde guardou certos itens, etc. Um psicólogo poderá te ajudar nesse processo, além de te auxiliar a lidar com a angústia e outras emoções envolvidas. Não desanime, cuide de você!
 Viviam Ajala Pasini
Psicólogo
Rio de Janeiro
Entendo que lidar com o medo de perder pode ser desafiador, e é positivo que você esteja buscando maneiras de melhorar e reduzir essa angústia. Como psicóloga clínica, recomendo buscar suporte profissional para explorar suas preocupações e desafios. A decisão de buscar ajuda é pessoal, e um profissional qualificado pode oferecer um espaço seguro e confidencial para explorar suas emoções e encontrar maneiras construtivas de lidar com seus medos. Se desejar, entre em contato comigo, ter um espaço para discutir e compreender melhor suas experiências pode ser fundamental
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 Andressa Nunes
Psicólogo
Rio de Janeiro
Entendo como deve ser angustiante perder as coisas e sentir essa preocupação constante. Eu quero te ajudar, pois vejo isso com frequência no meu consultório. Podemos fazer uma avaliação neuropsicológica para entender melhor o que está acontecendo.

A avaliação neuropsicológica é como uma série de testes e atividades que nos ajudam a ver como o seu cérebro está funcionando em áreas como atenção, memória e organização. É como um check-up, mas para a nossa mente! Quando entendemos melhor a sua cognição, conseguimos ver se ela está influenciando ou não nos esquecimentos.

Assim, conseguimos encontrar as melhores estratégias para te ajudar a lidar com essa angústia e evitar essas perdas frequentes.

Que tal agendar uma consulta para começarmos esse processo? Estou à disposição.
 Flávio Sagnori
Psicólogo
Rio de Janeiro
Sentir angústia por perder coisas pode ser muito frustrante, mas existem algumas estratégias que podem ajudar a aliviar essa sensação. Primeiro, tente criar um sistema organizado para seus pertences, como ter lugares específicos para guardar itens importantes. Isso pode reduzir a frequência com que você perde coisas. Além disso, técnicas de respiração e meditação podem ajudar a acalmar a mente e diminuir a ansiedade. Praticar exercícios físicos regularmente também pode ser benéfico, pois ajuda a liberar endorfinas, que melhoram o humor. Se a angústia continuar a ser um problema significativo, considerar falar com um terapeuta pode ser uma boa ideia. Nós podem oferecer técnicas personalizadas para lidar com esses sentimentos e melhorar sua qualidade de vida.
Entendo que essa sensação de perder coisas e a angústia que isso gera pode ser muito desgastante. Quando lidamos com medo de perda, muitas vezes esse sentimento está relacionado a algo mais profundo, como o medo de perder o controle ou a segurança. Aqui vão algumas dicas que poderão lhe ajudar a lidar com isso: Refletir sobre a perda: Tente entender o que a perda de objetos representa para você. Pode estar ligado a medos mais profundos, como perda de controle.
Práticas de atenção plena: Focar no presente ajuda a reduzir a ansiedade de perder coisas no futuro.
Organização: Crie rotinas simples e lugares fixos para os objetos importantes.
Aceitação: Aceitar que perder faz parte da vida pode aliviar a angústia de tentar controlar tudo.
Ajuda profissional: Psicólogos podem ajudar a trabalhar esses medos de forma mais profunda.
Autoempatia: Seja gentil consigo mesma quando perder algo, sem se criticar.
Isso deve te ajudar a lidar melhor com essa angústia. Se precisar conversar, estou por aqui. Aguardo seu contato.
 Ricardo C. Koury
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Seria interessante buscar uma ajuda na psicoterapia, mas também encontrar um bom psiquiatra que possa avaliar o seu TDAH. Muitas das vezes as medicações geram um efeito muito positivo na questão da Atenção e da Hiperatividade. Se precisar estou à disposição.
Entendo seu medo de perdas. Essa é uma emoção natural que costumamos ter. Para que esse medo não se torne mais amplo é necessário buscar estratégias para lidar com essa angústia. Esse medo pode ter para você vários significados, como uma insegurança que se desenvolve a partir da constatação dos fatos, medo do julgamento alheio, apego excessivo, perfeccionismo, o medo de falhar entre outras possíveis causas. Para entender e diminuir sua angústia, você poderá buscar realizar uma psicoterapia onde aprenderá a reconhecer e aceitar suas emoções, cuidar de si e das coisas que são de importância para você, aumentar sua resiliência para poder olhar para essa situação sem sofrimento. Se isso fizer sentido, estou aqui para ajuda-lo
 Ana Carolina Franco
Psicólogo
Rio de Janeiro
Pode ser resultado de distração ou sobrecarga mental. É importante refletir sobre o impacto emocional dessas perdas: será que o sofrimento vai além do objeto perdido, tocando em medos maiores, como o de falhar ou parecer descuidado? Se a angústia for muito forte, buscar apoio psicológico pode ajudar a aprofundar e aliviar essas questões.
Dra. Marcela Felício
Psicólogo, Psicanalista
São José dos Campos
Olá! É importante olhar para além do momento presente e para os modos como os sentidos se constroem. O que seria perder? Indico a busca por profissional do campo da psicanálise ou psicologia para a construção de um saber que seja legítimo ao que lhe ocorre e aos seus destinos possíveis. Abraço.
Compreendo a angústia que você está sentindo com o medo de perder coisas. É muito comum que esse medo esteja ligado a inseguranças e ansiedades mais profundas, que podem ser trabalhadas com a ajuda de um profissional. A hipnoterapia e a programação neurolinguística (PNL) são ferramentas poderosas que podem te auxiliar nesse processo.

Através da hipnoterapia, podemos acessar o subconsciente e identificar as causas desse medo, ressignificando as crenças e emoções que o alimentam. A PNL, por sua vez, oferece técnicas para desenvolver estratégias de organização e foco, diminuindo a probabilidade de perdas e te ajudando a lidar com a ansiedade.

A terapia online oferece a flexibilidade de realizar esse trabalho no conforto da sua casa, no seu ritmo e sem precisar se preocupar com deslocamentos. Se desejar, estou disponível para te ajudar a superar esse medo e encontrar mais leveza e tranquilidade. Clique no meu perfil para reservar sua avaliação e juntos podemos trilhar esse caminho.
 Gabriel Gomes
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá.
O esquecimento recorrente pode indicar um questão de saúde quando causa prejuízo a qualidade de vida da pessoa. Eu diria que você possa estar sofrendo muito com isso, pois a pessoa angustiada é aquela que já notou o problema, mas não sabe como resolver ou tem dificuldade em encontrar caminhos possíveis. A avaliação profissional considera o contexto socioeconômico, cultural e psicológica do indivíduo para melhor indicar uma resolução pro sofrimento expresso. Caso não tenha procurado ajuda ainda e tem notado prejuízos a maioria das áreas de sua vida, indicaria fortemente a busca por um profissional médico ou psicológico (segundo caso é indicado se nota correlação do esquecimento ao sofrimento emocional). Espero ter ajudado.
Dra. Ana Karina do Carmo
Psicólogo
Rio de Janeiro
Você colocou no título TDAH, não sei se você tem esse diagnóstico ou se esse esquecimento tem outro motivo. No caso do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é comum a pessoa perder objetos não lembrando onde os colocou, por causa da questão da atenção. Na psicoterapia elaboramos estratégias para o paciente com TDAH conseguir organizar suas tarefas de forma mais produtiva e isso envolve também a questão da perda de objetos.
Mas como você citou "medo de perder" parece que tem mais questões envolvidas nesse esquecimento do que só falta de atenção. E nesse caso, só num processo psicoterapêutico para podermos descobrir quais fatores estão desencadeando esse medo.
Dr. Diego Netto
Psicólogo
Rio de Janeiro
Vou lhe devolver uma pergunta, que tem um efeito para muitos que pensam dessa forma:
- Em nome de não perder nada, o quanto que se perde?

Será que alguém que não consegue perder consegue ganhar?

Espero que caminhe bem. Qualquer coisa estou à disposição.
 Dan Katz Vieira
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Sinto muito pelo por isso. Imagino como deve ser ruim viver esse sofrimento. Acredito que fazer uma psicoterapia possa ser importante para entender melhor seu quadro e o que fazer para cessar sua angústia. Estou à disposição, caso tenha interesse. Bjs
 Karen Giovanni Borowski Mendes
Psicólogo
Rio de Janeiro
Boa noite. Pode auxiliar realizar um primeiro atendimento psicológico para compreender melhor como ocorre, periodicidade, etc. e trabalhar o sofrimento psíquico que relata. O psicólogo poderá indicar avaliação neurológica ou psiquiátrica se considerar pertinente. Desejo sucesso.
 André Sena Machado
Psicólogo
Rio de Janeiro
Se é um caso de TDAH, um tratamento com psiquiatra usando medicamentos para falta de atenção em conjunto com a terapia cognitivo comportamental pode ser muito util para melhorar esse quadro, consequentemente diminuindo o sofrimento e a angustia
 Vanessa Oliveira Martins
Psicólogo, Psicanalista
Londrina
Essa sensação constante de perda, mesmo com vigilância, é algo comum em pessoas com Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), especialmente quando há dificuldades com atenção sustentada, organização e memória de trabalho. Muitas vezes, isso gera não só frustração, mas também angústia, culpa e autocrítica excessiva.
Para aliviar esse sofrimento, é importante criar estratégias externas de apoio à atenção: listas de tarefas visíveis, lugares fixos para itens importantes (como chaves e documentos), uso de alarmes ou checklists diários, além de pausas estruturadas entre atividades. Pequenas mudanças no ambiente podem reduzir o estresse de “tentar controlar tudo com a mente”.
Quanto mais ficamos obsessivos mais ansiosos e inseguros podemos ficar. Crie padrões simples para armazenar suas coisas nos lugares.ais frequentes. Sua atenção predominante pode ser difusa e ou podemos estar diante de um TDAH.
Esse medo constante de perder algo, mesmo conferindo várias vezes, te deixa sempre em alerta. E quando alguma coisa se perde, vem aquela angústia forte, como se todo o esforço não tivesse adiantado.

Com o tempo, isso desgasta. A cabeça vive cheia, e a rotina vira um campo minado de conferências, listas, checagens — mas nada parece suficiente.

Existem formas de organizar melhor esses momentos, diminuir a ansiedade e tornar o dia mais leve. Pequenas mudanças, quando bem orientadas, fazem diferença. E aos poucos, esse peso que parece impossível de carregar, vai ficando mais leve.
 Ramayana Mello
Psicólogo
Rio de Janeiro
Compreendo perfeitamente sua angústia. Perder objetos constantemente quando se tem TDAH é uma experiência muito frustrante e pode gerar um ciclo de ansiedade que intensifica ainda mais as dificuldades de atenção e organização.

Primeiro, é importante validar que essa dificuldade não é falha de caráter ou falta de cuidado da sua parte. No TDAH, as funções executivas responsáveis pela organização, planejamento e memória de trabalho funcionam de forma diferente, tornando mais desafiador manter o controle sobre objetos pessoais.

Estabeleça locais específicos e sempre os mesmos para itens essenciais (chaves, carteira, celular, óculos). A repetição cria automatismo, compensando as dificuldades atencionais.

Tenha um sistema de rotinas. Desenvolva sequências padronizadas, por exemplo, sempre colocar as chaves no mesmo gancho ao entrar em casa, verificar os bolsos antes de sair de qualquer ambiente.



Agora vamos falar de sua angústia.

O sofrimento que você sente é compreensível e merece atenção. Essa ansiedade antecipatória ("medo de perder") pode paradoxalmente piorar a atenção, criando um ciclo negativo. Técnicas de mindfulness e aceitação podem ajudar a reduzir essa tensão.

É fundamental buscar acompanhamento em saúde mental. Você não precisa vivenciar tanto sofrimento sozinho.

Com as estratégias adequadas e adaptadas à sua realidade, o que envolve uma escuta e um projeto terapêutico singular cuidadoso, é possível manejar significativamente tanto as perdas quanto a angústia paralisante que você relata.
Olá, obrigado por compartilhar o que está sentindo.

Isso é muito comum em pessoas com TDAH. Mesmo tentando cuidar e vigiar, o cérebro com TDAH pode dificultar a organização e o foco, fazendo com que você perca objetos com frequência. Isso não acontece por descuido, mas por como seu cérebro funciona.

Crie lugares fixos para guardar itens importantes como chaves e carteira

Use lembretes visuais como anotações em papel ou no celular

Evite fazer muitas coisas ao mesmo tempo
Anote o que for importante mesmo que pareça simples

Busque ajuda profissional com um psicólogo especializado em TDAH para aprender estratégias que funcionem para você

Com apoio e prática, é possível viver com mais organização e menos angústia.
 Vanessa Dias
Psicólogo
Gravataí
Olá, também tenho TDAH e sofro com isso, mas aprendi que a maneira que podemos nos proteger é utilizando de um recurso muito simples, porém, difícil de executar que são as anotações para saber onde colocou algo e para realizar tarefas. Utilizar uma mochila com tudo dentro que precisa no dia a dia ajuda também, pois estão todas as coisas num local só. Abraço!
 Julia Melo
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
É importante perceber que o problema não é apenas a perda em si, mas a intensidade da angústia que ela provoca e o que está por trás disso.
Esse medo e a angústia de perder coisas são comuns em pessoas que apresentam TDAH, porque a dificuldade de atenção e organização pode aumentar essa sensação de insegurança. Uma forma de aliviar é usar estratégias práticas de organização (caixas ou locais fixos para objetos, listas, alarmes no celular) e trabalhar, em terapia, os pensamentos automáticos que surgem quando você perde algo. Isso ajuda a diminuir a ansiedade e a culpa, além de criar hábitos mais seguros.

Se quiser saber mais sobre como aplicar essas estratégias no seu dia a dia, podemos conversar.
Olá, como vai?
Você pode fazer psicoterapia para aliviar a angústia falando sobre ela e aprender a lidar com a sua questao a partir da sua potencialidade.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
A preocupação constante em perder objetos pode gerar ansiedade e sofrimento. Esse padrão está relacionado tanto a dificuldades de atenção e memória quanto a pensamentos repetitivos que aumentam a sensação de insegurança. A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ajudar a desenvolver estratégias para lidar melhor com esses pensamentos, organizar rotinas e reduzir a angústia. Caso os sintomas persistam, é importante buscar um psicólogo para avaliação e acompanhamento adequados.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como tem passado?
Esse tipo de angústia é muito mais comum do que parece, e, sob uma escuta psicanalítica, ela revela algo que vai muito além do simples ato de “perder coisas”. Quando alguém vive nesse ciclo de vigiar, conferir e ainda assim perder, o que está em jogo não é apenas o objeto perdido, mas o sentido simbólico da perda.
A perda, em termos psíquicos, é uma experiência fundamental da vida. Desde cedo, o ser humano aprende que não pode controlar tudo.
O caminho para diminuir essa angústia não está em controlar melhor, mas em entender o que essa necessidade de controle tenta proteger. A psicanálise oferece justamente um espaço para colocar em palavras o que está por trás dessas repetições, para descobrir o que o sujeito teme perder de fato.
Quando esse sentido inconsciente começa a emergir, a necessidade de vigiar tanto tende a se abrandar, porque o controle passa a ser substituído por compreensão.
Procurar um psicólogo ou psicanalista pode ajudar muito nesse processo. Não se trata somente de aprender “técnicas para parar de perder coisas”, mas de compreender o que há de tão insuportável na ideia de perder e porque mesmo assim se perde tantas coisas.
Espero ter ajudado e sigo à disposição.
Dr. Eduardo Galindo
Psicólogo, Sexólogo
Cuiabá
Boa noite.

É importante realizar uma avaliação neurológica para investigar a origem do seu esquecimento.
Recomento psicoterapia para lidar com isso.
 Sophia Lima Luiz Ramalho França
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Tudo bem?

Prazer, meu nome é Sophia Lima, sou psicóloga clínica e te auxiliarei nessa questão.

Sentir medo de perder algo e precisar conferir várias vezes pode ser bastante angustiante. Esse tipo de comportamento costuma estar relacionado à ansiedade, especialmente quando há uma necessidade constante de controle e de evitar erros. Mesmo com toda a vigilância, a mente ansiosa tende a se sobrecarregar, o que pode aumentar os esquecimentos e a sensação de perda de controle.

Por outro lado, dificuldades frequentes em se organizar, lembrar onde deixou objetos ou manter o foco também podem estar associadas ao TDAH, já que esse transtorno afeta funções como atenção e memória de trabalho.

Quando há sofrimento, medo intenso de errar e angústia por esquecer, pode haver uma combinação de fatores — tanto emocionais (ansiedade) quanto cognitivos (TDAH). Por isso, o ideal é buscar uma avaliação psicológica ou psiquiátrica, que permita compreender o que está acontecendo de forma mais precisa.

A psicoterapia pode ajudar nesse processo, oferecendo estratégias para lidar com a ansiedade, aprimorar a organização e desenvolver formas mais equilibradas de confiança em si e no ambiente. Com o acompanhamento adequado, é possível reduzir a angústia e recuperar o bem-estar no dia a dia.

Espero ter te auxiliado e sigo à disposição para quaisquer dúvidas!

Abraços!
A dificuldade de manter o foco e o medo constante de perder objetos ou esquecer tarefas fazem parte do funcionamento do TDAH, mas também refletem um estado de vigilância permanente. O excesso de autocobrança aumenta a ansiedade e gera ainda mais distração. Técnicas de organização visual, listas curtas e rotinas estruturadas ajudam a reduzir a sobrecarga. A psicoterapia auxilia na aceitação desse modo de funcionamento, transformando culpa em autoconhecimento. O foco não é ser igual aos outros, mas criar um ritmo possível e mais gentil com a própria mente.
No TDAH, perder coisas e ficar conferindo o tempo todo é comum porque a desatenção gera medo de errar. Pra diminuir a angústia, ajuda criar rotinas simples (como ter sempre o mesmo lugar pra cada coisa), usar lembretes e trabalhar a ansiedade em psicoterapia. Isso traz mais segurança no dia a dia.
Entendo sua angústia, é comum sentir medo de perder coisas mesmo cuidando delas. Estratégias como definir locais fixos para objetos e usar lembretes podem ajudar, mas principalmente aprender a lidar com a ansiedade e a frustração que surgem nesses momentos. Podemos explorar juntos formas de reduzir essa angústia e aumentar seu controle no dia a dia.
 Tatiana Machado
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Como você está? Seria interessante analisarmos o ciclo de esquecimento e perda do qual relatou que está vivenciando. No processo de psicoterapia é possível trabalhar com soluções e estratégias como checklist e regulação emocional para os momentos de maior desafio sobre a ansiedade associados a perda. Espero ter ajudado. Fico à disposição.
O que você descreve é algo que acontece com muitas pessoas, especialmente em momentos de maior tensão ou quando a mente está sobrecarregada. Essa sensação constante de precisar conferir, vigiar ou controlar pode ser uma tentativa de aliviar a ansiedade diante do medo de perder algo, mas acaba gerando ainda mais desgaste emocional.

Em primeiro lugar, é importante olhar para essa angústia com gentileza. Tente perceber em quais momentos esse medo se intensifica. Às vezes, ele está ligado a experiências anteriores de perda, insegurança ou ao excesso de responsabilidades no presente. Mas o mais importante é que você não precisa lidar com isso sozinho. Um acompanhamento com um psicólogo pode te ajudar a compreender o que esse medo simboliza na sua história e como transformá-lo em algo menos angustiante. Com o tempo, o olhar se torna mais calmo e o controle dá lugar à confiança.
A perda frequente de objetos, acompanhada de vigilância constante e sofrimento emocional, é uma queixa comum em pessoas com dificuldades de atenção e controle executivo, como ocorre no TDAH. Quando a atenção falha, a informação não se consolida adequadamente na memória de longo prazo, o que leva à sensação de que “as coisas simplesmente desaparecem”, mesmo quando houve esforço para controlar.

Um tratamento estruturado costuma produzir os melhores resultados, combinando acompanhamento psiquiátrico para manejo medicamentoso e psicoterapia, especialmente em abordagens baseadas em evidência, como a Terapia Cognitivo-Comportamental. Na psicoterapia, é possível trabalhar tanto o impacto emocional desse padrão quanto o desenvolvimento de habilidades compensatórias.

Enquanto isso, algumas estratégias de padronização ajudam a reduzir a sobrecarga cognitiva e emocional:

• Criar locais fixos e inegociáveis para objetos essenciais
• Utilizar rotinas automatizadas de checagem (por exemplo: antes de sair de casa, antes de dormir)
• Implementar lembretes visuais, checklists e alarmes
• Utilizar organizadores e sistemas simples de armazenamento
• Padronizar sequências de ação, reduzindo a necessidade de “lembrar de tudo o tempo todo”

Essas estratégias auxiliam o funcionamento executivo e permitem que o ambiente trabalhe a seu favor, diminuindo perdas, aumentando previsibilidade e, consequentemente, reduzindo a angústia.

Com acompanhamento adequado e intervenções consistentes, é possível observar melhora progressiva tanto no desempenho cotidiano quanto no bem-estar emocional.
 Aline Saramago
Psicólogo, Psicanalista, Nutricionista
Rio de Janeiro
Sugiro que busque uma avaliação neuropsicológica (o especialista responsável é o neuropsicólogo) para avaliar os níveis de atenção ou ainda verificar a possibilidade de TDAH. São realizadas baterias de testes através de instrumentos validados cientificamente (como questionários e 'jogos', além de entrevistas) e, ao final de algumas sessões (aproximadamente 5, mas depende do caso), há uma devolutiva, em que o profissional irá lhe dizer o que é realmente a sua queixa e lhe encaminhará ao profissional indicado para lhe tratar, por exemplo, o neurologista ou o psiquiatra, e/ou também, um psicólogo ou psicanalista para que possa falar sobre as suas angústias. Freud identificou que através da fala é possível haver cura e, não apenas isso, várias abordagens psicológicas estudaram as emoções e identificaram caminhos para o alívio por exemplo do medo e da angústia que você está sentindo.
Olá! Perder as nossas coisa não é agradável e ficar vigilante sobre isso sem sucesso é muito estressante. Nesse caso, acho importante buscar pela avaliação de um neuropsicólogo para entender melhor em quais habilidades pode haver uma falha e receber os devidos encaminhamos para tratamentos adequados.
No TDAH, perder objetos é comum. Estratégias úteis: criar rotinas, usar listas, caixas organizadoras, apps de lembrete e manter locais fixos para itens importantes. Técnicas de respiração e pausas reduzem a angústia. Psicoterapia e acompanhamento médico podem ajudar a desenvolver habilidades de organização e autocontrole.
Dr. Breno Silveira Mendes
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! Seriam necessárias mais informações para uma melhor orientação. Caso sinta-se angustiado busque Psicoterapia, para entender e tratar a origem desta angústia.
 Vinicius Ueti
Psicólogo
Campo Grande
Esse medo constante e a necessidade de conferir podem aumentar a ansiedade e gerar ainda mais angústia. A psicoterapia ajuda a identificar a origem desse padrão, desenvolver formas mais equilibradas de lidar com o medo de perder e reduzir o impulso de vigilância excessiva.
O que você descreve parece estar relacionado à ansiedade de controle e ao medo da perda, que geram sofrimento mesmo quando você tenta se proteger excessivamente. Para reduzir essa angústia, é útil trabalhar três aspectos: reconhecer e aceitar que nem tudo pode ser controlado, identificar os pensamentos que aumentam a preocupação e desenvolver estratégias de enfrentamento graduais. Técnicas de respiração, atenção plena e pequenos exercícios de exposição, como deixar de conferir algo repetidamente, ajudam a treinar a mente a tolerar a incerteza. Um psicólogo pode orientar essas práticas de forma segura, ajudando você a reduzir o sofrimento sem precisar depender da vigilância constante. Se quiser, posso te sugerir um passo a passo prático para diminuir a ansiedade de perda no dia a dia.
 Flora Byington
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Conseguir falar sobre essa angústia já é um primeiro passo. Às vezes, o medo de perder pode ser tão forte que acaba produzindo a própria perda em si. O ato de vigiar não necessariamente resolve, mas alimenta essa repetição. O que pode ser feito, para além de vigiar a si mesmo? Procure um profissional qualificado e disponível para exercer uma escuta atenta e acolhedora às suas questões.
Esse ciclo de medo e vigilância excessiva costuma aumentar a ansiedade e atrapalhar a atenção, o que paradoxalmente faz a pessoa perder mais coisas. Não é falta de cuidado, é sobrecarga. Para diminuir a angústia, o foco precisa sair do vigiar o tempo todo e ir para estratégias externas simples: definir lugares fixos para objetos importantes, usar rotinas automáticas (sempre guardar logo ao chegar), lembretes visuais ou checklists curtos. Quanto menos você depender da memória sob tensão, melhor. Também é importante trabalhar o medo de perder em si. Esse medo costuma estar ligado à ansiedade, controle excessivo e autocrítica. Psicoterapia ajuda muito a reduzir essa vigilância interna e a culpa quando algo some. Quando a ansiedade baixa, a atenção melhora e as perdas diminuem.
Esse medo constante de perder e a necessidade de vigiar o tempo todo podem estar ligados à ansiedade. Quanto mais você tenta controlar, maior tende a ser a angústia. O primeiro passo é buscar um acompanhamento psicológico para entender a origem desse medo e aprender estratégias para reduzir o sofrimento emocional. Com o trabalho terapêutico, é possível desenvolver mais segurança interna, organização emocional e diminuir essa sensação de alerta constante.
Uma forma de começar a lidar com isso é criar estratégias práticas: estabelecer lugares fixos para guardar os itens mais importantes, usar lembretes visuais ou aplicativos que ajudem na organização, e criar pequenas rotinas que facilitem o acesso às coisas do dia a dia. Isso reduz a necessidade de conferir repetidamente e traz mais segurança.
Ao mesmo tempo, é importante olhar para o aspecto emocional: perceber como essa angústia se conecta com sua história e com sentimentos de insegurança ou medo de falhar. O acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender melhor esses padrões e a desenvolver recursos internos para lidar com a ansiedade de forma mais leve.
Dr. Arthur Figer
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, acredito que as sessões de psicanálise podem ajudar a descobrir as causas desse sofrimento. Sou psicólogo e psicanalista, Mestre em Psicologia Clínica (PUC-Rio) e estou a disposição para atendimento em meu consultório e também on-line. Arthur
Dr. Erick Polasse
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Esse medo está ligado à ansiedade e à necessidade de controle. Quanto mais você vigia e confere, mais a angústia aumenta. Para melhorar, é importante reduzir as checagens repetitivas, criar rotinas simples para organizar as coisas e trazer o foco para o presente, em vez de antecipar perdas. Aceitar que pequenas perdas podem acontecer
Dra. Sueli Venâncio
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Esse medo costuma estar ligado à ansiedade e à hipervigilância. Quanto mais você tenta controlar e vigiar, mais o corpo entra em tensão; e isso pode, paradoxalmente, aumentar as perdas e a angústia.
Alguns caminhos práticos que ajudam:
Reduza o excesso de conferência: escolha um ritual simples (ex.: sempre colocar objetos no mesmo lugar) e evite checar repetidamente.
Treine presença: ao guardar algo, pare por alguns segundos e registre mentalmente o gesto (“estou colocando a chave na bolsa agora”).
Trabalhe o medo de perder: muitas vezes ele fala menos dos objetos e mais de insegurança, perdas emocionais ou sensação de descontrole.
Busque acompanhamento psicológico: isso ajuda a regular a ansiedade e a quebrar o ciclo medo → controle → mais angústia. Com o cuidado certo, é possível recuperar confiança e leveza no dia a dia.
Olá, espero que esteja bem.

O que você descreve costuma gerar muita angústia mesmo, porque parece que quanto mais você tenta controlar, vigiar e conferir, mais o medo cresce e mais sofrimento aparece. Esse tipo de funcionamento geralmente não está ligado a desatenção simples ou “falta de cuidado”, mas a um estado interno de ansiedade elevada, em que o cérebro permanece em alerta constante, como se algo ruim fosse acontecer a qualquer momento.

Quando a ansiedade assume esse papel, ela interfere diretamente na memória, na atenção e na percepção. A pessoa passa a conferir repetidamente para aliviar o medo, mas esse alívio é curto, e logo surge a necessidade de checar de novo. Do ponto de vista emocional, isso vira um ciclo cansativo: medo de perder, tentativa de controle, falha percebida e aumento da angústia. A neurociência mostra que, nesses estados, o excesso de vigilância paradoxalmente prejudica o funcionamento cognitivo.

Vale refletir com calma: o medo maior é perder o objeto em si ou o que essa perda representa para você? Quando algo some, quais pensamentos surgem imediatamente sobre você mesmo? Essa vigilância intensa te traz tranquilidade real ou só um alívio momentâneo? Esse padrão aparece apenas com objetos ou também em outras áreas da vida, como relacionamentos e responsabilidades?

A psicoterapia é um espaço importante para entender de onde vem esse medo, como ele se organizou ao longo da sua história e como reduzir esse estado constante de alerta interno, sem depender apenas do controle. Em alguns casos, quando a angústia é muito intensa ou vem acompanhada de outros sintomas importantes de ansiedade, uma avaliação psiquiátrica pode ser considerada como apoio. Se você já estiver em terapia, levar esse tema para conversar com seu terapeuta pode ajudar bastante a aprofundar o trabalho.

Caso precise, estou à disposição.
Pode ser;
Ansiedade deixa o cérebro em alerta e prejudica atenção
Quanto mais você tenta controlar, mais perde → ciclo de angústia
O que ajuda:
Lugares fixos para cada objeto importante
Conferir só uma vez e confiar
Guardar com atenção plena: tocar, olhar e mentalizar “guardei”
Tratar a ansiedade com psicólogo (TCC) ou psiquiatra se necessário
Resumo final:
Não é falta de cuidado, é ansiedade. Com prática e ajuda profissional, é possível diminuir o medo, a vigilância excessiva e a angústia.
Isso podemos trabalhar em psicoterapia. Veja meu perfil e se identificar comigo estou aqui para te ajudar. Boa sorte!
No TDAH, há alterações nos processos de atenção e organização, o que favorece esquecimentos e perdas frequentes. A psicoterapia auxilia no desenvolvimento de estratégias práticas, melhora o foco e ajuda a reduzir a ansiedade gerada por essas situações.
 Diego Santos Vigato
Psicólogo
São Bernardo do Campo
O que você descreve realmente gera muito desgaste. Viver com medo constante de perder algo, mesmo conferindo e tentando controlar, pode aumentar ainda mais a angústia.

Algumas situações que costumam estar relacionadas a esse tipo de sofrimento incluem:

• ansiedade elevada
• necessidade intensa de controle
• medo excessivo de errar
• dificuldade em lidar com incerteza
• preocupação constante com perdas

Isso não significa um diagnóstico fechado, mas quando o comportamento se repete, causa sofrimento e interfere na qualidade de vida, é um sinal de que merece ser investigado com mais cuidado.

Algumas estratégias práticas podem ajudar no dia a dia:

• definir locais fixos para objetos importantes
• criar uma rotina única de checagem, evitando repetir várias vezes
• trabalhar a autocompaixão quando algo não sai como esperado
• treinar tolerância à incerteza gradualmente

Se a angústia está intensa ou persistente, procurar um psicólogo pode ajudar a compreender a raiz desse medo e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com ele. Quando algo incomoda de forma contínua, vale a pena investigar.
O medo de perder coisas e a sensação de que quanto mais você vigia menos resolve é uma angústia muito comum e tem explicação. Esse ciclo de atenção redobrada seguido de frustração pode estar relacionado a diferentes fatores, como ansiedade, estresse ou condições que afetam a atenção e a memória, como o TDAH, que apresenta exatamente esse padrão como uma de suas características. Uma avaliação psicológica é o primeiro passo para entender o que está na base disso. Dependendo do resultado, o acompanhamento conjunto entre psicólogo e psiquiatra é frequentemente o caminho mais eficaz, combinando psicoterapia para desenvolver estratégias comportamentais e emocionais com uma possível avaliação medicamentosa quando necessário.
 Michelle Novello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Quando o medo de perder algo se torna constante, geralmente o sofrimento deixa de estar apenas no objeto perdido e passa a revelar uma angústia maior ligada à sensação de descontrole. Muitas vezes, quanto mais a pessoa vigia, confere e tenta garantir que nada será perdido, mais fica aprisionada em um estado de tensão permanente.

Na prática, criar rotinas pode ajudar, mas talvez seja importante se perguntar por que perder algo desperta tanto sofrimento. Em alguns casos, o objeto perdido acaba representando algo maior: medo de falhar, de esquecer, de não dar conta ou de perder algo importante dentro de si.

Quanto mais se busca uma garantia absoluta de que nada será perdido, mais a angústia tende a crescer, porque essa certeza não existe. Um tratamento psicoterápico pode ajudar justamente a compreender o que essa necessidade de controle está tentando proteger.
 Ana Cristina Holanda
Psicólogo
Mauá
Olá! É importante buscar o cuidado com um profissional com experiência na temática de TDAH, para te ajudar a construir uma rotina e estratégias para lidar com a organização das coisas num geral.
A estratégia é pensada e avaliada especialmente para seu caso, entendendo as suas dificuldades/sofrimentos.
Se precisar de ajuda, tenho anos de experência trabalhando com TDAH.
Entendo seu sofrimento, mas vale dizer que o excesso de cobrança pode gerar ainda mais angustia. O apoio profissional através da psicoterapia é muito importante para que você possa desenvolver estratégias mais saudáveis frente as dificuldades do seu funcionamento comportamental. Com uma avaliação mais assertiva sobre suas necessidades.
Dr. Amiris Costa
Psicólogo
Rio de Janeiro
Essa sensação de estar em um estado de alerta constante — vigiando, cuidando e conferindo — e ainda assim enfrentar a perda de objetos é extremamente desgastante. O que você está vivenciando é um ciclo de hipervigilância, que ironicamente pode ser o que está causando o esquecimento.

Quando estamos muito ansiosos ou deprimidos, nossa memória de trabalho (aquela que guarda informações imediatas, como "onde coloquei a chave") fica sobrecarregada. É como um computador com muitas abas abertas: ele trava e começa a perder dados.

Trabalho com isso há bastante tempo, qualquer coisa continuo à disposição.
 Juliana  da Cruz Barros Neves
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? O que você descreve parece muito angustiante, porque não é apenas “perder coisas”. Existe um medo constante por trás disso, como se sua mente nunca conseguisse relaxar completamente. E quanto mais você vigia, confere e tenta controlar, mais parece que a preocupação aumenta.

Isso pode acontecer quando o cérebro entra em um estado de hipervigilância. A pessoa tenta prevenir qualquer possibilidade de perda, então começa a conferir repetidamente, monitorar tudo e pensar nisso o tempo inteiro. O problema é que, quanto mais você tenta alcançar certeza absoluta de que nada será perdido, mais a mente fica presa nesse ciclo. Já percebe se o alívio depois de conferir dura pouco tempo?

Também é importante considerar que a ansiedade alta pode prejudicar atenção e memória no dia a dia. Às vezes a pessoa está tão preocupada em “não perder” que acaba ficando mentalmente sobrecarregada, distraída ou tensionada, e isso aumenta ainda mais a chance de esquecer ou se confundir.

Uma pergunta importante aqui é: o sofrimento maior vem da perda do objeto em si… ou da sensação de descontrole que isso provoca? Porque, em muitos casos, o medo de perder coisas acaba representando algo emocionalmente maior, como medo de errar, ser irresponsável ou não conseguir confiar em si mesmo.

Talvez o caminho não seja vigiar mais, mas começar a diminuir essa necessidade de controle constante. Porque hoje parece que sua mente está tentando te proteger da angústia… mas acabou criando ainda mais angústia.

Um acompanhamento psicológico pode ajudar bastante a entender esse padrão e trabalhar essa relação com medo, controle e necessidade de conferência. Em alguns casos, isso pode estar relacionado a ansiedade intensa ou até traços obsessivos, e isso pode melhorar bastante com tratamento adequado.

Você não está “desatento porque quer”. Parece mais alguém cansado de viver tentando impedir que algo dê errado o tempo inteiro.

Se fizer sentido, podemos explorar isso juntos.
O que você descreve, esse ciclo de vigiar, conferir e ainda assim perder as coisas, é muito mais comum do que parece e costuma gerar uma angústia genuína e desgastante. Não é descuido nem falta de atenção intencional: muitas vezes é o reflexo de como o cérebro processa e registra informações no momento da ação.
Algumas estratégias práticas podem ajudar bastante. Criar lugares fixos e específicos para os objetos mais importantes é um dos recursos mais eficazes: quando o lugar é sempre o mesmo, o comportamento vira automático e depende menos da memória do momento. Reduzir o número de decisões cotidianas sobre onde guardar as coisas alivia significativamente esse ciclo.
Outro ponto importante é perceber que a vigilância excessiva, conferir várias vezes, pode paradoxalmente aumentar a ansiedade sem resolver o problema de fundo. Isso acontece porque reforça a crença de que sem o controle constante algo vai dar errado, mantendo o sistema nervoso em estado de alerta.
Se esse padrão está presente em outras áreas da vida, como dificuldade de manter foco, esquecimentos frequentes ou sensação de que a mente está sempre acelerada, pode valer a pena buscar uma avaliação profissional. Entender a origem do padrão muda completamente a forma de lidar com ele.
A sensação de viver em um estado de alerta constante, onde você gasta uma energia imensa vigiando e conferindo tudo, e ainda assim o que você mais teme acontece, é verdadeiramente esgotadora. Essa dinâmica gera um ciclo de frustração e angústia que parece não ter fim, pois drena suas forças e faz com que você duvide da sua própria capacidade. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te ajudar a entender o que está acontecendo nos bastidores da sua mente. Existe um paradoxo muito comum na psicologia: quanto mais ansiosos e focados em "não errar" nós estamos, mais sobrecarregamos a nossa atenção. Quando você vive com medo de perder algo, o seu cérebro interpreta que você está em perigo constante. Esse estado de hipervigilância faz com que você execute as ações de guardar, conferir e cuidar de forma automática, guiada pelo desespero e não pela presença. O resultado é que você não registra a memória do que fez e, logo em seguida, a dúvida aparece, alimentando a necessidade de conferir tudo de novo. O sofrimento não vem apenas do objeto perdido, mas da sensação de falta de controle. A psicoterapia é o espaço ideal para compreender a raiz desse medo de perder, que muitas vezes está ligado a uma exigência muito alta de perfeição ou ao controle excessivo. Na terapia, trabalhamos para desacelerar esses pensamentos e treinar a sua mente para tolerar a incerteza com mais serenidade. Você não precisa viver refém dessa vigilância exaustiva. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único

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