Estou me sentindo insegura em relação ao meu namorado ter muitas amigas. Principalmente uma em espec

43 respostas
Estou me sentindo insegura em relação ao meu namorado ter muitas amigas. Principalmente uma em específico que ele já gostou e ficou com ela logo antes de ter começado a ficar comigo e mesmo depois de a gente ter começado a namorar entre nunca parou de falar com ela. Ele sempre me trata muito bem e faz muito por mim, mas eu tenho um trauma e me sinto insegura com isso.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

Percebo o quanto essa situação está mexendo profundamente com suas emoções, e é perfeitamente compreensível que você sinta insegurança ao ver seu namorado mantendo contato próximo com alguém por quem ele já teve interesse. Às vezes, nosso cérebro, ao tentar nos proteger de reviver uma dor passada, acaba criando um alerta constante, gerando ansiedade e dúvidas sobre coisas que talvez não representem uma ameaça real no presente.

Você mencionou um trauma anterior, o que pode indicar que sua mente está conectando situações diferentes, ativando emoções fortes que vêm de experiências passadas. É como se um alarme interno fosse acionado constantemente, buscando evitar um possível sofrimento futuro. Já refletiu sobre quais situações específicas costumam intensificar essa insegurança em você? O que exatamente você teme que aconteça?

A terapia pode oferecer um espaço seguro para você explorar melhor essas emoções, entendendo quais padrões emocionais estão sendo acionados e como lidar com eles. O foco seria desenvolver segurança emocional e uma percepção mais clara das relações interpessoais, ajudando seu cérebro a diferenciar perigos reais daqueles que estão apenas em nossa mente.

Como seria pra você poder se sentir segura e confiante nesse relacionamento, mesmo diante dessas amizades do seu namorado? E se essas emoções pudessem ser compreendidas e acolhidas, o que você acha que mudaria na sua vida?

Caso precise, estou à disposição.

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Obrigada por compartilhar algo tão delicado e pessoal. O que você está sentindo é mais comum do que parece, e é importante reconhecer sua dor com acolhimento e sem julgamento.
A insegurança que você está vivendo pode ter raízes em experiências anteriores (como você mencionou, um trauma), mas também se alimenta de situações atuais que despertam gatilhos emocionais. Ter um parceiro que mantém contato frequente com alguém com quem já teve um envolvimento amoroso pode realmente gerar desconforto, especialmente quando não há espaço aberto para conversar sobre isso com segurança.
É importante destacar que estar em um relacionamento não significa nunca sentir inseguranças, mas sim poder falar sobre elas de forma respeitosa e acolhedora. Se ele te trata bem e há afeto nessa relação, talvez um bom caminho seja abrir esse espaço de diálogo, explicando como você se sente, sem acusar, mas mostrando sua vulnerabilidade.
Também pode ser muito útil buscar um acompanhamento psicológico individual, para trabalhar essas inseguranças e fortalecer sua autoestima. Quando entendemos nossos gatilhos e curamos nossas feridas emocionais, conseguimos lidar melhor com situações que nos desafiam.
 Germaniely Lima
Psicólogo, Psicanalista
Florianópolis
Olá, mesmo ele te tratando bem , o ideal é que haja uma conversa deixando claro as condições do relacionamento e o quanto essa amizade te deixa desconfortável.
 Michelle Novello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Sentimentos de insegurança nos relacionamentos muitas vezes estão ligados a experiências anteriores que deixaram marcas emocionais. Mesmo quando há cuidado e afeto na relação, situações específicas podem reativar medos antigos. A psicanálise oferece um espaço de escuta e compreensão dessas repetições, ajudando a fortalecer a autoestima e a construir vínculos mais seguros e conscientes.
Sentir insegurança diante da proximidade do seu namorado com alguém do passado, é compreensível, principalmente quando há uma história sua que envolve algum tipo de ferida emocional anterior, como um trauma relacionado à confiança ou rejeição.
Mesmo que ele seja atencioso e faça muito por você, o incômodo que você sente não desaparece, e isso indica que não se trata apenas do comportamento dele, mas também de algo que te toca mais profundamente. Às vezes, o ciúme ou a insegurança não são apenas sobre o outro, mas sobre o quanto nos sentimos ameaçados, substituíveis ou com medo de reviver dores antigas.
O desafio aqui não está apenas em “confiar” ou “deixar pra lá”, mas em olhar com mais cuidado para o que essa situação ativa dentro de você. Que tipo de sentimento aparece? O que isso te lembra? Como esses traços de insegurança foram construídos na sua história?
A psicoterapia pode ser um caminho importante para que você não precise apenas se adaptar à situação, mas entenda de onde vem esse sofrimento, e possa fortalecer sua confiança sem precisar se anular ou ignorar o que sente. Porque quando a insegurança se torna um peso constante, ela acaba tirando espaço de experiências mais leves e verdadeiras dentro do relacionamento.
Entendo como isso pode estar sendo difícil pra você. Às vezes, mesmo quando estamos em uma relação onde somos bem tratados, certos aspectos — como o contato contínuo com alguém do passado — podem despertar inseguranças profundas, especialmente quando há histórias ou vivências anteriores que marcaram a gente.

Você menciona que tem um trauma, e talvez seja importante perguntar:
De onde vem essa sensação de ameaça? O que, exatamente, te faz se sentir em risco nessa relação?
É o que ele faz, ou o que essa situação reativa dentro de você?

Nem sempre o incômodo está no que o outro faz objetivamente, mas na forma como aquilo se entrelaça com dores antigas — de desconfiança, de abandono, de ser deixada de lado. E quando esse tipo de sensação aparece, não adianta alguém dizer que “não tem motivo pra sentir isso”, porque o sentimento vem de um lugar que pede escuta, não explicação.

Talvez esse seja o momento de olhar com mais carinho para essa insegurança, não como algo a ser eliminado ou vencido, mas como algo que precisa ser compreendido. Você sabe que ele te trata bem — e isso é importante. Mas talvez ainda assim você sinta que há um lugar dentro de você que não se sente plenamente segura.

A pergunta talvez não seja apenas “o que ele faz ou deixa de fazer?”, mas também:
Como você pode se cuidar diante do que essa situação está despertando em você?
E o que seria importante que ele soubesse sobre isso, pra que você se sentisse mais respeitada nessa dor?

Isso pode abrir um caminho de diálogo mais honesto — não sobre controle, mas sobre presença e cuidado.
 Rafaella Hoffmeister
Psicólogo
Torres
Olá! Seus sentimentos são válidos e merecem atenção. É natural se sentir insegura quando há um histórico com essa pessoa e, ao mesmo tempo, é importante diferenciar o que é fruto de experiências passadas (traumas) do que realmente acontece no presente. Conversar com seu parceiro de forma aberta e respeitosa sobre como você se sente pode fortalecer o vínculo. E, se essa insegurança estiver te causando sofrimento, vale considerar apoio terapêutico para trabalhar sua autoestima e confiança.
Existem pessoas que buscam vários relacionamentos como forma de suprir uma necessidade emocional, outras pessoas podem usar um relacionamento para provocar ciúmes num outro, etc. Algumas dessas situações podem não ter relação com você, mas ser um problema exclusivo do outro. Esses são alguns exemplos apenas para ilustrar a diversidades de possibilidades. Por outro lado, se você já passou por situações parecidas, de ser a segunda pessoa de outro relacionamento, ou ter um trauma de outro relacionamento, vale a pena buscar ajuda de um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, para entenderem o que está acontecendo e elaborar as necessidades percebidas.
Olá! É importante superar o trauma, e trata-se de um processo profundo, baseado na fala, na escuta analítica e na reconstrução da experiência traumática no campo simbólico. Aconselho psicoterapia para dar sentido ao que foi vivido, permitindo que você se reposicione diante do trauma.
Entendo como essa situação pode ser emocionalmente desafiadora e mexer com sentimentos profundos de insegurança, especialmente quando há um histórico de dor ou trauma que ainda reverbera nas relações atuais. É importante reconhecer que, embora seu namorado possa demonstrar carinho e respeito, seus sentimentos de insegurança não são um sinal de fraqueza, mas um reflexo legítimo da sua história e das suas necessidades emocionais. A Psicologia pode ser uma aliada valiosa nesse processo: como psicólogo posso ajudá-la a compreender melhor os gatilhos que despertam esse medo, trabalhar a autoestima, reconstruir o senso de segurança afetiva e desenvolver formas saudáveis de se posicionar na relação, sem abrir mão de seus limites e valores. Com acolhimento, escuta ativa e técnicas baseadas em evidências, é possível fortalecer sua confiança – em si mesma e nas suas relações – e avançar rumo a um bem-estar mais pleno e autêntico. Você não precisa enfrentar isso sozinha, conte comigo!
 Carolina Carnino
Psicólogo
Ribeirão Preto
Olá! Essa situação deve estar sendo difícil para você. O ciúmes é muito comum em relacionamentos, especialmente depois de vivências ruins que deixam traumas, como você disse. É normal ter receio de perder esse vínculo importante. Mas a confiança é essencial para um relacionamento durar, e seu namorado tem direito a ter amizades com mulheres. Mesmo que ele tenha gostado dessa amiga no passado, hoje ele escolheu e escolhe estar com você. Pode ser que as suas inseguranças sejam motivadas pela sua história, seus medos e a maneira como você enxerga a si mesma. Mas também é possível que você esteja percebendo alguns comportamentos do seu namorado que estão violando os seus limites e te deixando desconfortável. É importante conseguir diferenciar o que é uma atitude dele que viola combinados de vocês, e o que é o ciúmes que você sente por ter medo de perdê-lo. Cuidar dos seus sentimentos é um passo importante para estar em um relacionamento saudável. Talvez fazer terapia e conseguir entender melhor essa insegurança que você sente te ajude a perceber o que cabe a você mudar e o que você gostaria que ele mudasse, e o que vocês dois vão aceitar. Assim, pode ficar mais fácil lidar com o seu ciúmes e fortalecer a sua confiança em você mesma e nele. Se quiser conversar mais a respeito, fico à disposição.
Olá!
Compreendo que essa situação possa estar gerando insegurança, principalmente quando há vivências anteriores que deixaram marcas. Seus sentimentos são válidos e merecem atenção.
Caso sinta que seria útil conversar com mais profundidade sobre isso, fico à disposição para agendarmos um horário. O espaço terapêutico é seguro e acolhedor justamente para lidar com questões como essa, com escuta qualificada e sem julgamentos.
Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Olá, o ciúmes e a insegurança são sentimentos comuns e naturais; algumas pessoas sentem mais do que outras; mas é um sentimento perfeitamente normal e ocorre quando sentimos que uma terceira pessoa pode ameaçar o nosso sentimento especial; sua insegurança surge ao perceber que ele mantém uma relação proxima com uma amiga por quem ele já teve interesse e isso ativa essas sensações de ameaça e medo de perder e até mesmo acionar um gatilho que traz sentimentos de experiências anteriores de trauma ativando dores do passado. Converse com seu parceiro e explique seus sentimentos sem acusações. Agora se isso vem trazendo sofrimento intenso o ideal é que você busque ajuda de um psicólogo. Abraço.
Dra. Lorena Vidotti
Psicólogo
Betim
Cabe a você conversar com ele e expor seus sentimentos em relação à conduta que tem te incomodado. Ele poderá avaliar se deseja ou não se afastar dessas amizades. No entanto, é importante entender que isso, por si só, não garante que você se sentirá mais segura. A sensação de segurança é algo que precisa ser desenvolvida dentro de você — é uma habilidade interna, e não algo que depende exclusivamente do comportamento do outro.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá. Que bom que você tem essa clareza de que parte da sua insegurança vem de questões internas, e não só do que ele faz ou deixa de fazer. Investir em autoconhecimento pode te ajudar muito a entender melhor essas inseguranças e encontrar formas mais leves de lidar com elas. A psicoterapia é um ótimo caminho para isso. Um abraço!
Sua insegurança diante da relação do seu namorado com essa amiga remete a um lugar de vulnerabilidade e trauma que você carrega, onde o passado interfere no presente e mobiliza medos profundos de perda ou traição. Na psicanálise, essas angústias frequentemente dialogam com experiências anteriores que ainda não foram plenamente elaboradas. Reconhecer esses sentimentos é o primeiro passo para que possam ser escutados e compreendidos, permitindo que você encontre formas de lidar com eles de maneira menos dolorosa e mais integrada ao seu vínculo atual
 Esther Becker
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Seria muito importante você procurar terapia para poder falar sobre a sua insegurança e consequentemente o ciúmes. Falar com mais profundidade sobre experiências passadas e outros relacionamentos, amorosos ou não, podem ajudar a entender e dar novos significados a esse sentimento.
Você demonstrou bastante consciência ao perceber como esse sentimento de insegurança pode estar ligado a experiências passadas, como um trauma. É importante cuidar dessas questões internas, com apoio psicológico, por exemplo. Para fortalecer sua autoestima e aprender a lidar melhor com esses sentimentos. Isso também ajuda na construção de uma comunicação mais clara e sincera com seu parceiro.

Num relacionamento saudável, é fundamental que você se sinta segura para expressar suas vulnerabilidades e necessidades. Se ele te trata bem e a relação é aberta ao diálogo, é possível que ele acolha o que você sente e busque formas de te ajudar a se sentir mais tranquila.
É muito compreensível que você se sinta insegura diante dessa situação, ainda mais por carregar um trauma que pode intensificar esses sentimentos! Mesmo que seu namorado te trate bem, é importante que você reconheça suas emoções e possa expressá-las a ele de forma aberta e sincera, buscando um diálogo que fortaleça a confiança entre vocês dois. Refletir sobre suas necessidades e limites é fundamental, e, caso sinta que esse impacto emocional está difícil de lidar sozinha, a psicoterapia pode ser um espaço seguro para você trabalhar essas questões e fortalecer sua segurança emocional na relação, bem como também aprender estratégias para poder comunicar suas necessidades...
Olá! Bom, você diz que ele te trata bem e que faz muito por você, mas mesmo assim há algo que te deixa inquieta. É importante dar valor a esse mal-estar que você sente — porque ele não vem só da situação atual, mas carrega algo da sua história, talvez de uma ferida anterior que ainda insiste.

Na psicanálise, não tratamos o ciúme ou a insegurança apenas como coisas a serem controladas, mas como sinais de algo mais profundo: um ponto onde o desejo do outro se torna enigmático, e onde aparece também a sua própria pergunta sobre o amor e o lugar que você ocupa.

Essa amiga específica parece representar algo para você: talvez a dúvida sobre se você é "a escolhida", se é suficiente, ou se pode ser trocada. Isso toca em algo muito íntimo — que merece ser escutado sem julgamento, porque não se trata apenas de desconfiar dele, mas de lidar com a sua própria posição nesse laço.

Trauma, na psicanálise, não é apenas um fato do passado, mas uma marca que insiste e se reatualiza em certas relações. Talvez essa relação com ele esteja reativando esse ponto. E poder falar disso, sem se calar nem se acusar, já é um primeiro passo. Ninguém está errado por sentir — o que importa é que você possa descobrir o que esse sentimento quer dizer de você, com você mesma.
Esta juntando a fome com a vontade de comer, já existe o trauma e ele só faz aumentar.
Recomendo fazer terapia para saber os exageros de cada um.
 Giulia Molossi Carneiro
Psicólogo, Psicanalista
Florianópolis
Olá. O que você relata envolve algo que parece te tocar de forma mais profunda, e que não diz apenas da situação atual com seu namorado, mas também de algo da sua história — como esse trauma que você menciona. Na psicanálise, o importante é escutar mais sobre seu sentimento de insegurança: o que essa situação desperta, repete ou atualiza em você. Por que justamente essa amiga dele te mobiliza tanto? O que tem nela ou nesse laço que te afeta de forma tão intensa? Essas perguntas não têm respostas fáceis, mas podem ser trabalhadas num espaço de escuta, onde você possa se ouvir com menos julgamento e mais liberdade. Talvez não se trate apenas de "resolver" a situação com ele, mas de se aproximar de si mesma com mais cuidado. Há um livro que gosto muito e que talvez possa te interessar: Reinvenção da Intimidade, do Christian Dunker. Ele fala sobre como nos relacionamos, sobre vínculos, sintomas e modos de amar — pode ser uma leitura que te ajude a pensar com mais calma sobre o que está acontecendo com você.
 Ana Clara Leão Dutra
Psicólogo, Psicanalista
Aracaju
É importante refletir sobre a origem dessa insegurança e identificar quais traumas podem estar relacionados. A terapia pode te ajudar a compreender melhor esses aspectos.
 Kelly Rodrigues de Oliveira
Psicólogo
Santa Cruz Do Sul
Olá, como você está?
O que você está sentindo é completamente compreensível — e não é frescura, exagero ou drama. Quando temos feridas emocionais ou traumas relacionados à confiança, situações como essa podem ativar gatilhos profundos. Mesmo que seu namorado te trate bem e demonstre carinho, a presença constante de uma pessoa com quem ele já teve envolvimento pode, sim, gerar insegurança.
A questão central aqui não é apenas o que está acontecendo "fora", mas também o que isso ativa "dentro" de você. Seu desconforto é um sinal importante e merece ser acolhido, não silenciado. Ele está relacionado a uma necessidade de segurança emocional, previsibilidade e confiança — o que é legítimo em qualquer relação afetiva.
Vale pensar: você se sente segura para conversar com ele sobre isso, sem medo de ser julgada ou desvalorizada? Uma relação saudável não se mede só por gestos de carinho, mas também pela abertura para acolher as vulnerabilidades do outro com empatia.

Talvez seja o momento de expressar seus sentimentos com calma e clareza, sem acusá-lo, mas compartilhando o que essa situação te desperta. Algo como: "Eu sei que você tem essa amizade e que confia nela, mas pra mim tem sido difícil lidar com isso por conta de coisas que vivi antes. Não quero controlar suas relações, só queria que a gente conversasse sobre como isso me afeta."
Você não precisa carregar isso sozinha. Se for possível, considere também buscar apoio terapêutico para cuidar das marcas que o trauma deixou — não porque você esteja errada, mas porque você merece viver relações com mais leveza e segurança.
Me coloco à disposição para te auxiliar nesse processo! Abraços!
Olá! Sentir insegurança em situações como essa é mais comum do que parece, especialmente quando há um histórico emocional envolvido, como um trauma anterior. Mesmo em um relacionamento onde há carinho e dedicação, nossas inseguranças podem surgir e afetar a forma como percebemos a dinâmica com o parceiro.
É importante acolher esses sentimentos sem se julgar — eles dizem algo sobre suas vivências e necessidades emocionais. Trabalhar sua autoestima e entender melhor suas inseguranças pode te ajudar não só neste relacionamento, mas também em outros vínculos interpessoais.

A psicoterapia é um espaço seguro para isso: ela pode te fortalecer, te ajudar a entender o que é seu (interno) e o que vem de fora, além de oferecer ferramentas para lidar melhor com esses desconfortos e se comunicar de forma mais segura e confiante.
Buscar esse entendimento é um sinal de cuidado consigo mesma — e já é um passo importante na direção do seu bem-estar.
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! Seu desconforto fala de uma fronteira borrada entre o que é seu e o que escapa - essa amiga toca numa ferida onde seu amor e seu medo se confundem. O que ele oferece não apaga a angústia, porque ela vem de outro lugar: do que em você ainda espera ser a única, a escolhida sem resto. Um psicanalista ajudaria a ler essa história que se repete.
Entendo como essa situação pode te deixar desconfortável e insegura, especialmente quando há experiências passadas envolvendo emoções. Em uma relação, é importante reconhecer que sentir ciúmes ou insegurança não te torna fraca. Ao mesmo tempo, vale a pena olhar com carinho para esse "trauma" que você mencionou. Às vezes, experiências passadas não resolvidas acabam se projetando nas relações atuais. Trabalhar isso pode te ajudar a entender melhor seus sentimentos, fortalecer sua autoestima e ter mais clareza sobre o que é seu e o que pertence à relação.
 Salomão  Barros
Psicólogo
Manaus
Então, o diálogo, inclusive sobre o que incomoda num relacionamento é sempre importe, desde que a mensagem a ser passada por um seja entendida pela pelo outro e vice-versa. É necessário lembrar que são duas história que se juntam cada uma com suas cargas emocionais e de vida. Com certeza em terapia será possível você discernir melhor como lidar com esta insegurança e deixar você mais confortável para expressar seus desejos e suas insatisfações.
Olá, vocês já conversaram sobre isso? Pensando no diálogo para fortalecimento da confiança entre casal. Sobre este seu ultimo apontamento, já pensou em fazer análise ou psicoterapia para trabalhar este trauma e inseguranças, imagino de relações ou situações anteriores? Podendo levar a separar o que diz sobre ele e o que diz de seu passado. Espero ter lhe ajudado, fico a disposição.
Que bom que você trouxe essa questão com tanta honestidade. Isso mostra o quanto você já está atenta a si mesma e ao seu processo.
1-) Primeiro ponto: validar o que você sente!
Sentir insegurança não significa fraqueza ou falta de amor próprio. Muitas vezes, a insegurança é um sinal de que existe algo dentro de nós pedindo cuidado, reconhecimento ou reparo. Especialmente quando mencionamos traumas anteriores, é importante lembrar que as experiências passadas podem “ativar” alarmes em situações atuais, mesmo que racionalmente você saiba que ele te trata bem.
Na abordagem sistêmica (abordagem que eu trabalho), olhamos para o “lugar” que cada pessoa ocupa na relação. Você mencionou que essa amiga estava na vida dele antes de vocês começarem a namorar e que ele continuou mantendo o vínculo. Isso pode gerar uma sensação de “estar dividindo espaço” emocional, algo que pode mexer muito na sensação de pertencimento e exclusividade que a sua relação amorosa pressupõe.
Você já percebeu que ele faz muito por você e te trata bem. Isso é um dado importante. No entanto, o incômodo persiste porque existe uma história emocional anterior (talvez algum trauma seu) que se mistura com a realidade atual. Em muitos casos, mesmo um parceiro cuidadoso pode não perceber a profundidade dessa dor, porque ela não é apenas sobre o presente — é sobre experiências que talvez ainda não foram totalmente elaboradas.
Como trabalhar isso?
- Tente expressar ao seu parceiro de forma vulnerável (não acusatória) como você se sente. Use frases como: “Eu me sinto insegura quando vejo que vocês continuam próximos, porque isso me lembra situações passadas que me machucaram.”
- Reflita sobre o que seria necessário para você se sentir mais segura. Seria mais transparência? Limites mais claros? Momentos de reforço afetivo?
- Cuide do seu autoconceito: fortalecer seu senso de valor pessoal pode ajudar a não colocar toda a segurança emocional na ação do outro.
Na terapia, podemos aprofundar esses sentimentos, ressignificar experiências passadas e encontrar formas mais saudáveis de se posicionar emocionalmente, sem perder a conexão ou se anular.
Se sentir que posso te acompanhar mais de perto nesse processo, será um prazer te receber em consulta.
A primeira pessoa em quem você deve confiar é em você mesma, se você acredita que o seu atual namorado se faz presente, é cuidadoso com você, se permita investir na sua autoestima e autoconfiança e veja as possibilidades de engajamento no relacionamento.
Penso que o fato de seu namorado ainda falar com a sua amiga, não esta claro que queira voltar para ela, a segurança pode te colocar menos preocupada. e se precisar busque ajuda para trabalhar essa insegurança. Boa sorte.
 Larissa da Silva Araújo
Psicólogo
Pires Do Rio
Sentir insegurança em situações como essa é algo muito comum, especialmente quando há um histórico que mexe com suas emoções. É importante reconhecer que seus sentimentos são válidos e merecem atenção.

A confiança é a base de qualquer relacionamento, e o fato de seu namorado te tratar bem e se dedicar a você é um ponto positivo. Ainda assim, o trauma que você carrega pode ativar medos e dúvidas, tornando difícil lidar com essa situação.

Conversar abertamente com ele sobre como você se sente, sem acusações, pode ajudar a construir um espaço de compreensão entre vocês. Além disso, refletir sobre suas inseguranças, talvez com o apoio de uma psicóloga, pode ser fundamental para entender e trabalhar esses sentimentos, fortalecendo sua autoestima e seu relacionamento.

Lembre-se de que cuidar de si mesma é essencial para se sentir mais segura e confiante, tanto dentro quanto fora da relação.
Oiii, tudo bem ?
É totalmente compreensível que você se sinta insegura nessa situação, especialmente considerando que essa amiga em questão teve um envolvimento afetivo com seu namorado antes do início do relacionamento de vocês. Quando há um histórico prévio e a proximidade continua mesmo depois do namoro começar, é natural que surjam dúvidas e desconfortos — ainda mais se você já passou por experiências anteriores que deixaram marcas emocionais. O fato de ele te tratar bem e demonstrar cuidado é um ponto importante, mas suas emoções também merecem espaço e validação. O ideal é conversar com ele com honestidade, sem acusações, explicando como você se sente e o que isso representa para você emocionalmente. Relações saudáveis se fortalecem no diálogo e na empatia mútua. Se o trauma for algo que continua pesando e dificultando a confiança, buscar apoio psicológico pode te ajudar a ressignificar essas feridas e fortalecer sua segurança interna. Você não precisa lidar com tudo sozinha!
 Adriana de Oliveira
Psicólogo
Ribeirão Pires
É totalmente compreensível que você se sinta insegura nessa situação, especialmente considerando seu histórico emocional e o contexto que envolve essa amizade específica.

Na Terapia Cognitivo-Comportamental, a gente entende que as emoções que sentimos estão diretamente ligadas aos pensamentos que temos sobre uma situação, e esses pensamentos são influenciados por experiências passadas, como traumas, rejeições ou vivências de desconfiança.

Nesse caso, mesmo que seu namorado te trate bem e demonstre cuidado, o fato de ele manter contato com alguém por quem já teve interesse pode ativar pensamentos automáticos como “e se ele ainda sente algo?” ou “e se eu não for suficiente?”. Esses pensamentos disparam emoções como insegurança, medo e ciúme, que são legítimas, mas precisam ser compreendidas, e não guiadas por suposições.

O ideal nesse momento é se permitir olhar para essa insegurança com acolhimento, não com culpa. Em vez de reprimir o que sente ou agir de forma impulsiva, vale conversar com ele de forma aberta e respeitosa, expressando seus sentimentos sem acusar. Por exemplo: “Eu sei que você me trata bem e que confia em mim, mas por conta de coisas que vivi, essa situação me desperta insegurança. Eu queria que a gente pudesse conversar sobre isso.”

O objetivo não é controlar o outro, mas construir confiança e cuidado mútuo. E se esse desconforto emocional está muito intenso, buscar apoio psicológico pode te ajudar a fortalecer sua autoestima, ressignificar esse trauma e lidar com esses gatilhos de forma mais leve e consciente.
​É natural sentir insegurança quando há um histórico que desperta gatilhos emocionais, especialmente se você já viveu situações que abalaram sua confiança. Mesmo com um parceiro atencioso, pensamentos ligados ao medo de perda ou comparação podem surgir.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, a gente trabalha justamente isso: entender de onde vem esse desconforto, como ele afeta seus sentimentos e atitudes, e como construir mais segurança emocional.
Se você sente que isso tem te afetado, talvez seja o momento de olhar com mais carinho para si mesma. Se quiser, posso te ajudar nesse processo.
Obrigado por compartilhar isso, é normal sentir insegurança quando existe um passado assim, ainda mais quando envolve alguém que você gosta muito. Seu sentimento faz sentido, ainda mais porque tem um peso emocional antigo que traz.

O que pode ajudar é tentar entender o que, dentro desse medo, está te machucando de verdade — será medo de perder, medo de não ser suficiente, ou alguma outra coisa? Conversar com ele sobre como você se sente, sem acusações, só mostrando sua vulnerabilidade, pode aproximar vocês.

Também é importante cuidar de você, das suas feridas, para que essa insegurança não tome conta do que é bom entre vocês. Você merece se sentir segura e valorizada.

Quer que a gente pense junto em formas de lidar com essa insegurança?
 Mariana Lamim
Psicólogo
Jacareí
Imagino que essa situação te deixa insegura e não é a toa. Tem um histórico aí, tem sentimentos reais, e tem também uma ferida que você mesma reconhece, um trauma. E isso muda tudo:
Porque mesmo que ele parasse de falar com essa amiga, ou até com todas, isso não garante que a insegurança vá embora. O trauma não some só porque o outro se adapta. Às vezes, a gente acha que o alívio vem quando a situação muda, mas o que costuma acontecer é que logo aparece outra situação parecida, e o medo volta, com outra roupa.

Por isso, o mais importante aqui talvez não seja ele parar de falar com alguém, e sim você entender o que esse desconforto está te mostrando sobre você mesma. O que te atravessa, o que te faz sentir ameaçada, o que te toca tão fundo.

Não é sobre ignorar o que você sente. É sobre não deixar que isso tome o volante da sua vida. Seu bem-estar não pode viver à mercê do que o outro faz ou deixa de fazer. Tem coisa que é sua. E olhar pra isso, mesmo que seja desconfortável, é o que te dá liberdade.
Oi! Primeiramente, obrigada por confiar e dividir algo tão íntimo.
O que você está sentindo é mais comum do que parece, especialmente quando existe um histórico de traumas emocionais e relações passadas que te ensinaram a ficar em alerta.
Quando a insegurança aparece, mesmo diante de um parceiro que te trata bem, não significa que há algo errado com você.
Mas sim que há algo aí dentro que está pedindo atenção, proteção e acolhimento.

Muitas vezes, o nosso sistema emocional cria estratégias de defesa que nos fazem sentir ameaçadas em situações que mexem com memórias passadas, mesmo que o contexto atual seja diferente. Ou seja: não é só ciúmes, é sobrevivência emocional.

O primeiro passo?
Observar, com honestidade e sem culpa, o que exatamente te incomoda nessa dinâmica.
Pergunte a si mesma:
• É sobre o que ele faz hoje, ou sobre o que isso desperta em mim?
• Quais medos ou memórias estão sendo ativados aqui?
• Eu me sinto segura comigo ou só quando sinto que o outro “prova” isso?
E aqui entra o ponto mais importante:
Você não precisa decidir agora se o problema é “você ou ele”.
Você pode, sim, começar olhando pra dentro, não pra se culpar, mas pra se entender.

A terapia te ajuda exatamente com isso: A entender de onde vem essa dor, como ela se forma e o que você pode fazer pra fortalecer a sua autoestima e construir relações com mais leveza e segurança, inclusive com você mesma.
Você merece se sentir segura não só no relacionamento, mas dentro de você.
E esse processo começa por você.
Dra. Mariana Ozório
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Entendo que essa situação desperte insegurança e que seus sentimentos estejam atravessados por experiências anteriores que ainda reverberam. É importante diferenciar o que é do presente e o que é resquício de vivências passadas, mas isso nem sempre é simples — especialmente quando há um vínculo afetivo envolvido.
Na terapia, podemos trabalhar para compreender de onde vem essa insegurança, como ela se sustenta e de que forma ela impacta suas escolhas e relações. Esse processo não é sobre “apagar” o que você sente, mas sim sobre elaborar, para que esses sentimentos não te aprisionem e você possa se posicionar de forma mais consciente e segura no relacionamento.
 Júlia Robaina
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá!
O ciúme é um sentimento que pode trazer muito sofrimento para quem o sente e para a relação.
Você identifica que tem um trauma e que se sente muito insegura. Não há respostas prontas, pois cada pessoa possui uma história. É importante você poder falar sobre este trauma, elaborar sobre o que te aconteceu, suas perspectivas para essa relação. Um profissional pode ser fundamental neste processo.
Dra. Ana Paula Porto
Psicólogo
Rio de Janeiro
É natural sentir insegurança quando existe uma amiga que já fez parte da história afetiva do parceiro. Esse sentimento pode estar ligado a traumas emocionais e experiências anteriores, e a psicoterapia oferece um espaço seguro para compreender a origem dessas emoções e fortalecer a autoestima. Abordagens como a psicanálise, a Gestalt-terapia e a psicologia positiva ajudam a reconstruir a confiança e melhorar a qualidade do relacionamento.
Se você sente que a insegurança está afetando sua vida amorosa, a terapia de casal ou individual pode ser um caminho para transformar essa vivência em autoconfiança.
Sentir insegurança diante de uma amizade do namorado, ainda mais com alguém por quem ele já teve interesse, é compreensível. O fato de ele ser atencioso e cuidadoso com você não anula o impacto do trauma que carrega — e é justamente esse histórico que pode fazer com que a presença dessa amiga seja sentida como ameaça.

A questão aqui não é só a amizade em si, mas como ela toca nas suas feridas antigas e ativa a sensação de risco. É importante poder falar sobre isso com ele de forma clara, explicando que não se trata de desconfiança gratuita, mas de insegurança que precisa ser acolhida. A forma como ele reage também mostra o quanto a relação pode ser um espaço de respeito e escuta.

Esse tipo de conflito pode ser elaborado em psicoterapia psicanalítica, onde você terá um espaço para compreender de onde vem esse medo e como fortalecê-lo internamente. Muitas mulheres buscam atendimento psicológico online como primeira consulta psicologia para trabalhar justamente o tratamento da ansiedade que surge em situações como essa. Se ambos desejarem olhar para a relação de forma conjunta, a terapia de casal online pode ser uma alternativa para mediar esse diálogo.
 Larissa Zani
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? O que você está sentindo faz sentido, especialmente quando existe uma história prévia envolvendo essa amiga específica. Mesmo quando o parceiro é carinhoso, presente e demonstra compromisso, o cérebro emocional não se guia apenas pelo presente — ele reage ao que já foi vivido e ao que foi aprendido como ameaça. Quando há trauma, a mente não pergunta se algo está acontecendo agora; ela pergunta se poderia acontecer de novo.

É importante diferenciar duas camadas aqui. Uma delas é o comportamento real do seu namorado, que você descreve como respeitoso, cuidadoso e implicado com a relação. A outra é a sua experiência interna, marcada por insegurança e medo de reviver uma dor antiga. Essas duas coisas podem coexistir sem que uma invalide a outra. O problema costuma surgir quando a mente tenta resolver um medo antigo controlando uma situação atual, como se vigilância constante pudesse garantir segurança emocional.

Talvez valha se perguntar: o que exatamente essa amizade ativa em você — medo de ser trocada, de não ser suficiente, de ser enganada sem perceber? A insegurança aparece mais como imagens, pensamentos repetitivos ou sensações físicas? E quando você pensa em conversar com ele sobre isso, o que mais te paralisa: o receio de parecer controladora, de ser invalidada ou de confirmar um medo que você prefere não olhar de frente?

Traumas relacionais costumam criar um “radar” sempre ligado, e qualquer elemento parecido com o passado vira um sinal de alerta. Isso não significa que sua intuição esteja errada, mas que ela pode estar amplificada. O trabalho terapêutico, nesses casos, não é apagar a insegurança à força, mas entender de onde ela vem, o que ela tenta proteger e como você pode se sentir segura sem precisar se anular ou viver em estado de alerta constante.

Esse tema é muito rico para ser levado à terapia, inclusive para diferenciar o que pertence à sua história e o que pertence à dinâmica atual do relacionamento. Relações saudáveis não pedem que a gente ignore o que sente, mas também não exigem que a gente viva refém do medo. Se fizer sentido, podemos conversar mais sobre isso. Caso precise, estou à disposição.

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