Sou muito insegurança, e também tenho dificuldade quando algo sai do meu controle. Tem dias que acor

44 respostas
Sou muito insegurança, e também tenho dificuldade quando algo sai do meu controle. Tem dias que acordo mal, desanimada, com medo de ser demitida por não ser boa o suficiente, sinto que nada que eu faça está bom. Algo pequeno se torna gigante, acabo me comparando com outras pessoas da minha área e sinto que nunca vou alcançar o nível. Me sinto frustada e irritada, e super mal por não me sentir boa. Isso é normal?
Olá! Sim, é comum sentir alguma insegurança, medo de não ser suficiente, comparação com os outros e frustração com erros ou imprevistos. Mas o que você descreve parece ir além de um desconforto ocasional: parece algo mais frequente e intenso, causando bastante sofrimento. E por causar sofrimento, é algo que merece sua atenção e cuidado. Procure por ajuda profissional.

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Questões como controle e comparação com os outros precisam ser tratadas com psicoterapia para não trazerem mais sofrimento nem prejuízos para a vida profissional.
O que você está descrevendo é mais comum do que parece, principalmente em pessoas que carregam um alto nível de autocrítica e perfeccionismo . Essa insegurança constante, o medo de errar ou de não ser suficiente, pode gerar um desgaste emocional profundo e não é algo que você precisa enfrentar sozinha.
Não se trata de "ser fraca" ou de exagero, mas de uma dor que está tentando dizer algo. Quando algo pequeno vira gigante, quando a comparação com os outros paralisa, e quando o desânimo aparece mesmo sem um motivo claro, o corpo e a mente estão sinalizando que algo precisa de cuidado.
Oiiie, Sim, o que você está sentindo é normal, e Carl Jung diria que isso faz parte do processo de se tornar quem você realmente é. Quando bate essa insegurança, esse medo de não ser boa o suficiente, a comparação com os outros e a sensação de que tudo está fora do controle, pode ser sinal de que existe um conflito interno acontecendo, entre a parte sua que quer parecer forte, perfeita e no controle, e outra parte, mais escondida, que se sente frágil, cansada e com medo. Jung chamava essa parte escondida de “sombra”, e ela não é ruim, ela só quer ser vista e acolhida. Esses sentimentos difíceis, na verdade, são um convite pra você se conhecer melhor, parar de tentar se encaixar em expectativas e começar a aceitar quem você é de verdade. Isso não é fraqueza, é o começo de um crescimento mais profundo e verdadeiro. A terapia muitas vezes ajuda neste processo!!
Dra. Carolaine Siqueira
Psicólogo
São José do Rio Preto
Olá! Quando você vive com esse sentimento constante de não ser boa o suficiente, tudo ao redor começa a virar uma ameaça o trabalho, as comparações, o medo de errar, até os próprios pensamentos. E o pior é que isso não aparece só em momentos de crise… às vezes, já é a forma como você acorda. Cansada antes mesmo de começar o dia.

A insegurança e o medo de perder o controle geralmente têm raízes mais profundas do que parecem. São vozes antigas, internas, que te fazem sentir que precisa se esforçar o dobro pra ser aceita, pra ser vista, pra ser “boa o bastante”. Mas viver sob essa tensão constante não é só desgastante é cruel com você mesma.

E não, isso não é só “normal”. É comum, mas não deveria ser o seu padrão. Porque você não nasceu se sentindo assim aprendeu, em algum momento da vida, que precisava se cobrar, se comparar, se anular.

Se você está cansada de viver nesse ciclo, e sente que precisa de alguém que te ajude a olhar pra isso com mais clareza e menos julgamento, marca uma sessão comigo.Vamos juntas desconstruir essa ideia de que você precisa se provar o tempo todo.
Esses pensamentos são reflexos de feridas emocionais e de percepções distorcidas sobre si mesma. Muitas vezes, ambientes com excesso de cobrança, críticas, comparações ou negligencia, despertam formas negativas de nos vermos e de interpretarmos situações simples como grandes ameaças. Isso pode intensificar sentimentos de inadequação e, com o tempo, contribuir para quadros de ansiedade e depressão.
A terapia pode te ajudar a compreender a origem dessas dores, acolher sua história com mais compaixão, imersão ao autoconhecimento, fortalecimento emocional e criar novos caminhos
 Carla Santarem
Psicólogo
Florianópolis
Oi minha querida
Isso que tu está sentindo é mais comum do que parece, mas não por isso deve ser ignorado ou naturalizado. Essa insegurança constante, o medo de ser demitida, a sensação de não ser boa o suficiente, a comparação com outras pessoas e a tendência de transformar algo pequeno em algo enorme são sinais claros de uma autocrítica muito severa e possivelmente de um padrão de pensamento disfuncional.

Muitas pessoas, principalmente em ambientes de alta exigência ou instabilidade, sentem que precisam provar seu valor o tempo todo. E quando algo sai do controle, isso ativa uma sensação de impotência, como se tudo estivesse desmoronando. Isso não significa fraqueza. Significa que tu está sobrecarregada por pensamentos distorcidos, pressão interna e falta de acolhimento emocional.

A comparação com os outros pode reforçar ainda mais essa dor. Quando olhamos para o outro apenas pelo resultado, esquecemos do processo, das dificuldades que ele também teve, das ajudas que recebeu, dos erros cometidos. Comparar bastidores com o palco dos outros é injusto — e cruel!

Tu está lidando com pensamentos automáticos que dizem:
– "Não sou boa o suficiente."
– "Vão perceber que não dou conta."
– "Nada do que eu faço é realmente bom."

Esses pensamentos não são verdades absolutas. Eles são aprendidos ao longo da vida, muitas vezes desde cedo. Mas podem ser questionados, entendidos e transformados. O problema não é sentir isso — o problema é acreditar cegamente nisso sem questionar.

Tu pode começar se perguntando:

Quais evidências concretas (provas reais) eu tenho de que sou ruim no que faço?

O que estou ignorando quando foco apenas no que não fiz?

Que expectativa estou tentando atingir, e de onde ela vem?

Depois de responder a essas perguntas, escreva uma conclusão, é o que chamamos de resposta adaptativa, ou seja, uma visão mais alinhada com a realidade, e não influenciada pelas emoções ou autocritica.

Essa sensação de frustração e irritação por não se sentir boa o suficiente não é fraqueza, é um sinal de que tu precisa se acolher com mais compaixão. O teu valor não está só na tua produtividade ou na comparação com os outros. Ele está na tua presença, na tua ética, na tua história — e isso não se mede com métricas externas.

Tu não precisa dar conta de tudo, e não precisa estar "pronta" para ser boa. Tu já é valiosa — mesmo com medo, mesmo com dias ruins.

Lembre-se: sentir-se insegura ou desanimada em alguns dias não define quem tu é — muito menos tua competência ou valor. Tu está fazendo o melhor que pode com as ferramentas que tem, e isso já é muito!

Talvez hoje tu não consiga ver isso com clareza… e tudo bem! Mesmo nos dias nublados, o sol continua lá. A tua força também!

Tu não precisa enfrentar tudo sozinha, tá! Com acolhimento, apoio e um passo de cada vez, é possível reconstruir esse olhar sobre si mesma.

Seja gentil contigo mesma. Tu merece o mesmo cuidado e respeito que oferece aos outros.
Espero ter ajudado. Abraço, minha querida.





Esses sentimentos são comuns a muitas pessoas. A provável origem está relacionada em como você percebeu o ambiente da infância e adolescência, como se sentiu tratada. Cada um de nós acaba por não ter muitas de nossas necessidades emocionais atendidas, principalmente na infância, dependendo do nosso temperamento e da intensidade do ambiente, isso pode nos levar a nos percebermos como "não suficiente ", com "defeito", com a impressão de que as coisas vão dar errado e não daremos conta, etc. Esses tipos de sentimentos podem ser tratados em uma boa terapia, com um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança.
Se sentir insegura de vez em quando, ter dúvidas sobre o próprio desempenho ou até se comparar em alguns momentos pode acontecer com qualquer pessoa, mas quando isso se torna constante, interfere na sua rotina, na sua autoestima e te paralisa, é um sinal de que algo merece atenção. Viver com medo frequente de não ser boa o suficiente, com a sensação de que nada do que faz é válido ou com uma autocrítica muito intensa não é algo que se deva naturalizar. A terapia pode ajudar a entender melhor a origem dessas inseguranças e a construir um olhar mais gentil sobre si mesma, identificando o que é seu e o que talvez esteja sendo exigido além do possível.
Olá, primeiramente, quero te dizer que é muito corajoso da sua parte compartilhar isso — e sim, esses sentimentos são mais comuns do que parecem, especialmente em um mundo que nos exige tanto o tempo todo.
Mas, é importante entender que o fato de serem comuns, não significa que devam ser normalizados a ponto de você ter que conviver com esse sofrimento sozinha.
Essa insegurança, o medo de não ser boa o suficiente, a comparação constante, o desânimo… tudo isso pode estar relacionado a um padrão de pensamentos automáticos que a sua mente aprendeu a repetir — Por isso, é importante você buscar ajuda de um profissional da psicologia para te ajudar a ressignificar e construir uma relação mais leve e saudável com você mesma.
A psicoterapia pode te ajudar a entender suas emoções, fortalecer sua autoestima, desenvolver estratégias para lidar com a insegurança e construir autoconfiança de forma sólida.
Olá! Como você está?
Sinto muito que esteja passando por isso! Sim, estes sintomas são muito comuns! E posso te dizer que quando algo pequeno se torna enorme, é sinal de que seu sistema de alerta está ativado com muita frequência e a terapia pode ajudar a identificar esses pensamentos automáticos, questionar suas distorções e construir uma nova forma de se ver e lidar com os desafios. Você não está sozinha, e sim, existe tratamento e ferramentas para lidar melhor com tudo isso. Se quiser iniciar esse processo de cuidado, minha agenda está aberta. Vai ser um prazer te acolher! :)
Olá, antes de tudo quero dizer que o que você está sentindo é muito comum, e saiba que você não está sozinha nessa. Muitas pessoas que passam por desafios profissionais e pessoais sentem insegurança, medo e aquela sensação de que nunca estão “boas o suficiente”. Esses sentimentos podem ser exaustivos e impactar sua autoestima e qualidade de vida, mas o que poucos sabem é que eles podem ser trabalhados e superados.

Como psicóloga, meu papel é justamente ajudar você a entender esses sentimentos, identificar suas origens e desenvolver ferramentas práticas para que você se sinta mais segura, confiante e capaz de lidar com as incertezas do dia a dia, seja no trabalho ou na vida pessoal.

Se quiser, podemos conversar melhor sobre o que você está vivendo e traçar juntas um caminho para que esses medos e frustrações não controlem mais a sua vida. A terapia é um espaço seguro onde você pode se expressar livremente e encontrar maneiras concretas de fortalecer sua autoestima e resiliência.

Se sentir vontade, estou à disposição para uma psicoterapia. Quer marcar um horário para conversarmos?
 Silvia Coutinho
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, uma certa dose de insegurança, de frustração quando algo não sai conforme o planejado e de comparação com outras pessoas pode ser considerada comum, porém se tais sensações ocorrem de forma mais constante e geram impacto nas diversas áreas da vida da pessoa será importante cuidar disso. Portanto caso você observe que essa frustração, desânimo e insegurança estão presentes de uma maneira intensa e te causando prejuízos e sofrimento busque um atendimento com um Psicólogo ou Psicanalista.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O jeito como você descreveu sua experiência tem uma força emocional que merece ser escutada com bastante cuidado. Essa sensação de desânimo, insegurança e autocrítica intensa, especialmente quando algo foge do seu controle, não é incomum — mas isso não significa que precise ser parte da sua rotina ou que você deva se acostumar com essa dor como se fosse “normal”. O que você está sentindo pode ter raízes mais profundas, ligadas à forma como você aprendeu a lidar com exigências, expectativas e até com a forma como se percebe diante dos outros.

Às vezes, quando há uma parte dentro de nós que acredita que “nunca é suficiente”, mesmo nossas conquistas perdem o sabor, e qualquer pequeno erro pode parecer uma catástrofe. Esse funcionamento costuma ser alimentado por padrões de pensamento rígidos, muitas vezes aprendidos em ambientes onde a validação externa era essencial para se sentir segura. Quando isso se mistura com uma necessidade de controle como tentativa de aliviar o medo, o resultado pode ser justamente esse ciclo: ansiedade, frustração e exaustão.

A neurociência mostra que nosso cérebro é altamente plástico, ou seja, ele molda suas redes de pensamento com base nas experiências repetidas. Se você vive com a sensação de alerta, medo da avaliação ou da comparação, o sistema nervoso pode entrar em modo de sobrevivência — liberando cortisol e ativando áreas ligadas à ameaça, como a amígdala cerebral. Isso dificulta o acesso a funções mais refinadas, como clareza, criatividade e autoconfiança. Em outras palavras, o seu cérebro começa a trabalhar para te proteger, mas acaba te deixando paralisada.

Será que, ao longo da sua vida, você teve espaço para se sentir segura mesmo quando errava? Quando você sente que precisa se provar, está tentando provar o quê... e para quem? E se você não fosse medida só pelos resultados, o que mais poderia revelar sobre quem você é?

Explorar essas questões em terapia pode abrir caminhos que hoje talvez pareçam bloqueados. Não para “consertar” você — porque você não está quebrada —, mas para te ajudar a sair desse ciclo de exigência interna que vem te sufocando.

Caso precise, estou à disposição.
 Daniela Pacheco Costa
Psicólogo, Psicanalista
Florianópolis
A questão não é o que é normal e o que não é. O que posso dizer é que o seu relato é bastante comum na clínica. É algo pequeno, como você diz, que lhe incomoda profundamente. Todo o contexto que envolve essas situações precisam ser investigados e elaborados. Buscar conhecer melhor aquilo que te toca e os processos que envolvem essas situações que você descreve é o início do caminho para buscar novas formas de lidar com essas situações, a sua insegurança e a necessidade de controle. É isso que um processo de análise pode fazer. Não há como termos controle de tudo, sempre vai haver algo que foge da nossa alçada. Com você lida com essa situação e frustração é o que irá fazer a diferença.

 Thainara Lopes
Psicólogo
Juiz de Fora
Olá! Acredito que a Psicoterapia poderá te ajudar muito. A forma como você pensa sobre não ser boa o suficiente pode estar impactando no meu comportamento, como o desânimo. A comparação que muitas vezes fazemos pode ser injusta e agravar a sua percepção de "não ser boa o suficiente", somado a isso a autocobrança e o perfeccionismo faz com que a frustração aumente e os pensamentos negativos a respeito de si também. Tudo isso é possível de ser entendido, analisando, ressignificado, levando a uma mudança na forma de enxergar o seu desempenho no trabalho e também a uma maior autoconfiança, para que você possa crescer na carreira.
 Lorena Blas
Psicólogo
Santo André, SP
Puxa, não é normal se sentir assim e isso quer dizer que você pode buscar um tratamento para recuperar sua autoestima. Estou a disposição!
 Talita Bressiani Jugni
Psicólogo
Itapira
Olá! Boa tarde!
O que você está sentindo é muito mais comum do que parece, e é totalmente compreensível se sentir assim diante de tantas pressões e cobranças, seja no trabalho, na vida pessoal ou até com você mesma. A insegurança e o medo de não dar conta podem deixar o dia a dia pesado e gerar esse sentimento de que nada está bom o suficiente.
Essas sensações podem estar ligadas a padrões internos de autocrítica e comparações, que muitas vezes nos impedem de reconhecer nosso valor real. O importante é saber que isso não define quem você é e que é possível trabalhar essas questões para que esses sentimentos deixem de dominar seu bem-estar.
Se quiser, podemos conversar mais sobre isso e buscar caminhos para você resgatar sua confiança e encontrar formas de lidar melhor com essas dificuldades.
Fique à vontade para me contar mais quando quiser.
 Maria Eduarda Todorof
Psicólogo
Niterói
Olá, boa tarde. Gostaria de te fazer algumas perguntas com o intuito de ajuda-lá a se aproximar dessa experiência de outra maneira. Desde quando sente-se insuficiente? O que seria essa suficiência para você? Faz muito tempo que você sente-se assim? Sua pergunta é muito importante e toca em algo que muitas pessoas sentem, mas que nem sempre conseguem expressar. O que você está sentindo não é incomum, especialmente em contextos de trabalho exigentes ou quando se tem uma cobrança interna muito grande. Não significa que seja “normal” no sentido de saudável ou desejável, mas sim que é uma experiência humana compartilhada por muitas pessoas. Especialmente mulheres em ambientes profissionais, muitas vezes enfrentam pressões silenciosas que alimentam esse tipo de pensamento. É importante validar o que você sente: isso dói, é exaustivo e desgastante. Mas também é possível trabalhar essa questões em um processo terapêutico! Me coloco à disposição
Dra. Lorena Vidotti
Psicólogo
Betim
Sentir-se bem consigo mesma é o estado natural.
Momentos de desânimo, frustração ou insegurança fazem parte da vida, sim — mas eles são episódicos, não constantes.

Quando você diz que tem medo de ser insuficiente, de não dar conta ou de ser demitida por não ser boa o bastante, estamos falando de crenças disfuncionais.
São pensamentos automáticos negativos que, aos poucos, vão moldando sua forma de pensar, sentir e agir… e acabam controlando sua vida.

Essas crenças não surgem do nada. Elas geralmente têm raízes em vivências passadas, experiências familiares ou ambientes críticos — e precisam ser trabalhadas.

Faça terapia.
Você não precisa carregar isso sozinha. Com o acompanhamento certo, é possível ressignificar essas ideias, fortalecer sua autoestima e retomar o controle sobre suas escolhas e emoções.
 Julia Melo
Psicólogo, Psicanalista
Valença
Como psicóloga e psicanalista digo para você que, essa sensação de insegurança, de nunca estar à altura ou de não ser “boa o suficiente”, é mais comum do que parece. Na psicanálise, compreendemos que há uma parte de nós que atua como uma espécie de juiz interno, sempre avaliando, cobrando e muitas vezes rebaixando o nosso valor. Isso é o que Freud chamou de supereu. E pode ser ainda mais intensificada nessa cultura que valoriza o desempenho, a comparação e a exigência constante por resultados impecáveis.
Uma sessão de análise pode dar lugar a essa crítica: de onde vem? A quem serve? O que tenta proteger, mesmo cobrando tanto? Se sentir mal com isso não é sinal de fracasso. Talvez seja apenas um sinal de que algo dentro de você está pedindo cuidado e atenção. Em uma escuta, junto com o analista, é possível abrir espaço para outra forma de relação consigo mesma.
Sim, o que você está sentindo é mais comum do que parece — muitas pessoas enfrentam inseguranças, medo do fracasso e uma autocrítica constante que pode afetar o bem-estar emocional e o desempenho no trabalho. Esses sentimentos não diminuem o seu valor, mas indicam que você está lidando com padrões mentais que merecem acolhimento e atenção profissional. A Psicologia, especialmente por meio de abordagens baseadas em evidências como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ajudar a identificar e reestruturar esses pensamentos automáticos negativos, desenvolver autocompaixão, promover equilíbrio emocional e fortalecer sua autoconfiança. Procurar um psicólogo não é sinal de fraqueza, mas um gesto de coragem e cuidado com sua saúde mental — e pode ser um passo essencial para que você volte a se sentir bem consigo mesma e mais segura diante dos desafios da vida. Conte com minha ajuda nesta jornada de crescimento e autoconhecimento.
 Maisa França
Psicólogo
Feira de Santana
É normal sentir insegurança em algum momento da vida, afinal somos seres humanos com vulnerabilidades. Por outro lado, quando esta insegurança se torna tão grande que influencia no nosso dia a dia e se sente que é difícil demais ou impossível lidar com isso sozinho(a), é o momento de buscar ajuda profissional. A psicoterapia (online ou presencial) pode te ajudar a dar conta dessa insegurança e compreender quais as estratégias podem ser construídas para seu bem estar.

Abraços!
Estamos num mundo super competitivo. Além disso, com as redes sociais ficamos ainda mais vulneráveis e sujeitos a comparações que muitas vezes não são reais. Pode ser normal estar vivendo essa situação, sim. Entretanto, Alguns dos sintomas que vc mencionou coincidem com o que o DSM descreve como sintomas de depressão. Mas apenas descrevendo o que vc disse, não significa que vc esteja com depressão, precisaria conhecer melhor sua história ou se há situações no presente que te provoquem essas sensações
O que você descreve é vivido por muitas pessoas — embora, na maioria das vezes, em silêncio. Esse sentimento de que nada do que se faz é suficiente, o medo constante de não estar à altura, a comparação com os outros… tudo isso vai construindo uma sensação de insegurança que toma conta do dia, da autoestima, do corpo.

Talvez não seja apenas uma questão de “ser normal” ou não, mas de perceber o quanto isso vem ocupando espaço demais dentro de você. O quanto as cobranças — externas ou internas — se tornam vozes que diminuem suas conquistas, que ampliam pequenos erros e fazem com que você duvide do seu próprio valor.

Pode ser que essa dificuldade com o imprevisível, com o que escapa do seu controle, esteja ligada a uma necessidade de se sentir segura, reconhecida, em paz. Quando isso falha, o medo e a autocrítica assumem o lugar. E talvez, nesse movimento, você acabe sendo muito mais dura consigo mesma do que seria com qualquer outra pessoa.

Você já parou para se perguntar: de onde vem essa régua tão alta? Em que momentos da sua história você aprendeu que precisava ser “boa o suficiente” para ser aceita?

É possível, sim, ir compreendendo esse jeito de sentir e criando novos modos de se relacionar consigo mesma — menos duros, menos solitários. Um processo terapêutico pode ajudar muito nisso. Não como uma forma de “consertar” algo, mas como um espaço de escuta e cuidado, onde essas vozes possam, aos poucos, dar lugar a outras — mais gentis, mais autênticas.
Olá! Sua descrição é de uma pessoa insegura, que não confia em si mesma, em suas habilidades e qualidades, ou seja, acredita não ser boa o suficiente para realizar determinada tarefa ou até mesmo para ser amada, aceita e reconhecida pelos outros. Desencadeia um sentimento de incapacidade e de não merecimento, mesmo que os fatos mostrem o contrário. Essa pessoa se vê incapaz de ultrapassar determinado desafio, de realizar uma mudança em sua vida, de tomar uma decisão importante. Ela faz autocríticas severas e tem grande medo de fracassar, de errar, de ser rejeitada e de se frustrar. A insegurança pode ser tão forte que a impede de progredir ou até mesmo de realizar coisas normais na vida como trabalhar e estudar. Isso é prejudicial, causa sofrimento, acaba tendo pensamentos de medos e preocupações que servem de gatilho para ansiedade e tristeza. Procure um psicólogo para ajudar. A psicoterapia ajuda a superar seus medos, controlar sua ansiedade, elevar a autoestima e tornar-se mais segura e autoconfiante. Procure ajuda!
Dr. Rafael Peixoto
Psicólogo, Terapeuta complementar
Petrópolis
Muito obrigado por compartilhar seus sentimentos com tanta sinceridade — isso já demonstra um grande passo em direção ao autocuidado.

Sentir insegurança e desânimo diante das cobranças diárias não é incomum, mas quando esses sentimentos se tornam frequentes e intensos, eles podem atrapalhar o seu bem-estar e sua produtividade.

É como se sua mente tivesse um “volume” elevado demais para o perfeccionismo, fazendo você enxergar falhas e ameaças onde talvez não existam. Por exemplo, um erro pequeno no trabalho pode ser interpretado como motivo para perder tudo, gerando uma ansiedade que consome sua energia.

Esses padrões de pensamento dificultam a autoconfiança e aumentam o estresse, mas é possível aprender a reconhecer essas interpretações distorcidas e desenvolver formas mais equilibradas de lidar com os desafios.

Agradeço novamente pela confiança. Estou à disposição para te ajudar a fortalecer sua autoestima e encontrar caminhos para viver com mais leveza e segurança.
 Michelle Novello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá, obrigada por compartilhar algo tão íntimo e difícil.

O que você descreve, essa insegurança constante, o medo de não ser boa o suficiente, a frustração por não conseguir controlar tudo e o sentimento de inferioridade diante dos outros, fala de uma dor muito profunda, que vai além das circunstâncias do momento.

Na psicanálise, costumamos escutar esse tipo de sofrimento como um sinal de que há exigências internas muito severas, ideais muito rígidos que talvez tenham se construído ao longo da vida. É como se uma parte sua dissesse o tempo todo: "Você precisa ser perfeita para merecer existir, para não decepcionar, para não ser abandonada." E isso pode ser exaustivo.

Não há nada de "anormal" em sentir isso, pelo contrário, muitos sofrem silenciosamente com essas angústias. A questão talvez não seja "isso é normal?", mas sim: de onde vem esse medo constante de falhar? A quem você precisa provar tanto? Quando foi que você aprendeu que precisava ser perfeita para ser aceita?

A psicanálise pode justamente ser o espaço para você começar a nomear essas exigências, entender suas origens e, aos poucos, construir outra relação com você mesma, mais possível, mais viva, menos cruel.
O que você está sentindo é mais comum do que parece e tem relação com insegurança, medo de fracasso e autocobrança excessiva, algo que muitas pessoas vivenciam, especialmente em contextos de trabalho ou em momentos de pressão.

A sensação de que “nada é bom o suficiente”, o medo constante de não atender às expectativas e a tendência de transformar pequenas situações em grandes problemas são sinais de que você pode estar lidando com um alto nível de ansiedade, baixa autoestima ou até traços do chamado “síndrome do impostor” — quando a pessoa sente que não merece seu lugar ou teme ser “descoberta” como incapaz, mesmo tendo competência.

Essas vivências não significam que você tem algo “errado” ou “anormal”, mas indicam que talvez seja o momento de buscar ajuda para entender melhor esses padrões, aprender a lidar com eles e construir uma relação mais gentil consigo mesma.

A psicoterapia pode ser muito útil para te ajudar a reconhecer suas qualidades, diminuir a comparação e desenvolver segurança emocional. Coloco-me à disposição, caso queira conversar mais ou iniciar esse processo. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
É muito importante o investimento em psicoterapia para que neste espaço você possa compreender de onde vem essas crenças com relação a sua autoestima, que podem estar limitando os seus avanços profissionais e pessoais. O autoconhecimento é muito importante para lidar melhor e compreender as emoções de maneira empática e acolhedora sobre você mesmo.
Boa noite. É possível trabalhar tais aspectos em psicoterapia. Um período de insegurança pode ter origens distintas, mas se gera sofrimento psíquico você pode avaliar mais profundamente em um processo psicoterapêutico com um psicólogo e trabalhar o que te faz sentir segura antes de tudo para si mesma! Desejo sucesso!
 Gabrielle Vieira
Psicólogo
Três Rios
O que você descreve é mais comum do que parece, muitas pessoas passam por esse turbilhão interno de insegurança, comparação constante e medo de não ser boa o suficiente. Mas o fato de isso estar afetando seus dias, sua energia e sua autoestima mostra que não se trata apenas de algo "normal" a ser ignorado. É um sofrimento legítimo, e você não precisa passar por isso sozinha. Na psicoterapia, a gente pode entender juntas de onde vêm essas cobranças tão duras, por que situações fora do controle te impactam tanto, e como construir uma relação mais gentil com você mesma. Eu trabalho com uma escuta cuidadosa e integrativa, que leva em conta sua história, emoções e tudo aquilo que é importante pra você. O primeiro passo é justamente esse que você já deu: perceber que algo não vai bem e buscar ajuda. Se quiser, podemos marcar uma conversa inicial, sem compromisso, para que você me conheça melhor e entenda como é esse processo. Pode ser o começo de um caminho de mais leveza e autoconfiança.
Espero ter ajudado.
Não, não é normal se sentir assim com essa frequência e intensidade. O que você descreve, com essa combinação de insegurança profunda, medo de não ser boa o suficiente, constante autocrítica, dificuldade em lidar com a falta de controle e comparações exaustivas, aponta para um sofrimento emocional significativo que merece atenção.

É compreensível que você se preocupe com o que está sentindo. Muitas pessoas experienciam insegurança em algum nível, mas quando ela se manifesta de forma tão debilitante, a ponto de gerar medo de demissão, desânimo diário e a sensação de que nada que você faz é bom, isso sinaliza que o problema vai além de uma insegurança comum.

O que pode estar acontecendo?
Esses sentimentos que você relata podem ser sintomas de algumas questões emocionais ou psicológicas, como:

Baixa Autoestima: A base de muitos desses sentimentos é uma autoimagem negativa. Quando você não se sente boa o suficiente, é natural que tenha medo de falhar e se compare negativamente aos outros.

Perfeccionismo: A busca incessante por ser "boa o suficiente" pode estar ligada a um perfeccionismo excessivo, onde qualquer erro ou desempenho que não seja impecável é visto como um fracasso gigantesco.

Ansiedade: O medo de ser demitida, a dificuldade em lidar com o que sai do controle e a preocupação constante com seu desempenho são fortes indicadores de ansiedade.

Estresse Crônico: O ambiente de trabalho e a pressão interna que você impõe a si mesma podem estar gerando um estresse constante que drena sua energia e afeta seu humor.

Sintomas Depressivos: Sentir-se desanimada, frustrada e irritada, além da perda de prazer em suas realizações, podem ser indícios de que você está experienciando sintomas depressivos.

A importância de buscar ajuda
É crucial entender que você não precisa e nem deveria passar por isso sozinha. Sentir-se "super mal por não se sentir boa" é um ciclo vicioso que mina sua saúde mental e seu potencial.

Isso não é um sinal de fraqueza; é um sinal de que você está vivenciando uma angústia que precisa ser endereçada.

O que fazer?
Busque Ajuda Profissional: O primeiro e mais importante passo é conversar com um psicólogo. Um profissional pode te ajudar a:

Identificar as raízes dessa insegurança e dos medos.

Desenvolver estratégias para lidar com a autocrítica e as comparações.

Reconhecer seus pontos fortes e construir uma autoestima mais sólida.

Gerenciar a ansiedade e a frustração.

Se necessário, um psicólogo pode indicar a avaliação com um psiquiatra, caso haja necessidade de medicação para auxiliar no tratamento de sintomas mais intensos de ansiedade ou depressão.

Comece um Diário: Escrever sobre o que você sente pode ser uma forma de organizar seus pensamentos e perceber padrões.

Limite as Comparações: Tente reduzir o tempo em redes sociais ou ambientes que te incentivem a se comparar constantemente. Lembre-se que as pessoas geralmente mostram apenas o lado "perfeito" e editado de suas vidas.

Celebre Pequenas Conquistas: Mude o foco do que "não está bom" para o que você já conseguiu, mesmo que pareça pequeno.

Cuide de Si Mesma: Garanta que você esteja dormindo bem, comendo de forma saudável e praticando alguma atividade física. O bem-estar físico impacta diretamente o bem-estar mental.

Você merece se sentir bem e reconhecer seu valor. Essa sensação de não ser boa o suficiente pode ser superada. O primeiro passo é o reconhecimento e a busca por apoio.

Você já pensou em conversar com alguém sobre esses sentimentos antes?
 Adriana de Oliveira
Psicólogo
Ribeirão Pires
O que você está sentindo não é incomum e muitas pessoas passam por isso, especialmente quando lidam com altos níveis de autoexigência, medo de julgamento e necessidade de controle. Mas apesar de ser frequente, não significa que você precisa conviver com essa dor emocional como se fosse normal ou permanente.

Na Terapia Cognitivo-Comportamental, entendemos que pensamentos como "não sou boa o suficiente", "vou ser demitida", "nunca vou alcançar o nível dos outros" são chamados de pensamentos automáticos disfuncionais. Eles não surgem porque você quer pensar assim, mas sim porque, ao longo da vida, você pode ter desenvolvido crenças centrais de inadequação, medo de falhar ou de não ser aceita, muitas vezes ligadas a experiências passadas.

Esses pensamentos distorcem a realidade e geram emoções intensas como ansiedade, frustração e tristeza. E quando você acredita neles sem questionar, qualquer desafio vira uma ameaça, qualquer erro vira prova de fracasso, e a comparação com os outros reforça a ideia de que você está sempre aquém.

É importante saber que isso tem tratamento. A TCC trabalha justamente para identificar, questionar e reestruturar esses padrões de pensamento, ajudando você a desenvolver uma visão mais equilibrada de si mesma, fortalecer sua autoconfiança e lidar melhor com imprevistos e críticas sem se autodepreciar.

O fato de você já perceber esse ciclo e conseguir expressar o que sente com clareza é um ótimo sinal de consciência emocional. E isso mostra que você está pronta para dar o próximo passo e buscar apoio. Você não precisa enfrentar isso sozinha, a psicoterapia pode te ajudar a reconstruir essa relação com você mesma de forma mais leve, segura e saudável.
Sim, isso é completamente normal. Muitas vezes, sentimos insegurança e até medo de não sermos boas o suficiente. É natural, também, nos compararmos com os outros ou acharmos que não estamos alcançando o que esperávamos. Quando algo sai do controle, pode parecer que o mundo desmorona.
Esses sentimentos fazem parte da experiência humana, mas é importante que não se tornem um padrão constante e paralisante. A terapia é um lugar onde podemos falar abertamente sobre essas questões, entender o que está por trás delas e buscar formas mais gentis de lidar com esses momentos. Ajudar você a se ver com mais compaixão e confiança é parte do processo.
 Priscila Yamashita Silva
Psicólogo
Vitória da Conquista
É natural que a gente sinta insegurança em alguns momentos da vida, especialmente quando nos propomos fazer coisas novas: um novo emprego, uma nova cidade, um novo relacionamento... Quando essa insegurança domina boa parte da nossa vida e começamos a questionar o nosso valor, aí sim se torna um problema.

A depressão aparece de forma espontânea e gradual. Surge uma irritação, autocrítica severa (nunca estamos satisfeitos com o que fazemos), pensamentos catastróficos (sensação de que nunca vamos conseguir chegar no objetivo proposto), começamos a perder o prazer naquilo que antes era prazeroso e podemos não querer mais sair de casa. Por fim, a comparação não ajuda, porque a régua que colocamos é injusta: outra pessoa tem objetivos, aspirações, características que são diferentes das nossas.

Mas gostaria de refletir junto contigo.
O que te leva a querer o controle das situações?
Quando você realiza algo, você de fato aprecia o seu feito ou você compara com outras pessoas?

A terapia pode te ajudar a entender essas questões e fazer você se sentir bem consigo! Fico a disposição
Oi! Antes de tudo: obrigada por compartilhar algo tão sincero.
O que você descreveu é mais comum do que parece, especialmente entre mulheres competentes que vivem sob pressão constante.

E não, isso não é “normal” no sentido de saudável.
Mas é “comum” em quem carrega níveis altos de autocrítica, medo de falhar e uma necessidade silenciosa de controlar tudo pra se sentir segura.
Esse ciclo que você vive de insegurança, comparação, medo de não ser boa o suficiente, sensação de que algo pequeno vira gigante, costuma ser um reflexo de padrões internos que foram se construindo ao longo da sua vida.
Você não escolheu sentir isso, mas pode escolher começar a entender e ressignificar esses padrões.
O primeiro passo?
Observar com mais gentileza o que está por trás dessas reações.
Não só o que você sente , mas o que você acredita sobre si mesma quando sente isso.

Pergunte a si mesma, com curiosidade e não com cobrança:
• O que eu estou tentando proteger quando quero controlar tudo?
• Em que momento comecei a achar que precisava provar meu valor o tempo todo?
• Que voz interna está dizendo que eu não sou boa o suficiente?
Só de começar a se fazer essas perguntas, você já sai do piloto automático e começa a se ouvir de verdade. E esse é um passo valioso.
Na terapia, a gente aprofunda esse processo com segurança e estratégia.
Você não precisa seguir sozinha. E não precisa “dar conta” de tudo pra merecer ajuda.
A sua força não está em esconder o que sente. Está em começar a olhar pra isso com mais consciência e cuidado.
Seus sentimentos indicam insegurança e autocrítica elevadas, possivelmente ligadas à ansiedade, baixa autoestima ou síndrome do impostor. Não são saudáveis e podem ser trabalhados na psicoterapia para reduzir comparações, corrigir distorções de pensamento e fortalecer a autoconfiança.
 Milena  Hartmann Frare
Psicólogo
Balneário Camboriú
Olá!

O que esses momentos de insegurança e medo de não ser suficiente despertam em você? Como eles aparecem em seu dia a dia e que partes de si mesma parecem se revelar nesses sentimentos? E o que significa "normal" para você?

Compartilhar e refletir sobre essas experiências em um espaço seguro, como a psicoterapia, pode ser um jeito de se ouvir, se acolher e iniciar um caminho para compreender melhor sua própria singularidade.
O que você descreve é algo que muitas pessoas vivem em silêncio: a insegurança constante, a sensação de perder o controle diante de imprevistos e a comparação com os outros podem se tornar um ciclo muito desgastante. Isso não significa que “você não seja boa”, mas sim que a forma como lida com suas emoções e pensamentos está sendo muito rígida e autocrítica.

É comum que situações pequenas pareçam enormes quando já existe uma base de medo de fracassar ou não ser suficiente. Nessas horas, o problema não é a sua competência profissional, mas o quanto a autocrítica e a comparação estão pesando sobre você.

A terapia comportamental ajuda justamente a quebrar esse ciclo: trabalhar a insegurança, flexibilizar esse padrão de cobrança e aprender a responder de forma diferente aos pensamentos de “não sou boa o suficiente”. Assim, você consegue construir mais confiança, se relacionar com os erros e imprevistos de forma mais leve e parar de medir o seu valor apenas pelo desempenho.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá. Isso é normal no sentido de que não é só você que sente isso, outras pessoas enfrentam esses sentimentos também. Porém, não quer dizer que eles não possam trazer prejuízos ou que você queira mudar isso.
Abraço.
Sentir insegurança de vez em quando é normal — mas quando o medo de errar, a autocrítica e a comparação se tornam constantes, é sinal de sofrimento emocional que merece atenção.

O que você descreve se aproxima do que chamamos de síndrome da impostora, um fenômeno comum, especialmente entre mulheres, em que a pessoa sente que nunca é boa o bastante, mesmo diante de evidências do contrário.
Essa sensação pode estar ligada a exigências internas muito altas, baixa autoestima e a uma dificuldade em lidar com a própria vulnerabilidade.

A psicanálise nos ajuda a entender de onde vem essa voz interna que cobra tanto, e o que está por trás da necessidade de controle. Muitas vezes, há um medo inconsciente de não ser amada, de decepcionar ou de perder o lugar que se conquistou.

A psicoterapia é o espaço ideal para elaborar essas angústias, aprender a reconhecer o próprio valor e construir uma relação mais gentil consigo mesma.
Você não precisa ser perfeita para merecer reconhecimento — o crescimento emocional começa quando o ideal de perfeição dá lugar à autenticidade.
Esse padrão é comum em quadros de ansiedade, baixa autoestima e perfeccionismo, muitas vezes associado à síndrome do impostor. A sensação constante de não ser boa o suficiente, o medo de errar ou ser demitida, a dificuldade com perda de controle e a comparação excessiva fazem com que pequenos eventos ganhem proporções muito maiores do que realmente têm.
Isso não significa incapacidade, mas um funcionamento emocional baseado em autocrítica intensa e insegurança. A psicoterapia ajuda a identificar esses padrões, regular emoções e construir uma percepção mais realista e menos punitiva de si mesma e do próprio desempenho.
O que você descreve é uma reação emocional intensa, mas não é simplesmente “normal” no sentido de ser um estado passageiro que todos sentem com facilidade. Trata-se de um padrão de autocrítica, insegurança e perfeccionismo que gera sofrimento contínuo e dificuldade de lidar com frustrações e comparações. Quando pequenas falhas se ampliam e provocam medo constante de não ser suficiente, isso indica que há uma exigência interna desproporcional e uma forma de olhar para si mesmo que corrói a autoestima e a motivação. Embora muitas pessoas experimentem insegurança em algum momento, o sofrimento que você relata revela que esses sentimentos passaram a interferir na vida diária. Em psicoterapia, é possível trabalhar essa autocrítica, explorar de onde vêm essas cobranças, desenvolver maneiras de lidar com imprevistos e recuperar gradualmente a confiança e o reconhecimento do próprio valor, sem depender da aprovação externa ou da comparação constante com os outros.

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