Augusto Necker

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Passo Fundo 1 endereço

Número de registro: CRP RS 46122

Experiência

Sou Augusto Necker, psicólogo (CRP 07/46122), e meu trabalho é ajudar pessoas a entenderem o que sentem e, principalmente, o que fazem com isso.

Atendo de forma online, oferecendo um espaço seguro, ético e sem julgamentos, onde você pode falar com liberdade sobre suas dificuldades, conflitos e padrões que se repetem na sua vida.

Minha atuação é voltada para questões como:

  • Ansiedade e sobrecarga emocional

  • Relacionamentos (términos, reconciliações, vínculos difíceis)

  • Pensamentos excessivos e dificuldade de tomar decisões

  • Autoconhecimento e regulação emocional

Acredito que muitos sofrimentos não vêm apenas do que acontece, mas da forma como interpretamos e lidamos com essas experiências. Por isso, meu foco é te ajudar a desenvolver mais consciência sobre seus padrões, emoções e comportamentos, com base na psicologia e na compreensão do funcionamento da mente.

Se você sente que está preso em ciclos, pensa demais ou não consegue organizar o que sente, a terapia pode ser um caminho para trazer mais clareza e direção.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicologia clínica
  • Neuropsicologia

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 160

Consultório

Augusto Necker
Augusto Necker

Rua Morom 1826, Boqueirão, Passo Fundo 99010-034

Ampliar o mapa abre num novo separador

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

Opiniões em breve

Envie a primeira opinião

Você já passou por consulta com Augusto Necker? Conte aqui como foi. Outros pacientes vão te agradecer por ajudá-los a escolher o melhor especialista.

Enviar opinião

Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho 29 anos e namoro há 4 anos. Amo minha namorada, ela é minha parceira pra tudo, mas percebo que

Tenho 29 anos e namoro há 4 anos. Amo minha namorada, ela é minha parceira pra tudo, mas percebo que meu desejo sexual diminuiu muito nos últimos anos. Acabei criando o hábito de consumir pornografia escondido porque é mais “fácil” do que iniciar relação, conversar ou lidar com a pressão de transar. O problema é que agora parece que quanto mais pornografia vejo, menos vontade tenho de estar presente de verdade com ela. Quando tentamos ter relação eu fico ansioso, às vezes perco a ereção ou termino rápido. Ela já percebeu que tem algo errado e acha que não sinto mais atração por ela, mas não é isso. Tenho vergonha de falar sobre o quanto isso virou um ciclo. Isso pode ter relação com pornografia, ansiedade ou problema no relacionamento?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Augusto Necker

O que você descreve faz bastante sentido e acontece com mais pessoas do que parece. Isso não significa necessariamente que você deixou de amar sua namorada ou sentir atração por ela. Muitas vezes a pornografia acaba virando uma forma mais “segura” de lidar com ansiedade, pressão e medo de falhar, criando um ciclo difícil de perceber no começo.

A ansiedade durante a relação, perda de ereção ou terminar rápido também podem estar muito ligados a essa pressão interna e ao medo de decepcionar. E quanto mais culpa e vergonha aparecem, mais difícil fica se conectar de verdade no momento.

O mais importante é que você já conseguiu perceber o que está acontecendo, e isso é um passo muito importante. Não parece falta de amor, parece um ciclo entre ansiedade, pornografia e desconexão emocional/sexual que pode ser trabalhado com acolhimento, diálogo e, se possível, acompanhamento psicológico.


Como a instabilidade de identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se conecta à simb

Como a instabilidade de identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se conecta à simbiose epistêmica?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Augusto Necker

A instabilidade de identidade no Transtorno de Personalidade Borderline se conecta à simbiose epistêmica porque a pessoa pode depender intensamente do outro para construir e sustentar a própria percepção de si. Em vez de possuir uma identidade interna estável, ela frequentemente utiliza o vínculo como referência para definir emoções, valores, desejos e até a própria realidade subjetiva.

Na simbiose epistêmica, o outro funciona como um “espelho organizador” da experiência psíquica. Assim, pequenas mudanças na relação, afastamento, crítica, silêncio ou rejeição percebida, podem gerar desorganização emocional intensa, sensação de vazio e fragmentação da identidade. Isso ajuda a explicar por que relações interpessoais no TPB costumam ser vividas com grande intensidade, medo de abandono e oscilações emocionais marcantes.


Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes