Perguntas do paciente (83)
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Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do
Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do quarto, moro com a minha mãe, mas me sinto estagnada aqui e
eu queria muito trabalhar, mas deixei oportunidades passar por conta do meu estado, eu passo no caps as vezes e tomo antidepressivo, mas preciso de mais acompanhamento e algo mais efetivo pra sair disso, por isso pensei em internação, mas queria a ajuda de vocês sobre o que posso fazer nessa situação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sinto muito que você esteja passando por esse momento. Quando a depressão interfere até nas tarefas básicas e na rotina, é importante buscar um acompanhamento mais próximo. A internação pode ser indicada em algumas situações, mas essa decisão deve ser avaliada individualmente por um profissional, considerando seu estado atual e o suporte disponível. Como você já está em acompanhamento no CAPS e faz uso de medicação, converse com a equipe sobre como tem se sentido e sobre a possibilidade de intensificar o cuidado. Se houver pensamentos de se machucar ou de não querer mais viver, procure atendimento de urgência imediatamente
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Oi eu costumo pensar coisas que eu quero,como ser parecida com as pessoas das revistas ou ter as coi
Oi eu costumo pensar coisas que eu quero,como ser parecida com as pessoas das revistas ou ter as coisas das revistas que tive ou tenho e costumo anotar num papel, antes eu guardava mas agora jogo fora,e isso está me deixando ansiosa,pois eu esqueço das coisas importantes, mesmo sabendo que essas coisas não são reais eu sinto tipo um impulso pra isso, isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo como isso pode ser angustiante. O fato de você perceber esses pensamentos e sentir um impulso para anotá-los, mesmo sabendo que eles não correspondem à realidade, pode estar relacionado a um padrão de pensamentos repetitivos e comportamentos usados para aliviar a ansiedade. Não é possível dizer pela descrição se isso é “normal” ou indicar uma condição específica. Como está causando ansiedade e fazendo você esquecer coisas importantes, seria interessante conversar com um psicólogo para entender melhor esse padrão e trabalhar formas de lidar com ele sem precisar realizar o comportamento.
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É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após
É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após conseguir mudar essas crenças, depois de um tempo elas voltam fazendo com que o paciente tenha recaídas? Se o paciente tem recaídas por conta de que a crença disfuncional antiga voltou, então não é possível mudar crenças disfuncionais para sempre ou por algum tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível modificar crenças centrais e intermediárias disfuncionais, embora isso geralmente seja um processo gradual. Na TCC, o objetivo não é necessariamente garantir que um pensamento ou crença antiga nunca mais apareça, mas desenvolver novas formas de interpretá-la e responder a ela. Em períodos de estresse, crenças antigas podem ser ativadas novamente, sem significar que todo o progresso foi perdido. Recaídas podem acontecer e fazem parte do processo, sendo uma oportunidade para retomar as estratégias aprendidas e fortalecer as novas crenças.
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Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr
Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo seu questionamento. Quando vivenciamos repetidas perdas ou afastamentos, pode parecer mais seguro não criar vínculos para evitar novas frustrações. Ao mesmo tempo, relacionamentos não precisam ser vistos como algo permanente para terem valor. Pessoas podem passar por nossas vidas e, ainda assim, proporcionar experiências importantes, afeto e troca. Buscar autonomia é saudável, mas autossuficiência não precisa significar isolamento. Na terapia, essa questão pode ser explorada com mais profundidade, especialmente pensando no que você aprendeu sobre vínculos e no que teme que aconteça quando se aproxima de alguém.
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Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico
Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico e fobia social,não estou conseguindo sair de casa sozinho mais,e não consigo fazer terapia online já comecei a tomar os medicamentos mais as pesquisas sobre os sintomas agravaram meu caso,está muito difícil pra mim,as pesquisas excessivas acabaram com meu psicológico, preciso sair dessa e voltar a ter uma vida normal,como reverter as ideias negativas lidas nas pesquisas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sinto muito que você esteja passando por isso. A busca excessiva por informações sobre sintomas pode aumentar a ansiedade e reforçar pensamentos negativos, criando um ciclo difícil de interromper. O mais importante agora é evitar novas pesquisas e manter o tratamento que já foi iniciado. Se possível, associe a medicação à psicoterapia, pois essa combinação costuma trazer bons resultados. Com o acompanhamento adequado, é possível recuperar a qualidade de vida e voltar gradualmente à rotina.
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Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus
Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus maiores prazeres quando mais novo, agora parece mais um fardo do que qualquer outra coisa, mesmo tentando muito. Como lidar com isso? Como não me render a vontade de 'instagramar' e ser mais produtivo? Sinto que tem atrapalhado muito minha vida acadêmica.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A dificuldade de concentração tem sido uma queixa cada vez mais comum, especialmente após a pandemia e com o uso frequente das redes sociais. O excesso de estímulos pode dificultar a manutenção da atenção por períodos prolongados. Algumas estratégias que ajudam são estabelecer períodos curtos de foco, reduzir distrações (como deixar o celular longe durante os estudos) e criar uma rotina consistente. Se essa dificuldade tem prejudicado sua vida acadêmica há bastante tempo, vale a pena buscar ajuda psicológica para compreender a origem do problema e definir o tratamento mais adequado.
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Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins
Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins de semana. Nos últimos dias passamos quatro dias seguidos juntos: viajamos, cozinhamos, dormimos juntos e aproveitamos muito a companhia um do outro. Foi uma experiência muito especial, porque pudemos viver um pouco da rotina como casal.
Hoje precisei voltar para casa e, desde que cheguei, estou com uma sensação de vazio e uma vontade de chorar. Não aconteceu nenhuma briga, não existe nenhum problema entre nós e também não tenho problemas em casa nem estou infeliz com a minha família. Pelo contrário, gosto muito de estar em casa e tenho uma boa convivência com a minha família.
As despedidas dos fins de semana normalmente já me deixam um pouco tristinha e com saudade, mas a despedida de hoje foi diferente. Depois desses quatro dias juntos, senti uma tristeza muito maior, um vazio que eu não esperava sentir. Não é medo de perder o relacionamento, nem insegurança. É simplesmente uma saudade muito intensa da companhia dele. Sinto falta de dividir a rotina, acordar juntos, cozinhar, conversar e terminar o dia ao lado dele.
Isso é normal? É comum sentir essa tristeza tão forte depois de passar vários dias tão felizes com a pessoa que amo, mesmo sabendo que nosso relacionamento está bem?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, isso pode ser completamente normal. Depois de viver dias muito agradáveis ao lado de alguém que amamos, é natural sentir um contraste emocional ao retornar à rotina. Essa tristeza não significa que haja um problema no relacionamento ou que exista dependência emocional; muitas vezes, ela apenas reflete a saudade da convivência e do vínculo construído nesses momentos. Observe como esse sentimento evolui nos próximos dias. Se ele diminuir gradualmente e não comprometer sua rotina, tende a fazer parte de uma adaptação natural. Caso se torne muito intenso, frequente ou passe a causar sofrimento significativo, buscar acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender melhor essas emoções.
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Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma
Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sinto muito que você tenha passado por experiências tão dolorosas. O que você descreve é uma reação que pode acontecer após situações de violência sexual e não significa que você seja "defeituosa". Esses medos, lembranças e crises merecem acolhimento e tratamento adequado. A psicoterapia pode ajudá-la a elaborar esses traumas com segurança e, se necessário, um psiquiatra também poderá avaliar a necessidade de medicação. Enquanto isso, evite utilizar o álcool para tentar lidar com essas emoções, pois ele pode intensificar as crises. Você não precisa enfrentar isso sozinha, e é possível recuperar sua qualidade de vida com o acompanhamento adequado.
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Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensaçã
Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensação de que a qualquer momento pode acontecer algo consigo de um real problema que pode colocar em perigo? Tem uma maneira de diferenciar a ansiedade de algo fisiológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Nem sempre é fácil diferenciar a ansiedade de um perigo real, pois a ansiedade costuma ativar sinais físicos semelhantes aos de uma situação de ameaça. Uma boa forma de avaliar é perguntar a si mesmo: "Há evidências concretas de que estou em risco agora ou meu corpo está reagindo a uma possibilidade?". Quando os sintomas surgem de forma frequente, intensa ou desproporcional à situação, podem estar relacionados à ansiedade.
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Qual o papel da terapia para o relacionamento no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Qual o papel da terapia para o relacionamento no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia pode ter um papel fundamental nos relacionamentos de pessoas com TPB, é possível desenvolver maior consciência emocional, reconhecer padrões de impulsividade e medo de abandono, além de fortalecer habilidades de comunicação e regulação emocional. Isso ajuda a construir relações mais estáveis, com menos reatividade e mais clareza nas necessidades e limites pessoais.
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Quais são as causas da impulsividade? .
Quais são as causas da impulsividade? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A impulsividade pode ter diferentes causas e não está ligada apenas a um único fator, pode ser relacionada a características do funcionamento do cérebro, nas áreas ligadas ao controle de emoções e tomada de decisões, como também pode estar associada a condições como TDAH, transtornos do humor ou dificuldades na regulação emocional.
Além, experiências de vida, estresse, ansiedade, falta de sono e até questões do ambiente em que a pessoa está inserida podem contribuir para que reaja de forma mais imediata, reativa, sem pensar nas consequências.
A impulsividade não significa falta de controle, mas sim um funcionamento que pode ser compreendido e trabalhado em psicoterapia, ajudando a desenvolver estratégias para lidar melhor com os impulsos e fortalecer o autocontrole.
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De onde vem os bloqueios emocionais ? .
De onde vem os bloqueios emocionais ? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os bloqueios emocionais geralmente vêm de experiências difíceis ou dolorosas, muitas vezes vividas desde a infância. Eles funcionam como uma forma de proteção, mas acabam limitando a expressão dos sentimentos. A psicoterapia ajuda a reconhecer esses bloqueios e a encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com as emoções.
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O que é síndrome de borderline e como agir em uma crise?
O que é síndrome de borderline e como agir em uma crise?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline é caracterizado por intensa instabilidade emocional, dificuldade nos relacionamentos, impulsividade e medo de abandono. Durante uma crise, a pessoa pode sentir emoções muito intensas, como raiva, tristeza profunda ou desespero.
O ideal nesses momentos é oferecer acolhimento, escuta sem julgamentos e, se possível, incentivar o uso de estratégias de regulação emocional previamente trabalhadas em terapia (como técnicas de respiração, grounding ou distrações saudáveis). Em situações de risco, é importante buscar ajuda profissional imediata.
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A Terapia de Prevenção de Exposição e Resposta (ERP) é eficaz para todos os transtornos de ansiedade
A Terapia de Prevenção de Exposição e Resposta (ERP) é eficaz para todos os transtornos de ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ERP é considerada a abordagem de primeira escolha para o TOC, mas também pode ser útil em outros quadros de ansiedade, como fobias específicas e transtorno de pânico. Porém, nem todos os transtornos de ansiedade se beneficiam igualmente dela. Em casos como Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) ou Transtorno de Ansiedade Social, outras técnicas da TCC — como reestruturação cognitiva, treino de habilidades sociais e técnicas de relaxamento — costumam ser mais eficazes em conjunto ou até prioritárias.
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É necessário um profissional para realizar a Terapia de Prevenção de Exposição e Resposta (ERP) ?
É necessário um profissional para realizar a Terapia de Prevenção de Exposição e Resposta (ERP) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. A Prevenção de Exposição e Resposta (ERP) deve ser conduzida por um profissional capacitado, pois envolve técnicas específicas que, sem orientação adequada, podem aumentar o sofrimento ao invés de ajudar.
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Qual a principal técnica comportamental para tratar as compulsões do Transtorno Obsessivo-Compulsivo
Qual a principal técnica comportamental para tratar as compulsões do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A técnica mais indicada é a Exposição com Prevenção de Resposta (ERP), dentro da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Nela, o paciente é gradualmente exposto às situações que despertam obsessões, aprendendo a resistir às compulsões que normalmente faria para reduzir a ansiedade. Com o tempo, o cérebro aprende a lidar melhor com o desconforto sem precisar recorrer aos rituais compulsivos.
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De que maneira a família pode se tornar um recurso de apoio ao invés de um fator de estresse?
De que maneira a família pode se tornar um recurso de apoio ao invés de um fator de estresse?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), a família pode desempenhar um papel muito importante no tratamento, quando não existe o entendimento sobre o transtorno, os familiares podem se tornar, sem querer, um fator de estresse, seja criticando os comportamentos, pressionando a pessoa a “parar” as compulsões ou reforçando os rituais de forma excessiva, fazendo sua manutenção.
Para se tornar um recurso de apoio, devem buscar informação sobre o TOC, desenvolver empatia e praticar a escuta, sem julgamentos, é importante respeitar o tempo da pessoa, incentivar a continuidade do tratamento e aprender a não reforçar compulsões, apoiar nas estratégias combinadas em terapia, fazem diferença.
A família pode se tornar um espaço seguro, que reduz a ansiedade e fortalece a motivação para lidar com os sintomas.
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"O isolamento social está afetando meu bem-estar mental. O que devo fazer?"
"O isolamento social está afetando meu bem-estar mental. O que devo fazer?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O isolamento social pode impactar o bem-estar mental, já que somos seres relacionais e precisamos de vínculos para manter o equilíbrio emocional. Quando há pouca interação, sentimentos de solidão, ansiedade ou desmotivação podem se intensificar.
Algumas estratégias podem ajudar: manter contato regular com pessoas de confiança, mesmo que virtualmente; criar uma rotina diária com atividades que tragam sentido (como exercícios físicos, hobbies ou momentos de autocuidado); e buscar formas de conexão social, ainda que em pequenos gestos, como conversar com vizinhos ou participar de grupos online de interesse comum.
Se mesmo com essas iniciativas o sofrimento persistir, pode ser um bom momento para iniciar a psicoterapia. Na terapia, você terá um espaço seguro para acolher suas emoções, compreender seus desafios e desenvolver estratégias mais adequadas para lidar com esse período.
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Em que situações a flexibilidade cognitiva é útil? .
Em que situações a flexibilidade cognitiva é útil? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A flexibilidade cognitiva é a capacidade de mudar a forma como pensamos ou reagimos diante de diferentes situações. Ela é muito útil quando precisamos nos adaptar a mudanças, lidar com imprevistos ou enxergar problemas por novos ângulos. Por exemplo: quando algo não sai como planejado, a flexibilidade ajuda a buscar alternativas em vez de ficar preso à frustração; nas relações, permite compreender diferentes pontos de vista; e no trabalho ou nos estudos, favorece criatividade e resolução de problemas. Em resumo, quanto mais desenvolvemos a flexibilidade cognitiva, mais preparados estamos para enfrentar desafios de forma saudável e equilibrada.
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Como as obsessões e compulsões se relacionam com o controle inibitório?
Como as obsessões e compulsões se relacionam com o controle inibitório?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O controle inibitório é a habilidade do cérebro de frear impulsos e comportamentos automáticos. Nas obsessões e compulsões, essa função costuma estar prejudicada. A pessoa com obsessões sente pensamentos repetitivos e intrusivos que causam ansiedade, e com compulsões sente a necessidade de realizar rituais para aliviar essa tensão. Quando o controle inibitório não funciona de forma eficiente, fica mais difícil resistir a esses impulsos, o que mantém o ciclo das obsessões e compulsões. Por isso, fortalecer essa habilidade é um dos pontos trabalhados em terapia, ajudando a desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade e reduzir os comportamentos repetitivos.
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Perguntas frequentes
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Comecei a tomar amplictil com depakene a3dias e estou sentindo muita dor de cabeça por que?
Olá. Como vai? Pode haver relação com o início do tratamento. A cefaleia…