Abandono afetivo - Informações, especialistas e perguntas frequentes

Especialistas em abandono afetivo

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Karine Resende Dornas

Karine Resende Dornas

Psicólogo

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David Romeros

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Paula Porta

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Fagner Lins

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Guiomar Maria Sales Freitas

Guiomar Maria Sales Freitas

Psicólogo

Pedro Leopoldo

Especialistas falam sobre Abandono Afetivo

Dou todo amparo que o paciente precisa, ouço-o com atenção, identifico suas crenças limitantes, que são comuns nessa circunstância, direciono-o para resolução de seus problemas, para que o paciente se liberte de sua angústia, seu sofrimento e restabeleça a alegria de viver.

Dínerson Fiuza

Psicólogo, Sexólogo

São Paulo

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A depressão não aparece de repente, ela não bate na sua porta e se instala. Ela é uma visita chamada tristeza que vem passar uns dias, quando você a percebe estará morando com você. Muitas vezes, permitimos sua chegada, mas não sabemos como mandar ela embora, não conseguimos “dizer não”. Somos acobertados pelo medo de lidar com ela, de dizer chega “cansei de você vou buscar ajuda”. A dor de uma depressão dói muito, porque é uma dor do vazio, é a dor de que “nada tem sentido”. O amor e alegria foram embora, o sorriso quase não se vê e tudo perdeu a sua graça. A raiva vem do sentimento de impotência do “não saber o que fazer”.

Cleunice Paez Borges

Psicólogo

São Paulo


Abandono afetivo de qualquer natureza, seja dos pais, de um parceiro ou em qualquer setor da sua vida. Reflexão sobre a importância destas pessoas em sua vida, ressignificação e desconstrução de crenças.

Daniela Sarmento

Psicólogo

Rio de Janeiro


Na terapia do esquema a abandono é um dos esquemas que gera sentimentos de rejeição. Na infância a pessoa foi deixada por longos períodos sem os cuidados parentais necessários. Isso na vida adulta gera medo e insegurança em ser deixado de lado, abandonado, rejeitado por pessoas próximas, ou nos relacionamentos amorosos. As pessoas que têm esse esquema presente na sua vida pode evitar relacionamentos, devido ao medo do abandono; se sujeitar a relacionamentos onde o parceiro/a não está disponível afetivamente; ou sufocar o parceiro/a com comportamentos de controle na tentativa de evitar o abandono (que pode ser real ou imaginário). O objetivo é mudar esse padrão emocional.

O abandono afetivo é caracterizado pelo distanciamento afetivo de um ou ambos os pais de uma criança. O abandono deve ser entendido pelo tipo de cuidado que os pais oferecem aos seus filhos. O sentimento de abandono pode deixar marcas profundas no desenvolvimento e na formação da personalidade da criança, podendo se estender para a vida adulta. O abandono pode ser observado por comportamentos e atitudes tais como: Baixo auto- estima, sensação de vulnerabilidade em determinadas situações, abuso de alcool, sentimento de desvalor, depressão, distorções cognitivas etc. Deve-se trabalhar o resgate da auto estima, mudanças de crenças e comportamentos. Em alguns ajuda psiquiátrica pode ser útil.

Está relacionado à experiências de desamor, de falta de atenção de cuidado, e ao abandono vivido pelo indivíduo em qualquer faixa etária. Costuma surgir na infância, nas relações primárias, tendo como sintoma característico a dependência emocional extrema. O tratamento psicoterápico visa auxiliar o paciente a fazer reflexões sobre si mesmo para que possa se conscientizar e valorizar suas qualidades e potencialidades nos diversos aspectos da sua vida, resgatando sua autoconfiança, autonomia e segurança , restabelecendo seu equilíbrio pessoal.

Lúcia Dornelas Cavalcante

Psicólogo

Recife


Ao lidarmos com as perdas afetivas somos confrontados com nossas próprias frustrações. Investindo amor e cuidado projetamos nossas expectativas e idealizações. Sendo assim, na iminência do dano, ou na perda real, a amargura e a aflição pela falta do objeto idealizado são imensos. Existem diversos tipos de perdas afetivas. Talvez, a que cause maior dor seja a perda de um ente querido. O desgosto dessa perda é difícil, pois precisamos encarar também nossas fragilidades. O ideal é enfrentar o luto com recursos individuais, apoio familiar, psicoterapia, e outros... Um bom psicoterapeuta tem treinamento que o capacita a facilitar o processo de elaboração do luto, autosuperação e revitalização.

Deroni Sabbi

Psicólogo, Terapeuta complementar

Porto Alegre

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A terapia de casal é indicada para cônjuges em quadro de sofrimento: abandono afetivo, brigas e agressões – físicas e verbais, ruídos no diálogo, situações destrutivas. São relações terríveis que sofre o casal, consequentemente, os filhos (abandono afetivo). Relações assim estão sem espaço para o amor, paciência, tolerância, compreensão e entendimentos, por isso, necessitam do auxílio terapêutico.

Sandra Santos

Psicólogo

Rio de Janeiro


Discorrer sobre abandono afetivo é complexo, pois envolve relação dos filhos com a família, podendo se caracterizar um crime. Consiste na omissão de cuidado, de criação. Quando uma criança passa por abandono emocional o que ela realmente tem é uma imensa falta de respostas às suas necessidades emocionais, que pode lhe trazer, casos extremos, um grande déficit a nível psicológico, e consequentemente afetar também a saúde física. Algumas conseqüências do abandono emocional de uma criança: - Dificuldades na escola; - Transtornos de alimentação; - Problemas de autoestima; - Depressões e ansiedade; - Reflexo familiar negativo. O espaço é pouco pra eu escrever. Podem me enviar mensagens.

Marina Andrade

Psicólogo, Psicopedagogo

Rio de Janeiro


Quando criança aprendemos a amar quem nos ajudam e satisfazem nossas necessidades e dependendo de como tais vivencias são experimentadas, isto poderá implicar, influenciar na maneira de nos relacionarmos.

Claudia Goes

Psicanalista, Psicólogo

Guarulhos

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Acompanhamento de clientes em sofrimento por ruptura de relacionamentos familiares. De forma geral, cuidar e acompanhar crianças que sofrem com a separação dos pais.

Flávia Persequino

Psicólogo

Rio de Janeiro


Termo bastante curioso e pode ocorrer em diversas situações. Até mesmo o abandono afetivo compartilhado. Outro termo curioso, uma vez que estamos a compartilhar muito na internet. Quando o afeto é deixado distante, rejeitado, descuidado, largado, ignorado. Há quanto tempo você deixou de fazer uma coisa que gosta? Você sente um significado legal no que você faz? Em geral os outros te deixam triste? Você gosta de você? Você se cuida para se expor a programas de TV que lhe deixam algum tipo de sentimento de satisfação? É saudável este sentimento? Olhe bem, não se abandone, não desista de você mesmo, resgate-se. O outro tem o direito dele e você tem a você mesmo. Fique um pouco mais com você.

Maria De Lourdes Tomé

Psicólogo

São Bernardo do Campo


O afeto é vital para o desenvolvimento emocional do sujeito humano, para que uma criança, cresça fisicamente e psicologicamente saudável deverá receber amor, alimentação, orientação, proteção, segurança e aprovação para fazê-la sentir-se parte integrante da família à qual pertence. O inverso poderá causar dano emocional irreversível para a criança. Mediante qualquer indício de abandono emocional, é aconselhável que a família procure ajuda psicológica que possa este possa ajudá-los a redirecionar a situação e auxiliar na solução da carência afetiva da criança.

Queridos Pacientes, em minha opinião "abandono afetivo" compreende em todas as vezes em que vc sentiu-se "não amado", "não valorizado", "não reconhecido" e "não respeitado", em minha experiencia profissional, em cada paciente que atendi nestes 26 anos algum destes aspectos era o cerne da "dor emocional". As vezes entende-se que este aspecto refere-se somente à casos de rejeição familiar para adoção, muito embora esta situação seja o ápice da condição de abandono, muitas vezes esta era a única alternativa saudável, assim não considero a situação gerou a dor, mas considero em meu procedimento psicoterapêutico a dor como foco de tratamento.

Judah Linhares

Psicólogo

Hortolândia

Quais profissionais tratam Abandono afetivo?


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