Perguntas do paciente (146)
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Ai gente, tou sentindo medo do que eu já vivi na pele há 4 anos atrás medo de ter novamente tantas d
Ai gente, tou sentindo medo do que eu já vivi na pele há 4 anos atrás medo de ter novamente tantas dúvidas no sentindo de fazer tantas perguntas sem respostas . Hoje me encontro com uma dúvida que é: O que significa valor de uma pessoa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando a ansiedade retorna, é comum o medo de reviver estados antigos de confusão e questionamentos sem fim. A pergunta sobre o “valor” de uma pessoa costuma surgir quando a autoestima está fragilizada e o sujeito passa a se medir a partir do olhar do outro.
Valor não é algo fixo, mensurável ou garantido por reconhecimento externo. Ele se constrói na relação que a pessoa estabelece consigo mesma, com seus limites, desejos e escolhas. Quando esse eixo interno falha, a mente busca respostas abstratas que nunca se fecham.
A psicoterapia ajuda a sustentar essas perguntas sem que elas se transformem em angústia paralisante. Estou disponível para essa escuta.
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Sinto falta de ar constante, ja fiz todo tipo de exame ( eletro, sangue, teste ergometrico, tireoide
Sinto falta de ar constante, ja fiz todo tipo de exame ( eletro, sangue, teste ergometrico, tireoide, testosterona) e tudo deu normal.....meus sintomas sao: pressão das mandibulas e falta de ar constante....quando faço algum esforço fisico...a sensação de desconforto aumenta.....estou tomando diazepan...que alivia os sintomas...isso pode ser Ataque de Pânico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, os sintomas que você descreve são compatíveis com quadros de ansiedade intensa ou síndrome do pânico, especialmente quando exames médicos descartam causas orgânicas.
A falta de ar, pressão na mandíbula e piora com esforço físico podem estar ligadas à tensão e hipervigilância corporal. O alívio com ansiolítico reforça essa hipótese.
A psicoterapia é fundamental para tratar a causa do pânico, não apenas o sintoma. Estou disponível para essa escuta.
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Eu tenho o hábito de olhar nos olhos das pessoas sempre, gosto de demonstrar que estou prestando ate
Eu tenho o hábito de olhar nos olhos das pessoas sempre, gosto de demonstrar que estou prestando atenção, pois me irrita perceber que as pessoas não estão prestando atenção (por exemplo dentro de uma igreja no momento da palavra). Mas no meio da minha atenção as vezes meu olhar cruza com o olhar se alguém, e isso acaba se repetindo, quando um olhar me chama atenção eu não consigo evitar, eu tento não olhar mas acabo olhando principalmente quando sinto que a pessoa está me olhando, sou casada e não tenho a intenção de trair meu marido. As vezes as pessoa pra quem olho nem me atrai, também não tenho pensamentos nem fantasias com a pessoa, mas o olhar não consigo evitar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse comportamento não indica, por si só, um transtorno. Pode estar ligado à hipervigilância, ansiedade, dificuldade em lidar com a atenção do outro ou com a própria necessidade de reconhecimento.
O fato de você não ter fantasias, intenção de trair ou desejo associado indica mais um conflito interno do que um problema moral ou patológico.
A psicoterapia pode ajudar a compreender o sentido desse comportamento e reduzir a culpa e a repetição. Estou disponível para essa escuta.
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Não gosto dos cortes em sessão que o analista faz . Me sinto muito mal . Isso é necessário , se sim
Não gosto dos cortes em sessão que o analista faz. Me sinto muito mal. Isso é necessário, se sim, por que?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O corte de sessão é um recurso clínico utilizado por alguns analistas para marcar algo importante do discurso, não para punir ou controlar o paciente. Ainda assim, ele não deve ser vivido como violência.
Se os cortes geram sofrimento, isso precisa ser falado. A análise se constrói também a partir do que incomoda.
Não existe técnica que dispense o diálogo. Um bom trabalho analítico sustenta a possibilidade de questionamento. Estou disponível para orientar essa conversa.
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Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração to
Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração toda hora achando que vou parar ...fico puxando o ar de vez em quando e isso me dá pânico...devo fazer terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse tipo de pensamento é comum em quadros de ansiedade e pânico. A pessoa passa a monitorar funções automáticas do corpo, o que paradoxalmente aumenta a sensação de perda de controle e o pânico.
Prestar atenção excessiva na respiração e “puxar o ar” é uma tentativa de garantir segurança, mas acaba reforçando o ciclo da ansiedade.
A psicoterapia é altamente indicada para trabalhar esse medo, reduzir a hipervigilância corporal e quebrar o ciclo de pânico. Estou disponível para essa escuta.
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Quais perguntas posso fazer na sessão de psicanálise em relação ao meu tratamento? Tenho muitas dúvi
Tenho muitas dúvidas e não sei como e se devo perguntar tudo que eu quero na sessão de psicanálise.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa dúvida é muito comum e faz parte do início de um processo analítico. Na psicanálise, não existe uma forma “certa” de perguntar, nem um conteúdo proibido. A sessão não é um questionário nem um espaço onde você precisa organizar tudo antes de falar.
Você pode levar dúvidas, perguntas diretas, pensamentos confusos, contradições ou até o medo de estar falando “coisas erradas”. Inclusive, falar sobre a dificuldade de perguntar já é material de trabalho na análise.
A psicanálise não exige que você saiba exatamente o que quer dizer. Ela se sustenta justamente no que ainda não está claro. Um acompanhamento terapêutico oferece esse espaço para que as perguntas apareçam no tempo possível, sem pressão. Estou disponível para essa escuta.
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Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito
Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito nunca consegui sentir esse arrebatamento de mãe,sou bem fria com elas,inclusive elas reclamam que não abraço ou beijo constantemente.Não consigo sentir falta delas quando viajam,e mais velha quando casou,todos ficaram esperando que eu fosse chorar,ou algo assim.Mas não senti nada.Tenho muita culpa por isso e sempre pesquiso pra saber se mais pessoas tem esse problema.Devo fazer psicanálise pra descobrir o motivo desse desapego?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não sentir um amor idealizado ou manifestações afetivas intensas não significa falta de vínculo ou falha moral. A ideia de um “arrebatamento materno” é uma construção cultural que não contempla todas as experiências reais de maternidade.
A frieza afetiva pode estar ligada à história emocional de cada pessoa, às formas aprendidas de amar, a defesas psíquicas ou a experiências passadas não elaboradas. A culpa costuma surgir quando a pessoa se compara a um ideal impossível.
A psicanálise é um espaço adequado para compreender esse modo de amar sem julgamentos e para diferenciar desapego de outras formas de vínculo. Se isso te causa sofrimento, vale sim procurar análise. Estou à disposição.
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Boa tarde! Por intermédio da Regressão, os meus infortúnios emocionais e sentimentais vêm à tona? E
Boa tarde! Por intermédio da Regressão, os meus infortúnios emocionais e sentimentais vêm à tona?
Eu conseguirei entender as causas deles e identificar estratégias para melhorá-los?
Obrigada!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Técnicas de regressão podem trazer conteúdos emocionais à tona, mas não garantem compreensão profunda nem mudanças duradouras. Há risco de sugestão e falsas memórias se não houver cuidado.
Entender o sofrimento exige tempo e elaboração, não apenas acessar cenas. A psicoterapia oferece esse espaço de construção de sentido e responsabilidade subjetiva.
Avaliar o melhor caminho faz parte do processo terapêutico. Fico à disposição.
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Ver outras pessoas estudando, produzindo ou até mesmo fazendo coisas aparentemente divertidas (por M
Ver outras pessoas estudando, produzindo ou até mesmo fazendo coisas aparentemente divertidas (por Midas sociais ou pessoalmente) me deixam nervosa e me fazem querer me isolar. Sinto que não consigo estudar, me divertir, ter uma vida legal, ou amigos. O que será isso?
Às vezes, coisas me remetem ao meu passado e a impressão que tenho sobre ele é que ele foi triste, mas eu sei que tiveram coisas boas mas até as coisas boas parecem tristes. Me sinto sozinha muito frequentemente.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse tipo de sofrimento é muito comum em quadros depressivos e ansiosos. Comparar-se constantemente com os outros tende a intensificar sentimentos de inadequação, fracasso e isolamento. As redes sociais, em especial, costumam reforçar essa sensação, mostrando recortes idealizados da vida alheia.
A percepção de que o passado foi triste, mesmo quando houve momentos bons, indica que algo da história pessoal ainda não foi elaborado. Quando isso acontece, o presente fica empobrecido e o futuro parece bloqueado.
A psicoterapia permite trabalhar essas memórias, compreender o peso dessas comparações e reconstruir uma relação mais viva com o desejo e com os vínculos. Um espaço de escuta pode ajudar a romper esse isolamento interno. Estou disponível para acompanhar esse processo.
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Terapia dialética pra transtorno bordeline é bom??
Terapia dialética pra transtorno bordeline é bom??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia dialética comportamental é uma abordagem bastante utilizada no tratamento do transtorno de personalidade borderline, especialmente no manejo de impulsividade, automutilação e crises emocionais intensas. Ela pode ajudar no desenvolvimento de habilidades de regulação emocional e tolerância ao sofrimento.
No entanto, nenhuma abordagem funciona da mesma forma para todas as pessoas. Para além das técnicas, é fundamental que o paciente tenha um espaço onde possa falar, elaborar sua história e compreender o sentido do próprio sofrimento.
A psicanálise pode atuar de forma complementar ou alternativa, oferecendo um trabalho mais profundo sobre os vínculos, o medo de abandono e os padrões que se repetem. Avaliar qual caminho faz mais sentido é algo que pode ser feito em terapia. Estou disponível para essa escuta cuidadosa.
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Sou uma pessoa antisocial...nao tenho amigos ...apenas colegas de trabalho nada mais do que isso, ma
Sou uma pessoa antisocial...nao tenho amigos ...apenas colegas de trabalho nada mais do que isso, mas ora mim não me faz falta ter pessoas so meu redor.
Sou uma pessoa retraída quieta , pórem muito sincera falo o que penso e o que tenho vontade doa a quem doer...tenho dificuldade de me relacionar com as pessoas, prefiro ficar sozinha no meu canto.
Cresci não recebendo demonstrações de carinho ..nem afeto de meus pais e irmãos, nunca tive afeto por meus irmãos..
Será que por isso sou assim?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Preferir solitude não é, por si só, um problema. Torna-se questão clínica quando há sofrimento, rigidez ou prejuízo nos vínculos. A falta de afeto na infância pode sim influenciar a forma como alguém se relaciona na vida adulta.
Ser reservada, direta ou independente não significa patologia. A pergunta central é se essa forma de estar no mundo é escolha ou defesa.
A psicoterapia pode ajudar a diferenciar traço de personalidade de ferida emocional, sem impor modelos de sociabilidade. Fico à disposição para essa escuta.
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A acupuntura pode ajudar em casos de urticária colinérgica (alergia após atividades físicas e banhos
A acupuntura pode ajudar em casos de urticária colinérgica (alergia após atividades físicas e banhos) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na Medicina Tradicional Chinesa o pulmão tem uma estreita relação energética com a pele, precisamente devido à exposição direta ao ambiente exterior a que ambos estão sujeitos, havendo quase sempre uma relação de causa e efeito entre as patologias respiratórias e as alterações cutâneas e, nas alergias, bem como na asma brônquica, rinite, eczema, urticária, etc, essa relação é bastante evidente.
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Exame Farmacogenetico é útil para pacientes com TDHA?
Exame Farmacogenetico é útil para pacientes com TDHA?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Mesmo sem sabermos no que de fato consiste a atenção e onde ela se situaria no cérebro, não pode o seu déficit ser detectável a não ser que por manifestações fenomênicas...
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Há alguma relação entre TDAH e compulsão sexual e resposta indiferente ao prazer (dessensibilização
Há alguma relação entre TDAH e compulsão sexual e resposta indiferente ao prazer (dessensibilização gradual causada por pornografia por ex?)
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Há relação sim entre TDAH e compulsão sexual.
A estimulação sexual libera endorfinas e mobiliza os neurotransmissores do cérebro que dão uma sensação de calma, reduzindo a inquietação causada pelo TDAH.
No entanto, a promiscuidade e o consumo imoderado de pornografia podem ser fonte de conflitos ou gerarem o que você chamou de "dessensibilização gradual".
Reflita sobre como seu TDAH afeta sua intimidade e expressão sexual. Se o seu parceiro tiver TDAH, tenha em consideração as necessidades dele.
Não tenha medo de procurarem ajuda de um terapeuta. Casais que lidam com o TDAH se beneficiam muito da análise.
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Tenho interesse em fazer hipnose para reduzir ansiedade/hiperatividade, ter mais foco, e ter limite
Tenho interesse em fazer hipnose para reduzir ansiedade/hiperatividade, ter mais foco, e ter limite para beber álcool.
Sou tipo 7 do eneagrama.
Quando era criança, sofria de muitas convulsões, e tomava remédio, nada resolvia, até que fiz hipnose e resolveu. Nunca mais tive convulsão.
Hoje tenho 30 anos.
Há perigo em fazer nova hipnose, para nova finalidade e "estragar" essa cura da epilepsia antiga? ou seja voltar a ter convulsão por causa da hipnose?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua preocupação é compreensível. Quando houve convulsões na infância, é fundamental ter cautela com qualquer intervenção que mexa com estados de consciência. A hipnose, quando bem conduzida, não “desfaz” curas anteriores, mas também não é isenta de riscos se aplicada sem avaliação adequada.
Não é comum que a hipnose provoque o retorno de convulsões, mas cada caso é singular. É essencial diferenciar epilepsia de crises psicogênicas e considerar o histórico neurológico antes de qualquer técnica. Por isso, esse tipo de decisão deve ser tomada com acompanhamento médico e psicológico.
A psicoterapia pode ajudar a trabalhar ansiedade, foco e relação com o álcool de forma mais segura e contínua, avaliando se técnicas complementares fazem sentido ou não. Estou disponível para essa escuta e orientação cuidadosa.
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Após o parto tive uma crise de insônia forte q se estendeu por meses, hoje após 11 anos q tive minha
Após o parto tive uma crise de insônia forte q se estendeu por meses, hoje após 11 anos q tive minha filha começou outra vez, com os mesmos sintomas, pode ter alguma relação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode existir relação. Experiências marcantes como o parto, especialmente quando acompanhadas de sofrimento intenso como insônia prolongada, deixam registros psíquicos que podem ser reativados em outros momentos da vida. Mesmo muitos anos depois, situações de estresse, mudanças ou conflitos podem despertar sintomas semelhantes.
A insônia não é apenas um problema do sono. Muitas vezes, ela está ligada a estados de ansiedade, angústia ou a dificuldades em sustentar certos afetos. O corpo repete aquilo que não pôde ser elaborado na época.
A psicoterapia pode ajudar a compreender o sentido dessa repetição e trabalhar o que ficou pendente naquele momento da vida. Um espaço de escuta cuidadosa pode ser fundamental para atravessar esse retorno do sintoma. Estou disponível para essa escuta.
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Uma pessoa com transtorno bipolar que seja funcional e devidamente tratado, exerça uma profissão (en
Uma pessoa com transtorno bipolar que seja funcional e devidamente tratado, exerça uma profissão (ensino superior) poderia se tornar psicanalista ou psicólogo ou a sua patologia o impediria?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno bipolar, quando devidamente acompanhado e tratado, não impede alguém de exercer uma profissão, inclusive na área da saúde mental. Ter um diagnóstico não invalida a capacidade intelectual, ética ou clínica de uma pessoa. O que importa é o grau de estabilidade, o cuidado contínuo com a própria saúde psíquica e o compromisso com a própria análise.
Na psicanálise, inclusive, considera-se fundamental que o analista tenha feito e continue fazendo seu próprio processo terapêutico. Isso vale para qualquer profissional, com ou sem diagnóstico. A experiência do sofrimento, quando elaborada, pode inclusive ampliar a capacidade de escuta.
Cada caso precisa ser avaliado de forma singular. Um acompanhamento terapêutico consistente pode ajudar a refletir sobre limites, possibilidades e escolhas profissionais de maneira responsável. Estou disponível para essa escuta e orientação.
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Olá! Bom dia! Sabendo que embotamento afetivo é a incapacidade de sentir emoções, quais são os medic
Olá! Bom dia! Sabendo que embotamento afetivo é a incapacidade de sentir emoções, quais são os medicamentos mais indicados para tratar esse transtorno?? A estimulação magnética transcraniana seria uma boa opção também??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O embotamento afetivo, caracterizado pela redução da expressão e da vivência emocional, pode estar associado a diferentes quadros, como esquizofrenia, depressão ou mesmo ao uso prolongado de certos medicamentos psiquiátricos. Não existe um único medicamento específico para esse sintoma, e qualquer ajuste deve ser feito exclusivamente pelo médico psiquiatra.
A estimulação magnética transcraniana pode ser indicada em alguns casos, especialmente em depressão resistente, mas sua indicação depende de avaliação médica criteriosa. Ainda assim, mesmo quando há intervenção medicamentosa ou neuromodulatória, o sofrimento subjetivo nem sempre se resolve apenas por essas vias.
A psicoterapia tem um papel importante ao possibilitar que o sujeito fale sobre essa sensação de apagamento emocional e reconstrua um contato mais vivo com seus afetos. Um trabalho terapêutico pode complementar o tratamento médico e ajudar a compreender o impacto psíquico desse embotamento. Estou disponível para essa escuta.
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Qual o papel que a terapia psicanalista pode exercer em um bipolar (tipo 1)?
Qual o papel que a terapia psicanalista pode exercer em um bipolar (tipo 1)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No transtorno bipolar tipo 1, o acompanhamento psiquiátrico é fundamental, especialmente para o manejo medicamentoso. A psicanálise não substitui esse cuidado, mas exerce um papel complementar muito importante.
A terapia psicanalítica ajuda o paciente a compreender como os episódios de mania e depressão se articulam com sua história, seus vínculos e sua forma de lidar com o desejo, os limites e as perdas. Muitas vezes, o sofrimento não está apenas nos episódios em si, mas nos efeitos subjetivos que eles produzem.
A análise também contribui para o reconhecimento de sinais precoces de crise, maior adesão ao tratamento e elaboração do impacto emocional do diagnóstico. Um trabalho terapêutico contínuo pode favorecer mais estabilidade e qualidade de vida. Estou disponível para essa escuta clínica.
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É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?
É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é absolutamente possível desenvolver autoestima na vida adulta, inclusive após os 40 anos. A autoestima não se forma apenas na infância nem fica “congelada” com o passar do tempo. Ela é construída e reconstruída ao longo da vida, a partir das experiências, dos vínculos e da forma como cada pessoa se relaciona consigo mesma.
Muitas vezes, o que se chama de baixa autoestima está ligado a histórias de frustração, perdas, críticas constantes ou exigências excessivas que nunca foram elaboradas. Com o passar dos anos, essas marcas podem se intensificar, mas também se tornam mais visíveis, o que abre a possibilidade de trabalho e mudança.
A psicoterapia oferece um espaço para compreender essas histórias, questionar padrões antigos e construir uma relação mais cuidadosa consigo mesmo. Nunca é tarde para rever a própria trajetória e encontrar novas formas de se posicionar diante da vida. Estou disponível para essa escuta e acompanhamento.
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Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…