Automutilação - Informações, especialistas e perguntas frequentes

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Perguntas sobre Automutilação

Nossos especialistas responderam a 18 perguntas sobre Automutilação

A pessoa que pratica a automutilação possivelmente apresenta algum tipo de transtorno mental e assim deve ser adequadamente acompanhado por um Psiquiatra/Psicólogo.
8 respostas

Depressão é uma doença que desestabiliza o individuo em diferentes âmbitos de sua vida. Podendo levá-lo ao suicidio, diante desse contexto sugiro que converse com sua mãe e busque ajuda…
8 respostas

Muito bacana a sua preocupação e dedicação com a sua amiga. Da sua parte, a companhia e demonstração de afeto e cuidado com ela é mais que essencial, mas também será indispensável que ela procure…
8 respostas

Especialistas falam sobre Automutilação

O comportamento autolesivo/ automutilador vem crescendo nos últimos tempos , encontrando sua maior prevalência em adolescentes e jovens adultos que caracteriza por ser um comportamento distinto da tentativa de suicídio, há uma prevalência emocional, onde se busca alívio imediato a uma situação que lhe desperte sentimentos negativos, os quais não consegue expressar de outra forma, sendo essa a maneira que a pessoa encontra de lidar com sua dor, sentimentos ou situações desestruturantes, ocorrendo em contexto isolado, devido ao forte sentimento de vergonha que causa diante de tal ação. Ou seja , a pessoa busca a dor para aliviar a angustia (dor ) já que não consegue expor o que sente.

Adriana Santos

Psicanalista, Psicólogo

Osasco


A automutilação é a atitude intencional envolvendo o ato agressivo contra si. Representando um sinal de que há intenso sofrimento psíquico, porém de difícil compreensão por parte da pessoa e aos próximos. Geralmente, embora paradoxal, pode trazer alívio, no entanto, se faz de extrema importância o cuidado profissional.

Susan Yuri Satake

Psicólogo

Mogi das Cruzes


É crescente o número de adolescentes, principalmente meninas, com relatos de que machucam os próprios corpos. Geralmente se cortam e/ou se queimam nas pernas, braços e barriga. Na maioria das vezes esses jovens não são compreendidos principalmente pelos pais e familiares. Depois do susto, muitos recriminam, julgam e até punem os filhos. Em primeiro lugar é preciso manter a calma e buscar informações e orientações para lidar com a situação. É importante se mostrar disponível para ouvir e compreender esse jovem respeitando caso ele não queira falar.

Uma dor inexplicável e silenciosa que, para suportá-la, faz-se um corte, onde a dor “real” faça esquecer a dor “psíquica” por alguns instantes. Um sofrimento profundo, uma depressão silenciosa, ou algum outro fator, as vezes, até um transtorno podem atuar como “pano de fundo” para que ocorra esse sintoma. É comum que os pais não percebam, ou até, diminuam os problemas dos seus filhos. Não é fácil construir uma relação tão aberta nessa fase. Eles escondem e camuflam mesmo suas dores e tendem a encontrar, no anonimato das Redes Sociais, um caminho para desabafos sem críticas, de identificação e, até mesmo, um suporte dos outros que passam pelos mesmo processo.

Talita Quintanilha

Psicólogo

Rio de Janeiro


Os comportamentos de automutilação são quaisquer lesões intencionais ao próprio corpo sem que haja necessariamente um intenção de cometer suicídio. Esses comportamentos acontecem principalmente como um modo de aliviar outras sensações ruins presentes no corpo, como emoções muito intensas, tipo angústia, medo, ansiedade e tristeza. Estão muito comumente relacionadas ao Transtorno de personalidade borderline e ao autismo. Na psicoterapia buscamos estratégias não lesivas para lidar com essas emoções tão intensas. Desde técnicas de tolerância ao mal estar e regulação emocional até estratégias de habilidades sociais e resolução de problemas interpessoais (retirando os causadores do mal estar).

É um sintoma frequentemente associado a quando ansioso e impulsividade. A maioria desses pacientes refere sequer sentir dor com as lesões. Para esse tipo de paciente, o psiquiatra necessitará conhece-lo melhor e a seu ambiente familiar e escolar/trabalho afim de identificar gatilhos. Geralmente é necessário tratar com esquema medicamentoso e psicoterapia.

Cada vez mais frequente na adolescência, sendo mais comum em meninas, vem assustando familiares, amigos e professores. Se trata de um conjunto de práticas que consiste em fazer cortes e marcas no corpo com giletes, estiletes ou compassos para, através da dor, reduzir e localizar a angústia. Em sua continuidade, acaba sendo ligada à experiência de prazer. A angústia pode ter sua origem nos impasses vivenciados na adolescência, época de luto pelo corpo infantil, das suas idealizações e de produção de um novo corpo ainda indeterminado. Reconhecer esse novo corpo, enfrentar as dificuldades nas relações interpessoais e inventar seu próprio modo de estar na vida faz parte do tratamento.

Andrea Ferioli Melo

Psicólogo

Niterói


Automutilação é o ato de praticar algum tipo de prejuízo contra seu próprio corpo. Este ato vem cheio de sofrimento, pois normalmente ele vem em forma de concretar algumas dores emocionais que a pessoa não consegue expressar. Desta forma passa essa dor para o seu próprio corpo. O mais comum é vir em formas de cortes em diferentes partes do corpo.

Jhenifer Lucena

Psicólogo

Belo Horizonte

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A automutilação é todo e qualquer comportamento do indivíduo contra si mesmo - contra seu próprio corpo. Buscamos analisar o que a automutilação proporciona ao indivíduo e o tratamento passará por uma busca do mesmo resultado através de outros comportamentos mais saudáveis.

Adir Samuel Da Costa

Psicólogo

Cascavel


Na minha prática com clientes com sintomas de automutilação, parto do que o cliente traz (seus sintomas e sua história de vida) para entendê-lo em seu momento presente e, a partir disso, trabalho com as três dimensões humanas: emoção, motor e pensamento por meio da fala, do trabalho corporal e criativo para que o/a cliente percebe suas necessidades, reveja e reflita sobre seus conceitos, crenças, verdades e amplie seus recursos e seu auto-suporte, tornando-se capaz de fazer escolhas diferentes, assumindo uma atitude mais autônoma e integrativa no mundo.

Ana Paula Carlucci De Cunto

Psicólogo

Brasília


Automutilação diz respeito ao comportamento de inflingir uma agressão física direta e intencional a si mesma. As pessoas que se automutilam, não tem a intenção de acabar com a própria vida, normalmente, esses comportamentos são uma forma pouca sadia de tentar lidar com as angústias ou aliviar uma tensão insuportável, muitas vezes pode ser uma mistura de ambos, assim como aliviar as dores emocionais. A automutilação pode também ser entendida como um grito de socorro dessas pessoas.

A automutilação é incompreendida pela sociedade, que a ver como um sinal de suicídio. Embora no contexto do sofrimento haja tal desejo, esse ato não implica em uma tentativa de morrer, mas, como relata alguns(as): "É um ato em que eu viso diminuir um sofrimento interno insuportável, pois é melhor a dor de fora, do que a de dentro". Conhecer a si, é a tarefa primordial para aliviar essa dor, que no fundo, remete a um abandono inconsciente.

Sandro Alex Da Costa Silva

Psicólogo

João Pessoa


A automutilação se caracteriza pelo comportamento de se machucar de forma intencional. Essa prática é mais comum entre os jovens e precisa ser tratada com muito cuidado. Geralmente a pessoa está sentindo um vazio ou muita dor emocional, da qual não consegue se livrar sozinha, então ela se fere fisicamente como uma tentativa de acabar com essa dor interna. Muitos consideram como uma forma de chamar a atenção, ainda nesses casos é importante a ajuda profissional para que o quadro não evolua e coloque em risco a vida da pessoa, como em casos de tentativas de suicídio. Com o tratamento adequado o paciente pode aprender melhores formas de lidar com esses sentimentos e superá-los.

Automutilação é todo comportamento que a pessoa infringe a si mesma com o intuito de provocar lesão ou dor física e compreende: se cortar; se morder; se arranhar; se queimar; se coçar intensamente; bater em si mesmo; interferindo com a cicatrização de feridas (por exemplo, arrancando crostas); esfregar a pele contra superfície áspera; ferir-se com agulhas; puxar e/ou arrancar o próprio cabelo. Existem múltiplas causas para uma pessoa se automatizar e normalmente decorre de um estado de humor depressivo misto (depressão + agitação) em que a pessoa está com o humor negativo mas sente tensão, ansiedade e desespero e necessita alivia-lo.

Diego Tavares

Psiquiatra

São Paulo

Quais profissionais tratam Automutilação?


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