Dr. Diego Molinero

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Experiência

Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP, em residência de Psiquiatria no Instituto de Psiquiatria da USP, referência nacional em saúde mental.

Se você anda se sentindo mal há algum tempo, ou já passou por tratamentos que não ajudaram como esperava, uma primeira conversa, sem pressa, pode ser um bom começo para entender o seu caso. No dia a dia do Instituto de Psiquiatria da USP, lido constantemente com casos complexos e com o que há de mais atual na Psiquiatria, levando todo esse conhecimento para o tratamento dos meus pacientes. Meu trabalho é compreender a história de cada paciente, investigar suas dificuldades e construir, em conjunto, um plano de tratamento.

Atendo presencialmente em São Paulo e por telemedicina para todo o Brasil. Para agendar, é só escolher um horário disponível.

Dar o primeiro passo costuma ser o mais difícil. Eu te espero do outro lado.

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Experiência em:

  • Psiquiatria ambulatorial

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  • Teleconsulta

    R$ 500

  • Primeira consulta Psiquiatria

    R$ 500

  • Consulta de segunda opinião

    R$ 500

  • Consulta Psiquiatria

    R$ 500

  • Diagnóstico e tratamento de autismo/transtorno do espectro autista

    R$ 500

Consultórios (2)

Diego Molinero

Teleconsulta

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(11) 5441...
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    Oscar Dantas Magalhaes

    otimo profissional, gostei bastante da consulta com o Dr.

     • Teleconsulta • Primeira consulta Psiquiatria  • 

  • M

    M.G

    Excelente profissional, depois de muito procurar finalmente encontrei um acolhimento genuíno e de longo prazo. Recomendo a todos.

     • Consultório Particular •  • 

  • T

    TL

    Depois de anos passando em outros médicos, foi o único que resolveu minha insônia. Muito agradecida! Atendimento exemplar. Recomendo muito!

     • Consultório Particular •  • 

  • J

    Josué L.

    Desde o primeiro contato ele foi extremamente atencioso, ouviu com calma tudo que eu tinha pra falar e explicou cada ponto com muita clareza. A consulta foi sem pressa, sem parecer protocolar. Me senti seguro e bem acompanhado do início ao fim. Recomendo muito!

     • Teleconsulta • Teleconsulta  • 

  • M

    M.G.

    Excelente médico psiquiatra. Atencioso, paciente, pontual e tem clareza nas suas explicações e isso faz toda a diferença no seu atendimento e na minha recuperação. Indico e agradeço a sua dedicação e seu profissionalismo.

     • Consultório Particular •  • 

  • M

    MB

    Profissional atencioso e acolhedor, explica tudo direitinho e com calma. Não apressa a consulta. Passa confiança, vou seguir meu tratamento com ele.

     • Consultório Particular •  • 

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Dúvidas respondidas

4 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Qual a diferença entre o Transtorno Neurológico Funcional, Transtorno de Sintomas Somáticos e o Tran

Qual a diferença entre o Transtorno Neurológico Funcional, Transtorno de Sintomas Somáticos e o Transtorno de Munchausen?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Diego Molinero

Boa pergunta! As três condições envolvem sintomas no corpo, mas a origem de cada uma é diferente.

Transtorno de sintomas somáticos: A pessoa sente sintomas físicos reais, como dor, cansaço ou falta de ar, e a preocupação com eles ocupa um espaço desproporcional na vida, com muito sofrimento e busca frequente por médicos e exames. Pode haver ou não uma doença que explique o sintoma.

Transtorno neurológico funcional: Há sintomas neurológicos reais, como fraqueza em um membro, tremores, crises parecidas com convulsões ou perda da fala, que a pessoa não produz de propósito. Os exames de imagem não mostram lesão aparente, mas o exame neurológico revela sinais próprios de um funcionamento alterado do sistema nervoso que é incompatível com doenças orgânicas. É uma condição neuropsiquiátrica com boa chance de melhora com tratamento adequado.

Transtorno factício. A pessoa produz ou falsifica sintomas de forma intencional para assumir o papel de doente e receber cuidado, sem ganho externo como dinheiro ou afastamento do trabalho (quando há, trata-se de simulação, que não é uma condição médica). Pode ser autoimposto ou imposto a outra pessoa, em geral um dependente. A síndrome de Munchausen costuma ser usada como sinônimo de transtorno factício, mas representa apenas cerca de 10% dos casos. É o termo clássico para a forma crônica e mais grave, marcada por múltiplas internações e procedimentos clínicos e cirúrgicos, peregrinação por diferentes serviços de saúde, apresentação de doenças dramáticas ou recorrentes e, com frequência, pseudologia fantástica (tendência de contar histórias elaboradas e muitas vezes inverossímeis, misturando fatos reais com invenções, geralmente com riqueza de detalhes e sem um ganho externo claro).
Em resumo: nos dois primeiros, os sintomas são reais e involuntários. No transtorno factício, são produzidos de propósito, por razões psiquiátricas.
O diagnóstico exige avaliação individual, muitas vezes em conjunto com neurologista ou clínico, e todos esses quadros merecem acolhimento. Atuo em psiquiatria na interface entre sintomas físicos e saúde mental. Se você ou alguém próximo se identificou, uma avaliação permite esclarecer o quadro e traçar um plano de cuidado.


Estou tomando escitalopram 10 mg há 2 semanas e percebi que comecei a demorar muito mais para conseg

Estou tomando escitalopram 10 mg há 2 semanas e percebi que comecei a demorar muito mais para conseguir ejacular/chegar ao orgasmo, o que está atrapalhando bastante minha vida sexual. Esse efeito colateral pode desaparecer com o tempo conforme eu continuo tomando o medicamento? Se sim, em quanto tempo isso costuma acontecer?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Diego Molinero

Obrigado por compartilhar isso, e fique tranquilo: é uma queixa muito comum e que merece ser tratada com naturalidade.
A dificuldade para chegar ao orgasmo ou ejacular é um dos efeitos adversos mais frequentes dos antidepressivos da classe dos ISRS, como o escitalopram. Em alguns pacientes ele diminui com o passar das semanas, mas em muitos persiste enquanto a dose é mantida, por isso não é possível prever com segurança como será no seu caso.
Quando o efeito continua incomodando, existem caminhos bem estabelecidos, como ajustar a dose, trocar por outro antidepressivo com menor impacto sexual ou associar estratégias complementares. A melhor escolha depende do motivo do tratamento, da resposta que você já teve e do seu histórico, e deve ser feita com o médico que te acompanha.
Um ponto importante: evite suspender ou alterar a dose por conta própria, porque isso pode causar sintomas de descontinuação e prejudicar o tratamento do quadro de base. Além disso, depressão e ansiedade, por si só, também podem alterar a vida sexual, e uma avaliação cuidadosa ajuda a separar o que vem do medicamento e o que vem da condição.
Você não precisa escolher entre tratar a saúde mental e preservar a vida sexual. É possível conciliar as duas coisas. Se desejar, posso avaliar o seu caso em consulta e conversar sobre as melhores opções.


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