Dra. Andréia Assunção

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Farroupilha 1 endereço

Número de registro: CNP 03/5319 CBO 2515/2002

Experiência

Olá! Sou psicanalista, mestre e doutora, pronta para caminhar ao seu lado. Minha missão é ajudar você a lidar com problemas emocionais, psicológicos e comportamentais de forma leve e segura. Atendo crianças, adolescentes e adultos, oferecendo uma escuta atenta, paciente e livre de julgamentos. Juntos, usando o método freudiano, vamos entender seus sentimentos profundos e construir um caminho de mais paz. Se você busca um espaço acolhedor para ser ouvido de verdade, estou aqui. Vamos conversar?

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Consultório

Andréia Assunção
Andréia de Assunção

Rua Quatorze de Julho 463, Centro, Farroupilha 95180-000

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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho fobia social mais vivia normalmente,porém depois de um período em casa,pesquisei muito sobre f

Tenho fobia social mais vivia normalmente,porém depois de um período em casa,pesquisei muito sobre fobia e outros transtornos de ansiedade agora não consigo sair de casa sozinho,o excesso de pesquisa pode atrapalhar uma ansiedade já presente na nossa mente?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Andréia Assunção

O excesso de pesquisa pode piorar muito a ansiedade já existente. Isso se chama cibercondria ou hipervigilância por superinformação. Como você passou um período em casa e encheu sua mente com informações sobre transtornos e sintomas, você acabou oferecendo ao seu cérebro uma lista de novos medos. Em vez de trazer alívio você amplificou a sensação de perigo. Busque auxílio profissional ou informe seu médico para que as medidas adequadas sejam tomadas.


Qual o papel dos mecanismos de defesa nas interações sociais de pessoas com Transtorno de Personalid

Qual o papel dos mecanismos de defesa nas interações sociais de pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Andréia Assunção

O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) sob a ótica psicanalítica exige modificações na técnica clássica, pois a estrutura desses pacientes é marcada por uma identidade difusa, pelo uso de mecanismos de defesa primitivos e por uma instabilidade crônica nos vínculos. Precisa-se estabelecer limites muito claros e consistentes, uma nova configuração do ambiente para ajudar a conter a angústia de aniquilamento e os impulsos de atuação. Como a relação com o psicanalista é altamente instável, o paciente tende a oscilar rapidamente entre idealizar e desvalorizar o terapeuta, sendo assim, há uma exigencia que o psicanalista a contratransferência de emoções como ferramenta diagnóstica para entender o caos interno do paciente. A escuta psicanalítica no TPB não busca apenas decodificar conteúdos inconscientes ou recalques, mas desempenha um papel de reparação e sustentação psíquica. O psicanalista escuta o caos, as angústias e os sentimentos do paciente, guia-os e os devolve de forma clara, organizada e suportável, a escuta serve como um auxilio para alguém que tem dificuldades em autorregulação emocional. O paciente borderline enxerga o mundo em extremos, por isso, a escuta analítica mostra de forma imparcial e continua essas incoerências, com o objetivo de auxiliar o paciente a suportar a duplicidade, aceitando que todos somos feitos de defeitos e qualidades. O analista valida a intensidade da dor do paciente, criando um espaço de segurança onde o sentimento de vazio crônico possa ser compartilhado sem que isso resulte em abandono. Um paciente em estado de desorganização aguda, com ideação suicida severa ou impulsividade descontrolada, dificilmente consegue fazer o trabalho de associação e reflexão que a psicanálise propõe.


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Perguntas frequentes