Experiência

Sobre Mim – Psicanalista

Sou psicanalista clínico, dedicado a ajudar pessoas que sofrem emocionalmente a compreenderem suas dores, conflitos e repetições internas. Acredito que todo sintoma carrega uma história, e que por trás da ansiedade, da tristeza profunda, dos medos e dos conflitos existe um sujeito que precisa ser escutado com respeito, técnica e sensibilidade.

Atendo pessoas que enfrentam depressão, crises de pânico, ansiedade, transtorno de ansiedade generalizada, angústia intensa e estresse, oferecendo um espaço seguro para que possam falar livremente, sem julgamentos, e encontrar novos sentidos para o que estão vivendo.

Atuo também com processos de luto, ajudando aqueles que perderam alguém ou algo importante a elaborarem a dor, reinterpretar a perda e retomarem a capacidade de viver. O luto não é algo que se “supera”, mas algo que se elabora, e a psicanálise oferece um caminho profundo para isso.

Acompanho pessoas que lidam com distúrbios alimentares, compulsão alimentar, fobia social e dificuldades relacionadas à autoestima e à autoimagem, auxiliando na compreensão das causas emocionais que sustentam esses comportamentos.

Nos conflitos de relacionamento, ajudo meus pacientes a compreenderem por que certos padrões se repetem — relações abusivas, dependência emocional, medo de abandono, dificuldades de vínculo — promovendo mudanças reais na forma de se relacionar consigo mesmo e com os outros.

A psicanálise não trata apenas sintomas: ela busca compreender a origem do sofrimento. Meu trabalho é oferecer um espaço de escuta profunda, onde você possa falar, se reconhecer e se transformar.

Se você sente que algo em sua vida não vai bem, que está preso(a) em ciclos de dor, ansiedade, vazio, medo ou sofrimento, saiba que você não precisa enfrentar isso sozinho(a). O cuidado com a saúde mental é um ato de coragem — e eu estou aqui para caminhar com você nesse processo.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicanálise
  • Psicanálise com crianças
  • Psicanálise com adolescentes
  • Psicanálise com adultos

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicanálise

    R$ 250

Consultórios (2)

Guilherme  Rodrigo Vieira
Consultório

Rua João Motta Espezim 590, Saco Dos Limões, Florianópolis 88045-401

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Guilherme  Rodrigo Vieira

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1 opinião

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  • J

    Jhonatan Silveira

    Super recomendo! Excelente profissional! Fui muito bem acolhido desde a primeira consulta.

     • Teleconsulta • Outro  • 

    Dr. Guilherme Rodrigo Vieira

    Obrigado : )


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Dúvidas respondidas

10 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Distimia é a "neurose depressiva" de antigamente? Isso é realmente uma depressão verdadeira? Os trat

Distimia é a "neurose depressiva" de antigamente? Isso é realmente uma depressão verdadeira? Os tratamentos são iguais no caso?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Guilherme  Rodrigo Vieira

Sim, a distimia (transtorno depressivo persistente) é basicamente o nome para o que antigamente chamávamos de neurose depressiva: uma tristeza constante e sem fim, diferente de uma depressão pesada que chega de repente e passa. É uma depressão de verdade, podemos dizer que sim, mas que funciona como se não tivesse um fim, onde a pessoa fica presa a uma perda do passado, acumulando culpa e cobranças do interior sem perceber. Sobre o tratamento, enquanto a medicina costumam usar remédios para os dois casos com a ideia de equilibrar os químicos do cérebro, a psicanálise vai por outro caminho: o remédio até alivia, mas a terapia é necessária para descobrir o motivo real dessa dor e entender por que a mente escolheu essa tristeza como escolha.


Tenho fobia social mais vivia normalmente,porém depois de um período em casa,pesquisei muito sobre f

Tenho fobia social mais vivia normalmente,porém depois de um período em casa,pesquisei muito sobre fobia e outros transtornos de ansiedade agora não consigo sair de casa sozinho,o excesso de pesquisa pode atrapalhar uma ansiedade já presente na nossa mente?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Guilherme  Rodrigo Vieira

Sim, o excesso de pesquisa pode piorar muito e até paralisar você que já convive com a ansiedade.
Quando você tem fobia social, sua mente já está no modo de alerta, sempre buscando perigos. Ao passar muito tempo pesquisando sobre transtornos, você dá combustível para esse medo, seu cérebro começa a juntar a teoria com as suas próprias sensações físicas, transformando um desconforto comum em algo maior.
Na psicanálise, chamamos isso de hiperinvestimento no sintoma, quanto mais você foca a sua atenção na doença e tenta controlá-la racionalmente com excesso de informação, mais você se vigia se controla e perde a espontaneidade acabando em se isolando do mundo real. A informação virou um problema que reforçou o seu medo de sair.
Para lidar com isso, o caminho é diminuir o excesso de buscas na internet e voltar a dar pequenos passos no mundo real, de preferência com o apoio de uma boa terapia, para que sua mente aprenda de novo que o mundo fora de casa não é um perigo. Att Guilherme Rodrigo Vieira


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