Emissão de recibo para reembolso de plano de saúde em atendimento online e presencial
Ler mais26/10/2026
São Paulo 1 endereço
Número de registro: CRP 06/195726
25 opiniõesOlá, que bom ter você aqui. Me chamo Fabrício, sou psicólogo e psicanalista clínico. Fico feliz em ver que você está dando esse passo tão importante para seu desenvolvimento, parece algo simples, mas nem sempre é fácil iniciar a psicoterapia, ainda mais quando é sua primeira vez e se abrir com um estranho pode parecer tão desconfortável, mas garanto que a partir desse passo, os próximos serão uma jornada muito interessante pra dentro de si, podendo aliviar sintomas como angústias, ansiedade, depressão, rompendo com ciclos de repetição e também pensar maneiras mais saudáveis de ser e estar no mundo e nas suas relações.
Costumo dizer que o analista é um intermediador, ou melhor, um provocador do paciente para driblar o acesso ao seu inconsciente, este que é seu principal interlocutor na análise. Como psicanalista também gosto de pensar no contexto do mundo atual e nos atravessamentos individuais de cada um na sociedade em que vivemos. Espero poder te acompanhar nesse processo de cura e descoberta.
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Mais mencionado pelos pacientes
Poucos profissionais conseguem nos deixar tão à vontade igual ao Fabrício! A capacidade de escuta e condução dele, auxiliando nessa tomada de consciência sobre coisas muito inconscientes é fantástica!
Desde que o conheci e comecei o processo com ele, me sinto cada vez mais leve a respeito de temas que me incomodavam muito.
Fabrício tem uma sensibilidade para além das palavras e é muito bom quando sentimos esse interesse em cada detalhe.
Ele dá uns chacoalhões também, que deixa a gente até torto hahaha, mas tudo sempre faz muito sentido!
Recomendo demais o trabalho dele! Vale cada centavo.
Gostei muito da minha primeira sessão! Trouxe forte embasamento teórico para fomentar reflexões importantes.
Atencioso, acolhedor, gostei muito. Na expectativa de que tenhamos uma boa jornada neste trabalho juntos.
Dr. Fabrício foi muito atencioso e acolhedor. Prestou atendimento no horário e deixou claro o processo de tratamento.
O encontro com o Fabrício superou minhas expectativas, fui muito acolhida e senti que estava sendo realmente escutada. Já na primeira sessão me senti melhor e sai com a certeza que esse processo será fundamental para as mudanças que preciso fazer na minha vida.
Excelência no atendimento e no tratamento, depois de fazer as consultas com o Fabrício consegui acertar todos os pontos da minha vida e ter uma maior disposição para correr atrás do que eu realmente quero, só tenho a agradecê-lo.
Desde a primeira sessão com o Fabrício me senti acolhida e ouvida. Esse é meu primeiro contato com a análise e estou tendo uma ótima experiência. A abordagem e condução do analista me ajudam de forma verdadeiramente efetiva.
Excelente atendimento, fácil acesso e facil comunicação. Recomendo!
Mais que uma terapia uma imersão para dentro, com muito cuidado e orientação. A cada sessão um novo olhar sobre si mesmo que nos faz refletir e seguir com mais clareza.
Desde a primeira sessão tive um ótimo encontro com o Fabrício. Ele tem uma forma acolhedora de conduzir as sessões, mas faz provocações e traz reflexões importantes. Ele tem empatia, escuta com atenção e é muito dedicado.
14 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Como o terapeuta pode lidar com a resistência do paciente ao tratamento, especialmente se o paciente
Como o terapeuta pode lidar com a resistência do paciente ao tratamento, especialmente se o paciente começa a sentir que a terapia não está funcionando?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com a resistência é parte integrante do processo terapêutico. Quando o paciente sente que não há progresso, o analista pode adotar as seguintes posturas:
Validar e Acolher: Em vez de rebater, o analista deve aceitar o sentimento do paciente como uma realidade clínica legítima, criando um espaço seguro para essa frustração.
Transformar em Material: A própria resistência (ou o "sentir que não funciona") deve ser trazida para a sessão como tema de investigação. O foco passa a ser: "O que esse impasse nos diz sobre o seu funcionamento psíquico?".
Análise da Transferência: O analista investiga se a sensação de "falha" na terapia repete padrões de relacionamentos externos ou figuras do passado do paciente.
Transparência e Ajuste: Revisitar as metas terapêuticas e, se necessário, ajustar o manejo ou a técnica, mostrando que a dupla está trabalhando junta contra o problema, e não um contra o outro.
Em resumo, a resistência não é um erro no processo, mas o processo em si se manifestando.
Como o terapeuta pode lidar com a crise de identidade que muitos pacientes com Transtorno de Persona
Como o terapeuta pode lidar com a crise de identidade que muitos pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) enfrentam ao longo do tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicanálise trata a crise de identidade no TPB integrando a difusão do self. Na prática, isso significa:
Unir fragmentos: Ajuda o paciente a conciliar imagens opostas de si mesmo (o "totalmente bom" e o "totalmente mau") em uma identidade única e estável.
Mentalização: Transforma impulsos e sentimentos caóticos em pensamentos compreensíveis, reduzindo o vazio crônico.
Vínculo Terapêutico: Usa a relação com o analista como um "espelho" seguro para o paciente reconhecer quem realmente é, fora das crises.
Construção de um contorno menos volúvel e mais estável, menos responsivo e mais seguro
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