Avenida Portugal 1285, 2º andar, Santo André 09040-011
Consultório Santo André
Ler mais29/08/2026
Santo André 2 endereços
Número de registro: CRP SP 236771
5 opiniõesSou psicólogo clínico, administrador, educador e teólogo, com mais de 25 anos de experiência no desenvolvimento de pessoas, lideranças e organizações. Minha trajetória une a escuta e a profundidade da Psicologia com a prática de quem conhece os desafios da liderança, da tomada de decisão e da busca por resultados em contextos de alta responsabilidade.
Na clínica, acompanho jovens e adultos em questões relacionadas à ansiedade, depressão, esgotamento, conflitos relacionais, identidade, carreira e momentos de transição, com atenção especial às experiências e aos desafios emocionais vividos no mundo do trabalho. No contexto profissional, trabalho com líderes e gestores que buscam conciliar desempenho, saúde emocional e sentido, entendendo que resultados sustentáveis não precisam ser construídos às custas da saúde.
Com formação também em Administração e Pedagogia e uma carreira construída como professor, gestor e executivo no setor educacional, atuo hoje na interface entre saúde mental, trabalho, liderança, educação e desenvolvimento humano.
Minha atuação é orientada pela Psicologia Analítica e por uma compreensão integrada da pessoa, respeitando sua história, seus vínculos, seu trabalho e as diferentes dimensões que dão sentido à vida.
Para que pessoas aliem resultados e sentido.
Atendimento psicológico para jovens e adultos, presencial e on-line.
Se você quiser saber mais ou marcar uma consulta, fico à disposição para esclarecer dúvidas e explicar como posso apoiar seu bem-estar emocional.
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Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.
5 opiniões
Ao longo da nossa convivência profissional, tenho a oportunidade de conhecer uma liderança marcada pela empatia, pelo comprometimento e, principalmente, por uma escuta genuína e atenta.
É um profissional que demonstra verdadeiro interesse pelas pessoas, procurando compreender diferentes perspectivas e acolhendo cada situação com sensibilidade e respeito. Sua capacidade de ouvir, orientar e incentivar cria relações de confiança e contribui de forma significativa para o desenvolvimento daqueles que estão ao seu redor.
Destaco também sua disponibilidade constante para o diálogo e sua habilidade de conduzir desafios com equilíbrio, serenidade e humanidade. Acredito que essas características, somadas à sua experiência no desenvolvimento de pessoas, certamente contribuirão muito para esta nova etapa de sua trajetória profissional.
Paulo Aquino
Obrigadíssimo, Bruno, pelo cuidadoso feedback.
Fico especialmente feliz em saber que a minha pessoa e o meu trabalho oportunizaram a você essa experiência tão positiva.
Abraços e votos de muito sucesso para você!
"Quando cheguei ao consultório do Dr. Paulo Aquino, eu enfrentava o ápice de uma crise de Burnout, com esgotamento físico e mental extremo, perda de sentido no trabalho e minhas emoções a mil. A condução do Paulo foi decisiva por aliar uma escuta acolhedora. Destaco no trabalho dele o rigor técnico impecável. Ele me ajudou a compreender os gatilhos e as dinâmicas internas que me levaram ao limite, me ajudando a reorganizar minhas emoções e reestruturar meus limites profissionais. Graças a esse processo, recuperei a clareza para tomar decisões e superei a crise que estava me drenando as energias."
Paulo Aquino
Olá, MT, obrigado por tão generoso feedback.
Agradeço a sua especial confiança em meu trabalho e por oportunizar a mim uma forma de ajudá-lo num momento tão singular da sua vida.
Estou certo que equilíbrio, resgate de sentido e muitas realizações seguirão sendo a tônica na sua vida pessoal, familiar e profissional.
Abraços!!
Profissional atencioso, acolhedor e com comunicação muito clara. Demonstra sensibilidade e experiência para questões de saúde mental relacionadas à vida profissional, carreira e momentos de mudança, conduzindo a conversa de forma cuidadosa e reflexiva.
Paulo Aquino
Obrigadíssimo, Maria, por seu feedback.
Fico feliz por ter te ajudado. Estou certo de que seu caminho profissional seguirá sendo de muito sucesso e agora, com muito mais equilíbrio e realização.
Abraços!!
Um ótimo profissional , atencioso,sempre explicou muito bem todas as dúvidas que tive, me ajudou abrir muito a mente em várias coisas que tinha bloqueios
Paulo Aquino
Oi Bia
Obrigado pelo carinho do seu feedback.
Fico especialmente feliz com suas evoluções.
Muito sucesso e alegrias pra vida toda!
Abraços !
O Paulo é um excelente profissional. Um dos profissionais mais humanos que conheci.
Paulo Aquino
Olá Cleverson.
Obrigadíssimo pelo especial feedback sobre o meu trabalho.
Abraços para você!
11 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Oi eu costumo pensar coisas que eu quero,como ser parecida com as pessoas das revistas ou ter as coi
Oi eu costumo pensar coisas que eu quero,como ser parecida com as pessoas das revistas ou ter as coisas das revistas que tive ou tenho e costumo anotar num papel, antes eu guardava mas agora jogo fora,e isso está me deixando ansiosa,pois eu esqueço das coisas importantes, mesmo sabendo que essas coisas não são reais eu sinto tipo um impulso pra isso, isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode acontecer quando pensamentos, desejos ou imagens mentais passam a ocupar muito espaço e geram a sensação de que precisam ser registrados para não serem perdidos.
É importante diferenciar duas coisas. Imaginar-se de determinada maneira, desejar ter algo que viu ou fantasiar possibilidades para a própria vida faz parte da experiência humana. O ponto que merece atenção é quando aparece uma sensação de “preciso anotar isso”, acompanhada de ansiedade ou medo de esquecer, e esse comportamento começa a parecer difícil de controlar.
Na Psicologia Analítica, de Carl Gustav Jung, procuramos compreender não apenas o comportamento em si, mas o significado psicológico que ele pode estar assumindo para aquela pessoa. Por exemplo: o desejo de ser parecida com as pessoas das revistas pode estar relacionado à construção da própria identidade, à comparação com modelos externos ou àquilo que você gostaria de desenvolver ou experimentar em sua vida. Essas imagens podem funcionar como referências, desejos ou idealizações — mas precisamos conhecer melhor sua história antes de atribuir um significado a elas.
Também chama atenção você dizer: “mesmo sabendo que essas coisas não são reais, eu sinto um impulso para isso”. Ter consciência de que um pensamento não corresponde necessariamente à realidade é diferente de conseguir simplesmente impedir que ele apareça. Quando existe um ciclo de pensamento → necessidade de registrar → alívio ou preocupação → ansiedade por esquecer, vale investigar com mais cuidado como esse ciclo funciona e quanto ele interfere na sua vida.
Por isso, eu não classificaria o que você relata apenas como “normal” ou “anormal”, nem seria adequado estabelecer um diagnóstico a partir dessa descrição. Algumas perguntas são importantes: com que frequência isso acontece? O que você sente se não anotar? A ansiedade diminui depois que escreve? Quanto tempo isso ocupa? E o esquecimento está afetando estudos, trabalho, relacionamentos ou atividades do cotidiano?
Essas respostas ajudam a compreender se estamos diante de um hábito, de uma forma de lidar com a ansiedade ou de um padrão psicológico que merece uma avaliação mais cuidadosa.
Se isso está lhe causando sofrimento, agende uma primeira sessão comigo. Podemos conversar com calma sobre esses pensamentos, entender o que desencadeia esse impulso e investigar o significado que essas imagens e comportamentos vêm assumindo na sua vida.
Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente b
Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente bem invejadas no contexto brasileiro como dedicação ao que me proponho a fazer, inteligência, detalhista, pragmático, direto e me preocupar em vestir bem e cuidar de aparência que é um tabu entre os homens. Como diminuir esse medo de rejeição e zombaria social que pode me acometer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O medo de rejeição pode fazer com que, pouco a pouco, a pessoa comece a reduzir ou esconder aspectos legítimos de si mesma para conseguir se sentir aceita. E esse movimento merece atenção.
Na Psicologia Analítica, podemos compreender essa questão a partir do conceito de persona: a dimensão da personalidade que desenvolvemos para nos relacionarmos com o mundo social. Todos precisamos adaptar nosso comportamento aos diferentes ambientes — não nos expressamos exatamente da mesma maneira no trabalho, entre amigos ou em família. O problema surge quando essa adaptação exige que você abandone características importantes de quem é para evitar críticas, julgamentos ou rejeição.
Ser dedicado, inteligente, detalhista, pragmático, direto ou valorizar a própria apresentação não é, em si, um problema. Entretanto, também é importante observar como essas características aparecem nas relações. Por exemplo, ser direto pode representar assertividade, mas, dependendo da forma e do contexto, também pode ser percebido pelo outro como rigidez. Ser detalhista pode ser uma competência importante, mas pode se transformar em sofrimento quando acompanhado de perfeccionismo excessivo. Cuidar da aparência pode representar autocuidado e expressão pessoal, sem que isso precise determinar seu valor ou sua identidade.
Por isso, talvez a questão mais importante não seja apenas “como fazer para não ser rejeitado?”, mas também: “quanto de mim estou deixando de expressar para tentar garantir que os outros me aceitem?”
Jung entendia o desenvolvimento psicológico como um processo de individuação: tornar-se progressivamente mais consciente de quem somos, reconhecendo nossas características, contradições, potencialidades e limites, em vez de construir a própria identidade exclusivamente a partir das expectativas externas.
Isso não significa ignorar a opinião das pessoas ou simplesmente “ser você mesmo” em qualquer circunstância. Maturidade psicológica também envolve flexibilidade, leitura do ambiente e capacidade de perceber o impacto que produzimos nos outros. A diferença está entre adaptar-se conscientemente e viver permanentemente tentando evitar rejeição.
Diminuir esse medo, portanto, pode envolver compreender de onde vem sua expectativa de ser ridicularizado ou rejeitado, quais experiências anteriores fortaleceram essa percepção e quanto a aprovação externa passou a determinar aquilo que você se permite mostrar.
Se você percebe que o medo do julgamento está limitando sua espontaneidade, seus relacionamentos ou a maneira como se posiciona no mundo, agende uma primeira sessão comigo. Podemos conversar com mais profundidade sobre essas experiências e compreender como construir uma relação mais segura entre quem você é, quem acredita que precisa ser e a forma como se apresenta ao mundo.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.